SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 20
Baixar para ler offline
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
1– DESCRIÇÃO DO LOCAL 2
3. – CARACTERÍSTICAS DO LOCAL DA ATIVIDADE E SEU ENTORNO 3
4. - IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS E SEUS CONTROLES 5
5. – IDENTIFICAÇÃO DE RISCO: 11
6. - INFORMAÇÕES ADICIONAIS: 12
7. – AVALIAÇÃO E CONCLUSÃO: 15
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
1 - ÁREA DE ESTUDO
A área está situada em Rocha Sobrinho, precisamente na Avenida Coelho da Rocha, nº.1760,
próximo à antiga chaminé da olaria dos Quintela, nesta municipalidade. Parte dos fundos da
fábrica de blocos MGC BLOCOS e da Rua Professor João Ribeiro Filho. Latitude
22°47'1.90"S / Longitude 43°24'47.27"W. Comprimento – 90m / altura – 18m.
AVENIDA COELHO DA ROCHA
MGC BLOCOS
Rua professor João Ribeiro Filho
ÁREA ASSISTIDA
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
“Construir uma cultura de prevenção não é fácil. Os custos da
prevenção devem ser pagos no presente, e seus benefícios
estão em um futuro distante. Ainda mais que os benefícios não
são tangíveis, e se referem aos desastres que não acontecerão”.
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
1.2 HISTÓRICO:
Durante muitos anos a paisagem de Mesquita foi formada por laranjais, olarias e poucas
residências. Por volta de 1940 a população atingia a cerca de, 9.109 mil habitantes, mas a
decadência na produção de laranjas provocou a venda das chácaras e começaram a surgir os
primeiros loteamentos, entre o pé da Serra e a Estrada de Ferro.
Segundo o Sr. José de tal, 65 anos, morador deste bairro há 45 anos, e 30 como
motorista de caminhão da antiga olaria dos Quintela. Segundo ele a área em questão pertencia à
família Quintela, onde todo solo argiloso era removido e empregado na fabricação de tijolos,
bárbaras, telhas entre outros materiais que dependiam dessa matéria prima. O local de estudo
era um morro e como relatado no parágrafo acima parte fora removido.
2. – SIGNIFICADO DO MEIO FÍSICO NA ORGANIZAÇÃO DO AMBIENTE
URBANO
A área investigada abrange a esquerda da Serra do Mendanha, que condiciona a drenagem
geral em direção à Baia de Guanabara, notada no Rio Dona Eugênia, pertencendo a vertente à
esquerda do Rio Dona Eugênia. Portando o sentido do fluxo do lençol freático segue da direção
de Sul para Oeste. As observações foram divididas pelas margens esquerda e direita do curso
fluvial. Esta área pertence à microbacia do Rio Dona Eugênia. Às atividades antrópicas
causadoras de grandes transformações na paisagem local. As duas mais evidentes e impactantes
podem ser assim organizadas:
1. Urbanização (loteamentos);
2. Pequenos galpões industriais.
2.1 – características do solo
Podzólico Vermelho-Amarelo, compreendido como solo mineral não hidromórfico, com
horizonte A seguidos de horizontes B textural não plíntico, argila de atividade alta ou baixa de
cores vermelhas a amarelas e teores de Fe2 O3, com tendência a tonalidade escura. Usualmente
de matiz mais vermelho que 10YR e com valores 5 e 6, croma 6 a 8 e teores de inferiores a
15%. O horizonte A é moderado, ocorrendo, contudo, outros tipos, excetuado o turfoso.
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
3. – CARACTERÍSTICAS DO LOCAL E SEU ENTORNO
3.1 Unidades de Conservação:
A área não está inserida em Unidade de Conservação, pertencente aos grupos de proteção
integral ou de desenvolvimento sustentável, no âmbito federal ou estadual.
3.2 Áreas de Preservação Permanente e outras áreas frágeis (áreas florestadas, lagos,
nascentes, morros):
O talude situa-se em área comprometida com a expansão urbana e dista 2,78 km dos limites da
APA Gericinó Mendanha, unidade Estadual, e APA Mesquita, unidade Municipal (parecer da
Supervisão de Unidades de Conservação, Praças e Jardins de 10/12/07).
A Região está incluída na Bacia do rio Sarapuí. O relevo é constituído por uma topografia
semi- plana, com predominância de um talude de 2,16 m.
A vegetação é em sua maior extensão composta por gramíneas e arbustos.
3.3 Usos do solo na circunvizinhança e zoneamento municipal:
De acordo com a Prefeitura de Mesquita, a área estudada encontra-se situado no Bairro Rocha
Sobrinho, e, segundo o Plano Diretor do Município (Lei n° 355/06), está classificado como
Área de Restrição ao Adensamento (ARA), onde as atividades industriais são consideradas
adequadas.
A vizinhança do Talude é constituída por algumas residências uni familiares, no entorno da
Via Light (RJ 081), distando aproximadamente 80 metros da Via Light; 1,72 km da Via Dutra
(BR-116) e 1,18 km da Estação Aduaneira (Porto Seco).
3.4 Corpos d'água, faixas marginais de proteção e qualidade das águas:
A atividade encontra-se instalada a 490 metros das margens do Rio Dona Eugênia e a 810
metros das margens do Rio Sarapuí, fora de FMP.
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
3.5 Qualidade do ar e bacia aérea:
O local não possui Bacia Aérea definida pela FEEMA
4. - IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS E SEUS CONTROLES
A erosão dos solos e a degradação das terras constituem um dos maiores problemas a serem
enfrentados pela população, sendo objeto de especial de estudo. A mais impressionante
expressão da degradação das terras pelos processos erosivos dentre os quais, estão às
construções de estradas, rodovias, ferrovias, aeroportos e loteamentos. Dentre esses exemplos,
o que mais vêm se despontando nessa problemática são os loteamentos com a realização de
cortes sem estudos em áreas de montes e morros, originando formações de extensas áreas
degradadas, muitas vezes ocasionando na formação de grandes taludes.
4.1 - IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS
O talude em questão situa-se adjacente a Avenida Coelho da Rocha, em Rocha Sobrinho,
Mesquita. É uma área de aproximadamente 1.170 m² (mil cento e setenta metros quadrados),
totalmente erodida em estágio avançado de degradação devido ao intemperismo, falta de
vegetação e o uso do local como uma imensa lixeira. Esses fatores associado ao índice
pluviométrico, deixam o talude em total instabilidade, como veremos nas fotos anexadas neste
laudo, colocando em risco uma fábrica de blocos na parte baixa, e as residências que se
encontram na parte de cima do talude, mais precisamente na Rua Professor João Ribeiro Filho,
além do carreamento de sedimentos para a avenida, e conseqüentemente para cursos d’água a
jusante através das “caixas de areia”, conhecidas como ralo de rua ou boca de lobo.
5 - METODOLOGIA
A metodologia utilizada é baseada nas técnicas de bioengenharia envolvendo materiais
de estruturas rígidas, biodegradáveis e recicladas.
A grande maioria das erosões são áreas degradadas que apresentam alguma estabilidade
geotécnica, por isso o tratamento com as técnicas indicadas sempre apresenta sucesso. As
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
erosões que devem utilizar os processos tradicionais, como retaludamento, são aquelas que todo
local já foi degradado e a erosão não é mais recuperável.
A metodologia utilizada será baseada no processo erosivo exercido principalmente nos
meses em que o índice pluviométrico é maior na região sudeste (setembro a março), baseado
nos intempéries e no principio da pressão hidráulica onde o seu efeito nos corte transversais são
agravados pelos deslocamentos de terras do talude.
Será desenvolvido um sistema de drenagem das águas pluviais, composta de sistema de
canaletas na parte superior e inferior.
A drenagem terá por objetivo captar e conduzir as águas pluviais até as redes coletoras.
A contribuição de água externa ao talude não poderão ser conduzidas por ele sem que haja
proteção. Construiu-se canaletas contornando todo o perímetro a montante do talude,
recolhendo as contribuições provenientes de áreas próximas. Devido à alta declividade do local,
viu-se a necessidade de construção de dissipadores de energia, protegendo a área a jusante.
Portanto, as águas coletadas
pelas canaletas serão conduzidas até as escadas em degrau e posteriormente até a caixa de
dissipação. Ao captá-las, eles as conduzem ao paramento e as despejam nas canaletas, os drenos
subhorizontais profundos, DHPs, resultam da instalação de tubos plásticos drenantes de 1¼" a
2", em perfurações no solo, de 2½ a 4".
Os tubos são perfurados e recobertos por manta geotêxtil ou por tela de nylon. São drenos
lineares embutidos no maciço, cujos comprimentos se situam, normalmente, entre 6 e 18 m.
3.1 Reconstrução de Taludes
Consiste na reconstrução total do talude tomando os cuidados básicos
Necessários para um bom aproveitamento do mesmo, sejam eles:
1. Escolha da jazida de solo adequada;
2. Tratamento prévio dos solos da jazida.
3. Limpeza adequada do terreno para preparo da fundação, tomando o cuidado de
remover toda a vegetação, bem como suas raízes;
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
4. Estocagem do solo superficial e do solo com matéria orgânica para
5. Futura utilização na fase final da execução do aterro;
6. Preparação da superfície de contato entre o terreno e o aterro, quando inclinado,
em forma de degraus;
7. Implantação de uma drenagem de base eficiente sempre que existirem surgências
d´água ou a possibilidade de infiltrações significativas pelo aterro;
8. Compactação adequada do aterro com equipamentos específicos.
3.2 – Retaludamento
É um processo de terraplanagem através do qual se alteram, por cortes ou aterros, os
taludes originalmente existentes em um determinado local para se conseguir uma estabilização
do mesmo. Das obras de estabilização de taludes é a mais usada devido à sua simplicidade e
eficácia. Geralmente é associado a obras de controle de drenagem superficial e de proteção
superficial, de modo a reduzir a infiltração d´água no terreno e disciplinar o escoamento
superficial, inibindo os processos erosivos.
3.3 Escadas de dissipação de energia d´água:
Canais construídos em forma de degraus geralmente segundo a linha de maior declive do
talude. Têm por objetivo coletar e conduzir as águas superficiais captadas pelas canaletas não
deixando que as mesmas atinjam velocidades de escoamento elevadas devido à dissipação de
energia.
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
3.4 Caixas de transição
Caixas construídas nas canaletas e escadas d´água, nas mudanças bruscas de direção de
escoamento e na união de canaletas de seções transversais distintas. Tem por objetivo
direcionar melhor o escoamento das águas e possibilitar a dissipação de energia hidráulica.
3.5 Muro de solo-pneu
Nos muros de espera ou de arrimo, serão utilizados pneus descartados de acordo com
algumas experiências, embora ainda em pequena escala, foram realizadas em Jacarepaguá, no
Rio de Janeiro (Sieira et al., 1997). São obras de fácil construção e de baixo custo, com boa
drenabilidade, que utiliza o solo da própria encosta associado a uma estrutura montada com
pneus inservíveis, amarrados uns aos outros segundo um arranjo pré-estabelecido em função da
altura da encosta e das dimensões do muro.
Ao final, o muro de solo-pneu deve ser recoberto por uma camada de terra para
preenchimento dos vazios formados pelo encaixe dos pneus, com semeadura de gramíneas para
sua fixação, evitando que pneus expostos possam representar risco de incêndio. O número de
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
camadas de pneus é função da altura e inclinação do talude, bem como das condições de
estabilidade do muro. Caso o solo utilizado no enchimento dos pneus seja argiloso (má
drenagem), deve-se colocar barbacãs para a saída de água do dreno de areia ou de brita.
Vantagem dos muros com pneus usados:
Essa técnica apresenta uma vantagem ecológica, por oferecer destino final aos pneus
descartados, os quais causam sérios problemas sanitários pela acumulação de água, com
proliferação de mosquitos e outros insetos.
EXEMPLO DO SISTEMA CONSTRUTIVO DE SOLO PNEU camada par camada ímpar
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
TIPO DO TALUDE: CONVEXO-CONVEXO SEGUNDO CHORLEY, 1984.
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
4- FOTOS DO LOCAL
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
5 - CONCLUSÕES
O tipo de erosão tratada é bastante comum em todo país e com o uso das técnicas de
bioengenharia os resultados mostraram-se surpreendentes, não apresentando nenhum foco
erosivo e, além disso, o impacto visual do local foi sensivelmente melhorado. Os custos de
execução foram menores que as técnicas tradicionais. Concluiu-se que as técnicas utilizadas
foram adequadas, eficientes e econômicas, porque o trabalho realizado atingiu os anseios do
cliente e do órgão ambiental, pois na execução não há movimentação de máquinas e caminhões
no local da obra limitando-se apenas a movimentação de pessoal e materiais na área de erosão.
A tela vegetal aplicada juntamente com os produtos biodegradáveis, protege
imediatamente o solo, conservando a umidade por um longo período de tempo. A tela vegetal
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
utilizada, após certo período de tempo, inicia o seu apodrecimento fornecendo nutrientes ao
solo que é absorvido pelas raízes das plantas, mantendo assim o vigor dos vegetais.
O mix de sementes utilizado é muito importante por ter espécies de gramíneas e leguminosas
com arquitetura de raízes e crescimento diferentes, podendo manter o talude, verde durante todo
o ano.
Essa técnica deverá ter crescimento nos próximos anos, pois sua divulgação fará com
que ampliem suas aplicações pelo fato de ser eficiente, rápida, de baixo custo além de ser
benéfica a todo meio ambiente. As técnicas de bioengenharia adotadas no tratamento da erosão
foram rápidas extremamente eficientes e de custo reduzido quando comparado com os métodos
tradicionais da construção civil. Os resultados agradaram o cliente e a população vizinha,
melhorando o visual e parecendo que não houve interferência do homem naquele local. Com o
uso das técnicas de bioengenharia não há grandes movimentações de terra, utilizam-se produtos
biodegradáveis ocorrendo mais infiltração de água, o solo fica totalmente protegido e oferece
condições a natureza de recomposição da vegetação original num período de tempo mais curto.
Comparativamente aos métodos tradicionais de engenharia, houve uma redução de 113% no
custo.
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET
TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL
PARECER TÉCNICO
22/2/2012
5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Augusto Filho, O. & Virgili, J.C. (1998). Estabilidade de taludes. In: Geologia de Engenharia.
São Paulo, ABGE
João Bertoldo de Oliveira, Paulo Kingler T. Jacomine, Marcelo Nunes Camargo. (1992). Classes
Gerais de Solos do Brasil. Guia auxiliar para o seu reconhecimento.
CAPUTO, H. P.. 4ª ed. Rio de Janeiro. LTC Editora S/A. 1998. Sim. Introdução à Mecânica dos
Solos. VARGAS, Milton. São Paulo. Mcgraw-Hill do Brasil ...
www.cprm.gov.br
www.ipt.br
http://cursos.anhembi.br/TCC-2006/Trabalhos/tcc-43.pdf

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Microdrenagem urbana
Microdrenagem urbanaMicrodrenagem urbana
Microdrenagem urbanaDenielle100
 
Hidráulica de Canais
Hidráulica de CanaisHidráulica de Canais
Hidráulica de CanaisDanilo Max
 
Drenagem superficial
Drenagem superficialDrenagem superficial
Drenagem superficialMatheus Dias
 
Nbr 12214 nb 590 projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...
Nbr 12214 nb 590   projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...Nbr 12214 nb 590   projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...
Nbr 12214 nb 590 projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...Laise Bastos
 
Propagação de Cheias
Propagação de CheiasPropagação de Cheias
Propagação de CheiasHidrologia UFC
 
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilRelatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilJean Paulo Mendes Alves
 
Aula classificação dos solos
Aula classificação dos solosAula classificação dos solos
Aula classificação dos soloskarolpoa
 
Parecer tecnico supram - barragem cuiaba - 24 de agosto
Parecer tecnico supram - barragem cuiaba  - 24 de agostoParecer tecnico supram - barragem cuiaba  - 24 de agosto
Parecer tecnico supram - barragem cuiaba - 24 de agostoCBH Rio das Velhas
 
Hidrologia permeabilidade
Hidrologia   permeabilidadeHidrologia   permeabilidade
Hidrologia permeabilidademarciotecsoma
 
Estruturas, plasticidade e consistência dos solos
Estruturas, plasticidade e consistência dos solosEstruturas, plasticidade e consistência dos solos
Estruturas, plasticidade e consistência dos solosdebvieir
 
1 recuperação
1   recuperação1   recuperação
1 recuperaçãoJho05
 
Relatório visita ete ibirité
Relatório visita ete ibiritéRelatório visita ete ibirité
Relatório visita ete ibiritéBruno Oliveira
 
Orientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragem
Orientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragemOrientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragem
Orientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragemiicabrasil
 

Mais procurados (20)

Microdrenagem urbana
Microdrenagem urbanaMicrodrenagem urbana
Microdrenagem urbana
 
Hidráulica de Canais
Hidráulica de CanaisHidráulica de Canais
Hidráulica de Canais
 
Drenagem superficial
Drenagem superficialDrenagem superficial
Drenagem superficial
 
Nbr 12214 nb 590 projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...
Nbr 12214 nb 590   projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...Nbr 12214 nb 590   projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...
Nbr 12214 nb 590 projeto de sistema de bombeamento de agua para abastecimen...
 
Propagação de Cheias
Propagação de CheiasPropagação de Cheias
Propagação de Cheias
 
Drenagem Superficial
Drenagem SuperficialDrenagem Superficial
Drenagem Superficial
 
Drenagem urbana
Drenagem urbanaDrenagem urbana
Drenagem urbana
 
Hidrologia Aula 1
Hidrologia Aula 1Hidrologia Aula 1
Hidrologia Aula 1
 
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilRelatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
 
Ensaio de granulometria
Ensaio de granulometriaEnsaio de granulometria
Ensaio de granulometria
 
Aula classificação dos solos
Aula classificação dos solosAula classificação dos solos
Aula classificação dos solos
 
Parecer tecnico supram - barragem cuiaba - 24 de agosto
Parecer tecnico supram - barragem cuiaba  - 24 de agostoParecer tecnico supram - barragem cuiaba  - 24 de agosto
Parecer tecnico supram - barragem cuiaba - 24 de agosto
 
Pluviometria
PluviometriaPluviometria
Pluviometria
 
Aula 4 hidrogeologia
Aula 4   hidrogeologiaAula 4   hidrogeologia
Aula 4 hidrogeologia
 
Hidrologia permeabilidade
Hidrologia   permeabilidadeHidrologia   permeabilidade
Hidrologia permeabilidade
 
Estruturas, plasticidade e consistência dos solos
Estruturas, plasticidade e consistência dos solosEstruturas, plasticidade e consistência dos solos
Estruturas, plasticidade e consistência dos solos
 
1 recuperação
1   recuperação1   recuperação
1 recuperação
 
Relatório visita ete ibirité
Relatório visita ete ibiritéRelatório visita ete ibirité
Relatório visita ete ibirité
 
Orientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragem
Orientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragemOrientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragem
Orientações para a elaboração e apresentação de projeto de barragem
 
Cap 4 monitoramento da qualidade do ar
Cap 4 monitoramento da qualidade do arCap 4 monitoramento da qualidade do ar
Cap 4 monitoramento da qualidade do ar
 

Destaque

Estabilidade e contenção de taludes vi empuxos de terra
Estabilidade e contenção de taludes vi   empuxos de terraEstabilidade e contenção de taludes vi   empuxos de terra
Estabilidade e contenção de taludes vi empuxos de terraGledsa Vieira
 
Laudo e Parecer Técnico
Laudo e Parecer TécnicoLaudo e Parecer Técnico
Laudo e Parecer TécnicoRobson Santos
 
Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.
Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.
Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.deputadamarina
 
Orçamento, planejamento e controle de obras
Orçamento, planejamento e controle de obrasOrçamento, planejamento e controle de obras
Orçamento, planejamento e controle de obrasAndrea Chociay
 
Modelo de laudo tecnico residencial
Modelo de laudo tecnico residencialModelo de laudo tecnico residencial
Modelo de laudo tecnico residencialSara Cardoso
 
Nr 22 comentada
Nr 22 comentadaNr 22 comentada
Nr 22 comentadastoc3214
 
Etapas e execução de uma obra
Etapas e execução de uma obraEtapas e execução de uma obra
Etapas e execução de uma obraFelipe_Freitas
 
Construindo sua casa passo a-passo
Construindo sua casa passo a-passoConstruindo sua casa passo a-passo
Construindo sua casa passo a-passonx_own
 

Destaque (16)

Estabilidade e contenção de taludes vi empuxos de terra
Estabilidade e contenção de taludes vi   empuxos de terraEstabilidade e contenção de taludes vi   empuxos de terra
Estabilidade e contenção de taludes vi empuxos de terra
 
Laudo e Parecer Técnico
Laudo e Parecer TécnicoLaudo e Parecer Técnico
Laudo e Parecer Técnico
 
Manutenã§ã£o predial[1]
Manutenã§ã£o predial[1]Manutenã§ã£o predial[1]
Manutenã§ã£o predial[1]
 
Estaqueamento
EstaqueamentoEstaqueamento
Estaqueamento
 
Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.
Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.
Parecer Técnico - Sistema de Esgotamento Sanitário em Municípios Goianos.
 
Nr – 22
Nr – 22Nr – 22
Nr – 22
 
Role of media in Pakistan
Role of media in PakistanRole of media in Pakistan
Role of media in Pakistan
 
Orçamento, planejamento e controle de obras
Orçamento, planejamento e controle de obrasOrçamento, planejamento e controle de obras
Orçamento, planejamento e controle de obras
 
Modelo de laudo tecnico residencial
Modelo de laudo tecnico residencialModelo de laudo tecnico residencial
Modelo de laudo tecnico residencial
 
Relatorio social adoção
Relatorio social adoçãoRelatorio social adoção
Relatorio social adoção
 
Cronograma de Obras em 4 Passos
Cronograma de Obras em 4 PassosCronograma de Obras em 4 Passos
Cronograma de Obras em 4 Passos
 
Role of media
Role of mediaRole of media
Role of media
 
Modelo parecer social
Modelo  parecer socialModelo  parecer social
Modelo parecer social
 
Nr 22 comentada
Nr 22 comentadaNr 22 comentada
Nr 22 comentada
 
Etapas e execução de uma obra
Etapas e execução de uma obraEtapas e execução de uma obra
Etapas e execução de uma obra
 
Construindo sua casa passo a-passo
Construindo sua casa passo a-passoConstruindo sua casa passo a-passo
Construindo sua casa passo a-passo
 

Semelhante a Recuperação de Talude Erodido em Mesquita RJ

Estudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEALEstudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEALJoana e Patricia
 
Contençao em estradas rurais ri 2009-472
Contençao em estradas rurais ri 2009-472Contençao em estradas rurais ri 2009-472
Contençao em estradas rurais ri 2009-472Adriano Garcia Risson
 
Drenagem agrícola
Drenagem agrícolaDrenagem agrícola
Drenagem agrícolalipemodesto
 
Processos Erosivos e Degradação Ambiental
Processos Erosivos e Degradação AmbientalProcessos Erosivos e Degradação Ambiental
Processos Erosivos e Degradação AmbientalRoosevelt F. Abrantes
 
Rt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanal
Rt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanalRt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanal
Rt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanalEvandro Lira
 
Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...
Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...
Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...Felipe Harano
 
1º resumo túneis e obras subterrâneas
1º  resumo túneis e obras subterrâneas1º  resumo túneis e obras subterrâneas
1º resumo túneis e obras subterrâneasLuciano José Rezende
 
Aula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptx
Aula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptxAula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptx
Aula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptxAlanyLima
 
Recuperacao areas degradadas
Recuperacao areas degradadas Recuperacao areas degradadas
Recuperacao areas degradadas Alexandre Panerai
 
PLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.ppt
PLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.pptPLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.ppt
PLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.pptssuser332274
 
Proteção de solos em área de recarga de nascentes
Proteção de solos em área de recarga de nascentesProteção de solos em área de recarga de nascentes
Proteção de solos em área de recarga de nascentesRodrigo Sganzerla
 
Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.
Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.
Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.Marcelo Forest
 
Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...
Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...
Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...Benvindo Gardiman
 

Semelhante a Recuperação de Talude Erodido em Mesquita RJ (20)

Estudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEALEstudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
Estudo de Impacte Ambiental - ECODEAL
 
Contençao em estradas rurais ri 2009-472
Contençao em estradas rurais ri 2009-472Contençao em estradas rurais ri 2009-472
Contençao em estradas rurais ri 2009-472
 
Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
 
Drenagem agrícola
Drenagem agrícolaDrenagem agrícola
Drenagem agrícola
 
Processos Erosivos e Degradação Ambiental
Processos Erosivos e Degradação AmbientalProcessos Erosivos e Degradação Ambiental
Processos Erosivos e Degradação Ambiental
 
Santoro et al 13 cbge
Santoro et al 13 cbgeSantoro et al 13 cbge
Santoro et al 13 cbge
 
Rt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanal
Rt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanalRt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanal
Rt 28 13 peixe mero boto cinza e pesca artesanal
 
1 11[1]
1 11[1]1 11[1]
1 11[1]
 
Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...
Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...
Termo de Referência para elaboração de um Plano de Gerenciamento de Áreas Deg...
 
1º resumo túneis e obras subterrâneas
1º  resumo túneis e obras subterrâneas1º  resumo túneis e obras subterrâneas
1º resumo túneis e obras subterrâneas
 
Aula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptx
Aula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptxAula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptx
Aula V - Mineracao e Impactos Amb - Slides.pptx
 
Projeto_Parque_RAMALHO_Pba_MS
Projeto_Parque_RAMALHO_Pba_MS Projeto_Parque_RAMALHO_Pba_MS
Projeto_Parque_RAMALHO_Pba_MS
 
Proj_Parque_Ramalho_Pba_MS
Proj_Parque_Ramalho_Pba_MSProj_Parque_Ramalho_Pba_MS
Proj_Parque_Ramalho_Pba_MS
 
Recuperacao areas degradadas
Recuperacao areas degradadas Recuperacao areas degradadas
Recuperacao areas degradadas
 
PLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.ppt
PLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.pptPLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.ppt
PLANO DE MANEJO DO PARQUE E DA APA.ppt
 
Aula 6
Aula 6Aula 6
Aula 6
 
Proteção de solos em área de recarga de nascentes
Proteção de solos em área de recarga de nascentesProteção de solos em área de recarga de nascentes
Proteção de solos em área de recarga de nascentes
 
Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.
Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.
Parecer Técnico Aterro Jardim Gramacho - Empresa Gás Verde S. A.
 
Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...
Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...
Perda de solo por erosão hídrica em áreas de preservação permanente na microb...
 
Aula 7
Aula 7Aula 7
Aula 7
 

Mais de Marcelo Forest

Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...
Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...
Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...Marcelo Forest
 
O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005
O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005
O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005Marcelo Forest
 
Município de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental Municipal
Município de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental MunicipalMunicípio de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental Municipal
Município de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental MunicipalMarcelo Forest
 
Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729
Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729
Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729Marcelo Forest
 
Parecer técnico próton primusr
Parecer técnico próton primusrParecer técnico próton primusr
Parecer técnico próton primusrMarcelo Forest
 
Parecer técnico manguezal moveis circular 2
Parecer técnico manguezal moveis circular 2Parecer técnico manguezal moveis circular 2
Parecer técnico manguezal moveis circular 2Marcelo Forest
 
Parecer técnico balprensa revisado
Parecer técnico balprensa revisadoParecer técnico balprensa revisado
Parecer técnico balprensa revisadoMarcelo Forest
 
Parecer técnico posto chapéu do sol 2.2.1
Parecer técnico  posto chapéu do sol 2.2.1Parecer técnico  posto chapéu do sol 2.2.1
Parecer técnico posto chapéu do sol 2.2.1Marcelo Forest
 
Laudo técnico areal campo alegre revisado
Laudo técnico areal campo alegre revisadoLaudo técnico areal campo alegre revisado
Laudo técnico areal campo alegre revisadoMarcelo Forest
 
Laudo poluição sonora croqui
Laudo poluição sonora croquiLaudo poluição sonora croqui
Laudo poluição sonora croquiMarcelo Forest
 
Instrução normativa n001.2007 postos de abastecimento
Instrução normativa n001.2007 postos de abastecimentoInstrução normativa n001.2007 postos de abastecimento
Instrução normativa n001.2007 postos de abastecimentoMarcelo Forest
 
Despacho e parecer usina de asfalto duque de caxias
Despacho e parecer usina de asfalto duque de caxiasDespacho e parecer usina de asfalto duque de caxias
Despacho e parecer usina de asfalto duque de caxiasMarcelo Forest
 
Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01
Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01
Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01Marcelo Forest
 
Apresentação sobre biorremediação
Apresentação sobre biorremediaçãoApresentação sobre biorremediação
Apresentação sobre biorremediaçãoMarcelo Forest
 
Apresentação sobre biorremediação (1)
Apresentação sobre biorremediação (1)Apresentação sobre biorremediação (1)
Apresentação sobre biorremediação (1)Marcelo Forest
 

Mais de Marcelo Forest (16)

Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...
Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...
Marcelo Manhães de Amorim - Educação Ambiental voltada a Lava Jatos e Oficina...
 
O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005
O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005
O Município de Mesquita-RJ no Contexto da Resolução CONAMA 362/2005
 
Município de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental Municipal
Município de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental MunicipalMunicípio de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental Municipal
Município de Mesquita-RJ e a Implantação do Licenciamento Ambiental Municipal
 
Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729
Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729
Termo de Referência Plano de Manejo APA Mesquita_20090729
 
Parecer técnico próton primusr
Parecer técnico próton primusrParecer técnico próton primusr
Parecer técnico próton primusr
 
Parecer técnico manguezal moveis circular 2
Parecer técnico manguezal moveis circular 2Parecer técnico manguezal moveis circular 2
Parecer técnico manguezal moveis circular 2
 
Parecer técnico balprensa revisado
Parecer técnico balprensa revisadoParecer técnico balprensa revisado
Parecer técnico balprensa revisado
 
Parecer técnico posto chapéu do sol 2.2.1
Parecer técnico  posto chapéu do sol 2.2.1Parecer técnico  posto chapéu do sol 2.2.1
Parecer técnico posto chapéu do sol 2.2.1
 
Laudo
LaudoLaudo
Laudo
 
Laudo técnico areal campo alegre revisado
Laudo técnico areal campo alegre revisadoLaudo técnico areal campo alegre revisado
Laudo técnico areal campo alegre revisado
 
Laudo poluição sonora croqui
Laudo poluição sonora croquiLaudo poluição sonora croqui
Laudo poluição sonora croqui
 
Instrução normativa n001.2007 postos de abastecimento
Instrução normativa n001.2007 postos de abastecimentoInstrução normativa n001.2007 postos de abastecimento
Instrução normativa n001.2007 postos de abastecimento
 
Despacho e parecer usina de asfalto duque de caxias
Despacho e parecer usina de asfalto duque de caxiasDespacho e parecer usina de asfalto duque de caxias
Despacho e parecer usina de asfalto duque de caxias
 
Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01
Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01
Artigo cientifico gravitropismo da mangueira 01
 
Apresentação sobre biorremediação
Apresentação sobre biorremediaçãoApresentação sobre biorremediação
Apresentação sobre biorremediação
 
Apresentação sobre biorremediação (1)
Apresentação sobre biorremediação (1)Apresentação sobre biorremediação (1)
Apresentação sobre biorremediação (1)
 

Último

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humanajosecavalcante88019
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoRevisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoAlessandraRaiolDasNe
 
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...LuisCSIssufo
 
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfSíndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfVctorJuliao
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
GuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdf
GuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdfGuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdf
GuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdfLeandroDoValle2
 

Último (15)

REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoRevisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
 
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
 
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfSíndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
GuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdf
GuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdfGuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdf
GuiadeinjriasdeherbicidasemSojaConhecimentoAgronmico.pdf
 

Recuperação de Talude Erodido em Mesquita RJ

  • 1. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 1– DESCRIÇÃO DO LOCAL 2 3. – CARACTERÍSTICAS DO LOCAL DA ATIVIDADE E SEU ENTORNO 3 4. - IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS E SEUS CONTROLES 5 5. – IDENTIFICAÇÃO DE RISCO: 11 6. - INFORMAÇÕES ADICIONAIS: 12 7. – AVALIAÇÃO E CONCLUSÃO: 15
  • 2. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 1 - ÁREA DE ESTUDO A área está situada em Rocha Sobrinho, precisamente na Avenida Coelho da Rocha, nº.1760, próximo à antiga chaminé da olaria dos Quintela, nesta municipalidade. Parte dos fundos da fábrica de blocos MGC BLOCOS e da Rua Professor João Ribeiro Filho. Latitude 22°47'1.90"S / Longitude 43°24'47.27"W. Comprimento – 90m / altura – 18m. AVENIDA COELHO DA ROCHA MGC BLOCOS Rua professor João Ribeiro Filho ÁREA ASSISTIDA
  • 3. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 “Construir uma cultura de prevenção não é fácil. Os custos da prevenção devem ser pagos no presente, e seus benefícios estão em um futuro distante. Ainda mais que os benefícios não são tangíveis, e se referem aos desastres que não acontecerão”.
  • 4. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 1.2 HISTÓRICO: Durante muitos anos a paisagem de Mesquita foi formada por laranjais, olarias e poucas residências. Por volta de 1940 a população atingia a cerca de, 9.109 mil habitantes, mas a decadência na produção de laranjas provocou a venda das chácaras e começaram a surgir os primeiros loteamentos, entre o pé da Serra e a Estrada de Ferro. Segundo o Sr. José de tal, 65 anos, morador deste bairro há 45 anos, e 30 como motorista de caminhão da antiga olaria dos Quintela. Segundo ele a área em questão pertencia à família Quintela, onde todo solo argiloso era removido e empregado na fabricação de tijolos, bárbaras, telhas entre outros materiais que dependiam dessa matéria prima. O local de estudo era um morro e como relatado no parágrafo acima parte fora removido. 2. – SIGNIFICADO DO MEIO FÍSICO NA ORGANIZAÇÃO DO AMBIENTE URBANO A área investigada abrange a esquerda da Serra do Mendanha, que condiciona a drenagem geral em direção à Baia de Guanabara, notada no Rio Dona Eugênia, pertencendo a vertente à esquerda do Rio Dona Eugênia. Portando o sentido do fluxo do lençol freático segue da direção de Sul para Oeste. As observações foram divididas pelas margens esquerda e direita do curso fluvial. Esta área pertence à microbacia do Rio Dona Eugênia. Às atividades antrópicas causadoras de grandes transformações na paisagem local. As duas mais evidentes e impactantes podem ser assim organizadas: 1. Urbanização (loteamentos); 2. Pequenos galpões industriais. 2.1 – características do solo Podzólico Vermelho-Amarelo, compreendido como solo mineral não hidromórfico, com horizonte A seguidos de horizontes B textural não plíntico, argila de atividade alta ou baixa de cores vermelhas a amarelas e teores de Fe2 O3, com tendência a tonalidade escura. Usualmente de matiz mais vermelho que 10YR e com valores 5 e 6, croma 6 a 8 e teores de inferiores a 15%. O horizonte A é moderado, ocorrendo, contudo, outros tipos, excetuado o turfoso.
  • 5. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 3. – CARACTERÍSTICAS DO LOCAL E SEU ENTORNO 3.1 Unidades de Conservação: A área não está inserida em Unidade de Conservação, pertencente aos grupos de proteção integral ou de desenvolvimento sustentável, no âmbito federal ou estadual. 3.2 Áreas de Preservação Permanente e outras áreas frágeis (áreas florestadas, lagos, nascentes, morros): O talude situa-se em área comprometida com a expansão urbana e dista 2,78 km dos limites da APA Gericinó Mendanha, unidade Estadual, e APA Mesquita, unidade Municipal (parecer da Supervisão de Unidades de Conservação, Praças e Jardins de 10/12/07). A Região está incluída na Bacia do rio Sarapuí. O relevo é constituído por uma topografia semi- plana, com predominância de um talude de 2,16 m. A vegetação é em sua maior extensão composta por gramíneas e arbustos. 3.3 Usos do solo na circunvizinhança e zoneamento municipal: De acordo com a Prefeitura de Mesquita, a área estudada encontra-se situado no Bairro Rocha Sobrinho, e, segundo o Plano Diretor do Município (Lei n° 355/06), está classificado como Área de Restrição ao Adensamento (ARA), onde as atividades industriais são consideradas adequadas. A vizinhança do Talude é constituída por algumas residências uni familiares, no entorno da Via Light (RJ 081), distando aproximadamente 80 metros da Via Light; 1,72 km da Via Dutra (BR-116) e 1,18 km da Estação Aduaneira (Porto Seco). 3.4 Corpos d'água, faixas marginais de proteção e qualidade das águas: A atividade encontra-se instalada a 490 metros das margens do Rio Dona Eugênia e a 810 metros das margens do Rio Sarapuí, fora de FMP.
  • 6. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 3.5 Qualidade do ar e bacia aérea: O local não possui Bacia Aérea definida pela FEEMA 4. - IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS E SEUS CONTROLES A erosão dos solos e a degradação das terras constituem um dos maiores problemas a serem enfrentados pela população, sendo objeto de especial de estudo. A mais impressionante expressão da degradação das terras pelos processos erosivos dentre os quais, estão às construções de estradas, rodovias, ferrovias, aeroportos e loteamentos. Dentre esses exemplos, o que mais vêm se despontando nessa problemática são os loteamentos com a realização de cortes sem estudos em áreas de montes e morros, originando formações de extensas áreas degradadas, muitas vezes ocasionando na formação de grandes taludes. 4.1 - IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS O talude em questão situa-se adjacente a Avenida Coelho da Rocha, em Rocha Sobrinho, Mesquita. É uma área de aproximadamente 1.170 m² (mil cento e setenta metros quadrados), totalmente erodida em estágio avançado de degradação devido ao intemperismo, falta de vegetação e o uso do local como uma imensa lixeira. Esses fatores associado ao índice pluviométrico, deixam o talude em total instabilidade, como veremos nas fotos anexadas neste laudo, colocando em risco uma fábrica de blocos na parte baixa, e as residências que se encontram na parte de cima do talude, mais precisamente na Rua Professor João Ribeiro Filho, além do carreamento de sedimentos para a avenida, e conseqüentemente para cursos d’água a jusante através das “caixas de areia”, conhecidas como ralo de rua ou boca de lobo. 5 - METODOLOGIA A metodologia utilizada é baseada nas técnicas de bioengenharia envolvendo materiais de estruturas rígidas, biodegradáveis e recicladas. A grande maioria das erosões são áreas degradadas que apresentam alguma estabilidade geotécnica, por isso o tratamento com as técnicas indicadas sempre apresenta sucesso. As
  • 7. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 erosões que devem utilizar os processos tradicionais, como retaludamento, são aquelas que todo local já foi degradado e a erosão não é mais recuperável. A metodologia utilizada será baseada no processo erosivo exercido principalmente nos meses em que o índice pluviométrico é maior na região sudeste (setembro a março), baseado nos intempéries e no principio da pressão hidráulica onde o seu efeito nos corte transversais são agravados pelos deslocamentos de terras do talude. Será desenvolvido um sistema de drenagem das águas pluviais, composta de sistema de canaletas na parte superior e inferior. A drenagem terá por objetivo captar e conduzir as águas pluviais até as redes coletoras. A contribuição de água externa ao talude não poderão ser conduzidas por ele sem que haja proteção. Construiu-se canaletas contornando todo o perímetro a montante do talude, recolhendo as contribuições provenientes de áreas próximas. Devido à alta declividade do local, viu-se a necessidade de construção de dissipadores de energia, protegendo a área a jusante. Portanto, as águas coletadas pelas canaletas serão conduzidas até as escadas em degrau e posteriormente até a caixa de dissipação. Ao captá-las, eles as conduzem ao paramento e as despejam nas canaletas, os drenos subhorizontais profundos, DHPs, resultam da instalação de tubos plásticos drenantes de 1¼" a 2", em perfurações no solo, de 2½ a 4". Os tubos são perfurados e recobertos por manta geotêxtil ou por tela de nylon. São drenos lineares embutidos no maciço, cujos comprimentos se situam, normalmente, entre 6 e 18 m. 3.1 Reconstrução de Taludes Consiste na reconstrução total do talude tomando os cuidados básicos Necessários para um bom aproveitamento do mesmo, sejam eles: 1. Escolha da jazida de solo adequada; 2. Tratamento prévio dos solos da jazida. 3. Limpeza adequada do terreno para preparo da fundação, tomando o cuidado de remover toda a vegetação, bem como suas raízes;
  • 8. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 4. Estocagem do solo superficial e do solo com matéria orgânica para 5. Futura utilização na fase final da execução do aterro; 6. Preparação da superfície de contato entre o terreno e o aterro, quando inclinado, em forma de degraus; 7. Implantação de uma drenagem de base eficiente sempre que existirem surgências d´água ou a possibilidade de infiltrações significativas pelo aterro; 8. Compactação adequada do aterro com equipamentos específicos. 3.2 – Retaludamento É um processo de terraplanagem através do qual se alteram, por cortes ou aterros, os taludes originalmente existentes em um determinado local para se conseguir uma estabilização do mesmo. Das obras de estabilização de taludes é a mais usada devido à sua simplicidade e eficácia. Geralmente é associado a obras de controle de drenagem superficial e de proteção superficial, de modo a reduzir a infiltração d´água no terreno e disciplinar o escoamento superficial, inibindo os processos erosivos. 3.3 Escadas de dissipação de energia d´água: Canais construídos em forma de degraus geralmente segundo a linha de maior declive do talude. Têm por objetivo coletar e conduzir as águas superficiais captadas pelas canaletas não deixando que as mesmas atinjam velocidades de escoamento elevadas devido à dissipação de energia.
  • 9. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 3.4 Caixas de transição Caixas construídas nas canaletas e escadas d´água, nas mudanças bruscas de direção de escoamento e na união de canaletas de seções transversais distintas. Tem por objetivo direcionar melhor o escoamento das águas e possibilitar a dissipação de energia hidráulica. 3.5 Muro de solo-pneu Nos muros de espera ou de arrimo, serão utilizados pneus descartados de acordo com algumas experiências, embora ainda em pequena escala, foram realizadas em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (Sieira et al., 1997). São obras de fácil construção e de baixo custo, com boa drenabilidade, que utiliza o solo da própria encosta associado a uma estrutura montada com pneus inservíveis, amarrados uns aos outros segundo um arranjo pré-estabelecido em função da altura da encosta e das dimensões do muro. Ao final, o muro de solo-pneu deve ser recoberto por uma camada de terra para preenchimento dos vazios formados pelo encaixe dos pneus, com semeadura de gramíneas para sua fixação, evitando que pneus expostos possam representar risco de incêndio. O número de
  • 10. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 camadas de pneus é função da altura e inclinação do talude, bem como das condições de estabilidade do muro. Caso o solo utilizado no enchimento dos pneus seja argiloso (má drenagem), deve-se colocar barbacãs para a saída de água do dreno de areia ou de brita. Vantagem dos muros com pneus usados: Essa técnica apresenta uma vantagem ecológica, por oferecer destino final aos pneus descartados, os quais causam sérios problemas sanitários pela acumulação de água, com proliferação de mosquitos e outros insetos. EXEMPLO DO SISTEMA CONSTRUTIVO DE SOLO PNEU camada par camada ímpar
  • 11. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012
  • 12. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012
  • 13. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012
  • 14. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012
  • 15. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 TIPO DO TALUDE: CONVEXO-CONVEXO SEGUNDO CHORLEY, 1984.
  • 16. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 4- FOTOS DO LOCAL
  • 17. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 5 - CONCLUSÕES O tipo de erosão tratada é bastante comum em todo país e com o uso das técnicas de bioengenharia os resultados mostraram-se surpreendentes, não apresentando nenhum foco erosivo e, além disso, o impacto visual do local foi sensivelmente melhorado. Os custos de execução foram menores que as técnicas tradicionais. Concluiu-se que as técnicas utilizadas foram adequadas, eficientes e econômicas, porque o trabalho realizado atingiu os anseios do cliente e do órgão ambiental, pois na execução não há movimentação de máquinas e caminhões no local da obra limitando-se apenas a movimentação de pessoal e materiais na área de erosão. A tela vegetal aplicada juntamente com os produtos biodegradáveis, protege imediatamente o solo, conservando a umidade por um longo período de tempo. A tela vegetal
  • 18. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 utilizada, após certo período de tempo, inicia o seu apodrecimento fornecendo nutrientes ao solo que é absorvido pelas raízes das plantas, mantendo assim o vigor dos vegetais. O mix de sementes utilizado é muito importante por ter espécies de gramíneas e leguminosas com arquitetura de raízes e crescimento diferentes, podendo manter o talude, verde durante todo o ano. Essa técnica deverá ter crescimento nos próximos anos, pois sua divulgação fará com que ampliem suas aplicações pelo fato de ser eficiente, rápida, de baixo custo além de ser benéfica a todo meio ambiente. As técnicas de bioengenharia adotadas no tratamento da erosão foram rápidas extremamente eficientes e de custo reduzido quando comparado com os métodos tradicionais da construção civil. Os resultados agradaram o cliente e a população vizinha, melhorando o visual e parecendo que não houve interferência do homem naquele local. Com o uso das técnicas de bioengenharia não há grandes movimentações de terra, utilizam-se produtos biodegradáveis ocorrendo mais infiltração de água, o solo fica totalmente protegido e oferece condições a natureza de recomposição da vegetação original num período de tempo mais curto. Comparativamente aos métodos tradicionais de engenharia, houve uma redução de 113% no custo.
  • 19. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012
  • 20. INSTITUTO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA –UNIG/FUNCEFET TURMA DO 4º PERIODO DA GRADUAÇÃO DE GESTÃO AMBIENTAL PARECER TÉCNICO 22/2/2012 5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Augusto Filho, O. & Virgili, J.C. (1998). Estabilidade de taludes. In: Geologia de Engenharia. São Paulo, ABGE João Bertoldo de Oliveira, Paulo Kingler T. Jacomine, Marcelo Nunes Camargo. (1992). Classes Gerais de Solos do Brasil. Guia auxiliar para o seu reconhecimento. CAPUTO, H. P.. 4ª ed. Rio de Janeiro. LTC Editora S/A. 1998. Sim. Introdução à Mecânica dos Solos. VARGAS, Milton. São Paulo. Mcgraw-Hill do Brasil ... www.cprm.gov.br www.ipt.br http://cursos.anhembi.br/TCC-2006/Trabalhos/tcc-43.pdf