Formula da felicidade

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Este novo campo da psicologia estuda a emoção positiva, as forças e virtudes e a importância de uma vida com propósitos e significados. As pessoas querem mais que apenas corrigir suas fraquezas e felizmente a ciência tem mostrado que é possível aumentar e estender a felicidade. Este estudo consiste em evidenciar o quanto a felicidade em nós humanos é autêntica.

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Formula da felicidade

  1. 1. A Fórmula da Felicidade Um olhar científico sobre as emoções positivas.
  2. 2. A Psicologia Positiva Este novo campo da psicologia estuda a emoção positiva, as forças e virtudes e a importância de uma vida com propósitos e significados. As pessoas querem mais que apenas corrigir suas fraquezas e felizmente a ciência tem mostrado que é possível aumentar e estender a felicidade. Este estudo consiste em evidenciar o quanto a felicidade em nós humanos é autêntica. Valdemir Euzebio é psicólogo, especialista em gestão estratégica de pessoas, mestrando em psicologia experimental: análise do comportamento, Life & Executive Coach certificado pelo Integrated Coaching Institute, psicoterapeuta e consultor no Interac em São José dos Campos -SP.
  3. 3. A Formula da Felicidade
  4. 4.  Felicidade momentânea.  O dogma da plasticidade humana.  Personalidade como herança genética.  Traços fortemente herdados. O que é sentir felicidade?
  5. 5.  Em Ruth, Chicago-US.  Nos 22 Ganhadores “felizes”.  Em Acidentes Irreversíveis.
  6. 6.  Psicoadaptação materialista, no trabalho, no capital.  Beleza e Saúde física.  O fenômeno dos países ricos.  Limites da adaptação em acontecimentos ruins.
  7. 7. As circunstâncias constituem a parcela mutável dos níveis de felicidade, mas é preciso estar atento pois algumas mudanças são impraticáveis.
  8. 8. Warner Wilson (1967) informou ao mundo da psicologia que as pessoas felizes eram:  Bem Remuneradas  Casadas  Jovens  Saudáveis  Bom nível de Instrução  De qualquer nível de inteligência.  De qualquer sexo  Religiosas
  9. 9. Pesquisadores compararam o bem-estar subjetivo daqueles que vivem em países ricos em relação aos que vivem em países pobres. País Satisfação com a vida Poder de compra EUA 7,73 100 Japão 6,53 87 Alemanha 7,22 89 Chile 7,55 35 Brasil 7,38 23 Argentina 7,25 25 Nigéria 6,59 6 Bulgária 5,03 22
  10. 10. Conclusões acerca do Dinheiro.  O poder de compra e a satisfação caminham parcialmente juntos (Sophie Tucker).  Países muito pobres são menos felizes, exceto se consideramos outras variáveis como por exemplo os valores culturais.  O Materialismo é contraproducente e perigoso quando o dinheiro lidera as metas pessoais.  Mais que o dinheiro, o que afeta a felicidade é a importância atribuída a ele.
  11. 11. Dubiedade na ciência social até a década de 80. Críticas à religiosidade;  Repressão (sexualidade)  Culpa  Intolerância  Anti-intelectualismo  Autoritarismo
  12. 12. Desde então as pesquisas nos EUA apontaram que pessoas religiosas;  Estão menos dispostas as drogas.  Tendem a se divorciar menos.  Comentem menos crimes e suicídios.  Possuem maior expectativa de vida.
  13. 13.  Melhor resistência à depressão.  São menos atingidas pelo divórcio.  Índices menores de desemprego.  Melhor resistência a doenças e risco de morte. Outros estudos feitos com mães religiosas de crianças com deficiência revelaram:
  14. 14. Conclusões acerca dos estudos sobre a religiosidade.  Ao condenar as drogas e os crimes, a religião incentiva a moderação, a caridade e o trabalho.  A religião infunde esperança no futuro e auxilia na atribuição de significado à vida.  Sheena Sethi Iyengar, ao estudar 11 religiões, isolou esperança e apoio social e concluiu; responsabilidade->otimismo->esperança.  Indivíduos religiosos são mais felizes que indivíduos não religiosos.
  15. 15. Ao contrário do dinheiro, o casamento está intimamente ligado a felicidade, no entanto pode ser amaldiçoado como uma prisão ou como uma fonte eterna de prazer. O casamento está mais associado a felicidade em culturas individualistascomoanossa.
  16. 16. O National Opinion Research Center entrevistou 35.000 pessoas nos últimos 30 anos e revelou; 40% das casadas disseram estar muito felizes. 24% das solteiras, divorciadas, separadas, e viúvas tiveram a mesma opinião.
  17. 17. Conclusões acerca do casamento.  Os níveis de felicidade dos que vivem em casamentos “não muito felizes” é mais baixo que dos solteiros ou divorcidaos (NORC).  Entre os fatores vantajosos do casamento destacam-se o envelhecimento e o aspecto financeiro.  Pessoas felizes têm maior probabilidade de se casar e manter o casamento, indivíduos deprimidos não são parceiros interessantes.
  18. 18.  Embora seja considerada o aspecto mais importante da vida, a saúde objetiva está raramente ligada à felicidade.  Exceto nas pessoas de baixa renda, o nível de instrução não é o motivo de aumento de felicidade.  Pessoas que sofrem com o inverno e imaginam que seriam mais felizes onde o verão está se enganam.  Apesar de piores números econômicos os afro- americanos tem taxas menores de depressão que os caucasianos, nem por isso são mais felizes.
  19. 19. No que diz respeito à felicidade e a satisfação com a vida você; Deve priorizar Vida Social Casamento Religiosidade Não deve priorizar Dinheiro Saúde Educação, Clima, Raça Onde foi que Warner Wilson acertou?
  20. 20. Aqui está a maior parcela mutável dos níveis de felicidade. Variáveis internas que se alteram a partir de esforços pessoais em prol do aumentodafelicidade.
  21. 21. As variáveis voluntárias vão criar uma mudança sustentável e não apenas aumentar a felicidade momentânea. Estas emoções positivas estão relacionadas à temporalidade da seguinte maneira; Passado: satisfação, contentamento, realização, orgulho e serenidade. Presente: alegria, êxtase, calma, entusiasmo, prazer e flow. Futuro: otimismo, fé, esperança e confiança.
  22. 22. Uma breve revisão sobre este encontro.

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