Apresentação para décimo segundo ano, aula 3

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Apresentação para décimo segundo ano, aula 3

  1. 4. <ul><li>folhas </li></ul><ul><li>evitar ausência de margens </li></ul><ul><li>folhas de matemática </li></ul><ul><li>fragmentos </li></ul><ul><li>A4 </li></ul>
  2. 5. <ul><li>nem apenas repetir o que está no texto </li></ul><ul><li>nem ser apenas especulativo </li></ul><ul><li>ir articulando generalizações com o próprio poema </li></ul>
  3. 6. <ul><li>demonstrar </li></ul><ul><li>mostrar </li></ul>
  4. 7. <ul><li>ou seja </li></ul><ul><li>isto é </li></ul>
  5. 8. <ul><li>tem a consciência de que </li></ul>
  6. 9. <ul><li>no poema do gato </li></ul><ul><li>em «Gato que brincas na rua» </li></ul>
  7. 10. <ul><li>básico </li></ul><ul><li>simples </li></ul>
  8. 11. <ul><li>«sorte» </li></ul>
  9. 12. <ul><li>assim, </li></ul><ul><li>logo, </li></ul><ul><li>portanto, </li></ul>
  10. 13. <ul><li>personagens [do poema] </li></ul>
  11. 14. <ul><li>Fernando Pessoa </li></ul><ul><li>o autor </li></ul><ul><li>o sujeito poético </li></ul><ul><li>o poeta </li></ul>
  12. 15. <ul><li>espontaneidade </li></ul><ul><li>fealdade </li></ul>
  13. 16. <ul><li>espontâneamente </li></ul><ul><li>espontaneamente </li></ul><ul><li>vivênciar </li></ul><ul><li>vivenciar </li></ul>
  14. 17. <ul><li>e, por isso, </li></ul><ul><li>e, ao mesmo tempo, </li></ul><ul><li>e, tal como a ceifeira, </li></ul><ul><li>e, no texto tal, </li></ul>
  15. 18. <ul><li>O tema é o mesmo em ambos os poemas — a dor de pensar provocada pela intelectualização do sentir. O poeta gostaria de ser como a ceifeira, ter a sua alegre inconsciência, mas, ao mesmo tempo, saber-se possuidor dessa inconsciência. Do mesmo modo, gostaria de ser como o gato que apenas sente («sentes só o que sentes») e, por isso, é feliz («és feliz porque és assim»), enquanto o poeta pensa («vejo-me e estou sem mim, / conheço-me e não sou eu»). </li></ul>
  16. 19. <ul><li>O tema é o mesmo em ambos os poemas — a dor de pensar provocada pela intelectualização do sentir. O poeta gostaria de ser como a ceifeira, ter a sua alegre inconsciência, mas, ao mesmo tempo, saber-se possuidor dessa inconsciência. </li></ul>
  17. 20. <ul><li>Do mesmo modo, gostaria de ser como o gato que apenas sente («sentes só o que sentes») e, por isso, é feliz («és feliz porque és assim»), enquanto o poeta pensa («vejo-me e estou sem mim, / conheço-me e não sou eu»). </li></ul>
  18. 22. <ul><li>Ao releres o excerto da «Ode triunfal» (p. 183), que na última aula viste apenas na diagonal, repara agora nas características deste heterónimo apontadas na parte «orientação de leitura» (p. 183, em baixo; também na p. 194 se elencam os aspectos mais típicos da poesia de Álvaro de Campos). </li></ul>
  19. 23. <ul><li>real-exterior & emocional-interior; </li></ul><ul><li>presença obsessiva da civilização moderna; </li></ul><ul><li>uso extensivo de um dado campo lexical; </li></ul><ul><li>expressão de uma emoção excessiva (o desejo de acolher todas as sensações); </li></ul>
  20. 24. <ul><li>estilo dinâmico, torrencial; </li></ul><ul><li>fuga para a recordação e/ou sonho; </li></ul><ul><li>confusão emocional, desencontro dos outros; </li></ul><ul><li>poetização do prosaico, do comum e quotidiano. </li></ul>
  21. 25. <ul><li>em termos estilísticos </li></ul><ul><li>verso livre e longo </li></ul><ul><li>repetições («Por todos / Por todos») </li></ul><ul><li>onomatopeias («r-r-r-r-r-r-r») </li></ul><ul><li>interjeições («Ah») </li></ul>
  22. 26. <ul><li>aliterações («rugindo, rangendo»; «A dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas») </li></ul><ul><li>frases exclamativas </li></ul><ul><li>apóstrofes («Ó rodas»; «ó engrenagens») </li></ul><ul><li>comparações e metáforas inesperadas («como um automóvel último-modelo»). </li></ul>
  23. 27. <ul><li>A partir dessa releitura (eventualmente, também, depois de uma vista de olhos à «Ode marítima», na p. 185), cria uma «Ode [ escolher ]» — de apologia a um assunto, objecto, e ao estilo deste heterónimo de Pessoa. </li></ul><ul><li>Ode a ________ / Ode _________ { adjectivo } </li></ul>
  24. 28. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Lê as pp. 148-149 (incluem um excerto da carta de Fernando Pessoa a Adolfo Casais Monteiro acerca da génese dos heterónimos). </li></ul>

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