Livro dos Espiritos Q.257 ESE cap19 item 2

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Livro dos Espiritos Q.257 ESE cap19 item 2

  1. 1. Dubai, 03/08/2014 Estudo de O Livro dos Espíritos e do Evangelho Segundo o Espiritismo L.E. – Parte 2ª. Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA - Questão 257 ESE –Cap. XIX A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS
  2. 2. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos 257. Ensaio teórico da sensação nos Espíritos O corpo é o instrumento da dor. Se não é a causa primária desta é, pelo menos, a causa imediata. A alma tem a percepção da dor: essa percepção é o efeito. A lembrança que da dor a alma conserva pode ser muito penosa, mas não pode ter ação física. De fato,nem o frio, nem o calor são capazes de desorganizar os tecidos da alma, que não é suscetível de congelar-se, nem de queimar-se. Não vemos todos os dias a recordação ou a apreensão de um mal físico produzirem o efeito desse mal, como se real fora? Não as vemos até causar a morte? Toda gente sabe que aqueles a quem se amputou um membro costumam sentir dor no membro que lhes falta. Certo que aí não está a sede, ou, sequer, o ponto de partida da dor. O que há, apenas, é que o cérebro guardou desta a impressão.
  3. 3. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos A influência do pensamento sobre o corpo já nos é revelada por fenômenos observáveis a cada passo de nós mesmos e em volta de nós. O MEDO paralisa os movimentos; a ADMIRAÇÃO, a VERGONHA e o SUSTO, provocam a palidez ou o rubor; a ANGÚSTIA aperta-nos o coração; a DOR profunda faz-nos correr lágrimas, e pode com o tempo causar uma depressão vital. Aí estão outras tantas provas manifestas da ação poderosa da força mental sobre o invólucro material. LÉON DENIS
  4. 4. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos 257. Ensaio teórico da sensação nos Espíritos Lícito, portanto, será admitir-se que coisa análoga ocorra nos sofrimentos do Espírito após a morte. Um estudo aprofundado do perispírito, que tão importante papel desempenha em todos os fenômenos espíritas; nas aparições vaporosas ou tangíveis; no estado em que o Espírito vem a encontrar-se por ocasião da morte; na idéia, que tão freqüentemente manifesta, de que ainda está vivo; nas situações tão comoventes que nos revelam os dos suicidas, dos supliciados, dos que se deixaram absorver pelos gozos materiais; e inúmeros outros fatos, muita luz lançaram sobre esta questão, dando lugar a explicações que passamos a resumir.
  5. 5. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos 257. Ensaio teórico da sensação nos Espíritos O perispírito é o laço que à matéria do corpo prende o Espírito, que o tira do meio ambiente, do fluido universal. Participa ao mesmo tempo da eletricidade, do fluido magnético e, até certo ponto, da matéria inerte. Poder-se-ia dizer que é a quintessência da matéria. É o princípio da vida orgânica, porém, não o da vida intelectual, que reside no Espírito.
  6. 6. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos 257. Ensaio teórico da sensação nos Espíritos É, além disso, o agente das sensações exteriores. No corpo, os órgãos, servindo-lhes de condutos, localizam essas sensações. Destruído o corpo, elas se tornam gerais. Daí o Espírito não dizer que sofre mais da cabeça do que dos pés, ou vice-versa.
  7. 7. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos 257. Ensaio teórico da sensação nos Espíritos • Não se confundam, porém, as sensações do perispírito, que se tornou independente, com as do corpo. • Liberto do corpo, o Espírito pode sofrer, mas esse sofrimento não é corporal, embora não seja exclusivamente moral, como o remorso, pois que ele se queixa de frio e calor. • A dor que sentem não é, pois, uma dor física propriamente dita: é um vago sentimento íntimo, que o próprio Espírito nem sempre compreende bem, precisamente porque a dor não se acha localizada e porque não a produzem agentes exteriores; é mais uma reminiscência do que uma realidade, reminiscência, porém, igualmente penosa.
  8. 8. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos A DOR segue todos os nossos passos; espreita-nos em todas as voltas do caminho. E, diante desta esfinge que o fita com o seu olhar estranho, o homem faz a eterna pergunta: PORQUE EXISTE A DOR? É a reparação do passado, o resgate das faltas cometidas? Fundamentalmente considerada a dor é uma lei de equilíbrio e educação. Sem dúvidas, as falhas do passado recaem sobre nós com todo o seu peso e determinam as codições do nosso destino. LÉON DENIS
  9. 9. Parte 2ª. - Cap. VI - DA VIDA ESPÍRITA Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos O Sofrimento não é muitas vezes mais do que a repercussão das violações da ordem eterna cometidas; mas sendo partilha de todos, deve ser considerado como necessidade de ordem geral, como agente de desenvolvimento, condições do progresso.
  10. 10. Dubai, 05/02/2013 O Evangelho Segundo o Espiritismo Cap. XIX – A FE TRANSPORTA MONTANHAS
  11. 11. Cap. XIX – A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS FÉ SINTONIA E HARMONIA COM AS LEIS DIVINAS
  12. 12. Cap. XIX – A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS Poder da fé 1. Quando ele veio ao encontro do povo, um homem se lhe aproximou e, lançando-se de joelhos a seus pés, disse: Senhor, tem piedade do meu filho, que é lunático e sofre muito, pois cai muitas vezes no fogo e muitas vezes na água. Apresenteio aos teus discípulos, mas eles não o puderam curar. Jesus respondeu. dizendo: Ó raça incrédula e depravada, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazeime aqui esse menino. - E tendo Jesus ameaçado o demônio, este saiu do menino, que no mesmo instante ficou são. Os discípulos vieram então ter com Jesus em particular e lhe perguntaram: Por que não pudemos nós outros expulsar esse demônio? – Respondeulhes Jesus: Por causa da vossa incredulidade. Pois em verdade vos digo, se tivésseis a fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: Transporta-te daí para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível. (S. MATEUS, cap. XVII, vv. 14 a 20.)
  13. 13. Cap. XIX – A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS As montanhas que a fé desloca são as dificuldades, as resistências, a má-vontade, em suma, com que se depara da parte dos homens, ainda quando se trate das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo e as paixões orgulhosas são outras tantas montanhas que barram o caminho a quem trabalha pelo progresso da Humanidade. A MONTANHA
  14. 14. Cap. XIX – A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS Noutra acepção, entende-se como fé a confiança que se tem na realização de uma coisa, a certeza de atingir determinado fim. Ela dá uma espécie de lucidez que permite se veja, em pensamento, a meta que se quer alcançar e os meios de chegar lá, de sorte que aquele que a possui caminha, por assim dizer, com absoluta segurança. A fé sincera e verdadeira é sempre calma; faculta a paciência que sabe esperar, porque, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao objetivo visado. FÉ É CONFIANÇA
  15. 15. Cap. XIX – A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS Cumpre não confundir a fé com a presunção. A verdadeira fé se conjuga à humildade; aquele que a possui deposita mais confiança em Deus do que em si próprio, por saber que, simples instrumento da vontade divina, nada pode sem Deus. Por essa razão é que os bons Espíritos lhe vêm em auxílio. FÉ e HUMILDADE
  16. 16. Cap. XIX – A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS O poder da fé se demonstra, de modo direto e especial, na ação magnética; por seu intermédio, o homem atua sobre o fluido, agente universal, modifica-lhe as qualidades e lhe dá uma impulsão por assim dizer irresistível. Daí decorre que aquele que a um grande poder fluídico normal junta ardente fé, pode, só pela força da sua vontade dirigida para o bem, operar esses singulares fenômenos de cura e outros, tidos antigamente por prodígios, mas que não passam de efeito de uma lei natural. FÉ e MAGNETISMO
  17. 17. Cap. XIX – A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS FÉ SINTONIA E HARMONIA COM AS LEIS DIVINAS Histórias e Ilustrações Francisco Candido Xavier - Diversos Espíritos (pag. 34)

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