Catedral de Notre Dame Paris

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Catedral de Notre Dame Paris

  1. 1. Catedral de e - o tr N me Paris a D
  2. 2. Catedral de Notre- Dame Paris
  3. 3. A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico
  4. 4. A catedral de Notre-Dame deParis, considerada por VictorHugo como o paradigma dascatedrais francesas,estabeleceu o modelo idealdo templo gótico,constituindo um dosexemplos mais equilibrados ecoerentes deste período.Bastante maltratada após aRevolução Francesa, foireabilitada durante o séculoXIX através de uma grandecampanha de trabalhos derestauração orientados pelosarquitetos Viollet-le-Duc eJean Baptiste Lassus.
  5. 5. A igreja foi erguida no local da primeira igrejacristã de Paris, a Basílica de Saint-Étienne,que por sua vez foi erguida sobre um antigotemplo galo-romano dedicado a Júpiter.A catedral surge intimamente ligada à idéiado gótico no seu esplendor: uma abordagemnova da catedral como edifício de contacto eascensão espiritual. A arquitetura gótica é uminstrumento poderoso no seio de umasociedade que vê, no início do século XI, avida urbana transformar-se a um ritmoacelerado. A cidade ressurge com umaextrema importância no campo político eeconômico
  6. 6. Situa-se na praça Parvis, numa pequena ilha, a “Île de laCité” em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.
  7. 7. Na ficção, as torres da igreja serviam como lar para o personagem principal do romance de Hugo, o Quasímodo. Na prática, a obra alertaria os franceses para a necessidade de recuperar um monumento nacional que já estava bastante deteriorado.Sem esta grande restauração,provavelmente não poderíamos hojeapreciar o magnífico resultado destaobra prima da Idade Média.
  8. 8. A citada restauração, levada a cabo noséculo XIX e que deveu-se sobretudo aoromance de Victor Hugo, que leva o nome daCatedral, permitiu restituir a sua imagemoriginal gótica, dando-lhe o aspecto queatualmente apresenta.Foram reconstruídas asesculturas destruídas pelosrevolucionários ereintroduziram-se os quatroníveis do alçado.A atual agulha que coroaexteriormente o cruzeirodeve-se também a estarestauração.
  9. 9. Sua construção foi iniciada no ano de1.163, e dedicada a Maria, Mãe de Jesus,daí o nome:Notre-Dame (Nossa Senhora).Ela é uma das mais belas igrejas domundo e, um símbolo da arquiteturagótica.Mas, ela é mais que isso.Nos últimos nove séculos, a catedraltem sido cenário dos grandesacontecimentos da história da França
  10. 10. A Île de la Cité e a Île Saint-LouisA Île de la Cité e a Île Saint-Louis são duas ilhas no rio Senaem Paris, consideradas o centro da capital francesa.Pode-se dizer que a Île de la Cité, é a célula mãe da cidademedieval de Paris, que foi desenvolvendo-se em círculosconcêntricos ao redor deste ponto.Na Île de la Cité se encontram dois belos exemplos da artegótica: a Catedral de Notre-Dame e a Saint Chapelle .
  11. 11. NOTRE-DAMEA Île de la Cité e a Île Saint-Louis
  12. 12. A Île de la Cité e a Île Saint-Louis
  13. 13. O local onde hoje se encontra a Catedral de Notre-Dame sempre foi o centro religioso de Paris.Primeiro os Celtas aí a tiveram como sua terrasagrada e, mais tarde, os romanos construíram umtemplo para adoração a Júpiter.Entre os séculos IV e VII aí foi construída umabasílica dedicada a St. Etienne. Em 1.163, Maurice de Sully, Bispo de París,começou a construção da nova Catedral, sobre osrestos de duas antigas igrejas, ecujos trabalhos sóterminaram em 1.250. Sully desejava que fosseconstruída com os recursos que o novo estiloarquitetônico permitia: naves mais altas, janelasmaiores e, consequentemente, mais LUZ! UmaIgreja no estilo GÓTICO.
  14. 14. MARCO ZERO - Placa de bronze, no pavimento na praça Parvis, em frente à fachada ocidental da catedral. Representa o “ponto zero”, a partir doqual todas se calculam as distâncias das estradas nacionais francesas.
  15. 15. Sua planta é de extrema simplicidade:a longa nave central, rodeada de duplasnaves laterais, cruza-se com o transepto,cujos braços apenas afloram no exterior doedifício. Maquete mostrando a atual planta em cruz latina.
  16. 16. A forma final do templo resultou de um conjunto demodificações, ampliações e restaurações queabrangem uma larga diacronia. À planta,inicialmente retangular e extremamente compacta,foi acrescentado o transepto que a tornoucruciforme. Apresenta cinco naves que seprolongam pela charola da profunda cabeceira.
  17. 17. Plano da abside da NotreDame de Paris, tal qualera antes do acréscimodas capelas do s. XIV.
  18. 18. Transepto Nave central Naves laterais
  19. 19. Notre Dame em números• Comprimento - 128 metros• Largura da nave central - 12 metros• Largura total - 40 metros de largura,• Altura interior da abóbada - 33 metros• Altura do telhado – 43m• Altura das torres – 60m• Altura do pináculo – 96m• Colunas ou pilares – 75• Outros números: 5 naves, 37 capelas, 113 janelas
  20. 20. Notre Dame em números• Sinos - Quatro na torre norte (Angélique- Françoise; Antoinette-Charlotte, Yacinthe-Jeanne, Denise-David) e um na torre sul - o famoso sino de nome Emmanuel, instalado em 1.686 e que pesa 13 toneladas.O edifício tem 127 metros de comprimento, 48 metros de largura e 35 metros de altura é rematada em cima por abóbadas e dá o primeiro passo na construção colossal do gótico. Fonte: www.cathedraldeparis.com
  21. 21. As Fachadas A fachada principal, a ocidental,apresenta o mesmo modelo da igreja de Saint-Denis, precursora daarquitetura gótica, uma derivação da fachada do românico normando.
  22. 22. A Fachada OcidentalEsta é a fachada principal e não só ade maior impacto e monumentalidade como também a de maior popularidade.
  23. 23. Fachada Oeste
  24. 24. Fachada Ocidental (oeste) A fachada principal apresenta três níveis horizontais. Contrafortes ligeiramenteFachada Ocidental proeminentes a dividem também em três zonas verticais unindo os dois pisos inferiores e reforçando os cunhais das duas torres laterais de 70 metros de altura.
  25. 25. Torre Sul Nível superior Galeria das gárgulasFachada Ocidental Rosácea Intermediário Galeria dos Reis Portal do Julgamento Portal da Virgem 1o nível Portal de Santa Ana
  26. 26. O primeiro nívelNo primeiro nível são evidentes três portais.
  27. 27. Estes três portais foram construídos emépocas diferentes.São muito trabalhados, penetrando na paredepor uma sucessão de arcos em degrau ouarquivoltas. O portal central destaca-se ligeiramente emaltura dos laterais.
  28. 28. A magnífica entrada da Catedral faz- se por estes três elaborados portões, onde cenas bíblicas, pintadas na idade Média, representam a vida da Virgem, o Julgamento Final, e a vida de Santa Ana.Acima vê-se a Galeria dos reis daJudéia e de Israeal. Em cima detudo, a Grande Rosácea, rematadapor uma galeria balaustrada detraçaria.
  29. 29. Rosácea BalaustradaGaleria dos reis
  30. 30. Galeria dos ReisNa transição para o nível intermediárioestá esta fileira de estátuas de 3,5metros de altura cada representando 28reis de Judá e Israel.Estas estátuas foram destruídas durantea revolução francesa, pois osrevolucionários acreditavam querepresentassem reis da França. Foramredesenhadas por Violet-le-Duc (1845). Asoriginais estão no Museu de Cluny.
  31. 31. Os 3 PortaisApresenta três portais que surgem em épocas diferentese que formam um conjunto que passa a ser utilizado naarquitetura a partir de meados do século XII.1. Portal do Julgamento - o Central e mais novo doconjunto.2. Portal da Virgem - o da esquerda, pertence ao séculoXIII, com iconografia referente a María.3. Portal de Santa Ana - o da direita, vem da época doinício da construção da catedral.
  32. 32. 1. Portal do JulgamentoO Central e mais novo do conjunto
  33. 33. Fachada Oeste, aPortada principal
  34. 34. No românico a figura central do portal ésempre Cristo Pantocrator, em ascensão aos céus, como parte dos acontecimentos de pentecostes ou no papel de Julgador.Mas no gótico o tema do Julgamento passa a representar o papel principal no portal. Aqui, já não é o monge que inicia os fiéis no mundo iconográfico do sagrado. A fé e a experiência espiritual são, nesta fase, sobrepostos pela autoridade e lei representadas pelo bispo, o clero ligado à cidade.
  35. 35. TÍMPANO ARQUIVOLTASApresenta Cristo na Nas arquivoltas Abraão recebe as pose de Julgador almas dos escolhidos e o Diabo as dosrevelando as chagas pecadores. Concêntricos a Cristonas palmas das suas surgem anjos, patriarcas, profetas, mãos. dignitários, mártires e virgens santas. ARQUITRAVE A banda inferior da arquitrave, por estar danificada, foi substituída no século XVIII por uma representação da ressurreição dos mortos. A banda superior representa os “escolhidos” e os “condenados”
  36. 36. Na banda superior vemos os “escolhidos” e os “condenados”. Estão separados pelo Diabo e pelo arcanjo Miguel com a balança das almas. Os que entram no paraíso levam uma coroa, uma possívelalusão à santidade da coroa francesa ou mesmo da nobreza.
  37. 37. Cristo -entre asduas portasdo PortalCentral
  38. 38. Detalhe da arquivolta (esquerda) do Portal de Julgamento – Abraão recebendo as almas no Céu. multidão rindoDetalhe da arquivolta do Portal de Julgamento - Inferno
  39. 39. 2. Portal da Virgem O portal da esquerdaNeste portal o volume corporal é mais acentuado e a representação mais realista, em oposição ao abstracionismo românico.O magnífico tímpano de pedra foi esculpido no século XIII e mostra a morte da virgem Maria e a gloriosacoroação no Céu. No entanto, a estátua da Virgem e o Menino entre os portais é uma obra moderna.
  40. 40. Tímpano: trata da coroação Arquitrave: banda superior, sãode Maria: Cristo, sentado, representados a morte e a ascensãorecebe-a e benze-a, enquanto de Maria aos céus Cristo, no pontoum anjo descende e a coroa. central, toca o corpo de sua mãe, como que num sinal à futura ressurreição. Os apóstolos que rodeiam a cena. banda inferior, seis patriarcas do Antigo Testamento e reis sentados entre um pequeno baldaquino. Arquivoltas: anjos, profetas, reis e santos assistem ao acontecimento  Virgem e o Menino
  41. 41. Coroação de Maria: Cristo sentado, recebe-a e benze-a. Dois anjos ajoelhados carregam candelabros nas mãos.
  42. 42. 3. Portal de Santa Ana O portal da direitaEle vem da época do início da construção da catedrale terá sido no início possivelmente pensado para um dos braços do transepto. No tímpano, que representa a Virgem com Cristo menino, transparece ainda uma forte ligação à escultura do românico tardio pela sua frontalidade, rigidez do vestuário e pouco índice volumétrico.
  43. 43. O tímpano, representa a Virgem Maria comJesus menino. Na proximidade da Virgem(esquerda) está um rei ajoelhado, que se crêser Luís VII e a sua direita um bispo, quepoderá ser Sully, o impulsionador daconstrução da catedral.A arquitrave possui dois níveis: a) superior, de cerca de 1.170, com cenas davida de Maria e b) inferior, do início do século XIII,altura em que o portal deverá ter sidocolocado neste local, retrata cenas da vida deSant’Ana e São Joaquim, pais de Maria, fatoque terá dado o nome ao portal.
  44. 44. Tímpano: Virgem a) Nível superiorMaria com Jesus ARQUITRAVEmenino b) Nível inferior
  45. 45. O Nível intermédio Dominando o nível intermédioencontra-se a rosácea de 13 metros de diâmetro.
  46. 46. ARCADA
  47. 47. Dominando o nível intermédio encontra-se a rosácea de 13 metros de diâmetro,bem ao centro e encaixada entre oscontrafortes; ladeada por janelasgêmeas. À sua frente surge a estátua daVirgem Maria com o Menino.Seguindo o traçado do piso inferior, econtribuindo para a unidade da fachada,corre uma galeria de arcadasrendilhadas rematando este nível em suazona superior.
  48. 48. Estátua da Virgem Maria com o Menino
  49. 49. O Nível Superior Aqui erguem-se as duas torres,influência normanda do século XII que acabou por permanecer na arquitetura religiosa européia.
  50. 50. As duas torres de 69 metros de alturaNORTE SUL
  51. 51. No nível superior, erguem-se as duas torresde 69 metros de altura. dominando toda afachada ocidental do templo.A torre sul acolhe o famoso sino de nome“Emmanuel”.É possível visitar a torre norte onde, apósuma subida de 386 degraus, pode-sevislumbrar a cidade de Paris, os pináculos eas gárgulas da catedral que povoaram oromance de Victor Hugo.
  52. 52. O sino Emmanuel pesa 13 ton. Paraacionar seu badalo de 500 quilos, que só toca em datas especiais, são necessários oito homens Gárgula Torre Sul
  53. 53. “Galèrie des Chimères”Gárgulas ou QuimerasNa antiguidade acreditava-se que as gárgulas eram os guardiões das catedrais e que durante a noite, ganhavam vida.
  54. 54. Muitas das conhecidas figuras de Notre-Dame não são, na verdade, medievais, tendo sido desenhadas por Viollet-le-Duc, já no século XIX, durante os trabalhos de restauração da Catedral.
  55. 55. Gárgulas: na arquitetura, são desaguadouros, ouseja, a parte saliente das calhas de telhados que sedestina a escoar águas pluviais a certa distância daparede e que, especialmente na Idade Média, eramornadas com figuras monstruosas, humanas ouanimalescas, típicas na arquitetura gótica. O termose origina do francês gargouille (de gargalo ougarganta), pelo Latim gurgulio, gula. Palavrassimilares derivam da raiz gar, engolir, onomatopéiarepresentando o gorgulhante som da água. Emitaliano: doccione; alemão: Ausguss, Wasserspeier.Quimera, ou grotesca: é um tipo de escultura similarque não funciona como desaguadouro, servindoapenas para funções artísticas e ornamentais. Mastambém são popularmente conhecidas comogárgulas.
  56. 56. Gárgulas na arquitetura, como desaguadouros
  57. 57. Gárgulas: na arquitetura, como ornamentos
  58. 58. As assustadoras gárgulasornamentais de Notre-Dame foram feitas na restauração do século XIX e têm apenas função decorativa.Elas se espalhampor todo o exteriorda igreja, porém asmais famosas ficamnas torres.
  59. 59. Escondiadasentre as torres,as gárgulas(chimères ouquimeras) foramcolocadas porViollet-le-Duc,com merasfunçõesdecorativas etalvez comohomenagem aoromance deVictor Hugo....
  60. 60. Pensativas, elas contemplamParis e sua história...
  61. 61. As demais FachadasA fachada Oriental (da Cabeceira), e asfachadas do transepto: a Norte e a Sul.
  62. 62. A Fachada Oriental A CabeceiraEsta é a fachada da abside. Na primeira metade do século XIV foram concluídos os arcobotanteserguidos na cabeceira do templo. A melhor vista é da Place Jean XXIII.
  63. 63. ARCOBOTANTES: A estrutura de suporte depeso é visível do exterior ladeando todo oedifício, mas na zona da cabeceira aelegância destes elementos resulta numafluidez visual que só se tornou possíveldepois de 1.225, quando as capelas foramacrescentadas ao exterior.Na altura todo o esplendor técnico do góticoestá ao alcance e os arcobotantes, que fluemda zona superior da parede do coro, onde aimpulsão da abóbada para o exterior seconcentra, prolongam-se até aoscontrafortes, não de forma pesada, mastransmitindo leveza e harmonia.
  64. 64. Vista da cabeceira na zona este
  65. 65. Notre-Dame de Paris foi um dos primeirosedifícios a usar a técnica de contençãoestrutural através de arcobotantes.Originalmente estes não constavam noprojeto, mas à medida que as paredes iamsendo erguidas, sendo muito finas como dehábito no gótico, começaram a aparecerrachaduras, e as paredes ameaçavam seinclinar para fora, assim os arcobotantes,como contrafortes, foram acrescentadospara evitar desabamento. Foram ironizadosna época, pois para eles a aparência era deandaimes não removidos e que davam àcatedral um aspecto inacabado.
  66. 66. ... os arcobotantes, A cabeceirafluem da zonasuperior da parededo coro, onde aimpulsão da abóbadapara o exterior seconcentra,prolongando-se atéaos contrafortes, nãode forma pesada,mas transmitindoleveza e harmonia. Vista da “Place Jean XXIII”
  67. 67. É justamente nazona da cabeceira que a elegânciados arcobotantes resulta numa fluidez visual. Estes, que suportam a fachada orientalda catedral são de Jean Ravy e têm um vão de 15 m.
  68. 68. As Fachadas do transepto N SAs fachadas Norte e Sul. Após a construção das capelas exteriores tornou-se necessárioprolongar os braços do transepto.
  69. 69. A Fachada NorteObra de Jean de Chelles, de um modo geral sua decoração em filigrana e o traçado aqui utilizados irão ser adotados pela arquitetura européia.
  70. 70. Jean de Chelles inicia ao norte demonstrando já umtraçado típico do gótico alto. O frontão trabalhadocoroando o portal, denominado gablete, cresce nosegundo nível e sobrepõe-se à fileira de janelas quesurgem num plano recolhido. Do mesmo modo também é a rosácea colocadanum nível mais recolhido e ligeiramente sobrepostapor uma balaustrada fina.Rematando a fachada surge um frontão com janelacircular ladeado de tabernáculos abertos.O tímpano apresenta um registro em três bandas,típico do gótico, onde se torna possível representardiversos episódios alimentando o gosto pelafestividade do relato.
  71. 71. O TÍMPANONa banda inferior vêem-se cenas de Jesus menino.Nas duas bandas superiores um bispo conta ahistória do presbiteriano Teófilo, desenvolvendo-sea lenda do mesmo personagem numa sequência dequatro cenas na banda imediatamente inferior.Também no portal toma lugar a estátua de umaMadona que sobreviveu à revolução francesa e quedenota o nível avançado da escultura gótica,apresentando uma naturalidade na atitude e rotaçãocorporal. O portal norte foi construído entre 1.210 e 1.220.
  72. 72. Sua rosácea, a maior das três, tem 13metros de diâmetro.
  73. 73. A Fachada SulO projeto da fachada do transepto Sulsegue um traçado mais ou menos fiel ao do seu antecessor na fachada Norte.
  74. 74. . O Portal sul do transepto, consagrado a Santa Ana,< data do século XII
  75. 75. Após a morte de Chelles, Montreuil assume oprojeto da fachada do transepto sul seguindoum traçado mais ou menos fiel ao do seuantecessor. A plasticidade dos elementos e otrabalho de filigrana da pedra revelam umavirtuosidade com o material atingindo o maisalto nível, assim como uma claraindividualização do trabalho do artista quecomeça a se destacar do conjunto domovimento artístico geral.O Portal sul do transepto, consagrado a SantaAna, data do século XII.
  76. 76. FachadaS udes te Desse ângulo, pode-se observar a magnífica rosácea sul, ladeada por duas pequenas torres, e a delicadeza dos arcobotantes. Fachada do transepto sul
  77. 77. Fachada sul do transepto
  78. 78. Vista de Sudeste
  79. 79. A Flecha ou Pináculo “La Flèche”A flecha atual foi acrescentada por Viollet-le-Duc.
  80. 80. O PináculoChamada pelosfranceses de “LaFlèche” (A Flecha),atinge 96 metros dealtura.Espécie de grandeantena foi construídadurante a restauraçãoda catedral no séculoXIX, substituindo umantigo pináculo malconservado.
  81. 81. OS VITRAIS DE NOTRE-DAMEOs Vitrais de Notre-Dame constituem todo um capítulo à parte, dada sua magnificência.
  82. 82. Vitrais
  83. 83. VITRAISA introdução dos pilaresna arquitetura góticapermitiu a substituiçãodas sólidas paredes comjanelas estreitas, do estiloromânico, pelacombinação de pequenasáreas de parede comgrandes áreaspreenchidas por vidroscoloridos e trabalhados,chamados VITRAIS.
  84. 84. Na catedral de Notre-Dame existem quase duzentosvitrais, alguns entre os maiores construídos na História.
  85. 85.
  86. 86. Rosáceas As grandiosas rosáceas adornam as fachadas norte, sul, e oeste, mas só arosácea norte conserva o vitral originaldo século XIII, que representa a Virgem rodeada por figuras do Antigo Testamento.
  87. 87. A rosácea do braçonorte do transepto tem13 m de diâmetro e umazul forte como cordominante.A composição baseia-seno número 8 e seusmúltiplos e simboliza oUniverso: a Terra e ossete planetas.
  88. 88. No centro surge aMãe de Deusrodeada demedalhões comrepresentação depersonagens doAntigo Testamento,profetas, reis ealtos clérigos.
  89. 89. A rosácea do braço sul do transepto baseia-se do mesmo modo no número 12 eapresenta central a imagem de Cristo como ojulgador do mundo, rodeado pelos Apóstolose anjos, em medalhões.Indiscutíveis Mandalas, as rosáceas góticastêm sido apontadas também como símbolosde chacras.
  90. 90. O termo traceria, ou arrendado,refere-se ao trabalho decorativo em pedra (também porvezes madeira) composto por elementos geométricos eutilizado na arquitetura, especialmente de grandedesenvolvimento na arquitetura gótica. Este ornamentopode subdividir aberturas (como em rosáceas) em forma derenda perfurada ou revestir áreas com formas em relevopodendo-se encontrar aplicado a coroar janelas, arcos, aornamentar abóbadas, gabletes e pináculos ou a cobrirsuperfícies planas como painéis (de coro por exemplo) ouparedes.
  91. 91. O INTERIOR DE NOTRE-DAMEOs Vitrais de Notre-Dame constituem todo um capítulo à parte, dada sua magnificência.
  92. 92. No interior, um vasto espaço com 130 metrosde comprimento e 48 de largura, são aindaevidentes as ascendências românicasnormandas do edifício, denunciadas porgrossas colunas das arcadas da nave e docoro. Os pilares mais recentes, localizados juntoda fachada poente e estruturados porcolunelas assim como as grandes janelas e averticalidade do espaço interior acentuam oefeito gótico. Com 35 metros de altura, arelação entre a largura e altura da navecentral é de 1 para 2,75.
  93. 93. A arquiteturagótica expressa agrandiosidade, acrença naexistência de umDeus que vive numplano superior;assim, tudo sevolta para o alto,projetando-se nadireção do céu.
  94. 94. Esta verticalidade é demonstrada pelamonumentalidadedas paredes e nos pináculos.O gótico almejavadesta forma, a ligação da terra ao céu.
  95. 95. Altíssimos pilares (feixes de colunas) recebem as pressões descarregadas pelas nervuras das abóbadas de arestas.
  96. 96. A junção das nervuras e torais que reforçam as abóbadas e os seus prolongamentos pelos pilares,ligada à grande dimensão das naves assim como a difusão espacial da luz através das grandes rosáceasdos topos das naves, garantem esta amplitude e nobreza do espaço interior do templo gótico.
  97. 97. OS ÓRGÃOS DE NOTRE-DAMEHá três órgãos em Notre-Dame. O principal está situado em frente da rosácea da fachada ocidental.
  98. 98. O Grande ÓrgãoDatando originalmente do século XIV, só dozedos seus 32 tubos são originais e já foi alvo de várias restaurações.
  99. 99. O Grande Órgãoe a Rosácea dafachada ocidentalSituado emfrente darosácea dafachadaocidental, comseus 113registros e7.800 tubos, oprincipal é umdos maioresórgãos domundo.
  100. 100. Vistos dointerior, arosácea eo GrandeÓrgãocoroam aFachadaOcidental
  101. 101. Este órgão é usado em eventos especiais enquanto o órgão do coro tem mais serventia para os eventos de rotina.
  102. 102. Esculturas .
  103. 103. Estátua da Virgem Maria e do Menino
  104. 104. Estátua da Virgem Maria e do Menino Também conhecida por Notre-Dame de Paris esta belíssima estátua foitrazida para a catedral da capela de st.Aignan. Fica junto ao pilar sudeste do transepto, na entrada para o coro.
  105. 105. Os frisos de Notre-DameRepresentam as aparições de Cristo ressuscitado (parede direita da nave – lado sul) e cenas dos evangelhos (parede esquerda, norte). Esta forma de narrar fatos bíblicos tinha o propósito de catequizar.
  106. 106. OsFrisos
  107. 107. A dúvida de Tomé
  108. 108. A s bodas de C aná eA entrada de C ris to em J erus além
  109. 109. Os Bancos do Coro Mais de metade dos bancos originaisencomendados por Luís XIV ainda existe.Entre o esplêndido trabalho de talha nos 78 bancos há cenas da Vida da Virgem.
  110. 110. Parabéns por ter conseguido ler esta mensagem até ao fim. Muitos certamente só terão lido pela metade,para "não perder tempo“! Tão valioso neste mundo globalizado.
  111. 111. CRÉDITOSFORMATAÇÃO: MENSAGEIRO DA PAZMÚSICA: “Ave Maria” de Gounoud,canta: Nana MouskouriDATA: © favor manter os créditos, sem alterar

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