Métodos dialíticos contínuos

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Métodos dialíticos contínuos

  1. 1. Métodos dialíticos contínuos Enf. Me. Aroldo Gavioli
  2. 2. Mudanças no tratamento da IRA nos últimos anos. Os métodos contínuos → Estabilidade hemodinâmica e um aporte nutricional eficaz. Por definição 3 métodos dialíticos Hemodiálise (HD) convencional, intermitente (4 a 6 h, SLED) Hemofiltração contínua Diálise peritoneal Introdução
  3. 3. Hemodiálise intermitente •membranas de cuprofano e de acetato de celulose. Técnicas continuas •Membranas que usam polisulfonas, poliacrilonitrito ou poliamido. •Mais permeáveis •Maior Clearance de moléculas de peso molecular médio. O tratamento convencional com diálise (hemodiálise intermitente e diálise peritoneal) é cada vez menos usado nos doentes de cuidados intensivos com IRA. introdução
  4. 4. Cada vez mais técnicas continuas são usadas em substituição da função renal. Vantagens: 1) remoção rápida de fluidos, sem provocar hipotensão 2) controle rápido e mantido da uremia 3) permitem a administração de grandes quantidades de fluidos, como por exemplo na nutrição parenteral, drogas vasoativas, derivados do sangue. introdução
  5. 5. Continuação – Vantagens 4- simplicidade de administração. 5 – vantagem da utilização em doentes com sepse e com SRIS. 6 – aumento das taxas de sobrevida (questionável). introdução
  6. 6. 1977 – Kramer – CAVH (hemodiálise arteriovenosa contínua). 10l UF dia através de membrana porosa. Década de 80: melhora do Clearance de uréia com uso da Ultrafiltração e aumento do clearance de uréia. Uso de cateter venoso duplo lúmem (CVVHDF) histórico
  7. 7. Gradientes de concentraçãodifusão Mecanismos básicos as moléculas movem- se casualmente em todas as direções de forma a atingirem iguais concentrações nos dois lados da membrana.
  8. 8. Esquemadodialisador difusão Principal papel: diálise de substâncias de baixo peso molecular
  9. 9. Gradientes de pressãoultrafiltração Mecanismos básicos Ultrafiltração - o transporte de água através da membrana depende da pressão transmembrana (PTM).
  10. 10. Esquemadodialisador Ultrafiltração Principal papel: eliminação de líquidos e edemas
  11. 11. Arraste de solutoconvecção Mecanismos básicos Os solutos são transportados através da membrana pelos movimentos do solvente (ultrafiltração) em resposta à pressão transmembrana. Aqui a permeabilidade da membrana tem um papel muito importante.
  12. 12. Esquemadodialisador convecção Principal papel: diálise de substâncias de peso molecular médio – mediadores inflamatórios, por exemplo. Reposição pré filtro Reposição pós filtro
  13. 13. AN 69 GAMBROTMadsorção Mecanismos básicos É a aderência de moléculas grandes na superfície da membrana semipermeável. Este processo está intimamente ligada à propriedade da membrana. A membrana do filtro da PRISMAFLEX (Gambro TM)tem mostrado grande capacidade adsortiva para moléculas grandes. AN 69
  14. 14. ESQUEMANO DIALISADOR ADSORÇÃO Principal papel: remoção de mediadores inflamatórios como as citocinas
  15. 15. Doentes em IRA; em IRC Agudizada ou em IRC internados por outra patologia e que necessitem de suporte dialítico. Nefropatia diabética → iniciar precocemente, com Clearance de creatinina > 15 ml/min. Sem valores padrão, não devendo ultrapassar 100 mg/dl de uréia e 4,5 mg/dl de creatinina. Indicações
  16. 16. Hipercalemia. Excesso de líquidos corporais, que não responderam aos tratamentos convencionais (vasodilatadores, diuréticos, DVA). Acidose metabólica grave Intoxicação por drogas (hemoperfusão). Indicações
  17. 17. Hipercalcemia grave. Hiperuricemia grave. Hiponatremia grave. Indicações
  18. 18. Catéteres venosos de duplo lúmen. Preferencialmente na veia femoral (cateteres de 18 a 20 cm. Poucas complicações, nomeadamente infecciosas e baixas taxas de recirculação. Acesso vascular
  19. 19. Cateterduplolumem Acessovenosopara hemodiálise
  20. 20. •Indicada para a retirada de grandes líquidos •Não utiliza solução de diálise e nem líquido de reposição. •Volume de ultrafiltrado é baixo por hora mas, alto nas 24 h (mínimo desequilíbrio hemodinâmico) •Ultrafiltração SCUF: Ultrafiltração Lenta Contínua Modalidades de diálise contínua
  21. 21. RETIRADADELIQUIDOS SCUF–SLOWCONTINOUS ULTRAFILTRATION
  22. 22. •Não utiliza Solução de Diálise •O Volume de líquido a ser ultrafiltrado pela membrana é muito maior que na CVVHD •Membrana – alta permeabilidade. •Dose recomendada de reposição 35 mL/ Kg/ h. •Convecção CVVH- Hemofiltração veno-venosa contínua Modalidades de diálise contínua
  23. 23. Arrastedesolutos CVVH-Hemofiltração Hemofiltraçãoveno- venosacontínua
  24. 24. •Modalidade similar a hemodiálise intermitente. •Não utiliza solução de reposição •Difusão CVVHD - Hemodiálise veno-venosa contínua Modalidades de diálise contínua
  25. 25. Retiradasdepequenossolutos (H+,Na,K,Uréia,Creat.) CVVHD-Hemodiálise veno-venosacontinua
  26. 26. • Utiliza grande volume de solução em torno de 35 mL/Kg/h nas 24 h do dia entre dialisante e reposição • Membrana – alta permeabilidade. • Difusão, Ultrafiltração e Convecção CVVHDF – Hemodiafiltração veno-venosa continua Modalidades de diálise contínua
  27. 27. Retiradadelíquidos,diálise, instabilidadehemodinâmicae Sepse. CVVHDF–Hemodiafiltração veno-venosacontínua
  28. 28. clearance Dialisecontínua
  29. 29. Tamanhodas partículas Diálisecontínua
  30. 30. Membranadebaixa permeabilidade Diálisecontínua
  31. 31. Membranadealta permeabilidade(acrilonitrilo) Diálisecontínua
  32. 32. Soluçãodediálise Dialisecontínua
  33. 33. Lactasol®Duosol® BBraum Soluções de diálise e reposição
  34. 34. Dialisador Prismaflex® Baxter-GambroCapilar M100 Gambro® Capilares para diálise contínua
  35. 35. Custo elevado Desvantagens da TRRC
  36. 36. anticoagulação
  37. 37. TRRC – técnica ótima Anticoagulação flexível. Substituição de fluidos → o estado hemodinâmico do doente. Suporte nutricional adequado Antibióticos monitorados levando em conta os clearances das substâncias e com monitorização dos níveis séricos dos fármacos. Presente e futuro
  38. 38. Bellomo, R. et al., Crit Care 2004: 8: R204-R212 Fresenius Medical Care. High Volume HDF. Bad Homburg - Alemanha: Fresenius Medical Care; 2013 [cited 2014 15 de setembro]. http://www.highvolumehdf.com/fileadmin/user_upload/documents/HighVolumeHDF_Sales_Folder_GB_View.pdf] Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO) Acute Kidney Injury Work Group. KDIGO Clinical Practice Guideline for Acute Kidney Injury. Kidney International Supplements 2012; Vol. 2, Issue 1: 1–126. Prismaflex® System User Interface SW version 4.XX, Copyright GAMBRO 2007 Ravindra Mehta et al., Crit Care. 11: 1-8, 2007. Santos NYd, Zorzenon CdPF, Araújo MFd, Balbi AL, Ponce D. Estudo prospectivo observacional sobre a incidência de injúria renal aguda em unidade de terapia intensiva de um hospital universitário. Jornal Brasileiro de Nefrologia. 2009;31:206-11. referencias

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