Dor abdominal
Sintoma frequente na prática clínica
Dor abdominal
História Clínica e Exame Físico
Auxilia no diagnóstico diferencial;
Quadro abdominal agudo, subagudo ou crôn...
História Clínica
História clínica
Início – súbito ou insidioso?
Localização da dor ?
Caráter ou tipo de dor ?
Intensidade ?
Duração da dor ...
História clínica
Fatores de alívio ou agravantes?
Modifica com alguma posição?
Relação com a alimentação?
Alteração do háb...
História clínica
Sintomas associados? Náusea, vômito, febre,
icterícia, colúria, acolia fecal, perda ponderal,
anorexia
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Exame Físico
Exame Físico
Avaliação da gravidade; urgência diagnóstica e
terapêutica
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Nível de consciência
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Exame Físico
Avaliação da atitude do paciente
Quadro agudo, sub-agudo ou crônico ?
Avaliação nutricional
Presença de comor...
Exame do
abdomen
O que devemos
observar num
paciente com dor
abdominal?
Inspeção
Tipo de abdomen?
Massa pulsátil?
Peristaltismo visível?
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Palpação superficial
Rigidez involuntária da musculatura da parede
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Palpação profunda
Massa palpável?
Dor à palpação profunda?
Hepatomegalia?
Esplenomegalia?
Palpação do ponto cístico; Sinal...
Percussão
Distensão gasosa – hipertimpanismo
Ascite – pesquisa da macicez móvel de decúbito
ou sinal do piparote
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Ausculta
Avaliação dos ruídos peristálticos:
– Ausência de peristaltismo – Peritonite
– Aumento do peristaltismo - diarréi...
Toque retal
Avaliar sensibilidade
Presença de massas tumorais
Presença de fezes ou não na luva
Fecaloma
Presença de melena...
Toque ginecológico
Avaliação de útero e anexos
Avaliação de sensibilidade e defesa abdominal
inferior
DOR ABDOMINAL
Para se chegar ao diagnóstico é necessário:
– História clínica bem colhida!
– Exame físico bem realizado!
– ...
Obrigada!
• Participem do V Congresso de
Medicina da Estácio
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Aula teórica dor abdominal 2010 2ºsemestre

  1. 1. Dor abdominal Sintoma frequente na prática clínica
  2. 2. Dor abdominal História Clínica e Exame Físico Auxilia no diagnóstico diferencial; Quadro abdominal agudo, subagudo ou crônico Avaliação da gravidade; Avaliação da urgência do diagnóstico e início do tratamento
  3. 3. História Clínica
  4. 4. História clínica Início – súbito ou insidioso? Localização da dor ? Caráter ou tipo de dor ? Intensidade ? Duração da dor ? Evolução da dor – constante ou intermitente ? Irradiação ?
  5. 5. História clínica Fatores de alívio ou agravantes? Modifica com alguma posição? Relação com a alimentação? Alteração do hábito intestinal? Sintomas urinários associados? Sintomas ginecológicos associados? A dor acorda o paciente durante o sono?
  6. 6. História clínica Sintomas associados? Náusea, vômito, febre, icterícia, colúria, acolia fecal, perda ponderal, anorexia Uso de drogas ulcerogênicas? Álcool? Cirurgia abdominal prévia? História de trauma abdominal recente? Outras comorbidades?
  7. 7. Exame Físico
  8. 8. Exame Físico Avaliação da gravidade; urgência diagnóstica e terapêutica Sinais Vitais Nível de consciência Hidratação Palidez cutâneo mucosa Icterícia Cianose Enchimento capilar Diurese Nível de consciência
  9. 9. Exame Físico Avaliação da atitude do paciente Quadro agudo, sub-agudo ou crônico ? Avaliação nutricional Presença de comorbidades?
  10. 10. Exame do abdomen O que devemos observar num paciente com dor abdominal?
  11. 11. Inspeção Tipo de abdomen? Massa pulsátil? Peristaltismo visível? Massa abdominal visível? Distensão abdominal? Presença de herniações? Cicatriz cirúrgica prévia? Sinal de Grey-Turner e Cullen?
  12. 12. Palpação superficial Rigidez involuntária da musculatura da parede abdominal Dor importante à palpação superficial Dor à descompressão súbita – sinal de Blumberg
  13. 13. Palpação profunda Massa palpável? Dor à palpação profunda? Hepatomegalia? Esplenomegalia? Palpação do ponto cístico; Sinal de Murphy Punho-percussão lombar – Sinal de Giordano?
  14. 14. Percussão Distensão gasosa – hipertimpanismo Ascite – pesquisa da macicez móvel de decúbito ou sinal do piparote Presença de pneumoperitônio? Sinal de Joubert
  15. 15. Ausculta Avaliação dos ruídos peristálticos: – Ausência de peristaltismo – Peritonite – Aumento do peristaltismo - diarréia; peristalse de luta na obstrução intestinal Sopro de aorta abdominal
  16. 16. Toque retal Avaliar sensibilidade Presença de massas tumorais Presença de fezes ou não na luva Fecaloma Presença de melena, sangue ou pus Lesões malignas ou inflamatórias do peritônio
  17. 17. Toque ginecológico Avaliação de útero e anexos Avaliação de sensibilidade e defesa abdominal inferior
  18. 18. DOR ABDOMINAL Para se chegar ao diagnóstico é necessário: – História clínica bem colhida! – Exame físico bem realizado! – Avaliação da gravidade e da urgência do quadro! – Raciocínio clínico bem estruturado! – Solicitação de exames necessários!
  19. 19. Obrigada! • Participem do V Congresso de Medicina da Estácio • Rumo ao ENADE nota 5,0 em 2016!

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