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São Paulo
2020
NOEMIA BENTO DE OLIVEIRA
PEDAGOGIA DO BRINCAR :
QUAL É A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA EDUCAÇÃO
INFANTIL?
NOEMIA BENTO DE OLIVEIRA
PEDAGOGIA DO BRINCAR :
QUAL É A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA EDUCAÇÃO
INFANTIL?
Projeto apresentado ao Curso de Pedagogia da
Instituição Anhanguera
Orientador: Ana Massambani
São Paulo
2020
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO......................................................................................................................5
1.1 O PROBLEMA...................................................................................................................5
2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO ..............................................................................5
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS.....................................................5
3 JUSTIFICATIVA ...................................................................................................................5
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.........................................................................................6
5 METODOLOGIA...................................................................................................................7
6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO...................................................................7
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS……………………………………………………….………8
1 INTRODUÇÃO
A formação acadêmica em um curso universitário nos apresenta uma
multiplicidade de caminhos a serem seguidos, inúmeros temas e objetos de discussão
para serem aprofundados, distribuídos entre as mais diversas disciplinas em todo o
curso. Dessa forma, o discente navega por muitos rios, fazendo com que ele tenha
um mínimo conhecimento sobre cada parte do mapa geográfico do curso escolhido,
que no caso, é a Licenciatura em Pedagogia.
Porém, quando saímos do curso universitário e buscamos construir o nosso
próprio caminho, forjando o nosso currículum vitae (o caminho da vida) na procura por
um ofício que melhor nos atenda, tanto economicamente quanto culturalmente,
desenvolvendo assim as nossas capacidades em todos os sentidos possíveis,
sofremos ao tentar afunilar esse caminho. A multiplicidade ao mesmo tempo que
enriquece também pode confundir, não permitindo que um profissional tenha
condições de exercer um papel diferencial, e para isso entra em campo a pesquisa
acadêmica.
Dentro da perspectiva científica fornecida pela pesquisa, podemos construir
um caminho próprio, elaborado por meio de nossas reflexões, perguntas e críticas,
pavimentando um percurso que dialogue com as nossas expectativas profissionais.
Em muitas faculdades existem iniciações científicas e outras formas de elaboração
acadêmica, mas uma das principais é o Trabalho de Conclusão de Curso, que nos
permite produzir um material que explicite as vísceras de nosso aprendizado e o
coração de nosso caminho.
A educação torna-se um tema gigantesco do curso de Pedagogia, e ao
mesmo tempo também é um ponto principal que faz bater o coração daqueles que
seguem esse curso, e a infância tem um local privilegiado nessa lógica, principalmente
por se tratar do princípio do caminho de aprendizado. A pesquisa objetiva encontrar
as discussões com um maior potencial e diferencial, e também onde moram os
grandes questionamentos a serem desenvolvidos, no caso, a Educação Infantil
explicita todos esses potenciais, por ser ter um percurso histórico que explicita seu
potencial crítico a educação tradicional e também por trazer elementos próprios do
aprendizado que são abandonados ao longo da formação clássica.
5
Um dos maiores exemplos para explicitar e debater esse assunto é a
brincadeira. O lúdico, que é o conceito utilizado para nomear o aprendizado pelo
brincar, se manifesta como uma das principais ferramentas da criança que busca
aprender no e com o mundo, mas que tragicamente é perdido ao longo do percurso
escolar que entende que a escola deve ensinar a criança a ser um adulto, mas será
que não deveríamos observar a criança e reaprender com ela como é ser humano?
Para além disso, o TCC também pode tornar-se um material de trabalho de
diversos outros colegas, em formação ou formados, que buscam um aprofundamento
no assunto, e por conta disso, definiu-se por discutir o lúdico na Educação Infantil.
1.1 O PROBLEMA
De acordo com a literatura sobre educação infantil, uma das discussões mais
frequentes dentro de algumas correntes pedagógicas é a ludicidade enquanto meio
de aprendizagem da criança, podendo serem explorados diversos caminhos e
sentidos, de acordo com as pesquisas sobre escolas, pré-escolas e outros espaços
de aprendizagem com crianças. Porém, por conta da multiplicidade de caminhos em
meio a formação universitária, não torna-se possível construir um percurso de
aprofundamento em uma temática como a ludicidade ou em uma etapa da
escolarização como a Educação Infantil (EI), por isso, para possibilitar esse
afunilameto questiona-se: quais seriam os caminhos possíveis para abordar a
ludicidade na prática docente dentro da EI?
Portanto, objetiva-se aqui fazer um estado da arte da brincadeira enquanto
exercício pedagógico e suas significações para crianças e para os educadores
envolvidos
2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO
Discutir o papel da ludicidade por meio do brincar e seu exercício na
educação infantil.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS
6
1) Discutir sobre o brincar como uma prática pedagógica nas escolas de
Educação Infantil
2) relacionar o lúdico com a prática docente na Educação Infantil.
3) Elencar as práticas lúdicas que podem ser exercidas na educação infantil e
seus benefícios para a educação da criança.
3 JUSTIFICATIVA
Ao longo de um processo formativo da educadora, percebe-se que é na prática
da sala de aula que são realçadas as discrepâncias entre teoria e prática. Portanto, o
objetivo de investigar as pesquisas feitas sobre a prática docente no trabalho com o
lúdico é de construir uma ferramenta de uso prático para as educadoras da educação
infantil, onde torna-se possível identificar com facilidade um aglomerado de práticas
lúdicas cientificamente trabalhadas e testadas por acadêmicos de todo o país.
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Conforme Bacelar (2012), a educação infantil é uma área recente e de
constante transformação, e consequentemente a formação do educador infantil
também está em constante processo de elaboração teórica e prática. Por isso,
resolvemos por dedicar os esforços desse trabalho em sondar dentro dos principais
repositórios de artigos, dissertações e teses, todos os trabalhos que dialoguem com a
nossa discussão: a formação do professor de educação infantil no exercício
pedagógico da ludicidade.
O processo histórico que produz a atual situação educacional brasileira também
produziu os desdobramentos da educação infantil, que antes de ser tratada como uma
política educacional era concebida como uma política assistencialista necessária para
as mães trabalhadoras deixarem seus filhos, algo que foi materializado inicialmente
nas creches. A Educação Infantil propriamente dita só foi concebida na Constituição
Federal do Brasil de 1988, apontando ser dever do Estado fornecer educação inicial
7
para todas as crianças do país, porém, não foi concebida como uma obrigação do
Estado. De acordo com Bacelar(2012), apenas a partir desse ponto que os cursos de
Pedagogiacomeçaram a colocar as creches e pré-escolas em seu currículo formativo,
pois anteriormente a CF/88, as profissionais que trabalhavam nessas instituições
eram de formação leiga, não sendo especializada com uma formação adequada ao
trabalho pedagógico.
Porém, os debates em torno da importância social da educação infantil teve
sua enfase nos anos 1970, momento em que as creches passaram por uma ampla
expansão, muito derivado do aumento de empregos no período, tal como as
migrações para os grandes centros industriais, ou seja, é a partir dessas mudanças
estruturais na educação e no capitalismo brasileiro que os debates acadêmicos
passaram a dar enfase a essa questão, e por conta disso, tornou-se possível pautar
a educação de crianças de 0 a 6 anos como uma questão relevante as políticas
públicas no Brasil. A partir da CF/88, as mobilizações em torno da EI fizeram como
que o Estatuto da Criança e do Adolescente fosse criado em 1990, e também fizeram
parte da elaboração da Lei de Diretrizes e Bases de 1996.
Após esse rápido panorama histórico da Educação Infantil no Brasil e suas
implicações históricas, podemos perceber que a formação de educadores para a área
é extremamente recente, assim como os estudos relacionados a essa mesma
formação.
A formação de professores na Educação Infantil, assim como a formação de
professores em geral, inicia sua trajetória como política pública a partir do momento
em que a educação para crianças tomou uma característica dissonante do
assistencialismo, apesar de continuar a carregar tal estigma na opinião pública.
Porém, para que essa transformação fosse possível, foram feitas amplas
pesquisas no campo das ciências humanas nas Universidades brasileiras em dialogo
com o poder público que buscaram evidenciar a formação social da criança e que a
infância era também um período de aprendizagem que deveria ter um enfoque
pedagógico e científico.
De acordo com Áries (1978), a criança é um sujeito em formação social e a
infância também é um produto histórico, portanto as relações sociais experienciadas
pela criança ocorrem como forma de aprendizado e constituem as condições para a
8
formação das estruturas sociais dentro desse sujeito, tendo a família e a Igreja como
principais instituições da formação da criança. Portanto, a escola teria um papel de
tornar a instituição que oferece a criança as múltiplas percepções existentes sobre o
mundo social e seu processo histórico de elaboração, ampliando as percepções da
criança sobre o mundo, para além do seu núcleo de sociabilidade.
Na discussão feita pelo historiador no livro A Formação Social da Infância e da
Família (ÁRIES, 1978), a infância por ser um produto histórico acaba por dever seus
traços as instituições que a fizeram, no caso, a burguesia europeia e a formulação de
um período onde a criança não tem necessidade de acessar as questões primordiais
do mundo adulto, tal como o trabalho. Nos períodos anteriores, a criança não tinha
esse aspecto diferencial dos demais adultos, sendo inclusive considerado como um
adulto em menores proporções, algo que deve-se as condições de sobrevivência dos
pobres no período, que diminui o tempo de vida e fazia com que a maturidade
chegasse mais rápido as pessoas, muito derivada da necessidade do trabalho familiar.
A infância por ser um luxo próprio dos estratos da burguesia, derivaria de múltiplas
condições para ser democratizado a todas as pessoas, pois muitas famílias
necessitavam do trabalho da criança para manter a reprodução da vida do núcleo
familiar. A História do Brasil é flagrante nesse sentido, onde o trabalho infantil foi
abolido apenas em 1917 após uma ampla greve operária em São Paulo, mas que teve
seus efeitos exclusivos aos trabalhadores fabris; as crianças de extratos mais pobres
e de origem negra na recente pós-escravidão, ainda seriam submetidas por muito
tempo ao trabalho semi-escravo e outras condições análogas a escravidão
(LOPREATO, 2000).
Portanto, para democratizar a infância como um espaço de amplo aprendizado,
eram necessárias condições materiais para que as famílias pudessem permitir-se
descartar a mão-de-obra da criança. Ao longo da História da Educação percebe-se
que as instituições escolares foram democratizadas a partir do momento em que o
letramento tornou-se fundamental para a formação da massa de trabalhadores para
as novas tecnologias emergentes na indústria, e que essa alavanca da educação,
impulsionada pelo sistema capitalista e seu modo de produção em constante
transformação e complexificação, foi compreendendo todo o processo de socialização
9
e desenvolvimento do ser humano como um objeto de extrema importância para a
manutenção do trabalho na sociedade contemporânea.
Dentro disso, as universidades iniciam o intenso debruçamento sobre as
questões educacionais e suas constantes crises, incentivadas pelo trabalho
acadêmico e pelas demandas sociais feitas pelo poder político, elencando múltiplas
facetas do processo de aprendizagem no foco da lente do microscópio intelectual,
sendo uma delas a infância e seu processo de aprendizado e formação social. Esse
movimento intelectual formulou as condições para uma formação de profissionais da
educação orientada para ter a infância como centro do seu objeto de discussão, para
que o trabalho pedagógico fosse orientado para alcançar a excelência no
desenvolvimento da criança.
A infância é observada por múltiplas lentes, como é o caso da Psicologia da
Educação, a Sociologia da Educação e etc., e um fator preponderante em todas as
áreas é a importância do brincar na formação social da criança, tal como Vygotsky
(1984) acentua em seu debate sobre as representações constituídas pelas crianças
no fazer da brincadeira.
Por isso, o lúdico se tornou um importante objeto das discussões no campo da
Didática, sendo alimentada pelas outras áreas, teve condições de construir
experiências concretas que explicitam a brincadeira como ferramente de aprendizado,
fazendo com que o lúdico se tornar-se uma ferramente obrigatória para todo educador
infantil em formação inicial ou continuada.
Dessa forma, percebemos a importância de localizarmos os debates
relacionados a ludicidade e docência na educação infantil, para que possamos nos
localizar nesses estudos e fazer um uso prático dos acúmulos acadêmicos dos últimos
dez anos.
Além das pesquisas que analisam a realidade da sala de aula, também
objetivamos correlacioná-los com os debates teóricos de grande relevância, tais como
os feitos por Vygotsky(ROLIM, 2008), Montessori e Freinet (NUNES, 2012) para
analisar o aprendizado da criança por meio do brincar, e também com Áries para
discutir historicamente a formação social da infância.
10
5 METODOLOGIA
A proposta é utilizar a metodologia Revisão Bibliográfica, amplamente utilizada
para elencar os estudos desenvolvidos na área em questão, compreender as suas
especificidadesteóricas, correntes de pesquisa e vertentes de análise, para podermos
estabelecer em um trabalho um amplo leque de pesquisas que analisam e discutem
a prática docente na educação infantil e as multiplicidades práticas do lúdico nos mais
diversos contextos sociais e culturais.
Conforme Cardoso e Jacomeli (2010), o Estado da Arte é um método
fundamental para produzir levantamentos sobre um tema específico, e a partir disso
produzir análises e leituras que possibilitem uma intensa sistematização com um
objetivo em questão.
A partir desse ponto, objetivamos analisar todos os dados levantados, organizá-
los e fazer um trabalho de análise comparativa e crítica sobre os trabalhos
apresentados, suas vertentes teóricas e seus resultados. Os fatores a serem levados
em consideração nesse levantamento serão: a) publicações em revistas de relevância
acadêmica; b) produções feitas em universidades de relevância acadêmica; c) tenha
como foco a prática e/ou formação docente na educação infantil com ênfase na
ludicidade.
Para fazer tal levantamento, serão utilizados os repositórios de artigos, dissertações e
teses amplamente reconhecidos, utilizando as seguintes palavra-chave: educação infantil,
lúdico, ludicidade, brincadeiras e pedagogia do brincar.
11
6 CRONOGRAMA
ATIVIDADES
2020 2020
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Escolha do tema.
Definição do problema
de pesquisa
X X X X
Definição dos objetivos,
justificativa.
X X X X
Definição da
metodologia. X X
Pesquisa bibliográfica e
elaboração da
fundamentação teórica.
X X
Entrega da primeira
versão do projeto. X
Entrega da versão final
do projeto. X X
Revisão das
referências para
elaboração do TCC. X X X X X X
Elaboração do Capítulo
1. X X X X X X
Revisão e
reestruturação do
Capítulo 1 e elaboração
do Capítulo 2.
X X X X X X
Revisão e
reestruturação dos
Capítulos 1 e 2.
Elaboração do Capítulo
3.
X X X X X X
Elaboração das
considerações finais.
Revisão da Introdução. X X X X X X
Reestruturação e
revisão de todo o texto.
Verificação das
referências utilizadas.
X X X X X X
Elaboração de todos os
elementos pré e pós-
textuais.
X X X X X X
Entrega da monografia. X X X X X X
Defesa da monografia. X X X X X X
12
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ARIÈS, P. História social da infância e da família. Tradução: D. Flaksman. Rio de
Janeiro: LCT, 1978.
BACELAR, Vera Lúcia da Encarnação. Professores de educação infantil:
ludicidade, história de vida e formação inicial. Doutorado – Universidade Federal
da Bahia. 2012.
CARDOSO, Maria Angélica. Jacomeli, Mara Regina Martins. Estado da Arte a cerca
das escolas multiseriadas. Revista HISTEDBR On-line Campinas, número especial,
p.174-193, mai.2010.
LOPREATO, Christina da Silva Roquette. O espírito da revolta, a greve geral
anarquista de 1917. São Paulo: Annablume, 2000.
NUNES, Cristine Manica. O Ensino e o brincar na prática pedagógica dos anos
iniciais: uma leitura através das teorias de Maria Montessori e Freinet.
Dissertação - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da
Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação. 2012
ROLIM, Amanda Alencar Machado. GUERRA, Siena Sales Freitas. TASSIGNY,
Mônica Mota. Uma leitura de Vygotsky sobre o brincar na aprendizagem e no
desenvolvimento infantil. Rev. Humanidades, Fortaleza, v. 23, n. 2, p. 176-180,
jul./dez. 2008.
VYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. Trad. M. Resende, Lisboa, Antídoto,
1979. A formação social da mente. Trad. José Cipolla Neto et alii. São Paulo,
Livraria Martins Fontes, 1984.

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  • 1. São Paulo 2020 NOEMIA BENTO DE OLIVEIRA PEDAGOGIA DO BRINCAR : QUAL É A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL?
  • 2. NOEMIA BENTO DE OLIVEIRA PEDAGOGIA DO BRINCAR : QUAL É A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL? Projeto apresentado ao Curso de Pedagogia da Instituição Anhanguera Orientador: Ana Massambani São Paulo 2020
  • 3. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO......................................................................................................................5 1.1 O PROBLEMA...................................................................................................................5 2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO ..............................................................................5 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS.....................................................5 3 JUSTIFICATIVA ...................................................................................................................5 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.........................................................................................6 5 METODOLOGIA...................................................................................................................7 6 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO...................................................................7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS……………………………………………………….………8
  • 4. 1 INTRODUÇÃO A formação acadêmica em um curso universitário nos apresenta uma multiplicidade de caminhos a serem seguidos, inúmeros temas e objetos de discussão para serem aprofundados, distribuídos entre as mais diversas disciplinas em todo o curso. Dessa forma, o discente navega por muitos rios, fazendo com que ele tenha um mínimo conhecimento sobre cada parte do mapa geográfico do curso escolhido, que no caso, é a Licenciatura em Pedagogia. Porém, quando saímos do curso universitário e buscamos construir o nosso próprio caminho, forjando o nosso currículum vitae (o caminho da vida) na procura por um ofício que melhor nos atenda, tanto economicamente quanto culturalmente, desenvolvendo assim as nossas capacidades em todos os sentidos possíveis, sofremos ao tentar afunilar esse caminho. A multiplicidade ao mesmo tempo que enriquece também pode confundir, não permitindo que um profissional tenha condições de exercer um papel diferencial, e para isso entra em campo a pesquisa acadêmica. Dentro da perspectiva científica fornecida pela pesquisa, podemos construir um caminho próprio, elaborado por meio de nossas reflexões, perguntas e críticas, pavimentando um percurso que dialogue com as nossas expectativas profissionais. Em muitas faculdades existem iniciações científicas e outras formas de elaboração acadêmica, mas uma das principais é o Trabalho de Conclusão de Curso, que nos permite produzir um material que explicite as vísceras de nosso aprendizado e o coração de nosso caminho. A educação torna-se um tema gigantesco do curso de Pedagogia, e ao mesmo tempo também é um ponto principal que faz bater o coração daqueles que seguem esse curso, e a infância tem um local privilegiado nessa lógica, principalmente por se tratar do princípio do caminho de aprendizado. A pesquisa objetiva encontrar as discussões com um maior potencial e diferencial, e também onde moram os grandes questionamentos a serem desenvolvidos, no caso, a Educação Infantil explicita todos esses potenciais, por ser ter um percurso histórico que explicita seu potencial crítico a educação tradicional e também por trazer elementos próprios do aprendizado que são abandonados ao longo da formação clássica.
  • 5. 5 Um dos maiores exemplos para explicitar e debater esse assunto é a brincadeira. O lúdico, que é o conceito utilizado para nomear o aprendizado pelo brincar, se manifesta como uma das principais ferramentas da criança que busca aprender no e com o mundo, mas que tragicamente é perdido ao longo do percurso escolar que entende que a escola deve ensinar a criança a ser um adulto, mas será que não deveríamos observar a criança e reaprender com ela como é ser humano? Para além disso, o TCC também pode tornar-se um material de trabalho de diversos outros colegas, em formação ou formados, que buscam um aprofundamento no assunto, e por conta disso, definiu-se por discutir o lúdico na Educação Infantil. 1.1 O PROBLEMA De acordo com a literatura sobre educação infantil, uma das discussões mais frequentes dentro de algumas correntes pedagógicas é a ludicidade enquanto meio de aprendizagem da criança, podendo serem explorados diversos caminhos e sentidos, de acordo com as pesquisas sobre escolas, pré-escolas e outros espaços de aprendizagem com crianças. Porém, por conta da multiplicidade de caminhos em meio a formação universitária, não torna-se possível construir um percurso de aprofundamento em uma temática como a ludicidade ou em uma etapa da escolarização como a Educação Infantil (EI), por isso, para possibilitar esse afunilameto questiona-se: quais seriam os caminhos possíveis para abordar a ludicidade na prática docente dentro da EI? Portanto, objetiva-se aqui fazer um estado da arte da brincadeira enquanto exercício pedagógico e suas significações para crianças e para os educadores envolvidos 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO Discutir o papel da ludicidade por meio do brincar e seu exercício na educação infantil. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS
  • 6. 6 1) Discutir sobre o brincar como uma prática pedagógica nas escolas de Educação Infantil 2) relacionar o lúdico com a prática docente na Educação Infantil. 3) Elencar as práticas lúdicas que podem ser exercidas na educação infantil e seus benefícios para a educação da criança. 3 JUSTIFICATIVA Ao longo de um processo formativo da educadora, percebe-se que é na prática da sala de aula que são realçadas as discrepâncias entre teoria e prática. Portanto, o objetivo de investigar as pesquisas feitas sobre a prática docente no trabalho com o lúdico é de construir uma ferramenta de uso prático para as educadoras da educação infantil, onde torna-se possível identificar com facilidade um aglomerado de práticas lúdicas cientificamente trabalhadas e testadas por acadêmicos de todo o país. 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Conforme Bacelar (2012), a educação infantil é uma área recente e de constante transformação, e consequentemente a formação do educador infantil também está em constante processo de elaboração teórica e prática. Por isso, resolvemos por dedicar os esforços desse trabalho em sondar dentro dos principais repositórios de artigos, dissertações e teses, todos os trabalhos que dialoguem com a nossa discussão: a formação do professor de educação infantil no exercício pedagógico da ludicidade. O processo histórico que produz a atual situação educacional brasileira também produziu os desdobramentos da educação infantil, que antes de ser tratada como uma política educacional era concebida como uma política assistencialista necessária para as mães trabalhadoras deixarem seus filhos, algo que foi materializado inicialmente nas creches. A Educação Infantil propriamente dita só foi concebida na Constituição Federal do Brasil de 1988, apontando ser dever do Estado fornecer educação inicial
  • 7. 7 para todas as crianças do país, porém, não foi concebida como uma obrigação do Estado. De acordo com Bacelar(2012), apenas a partir desse ponto que os cursos de Pedagogiacomeçaram a colocar as creches e pré-escolas em seu currículo formativo, pois anteriormente a CF/88, as profissionais que trabalhavam nessas instituições eram de formação leiga, não sendo especializada com uma formação adequada ao trabalho pedagógico. Porém, os debates em torno da importância social da educação infantil teve sua enfase nos anos 1970, momento em que as creches passaram por uma ampla expansão, muito derivado do aumento de empregos no período, tal como as migrações para os grandes centros industriais, ou seja, é a partir dessas mudanças estruturais na educação e no capitalismo brasileiro que os debates acadêmicos passaram a dar enfase a essa questão, e por conta disso, tornou-se possível pautar a educação de crianças de 0 a 6 anos como uma questão relevante as políticas públicas no Brasil. A partir da CF/88, as mobilizações em torno da EI fizeram como que o Estatuto da Criança e do Adolescente fosse criado em 1990, e também fizeram parte da elaboração da Lei de Diretrizes e Bases de 1996. Após esse rápido panorama histórico da Educação Infantil no Brasil e suas implicações históricas, podemos perceber que a formação de educadores para a área é extremamente recente, assim como os estudos relacionados a essa mesma formação. A formação de professores na Educação Infantil, assim como a formação de professores em geral, inicia sua trajetória como política pública a partir do momento em que a educação para crianças tomou uma característica dissonante do assistencialismo, apesar de continuar a carregar tal estigma na opinião pública. Porém, para que essa transformação fosse possível, foram feitas amplas pesquisas no campo das ciências humanas nas Universidades brasileiras em dialogo com o poder público que buscaram evidenciar a formação social da criança e que a infância era também um período de aprendizagem que deveria ter um enfoque pedagógico e científico. De acordo com Áries (1978), a criança é um sujeito em formação social e a infância também é um produto histórico, portanto as relações sociais experienciadas pela criança ocorrem como forma de aprendizado e constituem as condições para a
  • 8. 8 formação das estruturas sociais dentro desse sujeito, tendo a família e a Igreja como principais instituições da formação da criança. Portanto, a escola teria um papel de tornar a instituição que oferece a criança as múltiplas percepções existentes sobre o mundo social e seu processo histórico de elaboração, ampliando as percepções da criança sobre o mundo, para além do seu núcleo de sociabilidade. Na discussão feita pelo historiador no livro A Formação Social da Infância e da Família (ÁRIES, 1978), a infância por ser um produto histórico acaba por dever seus traços as instituições que a fizeram, no caso, a burguesia europeia e a formulação de um período onde a criança não tem necessidade de acessar as questões primordiais do mundo adulto, tal como o trabalho. Nos períodos anteriores, a criança não tinha esse aspecto diferencial dos demais adultos, sendo inclusive considerado como um adulto em menores proporções, algo que deve-se as condições de sobrevivência dos pobres no período, que diminui o tempo de vida e fazia com que a maturidade chegasse mais rápido as pessoas, muito derivada da necessidade do trabalho familiar. A infância por ser um luxo próprio dos estratos da burguesia, derivaria de múltiplas condições para ser democratizado a todas as pessoas, pois muitas famílias necessitavam do trabalho da criança para manter a reprodução da vida do núcleo familiar. A História do Brasil é flagrante nesse sentido, onde o trabalho infantil foi abolido apenas em 1917 após uma ampla greve operária em São Paulo, mas que teve seus efeitos exclusivos aos trabalhadores fabris; as crianças de extratos mais pobres e de origem negra na recente pós-escravidão, ainda seriam submetidas por muito tempo ao trabalho semi-escravo e outras condições análogas a escravidão (LOPREATO, 2000). Portanto, para democratizar a infância como um espaço de amplo aprendizado, eram necessárias condições materiais para que as famílias pudessem permitir-se descartar a mão-de-obra da criança. Ao longo da História da Educação percebe-se que as instituições escolares foram democratizadas a partir do momento em que o letramento tornou-se fundamental para a formação da massa de trabalhadores para as novas tecnologias emergentes na indústria, e que essa alavanca da educação, impulsionada pelo sistema capitalista e seu modo de produção em constante transformação e complexificação, foi compreendendo todo o processo de socialização
  • 9. 9 e desenvolvimento do ser humano como um objeto de extrema importância para a manutenção do trabalho na sociedade contemporânea. Dentro disso, as universidades iniciam o intenso debruçamento sobre as questões educacionais e suas constantes crises, incentivadas pelo trabalho acadêmico e pelas demandas sociais feitas pelo poder político, elencando múltiplas facetas do processo de aprendizagem no foco da lente do microscópio intelectual, sendo uma delas a infância e seu processo de aprendizado e formação social. Esse movimento intelectual formulou as condições para uma formação de profissionais da educação orientada para ter a infância como centro do seu objeto de discussão, para que o trabalho pedagógico fosse orientado para alcançar a excelência no desenvolvimento da criança. A infância é observada por múltiplas lentes, como é o caso da Psicologia da Educação, a Sociologia da Educação e etc., e um fator preponderante em todas as áreas é a importância do brincar na formação social da criança, tal como Vygotsky (1984) acentua em seu debate sobre as representações constituídas pelas crianças no fazer da brincadeira. Por isso, o lúdico se tornou um importante objeto das discussões no campo da Didática, sendo alimentada pelas outras áreas, teve condições de construir experiências concretas que explicitam a brincadeira como ferramente de aprendizado, fazendo com que o lúdico se tornar-se uma ferramente obrigatória para todo educador infantil em formação inicial ou continuada. Dessa forma, percebemos a importância de localizarmos os debates relacionados a ludicidade e docência na educação infantil, para que possamos nos localizar nesses estudos e fazer um uso prático dos acúmulos acadêmicos dos últimos dez anos. Além das pesquisas que analisam a realidade da sala de aula, também objetivamos correlacioná-los com os debates teóricos de grande relevância, tais como os feitos por Vygotsky(ROLIM, 2008), Montessori e Freinet (NUNES, 2012) para analisar o aprendizado da criança por meio do brincar, e também com Áries para discutir historicamente a formação social da infância.
  • 10. 10 5 METODOLOGIA A proposta é utilizar a metodologia Revisão Bibliográfica, amplamente utilizada para elencar os estudos desenvolvidos na área em questão, compreender as suas especificidadesteóricas, correntes de pesquisa e vertentes de análise, para podermos estabelecer em um trabalho um amplo leque de pesquisas que analisam e discutem a prática docente na educação infantil e as multiplicidades práticas do lúdico nos mais diversos contextos sociais e culturais. Conforme Cardoso e Jacomeli (2010), o Estado da Arte é um método fundamental para produzir levantamentos sobre um tema específico, e a partir disso produzir análises e leituras que possibilitem uma intensa sistematização com um objetivo em questão. A partir desse ponto, objetivamos analisar todos os dados levantados, organizá- los e fazer um trabalho de análise comparativa e crítica sobre os trabalhos apresentados, suas vertentes teóricas e seus resultados. Os fatores a serem levados em consideração nesse levantamento serão: a) publicações em revistas de relevância acadêmica; b) produções feitas em universidades de relevância acadêmica; c) tenha como foco a prática e/ou formação docente na educação infantil com ênfase na ludicidade. Para fazer tal levantamento, serão utilizados os repositórios de artigos, dissertações e teses amplamente reconhecidos, utilizando as seguintes palavra-chave: educação infantil, lúdico, ludicidade, brincadeiras e pedagogia do brincar.
  • 11. 11 6 CRONOGRAMA ATIVIDADES 2020 2020 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Escolha do tema. Definição do problema de pesquisa X X X X Definição dos objetivos, justificativa. X X X X Definição da metodologia. X X Pesquisa bibliográfica e elaboração da fundamentação teórica. X X Entrega da primeira versão do projeto. X Entrega da versão final do projeto. X X Revisão das referências para elaboração do TCC. X X X X X X Elaboração do Capítulo 1. X X X X X X Revisão e reestruturação do Capítulo 1 e elaboração do Capítulo 2. X X X X X X Revisão e reestruturação dos Capítulos 1 e 2. Elaboração do Capítulo 3. X X X X X X Elaboração das considerações finais. Revisão da Introdução. X X X X X X Reestruturação e revisão de todo o texto. Verificação das referências utilizadas. X X X X X X Elaboração de todos os elementos pré e pós- textuais. X X X X X X Entrega da monografia. X X X X X X Defesa da monografia. X X X X X X
  • 12. 12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARIÈS, P. História social da infância e da família. Tradução: D. Flaksman. Rio de Janeiro: LCT, 1978. BACELAR, Vera Lúcia da Encarnação. Professores de educação infantil: ludicidade, história de vida e formação inicial. Doutorado – Universidade Federal da Bahia. 2012. CARDOSO, Maria Angélica. Jacomeli, Mara Regina Martins. Estado da Arte a cerca das escolas multiseriadas. Revista HISTEDBR On-line Campinas, número especial, p.174-193, mai.2010. LOPREATO, Christina da Silva Roquette. O espírito da revolta, a greve geral anarquista de 1917. São Paulo: Annablume, 2000. NUNES, Cristine Manica. O Ensino e o brincar na prática pedagógica dos anos iniciais: uma leitura através das teorias de Maria Montessori e Freinet. Dissertação - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação. 2012 ROLIM, Amanda Alencar Machado. GUERRA, Siena Sales Freitas. TASSIGNY, Mônica Mota. Uma leitura de Vygotsky sobre o brincar na aprendizagem e no desenvolvimento infantil. Rev. Humanidades, Fortaleza, v. 23, n. 2, p. 176-180, jul./dez. 2008. VYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. Trad. M. Resende, Lisboa, Antídoto, 1979. A formação social da mente. Trad. José Cipolla Neto et alii. São Paulo, Livraria Martins Fontes, 1984.