Fisiologia Humana 2 - Fisiologia da Membrana

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Fisiologia Humana 2 - Fisiologia da Membrana

  1. 1. MSc LORENA ALMEIDA DE MELO
  2. 2.  MEMBRANA PLASMÁTICA  Membrana que envolve a célula ≠  MEMBRANA EPITELIAIS  Tecidos epiteliais que revestem uma cavidade ou separam dois compartimentos  Ex: membrana pleural, membranas peritoniais
  3. 3.  ISOLAMENTO FÍSICO  Barreira física que separa o interior da célula do fluxo extracelular adjacente  REGULAÇÃO DAS TROCAS COM O AMBIENTE  Controla a entrada de íons e nutrientes, a eliminação de excretas, e a liberação de produtos de secreção  COMUNICAÇÃO ENTRE A CÉLULA E SEU AMBIENTE
  4. 4.  COMUNICAÇÃO ENTRE A CÉLULA E SEU AMBIENTE  Contato direto tanto com o citosol quanto com o fluido extracelular.  SUPORTE ESTRUTURAL  Proteínas da membrana celular – formato celular
  5. 5. # FOSFOLIPÍDIO  HIDROFÓBICA (radicais ácidos graxos)  Repele a água  Atração das moléculas - alinhamento na parte central da membrana;  Ex: O2, CO2 e álcool.  HIDROFÍLICA (fração fosfato)  Solúvel em água.  Contato com as soluções aquosas – LIC e LEC.  Ex: íons, glicose e uréia.
  6. 6. # COLESTEROL  São hidrofóbicas  Localização: porção central da bicamada lipídica  Mantém a membrana impermeável a moléculas solúveis em água.
  7. 7. # PROTEÍNAS  Periféricas ou Extrínsecas  Presa a proteína integral ou a regiões polares dos fosfolipídios;  Ex: receptores hormonais; enzimas.
  8. 8. # PROTEÍNAS  Integrais ou Intrínsecas  Ligada a bicamada fosfolipídica;  Proteínas transmembrana: atravessam toda a membrana
  9. 9.  1- PROTEÍNA ESTRUTURAIS  Conectar a membrana ao citoesqueleto para manter a forma da célula  Junções celulares  Ex: junções comunicantes
  10. 10.  2- ENZIMAS  Catalisam reações químicas  Superfície externa da célula ou lado interno do citoplasma  3- RECEPTORES  Sistema químico de sinalização do corpo  Receptor específico  Ligante+receptor – eventos adicionais na célula
  11. 11.  3- RECEPTORES
  12. 12.  4- TRANSPORTADORES  PROTEÍNAS DE CANAIS  Criam passagem cheia de água ligando os compartimentos extracelular e intracelular  Transporte rápido porém sem seletividade  Passagem de água (aquaporina) e íons (seletivos ou não)  Porta dos canais de proteínas  Canais abertos – canais de vazamento ou poros  Canais fechados – não permite movimento através dele - regulam o movimento entre LIC e LEC
  13. 13.  4- TRANSPORTADORES  PROTEÍNAS DE CANAIS  Controle da abertura ou fechamento dos canais com porta  Moléculas mensageiras intracelulares - ligantes extracelulares (canais fechados quimicamente)  Estado elétrico (canais fechados eletricamente) física (↑ de temperatura ou mecanismo que produza tensão - canais fechados mecanicamente.  Mudança
  14. 14.  4- TRANSPORTADORES  PROTEÍNAS DE CANAIS
  15. 15.  4- TRANSPORTADORES  PROTEÍNAS CARREADORAS  Ligam-se a moléculas específicas (substratos) e carregam estas através mudança na sua forma. da membrana pela  São lentas, seletivas e transportam moléculas grandes.  Não criam uma passagem contínua entre o lado de dentro e de fora da célula
  16. 16.  4- TRANSPORTADORES  PROTEÍNAS CARREADORAS
  17. 17.  # CARBOIDRATOS  Polímeros de glicose que se ligam às proteínas da membrana (glicoproteínas) ou a lipídios da membrana (glicolipídios)  Localização: superfície externa da célula  Formam camada protetora (glicocálice)  Possuem papel-chave na resposta imunológica do corpo
  18. 18.  CARACTERÍSTICAS  Moléculas permeáveis ou impermeável  Permeável – molécula que cruza a membrana  Impermeável – não permite que a molécula cruze a membrana  Propriedades que influenciam o movimento através da membrana  Tamanho da molécula  Solubilidade em lipídios ou polaridade  Classificação energética  Passivo  Ativo de acordo com a necessidade
  19. 19.  CARACTERÍSTICAS  Moléculas movem-se de uma área de maior      concentração para menor concentração Processo passivo – não exige um gasto de energia de outra origem Existirá movimento entre as moléculas até que as concentrações sejam equivalentes Diretamente relacionada com a temperatura Inversamente proporcional ao tamanho molecular – quanto maior a molécula mais lento é a difusão Inversamente proporcional a grande distâncias
  20. 20.  DIFUSÃO SIMPLES  Movimento cinético das moléculas ou íons (orifícios ou espaços intermoleculares da membrana), necessidade de fixação a proteínas carreadoras. sem  Difusão simples – percursos  Interstícios da bicamada lipídica (substância lipossolúvel).  Canais aquosos em algumas das proteínas de transporte (seletivos – comportas).
  21. 21.  Presença de proteína “carreadora” que se fixa ao soluto e se difunde com ele através da membrana.  Um soluto se fixa a um transportador específico em um dos lados da membrana e é liberado, no outro, após o transportador ter passado por alteração de sua conformação.  Movimento ao longo do gradiente de concentração – da região de maior concentração para região de menor concentração.  Ex: glicose, uréia, frutose, galactose e algumas vitaminas.
  22. 22.  É um processo mediado, consumidor de energia celular (ATP), no qual proteínas transportadoras movem os solutos através da membrana contra um gradiente de concentração (ladeira acima).  Ex: Íons (Na+, H+, Ca2+, K+,Cl- ) e aminoácidos.  Transporte Ativo Primário  A energia derivada da hidrólise do ATP altera a forma de uma proteína transportadora, que bombeia uma substância, através da membrana plasmática, contra seu gradiente de concentração.
  23. 23.  Bomba de Na+/K+      Na+ → dentro para fora da célula; K+ → de fora para dentro; 3 Na+ parte interna da proteína carreadora; 2 K+ parte externa da proteína carreadora; Enzima ATPase (bombeamento): ATP  ADP+Pi. MSc. Lorena Almeida de Melo
  24. 24. K+ Na+ ATP MSc. Lorena Almeida de Melo
  25. 25.  Mecanismo de transporte ativo através do qual uma substância é transportada contra um gradiente eletroquímico, aproveitando a "carona energética" de uma outra substância que é transportada a favor de seu gradiente eletroquímico, ambas sendo transportadas no mesmo sentido.  Transporte do sódio e da glicose  A proteína transportadora apresenta um sítio receptor para a fixação do íon sódio, voltado para o lado externo da membrana celular,  Um sítio receptor para a fixação da glicose, também voltado para o lado externo da membrana.  Tanto o sódio quanto a glicose são transportados para dentro da célula, ou seja, ambos são transportados no mesmo sentido. MSc. Lorena Almeida de Melo
  26. 26.  O transporte da glicose ocorre contra o seu gradiente de concentração - transporte simultâneo do sódio a favor do seu gradiente eletroquímico.  O gradiente eletroquímico do sódio é mantido pela Na,K-ATPase (a qual realiza transporte ativo primário), logo, o transporte de glicose é ativo secundário. MSc. Lorena Almeida de Melo
  27. 27. MSc. Lorena Almeida de Melo
  28. 28.  A osmose é o nome dado ao movimento da água entre meios com concentrações diferentes de solutos separados por uma membrana semipermeável.  É um processo físico importante na sobrevivência das células.  A água movimenta-se sempre de um meio hipotônico (menos concentrado em soluto) para um meio hipertônico (mais concentrado em soluto).  Objetivo: atingir a mesma concentração em ambos os meios (isotônicos) através de uma membrana semipermeável (poros permitem a passagem de moléculas de água mas impedem a passagem de outras moléculas). MSc. Lorena Almeida de Melo
  29. 29.  A osmose ajuda a controlar o gradiente de concentração de sais em todas as células vivas.  Este tipo de transporte não apresenta gastos de energia por parte da célula, por isso é considerado um tipo de transporte passivo.  Quando uma célula é colocada num meio hipertônico em relação ao seu citoplasma, esta perde volume através de osmose (estado de plasmólise).  Quando colocada em meio hipotônico (água destilada), a célula aumenta o volume e fica túrgida (estado de turgescência). MSc. Lorena Almeida de Melo
  30. 30. MSc. Lorena Almeida de Melo

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