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A Abelha Pica Pica
Era uma vez uma abelha
linda, bondosa e simpática.
Certo dia, quando voltou da
escola, estavam as três amigas:
a Leonor, a Luísa e Carolina à
espera dela na porta do
enxame. Quando a abelha
Pica Pica se aproximou a Luísa
exclamou:
-Já sabes da notícia? –
Sem deixando a Pica Pica
responder disse:
-A abelha Francisca foi
até o topo da torre norte. –
Sem mais nem menos a
Carolina disse:
-Aposto que tu não
consegues!? – Muito triste com
a expressão da Carolina, a
abelha foi dormir.
No
dia
seguinte
a
abelhinha já estava com o seu
plano pronto, acorou muito
cedo e saiu do enxame.
A abelha Pica Pica, de
repente, tinha chegado à cidade. Com muita velocidade atravessou a rua 189 e
chegou à grande entrada da torre norte. Pensou primeiro: “Isto é muito alto, eu não vou
conseguir chegar ao topo!” Olhando para o sinal localizado à entrada. Uns momentos
depois disse:
- Eu sou capaz! Não posso desistir!
Seguido de um grande balanço voou até ao terceiro andar e disse:
-Agora só faltam sete andares! Suspirando do cansaço. De seguida foi até o oitavo
andar.
A Pica Pica, tão cansada, decidiu descansar um pedacinho. Lentamente a
abelhinha acorda e voa até ao topo.
-Eu consegui, eu fui capaz! – exclamando com felicidade. Descendo até a baixo
atravessou a rua 189 e chegou ao enxame. Logo que chegou ao enxame a Leonor
exclamou:
-Onde estiveste? – disse ela
-Estive na torre norte – respondeu a Pica Pica.
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-Devia ter-te incentivado a dar o teu melhor. Desculpa!
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Trabalho realizado por: Oriana, 4º A
A Joaninha Bernabina
Era uma vez uma joaninha muito
divertida que se chamava Bernabina.
Essa joaninha era muito simpática e
amiga dos outros colegas da escola.
Um dia, uma joaninha veio nova para
a escola e estava muito triste, porque
não tinha pintinhas pretas no corpo.
Como a joaninha Bernabina gostava
de ajudar os outros, disse-lhe o que se
passava e ela disse que estava muito
triste por ser diferente das outras
joaninhas. A Bernabina informou-a que
ninguém ia-se rir dela, nem gozar... E
assim a nova joaninha foi brincar. No
outro dia,os colegas gozaram dela e
do corpo dela. A joaninha foi chamar
a Bernabina e esta disse:
- Não ligues, eles são uns "tontos".
- Está bem, eu não lhes ligo-disse
a amiga da Bernabina.
No outro dia, gozaram durante
muito tempo dela e ela olhou para os
que gozaram e disse:
- Nós não somos todos iguais, nós não temos os mesmos gostos: um tem um talento
e o outro tem outro talento. Vocês gostavam que eu gozasse de voçês por não saberem
fazer tranças? Vocês gostavam que eu gozasse por de voçês por não saberem
desenhar? - referiu a Bernabina.
- Não, eu não gostava! - disse o Marcos.
- Então não gozem da minha amiga só por ela não ter pintas. Não quer dizer que
ela não tenha talentos, é um joaninha como as outras, tem dificuldades e algumas
coisas sabe fazer! - exclamou a Bernabina:
- Pois é, desculpa amiga! - exclamou o Marcos.
- Nós todos cometemos erros, eu desculpo. - disse a joaninha que se sentia
diferente.
- Agora vamos brincar. - convidou o Marcos.
- Sim, pode ser. - alegrou-se a joaninha amiga da Bernabina.
E assim todos se tornaram amigos e aprenderam a aceitar a diferença.
Trabalho realizado por: Rui, 4º A
A Ursinha Vénus
Era uma vez uma ursinha
que se chamava Vénus e vivia
num
planeta
chamado
Sorrilândia. Nesse planeta os
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mulheres eram azul claro e os
homens de azul-escuro, mas a
Vénus não, ela era roxa.
Certo dia de Verão os pais
da Vénus disseram-lhe:
- Hoje vais para casa da
tua tia.
- Mas eu não quero ir
porque não vou ter ninguém
para brincar!
- Vais, vais porque há uma
nova vizinha lá.
A Vénus foi para casa da
sua tia. Quando lá chegou viu
uma menina ursinha, também
como ela, de outra cor: a cor
amarela! A Vénus foi lá ter com
ela e perguntou-lhe:
- Qual é o teu nome?
- O meu nome é Solmira, só
porque tenho a cor do sol e,
como é que tu te chamas?
- Eu chamo-me Vénus
porque nasci lá! Estou muito feliz
por te ter encontrado, porque
nunca tive uma amiga igual a mim, com outra cor.
As duas, de imediato, começaram a brincar. Ao fim do dia foram dormir para as
suas casas.
Certo dia a Vénus foi passear pelas montanhas sorridentes e entretanto, viu alguma
coisa: era uma varinha de condão vermelha onde estava escrito em latim uma frase
assim: “Gostar de cores é bom mas não gostar de cores é mau.” Então ela pegou na
varinha de condão e tocou com ela numa árvore e a árvore ficou rosa, por isso ela
pensou que podia tornar opais colorido.
Quando voltou à casa da sua tia disse à Solmira o que acontecera e o que era
possível fazer com a varinha de condão. Então, a Vénus pegou na varinha, fez outra
para a sua amiga e na madrugada do dia seguinte, enquanto toda a gente dormia, pôs
todos de outra cor. De manhã as pessoas acordaram e viram aquelas cores todas! Até
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Elas ficaram conhecidas como: “As meninas da mudança”.
E viveram felizes no planeta Sorrilândia.
Trabalho realizado por: Ana Maria, 4º A
O Planeta Minilândia
Era uma vez um planeta chamado Minilândia e lá havia muitos habitantes. Um
deles chamava-se Afonso e vivia numa casa simples, com os pais.
Certo dia o Afonso levantou-se, foi ao quarto dos pais e disse:
- Pai e mãe podem-me fazer o pequeno-almoço para eu depois ir para a rua? –
disse o Afonso.
Claro meu filho. Enquanto eu faço o pequeno-almoço tu vestes-te – respondeu o
pai.
Depois do Afonso acabar de comer e de se vestir foi para a rua e viu que as
pessoas estavam pobres.
Enquanto o Afonso andava à procura de uma solução para ficarem todos ricos, viu
algo a brilhar. Ele foi até lá e reparou que este brilho vinha debaixo da terra e pegou
uma picareta, escavou e encontrou um
gruta cheia de: esmeraldas, ouro,
diamantes e outras pedras preciosas. O
menino disse:
- Ah! Ah! Ah! Parece que todos vão
ficar ricos! Acho que vou demorar dois
dias … e começou a escavar.
A mãe preocupada disse:
- Onde é que está o Afonso?
- Não sei, mas ele é inteligente, por
isso, deve ter construído um abrigo
pequeno, só para ele.
Chegou ao segundo dia e o Afonso
já tinha escavado até encontrar todas
as pedras preciosas.
Entretanto o Afonso voltou a casa
com a mochila carregada.
Quando ele chegou a casa os pais
abraçam-no e o Afonso retorquiu:
- Eu encontrei pedras preciosas e
trago na mochila para dar a todos os
habitantes e ajudá-los.
Os pais e o Afonso distribuíram por
todos os habitantes dali da cidade e
todos ficaram ricos e alegres para
comprar tudo o que quisessem, mas sem
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E assim ficaram todos tornaram-se
felizes e aprenderam a partilhar.
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O Falcão do Inferno
Era uma vez um falcão, mas era um
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Um
dia
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ele
muito
entusiasmado porque era o seu primeiro
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especial para falcões.
-Adeus, mãe!
-Adeus, filho!
E lá foi ele para a camioneta da
escola. Quando chegou foi o primeiro a
sair, pois ele estava ansioso por
conhecer os seus novos amigos e
aprender com os professores.
-Olá! Como te chamas?-perguntou
o seu colega.
-Eu chamo-me Infernal!
-Uuuaaauu!
-Eu chamo-me Falqui!
-Eu sou filho da lendária Fénix!-disse
o infernal.
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uma jornada de aventuras, sem fim?
-É claro que quero!
-Então encontramo-nos à meianoite aqui!
-Está bem!
E então foram para casa sem os pais saberem que eles iam sair à noite.
À hora marcada lá se encontraram para fazerem a sua jornada.
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O Poli o brincalhão
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podia fazer karaté, voar e atirar fogo.
Um menino chamado João quis
comprá-lo e a mãe deixou.
O menino chegou a casa e
começou a brincar com o seu peluche
novo.
Chegou à hora do jantar e o
menino disse à mãe:
- Mãe estou desejando que os
meus amigos cheguem para brincarem
com o meu peluche novo.
- Está bem, mas agora vais dormir e
quando acordares já vais vê-los.
O amigo do João estava a brincar
com o Poli e, de repente o peluche caiu
no lago e afundou-se.
O menino não tinha coragem de
dizer que tinha "afogado" o boneco
novo.
Quando os amigos foram embora
o João sentiu imensa falta do seu Poli o brincalhão.
Durante a semana quando o menino ia para a escola, ia triste e os amigos ficaram
preocupados.
Então, quando o amigo do João chegou a casa disse ao João pelo telemóvel:
- João eu estava a brincar como teu brinquedo, mas ele caiu no lago e afundouse.
- Obrigado por seres verdadeiro.
- Desculpa, João.
- Não faz mal. - retorquiu o João.
O João ia para a cama e lembrou-se que, naquela hora fazia uma semana que ele
tinha tido o brinquedo novo. Entretanto, na sua cama o João voltou a ver o peluche.
O brinquedo, do fundo do lago abriu a alma e viu tudo o que o menino lhe tinha
feito.
O peluche pôs as suas asas e voou até ao quarto do menino. Este ao vê-lo ficou
muito feliz pelo boneco ter voltado e dormiu feliz com o sonho que estava a ter.

Trabalho realizado por: Marcos Freitas, 4º A
O Poulito
Certo dia uma mascote chamada Poulito andava á espera de um dono, mas
ninguém o queria. O Poulito passava os dias sozinho á espera que alguém quisesse
adotar. Mas um dia o André, que era apaixonado por mascotes, logo que viu o Poulito
pediu ao seu pai para o comprar e deu-lhe o nome de Poulito . O André levou-o para
casa.
Os seus dias
eram passados a
brincar com a
sua
mascote.
Certo dia um
malvado
ladrão
chamado
Rango,
um
Mexicano, veio a
Bélgica e roubou o
Poulito do André.
O
André
ficou
destroçado
e,
certo dia quando
o André e os seus
pais
foram
á
Austrália, fizeram
uma caminhada
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montanhas.
Lá
encontraram
uma
casa
e
estavam cheios
de
frio
eles
dissidiram:
-Podemos
entrar na casa?
Ninguém
respondeu. – Mas
como tinha uma
porta aberta eles
entraram
e
então viram que o
Paulito estava lá.
Eles chamaram a
polícia
e
o
Rango foi preso e
o Paulito voltou para o André.
Trabalho realizado por: André, 4º A
O Ursinho Mágico
Era uma vez um urso mágico
chamado espetacular.
Num certo dia o Espetacular
ouviu um barulho na rua e, quando
ele espreitou donde vinha o ruído, viu
um circo e o ursinho queria fazer um
espetáculo no circo de magia. O
ursinho foi para lá e disse:
- Posso entrar na magia?
- Claro! – respondeu o dono.
O urso então entrou e fez um
truque de magia que fez aparecer
um palhaço com um coelho na mão.
O Espetacular chamou ao circo
da magia: Circo Antifantástico. O
circo Antifantástico ia “viajar” para
outro sitio mas o urso não podia ir com
eles.
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Porém, o urso não desistiu e foi
atrás deles em cima do avião para
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O urso conheceu novos amigos e
foi feliz fazendo magia. O urso foi sempre com eles para todo o lado.
Trabalho realizado por: João Cruz, 4º A
Smilândia
Havia uma cidade chamada smilândia, muito silenciosa e calma. Mas existia um
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os dias, irritante. De manhã
cantava os contentores, ao
almoço ele fingia que era o
tarzan, à tarde gozava do
partidos socialistas e à noite
dava cabo do balde do lixo.
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aprendeu a lição. Quando
começou a cantar, um corvo
passou e jogou-lhe uma pedra.
- Vê se tens mais cuidado! –
gritou o Smile.
E o corvo jogou-lhe mais
uma pedra.
Quando chegou a hora do
almoço, o Smile estava com um
pouco de medo, mas fingiu que
era o tarzan, baloiçando-se na
luz, até que esta partiu-se e ele
caiu no chão. Agora já tinha
mesmo medo!
No dia seguinte, na escola,
gozou com os partidos e quando
foi para a sala caiu num balde de água e os colegas gozaram com ele.
Quando chegou a casa, agora cheio de medo, pensou no balde do lixo, mas já
não o destruiu… rezou.
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Mascotes da turma - 4.º A

  • 1. A Abelha Pica Pica Era uma vez uma abelha linda, bondosa e simpática. Certo dia, quando voltou da escola, estavam as três amigas: a Leonor, a Luísa e Carolina à espera dela na porta do enxame. Quando a abelha Pica Pica se aproximou a Luísa exclamou: -Já sabes da notícia? – Sem deixando a Pica Pica responder disse: -A abelha Francisca foi até o topo da torre norte. – Sem mais nem menos a Carolina disse: -Aposto que tu não consegues!? – Muito triste com a expressão da Carolina, a abelha foi dormir. No dia seguinte a abelhinha já estava com o seu plano pronto, acorou muito cedo e saiu do enxame. A abelha Pica Pica, de repente, tinha chegado à cidade. Com muita velocidade atravessou a rua 189 e chegou à grande entrada da torre norte. Pensou primeiro: “Isto é muito alto, eu não vou conseguir chegar ao topo!” Olhando para o sinal localizado à entrada. Uns momentos depois disse: - Eu sou capaz! Não posso desistir! Seguido de um grande balanço voou até ao terceiro andar e disse: -Agora só faltam sete andares! Suspirando do cansaço. De seguida foi até o oitavo andar. A Pica Pica, tão cansada, decidiu descansar um pedacinho. Lentamente a abelhinha acorda e voa até ao topo. -Eu consegui, eu fui capaz! – exclamando com felicidade. Descendo até a baixo atravessou a rua 189 e chegou ao enxame. Logo que chegou ao enxame a Leonor exclamou: -Onde estiveste? – disse ela -Estive na torre norte – respondeu a Pica Pica. A Carolina espantada disse: -Devia ter-te incentivado a dar o teu melhor. Desculpa! A abelha Pica Pica e as suas amigas viveram feliz para sempre. Trabalho realizado por: Oriana, 4º A
  • 2. A Joaninha Bernabina Era uma vez uma joaninha muito divertida que se chamava Bernabina. Essa joaninha era muito simpática e amiga dos outros colegas da escola. Um dia, uma joaninha veio nova para a escola e estava muito triste, porque não tinha pintinhas pretas no corpo. Como a joaninha Bernabina gostava de ajudar os outros, disse-lhe o que se passava e ela disse que estava muito triste por ser diferente das outras joaninhas. A Bernabina informou-a que ninguém ia-se rir dela, nem gozar... E assim a nova joaninha foi brincar. No outro dia,os colegas gozaram dela e do corpo dela. A joaninha foi chamar a Bernabina e esta disse: - Não ligues, eles são uns "tontos". - Está bem, eu não lhes ligo-disse a amiga da Bernabina. No outro dia, gozaram durante muito tempo dela e ela olhou para os que gozaram e disse: - Nós não somos todos iguais, nós não temos os mesmos gostos: um tem um talento e o outro tem outro talento. Vocês gostavam que eu gozasse de voçês por não saberem fazer tranças? Vocês gostavam que eu gozasse por de voçês por não saberem desenhar? - referiu a Bernabina. - Não, eu não gostava! - disse o Marcos. - Então não gozem da minha amiga só por ela não ter pintas. Não quer dizer que ela não tenha talentos, é um joaninha como as outras, tem dificuldades e algumas coisas sabe fazer! - exclamou a Bernabina: - Pois é, desculpa amiga! - exclamou o Marcos. - Nós todos cometemos erros, eu desculpo. - disse a joaninha que se sentia diferente. - Agora vamos brincar. - convidou o Marcos. - Sim, pode ser. - alegrou-se a joaninha amiga da Bernabina. E assim todos se tornaram amigos e aprenderam a aceitar a diferença. Trabalho realizado por: Rui, 4º A
  • 3. A Ursinha Vénus Era uma vez uma ursinha que se chamava Vénus e vivia num planeta chamado Sorrilândia. Nesse planeta os ursinhos eram todos azuis: as mulheres eram azul claro e os homens de azul-escuro, mas a Vénus não, ela era roxa. Certo dia de Verão os pais da Vénus disseram-lhe: - Hoje vais para casa da tua tia. - Mas eu não quero ir porque não vou ter ninguém para brincar! - Vais, vais porque há uma nova vizinha lá. A Vénus foi para casa da sua tia. Quando lá chegou viu uma menina ursinha, também como ela, de outra cor: a cor amarela! A Vénus foi lá ter com ela e perguntou-lhe: - Qual é o teu nome? - O meu nome é Solmira, só porque tenho a cor do sol e, como é que tu te chamas? - Eu chamo-me Vénus porque nasci lá! Estou muito feliz por te ter encontrado, porque nunca tive uma amiga igual a mim, com outra cor. As duas, de imediato, começaram a brincar. Ao fim do dia foram dormir para as suas casas. Certo dia a Vénus foi passear pelas montanhas sorridentes e entretanto, viu alguma coisa: era uma varinha de condão vermelha onde estava escrito em latim uma frase assim: “Gostar de cores é bom mas não gostar de cores é mau.” Então ela pegou na varinha de condão e tocou com ela numa árvore e a árvore ficou rosa, por isso ela pensou que podia tornar opais colorido. Quando voltou à casa da sua tia disse à Solmira o que acontecera e o que era possível fazer com a varinha de condão. Então, a Vénus pegou na varinha, fez outra para a sua amiga e na madrugada do dia seguinte, enquanto toda a gente dormia, pôs todos de outra cor. De manhã as pessoas acordaram e viram aquelas cores todas! Até veio no jornal a dizer que foram as duas amigas responsáveis por o tal acontecimento. Elas ficaram conhecidas como: “As meninas da mudança”. E viveram felizes no planeta Sorrilândia. Trabalho realizado por: Ana Maria, 4º A
  • 4. O Planeta Minilândia Era uma vez um planeta chamado Minilândia e lá havia muitos habitantes. Um deles chamava-se Afonso e vivia numa casa simples, com os pais. Certo dia o Afonso levantou-se, foi ao quarto dos pais e disse: - Pai e mãe podem-me fazer o pequeno-almoço para eu depois ir para a rua? – disse o Afonso. Claro meu filho. Enquanto eu faço o pequeno-almoço tu vestes-te – respondeu o pai. Depois do Afonso acabar de comer e de se vestir foi para a rua e viu que as pessoas estavam pobres. Enquanto o Afonso andava à procura de uma solução para ficarem todos ricos, viu algo a brilhar. Ele foi até lá e reparou que este brilho vinha debaixo da terra e pegou uma picareta, escavou e encontrou um gruta cheia de: esmeraldas, ouro, diamantes e outras pedras preciosas. O menino disse: - Ah! Ah! Ah! Parece que todos vão ficar ricos! Acho que vou demorar dois dias … e começou a escavar. A mãe preocupada disse: - Onde é que está o Afonso? - Não sei, mas ele é inteligente, por isso, deve ter construído um abrigo pequeno, só para ele. Chegou ao segundo dia e o Afonso já tinha escavado até encontrar todas as pedras preciosas. Entretanto o Afonso voltou a casa com a mochila carregada. Quando ele chegou a casa os pais abraçam-no e o Afonso retorquiu: - Eu encontrei pedras preciosas e trago na mochila para dar a todos os habitantes e ajudá-los. Os pais e o Afonso distribuíram por todos os habitantes dali da cidade e todos ficaram ricos e alegres para comprar tudo o que quisessem, mas sem desperdiçar em coisas desnecessárias. E assim ficaram todos tornaram-se felizes e aprenderam a partilhar. Trabalho realizado por: João Pedro Ferreira, 4.º A
  • 5. O Falcão do Inferno Era uma vez um falcão, mas era um falcão do inferno. Um dia estava ele muito entusiasmado porque era o seu primeiro dia na escola Falco, uma escola especial para falcões. -Adeus, mãe! -Adeus, filho! E lá foi ele para a camioneta da escola. Quando chegou foi o primeiro a sair, pois ele estava ansioso por conhecer os seus novos amigos e aprender com os professores. -Olá! Como te chamas?-perguntou o seu colega. -Eu chamo-me Infernal! -Uuuaaauu! -Eu chamo-me Falqui! -Eu sou filho da lendária Fénix!-disse o infernal. -Queres desistir da escola e fazer uma jornada de aventuras, sem fim? -É claro que quero! -Então encontramo-nos à meianoite aqui! -Está bem! E então foram para casa sem os pais saberem que eles iam sair à noite. À hora marcada lá se encontraram para fazerem a sua jornada. Eles viram que alguém estava a roubar o banco Falco. Então eles foram lá e detiveram esse ladrão. As suas mães quando souberam ficaram muito orgulhosas e deixaram-nos ir em busca de mais aventuras estupendas e sem fim. E, foi assim, a vida de infernal apesar de ser do inferno por fora, mas por dentro era um anjo. Trabalho realizado por: Bruno, 4º A
  • 6. O Poli o brincalhão Era uma vez um peluche que era o cartão de vista da loja, ele chamava-se: Poli o brincalhão. As pessoas chamavam-lhe brincalhão porque o Poli podia fazer karaté, voar e atirar fogo. Um menino chamado João quis comprá-lo e a mãe deixou. O menino chegou a casa e começou a brincar com o seu peluche novo. Chegou à hora do jantar e o menino disse à mãe: - Mãe estou desejando que os meus amigos cheguem para brincarem com o meu peluche novo. - Está bem, mas agora vais dormir e quando acordares já vais vê-los. O amigo do João estava a brincar com o Poli e, de repente o peluche caiu no lago e afundou-se. O menino não tinha coragem de dizer que tinha "afogado" o boneco novo. Quando os amigos foram embora o João sentiu imensa falta do seu Poli o brincalhão. Durante a semana quando o menino ia para a escola, ia triste e os amigos ficaram preocupados. Então, quando o amigo do João chegou a casa disse ao João pelo telemóvel: - João eu estava a brincar como teu brinquedo, mas ele caiu no lago e afundouse. - Obrigado por seres verdadeiro. - Desculpa, João. - Não faz mal. - retorquiu o João. O João ia para a cama e lembrou-se que, naquela hora fazia uma semana que ele tinha tido o brinquedo novo. Entretanto, na sua cama o João voltou a ver o peluche. O brinquedo, do fundo do lago abriu a alma e viu tudo o que o menino lhe tinha feito. O peluche pôs as suas asas e voou até ao quarto do menino. Este ao vê-lo ficou muito feliz pelo boneco ter voltado e dormiu feliz com o sonho que estava a ter. Trabalho realizado por: Marcos Freitas, 4º A
  • 7. O Poulito Certo dia uma mascote chamada Poulito andava á espera de um dono, mas ninguém o queria. O Poulito passava os dias sozinho á espera que alguém quisesse adotar. Mas um dia o André, que era apaixonado por mascotes, logo que viu o Poulito pediu ao seu pai para o comprar e deu-lhe o nome de Poulito . O André levou-o para casa. Os seus dias eram passados a brincar com a sua mascote. Certo dia um malvado ladrão chamado Rango, um Mexicano, veio a Bélgica e roubou o Poulito do André. O André ficou destroçado e, certo dia quando o André e os seus pais foram á Austrália, fizeram uma caminhada pelas montanhas. Lá encontraram uma casa e estavam cheios de frio eles dissidiram: -Podemos entrar na casa? Ninguém respondeu. – Mas como tinha uma porta aberta eles entraram e então viram que o Paulito estava lá. Eles chamaram a polícia e o Rango foi preso e o Paulito voltou para o André. Trabalho realizado por: André, 4º A
  • 8. O Ursinho Mágico Era uma vez um urso mágico chamado espetacular. Num certo dia o Espetacular ouviu um barulho na rua e, quando ele espreitou donde vinha o ruído, viu um circo e o ursinho queria fazer um espetáculo no circo de magia. O ursinho foi para lá e disse: - Posso entrar na magia? - Claro! – respondeu o dono. O urso então entrou e fez um truque de magia que fez aparecer um palhaço com um coelho na mão. O Espetacular chamou ao circo da magia: Circo Antifantástico. O circo Antifantástico ia “viajar” para outro sitio mas o urso não podia ir com eles. O urso ficou muito triste. Porém, o urso não desistiu e foi atrás deles em cima do avião para os Açores. O urso conheceu novos amigos e foi feliz fazendo magia. O urso foi sempre com eles para todo o lado. Trabalho realizado por: João Cruz, 4º A
  • 9. Smilândia Havia uma cidade chamada smilândia, muito silenciosa e calma. Mas existia um lugar que não era calmo, era melhor não irem para perto daquele terrorista que chamava Smile. Sabem, é que ele era todos os dias, irritante. De manhã cantava os contentores, ao almoço ele fingia que era o tarzan, à tarde gozava do partidos socialistas e à noite dava cabo do balde do lixo. Mas esse rapazinho, um dia aprendeu a lição. Quando começou a cantar, um corvo passou e jogou-lhe uma pedra. - Vê se tens mais cuidado! – gritou o Smile. E o corvo jogou-lhe mais uma pedra. Quando chegou a hora do almoço, o Smile estava com um pouco de medo, mas fingiu que era o tarzan, baloiçando-se na luz, até que esta partiu-se e ele caiu no chão. Agora já tinha mesmo medo! No dia seguinte, na escola, gozou com os partidos e quando foi para a sala caiu num balde de água e os colegas gozaram com ele. Quando chegou a casa, agora cheio de medo, pensou no balde do lixo, mas já não o destruiu… rezou. E com isto o Smile aprendeu a lição de que não é só ele que existe no mundo. Trabalho realizado por: Afonso, 4º A