Alberto Caeiro

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Alberto Caeiro

  1. 1. ALBERTO CAEIRO
  2. 2. ALBERTO CAEIRO Desenho de Almada Negreiros
  3. 3. ALBERTO CAEIRO
  4. 4. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>nasce em Lisboa a 16 de Abril de 1899 </li></ul><ul><li>órfão de pai e de mãe </li></ul><ul><li>muda-se para o campo </li></ul><ul><li>aí vive até ao fim da sua vida </li></ul>
  5. 5. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>é loiro, de olhos azuis </li></ul><ul><li>passa o tempo a ver o mundo e as coisas </li></ul>
  6. 6. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>é apelidado de pastor </li></ul><ul><li>apenas possui a instrução primária </li></ul><ul><li>é ingénuo, aberto, expansivo </li></ul>
  7. 7. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>é natural e está satisfeito com o mundo em que vive </li></ul><ul><li>não sabe pensar, ou melhor, pensa, vendo </li></ul>
  8. 8. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>CARACTERÍSTICAS DO DISCURSO </li></ul><ul><li>LINGUAGEM </li></ul><ul><li>predominância de orações coordenadas </li></ul><ul><li>frequentes paralelismos </li></ul>
  9. 9. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>CARACTERÍSTICAS DO DISCURSO </li></ul><ul><li>LINGUAGEM : </li></ul><ul><li>uso de assíndetos </li></ul><ul><li>uso de polissíndetos </li></ul><ul><li>presença de comparações e metáforas </li></ul>
  10. 10. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>CARACTERÍSTICAS DO DISCURSO </li></ul><ul><li>LINGUAGEM </li></ul><ul><li>vocabulário simples </li></ul><ul><li>discurso oralizante e prosaico </li></ul><ul><li>rara adjectivação </li></ul>
  11. 11. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>COMPOSIÇÃO POÉTICA: </li></ul><ul><li>verso livre </li></ul><ul><li>ausência de rima </li></ul><ul><li>métrica irregular </li></ul><ul><li>esquemas rítmicos variados </li></ul>
  12. 12. ALBERTO CAEIRO O MESTRE
  13. 13. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>É o mestre que Pessoa opõe a si mesmo, com o qual tem de aprender: </li></ul><ul><li>a viver sem dor </li></ul><ul><li>a envelhecer sem angústia </li></ul><ul><li>a morrer sem desespero </li></ul>
  14. 14. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>a fazer coincidir o ser com o estar </li></ul><ul><li>a combater o vício de pensar </li></ul><ul><li>a ser um ser uno (não fragmentado) </li></ul>
  15. 15. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>vive de impressões sobretudo visuais </li></ul><ul><li>identifica-se com a Natureza, vive segundo o seu ritmo </li></ul><ul><li>integra-se nas leis do Universo como se fosse um rio ou uma planta </li></ul>
  16. 16. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>recusa a introspecção e a subjectividade </li></ul><ul><li>abre-se ao mundo exterior com passividade e alegria </li></ul><ul><li>é o poeta do real objectivo </li></ul>
  17. 17. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>não quer saber do passado nem do futuro </li></ul><ul><li>vive no presente </li></ul><ul><li>defende a existência antes do pensamento, ou seja, </li></ul><ul><li>o corpo antes do espírito </li></ul>
  18. 18. ALBERTO CAEIRO O MESTRE <ul><li>aproxima a sua poesia da prosa </li></ul>

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