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TREINAMENTO E
IMPLANTAÇÃO DO
SISTEMA INFOPRISMA:
AUTOMAÇÃO DA SALA
DE LEITURA
AÇÃO 1
Raquel J. Prado Leite de Sousa
Diretoria de Ensino São João da Boa Vista
Mediação da informação: da
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Mediação explícita e implícita
 Como o entorno da sua Sala de Leitura (a entrada
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 Como entrada da sua Sala de Leitura
promove a mediação?
 Como as estantes, computadores, mesas,
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promovem a mediação?
Mediação pós-questão e pré-
questão
 Esperar pela solicitação do aluno?
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Gestão da Sala de Leitura
Gestão da Sala de Leitura
 Missão e valores.
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 Quantos usuários externos utilizaram a SL neste
semestre e quais suas solicitações?
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Regimento da Sala de Leitura
 Indica os principais serviços prestados.
 Norteia a ação de todos.
 Deve estar de acordo com o regimento da
unidade escolar.
 Adaptar o regimento para as necessidades de
cada escola.
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interessados.
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 Resolução SE-83 de 17/12/2013.
 Lei 10.753 30/10/2003
 Institui a Política Nacional do Livro.
 Art. 18: com a finalidade de controlar os bens
patrimoniais das bibliotecas públicas, o livro não
é considerado material permanente.
Elementos essenciais para identificação do
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Processamento técnico
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 Relaciona todos os documentos do acervo
através de superordenações, subordinações e
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 É conceitual e se reflete no catálogo e nas
estantes.
Organização física
 Modo como os documentos serão dispostos
no espaço.
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 Separar por suporte. Exemplo: livros ficam em
um local e DVDs em outro.
 Os documentos são dispostos em ordem
sequencial de acordo com a organização lógica,
da primeira estante até a última.
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Carimbagem
 Carimbo de posse:
 Indica a qual instituição o material pertence.
 Livros:
 Carimbar na folha de rosto, próximo ao título, e a cada 50
páginas.
 Livros com menos de 100 páginas: carimbar na folha de
rosto e no meio.
 Carimbo de registro:
 Tem espaço para anotações do tombo, número de
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______________
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Tratamento físico e temático
 Tratamento físico:
 Análise descritiva ou bibliográfica.
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etc.
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 Representação do assunto do documento.
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 Classificação e descrição de assunto.
Catálogo
Consulta à página de rosto
 Fonte oficial e principal para obter
informações sobre a descrição física.
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elementos na folha de rosto deve-se recorrer:
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Título e subtítulo
 Título: aparece em destaque na página de
rosto (fonte maior ou mais escura).
 Subtítulo: aparece com tipologia mais discreta
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 Ou o título e o subtítulo podem aparecer
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 Não são considerados os artigos definidos e
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 O, os, a, as, um, uns, uma, umas.
 Na catalogação, o artigo fica em um campo
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 No número de chamada o artigo também é
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Imprenta
 Formada por:
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 A primeira edição de um item nunca aparece. Só
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 Ou seja: se a edição não estiver indicada
significa que é 1ª edição (tanto no livro como no
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 Paginação:
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 Na descrição física também entram:
 Ilustração: il.
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Autoria
 Responsabilidade intelectual pela obra.
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 Ilustradores e tradutores entram como “outros
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 Adaptador:
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entrar como “outros autores” e não como
“autor principal”.
 Por quê?
 Obra: uma ideia/criação desenvolvida pela mente
de uma pessoa.
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texto, partitura, som, imagem, etc.
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em algo físico (suporte).
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 Vamos utilizar como exemplo “O engenhoso
fidalgo Dom Quixote de La Mancha”.
Número de chamada
 Número que identifica e individualiza cada um
dos itens do acervo.
 Possibilita a organização lógica dos itens.
 Promove uma organização relativa.
 O número de chamada consta no catálogo e
também na etiqueta de lombada.
Número de chamada
Número de chamada
1º nível: assunto (classificação)
2º nível: notação de autor e inicial do título
3º nível: edição (se houver)
4º nível: exemplar
Número de chamada
 As notações (números) de assunto e de
autoria não representam números inteiros.
 Possuem base decimal.
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números de chamada?
LJ LJ LJ LJ
LJ
M615a M2984 i M627r
M63f M91t
Etiquetas
 São coladas na parte inferior da lombada.
 Todas devem ficar na mesma posição.
 Medir 2cm do corte inferior e colar as
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 Alinhar a primeira letra/número impressa na
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 Facilidade de leitura pelo alinhamento das
informações.
2 cm
2 cm
2 cm
X
Para refletir
“É incrível que não imaginemos a
significação do ‘discurso’ formador que faz
uma escola respeitada em seu espaço. A
eloquência do discurso ‘pronunciado’ na e
pela limpeza do chão, na boniteza das
salas, na higiene dos sanitários, nas flores
que adornam. Há uma pedagogicidade
indiscutível na materialidade do espaço.”
Paulo Freire
In: Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33.
ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
Anexos
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  • 1. TREINAMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA INFOPRISMA: AUTOMAÇÃO DA SALA DE LEITURA AÇÃO 1 Raquel J. Prado Leite de Sousa Diretoria de Ensino São João da Boa Vista
  • 2. Mediação da informação: da entrada da escola ao catálogo
  • 3. Mediação  Se tivessem que fazer uma analogia para explicar a mediação, qual seria (em apenas uma palavra/conceito)?
  • 4.
  • 5.
  • 6. Mediação  O que é? http://formbe20.blogspot.com.br/20 13/10/este-es-el-blog-de-la- biblioteca.html
  • 9.
  • 11. Mediação explícita e implícita  Como o entorno da sua Sala de Leitura (a entrada da escola, o pátio, os corredores) promove a mediação?  Como entrada da sua Sala de Leitura promove a mediação?  Como as estantes, computadores, mesas, ventiladores, etc. da sua Sala de Leitura promovem a mediação?
  • 12. Mediação pós-questão e pré- questão  Esperar pela solicitação do aluno?  Antever uma necessidade e/ou possibilidade?  O que aprender com as solicitações atendidas e não atendidas?
  • 14. Gestão da Sala de Leitura  Missão e valores.  Você tem como responder de forma embasada:  Quantos itens possui o seu acervo?  Quais as principais demandas dos leitores?  Quais as principais barreiras para o pleno funcionamento da Sala de Leitura e onde elas interferem?  Quantos usuários externos utilizaram a SL neste semestre e quais suas solicitações?  Qual sua rotina de atividades?
  • 15. Regimento da Sala de Leitura  Indica os principais serviços prestados.  Norteia a ação de todos.  Deve estar de acordo com o regimento da unidade escolar.  Adaptar o regimento para as necessidades de cada escola.  Divulgar plenamente entre todos os interessados.
  • 16. Desfazimento  Resolução SE-83 de 17/12/2013.  Lei 10.753 30/10/2003  Institui a Política Nacional do Livro.  Art. 18: com a finalidade de controlar os bens patrimoniais das bibliotecas públicas, o livro não é considerado material permanente.
  • 17. Elementos essenciais para identificação do item Processamento técnico
  • 19. Organização lógica  Relaciona todos os documentos do acervo através de superordenações, subordinações e agrupamentos.  É conceitual e se reflete no catálogo e nas estantes.
  • 20. Organização física  Modo como os documentos serão dispostos no espaço.  Regras gerais:  Separar por suporte. Exemplo: livros ficam em um local e DVDs em outro.  Os documentos são dispostos em ordem sequencial de acordo com a organização lógica, da primeira estante até a última.
  • 21. Ordem dos livros nas estantes
  • 22. Carimbagem  Carimbo de posse:  Indica a qual instituição o material pertence.  Livros:  Carimbar na folha de rosto, próximo ao título, e a cada 50 páginas.  Livros com menos de 100 páginas: carimbar na folha de rosto e no meio.  Carimbo de registro:  Tem espaço para anotações do tombo, número de chamada e aquisição.  Carimbar atrás da página de rosto, no canto superior esquerdo.
  • 23. Exemplo de carimbo de registro Tombo ______________ Class. ______________ Autor. ______________ Ed. ______________ Ex. ______________ $ ______________
  • 24. Tratamento físico e temático  Tratamento físico:  Análise descritiva ou bibliográfica.  Ex.: autor, editora, edição, número de páginas, etc.  Ligado ao suporte.  Catalogação.  Tratamento temático:  Representação do assunto do documento.  Ligado ao conteúdo.  Exemplo: LITERATURA INFANTIL. POESIA. ECOLOGIA.  Classificação e descrição de assunto.
  • 26. Consulta à página de rosto  Fonte oficial e principal para obter informações sobre a descrição física.  Traz título, autoria, editora e edição.  Apenas na dificuldade de encontrar os elementos na folha de rosto deve-se recorrer:  Ao colofão.  Às informações da página atrás da página de rosto.
  • 27. Título e subtítulo  Título: aparece em destaque na página de rosto (fonte maior ou mais escura).  Subtítulo: aparece com tipologia mais discreta (fonte menor ou mais clara).  Ou o título e o subtítulo podem aparecer separados por dois pontos (:).
  • 28. Título  Não são considerados os artigos definidos e indefinidos:  O, os, a, as, um, uns, uma, umas.  Na catalogação, o artigo fica em um campo separado do título.  No número de chamada o artigo também é desconsiderado.
  • 29. Imprenta  Formada por:  Cidade de edição.  Editora.  Ano de edição.  Edição.  A primeira edição de um item nunca aparece. Só colocamos a edição a partir da 2ª.  Ou seja: se a edição não estiver indicada significa que é 1ª edição (tanto no livro como no catálogo).
  • 30. Descrição física  Paginação:  Vale sempre o último número que aparece na página.  Não contar as páginas que não possuem numeração.  Se não tiver numeração: não paginado.  Na descrição física também entram:  Ilustração: il.  Fotografia: foto.
  • 31. Autoria  Responsabilidade intelectual pela obra.  Livros com até 3 autores.  O primeiro autor (ou o que está em destaque) é o principal.  Livros com mais de 3 autores.  O organizador (se houver) é o autor principal  Ilustradores e tradutores entram como “outros autores”.
  • 32. Autoria  Adaptador:  Entra como autor principal.  Atenção: autores de obras famosas podem entrar como “outros autores” e não como “autor principal”.  Por quê?
  • 33.  Obra: uma ideia/criação desenvolvida pela mente de uma pessoa.  Expressão: a realização da obra na forma de texto, partitura, som, imagem, etc.  Manifestação: a concretização dessa expressão em algo físico (suporte).  Item: exemplar individual dessa manifestação.  Vamos utilizar como exemplo “O engenhoso fidalgo Dom Quixote de La Mancha”.
  • 34. Número de chamada  Número que identifica e individualiza cada um dos itens do acervo.  Possibilita a organização lógica dos itens.  Promove uma organização relativa.  O número de chamada consta no catálogo e também na etiqueta de lombada.
  • 36. Número de chamada 1º nível: assunto (classificação) 2º nível: notação de autor e inicial do título 3º nível: edição (se houver) 4º nível: exemplar
  • 37. Número de chamada  As notações (números) de assunto e de autoria não representam números inteiros.  Possuem base decimal.  Exemplo: como ficaria a ordenação destes números de chamada? LJ LJ LJ LJ LJ M615a M2984 i M627r M63f M91t
  • 38. Etiquetas  São coladas na parte inferior da lombada.  Todas devem ficar na mesma posição.  Medir 2cm do corte inferior e colar as etiquetas.  Alinhar a primeira letra/número impressa na etiqueta no começo da lombada.  O alinhamento promove:  Unidade estética.  Facilidade de leitura pelo alinhamento das informações.
  • 39. 2 cm
  • 40. 2 cm
  • 43. “É incrível que não imaginemos a significação do ‘discurso’ formador que faz uma escola respeitada em seu espaço. A eloquência do discurso ‘pronunciado’ na e pela limpeza do chão, na boniteza das salas, na higiene dos sanitários, nas flores que adornam. Há uma pedagogicidade indiscutível na materialidade do espaço.” Paulo Freire In: Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
  • 46.
  • 48.