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INCLUSÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
A inserção da criança surda
Adriana Silva Santos1
Camila Pereira da Silva²
driedede@hotmail.com
camilastar1@yahoo.com.br
RESUMO: Este trabalho aborda assuntos referentes a um tema bastante
discutido no momento permeando algumas questões referentes à inclusão
escolar. Refletiremos sobre este tema partir de uma breve revisão literária
através de alguns autores Paulo Freire, Mendes, entre outros que defendem a
ideia de que os alunos com necessidades educativas especiais devem estar
inclusos nas salas de aula do ensino regular. Metodologicamente falando,
algumas fontes de informações relacionadas juntamente com alguns planos de
aula expostos que possam contribuir para a uma educação inclusiva de
qualidade, as orientações pedagógicas fundamentais, o aprimoramento do
currículo, capacitação de professores e o projeto político pedagógico voltado
para diversidade, estarão presentes durante todo este estudo. Por fim, algumas
propostas e estratégias serão expostas em que a escola poderá desenvolver
para uma possível efetiva inclusão desta clientela com necessidades
educativas especiais. Afinal, este novo panorama educacional é estabelecido
por lei assegurando assim, o direito de acesso e permanência à educação
tendo que, obrigatoriamente, ser respeitada e, sobretudo, posta em prática com
equidade e qualidade educacionais pontuais.
Palavras-chave: Inclusão Escolar.Educação Inclusiva. Diversidade.
1. INTRODUÇÃO
A educação constitui direito de todos os cidadãos brasileiros, seja ele,
surdo ou não e cabem as instituições de ensino dar condições de comunicação
que garantam o acesso ao currículo e a informação. Contudo, de acordo com a
1Pedagoga pela Universidade Norte do Paraná/UNOPAR ; Professora do Instituto de Educação
Professora Marisa Serrano.
2 Pedagoga pela Universidade Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do
Pantanal/UNIDERP ; Professora do Instituto de Educação Professora Marisa Serrano
Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, 1996) “é
reconhecido o direito de todas as crianças, “normais” ou com necessidades
especiais a educação de melhor qualidade, seja ela em uma escola especial ou
regular”. O termo inclusão escolar é relativamente novo se considerarmos o
grande período de exclusão escolar que muitas pessoas marginalizadas
viveram, sendo estas impedidas de usufruírem das oportunidades educacionais
disponibilizadas aos que tinham acesso à educação. A educação inclusiva
propõe uma reorganização no sistema educacional de forma a garantir acesso,
permanência e condições de aprendizagem a toda população em idade
escolar. Nesta reflexão vamos entender sobre um segmento populacional
específico, alunos com deficiência que por características distintas, muitas
vezes requerem da escola ações diferenciadas.
Durante muito tempo e até algum tempo atrás, os surdos eram
submetidos a duras sessões de reabilitação de fala nas próprias escolas, cujo
objetivo era transformar esses alunos num modelo mais próximo dos alunos
ouvintes, passando por períodos em que eram separados em escolas ou
classes especiais estabelecidas de acordo com as características de suas
deficiências, entendendo que sua participação em ambientes comuns só seria
possível mediante um processo de normalização, até o momento atual que
prevê direitos educacionais iguais e equidade educacional.
A proposta de educação inclusiva requer uma análise do modelo anterior
com vistas a delimitar o papel da escola no processo de desenvolvimento e
aprendizagem do aluno com deficiência. Com essa atuação a escola contribuiu
para o não desenvolvimento acadêmico dos alunos com deficiência que
ficaram alijados dos processos de educação formal e, como era de se esperar,
sem atingir a normalização, pois a diferença é uma condição inerente à
condição de humano e a aceitação deste valor é um imperativo inquestionável.
Diante disto a concepção de educação inclusiva tem se fortalecido no
sentido de que a escola tem que abrir um olhar diferenciado para a diversidade,
acolhê-la, respeitá-la e valorizá-la como elemento fundamental na constituição
de uma sociedade democrática e justa. Essa concepção antecipa que a escola
busque caminhos para se re-organizar de forma a atender todos os alunos com
ou sem deficiência, cumprindo seu papel social. Tendo a escola inclusiva
competência para desenvolver processos de ensino e aprendizagem capazes
de oferecer aos alunos com deficiência condições de desenvolvimento
acadêmico que os coloque, de forma justa em condições de acessarem
oportunidades iguais no mercado de trabalho.
1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A questão da educação das pessoas surdas é um tema polêmico e
preocupante. Pesquisas que acompanham os sujeitos surdos em seu
desempenho escolar, no Brasil e em outras partes do mundo, mostram que
após anos de escolarização estes apresentam uma competência para aspectos
acadêmicos muito além do desempenho de alunos ouvintes, apesar de suas
capacidades cognitivas iniciais serem semelhantes. (Revista Brasileira de
Educação especial).
Tais dados indicam que pessoas surdas, nessas condições de
escolarização, mesmo após vários anos, apresentam dificuldades em relação à
aquisição de conhecimentos de maneira geral, e no uso da linguagem escrita,
especialmente. Por volta de 1990, difundiu-se com força em todo o mundo a
política educacional de inclusão dos sujeitos com necessidades educativas
especiais, buscando maior respeito e socialização efetiva destes grupos e a
comunidade surda foi atingida por esse movimento. Houve um incentivo muito
grande para práticas de inclusão de pessoas surdas em escolas regulares de
ouvintes e desprestigio considerável dos programas de educação especial.
Nesse cenário, muitas têm sido as formas de se realizar tal inclusão,
todavia, parte significativa dos alunos surdos tem sido submetida a uma
escolarização pouco responsável. Desde cedo a criança ouvinte tem a
oportunidade de conviver com a língua utilizada por sua família já a criança
surda, em geral, não têm a possibilidade desse aprendizado, já que na maioria
das vezes não têm acesso a língua utilizada por seus pais (ouvintes).
Tais crianças permanecem no ambiente familiar apreendendo coisas do
mundo e da linguagem de forma fragmentada e incompleta justamente por sua
dificuldade de acesso à língua a qual esta sendo exposta.
Por volta de 1960 e 1970 surgiu uma nova filosofia educacional para os
surdos chamada de Comunicação Total e os surdos pouco a pouco começam a
usar a língua de sinais. Por isso é importante destacar a necessidade de que o
surdo adquira o mais rápido possível uma língua de forma plena, que é a
Língua de Sinais, considerada a língua natural dos surdos, e, como segunda
língua, aquela utilizada por seus pais.
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) por suas características viso-
gestuais é passível de ser adquirida pela criança surda sem dificuldades, sem
que sejam necessários programas de treinamento, já que a criança surda em
contato com outros surdos usuários de Língua de Sinais aprende mais rápido
contendo uma aquisição ampla e eficaz.
A Libras só foi oficializada pelo Governo Federal Brasileiro a partir da lei
10.436 de 24 de abril de 2002, entrando em vigor com o Decreto 5.626 de 22
de dezembro de 2006. Contudo os surdos passaram a ter direito de acesso ao
conhecimento a partir da sua língua.
Considerando a proposta de educação inclusiva opção brasileira
referendada em suas políticas educacionais, entendemos que a re-organização
da escola tem que começar na educação infantil por ser esta, conforme
prescrito na lei, a primeira etapa da educação. Segundo Mendes (2010, p. 47-
48),
Os primeiros anos de vida de uma criança têm sido considerados cada
vez mais importantes. Os três primeiros anos, por exemplo, são críticos para o
desenvolvimento da inteligência, da personalidade, da linguagem, da
socialização, etc. A aceleração do desenvolvimento cerebral durante o primeiro
ano de vida é mais rápida e mais extensiva do que qualquer outra etapa da
vida, sendo que o tamanho do cérebro praticamente triplica neste período.
Entretanto, o desenvolvimento do cérebro é muito mais vulnerável nessa etapa
e pode ser afetado por fatores nutricionais, pela qualidade da interação, do
cuidado e da estimulação proporcionada à criança.
O ambiente da escola de educação infantil deve ser motivador, que
estimule e incentive a criação, o brincar, o descobrir, o conhecer, deve ser um
local atrativo para a criança. Com isso, Zabalza (1998) ressalta “a importância
e necessidade da criação de espaços motivadores e desafiadores para que as
crianças percebam no contexto escolar possibilidades de criação e crescimento
pessoal”. Os materiais que serão dados aos alunos são os mesmos para todos
o que deve ser diferenciados são os recursos didáticos de acordo com as
limitações dos alunos com deficiência mais isso não é muito fácil, a falta de
surdos adultos usuários de Língua e Sinais e habilitados como professores e
equipamentos, materiais e recursos necessários através dos quais, a condição
básica para a efetivação dessa integração seja exata.
Quando se opta pela inserção do aluno surdo na escola regular, precisa
ser feito com muitos cuidados que visem garantir sua possibilidade de acesso
aos conhecimentos que estão sendo trabalhados, além do respeito por sua
condição linguística.
3.PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE ENSINO
3.1 TEMA E LINHA DE PESQUISA
O trabalho que desenvolvi na escola municipal com alunos
Surdos incluídos em turma de ensino regular da Educação Infantil vem de
encontro com a proposta do desenvolvimento deste projeto de Ensino, também
tem por finalidade apontar, considerar e questionar a realidade vivenciada
pelos alunos Surdos, inseridos em turmas de ensino regular, assim como
abordar o grande desafio da atuação da Sala de Recursos, nesta
especificidade da Educação Especial, em promover, divulgar, intermediar,
assessorar um trabalho bilíngue (Língua Brasileira de Sinais como a primeira
língua e Língua Portuguesa, na modalidade escrita, como segunda língua),
aprofundando os questionamentos quanto aos conceitos de integração e
inclusão e suas implicações no contexto educacional, cultural e social das
relações entre Surdos e Ouvintes.
3.2 JUSTIFICATIVA
O primeiro contato com uma pessoa surda costuma causar
aquele olhar de diferença, sentimento de pena ou incompreensão. No entanto,
após uma pequena aproximação, com estas pessoas, tão parecidos e ao
mesmo tempo tão diferentes de nós ouvintes, provocam curiosidade e
principalmente respeito. A partir do curso de Libras que feito, mais ainda não
conclui descobri um encantamento pelos sinais por estas pessoas que são
legais e vivem como nós. E aqui tenho a oportunidade de aprofundar mais no
assunto.
3.3 PROBLEMATIZAÇÃO
Durante muito tempo a surdez era considerada como uma
doença patológica e, portanto as pessoas surdas eram excluídas do meio
social. No decorrer dos anos diferentes visões a cerca da pessoa surda foram
surgindo, assim como o processo de alfabetização e as metodologias.
Considerando que uma educação de qualidade é um direito de todo e qualquer
individuo.
3.4 OBJETIVOS
Promover uma reflexão sócio-cultural sobre a problemática que
envolve a inclusão de alunos Surdos nas escolas regulares da rede pública de
educação e analisando a importância de um trabalho Bilíngue na prática
pedagógica dos professores que atuam com alunos Surdos em turma de
ensino regular nas salas de aula.
3.5CONTEÚDOS
O conteúdo a ser trabalhar com as crianças será discriminar a duração e
a sucessão temporal (dia, mês e ano), é um assunto muito divertido, prazeroso,
pois temos várias maneiras para se trabalhar a disciplina com as crianças
ouvintes para que possam interagir com ascrianças os surdas.
3.6 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO
Para o desenvolvimento confeccionei um calendário mensal adaptado à
educação de surdos, contendo figuras, palavras e sinais correspondentes. Fiz
também um cartaz e três fichas com as palavras hoje, ontem e amanhã,
representadas por meio de figuras. Coloque-os próximo ao calendário mensal.
A cada mês, faça a apresentação do novo calendário, que deverá ser fixado na
parede da sala de aula em local visível. Também dá para destacar fatos que
ocorrem na escola, datas importantes e aniversariantes do mês. Será utilize o
calendário diariamente. Será feito um sorteio de um aluno por dia para localizar
e marcar a data atual. A próxima Etapaapós o aluno localizar a data atual no
calendário, inicie uma conversa perguntando: Hoje é que dia da semana? Em
que mês do ano estamos? Enfatize sempre as palavras hoje, ontem e amanhã
em contextos variados referentes a fatos e acontecimentos como: Ontem,
dia..., fomos ao passeio, e amanhã iremos assistir ao filme ou ler a história.
Após as respostas, o aluno deverá localizar as fichas correspondentes
às palavras hoje, ontem e amanhã, e fixar cada uma no cartaz, observando o
local correto com seus respectivos sinais.
3.7TEMPO PARA A REALIZAÇÃO DO PROJETO
O tempo previsto foi de um mês.
3.8 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS
Podemos fazer jogos, como:
-Quebra - cabeça;
-Jogo da memória;
-Teatro com vários temas diferentes, onde colocamos os animais para se
comunicar;
-Dominó;
Mais para este trabalho usaremos Emborrachado tipo E.V.A;
velcro; cola quente e pistola de aplicação; cola de contato; calendário contendo
palavras, figuras e sinais correspondentes; lápis de cor.
Avaliação
O calendário trabalhado dessa forma torna esta atividade mais
rica e desafiadora, além de promover a aprendizagem dos alunos ouvintes e
dos alunos surdos. Quando a criança encontra e marca no calendário o dia
correspondente à palavra hoje, também terá que localizá-lo através das
cartelas visualizando o sinal, o desenho e a escrita das palavras trabalhadas. O
aluno, ao montar o calendário, torna-se mais seguro, bem como pode ganhar
autonomia e segurança.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A inclusão de todas as crianças em sala de aula é um desafio
que exige do professor o reconhecimento da diferença, a proposição de novas
metodologias de ensino que visem não só os conteúdos, a modificação do
currículo de acordo com o desenvolvimento dos alunos, a formação de
professores e novas práticas de ensino.
Através de nossos estudos podemos perceber que a escola
deve buscar pensar sobre sua prática, discutir seu projeto pedagógico e
verificar se ele está voltado para diversidade. Essa discussão passa
necessariamente pela reflexão sobre os conceitos historicamente construídos
acerca dos alunos cristalizados no imaginário social e expressos na prática
pedagógica centrada na limitação, nos obstáculos e nas dificuldades, que se
encontram, muitas vezes, ainda presentes na escola.
As escolas de educação infantil e num modo geral devem
buscar oferecer um ensino de qualidade, onde o desenvolvimento da criança
aconteça levando-se em consideração a formação de cidadão participativo,
crítico e consciente de seu papel na sociedade. Destaca-se a necessidade do
comprometimento de funcionários, professores, alunos e família, requerendo,
ainda, grande parceria com a sociedade em que se insere nas
responsabilidades de suas tarefas.
REFERÊNCIAS
CARNEIRO, RelmaUrel. Educação Inclusiva na Educação Infantil.
Disponível em: <http://periodicos.uesb.br/index.php/praxis/article/view/735>.
Acesso em: 03 Out. 2013.
GOLDFELD, Marcia. A criança surda: linguagem e cognição numa
perspectivaSociointeracionista. 2. ed. Rio de Janeiro. 1997.
MENDES, E. G. Inclusão marco zero: começando pelas creches. Araraquara,
SP: Junqueira & Marin, 2010.
ZABALZA, M. A. 1998. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre,
Artmed, 288 p.

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INCLUSÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL A inserção da criança surda

  • 1. INCLUSÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL A inserção da criança surda Adriana Silva Santos1 Camila Pereira da Silva² driedede@hotmail.com camilastar1@yahoo.com.br RESUMO: Este trabalho aborda assuntos referentes a um tema bastante discutido no momento permeando algumas questões referentes à inclusão escolar. Refletiremos sobre este tema partir de uma breve revisão literária através de alguns autores Paulo Freire, Mendes, entre outros que defendem a ideia de que os alunos com necessidades educativas especiais devem estar inclusos nas salas de aula do ensino regular. Metodologicamente falando, algumas fontes de informações relacionadas juntamente com alguns planos de aula expostos que possam contribuir para a uma educação inclusiva de qualidade, as orientações pedagógicas fundamentais, o aprimoramento do currículo, capacitação de professores e o projeto político pedagógico voltado para diversidade, estarão presentes durante todo este estudo. Por fim, algumas propostas e estratégias serão expostas em que a escola poderá desenvolver para uma possível efetiva inclusão desta clientela com necessidades educativas especiais. Afinal, este novo panorama educacional é estabelecido por lei assegurando assim, o direito de acesso e permanência à educação tendo que, obrigatoriamente, ser respeitada e, sobretudo, posta em prática com equidade e qualidade educacionais pontuais. Palavras-chave: Inclusão Escolar.Educação Inclusiva. Diversidade. 1. INTRODUÇÃO A educação constitui direito de todos os cidadãos brasileiros, seja ele, surdo ou não e cabem as instituições de ensino dar condições de comunicação que garantam o acesso ao currículo e a informação. Contudo, de acordo com a 1Pedagoga pela Universidade Norte do Paraná/UNOPAR ; Professora do Instituto de Educação Professora Marisa Serrano. 2 Pedagoga pela Universidade Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal/UNIDERP ; Professora do Instituto de Educação Professora Marisa Serrano
  • 2. Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, 1996) “é reconhecido o direito de todas as crianças, “normais” ou com necessidades especiais a educação de melhor qualidade, seja ela em uma escola especial ou regular”. O termo inclusão escolar é relativamente novo se considerarmos o grande período de exclusão escolar que muitas pessoas marginalizadas viveram, sendo estas impedidas de usufruírem das oportunidades educacionais disponibilizadas aos que tinham acesso à educação. A educação inclusiva propõe uma reorganização no sistema educacional de forma a garantir acesso, permanência e condições de aprendizagem a toda população em idade escolar. Nesta reflexão vamos entender sobre um segmento populacional específico, alunos com deficiência que por características distintas, muitas vezes requerem da escola ações diferenciadas. Durante muito tempo e até algum tempo atrás, os surdos eram submetidos a duras sessões de reabilitação de fala nas próprias escolas, cujo objetivo era transformar esses alunos num modelo mais próximo dos alunos ouvintes, passando por períodos em que eram separados em escolas ou classes especiais estabelecidas de acordo com as características de suas deficiências, entendendo que sua participação em ambientes comuns só seria possível mediante um processo de normalização, até o momento atual que prevê direitos educacionais iguais e equidade educacional. A proposta de educação inclusiva requer uma análise do modelo anterior com vistas a delimitar o papel da escola no processo de desenvolvimento e aprendizagem do aluno com deficiência. Com essa atuação a escola contribuiu para o não desenvolvimento acadêmico dos alunos com deficiência que ficaram alijados dos processos de educação formal e, como era de se esperar, sem atingir a normalização, pois a diferença é uma condição inerente à condição de humano e a aceitação deste valor é um imperativo inquestionável. Diante disto a concepção de educação inclusiva tem se fortalecido no sentido de que a escola tem que abrir um olhar diferenciado para a diversidade, acolhê-la, respeitá-la e valorizá-la como elemento fundamental na constituição de uma sociedade democrática e justa. Essa concepção antecipa que a escola busque caminhos para se re-organizar de forma a atender todos os alunos com ou sem deficiência, cumprindo seu papel social. Tendo a escola inclusiva competência para desenvolver processos de ensino e aprendizagem capazes
  • 3. de oferecer aos alunos com deficiência condições de desenvolvimento acadêmico que os coloque, de forma justa em condições de acessarem oportunidades iguais no mercado de trabalho. 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A questão da educação das pessoas surdas é um tema polêmico e preocupante. Pesquisas que acompanham os sujeitos surdos em seu desempenho escolar, no Brasil e em outras partes do mundo, mostram que após anos de escolarização estes apresentam uma competência para aspectos acadêmicos muito além do desempenho de alunos ouvintes, apesar de suas capacidades cognitivas iniciais serem semelhantes. (Revista Brasileira de Educação especial). Tais dados indicam que pessoas surdas, nessas condições de escolarização, mesmo após vários anos, apresentam dificuldades em relação à aquisição de conhecimentos de maneira geral, e no uso da linguagem escrita, especialmente. Por volta de 1990, difundiu-se com força em todo o mundo a política educacional de inclusão dos sujeitos com necessidades educativas especiais, buscando maior respeito e socialização efetiva destes grupos e a comunidade surda foi atingida por esse movimento. Houve um incentivo muito grande para práticas de inclusão de pessoas surdas em escolas regulares de ouvintes e desprestigio considerável dos programas de educação especial. Nesse cenário, muitas têm sido as formas de se realizar tal inclusão, todavia, parte significativa dos alunos surdos tem sido submetida a uma escolarização pouco responsável. Desde cedo a criança ouvinte tem a oportunidade de conviver com a língua utilizada por sua família já a criança surda, em geral, não têm a possibilidade desse aprendizado, já que na maioria das vezes não têm acesso a língua utilizada por seus pais (ouvintes). Tais crianças permanecem no ambiente familiar apreendendo coisas do mundo e da linguagem de forma fragmentada e incompleta justamente por sua dificuldade de acesso à língua a qual esta sendo exposta. Por volta de 1960 e 1970 surgiu uma nova filosofia educacional para os surdos chamada de Comunicação Total e os surdos pouco a pouco começam a usar a língua de sinais. Por isso é importante destacar a necessidade de que o
  • 4. surdo adquira o mais rápido possível uma língua de forma plena, que é a Língua de Sinais, considerada a língua natural dos surdos, e, como segunda língua, aquela utilizada por seus pais. A Língua Brasileira de Sinais (Libras) por suas características viso- gestuais é passível de ser adquirida pela criança surda sem dificuldades, sem que sejam necessários programas de treinamento, já que a criança surda em contato com outros surdos usuários de Língua de Sinais aprende mais rápido contendo uma aquisição ampla e eficaz. A Libras só foi oficializada pelo Governo Federal Brasileiro a partir da lei 10.436 de 24 de abril de 2002, entrando em vigor com o Decreto 5.626 de 22 de dezembro de 2006. Contudo os surdos passaram a ter direito de acesso ao conhecimento a partir da sua língua. Considerando a proposta de educação inclusiva opção brasileira referendada em suas políticas educacionais, entendemos que a re-organização da escola tem que começar na educação infantil por ser esta, conforme prescrito na lei, a primeira etapa da educação. Segundo Mendes (2010, p. 47- 48), Os primeiros anos de vida de uma criança têm sido considerados cada vez mais importantes. Os três primeiros anos, por exemplo, são críticos para o desenvolvimento da inteligência, da personalidade, da linguagem, da socialização, etc. A aceleração do desenvolvimento cerebral durante o primeiro ano de vida é mais rápida e mais extensiva do que qualquer outra etapa da vida, sendo que o tamanho do cérebro praticamente triplica neste período. Entretanto, o desenvolvimento do cérebro é muito mais vulnerável nessa etapa e pode ser afetado por fatores nutricionais, pela qualidade da interação, do cuidado e da estimulação proporcionada à criança. O ambiente da escola de educação infantil deve ser motivador, que estimule e incentive a criação, o brincar, o descobrir, o conhecer, deve ser um local atrativo para a criança. Com isso, Zabalza (1998) ressalta “a importância e necessidade da criação de espaços motivadores e desafiadores para que as crianças percebam no contexto escolar possibilidades de criação e crescimento pessoal”. Os materiais que serão dados aos alunos são os mesmos para todos o que deve ser diferenciados são os recursos didáticos de acordo com as limitações dos alunos com deficiência mais isso não é muito fácil, a falta de
  • 5. surdos adultos usuários de Língua e Sinais e habilitados como professores e equipamentos, materiais e recursos necessários através dos quais, a condição básica para a efetivação dessa integração seja exata. Quando se opta pela inserção do aluno surdo na escola regular, precisa ser feito com muitos cuidados que visem garantir sua possibilidade de acesso aos conhecimentos que estão sendo trabalhados, além do respeito por sua condição linguística.
  • 6. 3.PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE ENSINO 3.1 TEMA E LINHA DE PESQUISA O trabalho que desenvolvi na escola municipal com alunos Surdos incluídos em turma de ensino regular da Educação Infantil vem de encontro com a proposta do desenvolvimento deste projeto de Ensino, também tem por finalidade apontar, considerar e questionar a realidade vivenciada pelos alunos Surdos, inseridos em turmas de ensino regular, assim como abordar o grande desafio da atuação da Sala de Recursos, nesta especificidade da Educação Especial, em promover, divulgar, intermediar, assessorar um trabalho bilíngue (Língua Brasileira de Sinais como a primeira língua e Língua Portuguesa, na modalidade escrita, como segunda língua), aprofundando os questionamentos quanto aos conceitos de integração e inclusão e suas implicações no contexto educacional, cultural e social das relações entre Surdos e Ouvintes. 3.2 JUSTIFICATIVA O primeiro contato com uma pessoa surda costuma causar aquele olhar de diferença, sentimento de pena ou incompreensão. No entanto, após uma pequena aproximação, com estas pessoas, tão parecidos e ao mesmo tempo tão diferentes de nós ouvintes, provocam curiosidade e principalmente respeito. A partir do curso de Libras que feito, mais ainda não conclui descobri um encantamento pelos sinais por estas pessoas que são legais e vivem como nós. E aqui tenho a oportunidade de aprofundar mais no assunto. 3.3 PROBLEMATIZAÇÃO Durante muito tempo a surdez era considerada como uma doença patológica e, portanto as pessoas surdas eram excluídas do meio social. No decorrer dos anos diferentes visões a cerca da pessoa surda foram surgindo, assim como o processo de alfabetização e as metodologias.
  • 7. Considerando que uma educação de qualidade é um direito de todo e qualquer individuo. 3.4 OBJETIVOS Promover uma reflexão sócio-cultural sobre a problemática que envolve a inclusão de alunos Surdos nas escolas regulares da rede pública de educação e analisando a importância de um trabalho Bilíngue na prática pedagógica dos professores que atuam com alunos Surdos em turma de ensino regular nas salas de aula. 3.5CONTEÚDOS O conteúdo a ser trabalhar com as crianças será discriminar a duração e a sucessão temporal (dia, mês e ano), é um assunto muito divertido, prazeroso, pois temos várias maneiras para se trabalhar a disciplina com as crianças ouvintes para que possam interagir com ascrianças os surdas. 3.6 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO Para o desenvolvimento confeccionei um calendário mensal adaptado à educação de surdos, contendo figuras, palavras e sinais correspondentes. Fiz também um cartaz e três fichas com as palavras hoje, ontem e amanhã, representadas por meio de figuras. Coloque-os próximo ao calendário mensal. A cada mês, faça a apresentação do novo calendário, que deverá ser fixado na parede da sala de aula em local visível. Também dá para destacar fatos que ocorrem na escola, datas importantes e aniversariantes do mês. Será utilize o calendário diariamente. Será feito um sorteio de um aluno por dia para localizar e marcar a data atual. A próxima Etapaapós o aluno localizar a data atual no calendário, inicie uma conversa perguntando: Hoje é que dia da semana? Em que mês do ano estamos? Enfatize sempre as palavras hoje, ontem e amanhã em contextos variados referentes a fatos e acontecimentos como: Ontem, dia..., fomos ao passeio, e amanhã iremos assistir ao filme ou ler a história.
  • 8. Após as respostas, o aluno deverá localizar as fichas correspondentes às palavras hoje, ontem e amanhã, e fixar cada uma no cartaz, observando o local correto com seus respectivos sinais. 3.7TEMPO PARA A REALIZAÇÃO DO PROJETO O tempo previsto foi de um mês. 3.8 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS Podemos fazer jogos, como: -Quebra - cabeça; -Jogo da memória; -Teatro com vários temas diferentes, onde colocamos os animais para se comunicar; -Dominó; Mais para este trabalho usaremos Emborrachado tipo E.V.A; velcro; cola quente e pistola de aplicação; cola de contato; calendário contendo palavras, figuras e sinais correspondentes; lápis de cor. Avaliação O calendário trabalhado dessa forma torna esta atividade mais rica e desafiadora, além de promover a aprendizagem dos alunos ouvintes e dos alunos surdos. Quando a criança encontra e marca no calendário o dia correspondente à palavra hoje, também terá que localizá-lo através das cartelas visualizando o sinal, o desenho e a escrita das palavras trabalhadas. O aluno, ao montar o calendário, torna-se mais seguro, bem como pode ganhar autonomia e segurança.
  • 9. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS A inclusão de todas as crianças em sala de aula é um desafio que exige do professor o reconhecimento da diferença, a proposição de novas metodologias de ensino que visem não só os conteúdos, a modificação do currículo de acordo com o desenvolvimento dos alunos, a formação de professores e novas práticas de ensino. Através de nossos estudos podemos perceber que a escola deve buscar pensar sobre sua prática, discutir seu projeto pedagógico e verificar se ele está voltado para diversidade. Essa discussão passa necessariamente pela reflexão sobre os conceitos historicamente construídos acerca dos alunos cristalizados no imaginário social e expressos na prática pedagógica centrada na limitação, nos obstáculos e nas dificuldades, que se encontram, muitas vezes, ainda presentes na escola. As escolas de educação infantil e num modo geral devem buscar oferecer um ensino de qualidade, onde o desenvolvimento da criança aconteça levando-se em consideração a formação de cidadão participativo, crítico e consciente de seu papel na sociedade. Destaca-se a necessidade do comprometimento de funcionários, professores, alunos e família, requerendo, ainda, grande parceria com a sociedade em que se insere nas responsabilidades de suas tarefas. REFERÊNCIAS CARNEIRO, RelmaUrel. Educação Inclusiva na Educação Infantil. Disponível em: <http://periodicos.uesb.br/index.php/praxis/article/view/735>. Acesso em: 03 Out. 2013. GOLDFELD, Marcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectivaSociointeracionista. 2. ed. Rio de Janeiro. 1997. MENDES, E. G. Inclusão marco zero: começando pelas creches. Araraquara, SP: Junqueira & Marin, 2010. ZABALZA, M. A. 1998. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre, Artmed, 288 p.