Psicologia positivapronto

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psicologia positiva, martin seligman

Psicologia positivapronto

  1. 1. + MARTIN SELIGMAN E A PSICOLOGIA POSITIVA Acadêmicas: Bárbara Slonki Delboni Cícera Leoclícia Alves Stephanie Bittencourt Joaquim Professor: Alexandre Cidral. UNIVILLE, 2012.
  2. 2. + MARTIN SELIGMAN• O mentor da Psicologia Positiva, refere a importância de ensinar a resiliência, a esperança, o optimismo, para tornar o homem mais resistente à depressão e capaz de levar uma vida mais feliz e produtiva.• Propõe que a conquista da felicidade seja um exercício diário, feito com gentileza, Fonte: google imagens originalidade, humor, optimismo e generosidade.
  3. 3. “A ciência da psicologia tem sido muito bem sucedida mais no negativo do que no lado positivo, isso nos revelou muito sobre as deficiências do homem, suas doenças, suasperturbações, mas pouco sobre suas potencialidades, suas virtudes e suas aspirações psicológicas alcançáveis.” (ABRAHAMMASLOW,1960)
  4. 4. ( 1970 – 2006) DEPRESSÃO – 110382 artigos FELICIDADE – 4711 artigos PSYINF – PALUDO e KOLLER, 2007.Fonte: google imagens
  5. 5. PSICOLOGIA POSITIVA Curar as doenças mentais; Tornar a vida das pessoas mais produtiva e feliz; Identificar e criar talentos.Fonte: google imagens
  6. 6. Fonte: google imagens
  7. 7. Para Seligman (2002) aPsicologia positiva teriatrês pilares.• Primeiro seria o estudo da emoção positiva;• Segundo, o estudo dos traços positivos, principalmente as forças, virtudes e habilidades, como a inteligência e a capacidade atlética;• Terceiro seria o estudo das instituições positivas, como a democracia, a família e a liberdade, que dão suporte às virtudes que apoiam as emoções positivas (Seligman, 2004, p.13). Fonte: google imagens
  8. 8. Fonte: google imagens
  9. 9. HABILIDADES INTERPESSOAISCRIATIVIDADE ESPERANÇA AUTODETERMINAÇÃO RESILIÊNCIA OTIMISMOBEM-ESTARSUBJETIVO FELICIDADE FÉ Fonte: google imagens
  10. 10. Resiliência é frequentemente referida por processos que explicam a “superação” de crises e adversidades em indivíduos, grupos e organizações (Yunes & Szymanski, 2001).Fonte: google imagens
  11. 11. Fonte: google imagens
  12. 12. Fonte: google imagens
  13. 13. Fonte: google imagens
  14. 14. O bem-estar subjetivo é um importante componente da Psicologia Positiva. SegundoPassareli e Silva (2007) é um aspecto que pode favorecer a maneira como vemos a nósmesmos e as outras pessoas, o que pode resultar em maior prazer em vivenciar assituações cotidianas e o relacionamento com nossos pares. Fonte: google imagens
  15. 15. Constata-se que felicidade, ou bem-estar subjetivo, não é apenas aausência de depressão, mas tambéma presença de um número deemoções e estados cognitivospositivos Fonte: google imagens
  16. 16. Fonte: google imagens
  17. 17. FLORESCIMENTO “...o conhecimento das forças e virtudespoderia propiciar o “florescimento”(flourishing) das pessoas, comunidades einstituições.” (PELUDO e KOLLER, 2007) Fonte: google imagens
  18. 18. TENDÊNCIAS DE UTILIZAÇÃOA Psicologia Positiva pretende se debruçar sobre asexperiências positivas (como emoções positivas, felicidade,esperança e alegria), características positivas individuais(como caráter, forças e virtudes), e instituições positivas(como organizações baseadas no sucesso e potencial humano,sejam locais de trabalho, escolas, famílias, hospitais,comunidades ou sociedades). (CORSOLINI - COMIN ESANTOS, 2010). Fonte: google imagens
  19. 19. REFERÊNCIASCELVETTI, P.U. MULLER, M. C. NUNES, M.L. T. Psicologia da Saúde e Psicologia Positiva: Perspectivas e Desafios.Psicologia Ciência e Profissão. 2007CORSOLINI-COMIN, F. SANTOS, M.A. Psicologia positiva e os instrumentos de avaliação no contexto brasileiro .Psicol. Reflex. Crit. vol.23, n.3, pp. 440-448. 2010.FERRAZ, R.B., Tavares, H. & Zilberman, M. (2007). Felicidade: uma revisão. Revista. Psiquiátrica Clínica 34 (5), 234-242.GIACOMONI, C. Bem-estar subjetivo infantil: conceito de felicidade e construção de instrumentos para avaliação. Tese(doutorado em Psicologia do desenvolvimento). Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento daUniversidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2002.GONÇALVES, S.M.M. Mas, afinal, o que é felicidade? ou, quão importantes são as relações interpessoais na concepçãode felicidade entre adolescentes. Tese de doutorado – Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federaldo Rio de Janeiro. 2005LINLEY, P. JOSEPH, S.A., HARDWOOD, J., LEWIS, C. A., & MCCOLLAM, P. . Rapid assessment of well-being: TheShort Deppression-Happiness Scale (SDHS). Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice, 77 (4),463-478. 2004.LYUBOMIRSKY, S. Why are some people happier than others? The role of cognitive and motivational processes in well-being. American Psychologist, 56 (3), 239-49. 2001.MARUJO, H.A. NETO, L.M. CAETANO, A. RIVERO, C. Revolução positiva: Psicologiapositiva e práticas apreciativasem contextos organizacionais. Universidade de Lisboa, 2007.NETO, L. MARUJO, H. Á. Propostas estratégicas da Psicologia Positiva para a prevenção e regulação do stress. Aná.Psicológica [online]. vol.25, n.4, pp. 585-593. ISSN 0870-8231. 2007NOVO, R.F. Bem-Estar e Psicologia: Conceitos e Propostas de Avaliação. RIDEP. 2005
  20. 20. NUNES, P. Psicologia Positiva. Faculdade de Psicologia e Ciências daEducação da Universidade de Coimbra, Portugal. 2007.PALUDO, S. S. KOLLER, S. H. Psicologia Positiva: uma novaabordagem para antigas questões. Universidade Federal do Rio Grandedo Sul, Porto Alegre, Brasil. Paidéia, 2007, 17(36), 9-20. 2007PASSARELI, P. M. SILVA, J. A. Psicologia positiva e o estudo dobem-estar subjetivo. Estudos de Psicologia, 24(4), 513-517. 2007.SELIGMAN, M. E. P., CSIKSZENTMIHALYI, M. (2000). Positivepsychology: an introduction. American Psychologist, 55 (1),5-14.SELIGMAN, M. E. P. (2004). Felicidade autêntica: usando a novapsicologia positiva para a realização permanente. Rio de Janeiro:Objetiva.SELIGMAN, M. E. P., STEEN, T. A., PARK, N., & PETERSON, C.(2005). Positive psychology progress: empirical validation ofinterventions. American Psychologist, 60 (5), 410-421.YUNES, M. A. M. Psicologia Positiva e Resiliência: o foco noindivíduo e na família Psicologia em Estudo, Maringá,v.8, num. esp., p.75-84, 2003

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