SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 52
CINÉTICA QUÍMICA 
ALLAN GOMES 
ANA RAQUEL 
DIANA SANTOS 
EMANOELY THAIUSKA 
GUILHERME ARRUDA 
JACQUELINE MARIA 
JAINE OLIVEIRA 
JEISIANE BENEDITO 
JOSÉ DANILO 
KAIQUE DIAS 
MARIA IDELITE 
RAYLA KELLY
Cinética química 
 Nível macroscópico; 
 Nível particulado;
Velocidades das reações químicas 
 Instantânea; 
 Fermentação; 
 Simples; 
A B
Determinação da velocidade media de uma 
reação 
 T = (tfinal – tinicial) 
 [ ] = [final] – [inicial]
NATUREZA DOS REAGENTES 
CONTATO ENTRE OS REAGENTES 
COLISÕES FAVORÁVEIS 
ENERGIA DE ATIVAÇÃO
o Natureza dos reagentes - Substâncias diferentes podem ou não reagir. Quando 
uma reação ocorre é porque temos uma “afinidade” entre os reagentes.
o Contato entre os reagentes - Essa é uma condição mais evidente para a 
ocorrência de uma reação. O contato entre os reagentes permite que ocorram 
interações entre os mesmos,originando os produtos. 
ÁCIDOS E BASES 
o Colisões favoráveis – a colisão deve ocorrer em uma posição geométrica 
favorável à formação do respectivo complexo ativado.
o Colisão efetiva
o Complexo ativado – é o intermediário (estado de transição) formado entre 
reagentes e produtos, em cuja estrutura existem ligações enfraquecidas (nos 
reagentes) e formação de novas ligações (nos produtos).
o Energia de ativação – é a quantidade mínima de energia necessária para 
iniciar uma reação química.
- Reação Exotérmica (ΔH < 0) 
- Reação Endotérmica (ΔH > 0)
APLICAÇÕES NO COTIDIANO 
 Porque o sal e o açúcar são utilizado como 
conservante? 
 Como ascender uma fogueira mais rápido e com 
um bom sucesso? 
 Como acelerar a secagem de uma tinta?
Condições de reação e velocidade 
 Para que uma reação química ocorra, as moléculas dos 
reagentes devem se aproximar, de modo que os átomos 
passam a ser trocados ou rearranjados.
Condições de reação e velocidade 
 Concentrações dos reagentes: O Alka-Seltzer contém 
NaHCO3 e ácido cítrico. Quando um comprimido é 
colocado em água, esses compostos reagem para forma o 
CO2; 
 Temperatura: Cozinhar envolve reações químicas. Uma 
temperatura mais alta resulta em cozimento mais rápido; 
 Catalizadores: São substâncias que aceleram as reações 
químicas, mas que não se transformam.
Efeito da concentração na velocidade 
de reação 
 Ao se estudar a cinética, um objetivo é determinar como as 
concentrações dos reagentes afetam a velocidade da reação; 
 Diferentes relações entre a velocidade da reação e a 
concentração dos reagentes são encontradas em outras reações. 
Por exemplo, a velocidade da reação poderia ser independente 
da concentração, ou a velocidade pode depender da 
concentração de algum reagente elevada a alguma potência.
Equações de Velocidade 
 É importante reconhecer que os expoentes M e N 
não são necessariamente os coeficientes 
estequiométrico da equação . 
 Velocidade= k[A]m[B] n 
 Se um catalisador está presente na solução , sua 
concentração pode também ser incluída na 
equação de velocidade.
Ordem de uma reação 
 É a soma dos expoentes de todos os termos de 
concentração. 
 2 N2O5 4 NO2 + O2 
 Velocidade = k[N2O5] 
 Se a reação é de primeira ordem com a relação a 
N2O5 e se a concentração for dobrada a velocidade 
da concentração dobrará.
VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA 
 A velocidade de uma reação química será 
diretamente proporcional ao produto da molaridade 
dos seus reagentes elevada a expoentes 
determinados experimentalmente.
VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA 
REAÇÂO 
aA + bB → cC + dD 
V = K.[A]p.[B]q 
p e q são determinados experimentalmente 
K--> constante de velocidade de reação 
p --> ordem da reação em relação a A 
q --> ordem da reação em relação a B 
p + q --> ordem global da reação
VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA 
REAÇÃO ELEMENTAR 
 É aquela que ocorre 
numa única etapa. 
aA + bB → produtos 
 Os expoentes da 
concentração dos 
reagentes na equação da 
velocidade são os 
próprios coeficientes dos 
reagentes na equação 
balanceada. 
V = K.[A]a.[B]b
VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA 
REAÇÃO NÃO 
ELEMENTAR 
 A reação é não elementar 
quando ocorre em varias 
etapas. O mecanismo 
de reação é o conjunto 
das etapas de uma 
reação. A etapa lenta é 
a que determina a 
velocidade da reação. 
X2 + Y2 2XY etapa 
lenta 
2XY + X2 2X3Y etapa 
rápida 
2X2 + Y2 2X3Y reação 
global 
V = K.[A].[B]
EXEMPLO 
2H2(g) + 2NO(g) N2(g) + 2H2O(g) 
[H2] (mol/L) [NO] (mol/L) Velocidade inicial 
(mol/L.h) 
1x10-3 dobrou 1x10-3 
constante 
3x10-5 dobrou 
2x10-3 constante 1x10-3 dobrou 6x10-5 quadruplicou 
2x10-3 2x10-3 24x10-5
 Para a citada equação 
podemos chegar a 
seguinte Lei de 
Velocidade 
V = K.[H2].[NO]2 
 A rapidez da reação entre 
o H2 e o NO, a 
temperatura constante, é 
diretamente 
proporcional à primeira 
potência da 
concentração, em mol/L, 
do H2 e ao quadrado da 
concentração, em mol/L 
do NO
CONSTANTE DE VELOCIDADE 
Constante de Velocidade (K) 
depende 
Reação Temperatura
CONSTANTE DE VELOCIDADE 
2H2(g) + 2NO(g) N2(g) + 2H2O(g) 
[H2] (mol/L) [NO] (mol/L) Velocidade inicial 
K = V K = 3x10-5 K = 3x104 
[H2].[NO]2 [1x10-3].[1x10-3]2 
(mol/L.h) 
1x10-3 1x10-3 3x10-5 
2x10-3 1x10-3 6x10-5 
2x10-3 2x10-3 24x10-5
Relação de Concentração 
 Reação de Primeira Ordem 
- É aquela na qual a velocidade é diretamente 
proporcional à concentração do reagente.
Relações de Concentração 
 Reação de Segunda Ordem 
- É aquela onde há uma dependência da velocidade 
com o quadrado da concentração do reagente.
Relação de Concentração 
 Reação de Ordem Zero 
- É a reação em que a velocidade da reação é 
constante, independente da concentração do 
reagente.
Relação de Concentração
Uma visão particulada das 
velocidades de reação 
A OBSERVAÇÃO DE COMO AS 
REAÇÕES OCORREM NO NÍVEL 
ATÔMICO E NO MOLECULAR 
FORNECE UMA VISÃO DAS VÁRIAS 
INFLUÊNCIAS SOBRE AS 
VELOCIDADES DAS REAÇÕES.
 Sabemos que a grande diferença nas velocidades de reações relaciona-se 
com os compostos específicos envolvidos: 
 Reações muito rápidas; 
 Reações lentas; 
 Para uma reação específica, alguns fatores influenciam a 
velocidade, como a concentração dos reagentes, a temperatura do 
sistema racional e a presença de catalisadores.
Concentração, Velocidade de reação e Teoria das 
colisões 
 Considere a reação em fase gasosa entre o óxido nítrico e ozônio: 
NO(g) + O3 NO2(g) + O2(g) 
A lei da velocidade para esta reação produto-favorecido é de primeira 
ordem em relação a cada reagente, isto é, velocidade = k[NO][O3]. Como 
essa reação pode ser lei da velocidade?
 Para que esta ou qualquer outra reação ocorra, a teoria das 
colisões de velocidades de reações afirme que três 
circunstância devem ser satisfeitas: 
1. As moléculas que reagem devem colidir umas com as 
outras. 
2. As moléculas que reagem devem colidir com energia 
suficiente. 
3. As moléculas devem colidir com uma orientação que possa 
levar ao rearranjo dos átomos.
Temperatura, Velocidade de reação e Energia de 
ativação 
Em um laboratório ou na indústria química, as reações 
químicas são freqüentemente realizadas a temperaturas elevadas 
para fazer com que a reação ocorra rapidamente. 
Uma discussão do efeito da temperatura na velocidade da 
reação começa com a distribuição das energias entre as moléculas 
em uma amostra de um líquido ou gás.
www.brasilescola.com
Energia de Ativação 
 As moléculas necessitam de uma energia mínima para que possam 
reagir. Os químicos vêem isso como uma barreira da energia que 
deve ser superada pelos reagentes para que uma reação ocorra. 
A energia necessária para superar a barreira é chamada de energia 
de ativação, Ea. 
 Se a barreira for baixa; 
 Se a barreira for elevada;
Efeito de Catalisadores sobre a Velocidade 
de Reação 
• SE A REAÇÃO FOR REVERSÍVEL, A 
REAÇÃO INVERSA TAMBÉM SERÁ 
ACELERADA; 
• O CATALISADOR NÃO ALTERA A 
VARIAÇÃO DE ENTALPIA;
 Nas industrias químicas, os catalisadores são muito utilizados 
para acelerar as reações, deixando o processo mais barato; 
 A catálise pode ser: 
 Catálise Homogênea; 
 Catálise Heterogênea;
 Os catalisadores mais comuns são: 
 Metais: Co, Ni, Pt, Pd; 
 Ácidos: H2SO4; 
 Óxidos Metálicos: Al2O3, Fe2O3; 
 Bases: NaOH; 
 Enzimas: Lipase, suco gástrico;
 Toda reação química possui uma energia de ativação (Ea); 
 Complexo ativado: estado intermediário formado entre os 
reagentes e os produtos;
 Equação Genérica: 
A + B → AB 
 1ª etapa – Lenta, pois há a formação do complexo ativado. Essa é a 
etapa determinante da reação: 
A + C → AC 
Complexo 
ativado 
 2ª etapa – Rápida: 
 AC + B → AB + C 
 Observe que a soma das duas etapas é exatamente igual à reação 
genérica, o que significa que o catalisador não participa como um 
produto da reação, sendo regenerado no final;
 A ação do catalisador sobre a energia de ativação (Ea) pode ser 
vista pelo gráfico a seguir:
Mecanismos de Reação 
Sequências de etapas de formação e de quebra das 
ligações que ocorrem durante a conversão dos 
reagentes aos produtos. 
A maioria das reações ocorre em 
um conjunto de etapas.
Mecanismos de Reação 
Por exemplo o óxido nítrico e o ozônio reagem em uma 
reação de uma etapa, ocorre em consequência de uma 
colisão entre as moléculas do reagentes:
Mecanismos de Reação 
 Um mecanismo que ocorra em uma série de 
etapas, cada uma delas envolvendo apenas uma ou 
duas etapas.
Molecularidade de Etapas 
Elementares 
 Molecularidade; 
 A classificação das etapas elementares; 
 São denominadas como: Unimolecular, Bimolecular 
e Termolecular.
Por exemplo, um mecanismo de duas etapas foi 
proposto para a decomposição do ozônio na 
atmosfera:
Mecanismo de Reação e Equações de Velocidade 
Lei Cinética: aA + bB  cC + dD 
V = K. [A]m [B]n  Calculados Experimentalmente 
Ex: NO2 + CO  NO + CO2 
Lenta - > 1º 2NO2 
 NO3 + NO Reações 
Rápida - > 2º NO3 + CO  NO2 + CO2 Elementares 
NO2 + CO  NO + CO2 
V = K. [NO2]2
Mecanismo de Reação e Equações de Velocidade 
Energia 
Mais Lenta 
EAT 1 EAT 2 
Mais Rápida 
NO3+NO+CO 
NO2 + CO 
NO2 + CO2 
CR
REFERÊNCIAS 
 Kotz, John C. ; Treichel Jr., Paul M. Química Geral e reações químicas ; São 
Paulo. Thompson Learning. 2007. 
 Nóbrega, Olímpio Salgado; Silva, Eduardo Roberto; Silva, Ruth Hashimoto. Química, 
volume único. 1º ed. São Paulo. Ática, 2005. 
 http://www.brasilescola.com/quimica/cinetica-quimica.htm 
 http://www.infoescola.com/quimica/cinetica/ 
 http://www.soq.com.br/conteudos/em/cineticaquimica/ 
 http://www.iq.ufrgs.br/ead/fisicoquimica/cineticaquimica/cinetica_quimica_introdu 
cao.html 
 https://www.ufpe.br/cap/images/quimica/ 
 http://www.pontociencia.org.br/
CINÉTICA QUÍMICA 
ALLAN GOMES 
ANA RAQUEL 
DIANA SANTOS 
EMANOELY THAIUSKA 
GUILHERME ARRUDA 
JACQUELINE MARIA 
JAINE OLIVEIRA 
JEISIANE BENEDITO 
JOSÉ DANILO 
KAIQUE DIAS 
MARIA IDELITE 
RAYLA KELLY

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Termoquimica
TermoquimicaTermoquimica
Termoquimica
 
Equilíbrio químico
Equilíbrio químicoEquilíbrio químico
Equilíbrio químico
 
Eletroquímica: pilha e eletrólise - Prof. Fernando Abreu
Eletroquímica: pilha e eletrólise - Prof. Fernando AbreuEletroquímica: pilha e eletrólise - Prof. Fernando Abreu
Eletroquímica: pilha e eletrólise - Prof. Fernando Abreu
 
Reações orgânicas reação de substituição
Reações orgânicas   reação de substituiçãoReações orgânicas   reação de substituição
Reações orgânicas reação de substituição
 
Estudo dos gases slides
Estudo dos gases   slidesEstudo dos gases   slides
Estudo dos gases slides
 
Isomeria
IsomeriaIsomeria
Isomeria
 
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e BasesAula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
 
Estequiometria
EstequiometriaEstequiometria
Estequiometria
 
Equilibrio Químico - Conteúdo completo
Equilibrio Químico - Conteúdo completoEquilibrio Químico - Conteúdo completo
Equilibrio Químico - Conteúdo completo
 
Aula termoquímica
Aula termoquímicaAula termoquímica
Aula termoquímica
 
Eletroquimica e eletrolise
Eletroquimica e eletroliseEletroquimica e eletrolise
Eletroquimica e eletrolise
 
Aula de equilíbrio quimico
Aula de equilíbrio quimicoAula de equilíbrio quimico
Aula de equilíbrio quimico
 
Cinetica quimica trabalho
Cinetica quimica trabalhoCinetica quimica trabalho
Cinetica quimica trabalho
 
Soluções Químicas
Soluções QuímicasSoluções Químicas
Soluções Químicas
 
Eletroquimica
EletroquimicaEletroquimica
Eletroquimica
 
Termoquímica
TermoquímicaTermoquímica
Termoquímica
 
Termoquímica 2o ano
Termoquímica  2o anoTermoquímica  2o ano
Termoquímica 2o ano
 
Lei de hess
Lei de hessLei de hess
Lei de hess
 
Eletroquimica
EletroquimicaEletroquimica
Eletroquimica
 
Cinética Química
Cinética QuímicaCinética Química
Cinética Química
 

Semelhante a Cinética Química

cinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdf
cinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdfcinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdf
cinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdfMariaCeclia811680
 
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro anoapresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro anoIgorAngel1
 
Cinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptx
Cinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptxCinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptx
Cinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptxMistaelPantojaLeao
 
Cinética e equilíbrio químico
Cinética e equilíbrio químicoCinética e equilíbrio químico
Cinética e equilíbrio químicoMarilena Meira
 
Relatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cineticaRelatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cineticaÍngrede Silva
 
Cinética química professora estela
Cinética química professora estelaCinética química professora estela
Cinética química professora estelaEstela Oliveira
 
Cinética química professora estela
Cinética química professora estelaCinética química professora estela
Cinética química professora estelaEstela Oliveira
 
Resumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICA
Resumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICAResumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICA
Resumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICAcolegioexpansao
 
3a. aula química geral.pptx
3a. aula química geral.pptx3a. aula química geral.pptx
3a. aula química geral.pptxArionZandonaFilho
 
ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...
ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...
ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...PesquisaCampoCampoPe
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética químicaEduardo Lima
 

Semelhante a Cinética Química (20)

Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
cinética quimica
cinética quimicacinética quimica
cinética quimica
 
cinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdf
cinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdfcinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdf
cinticaqumica-141002231720-phpapp. 02.pdf
 
Cinética Química
Cinética QuímicaCinética Química
Cinética Química
 
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro anoapresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
 
Cinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptx
Cinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptxCinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptx
Cinetica Quimica, ENSINO MÉDIO.ppt.pptx
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
Cinética e equilíbrio químico
Cinética e equilíbrio químicoCinética e equilíbrio químico
Cinética e equilíbrio químico
 
Ana nery cinética química
Ana nery   cinética químicaAna nery   cinética química
Ana nery cinética química
 
Relatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cineticaRelatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cinetica
 
Teoria do Equilibrio
Teoria do EquilibrioTeoria do Equilibrio
Teoria do Equilibrio
 
Cinética química professora estela
Cinética química professora estelaCinética química professora estela
Cinética química professora estela
 
Cinética química professora estela
Cinética química professora estelaCinética química professora estela
Cinética química professora estela
 
Apostila de química 2013 3 col 1 bim.
Apostila de química 2013  3 col  1 bim.Apostila de química 2013  3 col  1 bim.
Apostila de química 2013 3 col 1 bim.
 
Resumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICA
Resumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICAResumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICA
Resumo te rico cin-tica qu-mica.QUIMICA
 
cinetica quimica ok.ppt
cinetica quimica ok.pptcinetica quimica ok.ppt
cinetica quimica ok.ppt
 
"Somos Físicos" Reações Quimicas
"Somos Físicos" Reações Quimicas"Somos Físicos" Reações Quimicas
"Somos Físicos" Reações Quimicas
 
3a. aula química geral.pptx
3a. aula química geral.pptx3a. aula química geral.pptx
3a. aula química geral.pptx
 
ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...
ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...
ACFrOgDUJEqAF2_I5uQo9RhDzfWyBNsyYlnnb526svRv16Q4pQA-fSsfEdJdXZ6XR6nbm4c0n5dlq...
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 

Último

TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.HildegardeAngel
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfPPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfAnaGonalves804156
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 

Último (20)

TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdfPPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
PPT _ Módulo 3_Direito Comercial_2023_2024.pdf
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppttreinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 

Cinética Química

  • 1. CINÉTICA QUÍMICA ALLAN GOMES ANA RAQUEL DIANA SANTOS EMANOELY THAIUSKA GUILHERME ARRUDA JACQUELINE MARIA JAINE OLIVEIRA JEISIANE BENEDITO JOSÉ DANILO KAIQUE DIAS MARIA IDELITE RAYLA KELLY
  • 2. Cinética química  Nível macroscópico;  Nível particulado;
  • 3. Velocidades das reações químicas  Instantânea;  Fermentação;  Simples; A B
  • 4. Determinação da velocidade media de uma reação  T = (tfinal – tinicial)  [ ] = [final] – [inicial]
  • 5. NATUREZA DOS REAGENTES CONTATO ENTRE OS REAGENTES COLISÕES FAVORÁVEIS ENERGIA DE ATIVAÇÃO
  • 6. o Natureza dos reagentes - Substâncias diferentes podem ou não reagir. Quando uma reação ocorre é porque temos uma “afinidade” entre os reagentes.
  • 7. o Contato entre os reagentes - Essa é uma condição mais evidente para a ocorrência de uma reação. O contato entre os reagentes permite que ocorram interações entre os mesmos,originando os produtos. ÁCIDOS E BASES o Colisões favoráveis – a colisão deve ocorrer em uma posição geométrica favorável à formação do respectivo complexo ativado.
  • 9. o Complexo ativado – é o intermediário (estado de transição) formado entre reagentes e produtos, em cuja estrutura existem ligações enfraquecidas (nos reagentes) e formação de novas ligações (nos produtos).
  • 10. o Energia de ativação – é a quantidade mínima de energia necessária para iniciar uma reação química.
  • 11. - Reação Exotérmica (ΔH < 0) - Reação Endotérmica (ΔH > 0)
  • 12. APLICAÇÕES NO COTIDIANO  Porque o sal e o açúcar são utilizado como conservante?  Como ascender uma fogueira mais rápido e com um bom sucesso?  Como acelerar a secagem de uma tinta?
  • 13.
  • 14. Condições de reação e velocidade  Para que uma reação química ocorra, as moléculas dos reagentes devem se aproximar, de modo que os átomos passam a ser trocados ou rearranjados.
  • 15. Condições de reação e velocidade  Concentrações dos reagentes: O Alka-Seltzer contém NaHCO3 e ácido cítrico. Quando um comprimido é colocado em água, esses compostos reagem para forma o CO2;  Temperatura: Cozinhar envolve reações químicas. Uma temperatura mais alta resulta em cozimento mais rápido;  Catalizadores: São substâncias que aceleram as reações químicas, mas que não se transformam.
  • 16. Efeito da concentração na velocidade de reação  Ao se estudar a cinética, um objetivo é determinar como as concentrações dos reagentes afetam a velocidade da reação;  Diferentes relações entre a velocidade da reação e a concentração dos reagentes são encontradas em outras reações. Por exemplo, a velocidade da reação poderia ser independente da concentração, ou a velocidade pode depender da concentração de algum reagente elevada a alguma potência.
  • 17. Equações de Velocidade  É importante reconhecer que os expoentes M e N não são necessariamente os coeficientes estequiométrico da equação .  Velocidade= k[A]m[B] n  Se um catalisador está presente na solução , sua concentração pode também ser incluída na equação de velocidade.
  • 18. Ordem de uma reação  É a soma dos expoentes de todos os termos de concentração.  2 N2O5 4 NO2 + O2  Velocidade = k[N2O5]  Se a reação é de primeira ordem com a relação a N2O5 e se a concentração for dobrada a velocidade da concentração dobrará.
  • 19. VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA  A velocidade de uma reação química será diretamente proporcional ao produto da molaridade dos seus reagentes elevada a expoentes determinados experimentalmente.
  • 20. VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA REAÇÂO aA + bB → cC + dD V = K.[A]p.[B]q p e q são determinados experimentalmente K--> constante de velocidade de reação p --> ordem da reação em relação a A q --> ordem da reação em relação a B p + q --> ordem global da reação
  • 21. VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA REAÇÃO ELEMENTAR  É aquela que ocorre numa única etapa. aA + bB → produtos  Os expoentes da concentração dos reagentes na equação da velocidade são os próprios coeficientes dos reagentes na equação balanceada. V = K.[A]a.[B]b
  • 22. VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA REAÇÃO NÃO ELEMENTAR  A reação é não elementar quando ocorre em varias etapas. O mecanismo de reação é o conjunto das etapas de uma reação. A etapa lenta é a que determina a velocidade da reação. X2 + Y2 2XY etapa lenta 2XY + X2 2X3Y etapa rápida 2X2 + Y2 2X3Y reação global V = K.[A].[B]
  • 23. EXEMPLO 2H2(g) + 2NO(g) N2(g) + 2H2O(g) [H2] (mol/L) [NO] (mol/L) Velocidade inicial (mol/L.h) 1x10-3 dobrou 1x10-3 constante 3x10-5 dobrou 2x10-3 constante 1x10-3 dobrou 6x10-5 quadruplicou 2x10-3 2x10-3 24x10-5
  • 24.  Para a citada equação podemos chegar a seguinte Lei de Velocidade V = K.[H2].[NO]2  A rapidez da reação entre o H2 e o NO, a temperatura constante, é diretamente proporcional à primeira potência da concentração, em mol/L, do H2 e ao quadrado da concentração, em mol/L do NO
  • 25. CONSTANTE DE VELOCIDADE Constante de Velocidade (K) depende Reação Temperatura
  • 26. CONSTANTE DE VELOCIDADE 2H2(g) + 2NO(g) N2(g) + 2H2O(g) [H2] (mol/L) [NO] (mol/L) Velocidade inicial K = V K = 3x10-5 K = 3x104 [H2].[NO]2 [1x10-3].[1x10-3]2 (mol/L.h) 1x10-3 1x10-3 3x10-5 2x10-3 1x10-3 6x10-5 2x10-3 2x10-3 24x10-5
  • 27. Relação de Concentração  Reação de Primeira Ordem - É aquela na qual a velocidade é diretamente proporcional à concentração do reagente.
  • 28. Relações de Concentração  Reação de Segunda Ordem - É aquela onde há uma dependência da velocidade com o quadrado da concentração do reagente.
  • 29. Relação de Concentração  Reação de Ordem Zero - É a reação em que a velocidade da reação é constante, independente da concentração do reagente.
  • 31. Uma visão particulada das velocidades de reação A OBSERVAÇÃO DE COMO AS REAÇÕES OCORREM NO NÍVEL ATÔMICO E NO MOLECULAR FORNECE UMA VISÃO DAS VÁRIAS INFLUÊNCIAS SOBRE AS VELOCIDADES DAS REAÇÕES.
  • 32.  Sabemos que a grande diferença nas velocidades de reações relaciona-se com os compostos específicos envolvidos:  Reações muito rápidas;  Reações lentas;  Para uma reação específica, alguns fatores influenciam a velocidade, como a concentração dos reagentes, a temperatura do sistema racional e a presença de catalisadores.
  • 33. Concentração, Velocidade de reação e Teoria das colisões  Considere a reação em fase gasosa entre o óxido nítrico e ozônio: NO(g) + O3 NO2(g) + O2(g) A lei da velocidade para esta reação produto-favorecido é de primeira ordem em relação a cada reagente, isto é, velocidade = k[NO][O3]. Como essa reação pode ser lei da velocidade?
  • 34.  Para que esta ou qualquer outra reação ocorra, a teoria das colisões de velocidades de reações afirme que três circunstância devem ser satisfeitas: 1. As moléculas que reagem devem colidir umas com as outras. 2. As moléculas que reagem devem colidir com energia suficiente. 3. As moléculas devem colidir com uma orientação que possa levar ao rearranjo dos átomos.
  • 35. Temperatura, Velocidade de reação e Energia de ativação Em um laboratório ou na indústria química, as reações químicas são freqüentemente realizadas a temperaturas elevadas para fazer com que a reação ocorra rapidamente. Uma discussão do efeito da temperatura na velocidade da reação começa com a distribuição das energias entre as moléculas em uma amostra de um líquido ou gás.
  • 37. Energia de Ativação  As moléculas necessitam de uma energia mínima para que possam reagir. Os químicos vêem isso como uma barreira da energia que deve ser superada pelos reagentes para que uma reação ocorra. A energia necessária para superar a barreira é chamada de energia de ativação, Ea.  Se a barreira for baixa;  Se a barreira for elevada;
  • 38. Efeito de Catalisadores sobre a Velocidade de Reação • SE A REAÇÃO FOR REVERSÍVEL, A REAÇÃO INVERSA TAMBÉM SERÁ ACELERADA; • O CATALISADOR NÃO ALTERA A VARIAÇÃO DE ENTALPIA;
  • 39.  Nas industrias químicas, os catalisadores são muito utilizados para acelerar as reações, deixando o processo mais barato;  A catálise pode ser:  Catálise Homogênea;  Catálise Heterogênea;
  • 40.  Os catalisadores mais comuns são:  Metais: Co, Ni, Pt, Pd;  Ácidos: H2SO4;  Óxidos Metálicos: Al2O3, Fe2O3;  Bases: NaOH;  Enzimas: Lipase, suco gástrico;
  • 41.  Toda reação química possui uma energia de ativação (Ea);  Complexo ativado: estado intermediário formado entre os reagentes e os produtos;
  • 42.  Equação Genérica: A + B → AB  1ª etapa – Lenta, pois há a formação do complexo ativado. Essa é a etapa determinante da reação: A + C → AC Complexo ativado  2ª etapa – Rápida:  AC + B → AB + C  Observe que a soma das duas etapas é exatamente igual à reação genérica, o que significa que o catalisador não participa como um produto da reação, sendo regenerado no final;
  • 43.  A ação do catalisador sobre a energia de ativação (Ea) pode ser vista pelo gráfico a seguir:
  • 44. Mecanismos de Reação Sequências de etapas de formação e de quebra das ligações que ocorrem durante a conversão dos reagentes aos produtos. A maioria das reações ocorre em um conjunto de etapas.
  • 45. Mecanismos de Reação Por exemplo o óxido nítrico e o ozônio reagem em uma reação de uma etapa, ocorre em consequência de uma colisão entre as moléculas do reagentes:
  • 46. Mecanismos de Reação  Um mecanismo que ocorra em uma série de etapas, cada uma delas envolvendo apenas uma ou duas etapas.
  • 47. Molecularidade de Etapas Elementares  Molecularidade;  A classificação das etapas elementares;  São denominadas como: Unimolecular, Bimolecular e Termolecular.
  • 48. Por exemplo, um mecanismo de duas etapas foi proposto para a decomposição do ozônio na atmosfera:
  • 49. Mecanismo de Reação e Equações de Velocidade Lei Cinética: aA + bB  cC + dD V = K. [A]m [B]n  Calculados Experimentalmente Ex: NO2 + CO  NO + CO2 Lenta - > 1º 2NO2  NO3 + NO Reações Rápida - > 2º NO3 + CO  NO2 + CO2 Elementares NO2 + CO  NO + CO2 V = K. [NO2]2
  • 50. Mecanismo de Reação e Equações de Velocidade Energia Mais Lenta EAT 1 EAT 2 Mais Rápida NO3+NO+CO NO2 + CO NO2 + CO2 CR
  • 51. REFERÊNCIAS  Kotz, John C. ; Treichel Jr., Paul M. Química Geral e reações químicas ; São Paulo. Thompson Learning. 2007.  Nóbrega, Olímpio Salgado; Silva, Eduardo Roberto; Silva, Ruth Hashimoto. Química, volume único. 1º ed. São Paulo. Ática, 2005.  http://www.brasilescola.com/quimica/cinetica-quimica.htm  http://www.infoescola.com/quimica/cinetica/  http://www.soq.com.br/conteudos/em/cineticaquimica/  http://www.iq.ufrgs.br/ead/fisicoquimica/cineticaquimica/cinetica_quimica_introdu cao.html  https://www.ufpe.br/cap/images/quimica/  http://www.pontociencia.org.br/
  • 52. CINÉTICA QUÍMICA ALLAN GOMES ANA RAQUEL DIANA SANTOS EMANOELY THAIUSKA GUILHERME ARRUDA JACQUELINE MARIA JAINE OLIVEIRA JEISIANE BENEDITO JOSÉ DANILO KAIQUE DIAS MARIA IDELITE RAYLA KELLY

Notas do Editor

  1. Nós temos que na lei cinética uma reação onde (ler reação) a sua velocidade é igual (ler equação) onde M e N são calculados experimentalmente, mas porque isso ocorre isso ocorre porque geralmente a reação acontece em duas ou mais etapas e não diretamente como é representada aqui, primeiro (ler 1 reação ) e depois (ler 2 reação), cada uma dessas etapas é denominada reação elementar e em cada reação elementar ocorre choque direto entre as moléculas participantes a gente pode perceber que a soma das duas etapas nos da a equação resultante somando a primeira com a segunda nos temos que 1 no2 da primeira cancela com o no2 da segunda e o no3 da segunda cancela com o no3 da primeira resultando em (ler equação resultante) então nos temos que a velocidade dessa reação é ( ler equação de velocidade) .
  2. É importante lembrar que cada etapa tem sua própria energia de ativação, então representando essa equação química em um gráfico de energia em função do caminho da reação podemos ver que no gráfico a energia de ativação da etapa 1 é maior que a energia de ativação da etapa da 2 portanto a etapa 1 ocorre mais devagar e é chamada de etapa lenta, onde a etapa lenta é aquela que determina a velocidade da equação global, ou seja a velocidade da equação global vai depender da etapa 1 por ela ser mais lenta.