Ot Infoprisma

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Orientação técnica para os Professores Gerenciadores de Sala de Leitura para início das atividades de informatização do acervo.

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  1. 1. TREINAMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA INFOPRISMA: AUTOMAÇÃO DA SALA DE LEITURA AÇÃO 1 Raquel J. Prado Leite de Sousa Diretoria de Ensino São João da Boa Vista
  2. 2. Mediação da informação: da entrada da escola ao catálogo
  3. 3. Mediação  Se tivessem que fazer uma analogia para explicar a mediação, qual seria (em apenas uma palavra/conceito)?
  4. 4. Mediação  O que é? http://formbe20.blogspot.com.br/20 13/10/este-es-el-blog-de-la- biblioteca.html
  5. 5. equiperomanna.wordpress.com
  6. 6. http://formbe20.blogspot.com.br/2013/10/e ste-es-el-blog-de-la-biblioteca.html
  7. 7. educandoteka.com.br
  8. 8. Mediação explícita e implícita  Como o entorno da sua Sala de Leitura (a entrada da escola, o pátio, os corredores) promove a mediação?  Como entrada da sua Sala de Leitura promove a mediação?  Como as estantes, computadores, mesas, ventiladores, etc. da sua Sala de Leitura promovem a mediação?
  9. 9. Mediação pós-questão e pré- questão  Esperar pela solicitação do aluno?  Antever uma necessidade e/ou possibilidade?  O que aprender com as solicitações atendidas e não atendidas?
  10. 10. http://quelleite.wix.com/salas-de-leitura Gestão da Sala de Leitura
  11. 11. Gestão da Sala de Leitura  Missão e valores.  Você tem como responder de forma embasada:  Quantos itens possui o seu acervo?  Quais as principais demandas dos leitores?  Quais as principais barreiras para o pleno funcionamento da Sala de Leitura e onde elas interferem?  Quantos usuários externos utilizaram a SL neste semestre e quais suas solicitações?  Qual sua rotina de atividades?
  12. 12. Regimento da Sala de Leitura  Indica os principais serviços prestados.  Norteia a ação de todos.  Deve estar de acordo com o regimento da unidade escolar.  Adaptar o regimento para as necessidades de cada escola.  Divulgar plenamente entre todos os interessados.
  13. 13. Desfazimento  Resolução SE-83 de 17/12/2013.  Lei 10.753 30/10/2003  Institui a Política Nacional do Livro.  Art. 18: com a finalidade de controlar os bens patrimoniais das bibliotecas públicas, o livro não é considerado material permanente.
  14. 14. Elementos essenciais para identificação do item Processamento técnico
  15. 15. Anatomia do livro
  16. 16. Organização lógica  Relaciona todos os documentos do acervo através de superordenações, subordinações e agrupamentos.  É conceitual e se reflete no catálogo e nas estantes.
  17. 17. Organização física  Modo como os documentos serão dispostos no espaço.  Regras gerais:  Separar por suporte. Exemplo: livros ficam em um local e DVDs em outro.  Os documentos são dispostos em ordem sequencial de acordo com a organização lógica, da primeira estante até a última.
  18. 18. Ordem dos livros nas estantes
  19. 19. Carimbagem  Carimbo de posse:  Indica a qual instituição o material pertence.  Livros:  Carimbar na folha de rosto, próximo ao título, e a cada 50 páginas.  Livros com menos de 100 páginas: carimbar na folha de rosto e no meio.  Carimbo de registro:  Tem espaço para anotações do tombo, número de chamada e aquisição.  Carimbar atrás da página de rosto, no canto superior esquerdo.
  20. 20. Exemplo de carimbo de registro Tombo ______________ Class. ______________ Autor. ______________ Ed. ______________ Ex. ______________ $ ______________
  21. 21. Tratamento físico e temático  Tratamento físico:  Análise descritiva ou bibliográfica.  Ex.: autor, editora, edição, número de páginas, etc.  Ligado ao suporte.  Catalogação.  Tratamento temático:  Representação do assunto do documento.  Ligado ao conteúdo.  Exemplo: LITERATURA INFANTIL. POESIA. ECOLOGIA.  Classificação e descrição de assunto.
  22. 22. Catálogo
  23. 23. Consulta à página de rosto  Fonte oficial e principal para obter informações sobre a descrição física.  Traz título, autoria, editora e edição.  Apenas na dificuldade de encontrar os elementos na folha de rosto deve-se recorrer:  Ao colofão.  Às informações da página atrás da página de rosto.
  24. 24. Título e subtítulo  Título: aparece em destaque na página de rosto (fonte maior ou mais escura).  Subtítulo: aparece com tipologia mais discreta (fonte menor ou mais clara).  Ou o título e o subtítulo podem aparecer separados por dois pontos (:).
  25. 25. Título  Não são considerados os artigos definidos e indefinidos:  O, os, a, as, um, uns, uma, umas.  Na catalogação, o artigo fica em um campo separado do título.  No número de chamada o artigo também é desconsiderado.
  26. 26. Imprenta  Formada por:  Cidade de edição.  Editora.  Ano de edição.  Edição.  A primeira edição de um item nunca aparece. Só colocamos a edição a partir da 2ª.  Ou seja: se a edição não estiver indicada significa que é 1ª edição (tanto no livro como no catálogo).
  27. 27. Descrição física  Paginação:  Vale sempre o último número que aparece na página.  Não contar as páginas que não possuem numeração.  Se não tiver numeração: não paginado.  Na descrição física também entram:  Ilustração: il.  Fotografia: foto.
  28. 28. Autoria  Responsabilidade intelectual pela obra.  Livros com até 3 autores.  O primeiro autor (ou o que está em destaque) é o principal.  Livros com mais de 3 autores.  O organizador (se houver) é o autor principal  Ilustradores e tradutores entram como “outros autores”.
  29. 29. Autoria  Adaptador:  Entra como autor principal.  Atenção: autores de obras famosas podem entrar como “outros autores” e não como “autor principal”.  Por quê?
  30. 30.  Obra: uma ideia/criação desenvolvida pela mente de uma pessoa.  Expressão: a realização da obra na forma de texto, partitura, som, imagem, etc.  Manifestação: a concretização dessa expressão em algo físico (suporte).  Item: exemplar individual dessa manifestação.  Vamos utilizar como exemplo “O engenhoso fidalgo Dom Quixote de La Mancha”.
  31. 31. Número de chamada  Número que identifica e individualiza cada um dos itens do acervo.  Possibilita a organização lógica dos itens.  Promove uma organização relativa.  O número de chamada consta no catálogo e também na etiqueta de lombada.
  32. 32. Número de chamada
  33. 33. Número de chamada 1º nível: assunto (classificação) 2º nível: notação de autor e inicial do título 3º nível: edição (se houver) 4º nível: exemplar
  34. 34. Número de chamada  As notações (números) de assunto e de autoria não representam números inteiros.  Possuem base decimal.  Exemplo: como ficaria a ordenação destes números de chamada? LJ LJ LJ LJ LJ M615a M2984 i M627r M63f M91t
  35. 35. Etiquetas  São coladas na parte inferior da lombada.  Todas devem ficar na mesma posição.  Medir 2cm do corte inferior e colar as etiquetas.  Alinhar a primeira letra/número impressa na etiqueta no começo da lombada.  O alinhamento promove:  Unidade estética.  Facilidade de leitura pelo alinhamento das informações.
  36. 36. 2 cm
  37. 37. 2 cm
  38. 38. 2 cm X
  39. 39. Para refletir
  40. 40. “É incrível que não imaginemos a significação do ‘discurso’ formador que faz uma escola respeitada em seu espaço. A eloquência do discurso ‘pronunciado’ na e pela limpeza do chão, na boniteza das salas, na higiene dos sanitários, nas flores que adornam. Há uma pedagogicidade indiscutível na materialidade do espaço.” Paulo Freire In: Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
  41. 41. Anexos
  42. 42. Consultar registro
  43. 43. Gerar patrimônio
  44. 44. Não esquecer de preencher!!! = preencher = selecionar

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