RECONFIGURANDO A SALA DE AULA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM<br /> VERA MENEZES (UFMG)<br />
COMO É A ORGANIZAÇÃO EM SALA DE AULA?<br /><ul><li>Cadeiras em pequenos grupos
Alunos interagindo
Construção de conhecimento colaborativo
Cadeiras enfileiradas
Aprendiz individualizado
Transmissão de informações</li></li></ul><li>	No imaginário da maioria dos atores do cenário  educativo, esses arranjos si...
E A AUTONOMIA. O QUE É?<br />O que se entende por autonomia, muitas vezes, é sinônimo de fazer as tarefas designadas pelo ...
O QUE MUDA COM O ADVENTO DA INTERNET E O BOOM DO ENSINO ONLINE?<br />Vemos que no mundo virtual esses padrões se repetem c...
INTERAÇÃO<br />MEDIAÇÃO<br />TEORIA SÓCIO-CULTURAL NO ENSINO DE LÍNGUAS<br />CONSTRUÇÃO SOCIAL DO CONHECIMENTO<br />COLABO...
EM AMBIENTES BASEADOS NAS<br />TEORIA DA ATIVIDADE<br />TEORIA CONSTRUTIVISTA<br /><ul><li> O aprendiz constrói significad...
 Determina como prosseguir com base em suas necessidades e ao testar hipóteses.</li></ul>DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA<br />
Para BENSON (2005), ao discutir autonomia no contexto de aprendizagem mediada por TI, deve-se fazer duas perguntas:<br /><...
 De que forma a tecnologia da informação ajuda os aprendizes a tirar vantagem dessas oportunidades?</li></li></ul><li>Apre...
IngRede: uma disciplina de leitura de inglês<br /><ul><li>Projeto interinstitucional (UFG, UFMG, UFMT, UFRJ, UFSJ, UFSM, U...
Oferecer disciplinas de leitura em inglês pata todos os alunos;
Inicialmente  voltado para alunos iniciantes, o material foi reunido em CD-ROM (desenvolvimento de estratégias de leitura);
Criação de um segundo nível (+ 1000 alunos da UFMG);
Agregaram-se aspectos linguísticos e discursivos;
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Reconfigurando a sala de aula

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  1. 1. RECONFIGURANDO A SALA DE AULA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM<br /> VERA MENEZES (UFMG)<br />
  2. 2. COMO É A ORGANIZAÇÃO EM SALA DE AULA?<br /><ul><li>Cadeiras em pequenos grupos
  3. 3. Alunos interagindo
  4. 4. Construção de conhecimento colaborativo
  5. 5. Cadeiras enfileiradas
  6. 6. Aprendiz individualizado
  7. 7. Transmissão de informações</li></li></ul><li> No imaginário da maioria dos atores do cenário educativo, esses arranjos simbolizam os espaços da aprendizagem por excelência. <br />E na pesquisa sobre aprendizagem de línguas. Como acontece?<br />Qual o papel das experiências individuais fora da sala de aula?<br />
  8. 8. E A AUTONOMIA. O QUE É?<br />O que se entende por autonomia, muitas vezes, é sinônimo de fazer as tarefas designadas pelo professor e não de buscar oportunidades de aprendizagem além das oferecidas pela escola.<br />
  9. 9. O QUE MUDA COM O ADVENTO DA INTERNET E O BOOM DO ENSINO ONLINE?<br />Vemos que no mundo virtual esses padrões se repetem com frequência. <br />Os cursos se organizam em grandes grupos recebendo informações/instruções ou em pequenos grupos interagindo de forma síncrona ou assíncrona mediados pelo professor. <br />Ou seja, ambiente virtual em si não é sinônimo de autonomia e criatividade e pode ser tão ou mais tradicional que a sala de aula presencial.<br />
  10. 10. INTERAÇÃO<br />MEDIAÇÃO<br />TEORIA SÓCIO-CULTURAL NO ENSINO DE LÍNGUAS<br />CONSTRUÇÃO SOCIAL DO CONHECIMENTO<br />COLABORAÇÃO<br />
  11. 11. EM AMBIENTES BASEADOS NAS<br />TEORIA DA ATIVIDADE<br />TEORIA CONSTRUTIVISTA<br /><ul><li> O aprendiz constrói significado de forma ativa;
  12. 12. Determina como prosseguir com base em suas necessidades e ao testar hipóteses.</li></ul>DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA<br />
  13. 13. Para BENSON (2005), ao discutir autonomia no contexto de aprendizagem mediada por TI, deve-se fazer duas perguntas:<br /><ul><li>Que oportunidades a tecnologia da informação oferece aos alunos em termos de escolha e controle?
  14. 14. De que forma a tecnologia da informação ajuda os aprendizes a tirar vantagem dessas oportunidades?</li></li></ul><li>Apresenta-se, agora, dois design para cursos online que oferecem aos alunos oportunidades de escolha e controle sobre sua aprendizagem:<br />2<br />Alunos de diferentes línguas em uma mesma disciplina voltada para a formação docente.<br />1Disciplina de leitura de inglês instrumental, em dois níveis, oferecido a 2000 alunos na UFMG.<br />
  15. 15. IngRede: uma disciplina de leitura de inglês<br /><ul><li>Projeto interinstitucional (UFG, UFMG, UFMT, UFRJ, UFSJ, UFSM, UFU, UFPA, UFPEL);
  16. 16. Oferecer disciplinas de leitura em inglês pata todos os alunos;
  17. 17. Inicialmente voltado para alunos iniciantes, o material foi reunido em CD-ROM (desenvolvimento de estratégias de leitura);
  18. 18. Criação de um segundo nível (+ 1000 alunos da UFMG);
  19. 19. Agregaram-se aspectos linguísticos e discursivos;
  20. 20. Liberdade para cada instituição customizar o projeto;
  21. 21. Na UFMG, oferta de duas disciplinas totalmente online, utilizando a plataforma</li></li></ul><li>IngRede: uma disciplina de leitura de inglês<br /><ul><li>Utilização de CD-ROM com lições desenvolvimento de estratégias de leitura;
  22. 22. Atividades de leitura de textos voltadas para o de interesse comum;
  23. 23. Leitura de conteúdos específicos das áreas de interesse dos alunos:
  24. 24. Ciências humanas;
  25. 25. Ciências da saúde;
  26. 26. Engenharias etc.
  27. 27. Trabalhos colaborativos nas grandes áreas (biblioteca virtual, glossário de termos técnicos);
  28. 28. Leitura e vocabulário de forma interativa;
  29. 29. Feedback automático e uso de fórum;</li></li></ul><li>IngRede: uma disciplina de leitura de inglês<br /><ul><li>Restrição no controle da autonomia em software para ensino de línguas? O aprendiz podia escolher percursos diferentes para atingir os objetivos do curso, podendo pular ou adiantar etapas;
  30. 30. Múltiplas possibilidades:
  31. 31. Trabalhar sozinho com o CD-ROM;
  32. 32. Trabalhar com o material na internet;
  33. 33. Trabalhar em rede, interagindo com colegas;
  34. 34. Combinar as três formas anteriores.</li></li></ul><li>Retomando as perguntas de BENSON (2005):<br /><ul><li> Que oportunidades a tecnologia da informação oferece aos alunos em termos de escolha e controle?
  35. 35. De que forma a tecnologia da informação ajuda os aprendizes a tirar vantagem dessas oportunidades?</li></ul>Podemos concluir que o aluno pode optar por trabalhar com dois tipos de tecnologia, assume o controle da rota de aprendizagem e controla o tempo de sua entrada no ambiente virtual.<br />
  36. 36. Grupo fractalizado<br /><ul><li>Os futuros professores devem usar a língua que irão ensinar no maior número possível de suas atividades acadêmicas;
  37. 37. Alunos de diversas habilitações em uma mesma turma levam a aula a ser ministrada em português;
  38. 38. A solução pedagógica é o GRUPO FRACTALIZADO.</li></li></ul><li>FRACTAL?<br /><ul><li>Formas compostas de estruturas similares em escalas diferentes, devido à sua propriedade de auto-semelhança. Um exemplo é boneca russa BABUSHKA.</li></li></ul><li>Grupo fractalizado<br /><ul><li>Assim, 50 alunos de graduação (Inglês Espanhol e Português) foram divididos em pequenos grupos de 3 ou 5 na disciplina DIMENSÕES COMUNICATIVAS;
  39. 39. Utilizaram uma lista de discussão para executar as tarefas;
  40. 40. Os resultados apontados foram
  41. 41. Liderança descentralizada;
  42. 42. Elaboração de normas pelos grupos;
  43. 43. Presença de conflitos.</li></li></ul><li>Voltando às perguntas de BENSON (2005):<br /><ul><li> Que oportunidades a tecnologia da informação oferece aos alunos em termos de escolha e controle?
  44. 44. De que forma a tecnologia da informação ajuda os aprendizes a tirar vantagem dessas oportunidades?</li></ul>O design de grupos fractais permite aos alunos escolher outros textos e materiais na língua de sua habilitação e exercer controle sobre o gerenciamento do tempo e da tarefa.<br />
  45. 45. CONCLUSÃO<br /><ul><li>A aprendizagem não acontecerá se não houver ação por parte do aprendiz;
  46. 46. O mais importante não é as características da tecnologia, mas as características das atividades nas quais a tecnologia tem um papel.</li></li></ul><li>REFERÊNCIAS:<br />BENSON, P. Autonomyandinformationtechnologyin theeducationdiscourseoftheinformation age.Hong Kong: Hong Kong UniversityPress, 2005.<br />

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