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  1. 1. A CULTURA DA CATEDRAL CONTEXTO HISTÓRICO A SOCIEDADE DOS SÉCS. XII A XIV
  2. 2. Pol de Limburgo, pormenor de página iluminada do Livro de Horas do Duquede Berry, século XV  Desenvolvimento das actividades mercantis (agricultura excedentária)  Reacendimento dos mercados internos e externos;  Aparecimento das actividades financeiras (seguros);  Formação de um novo grupo social – a burguesia:  Composta por artesãos, mercadores, lojistas e letrados.
  3. 3. Uma rua de comércio num burgo medieval (iluminura francesa do século XIII)
  4. 4. O crescimento das cidades a partir do século XII ficou bem exposto no alargamento do espaço urbano fruto da actividade económica protagonizada pelas feiras e pelo desenvolvimento agrícola. Além do crescimento das cidades existentes, novos espaços surgem como resultado dos factores mencionados.
  5. 5. Geografia das principais cidades europeias e a sua população até meados do século XIV
  6. 6. As cidades medievais foram planeadas de acordo com a localização de alguns edifícios importantes como a catedral, o palácio de administração e a casa das corporações. As casas de habitação estavam agrupadas por profissões ao longo de ruas estreitas e tortuosas. A cidade medieval de Carcassone, França
  7. 7. Os pelourinhos simbolizavam a autoridade administrativa local.
  8. 8. Filosofia escolástica: Nome dado ao conjunto de doutrinas teológico-filosóficas que se ensinavam nas escolas e universidades medievais. resumia-se ao estudo e comentário da filosofia clássica (Platão, Aristóteles entre outros) e dos escritos dos principais autores cristãos – doutores da Igreja – como Santo Agostinho. O ensino praticado era livresco e teórico, baseado na autoridade do mestre, que nunca poderia ser refutado. Uma aula numa universidade medieval (iluminura da época)
  9. 9. O renascimento urbano fez desenvolver uma nova cultura popular: - Cantares e danças; - Florescimento das línguas nacionais (poesia trovadoresca); - Conforto e luxo dos grandes (nobres e eclesiásticos); - jogos guerreiros e saraus palacianos; - Desenvolvimento do mecenato: - Apoio a artistas (alojamento e financiamento das obras elaboradas); - Códigos de etiqueta (regras de comportamento e postura) nas cortes régias.
  10. 10. Dante Alighieri Dante Alighieri cortou com a tradição medieval de usar o latim na escrita dos livros. Em substituição desta língua, usou a língua italiana, o que permitiu o seu aperfeiçoamento.
  11. 11. RECONHECER A IMPORTÂNCIA DA OBRA “DIVINA COMÉDIA”  O título original é A Comédia – foi alterado mais tarde para Divina Comédia pelo estatuto que Dante adquiriu como poeta;  Consiste na viagem que um homem (consensualmente julgado como sendo o próprio Dante) realiza pelos três estádios pós-morte: o Inferno, o Purgatório e o Paraíso;  Essa “viagem” foi o subterfúgio poético de que se serviu para analisar a vida humana (particularmente a da sua cidade) e expor o seu pensamento no campo da filosofia e da teologia.
  12. 12. A Peste Negra propaga-se na Europa a partir de 1347-48 (chega a Portugal em 1348). O contágio fazia-se geralmente pela picada de pulga ou pela mordidela de rato. Esta pandemia trouxe consequências demográficas e económicas muito graves.
  13. 13. OS SINTOMAS DA PESTE “As úlceras apareciam sob as axilas e nas virilhas e a morte sobrevinha ao terceiro dia. Por vezes, os doentes morriam sufocados pelo próprio sangue. O pavor era tal que, logo que apareciam feridas no corpo de um doente, todos o abandonavam, até os parentes: o pai deixava o filho a agonizar no seu catre e o filho deixava o pai. (...) Assim, faleciam por falta de cuidados muitos que, de outra forma, poderiam sobreviver; outros, quando atingidos, eram logo considerados condenados, levados para a vala e sepultados antes de terem dado o último suspiro.” Relatos de Bulize em Vidas dos Papas de Avinhão
  14. 14. A CULTURA DA CATEDRAL A ARQUITETURA GÓTICA
  15. 15. PARA ESCLARECER  A palavra gótico tem como referência original o povo godo, de origem germânica, cujo idioma era o gótico.  A denominação gótica foi criada em jeito de crítica por oposição ao estilo românico. Seja como for, a sua designação manteve-se inalterada até aos dias de hoje.
  16. 16. A ARTE GÓTICA A arte gótica nasceu no Ocidente europeu – mais propriamente na Île de France, coração de França – por meados do século XII, perdurando pelos séculos XIII e XIV na Itália, até ao século XV na França e para além deste século nos países mais ao norte onde deixou duradoiras tradições.
  17. 17. ARCO OGIVAL
  18. 18. OS DIFERENTES TIPOS DE ABÓBADA Abóbada de leque Abóbada de cruzaria de ogivas Abóbada estrelada
  19. 19. Arcobotantes 2. Corpo principal com 5 naves 3. Transepto com 5 naves 4. Duplo Deambulatório
  20. 20. Nesta perspectiva é possível observar todas as inovações arquitectónicas do Gótico: abóbadas de cruzaria ogival com nervuras; arcobotantes duplos que possibilitaram que as paredes se tornassem mais altas e mais finas; trifório encimado por um alto clerestório (sem galeria, portanto); e grandes vidraças que dissolvem as paredes em luz. Perspetiva, em secção, da Catedral de Amiens, França, século XII
  21. 21. AS INOVAÇÕES DA ARQUITECTURA GÓTICA A nível interior: -No transepto, que passa a ser menos, ou nada, saliente, tornando a cruz latina menos explícita na planta. -Na cabeceira, que se tornou mais complexa e aumentou de tamanho, chegando a ocupar cerca de um terço da área total da igreja; -E na altura da nave central, que foi sendo progressivamente maior, concretizando o ideal de verticalidade da estética gótica. Catedral de Notre-Dame de Chartres
  22. 22. Planta da Catedral de Amiens
  23. 23. INOVAÇÕES A NÍVEL EXTERIOR  O portal oeste passa a ser triplo;  As arquivoltas tornam-se mais esguias;  A verticalidade é impulsionada pela implementação de torres sineiras ladeando os portais, em cima de cruzeiros ou adossadas no transepto.  As torres sineiras tinham um telhado cónico ou em agulha;  Uso de pináculos rendilhados;  Decoração estatuária em contraste com o interior, em tímpanos, cornijas e botaréus.
  24. 24. Catedral de Notre-Dame de Reims, França O portal Oeste passou a ser triplo estando de acordo com a estrutura interior. A noção de verticalidade foi reforçada com a construção de torres sineiras.
  25. 25. Perspetiva do lado este – exterior do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, Batalha
  26. 26. CARACTERÍSTICAS DA ARQUITETURA GÓTICA EM PORTUGAL  Edifícios de dimensões mais modestas, com verticalidade menos acentuada;  Persistência da influência do Românico na estrutura e na planta do edifício;  Janelas mais pequenas e em menor número;  Uso de coberturas em madeira e pedra, mantiveram as abóbadas e contrafortes românicos;  Decoração menos rica presente em cabeceiras e nos capitéis das arcadas, com motivos vegetalistas e quase sem figuração;  No gótico em Portugal, a grande exceção é o Mosteiro de Santa Maria da Vitória.
  27. 27. A ESCULTURA GÓTICA De acessório à liberdade
  28. 28. Escultura Gótica Conhece uma maior afirmação na arte gótica Emancipação em relação à arquitetura Abundância de altos relevos em diferentes locais
  29. 29. Mísula A escultura figurativa encontra-se adossada a colunelos ou botaréus Estátuas colunas, portal ocidental, Catedral de Chartres, 1134-1200
  30. 30. Eckehard e Uta, Catedral de Naumburg, c. 1260 As figuras ganham maior realismo e naturalismo (gestos e formas) As figuras ganham expressividade (transmitem sentimentos e emoções)
  31. 31. Pietá do Mosteiro de Sceon, Salzburgo, Alemanha, c. 1400 A morte e os temas escatológicos tornaram-se populares: - a Descida da Cruz, - as pietás ou a morte personificada irromperam nas artes francesa, flamenga e germânica como temas dominantes.
  32. 32. A partir do século XIV, as esculturas são marcadas pela posição em “S” dado por um balanceado requebro da anca. Virgem da Sainte-Chapelle, Paris, princípios do século XIV, marfim, 41 cm de altura
  33. 33. TEMÁTICAS  Valorização do papel da mulher através as representações das Senhoras do Leite e das Senhoras do Ó, que também marcaram a tradição portuguesa (representações de Nossa Senhora de esperanças e a amamentar o Menino Jesus, respetivamente);  Temas ligados à história, à fábula, ao mundo animal e às diversas ciências e uma série de motivos vegetalistas simples, de grande verismo e naturalismo.
  34. 34. A Morte da Virgem, tímpano do portal do transepto sul da Catedral de Reims, França
  35. 35. Reaparecimento da prática do retrato TÚMULO DE D. PEDRO I, SÉC. XV, CALCÁRIO (PATENTE NA IGREJA DO MOSTEIRO DE ALCOBAÇA) Roda da Fortuna, símbolo da incerteza do destino humano.
  36. 36. OS VITRAIS NO GÓTICO
  37. 37. Vitrais – Mosteiro de Santa Maria da Vitória
  38. 38. VITRAIS  Aproveitavam a luz natural para proporcionar um ambiente celestial propício ao espírito religioso da época;  Representavam cenas dos ofícios onde figuravam reis, bispos e nobres que constituíam os encomendadores destes painéis;  Os vitrais assumiam uma função documental e simbólica.
  39. 39. COMO ERAM ELABORADOS?  Cortavam-se placas de vidro colorido em pequenos pedaços com um desenho devidamente estabelecido por um pintor;  Esses pedaços eram unidos por filetes de chumbo cujos contornos eram definidos com uma tinta escura junto ao chumbo;  As figuras são alongadas e bidimensionais (com altura e largura, sem profundidade espacial);  A expressividade é visível nos gestos das figuras.
  40. 40. EXEMPLOS DE VITRAIS GÓTICOS

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