Unidade 06 vigor em sementes

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Unidade 06 vigor em sementes

  1. 1. Vigor de Sementes
  2. 2. Alta qualidade  Sementes de alta qualidade são aquelas que apresentam elevada qualidade. Pureza Sanidade Viabilidade Vigor Pureza física Pureza genética
  3. 3. Vigor Alto vigor baixo vigor Variação na mesma cultivar Variação em cultivares diferentes
  4. 4. Estande - soja
  5. 5. Estande - feijão comum
  6. 6. Fatores que influenciam o vigor • Genótipo • Sanidade • Maturidade da semente • Processo de produção (manejo) • Colheita • Beneficiamento • Condições de Armazenamento
  7. 7. OBJETIVOS DO TESTE DE VIGOR  Detectar ou avaliar diferenças significativas na qualidade fisiológico de lotes;  Distinguir, com segurança, lotes de alto dos de baixo vigor;  Separar (ou classificar) lotes em diferentes níveis de vigor.
  8. 8. CARACTERÍSTICAS DE UM TESTE DE VIGOR Características Simplicidade Baixo custoRapidez Objetivo Reproduzível Emergência das plântulas em campo
  9. 9. EFICIÊNCIA DOS TESTES DE VIGOR  Depende diretamente das condições de ambiente;  Diminui à medida que as condições de ambiente vão se desviando das mais adequadas;  O ideal é a combinação de resultados de vários testes.
  10. 10. CLASSIFICAÇÃO DOS TESTES DE VIGOR  Testes Físicos: • Tamanho das sementes • Peso unitário das sementes • Densidade das sementes • Coloração das sementes • Teste de raios X
  11. 11. • Classificação do vigor das plântulas • Primeira contagem de germinação • Velocidade de germinação ou de emergência de plântulas • Transferência de matéria seca • Crescimento das plântulas CLASSIFICAÇÃO DOS TESTES DE VIGOR  Testes Fisiológicos:
  12. 12. • Teste de respiração • Teste de tetrazólio • Teste de condutividade elétrica • Teste de lixiviação de potássio • Teste dos aldeídos voláteis • Teste dos ácidos graxos livres CLASSIFICAÇÃO DOS TESTES DE VIGOR  Testes Bioquímicos:
  13. 13. • Germinação a baixas temperaturas • Imersão em água quente • Teste de submersão • Imersão em soluções tóxicas à semente • Teste do tijolo moído • Envelhecimento acelerado • Teste de frio. CLASSIFICAÇÃO DOS TESTES DE VIGOR  Testes de Resistência:
  14. 14. Os comitês de vigor da ISTA e da AOSA consideram os seguintes testes como os mais convenientes para a avaliação do vigor : • Taxa de crescimento de plântulas • Classificação do vigor de plântulas • Envelhecimento acelerado • Teste de frio • Teste do tijolo moído (teste de Hiltner) • Teste de deterioração controlada • Teste de tetrazólio • Condutividade elétrica  International Seed Testing Association (ISTA, 1981)  Association of Official Seed Analysts (AOSA, 1983) • Classificação do vigor de plântulas • Taxa de crescimento de plântulas • Envelhecimento acelerado • Teste de frio • Germinação a temperatura subótima • Teste de tetrazólio • Condutividade elétrica
  15. 15. RAS (Brasil, 2009) Velocidade de germinação Primeira contagem de germinação Classificação de vigor da plântula Comprimento da plântula Peso da matéria seca de plântula Envelhecimento acelerado Deterioração controlada Teste de frio Condutividade elétrica Teste de alagamento
  16. 16. Testes (indiretos) de vigor baseados na avaliação das plântulas TESTES DE VIGOR Velocidade de germinação  Maior velocidade de germinação de sementes são os mais vigorosos; Introdução e Princípio  Objetivo: determinar o vigor relativo do lote.
  17. 17. TESTES DE VIGOR  Prescrições e recomendações contidas (Brasil, 2009);  Metodologia  Resultados  As avaliações são realizadas diariamente;  À mesma hora, a partir do dia em que surgem as primeiras plântulas normais;  Ao fim do teste, com os dados diários do número de plântulas normais.
  18. 18. TESTES DE VIGOR  Resultados Calcula-se a velocidade de germinação, conforme a (Maguire, 1962); IVG = G1 + G2 + .... Gn N1 N2 Nn Onde: IVG = Índice de velocidade de germinação G1, G2, Gn = número de plântulas normais computadas na primeira contagem, na Segunda contagem e na última contagem. N1, N2, Nn = número de dias da semeadura à primeira, Segunda e última contagem.
  19. 19. PRIMEIRA CONTAGEM DE GERMINAÇÃO  Princípio  Objetivo  Maior porcentagem de plântulas normais na primeira contagem;  Regras para Análise de Sementes (Brasil, 1992).  Avaliando a porcentagem de plântulas normais.
  20. 20. PRIMEIRA CONTAGEM DE GERMINAÇÃO  Metodologia  Os dados obtidos na primeira contagem de plântulas normais são empregados para o cálculo;  Cuidados  Temperatura constante
  21. 21. COMPRIMENTO DA PLÂNTULA  Comprimento da plântula  As amostras que apresentam maiores valores de comprimento médio de plântulas normais;  Maior capacidade de transformação e de suprimento de reservas dos tecidos de armazenamento.  Objetivo  Condições controladas de laboratório.  O vigor relativo do lote de sementes, avaliando-se (raiz primária, hipocótilo, epicótilo);
  22. 22. COMPRIMENTO DA PLÂNTULA  Metodologia  Realizado em rolo de papel ou sobre papel em “gerbox”;  Os rolos são preparados normalmente como no teste de germinação;  Os rolos são fechados em sacos plásticos;  Após a permanência no germinador do número de dias para o teste de germinação estabelecida RAS .
  23. 23. Demais testes  verificar a RAS e em aulas seguintes.
  24. 24. OBRIGADA!

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