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TRABALHANDO O FOLCLORE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Adriana Carlos Muniz 1
Rosemary dos Santos Cabreira 2
Erika Karla Barros da Costa 3
EIXO: Prática Pedagógica e sua Relação com a Teoria
CATEGORIA: Comunicação Oral
RESUMO
O presente trabalho visa refletir sobre a necessidade de utilizar de maneira criativa e
sistemática as manifestações folclóricas e de como estas precisam ser mais amplamente
divulgadas e discutidas na educação. Observa-se que a ausência deste conteúdo pode
afastar os estudantes da verdadeira cultura histórica de nosso país. O folclore do Brasil é
tão rico de ensinamentos e traz para cada região do país uma característica única e
diferente. Buscamos fazer um estudo para detectar o grau de conhecimento e
apropriação dos estudantes do primeiro ano do ensino fundamental em relação a estas
manifestações folclóricas. É possível notar que a grande maioria não conhece e nem
utiliza as fabulas, cânticos ou brincadeiras presentes em nosso folclore. Fica claro no
decorrer da pesquisa, que se faz necessário uma revisão da metodologia de ensino
referente a este tema e que só por meio do trabalho sistemático e direcionado, estas
questões poderão ser resgatadas.
Palavras-chave: Folclore, aprendizagem, contos e brincadeiras
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INTRODUÇÃO
O presente trabalho intitulado “ Trabalhando o Folclore na Educação Infantil”,
busca oportunizar às crianças das escolas de Campo Grande o contato e a aprendizagem
lúdica por meio das manifestações folclóricas. Ao trabalharmos o tema folclore com os
estudantes é quase inevitável cair na mesmice, pois as maiorias dos professores
trabalham o assunto da mesma forma, utilizando-se muitas vezes do mesmo repertório
de histórias e demais recursos. Levantar algumas questões, criar questionamentos sobre
alguns assuntos que viraram tendências nas editoras.
Colocar alguns questionamentos em pauta, de, quais foram as nossas
experiências de leitura como futuros pedagogos, e de como apresentar a leitura infantil
para futuros estudantes.
O que nos motivou a escolher este tema foi por estar ligado profundamente às
culturas do nosso país, que é tão rico em historias e lendas, e ao mesmo tempo passa
esquecido quando o tema é abordado.
Segunda a 25° Reunião da Conferência sobre a Salvaguarda do Folclore
ou cultura popular como recomendou a UNESCO, é um congêrie das criações de uma
comunidade, que se baseia em seu legado seja ele individual ou com mais pessoas, isso
mostra qual a sua identidade social.
Segundo Trindade (2008) discussões feitas em estudos culturais abrangem
vários ambientes: escola, literatura e família, por exemplo, observar a pratica de
alfabetizar e letrar.
Ensinar à criança a sua cultura coletiva ou individualmente e mostrar para ela sua
identidade cultural e social, faz com que faça parte de uma expressão de arte muito
maior. Várias teses já foram feitas sobre o tema nos livros ela é tratada de forma rica,
mas no ambiente escolar desagregado da realidade.
Sendo assim no dia 22 de agosto, colocam-se os estudantes para fazer pesquisas
eventuais sem orientação e assim pesquisam por culturas de outros países deixando de
lado a nossa. Claro dada à devida proporção e salvando-se algumas escolas.
Logo temos por meta pesquisar quanto é dado de valor à cultura popular na
escola e então alavancar ações para constituir o ordenamento do profissional da educaç
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OBJETIVOS GERAIS
Difundir o conceito de folclore, e oportunizar aos estudantes o contato com diferentes
manifestações folclóricas da sua região e país.
OBJETIVOS ESPECIFICOS
Verificar se as crianças identificam manifestações folclóricas em diversas áreas
da cultura: artesanato, literatura, música, dança e brinquedos.
Constatar a possibilidade de ensinar o folclore à criança, por meio de
brincadeiras ,musicas, tornando o aprendizado mais prazeroso, despertandndo o
interesse dos estudantes.
Acelerar o processo da aquisição do saber de diversas formas. Ensinando a
criança e estimulando-a a passar o que aprendeu a família, e aos amigos.
Oportunizar as crianças a participar de atividades lúdicas por meio de cantigas,
lendas e parlendas.
Observando por meio deste estudo o desenvolvimento da criança em sua fase de
aprendizado.
Faz-se de fundamental importância que haja o contato e convivência como
outras pessoas e culturas diferentes.
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METODOLOGIA
A forma de se trabalhar o folclore nas escolas é dando uma ênfase maior na
ludicidade, aplicando brincadeiras para que o interesse do estudante suscite a vontade
de aprender mais sobre o conteúdo.
Durante a brincadeira a criança transforma os conhecimentos adquiridos,
interage com eles e extrai elementos essenciais para a situação a que se encontra.
As brincadeiras, contos, lendas e jogos passados para as crianças trás a
oportunidade de produzir conhecimentos, dando liberdade para que a criança se
expresse e socialize fazendo com que o aprendizado se torne mais eficaz.
Todavia os estudantes em seus primeiros anos escolares, não estão alfabetizados,
pois não estão ainda preparados psicologicamente para total entendimento do ensino.
De acordo com Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. (1998,
p.63), a educação infantil tem o objetivo de levar as crianças modelar competências
como, por exemplo:
[...] Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma
cada vez mais independente, com confiança em suas
capacidades e percepção de suas limitações.
Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas
potencialidades e seus limites, Estabelecer e ampliar cada
vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular
seus interesses e pontos de vista comos demais, respeitando a
diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração
Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando
atitudes de interesse,respeito e participação frente a elas e
valorizando a diversidade [...]
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Para iniciar a experiência para um estudo detalhado do conhecimento do folclore
realizamos o estudo em duas escolas de ensino fundamental, sendo uma escola pública e
outra escola privada.
Objetivo era descobrir o grau de conhecimento dos educandos sobre a matéria a
ser estuda.
Assim, o estudo foi realizado da seguinte forma:
Foram apresentados aos estudantes os contos e lendas folclóricas (Saci Pererê,
Mula sem cabeça, entre outros), cantigas (Atirei o pau no gato, Corre Cotia), e
brincadeiras (Pega-pega e pula corda).
Contamos as historias do folclore mais conhecidos para analisar o conhecimento
dos estudantes, e instigar a fascinação para com os personagens.
Cantamos as cantigas como forma de avaliar a interação e a relação com as
brincadeiras geralmente relacionadas às canções.
Foram realizadas as brincadeiras antigas para saber se os estudantes tinham
ciência delas.
Foram reservados os períodos da aula de história e educação física que foi em
torno de uma hora e quarenta minutos, sendo que quarenta minutos foram destinados a
contar histórias, e vinte minutos com os cânticos e quarenta minutos realizando
brincadeiras específicas.
As observações do estudo foram anotas em uma agenda com todas as
informações que foram propostas a estudar.
Foram observadas no total 52 crianças da primeira série do ensino fundamental,
sendo que na escola pública tinham 30 crianças, e na escola privada 22 crianças, com
faixa etária entre 06 a 07 anos de idade.
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RESULTADOS E DISCUSSÃO DA APLICAÇÃO EMPREGADA
A escolha da metodologia do ensino do folclore nas escolas enfatizando o lúdico
como direcionador deu-se pelo fato de que ensinar através de brincadeiras desperta o
interesse do estudante promovendo o interesse de duas capacidades intelectuais e
motoras de forma mais enérgica.
Segundo a Constituição de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (Lei 9394/96), o Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) e a proposta de
educação infantil elaborado pelo Ministério da educação, a educação infantil é a
primeira fase da educação básica, tendo como objetivo desenvolver integralmente a
criança entre zero e cinco anos, tanto física, psicológica, social como culturalmente
complementando, assim, as ações da família e da comunidade. Para isso, é necessário
percebe - lá como sujeito histórica e culturalmente, ou seja, dando-lhe a oportunidade de
desenvolver sua autonomia e respeitado o seu tempo.
Durante a brincadeira a criança transforma os conhecimentos adquiridos,
interage com eles e extrai elementos essenciais para a situação a que se encontra.
As brincadeiras, contos e lendas jogos passados para as crianças traz a
oportunidade de produzir transferir conhecimentos, dando liberdade para que a criança
se expresse e socialize fazendo com que o aprendizado se torne mais eficaz.
O modelo de aula utilizado para aplicar o conteúdo às crianças foi de modo
surpreendente para elas. Ao ver a dinâmica diferente da aula que ocorre habitualmente
viu-se um interesse pelo folclore, pelas cantigas, e principalmente pelas brincadeiras.
Com os dados compilados podemos extrair os seguintes resultados:
81% das crianças (42) não sabiam que as histórias são do folclore brasileiro;
64% das crianças (33) não sabiam das existências dessas musicas;
31% das crianças (16) não sabiam das brincadeiras;
94% das crianças (48) gostaram das histórias contadas;
89% das crianças (46) gostaram dos cânticos;
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96% das crianças (50) gostaram das brincadeiras;
70% das crianças (36) querem saber mais sobre o folclore;
70% das crianças (36) querem saber mais sobre os cânticos;
90% das crianças (47) querem saber mais das brincadeiras;
94% das crianças (48) gostaram da aula;
Não foi necessário fazer a separação das porcentagens entre escolas públicas e
privadas, pois os resultados foram de semelhantes, e também entre os sexos.
O resultado da pesquisa comprova que o conteúdo da aula sobre folclore se for
bem desenvolvido e planejado, e com uma abordagem diferenciada é possível que os
estudantes aprendam com mais eficiência e tem um maior interesse de participar da
aula.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pudemos observar durante o estágio o quanto é importante falar sobre folclore, a
professora foi bem dinâmica no tema.
O fator principal de identificação de um povo torna-se substancial praticar
pedagogia nas escolas.
Com a riqueza do folclore brasileiro para se trabalhar como: provérbios,
artesanatos, trava-língua, remédios caseiros, superstições entre outros que, precisam ser
passadas para as futuras gerações.
Histórias foram à forma mais interessante que as pessoas encontraram para
passar as gerações futuras, seus contos realistas narrados.
Isso se liga diretamente a imaginação infantil isso cria nos pequenos o gosto
pela literatura, aumentando seu vocabulário, e enriquecendo-o culturalmente.
Desenvolvendo o consciente e o subconsciente infantil.
Com isso fazer que exista uma reformulação na maneira que passamos o
entendimento sobre folclore para os pequeninos, e respeitando sua faixa etária.
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Ao finalizara esse trabalho podemos destacar que o folclore são imagens de
histórias de varias regiões do Brasil, e possui grande significância para as crianças no
que diz respeito a sua interação social para o desenvolvimento cognitivo e para a
transmissão de valores.
Por isso creio que as histórias folclóricas colaboram de forma positiva para um
melhor conhecimento e facilidade de alfabetização do estudante. Pois ao utilizar esses
métodos não é necessário dinheiro, apenas imaginação e boa vontade.
Diante disso, o professor deve saber se colocar em segundo plano deixando a
criança encontrar outras formas e possibilidades para um mesmo exercício e somente
intervir quando surgir alguma duvida no grupo de crianças
Logo minha pesquisa teve o objetivo de entender um pouco mais sobre as
cantigas, histórias do nosso folclore, para colaborar com a educação infantil, fazendo
dela eficiente, inclusiva e participativa, e cumprindo a tarefa de desenvolver um
individuo em formação.
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REFERÊNCIAS
BRASÍLIA. Secretaria de Educação Fundamental. Ministério da Educação e do
Desporto. REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO
INFANTIL: FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL. 2. ed. Brasília: Cdu, 1998.
REDES MODERNA (Brasil). Monteiro Lobato: o escritor da infância.
2012. Disponível em: http://pnld.moderna.com.br/2012/04/18/monteiro-
lobato-o-escritor-da-infancia/. Acesso em: 02/04/2016

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TRABALHANDO O FOLCLORE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • 1. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com TRABALHANDO O FOLCLORE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Adriana Carlos Muniz 1 Rosemary dos Santos Cabreira 2 Erika Karla Barros da Costa 3 EIXO: Prática Pedagógica e sua Relação com a Teoria CATEGORIA: Comunicação Oral RESUMO O presente trabalho visa refletir sobre a necessidade de utilizar de maneira criativa e sistemática as manifestações folclóricas e de como estas precisam ser mais amplamente divulgadas e discutidas na educação. Observa-se que a ausência deste conteúdo pode afastar os estudantes da verdadeira cultura histórica de nosso país. O folclore do Brasil é tão rico de ensinamentos e traz para cada região do país uma característica única e diferente. Buscamos fazer um estudo para detectar o grau de conhecimento e apropriação dos estudantes do primeiro ano do ensino fundamental em relação a estas manifestações folclóricas. É possível notar que a grande maioria não conhece e nem utiliza as fabulas, cânticos ou brincadeiras presentes em nosso folclore. Fica claro no decorrer da pesquisa, que se faz necessário uma revisão da metodologia de ensino referente a este tema e que só por meio do trabalho sistemático e direcionado, estas questões poderão ser resgatadas. Palavras-chave: Folclore, aprendizagem, contos e brincadeiras
  • 2. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com INTRODUÇÃO O presente trabalho intitulado “ Trabalhando o Folclore na Educação Infantil”, busca oportunizar às crianças das escolas de Campo Grande o contato e a aprendizagem lúdica por meio das manifestações folclóricas. Ao trabalharmos o tema folclore com os estudantes é quase inevitável cair na mesmice, pois as maiorias dos professores trabalham o assunto da mesma forma, utilizando-se muitas vezes do mesmo repertório de histórias e demais recursos. Levantar algumas questões, criar questionamentos sobre alguns assuntos que viraram tendências nas editoras. Colocar alguns questionamentos em pauta, de, quais foram as nossas experiências de leitura como futuros pedagogos, e de como apresentar a leitura infantil para futuros estudantes. O que nos motivou a escolher este tema foi por estar ligado profundamente às culturas do nosso país, que é tão rico em historias e lendas, e ao mesmo tempo passa esquecido quando o tema é abordado. Segunda a 25° Reunião da Conferência sobre a Salvaguarda do Folclore ou cultura popular como recomendou a UNESCO, é um congêrie das criações de uma comunidade, que se baseia em seu legado seja ele individual ou com mais pessoas, isso mostra qual a sua identidade social. Segundo Trindade (2008) discussões feitas em estudos culturais abrangem vários ambientes: escola, literatura e família, por exemplo, observar a pratica de alfabetizar e letrar. Ensinar à criança a sua cultura coletiva ou individualmente e mostrar para ela sua identidade cultural e social, faz com que faça parte de uma expressão de arte muito maior. Várias teses já foram feitas sobre o tema nos livros ela é tratada de forma rica, mas no ambiente escolar desagregado da realidade. Sendo assim no dia 22 de agosto, colocam-se os estudantes para fazer pesquisas eventuais sem orientação e assim pesquisam por culturas de outros países deixando de lado a nossa. Claro dada à devida proporção e salvando-se algumas escolas. Logo temos por meta pesquisar quanto é dado de valor à cultura popular na escola e então alavancar ações para constituir o ordenamento do profissional da educaç
  • 3. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com OBJETIVOS GERAIS Difundir o conceito de folclore, e oportunizar aos estudantes o contato com diferentes manifestações folclóricas da sua região e país. OBJETIVOS ESPECIFICOS Verificar se as crianças identificam manifestações folclóricas em diversas áreas da cultura: artesanato, literatura, música, dança e brinquedos. Constatar a possibilidade de ensinar o folclore à criança, por meio de brincadeiras ,musicas, tornando o aprendizado mais prazeroso, despertandndo o interesse dos estudantes. Acelerar o processo da aquisição do saber de diversas formas. Ensinando a criança e estimulando-a a passar o que aprendeu a família, e aos amigos. Oportunizar as crianças a participar de atividades lúdicas por meio de cantigas, lendas e parlendas. Observando por meio deste estudo o desenvolvimento da criança em sua fase de aprendizado. Faz-se de fundamental importância que haja o contato e convivência como outras pessoas e culturas diferentes.
  • 4. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com METODOLOGIA A forma de se trabalhar o folclore nas escolas é dando uma ênfase maior na ludicidade, aplicando brincadeiras para que o interesse do estudante suscite a vontade de aprender mais sobre o conteúdo. Durante a brincadeira a criança transforma os conhecimentos adquiridos, interage com eles e extrai elementos essenciais para a situação a que se encontra. As brincadeiras, contos, lendas e jogos passados para as crianças trás a oportunidade de produzir conhecimentos, dando liberdade para que a criança se expresse e socialize fazendo com que o aprendizado se torne mais eficaz. Todavia os estudantes em seus primeiros anos escolares, não estão alfabetizados, pois não estão ainda preparados psicologicamente para total entendimento do ensino. De acordo com Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. (1998, p.63), a educação infantil tem o objetivo de levar as crianças modelar competências como, por exemplo: [...] Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações. Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista comos demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse,respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade [...]
  • 5. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com Para iniciar a experiência para um estudo detalhado do conhecimento do folclore realizamos o estudo em duas escolas de ensino fundamental, sendo uma escola pública e outra escola privada. Objetivo era descobrir o grau de conhecimento dos educandos sobre a matéria a ser estuda. Assim, o estudo foi realizado da seguinte forma: Foram apresentados aos estudantes os contos e lendas folclóricas (Saci Pererê, Mula sem cabeça, entre outros), cantigas (Atirei o pau no gato, Corre Cotia), e brincadeiras (Pega-pega e pula corda). Contamos as historias do folclore mais conhecidos para analisar o conhecimento dos estudantes, e instigar a fascinação para com os personagens. Cantamos as cantigas como forma de avaliar a interação e a relação com as brincadeiras geralmente relacionadas às canções. Foram realizadas as brincadeiras antigas para saber se os estudantes tinham ciência delas. Foram reservados os períodos da aula de história e educação física que foi em torno de uma hora e quarenta minutos, sendo que quarenta minutos foram destinados a contar histórias, e vinte minutos com os cânticos e quarenta minutos realizando brincadeiras específicas. As observações do estudo foram anotas em uma agenda com todas as informações que foram propostas a estudar. Foram observadas no total 52 crianças da primeira série do ensino fundamental, sendo que na escola pública tinham 30 crianças, e na escola privada 22 crianças, com faixa etária entre 06 a 07 anos de idade.
  • 6. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com RESULTADOS E DISCUSSÃO DA APLICAÇÃO EMPREGADA A escolha da metodologia do ensino do folclore nas escolas enfatizando o lúdico como direcionador deu-se pelo fato de que ensinar através de brincadeiras desperta o interesse do estudante promovendo o interesse de duas capacidades intelectuais e motoras de forma mais enérgica. Segundo a Constituição de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), o Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) e a proposta de educação infantil elaborado pelo Ministério da educação, a educação infantil é a primeira fase da educação básica, tendo como objetivo desenvolver integralmente a criança entre zero e cinco anos, tanto física, psicológica, social como culturalmente complementando, assim, as ações da família e da comunidade. Para isso, é necessário percebe - lá como sujeito histórica e culturalmente, ou seja, dando-lhe a oportunidade de desenvolver sua autonomia e respeitado o seu tempo. Durante a brincadeira a criança transforma os conhecimentos adquiridos, interage com eles e extrai elementos essenciais para a situação a que se encontra. As brincadeiras, contos e lendas jogos passados para as crianças traz a oportunidade de produzir transferir conhecimentos, dando liberdade para que a criança se expresse e socialize fazendo com que o aprendizado se torne mais eficaz. O modelo de aula utilizado para aplicar o conteúdo às crianças foi de modo surpreendente para elas. Ao ver a dinâmica diferente da aula que ocorre habitualmente viu-se um interesse pelo folclore, pelas cantigas, e principalmente pelas brincadeiras. Com os dados compilados podemos extrair os seguintes resultados: 81% das crianças (42) não sabiam que as histórias são do folclore brasileiro; 64% das crianças (33) não sabiam das existências dessas musicas; 31% das crianças (16) não sabiam das brincadeiras; 94% das crianças (48) gostaram das histórias contadas; 89% das crianças (46) gostaram dos cânticos;
  • 7. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com 96% das crianças (50) gostaram das brincadeiras; 70% das crianças (36) querem saber mais sobre o folclore; 70% das crianças (36) querem saber mais sobre os cânticos; 90% das crianças (47) querem saber mais das brincadeiras; 94% das crianças (48) gostaram da aula; Não foi necessário fazer a separação das porcentagens entre escolas públicas e privadas, pois os resultados foram de semelhantes, e também entre os sexos. O resultado da pesquisa comprova que o conteúdo da aula sobre folclore se for bem desenvolvido e planejado, e com uma abordagem diferenciada é possível que os estudantes aprendam com mais eficiência e tem um maior interesse de participar da aula. CONSIDERAÇÕES FINAIS Pudemos observar durante o estágio o quanto é importante falar sobre folclore, a professora foi bem dinâmica no tema. O fator principal de identificação de um povo torna-se substancial praticar pedagogia nas escolas. Com a riqueza do folclore brasileiro para se trabalhar como: provérbios, artesanatos, trava-língua, remédios caseiros, superstições entre outros que, precisam ser passadas para as futuras gerações. Histórias foram à forma mais interessante que as pessoas encontraram para passar as gerações futuras, seus contos realistas narrados. Isso se liga diretamente a imaginação infantil isso cria nos pequenos o gosto pela literatura, aumentando seu vocabulário, e enriquecendo-o culturalmente. Desenvolvendo o consciente e o subconsciente infantil. Com isso fazer que exista uma reformulação na maneira que passamos o entendimento sobre folclore para os pequeninos, e respeitando sua faixa etária.
  • 8. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com Ao finalizara esse trabalho podemos destacar que o folclore são imagens de histórias de varias regiões do Brasil, e possui grande significância para as crianças no que diz respeito a sua interação social para o desenvolvimento cognitivo e para a transmissão de valores. Por isso creio que as histórias folclóricas colaboram de forma positiva para um melhor conhecimento e facilidade de alfabetização do estudante. Pois ao utilizar esses métodos não é necessário dinheiro, apenas imaginação e boa vontade. Diante disso, o professor deve saber se colocar em segundo plano deixando a criança encontrar outras formas e possibilidades para um mesmo exercício e somente intervir quando surgir alguma duvida no grupo de crianças Logo minha pesquisa teve o objetivo de entender um pouco mais sobre as cantigas, histórias do nosso folclore, para colaborar com a educação infantil, fazendo dela eficiente, inclusiva e participativa, e cumprindo a tarefa de desenvolver um individuo em formação.
  • 9. 1. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguera de CampoGrande 2. Acadêmicade Pedagogia–CentroUniversitárioAnhanguerade CampoGrande 3. ProfessoradoCursode Pedagogia – CentroUn iversitárioAnhanguerade Campo Grande – erika.barroscosta@anhanguera.com REFERÊNCIAS BRASÍLIA. Secretaria de Educação Fundamental. Ministério da Educação e do Desporto. REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL. 2. ed. Brasília: Cdu, 1998. REDES MODERNA (Brasil). Monteiro Lobato: o escritor da infância. 2012. Disponível em: http://pnld.moderna.com.br/2012/04/18/monteiro- lobato-o-escritor-da-infancia/. Acesso em: 02/04/2016