Sala de leitura professor antônio rocco

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Atividades desenvolvidas na sala de leitura da EE Pedro Pedrosa
Nhandeara

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Sala de leitura professor antônio rocco

  1. 1. Sala de Leitura Professor Antônio Rocco EE Pedro Pedrosa _ EFM Nhandeara Professoras: Fábia Roberta de Oliveira Luciane Aparecida Assunção Tonete
  2. 2. A Sala de Leitura procura estabelecer estratégias que cativem os estudantes a fim de incentivá-los a aprender a ler por vontade própria, de forma protagonista, e para isto conta com a parceria de gestores, funcionários, educadores e de estudantes leitores.
  3. 3. Normas da sala de Leitura • Nunca comer ou beber na Sala de Leitura; • Manusear os livros com cuidado; • Devolver os livros no prazo ou renovar o prazo, quando se fizer necessário; • Cuidar para que as cadeiras fiquem sempre em seus lugares (alinhados a mesa). • Quando tirar o livro da estante , recolocar na mesma estante. • Falar baixo e educadamente. • Respeitar os colegas e professores. • Aproveitar bem o tempo para ler e quando tiver dúvidas procurar o professor responsável.
  4. 4. Direitos e Deveres do Leitor Direitos: Deveres: Todos Leitor tem direito de:  Consultar livremente as obras existentes;  Participar de atividades promovidas pela sala de leitura;  Usufruir de ambiente que permita concentração;  Usufruir do apoio técnico do professor da Sala de Leitura;  Apresentar críticas e sugestões.  Cumprir as normas préestabelecidas;  Zelar pela boa conservação da sala de Leitura;  Contribuir para o bom de funcionamento da sala, mantendo o silêncio e possibilitando um ambiente de concentração para quantos dela desfrutem.  Acatar as indicações que lhes forem transmitidas pelo professor da sala.
  5. 5. Organização do Acervo
  6. 6. Fique Antenado!
  7. 7. 18 de Abril Dia Do Livro Infantil e Monteiro Lobato Dia 18 de abril é o Dia Nacional do Livro Infantil, esta data foi escolhida em homenagem a um grande escritor brasileiro de livros para crianças: Monteiro Lobato Nós, brasileiros, não temos o hábito de ler livros. Por isto se faz necessário educar para ler. Bons leitores são conquistados na infância e adolescência, dessa forma é preciso que cuidemos da formação desses leitores, não exigindo dos principiantes a mesma compreensão de um leitor já formado. É necessário paciência, dedicação e criatividade. .. A leitura propicia competências para que o aluno possa comunicar-se de igual para igual na escola e na sociedade. A Sala de Leitura Prof. Antônio Rocco cumpre seu papel de formador de leitores com a leitura e representação teatral de obras do referido autor.
  8. 8. Atividades desenvolvidas sobre o escritor Monteiro Lobato
  9. 9. Teatro Sítio do Pica Pau Amarelo
  10. 10. Teatro Sítio do Pica Pau Amarelo
  11. 11. Teatro Sítio do Pica Pau Amarelo
  12. 12. Teatro Sítio do Pica Pau Amarelo
  13. 13. Famosas Poetisas Brasileiras no dia Internacional da Mulher Objetivo: • Despertar o gosto pela poesia através da leitura de grandes nomes da poesia feminina brasileira;
  14. 14. Famosas Poetisas Brasileiras no dia Internacional da Mulher
  15. 15. Encanta, quem conta... Leituras realizadas na sala de aula, no horário nobre, envolvendo professores, gestores e funcionários
  16. 16. Encanta, quem conta... Leituras realizadas na sala de aula, no horário nobre, envolvendo professores, gestores e funcionários.
  17. 17. Encanta, quem conta... Leituras realizadas na sala de aula, no horário nobre, envolvendo professores, gestores e funcionários
  18. 18. Leitores que se destacaram no 1º Bimestre 6º ano A
  19. 19. Leitores que se destacaram no 1º Bimestre 6º ano B
  20. 20. Eu entendi assim... Toda Mafalda Autor: Quino Aluna Mariane Xaiene da Silva Spantini _ 6º Ano A. • • • • • • • • • • • • • _ Então, querida o que está achando do mar. _ Muito sem graça. Muito bonito parece que meu pai não viu. Porque está indo embora? Volte aqui. Que saco não precisa obedecer quando a gente manda viu. Aqui não tem nada legal. Há que delícia, enquanto um monte de gente está trabalhando eu estou aqui na praia, falou o turista. Que coisa eu sou egoísta demais. O problema é que não sou original. O futuro não é para trás você ouviu! O futuro é para frente! Reacionário!
  21. 21. Eu entendi assim... A Ilha Perdida Maria José Dupré Na fazenda de Pedrinho, moravam Oscar e Quico e, por ocasião das férias Eduardo e Henrique foram passar uns dias lá. Eles tinham 12 e 14 anos. Lá perto da fazenda, passava uma ilha que as crianças apelidaram de “Ilha Perdida”. E todos os dias, ficavam olhando e imaginando, se morava alguém lá, se tinha animais. Sempre pensavam em ir lá, até que um dia Henrique e Eduardo decidiram ir até lá, arrumaram uma canoa e pediram a Nhô Quim uma corda para amarrar a canoa, mas não falaram para ninguém que iriam. Decidiram que iam na terça-feira, disseram à Madrinha que iam na fazenda do vizinho, e partiram à “Ilha Perdida”. Enfrentaram tempestades e enchentes. Esthefany Pereira Chiareto _ 6º Ano A
  22. 22. Eu entendi assim... A Ilha Perdida Maria José Dupré Chegando lá, foram conhecer a ilha, não puderam voltar no mesmo dia, pois a enchente não diminuiu. Tiveram que posar lá. No dia seguinte, a enchente não devia diminuído, pelo contrário, só havia aumentado, por conta disso, comeram o almoço que madrinha havia feito, deixaram alguns ovos e a laranjada para depois, pois não sabiam quanto tempo ficariam ali. Henrique e Eduardo resolveram que fariam um abrigo para dormirem durante a noite. Passado alguns dias, eles foram pegar comida na prainha, pois o almoço e a laranjada havia acabado. Henrique tinha achado ovos, que achava serem de sabiá, lembrando disso, falou que ia pega-los do outro lado da ilha, Eduardo não deixou, pois ele estava todo machucado. Eduardo, então propôs ir pegar os ovos e a corda que havia ficado do outro lado da ilha. Henrique aceitou. Minutos depois que Eduardo Havia ido, Henrique se sentiu sozinho. De súbito, apareceu um velho barbudo, e ordenou que ele viesse junto com ele, Henrique insistiu, mas não teve jeito, seguiu-o. Passaram vários dias, e Henrique aprendeu a morar e conviver com o velho barbudo, que se chamava Simão , ele morava com os micos: um, dois, três, quatro e cinco, a oncinha e o papagaio Bonifácio, que Simão chamava de Boni. Certo dia, Lucas e o veado, chamou Simão, pois uma veadinha estava morrendo, ele tentou ajudar, mas não conseguiu, a veadinha não resistiu e morreu. Passado muitos dias, Henrique ficou com saudade de Eduardo, e, Simão chamou-o para pescar, e pediu depois que voltasse a caverna e pegasse anzóis, Henrique tentou fugir mas não conseguiu, levou picadas de insetos, Simão o encontrou levando-o de volta à caverna. Henrique pedia muito, até que Simão deixo-o ir embora. Eduardo construiu uma jangada no tempo que havia fica sem Henrique. Sendo assim, os dois foram embora. Chegando a fazenda, padrinho organizou uma excursão até lá, Henrique e Eduardo foram. Quando iam embora, Henrique viu do alto de uma árvore, um braço que parecia estar mandando tchau. Henrique, mesmo sabendo que Simão não ia escutar gritou: _Até breve Simão!
  23. 23. Apresentação dos Poetas Ensino Médio
  24. 24. Antologia Poética
  25. 25. Mural da Sala de Leitura no Pátio
  26. 26. Poesia Matemática Millôr Fernandes Às folhas tantas do livro matemático um Quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma Incógnita. Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a do ápice à base uma figura ímpar; olhos rombóides, boca trapezóide, corpo retangular, seios esferóides. Fez de sua uma vida paralela à dela até que se encontraram no infinito. "Quem és tu?", indagou ele em ânsia radical. "Sou a soma do quadrado dos catetos. Mas pode me chamar de Hipotenusa." E de falarem descobriram que eram (o que em aritmética corresponde a almas irmãs) primos entre si. E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz numa sexta potenciação traçando ao sabor do momento e da paixão retas, curvas, círculos e linhas sinoidais nos jardins da quarta dimensão. Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana e os exegetas do Universo Finito. Romperam convenções newtonianas e pitagóricas. E enfim resolveram se casar constituir um lar, mais que um lar, um perpendicular. Convidaram para padrinhos o Poliedro e a Bissetriz
  27. 27. Dia das Mães Objetivos:  Valorizar o diálogo entre mães e filhos e com toda a família.  Estimular discussões e debates sobre a qualidade do tempo que passamos em família;  Homenagear as mães da comunidade, aproximando a família da escola.  Estabelecer parceria com a sociedade, através de apresentações de poesia no espaço escolar.
  28. 28. Dia das Mães
  29. 29. Viagens Literárias Vidas Secas Graciliano Ramos
  30. 30. Vidas Secas "Vidas Secas", romance publicado em 1938, retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. A obra pertence à segunda fase modernista, conhecida como regionalista, e é qualificada como uma das mais bem sucedidas criações da época. O estilo seco de Graciliano Ramos, que se expressa principalmente por meio do uso econômico dos adjetivos, parece transmitir a aridez do ambiente e seus efeitos sobre as pessoas que ali estão.
  31. 31. Vidas Secas Após a vídeo conferência foi desenvolvida uma parceria entre a Sala de Leitura e a professora Sandra Betete, de Língua Portuguesa, dos terceiros anos do Ensino Médio. Inicialmente os alunos assistiram o filme com o intuito de estimular a leitura do clássico.
  32. 32. Vidas Secas Vidas Secas 1963. Filme Completo. Clássico Nacional. http://www.youtube.com/watch?v=o5SIY1nWc8k Após o filme, os alunos retiram os livros para leitura, os quais foram divididos , de maneira que cada grupo de alunos lesse determinado capítulo para facilitar o trabalho. Após a leitura, os grupos apresentaram os 13 capítulos para discussão e aprofundamento do texto.
  33. 33. Fotos das Atividades Realizadas
  34. 34. Fotos das Atividades Realizadas Apresentação dos grupos para discussão e aprofundamento do texto de Vidas Secas.
  35. 35. Vidas Secas _ Graciliano Ramos Yara Carvalho _ 3º A _ EM Esse livro relata a história de uma família que convive com s seca nordestina, e vive em busca de algo melhor. Fabiano, sinhá Vitória, dois filhos, a Baleia (cachorra) e o papagaio são forçados a se mudar com a chegada da seca do sertão, assim, caminham terras e terras em busca de um lugar. O trajeto é silencioso, quando param para comer algo se espantam, pois não há nada, então, resolvem matar o papagaio para comê-lo. Após longa caminhada, Fabiano encontra uma fazenda abandonada, e lá se instalam. Porém, a fazenda tinha um dono, no qual fez acordo com Fabiano, e ele seria o vaqueiro daquele lugar. Com isso a chuva chegou e todos engordaram. O vaqueiro começou a criar bois. Certo dia, Fabiano foi à cidade receber e disse ao patrão que sua mulher achava que ele recebia menos do que o combinado, mas o patrão se revoltou e fez Fabiano se retirar. Lá o vaqueiro parou em um bar para tomar um copo de pinga e o soldado amarelo o chamou para um jogo de cartas, na primeira rodada, Fabiano quis ir embora, mas o soldado o desacatou e o pobre homem xingou a mãe dele, assim Fabiano ficou preso por uma noite. Voltou para casa no outro dia. Mesmo assim sua vida tinha melhorado, os meninos brincavam junto à cachorra Baleia, e sinhá Vitória ainda continuava com seu sonho de conseguir comprar uma cama de verdade.
  36. 36. Vidas Secas _ Graciliano Ramos Yara Carvalho _ 3º A _ EM O inverno chegou, a família toda estava em da volta da fogueira. O natal estava por vir, daí, a família vestia roupas novas e foram a missa. Fabiano passou no bar para tomar pinga e lá, estava o soldado amarelo, o vaqueiro o desafiou e acabou deitado na calçada, junto com os filhos e a esposa a procura da baleia. Depois de algum tempo, baleia adoeceu e Fabiano decidiu matá-la, deu um tiro nela, que saiu a rastejar e loa respeito, logo morreu. Sinhá Vitória ainda preocupada com as trapaças do patrão da fazenda disse ao marido para ir conversar a respeito, porém, quando Fabiano reclamou com o dono, este mandou o vaqueiro embora. Com isso, a seca voltou no Nordeste, e o pobre homem sabia que seria a hora de partir, dessa vez para o sul, em busca da cidade grande, sem destino e sem esperança de vida.
  37. 37. Seca, fome e miséria: um problema social. Ariane Carvalho Rezende _ 3º Ano EM. A seca na região nordeste, além de ser um problema climático, é uma situação que gera dificuldades sociais para as pessoas que habitam tais regiões e se agravam a cada ano. Com a falta de água torna-se difícil o desenvolvimento da agricultura e criação de animais, trazendo a fome e a miséria. A pouca presença de chuvas nessa área tem causa natural. No sertão, ela se apresenta entre dezembro e abril, no entanto, em determinados anos há longo período de estiagem, originando a seca, provocando sérios prejuízos aos agricultores com a perda de plantação e animais, causando a fome. O tema é retratado no livro “ Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, onde o autor aborda o assunto deixando exposta a gravidade da situação e a quantidade de sofrimento que a seca causa à família de Fabiano, protagonista da história.
  38. 38. Seca, fome e miséria: um problema social. Ariane Carvalho Rezende _ 3º Ano _ EM O governo deve se preocupar mais e colocar a seca em evidência, minimizando-a da melhor forma possível. A construção de barragens e açudes, como meio de armazenar água para períodos de seca, é uma solução favorável para diminuir o caos, já que os rios temporários existentes no local quase sempre estão secos. Portanto, é de extrema necessidade cuidar desta região e amparar as famílias que sofrem com a seca do sertão nordestino, dando-lhes suporte para mudarem de vida. A sociedade deve se manifestar para clamar a atenção dos governantes para o problema, que também é de importância social.
  39. 39. Informando... Relatamos que de quinze de fevereiro a 26 de junho de 2013 foram retirados 2380 exemplares na Sala de Leitura Professor Antônio Rocco, destacando a participação dos alunos dos 6º anos A e B, que são leitores em processo e estão desvendando o mundo da leitura. O Ensino Médio fica com o segundo lugar (2ª e 3ª séries) que encontram nos clássicos seu objeto de leitura: preparar-se para o vestibular. Principais Títulos Retirados:  Ensino Fundamental 1. Marcos Rey: Dinheiro no céu, O mistério dos cinco estrelas, Na rota do perigo; 2. José Rezende Filho: Tonico e Tonico e Carniça; 3. Maria José Dupré: Ilha perdida, Cachorrinho Samba; 4. Conan Doyle: O Cão dos Baskerville; 5. J. K. Rowling: A Saga Harry Portter .
  40. 40. Principais Títulos Retirados Ensino Médio 1. Jorge Amado: Capitães da Areia; 2. Graciliano Ramos: Vidas Secas; 3. Lygia Fagundes Telles: Contos Preferidos; 4. Camilo Castelo Branco: Amor de Salvação e Amor de Perdição; 5. Machado de Assis: Memórias Póstumas de Brás Cubas; 6. Manoel Antônio de Almeida: Memórias de um sargento de milícias; 7. Flávio Moreira da Costa: Melhores Contos de horror, medo e morte; 8. Heloísa Seixas: Sete histórias de horror e terror; 9. Luís Fernando Veríssimo: Comédias para se ler na escola.
  41. 41. Formando Leitores Autônomos
  42. 42. Preparando divulgação do acervo
  43. 43. Leitura numa Colcha de Retalhos
  44. 44. Leitura numa Colcha de Retalhos
  45. 45. Leitura numa Colcha de Retalhos
  46. 46. Leitura numa Colcha de Retalhos
  47. 47. Explorando a Coleção Para Gostar de Ler
  48. 48. Leitura e Dramatização da Crônica Negócio da roça – Rubem Braga Comprei um cavalo por 700 cruzeiros e vendi por 900. Não ganhei nem perdi. - Mas como? Se você comprou por 700 e vendeu por 900, como é que você não ganhou nem perdeu? - Não ganhei nem perdi. - Você não disse que comprou por 700? - Comprei. - E não vendeu por 900? - Vendi. - Então você ganhou 200. - Não ganhei nem perdi. - Mas como? - Comprei o cavalo por 700 contos e não paguei. Vendi por 900 e não me pagaram. Não ganhei nem perdi.
  49. 49. Leitura e Dramatização da Crônica Negócio da roça – Rubem Braga
  50. 50. Leitores Destaques do 2º Bimestre 6º Ano “A”
  51. 51. Leitores Destaques do 2º Bimestre 6º Ano “B”
  52. 52. Projeto Estações do Ano Chegada do Outono
  53. 53. Encanta, quem conta... Agente de Organização Escolar Donizete lendo para os alunos.
  54. 54. Encanta, quem conta...
  55. 55. Encanta, quem conta...
  56. 56. Encanta, quem conta...
  57. 57. Encanta quem conta...
  58. 58. Visita da PCNP Viviane Rodrigues Rodante Tirapelle
  59. 59. Visita da PCNP Viviane Rodrigues Rodante Tirapelle
  60. 60. Fique por dentro Títulos mais Procurados no Ensino Fundamental Aos dois dias do mês de setembro de 2013 relatamos os livros lidos no mês de agosto, classificando-os assim:             Espiando o Mundo pela Fechadura, de Elias José; O Doente Imaginário, de Moacir Scliar; O Cão dos Baskerville de Conan Doyle; Bravo, Sr. Williams! , de Márcia Williams; Chico, no Shopping, de Maurício de Souza; As Novas Aventuras de Pedro, de Hernani Donato; 100 melhores Contos de Humor, de Flávio Moreira Costa; Quem tem casa, casa!, de_Tatiana Belinky; Mafalda, de Quino; Asterix, de R. Goscinny; Fita Verde no Cabelo, de João Guimarães Rosa; Peixinhos Dourados, de Raymond Shandler. Ensino Fundamental 6º A _ 92 6º B _ 94 7º A _ 04 7º B _ 04 7º C _ 27 8º A _ 70 8º B _ 25 8º C _ 38 Total: 354 livros
  61. 61. Fique por dentro 8ª e Ensino Médio Aos dois dias do mês de setembro de 2013 relatamos os livros lidos no mês de agosto, classificando-os assim: 8ª A _ 19 8ª B _ 31 8ª C _ 38 1º A _ 03 1º B _ 00 1º C _ 01 1º D _ 01 2º A_ 03 2º B _ 08 2º C _ 00 3º A _ 06 3º B _ 10 3º C _ 01 total: 121 livros Títulos mais procurados no Ensino Médio  Capitães de areia de Jorge Amado;  Vidas Secas de Graciliano Ramos;  Memórias de um Sargento de Milícias de Manoel Antônio de Almeida;  Inocência, Moreninha, Senhora, Ubi rajara de Machado de Assis;  Amor de Perdição e Amor de Salvação de Camilo Castelo Branco;  Sherlock Holmes de Conan Doyle;  Os Melhores Contos De Medo, Horror E Morte de Flávio M. Costa ;  Os 100 melhores contos da Mitologia de A. S. Franchini.
  62. 62. OT em São Paulo
  63. 63. Dramatização da Crônica No Botequim de Jô Soares Freguês — Garçom, por favor. Eu quero um café com leite com uma rosquinha. Garçom — O senhor vai me desculpar, mas não tem mais rosquinha. Freguês — Ah? Não faz mal. Então me dá só um cafezinho simples. Isso. Só um cafezinho. Com uma rosquinha. Garçom — Eu acho que não me expliquei direito. Eu falei pro senhor que não tem mais rosquinha. Acabou toda a rosquinha, Freguês — Ah, bom. Se é assim, muda tudo. Então me traz um copo de leite. Leite tem? Beleza. Me traz um copo de leite. Com uma rosquinha. Garçom — Eu disse que não tem mais rosquinha! Torrada tem, rosquinha não tem! Há três anos que não tem rosquinha! Freguês — O senhor também não precisa ficar nervoso. Não tem, não tem. Eu peço outra coisa. Qualquer coisa. Eu não sou difícil de comer. Eu tomo o que o senhor quiser. Chocolate, chá. Sei lá. Chá o senhor tem? Então taí. Traz um chazinho. Com uma rosquinha. Garçom — Eu já disse que eu não tenho rosquinha! Faz o seguinte. Vai em outro boteco. Não me enlouquece. Vai em outro boteco! Freguês — Não, pode deixar. Vamos mudar. Em vez disso, me dá uma coisa que alimente mais. Uma coalhada. Coalhada tem?
  64. 64. Dramatização da Crônica No Botequim de Jô Soares Garçom — Tem. Freguês — Tem mesmo? Garçom — Tem. Freguês — Vê lá, hein? Não vai me fazer mudar o pedido de novo. Garçom — Eu já disse que tem! Freguês — Ótimo. Uma coalhada. Mas não esquece da rosquinha. Garçom — O senhor é maluco, é? Não tem rosquinha! Não tem rosquinha!! Freguês — Tá bom, tá bom. Não precisa gritar. Traz só a rosquinha. Outro Freguês — Escuta aqui. O senhor quer enlouquecer o garçom, é? Há dez minutos que eu estou ouvindo esse papo e eu não sei como ele está agüentando! Olha, não liga pra esse maluco não. Traz logo a rosquinha dele e pronto.
  65. 65. Dramatização da Crônica No Botequim de Jô Soares
  66. 66. Dramatização da Crônica No Botequim de Jô Soares
  67. 67. VIAGENS LITERÁRIAS
  68. 68. Memórias de um Sargento de Milícias O romance Memórias de um Sargento de Milícias, de Manoel Antônio de Almeida, conta a história de um herói picaresco, ou um anti-herói: Leonardo, fruto de uma pisadela e de um beliscão. Menino travesso, que atormentava a todos, mas que era amado pelo seu padrinho, o barbeiro, que o criou depois que o mesmo foi abandonado pelos pais, e pela sua madrinha, sempre pronta a defendê-lo e a interceder em seu favor.
  69. 69. Memórias de um Sargento de Milícias Já moço, apaixona-se por Luisinha, mas põe o romance a perder quando se envolve com a mulata Vidinha. Tempos depois, Leonardo é preso pelo Major Vidigal, enfrenta diversos problemas, mas acaba sargento de milícias. Quando Luisinha fica viúva, ele reaproxima-se da moça e os dois se casam.
  70. 70. Os deveres de Educar Isa Mara da Silva Borges _ 3º “B” _ EM A sociedade evidencia em meio a seu caos, os frutos das inúmeras dificuldades de se criar um filho: a violência e o desrespeito ao próximo. E ao contrário do que muitos pensam, a situação econômica não é a principal causadora de tudo isso, e sim a educação deficiente que a maioria das famílias proporciona à sua prole, esperando que outros órgãos, como a escola, faça seu papel insubstituível na formação do cidadão.
  71. 71. Os deveres de Educar Isa Mara da Silva Borges _ 3º B _ EM Primeiramente, a família tem o dever de educar seus filhos, pois esta foi o primeiro grupo social com o qual os mesmos tiveram contato, sem citar, é claro, a responsabilidade natural que a família tem de educar e orientar seus filhos, dentro dos parâmetros que as regras sociais impõem sobre a sociedade. Porém, o que comumente vemos é totalmente o contrário.
  72. 72. Os deveres de Educar Isa Mara da Silva Borges _ 3º “B” _ EM A família culpa constantemente a escola pela indisciplina de seus filhos, numa espécie de jogo, cujo o objetivo principal é se livrar da verdadeira responsabilidade de cuidar e educar o que lhes pertence. Uma situação ligeiramente parecida vemos no livro Memórias de um Sargento de Milícias, de Manoel Antônio de Almeida, onde a família foge totalmente a seu dever em relação a educação de Leonardinho, incumbindo o padrinho do pequeno dessa tarefa árdua e quase impossível, ou seja, um perfeito exemplo de covardia por parte dos pais da criança, ao entregá-lo e confiá-lo a um terceiro. Por fim, conclui-se que o papel na educação dos filhos é insubstituível, não devendo assim ser terceirizada, nem deixada em segundo plano. E para isso é preciso que a consciência parta dos próprios pais, já que inquestionavelmente, é deles o dever de cuidar, criar e educar.
  73. 73. Memórias de um Sargento de Milícias As aventuras e desventuras deste herói às avessas ainda hoje encantam e divertem a muitos. Foi para conhecer esta história que os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio foram incentivados a ler o romance de Manoel Antônio de Almeida e o representar em forma de teatro no dia 17 de setembro, numa parceria da Sala de Leitura com as professoras Sandra e Rosilene, de Língua Portuguesa. A alegria e a descontração destes momentos certamente ficarão presentes na vida dos alunos, que simplesmente se encantaram com a apresentação.
  74. 74. Fotos da Apresentação _ Memórias de um Sargento de Milícias
  75. 75. Fotos da Apresentação _ Memórias de um Sargento de Milícias
  76. 76. Fotos da Apresentação _ Memórias de um Sargento de Milícias
  77. 77. OT em Votuporanga _ Caminhos para a Reescrita _ Workshop da Sala de Leitura
  78. 78. Mobilização de Gestores e Professores
  79. 79. Mobilização de Gestores e Professores
  80. 80. Mobilização das Lideranças Juvenis na Escola No dia 10 de setembro de 2013, os jovens antenados do ensino médio, participaram da mobilização para o Desafio de Leitura, visitando a 2ª Feira do Livro de Nhandeara. Lá puderam conhecer os livros expostos e trocar impressões literárias com os alunos de outras escolas e compartilhá-las com seus pares com o intuito de fomentar o gosto pela leitura por fruição.
  81. 81. Mobilização das Lideranças Juvenis na Escola De volta à escola compartilharam esta experiência com os demais colegas, com o intuito de incentivá-los a ler por fruição
  82. 82. Mobilização das Lideranças Juvenis na Escola De volta à escola compartilharam esta experiência com os demais colegas, com o intuito de incentivá-los a ler por fruição
  83. 83. Mobilização das Lideranças Juvenis na Escola
  84. 84. Mobilização das Lideranças Juvenis na Escola Alunos do Ensino Médio utilizaram-se de personagens da literatura ficcional para despertar a curiosidade dos alunos do Ensino Fundamental pelos livros de autores como Monteiro Lobato, Ruth Rocha, Cecília Meireles e outros.
  85. 85. Mobilização das Lideranças Juvenis na Escola
  86. 86. Mobilização dos Familiares e Responsáveis na 2ª Feira do Livro de Nhandeara
  87. 87. Dia da Grande Mobilização Ensino Médio
  88. 88. Dia da Grande Mobilização Ensino Médio
  89. 89. Dia da Grande Mobilização Ensino Fundamental
  90. 90. As Nove Atitudes que Impactam a Sala de Leitura É um espaço que agrega leitura, convívio, part icipação e pesquisa.
  91. 91. Desafio de Leitura
  92. 92. Desafio de Leitura
  93. 93. Roda Literária com alunos do 6º Ano B
  94. 94. Roda Literária com alunos do 6º Ano B
  95. 95. Desafio de Leitura Time: Venham ler comigo
  96. 96. Desafio de Leitura Time: Venha Ler Comigo
  97. 97. As Nove Atitudes que impactam a Sala de Leitura _ Time: Clube da Leitura
  98. 98. Centenário de Vinícius de Moraes
  99. 99. Centenário de Vinícius de Moraes
  100. 100. Centenário de Vinícius de Moraes
  101. 101. Game Superação de Leitura Time: Clube da Leitura
  102. 102. Game Superação de Leitura Time Venham Ler Comigo
  103. 103. Projeto Ciranda Literária do Game de Leitura
  104. 104. Parceria com a Professora de Português Sandra Betete
  105. 105. Apoio a Alfabetização
  106. 106. Caminhos da Reescrita OT _ DE Votuporanga
  107. 107. Leitores Destaque do 3º Bimestre
  108. 108. Roda de Leitura
  109. 109. Estudantes escolhendo livros
  110. 110. Reuniões dos Times do Game SuperAção na sala de Leitura
  111. 111. Professores Visitando o Acervo da Sala de Leitura durante o ATPC.
  112. 112. Reuniões do Game _ 9 Habilidades de Leitura
  113. 113. Leitura em sala realizadas pelos alunos.
  114. 114. Leitura realizada pelos alunos aos professores, funcionários e gestores
  115. 115. Leitura realizada pelos alunos aos professores, funcionários e gestores
  116. 116. Estudante Protagonista Estudantes colaboraram na entrega do Kit de Leitura
  117. 117. Estudante Protagonista Estudantes colaboraram na entrega dos caderninhos do 4º Bimestre
  118. 118. Acervo recebido em 2013
  119. 119. 7ª atividade _ Planejando nossa ação protagonista Os times decidiram realizar o I Concurso Literário da EE Pedro Pedrosa com o nome Descobrindo o prazer da escrita. O projeto será desenvolvido em Parceria com o Programa Escola da Família.
  120. 120. Estudantes apresentando a proposta do Concurso Literário à Coordenação e receberam pleno apoio das Coordenadoras Marta e Zezé.
  121. 121. Execução e avaliação do projeto
  122. 122. Execução e avaliação do projeto
  123. 123. Informando... Relatamos que de primeiro de agosto a 29 de novembro de 2013 foram retirados 2800 exemplares na Sala de Leitura Professor Antônio Rocco, destacando a participação dos alunos dos 6º anos A e B, que são leitores em processo e estão desvendando o mundo da leitura. O Ensino Médio fica com o segundo lugar (2ª e 3ª séries) que encontram nos clássicos seu objeto de leitura: preparar-se para o vestibular. Principais Títulos Retirados:  Ensino Fundamental: 1. Meu pé de laranja lima _ José Mauro de Vasconcelos. 2. Rita está acesa _ Terezinha Alvarenga. 3. Mafalda _ Quino. 4. O melhor de Agar, o horrível Dik Browne. 5. Revolução em mim _ Márcia kupstas. 6. Lendas brasileiras para jovens _ Luís Câmara Cascudo
  124. 124. Principais Títulos retirados Ensino Médio 1. Admirável mundo novo Adouls Huxley 2. Amor de Salvação Camilo Castelo Branco 3. Amor de Salvação Camilo Castelo Branco 4. Mafalda Quino 5. Comédias para se ler na escola Luís Fernando Veríssimo.
  125. 125. Relatório dos livros retirados durante o ano de 2013 100 1°Bimestre 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 6°Ano 7°Ano 8°Ano 1°Bimestre 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 8°Anos 1°Ano 2°Ano 3°Ano
  126. 126. Relatório dos livros retirados durante o ano de 2013 2°Bimestre 100 90 80 70 60 50 2°Bimestre 40 30 20 10 0 6°Ano 7°Ano 8°Ano
  127. 127. Relatório dos livros retirados durante o ano de 2013
  128. 128. Relatório dos livros retirados durante o ano de 2013
  129. 129. Sarau Literário Entrega dos prêmios do Concurso de Poesia: Descobrindo o Prazer da Escrita. E do Concurso de Desenho Livre.
  130. 130. Sarau Literário 1º Lugar: O Sertão Brasileiro  Raquel de Paula Terêncio _ 7º Ano “B” 2º Lugar: A História de uma garota mais ou menos bela  Gabrielly Fernandes Silva _ 7º Ano “C”. 3º Lugar: Amor Cativo  Gabrieli Santana Alves dos Santos _ 8º Ano
  131. 131. Sarau Literário
  132. 132. Sarau Literário
  133. 133. Sarau Literário
  134. 134. Sarau Literário
  135. 135. Sarau Literário
  136. 136. Sarau Literário Entrega das premiações do Concurso de Desenho Livre
  137. 137. Desenhos Participantes 1º Lugar_ Luiz Fernado
  138. 138. Desenhos Participantes 2º Lugar Raquel Terêncio 3º Lugar Geovana Soares
  139. 139. Feliz Natal Luciane Tonete. Natal é tempo De vivermos em família. Tempo de celebrar o Deus Que renasce a cada ano em nossos corações. Deixe Jesus renascer Transforme sua visão. Vamos juntos criar um mundo mais irmão. É no natal Que renunciamos o mal. É Tempo de perdão... Somos chamados à conversão. Vamos celebrar nesse natal Um novo homem, uma nova mulher. Ensinar as crianças Que é tempo de esperanças. Natal é solidariedade... Vamos espalhar o amor pela cidade. Celebrar Nosso desejo de amar!

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