Teorias Clássicas               da  Aprendizagem      Prof. Carlos Caldas
Behaviorismo (Comportamentismo)                 Origens da Teoria                 Ivan Petrovich Pavlov – Condicionamento ...
Behaviorismo (Comportamentismo)                  John Broadus Watson é considerado o pai do Behaviorismo (1878 – 1958)Três...
Behaviorismo (Comportamentismo)      A REJEIÇÃO DA INTROSPECÇÃO
Behaviorismo (Comportamentismo)A CRENÇA DE QUE O AMBIENTE DETERMINA O       COMPORTAMENTO HUMANO
Behaviorismo (Comportamentismo)A ênfase dada aos efeitos do ambiente na aprendizagem,através de um processo de condicionam...
Behaviorismo (Comportamentismo)“Dêem-me uma dúzia de crianças saudáveis, bem formadas, e omundo que eu especificar para cr...
Behaviorismo (Comportamentismo)Teoria do Stimulus Responsio (Estímulo – Resposta)                     Ambiente          S ...
Behaviorismo (Comportamentismo)                Burrhus Frederic Skinner – Condicionamento Operante(1904 – 1990)     “Inclu...
Behaviorismo (Comportamentismo)Para Skinner, os comportamentos são selecionados         através da tríplice contingência.
Behaviorismo (Comportamentismo)                    FILOGENÉTICAASPECTOS BIOLÓGICOS DA ESPÉCIE E DA HEREDITARIEDADE DO INDI...
Behaviorismo (Comportamentismo)                 FILOGENÉTICAComportamentos reflexos ou inatos;A contingência S–R elicia re...
Behaviorismo (Comportamentismo)        ONTOGENÉTICA  A HISTÓRIA DE VIDA DO INDIVÍDUO
Behaviorismo (Comportamentismo)                  ONTOGENÉTICAComportamento operanteA tríplice contingência do comportament...
Behaviorismo (Comportamentismo)                  CULTURAOS ASPECTOS CULTURAIS QUE INFLUENCIAM A CONDUTA HUMANA
Behaviorismo (Comportamentismo)                CULTURAEquivale aos aspectos do comportamento operante.Abrangência social, ...
Behaviorismo (Comportamentismo)      Teoria da tríplice contingência                 Ambiente     SA             R        ...
Behaviorismo (Comportamentismo)A caixa de Skinner
Behaviorismo (Comportamentismo)                                            Qualquer acontecimento (estímulo) que          ...
Behaviorismo (Comportamentismo) Condicionamento Clássico x Condicionamento OperanteNo condicionamento clássico, o estímul...
Behaviorismo (Comportamentismo)Aplicabilidade à educação (Goulart, 1987):O objetivo da ciência psicológica é o comportame...
Behaviorismo (Comportamentismo)    Consequentemente...A aprendizagem deve ser diretamente observável, a partir dasrespost...
Behaviorismo (Comportamentismo)O modelo tecnológico de ensino no Comportamentismo inclui:Explicitação de objetivos compor...
Romance em que  retrata uma                         Behaviorismo (Comportamentismo)                              É um dos ...
A psicologia do antiautoritarismo      Psicanálise                                    Sigmund Freud                    (18...
A psicologia do antiautoritarismo      Psicanálise      Origens da teoriaFreud e Jean Charcot, em Paris, tratando de pacie...
A psicologia do antiautoritarismo        Psicanálise        Origens da teoriaO tratamento com a hipnose os levou a conclus...
A psicologia do antiautoritarismo     Psicanálise     Origens da teoriaOs trabalhos com o médico Vienense Breuer, que util...
A psicologia do antiautoritarismo     Psicanálise     Origens da teoriaNo método da livre associação, invariavelmente, os ...
A psicologia do antiautoritarismo    PsicanáliseA estrutura da personalidade, segundo Freud é composta por 3sistemas, que ...
A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseO id é instância original da psique. É o inconsciente.É a matriz dentro da qu...
A psicologia do antiautoritarismo     PsicanáliseIDContempla tudo que é herdado psicologicamente pelo homem.É o reservatór...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise       O ego é regido pelo princípio da realidade.
A psicologia do antiautoritarismo    PsicanáliseEGOO ego é o responsável pelo contato com o ambiente, com arealidade exter...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise        O superego é o censor das funções do ego
A psicologia do antiautoritarismo     PsicanáliseSUPEREGOÉ o representante interno dos valores e ideais da sociedadetransm...
A psicologia do antiautoritarismo       Psicanálise         ID                   EGO                  SUPEREGOMundo intern...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise                     EGO   SUPEREGO                      ID
A psicologia do antiautoritarismo    PsicanáliseProcessos mentais: O Inconsciente, o Consciente e Pré-ConscienteO Inconsci...
A psicologia do antiautoritarismo  PsicanáliseO ConscienteTudo o que conhecemos é consciência:   A percepção do mundo obje...
A psicologia do antiautoritarismo       PsicanáliseO Pré –conscienteÉ o sistema psíquico que serve de intermediário entre ...
A psicologia do antiautoritarismo     PsicanáliseMecanismos de defesa do egoRepressão – mecanismo pelo qual os sentimentos...
A psicologia do antiautoritarismo     Psicanálise  Mecanismos de defesa do egoProjeção – mecanismo de defesa que consiste ...
A psicologia do antiautoritarismo      Psicanálise   Mecanismos de defesa do egoFixação – é a permanência num estágio prim...
A psicologia do antiautoritarismo     Psicanálise  Mecanismos de defesa do egoDeslocamento – mecanismo pelo qual uma emoçã...
A psicologia do antiautoritarismo        Psicanálise   Fases do desenvolvimento da sexualidade infantil (libido)Na teoria ...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise              Fase Oral
A psicologia do antiautoritarismo    PsicanáliseFase OralSua duração compreende o primeiro ano de vida;O prazer advém da s...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise              Fase Anal
A psicologia do antiautoritarismo    PsicanáliseFase AnalA duração dessa fase é de aproximadamente 1 ano e meio;O prazer o...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise              Fase Fálica
A psicologia do antiautoritarismo    PsicanáliseFase Fálica Esse estágio ocorre por volta dos 3 ou 4 anos; O falo (pênis) ...
A psicologia do antiautoritarismo       Psicanálise   Fase FálicaComplexo de ÉdipoÉ na fase fálica também denominada estág...
A psicologia do antiautoritarismo       Psicanálise   Fase FálicaComplexo de CastraçãoO menino renuncia aos desejos erótic...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise              Período de Latência
A psicologia do antiautoritarismo      Psicanálise  Período de LatênciaCorresponde ao primeiro período de escolarização 1ª...
A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise              Fase Genital
A psicologia do antiautoritarismo      Psicanálise    Fase GenitalSegundo a teoria Freudiana, a estrutura básica da person...
A psicologia do antiautoritarismo      Psicanálise  Contribuições à EducaçãoA Pedagogia e a Psicanálise caminham em sentid...
A psicologia do antiautoritarismo       Psicanálise    Contribuições à EducaçãoA descoberta do inconsciente invalida qualq...
A psicologia do antiautoritarismo    PsicanáliseContribuições à EducaçãoPodemos dizer que a psicanálise abre um novo olhar...
A psicologia do antiautoritarismo     Psicanálise Contribuições à Educação“ Não contribui com coisa alguma para a aplicaçã...
A psicologia do antiautoritarismo    Não - Diretivismo                                          Carl Rogers               ...
A psicologia do antiautoritarismo    Não - Diretivismo    Origens da teoriaSegundo Goulart (1987), algumas referências nos...
A psicologia do antiautoritarismo     Não - DiretivismoSegundo Goulart (1987) Rogers identifica três grandestendências, ni...
A psicologia do antiautoritarismo  Não - DiretivismoA terceira tendência usa termos como:“fenomenológico”, “existencial”,...
A psicologia do antiautoritarismo    Não - DiretivismoNão diretividade“O indivíduo tem dentro de si amplos recursos paraau...
A psicologia do antiautoritarismo     Não - DiretivismoAprendizagem significativaA aprendizagem significativa envolve o al...
A psicologia do antiautoritarismo    Não - DiretivismoAprendizagem significativaO facilitador da aprendizagem é aquela pes...
A psicologia do antiautoritarismo Não - DiretivismoAtitudes consideradas fundamentais na aprendizagem,segundo Rogers:Aute...
A psicologia do antiautoritarismo    Freinet                                Celéstin Freinet                  1896 – 1966 ...
A psicologia do antiautoritarismo    Freinet      Concepção de sociedade e o papel da educaçãoSua ideologia socialista e a...
A psicologia do antiautoritarismo    Freinet      Concepção de sociedade e o papel da educaçãoAfirmava que a escola por tr...
A psicologia do antiautoritarismo     Freinet       Concepção de sociedade e o papel da educaçãoDiante da clareza de que a...
A psicologia do antiautoritarismoFreinet          Concepção de desenvolvimentoRespeito ao desenvolvimento infantil.A crian...
A psicologia do antiautoritarismoFreinet          Concepção de desenvolvimentoPara os escolanovistas os instintos seriam ...
A psicologia do antiautoritarismoFreinet          Concepção de desenvolvimento Segundo Freinet “a vida não é um estado é u...
A psicologia do antiautoritarismoFreinet          Concepção de desenvolvimentoO papel do professor é criar um ambiente ond...
A psicologia do antiautoritarismo FreinetConcepção de ensino-aprendizagem e o papel do professor Sala de aula local de tra...
A psicologia do antiautoritarismo   Freinet Concepção de ensino-aprendizagem e o papel do professorNo livro “Pedagogia do ...
A psicologia do antiautoritarismoFreinet          Técnicas Freinet da escola Moderna           Aula passeio           Text...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Teorias clássicas da aprendizagem

15.048 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

Teorias clássicas da aprendizagem

  1. 1. Teorias Clássicas da Aprendizagem Prof. Carlos Caldas
  2. 2. Behaviorismo (Comportamentismo) Origens da Teoria Ivan Petrovich Pavlov – Condicionamento Clássico( 1849 – 1936) CARNE SALIVAÇÃO CARNE SOM SALIVAÇÃO SOM SALIVAÇÃO Fonte : Júlio Rocha do Amaral e Renato M.E. Sabbatini, PhD
  3. 3. Behaviorismo (Comportamentismo) John Broadus Watson é considerado o pai do Behaviorismo (1878 – 1958)Três pontos fundamentais destacam-se no pensamento de Watson
  4. 4. Behaviorismo (Comportamentismo) A REJEIÇÃO DA INTROSPECÇÃO
  5. 5. Behaviorismo (Comportamentismo)A CRENÇA DE QUE O AMBIENTE DETERMINA O COMPORTAMENTO HUMANO
  6. 6. Behaviorismo (Comportamentismo)A ênfase dada aos efeitos do ambiente na aprendizagem,através de um processo de condicionamento de reflexos.
  7. 7. Behaviorismo (Comportamentismo)“Dêem-me uma dúzia de crianças saudáveis, bem formadas, e omundo que eu especificar para criá-las e garanto poder tomarqualquer uma ao acaso e treiná-la para ser o especialista que seescolher – médico, advogado, artista, gerente comercial e atémesmo mendigo ou ladrão, independentemente de seustalentos, inclinações, tendências, habilidades, vocações e da raça deseus ancestrais”. J.B Watson
  8. 8. Behaviorismo (Comportamentismo)Teoria do Stimulus Responsio (Estímulo – Resposta) Ambiente S R organismos
  9. 9. Behaviorismo (Comportamentismo) Burrhus Frederic Skinner – Condicionamento Operante(1904 – 1990) “Inclui todos os movimentos de um organismo dos quais se possa dizer que, em algum momento, têm efeito sobre ou fazem algo ao mundo ao redor O comportamento operante opera sobre o mundo, por assim dizer, quer direta, quer indiretamente”. (Keller, F.S)
  10. 10. Behaviorismo (Comportamentismo)Para Skinner, os comportamentos são selecionados através da tríplice contingência.
  11. 11. Behaviorismo (Comportamentismo) FILOGENÉTICAASPECTOS BIOLÓGICOS DA ESPÉCIE E DA HEREDITARIEDADE DO INDIVÍDUO
  12. 12. Behaviorismo (Comportamentismo) FILOGENÉTICAComportamentos reflexos ou inatos;A contingência S–R elicia respostas comuns aos indivíduos de uma mesma espécie:Cisco ou luz forte – fechar os olhosFrio – arrepioComida - salivação
  13. 13. Behaviorismo (Comportamentismo) ONTOGENÉTICA A HISTÓRIA DE VIDA DO INDIVÍDUO
  14. 14. Behaviorismo (Comportamentismo) ONTOGENÉTICAComportamento operanteA tríplice contingência do comportamento operante SA – R – SC a partir dahistória e do momento de vida de cada indivíduo:Estímulo antecedente – ambiente de aulaResposta – tomar notas, realizar as atividades, etc.Estímulo consequente – boas notas, aceitação (reforço positivo)
  15. 15. Behaviorismo (Comportamentismo) CULTURAOS ASPECTOS CULTURAIS QUE INFLUENCIAM A CONDUTA HUMANA
  16. 16. Behaviorismo (Comportamentismo) CULTURAEquivale aos aspectos do comportamento operante.Abrangência social, a partir do entrelaçamento de contingências individuaisou de grupo:Projetos sociais*Eventos, independente do portePesquisas*Obs: dependendo da abrangência poderão considerar os três níveis decomportamento.
  17. 17. Behaviorismo (Comportamentismo) Teoria da tríplice contingência Ambiente SA R SC organismos
  18. 18. Behaviorismo (Comportamentismo)A caixa de Skinner
  19. 19. Behaviorismo (Comportamentismo) Qualquer acontecimento (estímulo) que segue uma resposta e aumenta a probabilidade dessa resposta ocorrer, na mesma situação. Quando esse acontecimento comporta uma ocorrência agradável para o sujeito Quando esse acontecimento envolve a remoção ou o afastamento de algo desagradável para o sujeitoQualqueracontecimento,externo ou interno aum organismo,susceptível de sercaptado pelos seusreceptores e delevar a uma reação Fonte FCTUC – Psicologia Educacional II 05/06 Unidade de comportamento sob controlo de um ou mais estímulos
  20. 20. Behaviorismo (Comportamentismo) Condicionamento Clássico x Condicionamento OperanteNo condicionamento clássico, o estímulo incondicionado(alimento) e o estímulo condicionado (campainha) antecedemà resposta (salivação).No condicionamento operante, a resposta (pressionar abarra) antecede ao aparecimento do estímulo (alimento), quevai assumir o papel de reforço para a emissão da respostacondicionada de pressionar a barra.
  21. 21. Behaviorismo (Comportamentismo)Aplicabilidade à educação (Goulart, 1987):O objetivo da ciência psicológica é o comportamento e édiretamente observável;O determinismo ambiental – o ambiente é fator primordial dodesenvolvimento; A aprendizagem também é um comportamento e deve serentendida como resposta a estímulos, mediante um processo decondicionamento;O caráter mensurável dos fenômenos comportamentais – tudo oque existe pode ser medido.
  22. 22. Behaviorismo (Comportamentismo) Consequentemente...A aprendizagem deve ser diretamente observável, a partir dasrespostas dos alunos;A aprendizagem está diretamente associada à competência doprofessor em manipular as condições ambientais dos alunos;Os alunos são receptores do conhecimento e dele se espera aaceitação das metas que foram estabelecidas;A avaliação da consecução das metas é medida pelas respostasou mudanças de comportamento, que são observáveis e passíveisde serem medidas.
  23. 23. Behaviorismo (Comportamentismo)O modelo tecnológico de ensino no Comportamentismo inclui:Explicitação de objetivos comportamentais;Definição de estratégias de ensino com base nos objetivosexplicitados;Avaliação diagnóstica, formativa e somativa;Instrução programada (presencial e a distância).
  24. 24. Romance em que retrata uma Behaviorismo (Comportamentismo) É um dos livros Mostra os princípios O mais comentado livro de Skinner. Afirma nesse livro que há muito tempo o Critica as práticas tradicionais e aponta as sociedade ideal, mais completos de de homem não dispõe de vantagens do ensino programado regida pelas Skinner. Nesta obra reforço, modelagem, u liberdade e que esta deve e das máquinas de ensinar. Considerava técnicas de ele analisa o so do ser substituída por um que com a teoria do reforço, é possível controle do controle do condicionamento controle sobre a conduta e programar o ensino de qualquer disciplina comportamento comportamento operante a cultura dos homens. ou comportamento, incluindo o humano. pela cultura. na educação e em pensamento crítico e a criatividade. outras situações. 1953 1961 1968 1971 1948 Ciência e Análise do A Tecnologia do O Mito da Walden II comportamento Comportamento ensino liberdade humano 1951 1957 1967 1938 O uso humano Comportamento Utopia graças 1969 O de seres verbal e ao controle do Contingências Comportamento humanos Esquemas de comportamento de reforço dos Organismos (artigo) reforço humano Realça o uso do Em ambos Mostra a impossibilidadeEstabelece entre a relação Análise teórica de sua obra na qual trata controle do Homem detidamente o papel de exclusão do controle,entre o seu trabalho e a de maneira objetiva, o papel do meio pelo homem, nas do reforço tanto sobre quando o indivíduo viveteoria pavloviana, à qual Ambiente e a resolução de problemas atividades diárias e no o comportamento numa cultura que tentaacrescentou o conceito de mediante o uso de reforços . processo de verbal quanto sobre sobreviver e o controle secondicionamento socialização. outros tipos de apresenta como uma fugaoperante. comportamento. ao despotismo Segundo Goulart, 1987
  25. 25. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Sigmund Freud (1856 – 1939) Pressupostos da teoriaA consciência, tal como concebiam os estruturalistas, nãopermitia a compreensão da complexidade do comportamentohumano;No inconsciente encontram-se as forças vitais e invisíveis queexercem o controle sobre os pensamentos e ações conscientes dohomem.
  26. 26. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Origens da teoriaFreud e Jean Charcot, em Paris, tratando de pacientes com histeriautilizando o método da hipnose;
  27. 27. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Origens da teoriaO tratamento com a hipnose os levou a conclusão que não haviacomprometimento físico ou neurológico;Outro aspecto a considerar era o fato dos pacientes adotarem condutas sugeridasdurante o sono hipnótico;Os conteúdos conscientes influenciavam o comportamento humano, mas osinconscientes também;O ponto de partida para a teoria Freudiana sobre o psiquismo do homem foi aconstatação de que a histeria era de natureza psíquica.
  28. 28. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Origens da teoriaOs trabalhos com o médico Vienense Breuer, que utilizava o método dacatarse (em grego significa purificação), que consistia em permitir queos pacientes falassem livremente sobre si próprios.
  29. 29. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Origens da teoriaNo método da livre associação, invariavelmente, os relatos estavamsempre associados a situações ocorridas na vida dos pacientes;E os fatos da primeira infância eram marcantes, o que possibilitou Freuda considerá-los importantes na personalidade do indivíduo.
  30. 30. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseA estrutura da personalidade, segundo Freud é composta por 3sistemas, que quando interagem definem o comportamento :O id, o ego e o superego.
  31. 31. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseO id é instância original da psique. É o inconsciente.É a matriz dentro da qual o ego e o superego se diferenciam.
  32. 32. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseIDContempla tudo que é herdado psicologicamente pelo homem.É o reservatório da energia física que faz funcionar os outrossistemas;É responsável pelo equilíbrio e redução da tensão. É o princípiodo prazer.
  33. 33. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise O ego é regido pelo princípio da realidade.
  34. 34. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseEGOO ego é o responsável pelo contato com o ambiente, com arealidade externa;Desempenha a difícil tarefa de integrar as exigências, por vezesantagônicas do id, do meio ambiente e do superego.
  35. 35. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise O superego é o censor das funções do ego
  36. 36. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseSUPEREGOÉ o representante interno dos valores e ideais da sociedadetransmitidos e reforçados pelo sistema de punições e recompensasimpostas às crianças, pelos pais ou pela sociedade;Bloqueia os impulsos do id, fundamentalmente os de naturezasexual e agressiva, mais condenados pela sociedade.
  37. 37. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise ID EGO SUPEREGOMundo interno Mundo externo Mundo idealizadoRealidade subjetiva Realidade externa Realizada externa sob aprovação da moral internalizadaComponente Componente Componente socialbiológico da psicológicio da da personalidadepersonalidade personalidadePrincípio do prazer Princípio da realidade Princípio da perfeição
  38. 38. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise EGO SUPEREGO ID
  39. 39. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseProcessos mentais: O Inconsciente, o Consciente e Pré-ConscienteO InconscienteNo modelo Freudiano, o inconsciente é o lugar instintivodos impulsos e das representações reprimidas ou quenunca chegaram à consciência;O id é puro inconsciente.
  40. 40. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseO ConscienteTudo o que conhecemos é consciência: A percepção do mundo objetivo - as lembranças, os sentimentos, o pensamento; A percepção do mundo subjetivo – como concebemos as lembranças, os sentimentos os sonhos, os devaneios.
  41. 41. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseO Pré –conscienteÉ o sistema psíquico que serve de intermediário entre o Inconscientee a Consciência. Nele estão as representações que podem se tornarconscientes;O ego liga-se estreitamente ao sistema pré-consciente/consciente,embora existam inconscientes do ego, que são os mecanismos dedefesa.
  42. 42. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseMecanismos de defesa do egoRepressão – mecanismo pelo qual os sentimentos, as lembranças eos impulsos proibidos são expulsos da consciência.Negação – mecanismo primitivo que consiste em negar um fatoevidente.Formação reativa – mecanismo pelo qual expessa-se sentimentosopostos aos sentimentos que produzem ansiedade.
  43. 43. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Mecanismos de defesa do egoProjeção – mecanismo de defesa que consiste atribuirinconscientemente ao outro suas próprias pulsões e conflitosinteriores.Racionalização – mecanismo pelo qual se justifica comportamentoscujas razões verdadeiras são ignoradas. Usam-se explicaçõesracionais, para uma situação de ordem emocional.
  44. 44. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Mecanismos de defesa do egoFixação – é a permanência num estágio primitivo dodesenvolvimento, fruto de frustrações ocorridas em umadeterminada fase do desenvolvimento.Regressão – mecanismo que consiste em regressar a um estágioanterior de desenvolvimento.
  45. 45. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Mecanismos de defesa do egoDeslocamento – mecanismo pelo qual uma emoção ou impulso étransferida de seu objeto verdadeiro para um substituto.Sublimação – mecanismo pela qual certos impulsos inconscientessão desviados de seus objetos primitivos para fins socialmenteúteis.
  46. 46. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Fases do desenvolvimento da sexualidade infantil (libido)Na teoria psicanalítica são creditados à sexualidade infantilgrande parte dos impulsos na sexualidade humana;Consideram que são impulsos perversos, uma vez que são desviosdo impulso sexual em relação ao seu objeto e ao seu fim.
  47. 47. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise Fase Oral
  48. 48. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseFase OralSua duração compreende o primeiro ano de vida;O prazer advém da sucção;O mundo nesta fase é tudo que pode ser levado à boca.
  49. 49. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise Fase Anal
  50. 50. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseFase AnalA duração dessa fase é de aproximadamente 1 ano e meio;O prazer ou desprazer está associado à defecção ou retençãodas fezes;O controle esfincteriano tem papel relevante, a criança tem asensação de poder controlar seus impulsos.
  51. 51. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise Fase Fálica
  52. 52. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseFase Fálica Esse estágio ocorre por volta dos 3 ou 4 anos; O falo (pênis) é principal objeto de interesse das crianças de ambos os sexos; Generalizando, o prazer está nos órgãos genitais.
  53. 53. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Fase FálicaComplexo de ÉdipoÉ na fase fálica também denominada estágio edipiano, que Freudlocaliza o aparecimento da relação triangular entre pai, mãe e filho;Consiste na relação de amor que tem como objeto o progenitor dosexo oposto: mãe – menino pai – menina e impulsos de rivalidadeciúme do progenitor do mesmo sexo;Édipo, mata seu pai, o Rei de Tebas, e se casa com a mãe, tragédiagrega escrita por Sófocles.
  54. 54. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Fase FálicaComplexo de CastraçãoO menino renuncia aos desejos eróticos pela mãe com medo dacastração pelo pai;A inveja do pênis na menina corresponde ao complexo de castraçãono menino, enquanto o menino teme perder seu objeto de valor amenina se sente prejudicada por não possuí-lo;Os complexos de Édipo e de Castração fundamentampsicologicamente as diferenças sexuais.
  55. 55. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise Período de Latência
  56. 56. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Período de LatênciaCorresponde ao primeiro período de escolarização 1ª a 4ª doensino fundamental;Período de relativa estabilidade, fundamental para aquisição dehabilidades, valores e papéis culturalmente aceitos.
  57. 57. A psicologia do antiautoritarismoPsicanálise Fase Genital
  58. 58. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Fase GenitalSegundo a teoria Freudiana, a estrutura básica da personalidadeforma-se no fim da fase fálica;A adolescência seria a fase de reativação dos impulsos sexuaisadormecidos durante o período de latência;Prazer em manipular o próprio corpo, atração sexual, atividadessocializadoras, amor não incestuoso, escolha profissional etc...
  59. 59. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Contribuições à EducaçãoA Pedagogia e a Psicanálise caminham em sentidos opostos.Enquanto a primeira tem como meta a previsibilidade, e segundatrabalha com um ferramental altamente imprevisível. Millot, Catherine et Kupfer Cristina
  60. 60. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Contribuições à EducaçãoA descoberta do inconsciente invalida qualquer tentativa de construiruma ciência pedagógica que evite recalques e neuroses. Millot, Catherine
  61. 61. A psicologia do antiautoritarismo PsicanáliseContribuições à EducaçãoPodemos dizer que a psicanálise abre um novo olharsobre o aluno, um ser que tem subjetividade e desejo e quemuitas vezes é incompreendido em suas manifestações;Finalmente, pode-se concluir que professor conhecedor dateoria encontra-se em melhores condições para compreendercomportamentos infantis e atender melhor as necessidadesdas crianças.
  62. 62. A psicologia do antiautoritarismo Psicanálise Contribuições à Educação“ Não contribui com coisa alguma para a aplicação da psicanáliseà educação, mas é compreensível que as investigações da vidasexual das crianças e de seu desenvolvimento psicológico tenhamatraído a atenção de educadores e lhes mostrado seu trabalhosob uma nova luz”. In Estudo autobiográfico ( Goulart, 1987)
  63. 63. A psicologia do antiautoritarismo Não - Diretivismo Carl Rogers (1902 – 1987)“ Nunca pertenci a qualquer grupo profissional. Fui educado por,ou tive íntimas relações de trabalho com psicólogos, psicanalistas,psiquiatras, psiquiatras sociais, educadores e religiosos, mas nuncasenti que pertencia de fato, num sentido total ou comprometido,a qualquer um desses grupos”. Carl Rogers, 1967
  64. 64. A psicologia do antiautoritarismo Não - Diretivismo Origens da teoriaSegundo Goulart (1987), algumas referências nos impedem deconsiderar Rogers um nômade intelectual: Filosofia oriental Zen-Budismo e Lao-Tsé; Pontos de vista educacionais de John Dewey; Filosofia existencialista de Martin Buber e Soren Kierkegaard; Psicoterapia existencial de Rollo May; A escola Psicanalítica de Otto Rank; A fenomenologia de Husserl.
  65. 65. A psicologia do antiautoritarismo Não - DiretivismoSegundo Goulart (1987) Rogers identifica três grandestendências, nitidamente diferentes, na psicologia americana:A primeira está associada aos termos:“impessoal”, “objetivo”, “experimental”, “positivismológico”, “operacional”, “laboratório”;A segunda inclui termos como:“freudiano”, “neofreudiano”, “psicanalítico”, “psicologia doinconsciente”, “instintivo”, “psicologia dinâmica”.
  66. 66. A psicologia do antiautoritarismo Não - DiretivismoA terceira tendência usa termos como:“fenomenológico”, “existencial”, “teoria do self”, “psicologia dasaúde e do crescimento”, “ciência da experiência interior”.Considerada terceira força a psicologia fenomenológica ehumanista se opõe radicalmente ao behaviorismo e àpsicanálise. Na perspectiva humanista o interesse estácentrado nos valores humanos, o reconhecimento da pessoacomo entidade de valor incomensurável.
  67. 67. A psicologia do antiautoritarismo Não - DiretivismoNão diretividade“O indivíduo tem dentro de si amplos recursos paraautocompreensão, para alterar seu autoconceito, suas atitudes eseu comportamento autodirigido" (Rogers, 1989)
  68. 68. A psicologia do antiautoritarismo Não - DiretivismoAprendizagem significativaA aprendizagem significativa envolve o aluno como um todo:cognitiva, afetiva e socialmente, possibilitando-o a perceber arelevância dos conteúdos pedagógicos, a participar doprocesso, compreender os significados, e a transferir aaprendizagem para outras situações que vivenciar.
  69. 69. A psicologia do antiautoritarismo Não - DiretivismoAprendizagem significativaO facilitador da aprendizagem é aquela pessoa que, estabelece umclima de receptividade que o torna, progressivamente, ummembro do grupo, ou seja, que também aprende com o grupo.A preocupação Rogeriana não é, pois, o “que ensinar” mas “como”facilitar o aprender.
  70. 70. A psicologia do antiautoritarismo Não - DiretivismoAtitudes consideradas fundamentais na aprendizagem,segundo Rogers:Autenticidade do facilitador ( ser pessoa);Compreensão empática (colocar-se no lugar do outro).O foco da aprendizagem está na pessoa que aprende enão no processo.
  71. 71. A psicologia do antiautoritarismo Freinet Celéstin Freinet 1896 – 1966 Concepção de sociedade e o papel da educaçãoEm primeiro lugar Freinet diferencia-se dos demais pensadoresem função da sua atuação prática.Como professor estava diante da perspectiva de implementaruma educação que refletia sua concepção de sociedade.
  72. 72. A psicologia do antiautoritarismo Freinet Concepção de sociedade e o papel da educaçãoSua ideologia socialista e a militância dentro do PCF projetavamuma educação para o povo.Uma escola que pudesse contrapor aos princípios da escolatradicional, que reproduzia os valores de uma sociedade capitalistae opressiva.
  73. 73. A psicologia do antiautoritarismo Freinet Concepção de sociedade e o papel da educaçãoAfirmava que a escola por trás de um falso discurso deuniversalização, escondia a sua finalidade de servir à burguesia.A visita à Rússia comunista e a leitura de obras marxistassolidificaram a sua concepção de educação e de sociedade.
  74. 74. A psicologia do antiautoritarismo Freinet Concepção de sociedade e o papel da educaçãoDiante da clareza de que a escola para o povo tinha querefletir as suas necessidades, Freinet elabora suas técnicasPedagógicas: “A aprendizagem favorecida pela verdadeirarelação homem – natureza”.Nesse contexto enfatizava que não era apenas o fato dalocalização da escola no campo, mas a ausência dos condicionantessociais da escola tradicional.
  75. 75. A psicologia do antiautoritarismoFreinet Concepção de desenvolvimentoRespeito ao desenvolvimento infantil.A criança vista como um ser que precisa ser atendidaem suas necessidades.A importância do ambiente.
  76. 76. A psicologia do antiautoritarismoFreinet Concepção de desenvolvimentoPara os escolanovistas os instintos seriam o fio condutordo desenvolvimento infantil. (Bloch, 1951)Freinet em “Ensaio da psicologia sensível” enfatiza que odesenvolvimento do indivíduo está presente na natureza.“Tudo nasce, cresce e morre”.
  77. 77. A psicologia do antiautoritarismoFreinet Concepção de desenvolvimento Segundo Freinet “a vida não é um estado é um devir”. O desenvolvimento humano alicerçado nos aspectos biológicos e psicológicos em detrimento dos sociais – Teoria evolucionista.
  78. 78. A psicologia do antiautoritarismoFreinet Concepção de desenvolvimentoO papel do professor é criar um ambiente onde o meiointerno (as necessidades íntimas) e o externo (ambienteescolar) seja harmonioso.
  79. 79. A psicologia do antiautoritarismo FreinetConcepção de ensino-aprendizagem e o papel do professor Sala de aula local de trabalho produtivo. As atividades devem ser interessantes e enriquecedoras – significativas.
  80. 80. A psicologia do antiautoritarismo Freinet Concepção de ensino-aprendizagem e o papel do professorNo livro “Pedagogia do bom senso” Freinet mostra asferramentas que se consolidaram como técnicas em sua proposta.
  81. 81. A psicologia do antiautoritarismoFreinet Técnicas Freinet da escola Moderna Aula passeio Texto livre Imprensa escolar Correção Livro da vida Fichário de consulta Plano de trabalho Correspondência interescolar Auto-avaliação

×