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Prof. Francielly Maira
Bordon
Nutrição Enteral
⚫Consiste na administração de alimentos liquidificados
ou de nutrientes através de soluções nutritivas com
formulas quimicamente definidas, por infusão direta
no estômago ou no intestino delgado, através de
sondas. Está indicada em pacientes com necessidades
nutricionais normais ou aumentadas, cuja ingestão,
por via oral, está impedida ou é ineficaz, mas que
tenham o restante do trato digestivo
anatomofuncionalmenteaproveitável.
Osmolaridade
⚫A osmolaridade é o número de partículas
dissolvidas na solução. Quanto maior o número
de partículas, maior é a osmolaridade. No
estômago, dietas com osmolaridade elevada
reduzem os movimentos de propulsão,
dificultando o esvaziamento gástrico, enquanto
mais distalmente, no duodeno e jejuno, alimentos
hiperosmolares aumentam o peristaltismo e
ativam a propulsão da dieta. Em algumas
situações são até responsáveis pela aceleração do
trânsito intestinal e presença de diarréia osmótica.
A osmolaridade sugerida pela literatura, em nutrição enteral,
varia em tono da osmolaridade plasmática (mOm/L). Assim
conforme os miliosmol/litro (mOm/L), as dietas podem ser
isotônicas (menor ou igual a 350); moderadamente
hipertônicas (350 a 450) e hipertônicas (maior ou igual a 550).
Os componentes nutricionais que influenciam a osmolaridade
da solução são principalmente os açúcares mais simples; os
aminoácidos cristalinos e, em menor grau, os peptídeos; e o
cloreto de sódio (NaCl) Os lípides não influenciam a
osmolaridade, pois não formam solução.
Benefícios
⚫Aproxima-se mais da alimentação natural, sendo,
portanto, mais fisiológica
⚫Pode receber nutrientes complexos, tais como
proteínas integrais e fibras
⚫Estimulaaatividade imunológica intestinal
⚫Reforça a barreira da mucosa intestinal, aumentando a
proteçãocontra a translocação bacteriana
⚫Tem menor índicedecomplicações
⚫Tem metodologia maissimplese menorcurto
Administração
⚫Naso/orogástrica;
⚫Nasoduodenal;
⚫Nasojejunal;
⚫Gastrotomiae jejunostomia (são mais utilizadas para
alimentaçãoenteral em longoprazo).
Sondas
⚫Meio encontrado quando se deseja manter uma
comunicação entre uma lesão ou cavidade e o meio
externo para o escoamento de líquidos (pus,
sangue, secreção serosa) ou gás. O dreno
representa uma porta de entrada para
microrganismos e a sua colocação deve ser
realizada após uma avaliação criteriosa,
considerando a relação risco x benefício.
Recomenda-se o uso deste com sistema fechado de
drenagem, cuidados rigorosos na sua manipulação
ea permanênciaa mais curta possível.
(RABHAE, 2000).
Material utilizado:
• Látex (sonda foley, dreno de Kehr);
• PVC (sonda Levin);
• Poliuretano e Silicone flexíveis (cateter enteral, de gastrostomia e foley)
Kehr Levin Gastrostomia
Sonda Foley
Sonda Enteral
Indicações
⚫Quandoo paciente não podecomer:
⚫Estado de coma
⚫Lesões do sistema nervosocentral
⚫Debilidadeacentuada
⚫Traumatismo bucomaxilofacial
⚫Intervenções cirúrgicasda boca, faringe, esôfago e do
estômago
⚫Obstruções mecânicas e fisiologias do tubodigestivo
⚫Anorexia
⚫Câncer
⚫Pós-operatório
⚫Queimaduras
Localização Gástrica
•Maior Tolerância a fórmulas variadas;
•Boa aceitação de fórmulas
hiperosmóticas;
•Progressão mais rápida para alcançar o
valor calórico total ideal;
•Introdução de grandes volumes;
•Fácil posicionamento da sonda.
•Alto risco de aspiração em paciente s
com dificuldades neuromotoras de
deglutição;
•Saída acidental da sonda nasoenteral
devido à tosse, náuseas ou vômitos.
VANTAGENS DESVANTAGENS
Localização Enteral
•Menor risco de aspiração;
•Maior dificuldade de saída acidental da
sonda;
•Permite nutrição enteral quando a
alimentação gástrica é inconveniente ou
inoportuna.
•Risco de aspiração em pacientes que
têm mobilidade alterada ou
alimentação à noite;
•Desalojamento acidental, podendo
causar refluxo gástrico;
•Requer dietas normo ou
hipoosmolares.
VANTAGENS DESVANTAGENS
Administração
⚫Intermitente (até 500 ml a cada 3 a 6 horas)
⚫Bólus (de 100 a 350 ml, noestômagoa cada 2 a 6 horas)
⚫Contínua (50 a 150 ml/hora)
Complicações
⚫ Erosãoda mucosa nasal;
⚫ Sinusite, faringite;
⚫ Irritação nasofaríngea;
⚫ Esofagite;
⚫ Obstruçãoda sonda;
⚫ Deslocamentoda sonda;
⚫ Aspiração pulmonar;
⚫ Complicações Gastrointestinais:
⚫ Desconforto, distensãoecólicaabdominal
⚫ Náuseas, soluços evômitos
⚫ Diarréia
⚫ Infecção intestinal
⚫ Distúrbios hidroeletrolíticos
⚫ Hiperglicemia, glicosúria(excreçãode glicose pela urina), poliúriaosmótica
(aumento dovolume urináriocom perdade águaeeletrólitos);
Cuidados de Enfermagem
⚫ Verificarrótulo observando: nome do paciente, composição da soluçãoe gotejamento;
⚫ Orientaro paciente;
⚫ Lavaras mãos antes e depois da administração da dieta;
⚫ Testara sonda paraverificara localizaçãocorreta;
⚫ Eleveo decúbito do cliente aoadministrar dieta por sonda e 30 a 60min após o término da
alimentação;
⚫ Fixara sonda corretamente;
⚫ Testeo refluxo. Se houverrefluxo menorou igual à metade do volume da dieta, despreze o
refluxo e infunda a dieta. Se houver refluxo maior ou igual à metade do volume da dieta,
devolva o refluxo e infunda a dieta descontando esse volume. Se houver refluxo maiorou
igual aovolume total da dieta, não infunda o refluxo, façauma pausa;
⚫ Infunda a dietaem uma hora, calculando ogotejamento;
⚫ Administre adietaa uma temperatura morna ou temperaturaambiente;
⚫ Após o término da administração de dietas, deve-se sempre lavara sonda com no mínimo
20 ml de água filtradaem push ou sob infusão;
⚫ Em casode gastrostomia e jejunostomia atentarparaos cuidados com as sondas e seus
respectivoscurativos;
⚫ Mantera inserção da sonda limpa e seca trocando a cobertura diariamente ecada vez que
estiversujaou molhada, limpando a pele ao redor da sonda com águae sabão;
Nutrição Parenteral
⚫A nutrição parenteral visa a fornecer, por via
parenteral, todos os elementos necessários à demanda
nutricional de pacientes com necessidade normal ou
aumentada, cuja via digestiva não pode ser utilizada ou
é ineficaz. A nutrição parenteral pode ser total, isto é,
quando o paciente é nutrido exclusivamente por via
parenteral, ou complementar, quando está associada à
utilizaçãoconcomitantedaviadigestiva.
Composição
⚫Matéria-prima para a síntese protéica; água;
eletrólitos(sódio, cloro, potássio, cálcio, magnésio e
fosfato) e outros macrominerais; vitaminas e
oligoelementos(ferro, iodo, zinco, cobre, cromo,
manganês, selênio, molibdênioe cobalto).
Vias
⚫Tradicionalmente, o termo nutrição parenteral
periférica (NPP) designa a administração de água,
eletrólitos, proteína e substratos calóricos através de
uma via periférica do paciente. Na nutrição parenteral
total(NPT) estão substâncias que são administradas
através do sistema venoso central do paciente. O
objetivo de ambas é aliviar ou corrigir os sinais, os
sintomase as seqüelasdadesnutrição.
Indicações
⚫Obstruções mecânicas e fisiológicas do tubodigestivo
⚫Estenosedoesôfago, estenose pilórica;
⚫Obstrução intestinal, semi-obstrução intestinal;
⚫Intervenções cirúrgicasda boca, faringe, esôfago e do
estômago
⚫Lesões do sistema nervosocentral
⚫Debilidadeacentuada
⚫Quandoo paciente nãodevecomer
⚫Formas gravesde doenças inflamatórias intestinais
⚫Neoplasias
⚫Caquexiasgraves
Administração
 De modo geral, a via de acesso ao sistema venoso para
administração da terapia são as vias periféricas nos
membros superiores e centrais (veia subclávia ou a veia
jugular interna ou externa).
 A velocidade de infusão das fórmulas de alimentação
parenteral varia de acordo com as condições clínicas do
paciente, A velocidade ideal da infusão de glicose varia de
entre 0,5 e 0,75 g/kg/hora.
 Os pacientes devem receber 1000 ml da fórmula de
alimentação parenteral no primeiro dia. Se estes 1000 ml
forem bem tolerados, ou seja, se não surgirem sinais de
intolerância â glicose ou outro desequilíbrio metabólico ou
eletrolótico, 2000 ml podem ser infundidos no segundo dia.
Se for necessário, mais 1000 ml da fórmula podem ser
adicionados. Uma regra prática no aumento da velocidade de
infusão até 20 a 50 ml/hora a cada um ou dois dias, conforme
a capacidade do paciente de tolerar mais líquido e a
sobrecarga de glicose.
 Um fato de extrema importância é que as soluções sejam
administradas em fluxo contínuo e regular. As oscilações na
velocidade de infusão, freqüentemente observadas quando
se utiliza o gotejamento livre por queda gravitacional,
controlado por pinças mecânicas, são notavelmente
indesejáveis, dificultando sensivelmente a adaptação
metabólica do paciente frente ao aumento progressivo do
aporte nutricional. As bombas infusoras, disponíveis em
várias modalidades, constituem opção bastante
recomendável para o controle seguro e eficaz da infusão
contínua e regular das soluções nutritivas.
Complicações
⚫ Como todo método terapêutico, a nutrição parenteral não é isenta de
riscos e complicações. Na verdade, algumas complicações podem
assumir proporções desastrosas, e até mesmo fatais, sobretudo se o
método foraplicadode maneira inescrupulosa.
⚫ O doente que recebe a nutrição parenteral deve merecer rigorosos
cuidados higiênicos, incluindo higiene corporal, pronta remoção da
sondas e curativos contaminados, manutenção de vestimentas limpas e
adequadas paraoexame médico periódico.
⚫ O máximo rigor deve ser observado para com as técnicas de assepsia e
antissepsia, no manuseio do instrumental e frascaria quando do
preparo das soluções nutritivas finais. A pessoa responsável por essa
tarefa deve estar inteiramente conscientizada quanto à gravidade dos
riscos de contaminação dessas soluções. As soluções nutritivas usadas
no aporte nutricional podem constituir um excelente meio de cultura
de bactériase fungos
Complicações
⚫Hiperglicemia
⚫Hipoglicemia reacional
⚫Sobrecarga deaminoácidos
⚫Acidose metabólica
⚫Hipervitaminose
⚫Bacteremia
Cuidados de Enfermagem
⚫ Verificarrótuloobservando: nome do paciente, composiçãoda soluçãoe
gotejamento;
⚫ Orientaro paciente;
⚫ Lavaras mãosantese depois daadministraçãodadieta;
⚫ O doente que recebe a nutrição parenteral deve merecer rigorosos
cuidados higiênico;
⚫ O máximo rigor deve ser observado para com as técnicas de assepsia e
antissepsia, no manuseio do instrumental e frascaria quando do preparo das
soluções nutritivas finais;
⚫ Manter a via venosa central exclusiva para a infusão de NPT, mantendo
a permeabilidade;
⚫ Realizar curativo com técnica asséptica a cada 24 horas ou de acordo a
necessidade utilizando solução estabelecida pelo protocolo da unidade no
acessocentral;
⚫ Observaro local da inserçãoquantoà fixação do cateter, edema, dor, rubor,
hiperemiae presençade secreção;
⚫ A localizaçãocentral docateterdeve serconfirmada (RX) antesde iniciara NP

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Nutrição enteral e parenteral: indicações, administração e cuidados

  • 2.
  • 3. Nutrição Enteral ⚫Consiste na administração de alimentos liquidificados ou de nutrientes através de soluções nutritivas com formulas quimicamente definidas, por infusão direta no estômago ou no intestino delgado, através de sondas. Está indicada em pacientes com necessidades nutricionais normais ou aumentadas, cuja ingestão, por via oral, está impedida ou é ineficaz, mas que tenham o restante do trato digestivo anatomofuncionalmenteaproveitável.
  • 4. Osmolaridade ⚫A osmolaridade é o número de partículas dissolvidas na solução. Quanto maior o número de partículas, maior é a osmolaridade. No estômago, dietas com osmolaridade elevada reduzem os movimentos de propulsão, dificultando o esvaziamento gástrico, enquanto mais distalmente, no duodeno e jejuno, alimentos hiperosmolares aumentam o peristaltismo e ativam a propulsão da dieta. Em algumas situações são até responsáveis pela aceleração do trânsito intestinal e presença de diarréia osmótica.
  • 5. A osmolaridade sugerida pela literatura, em nutrição enteral, varia em tono da osmolaridade plasmática (mOm/L). Assim conforme os miliosmol/litro (mOm/L), as dietas podem ser isotônicas (menor ou igual a 350); moderadamente hipertônicas (350 a 450) e hipertônicas (maior ou igual a 550). Os componentes nutricionais que influenciam a osmolaridade da solução são principalmente os açúcares mais simples; os aminoácidos cristalinos e, em menor grau, os peptídeos; e o cloreto de sódio (NaCl) Os lípides não influenciam a osmolaridade, pois não formam solução.
  • 6. Benefícios ⚫Aproxima-se mais da alimentação natural, sendo, portanto, mais fisiológica ⚫Pode receber nutrientes complexos, tais como proteínas integrais e fibras ⚫Estimulaaatividade imunológica intestinal ⚫Reforça a barreira da mucosa intestinal, aumentando a proteçãocontra a translocação bacteriana ⚫Tem menor índicedecomplicações ⚫Tem metodologia maissimplese menorcurto
  • 8.
  • 9. Sondas ⚫Meio encontrado quando se deseja manter uma comunicação entre uma lesão ou cavidade e o meio externo para o escoamento de líquidos (pus, sangue, secreção serosa) ou gás. O dreno representa uma porta de entrada para microrganismos e a sua colocação deve ser realizada após uma avaliação criteriosa, considerando a relação risco x benefício. Recomenda-se o uso deste com sistema fechado de drenagem, cuidados rigorosos na sua manipulação ea permanênciaa mais curta possível. (RABHAE, 2000).
  • 10. Material utilizado: • Látex (sonda foley, dreno de Kehr); • PVC (sonda Levin); • Poliuretano e Silicone flexíveis (cateter enteral, de gastrostomia e foley) Kehr Levin Gastrostomia
  • 13. Indicações ⚫Quandoo paciente não podecomer: ⚫Estado de coma ⚫Lesões do sistema nervosocentral ⚫Debilidadeacentuada ⚫Traumatismo bucomaxilofacial ⚫Intervenções cirúrgicasda boca, faringe, esôfago e do estômago ⚫Obstruções mecânicas e fisiologias do tubodigestivo ⚫Anorexia ⚫Câncer ⚫Pós-operatório ⚫Queimaduras
  • 14.
  • 15. Localização Gástrica •Maior Tolerância a fórmulas variadas; •Boa aceitação de fórmulas hiperosmóticas; •Progressão mais rápida para alcançar o valor calórico total ideal; •Introdução de grandes volumes; •Fácil posicionamento da sonda. •Alto risco de aspiração em paciente s com dificuldades neuromotoras de deglutição; •Saída acidental da sonda nasoenteral devido à tosse, náuseas ou vômitos. VANTAGENS DESVANTAGENS
  • 16. Localização Enteral •Menor risco de aspiração; •Maior dificuldade de saída acidental da sonda; •Permite nutrição enteral quando a alimentação gástrica é inconveniente ou inoportuna. •Risco de aspiração em pacientes que têm mobilidade alterada ou alimentação à noite; •Desalojamento acidental, podendo causar refluxo gástrico; •Requer dietas normo ou hipoosmolares. VANTAGENS DESVANTAGENS
  • 17. Administração ⚫Intermitente (até 500 ml a cada 3 a 6 horas) ⚫Bólus (de 100 a 350 ml, noestômagoa cada 2 a 6 horas) ⚫Contínua (50 a 150 ml/hora)
  • 18. Complicações ⚫ Erosãoda mucosa nasal; ⚫ Sinusite, faringite; ⚫ Irritação nasofaríngea; ⚫ Esofagite; ⚫ Obstruçãoda sonda; ⚫ Deslocamentoda sonda; ⚫ Aspiração pulmonar; ⚫ Complicações Gastrointestinais: ⚫ Desconforto, distensãoecólicaabdominal ⚫ Náuseas, soluços evômitos ⚫ Diarréia ⚫ Infecção intestinal ⚫ Distúrbios hidroeletrolíticos ⚫ Hiperglicemia, glicosúria(excreçãode glicose pela urina), poliúriaosmótica (aumento dovolume urináriocom perdade águaeeletrólitos);
  • 19. Cuidados de Enfermagem ⚫ Verificarrótulo observando: nome do paciente, composição da soluçãoe gotejamento; ⚫ Orientaro paciente; ⚫ Lavaras mãos antes e depois da administração da dieta; ⚫ Testara sonda paraverificara localizaçãocorreta; ⚫ Eleveo decúbito do cliente aoadministrar dieta por sonda e 30 a 60min após o término da alimentação; ⚫ Fixara sonda corretamente; ⚫ Testeo refluxo. Se houverrefluxo menorou igual à metade do volume da dieta, despreze o refluxo e infunda a dieta. Se houver refluxo maior ou igual à metade do volume da dieta, devolva o refluxo e infunda a dieta descontando esse volume. Se houver refluxo maiorou igual aovolume total da dieta, não infunda o refluxo, façauma pausa; ⚫ Infunda a dietaem uma hora, calculando ogotejamento; ⚫ Administre adietaa uma temperatura morna ou temperaturaambiente; ⚫ Após o término da administração de dietas, deve-se sempre lavara sonda com no mínimo 20 ml de água filtradaem push ou sob infusão; ⚫ Em casode gastrostomia e jejunostomia atentarparaos cuidados com as sondas e seus respectivoscurativos; ⚫ Mantera inserção da sonda limpa e seca trocando a cobertura diariamente ecada vez que estiversujaou molhada, limpando a pele ao redor da sonda com águae sabão;
  • 20.
  • 21. Nutrição Parenteral ⚫A nutrição parenteral visa a fornecer, por via parenteral, todos os elementos necessários à demanda nutricional de pacientes com necessidade normal ou aumentada, cuja via digestiva não pode ser utilizada ou é ineficaz. A nutrição parenteral pode ser total, isto é, quando o paciente é nutrido exclusivamente por via parenteral, ou complementar, quando está associada à utilizaçãoconcomitantedaviadigestiva.
  • 22. Composição ⚫Matéria-prima para a síntese protéica; água; eletrólitos(sódio, cloro, potássio, cálcio, magnésio e fosfato) e outros macrominerais; vitaminas e oligoelementos(ferro, iodo, zinco, cobre, cromo, manganês, selênio, molibdênioe cobalto).
  • 23. Vias ⚫Tradicionalmente, o termo nutrição parenteral periférica (NPP) designa a administração de água, eletrólitos, proteína e substratos calóricos através de uma via periférica do paciente. Na nutrição parenteral total(NPT) estão substâncias que são administradas através do sistema venoso central do paciente. O objetivo de ambas é aliviar ou corrigir os sinais, os sintomase as seqüelasdadesnutrição.
  • 24. Indicações ⚫Obstruções mecânicas e fisiológicas do tubodigestivo ⚫Estenosedoesôfago, estenose pilórica; ⚫Obstrução intestinal, semi-obstrução intestinal; ⚫Intervenções cirúrgicasda boca, faringe, esôfago e do estômago ⚫Lesões do sistema nervosocentral ⚫Debilidadeacentuada ⚫Quandoo paciente nãodevecomer ⚫Formas gravesde doenças inflamatórias intestinais ⚫Neoplasias ⚫Caquexiasgraves
  • 25. Administração  De modo geral, a via de acesso ao sistema venoso para administração da terapia são as vias periféricas nos membros superiores e centrais (veia subclávia ou a veia jugular interna ou externa).  A velocidade de infusão das fórmulas de alimentação parenteral varia de acordo com as condições clínicas do paciente, A velocidade ideal da infusão de glicose varia de entre 0,5 e 0,75 g/kg/hora.
  • 26.  Os pacientes devem receber 1000 ml da fórmula de alimentação parenteral no primeiro dia. Se estes 1000 ml forem bem tolerados, ou seja, se não surgirem sinais de intolerância â glicose ou outro desequilíbrio metabólico ou eletrolótico, 2000 ml podem ser infundidos no segundo dia. Se for necessário, mais 1000 ml da fórmula podem ser adicionados. Uma regra prática no aumento da velocidade de infusão até 20 a 50 ml/hora a cada um ou dois dias, conforme a capacidade do paciente de tolerar mais líquido e a sobrecarga de glicose.
  • 27.  Um fato de extrema importância é que as soluções sejam administradas em fluxo contínuo e regular. As oscilações na velocidade de infusão, freqüentemente observadas quando se utiliza o gotejamento livre por queda gravitacional, controlado por pinças mecânicas, são notavelmente indesejáveis, dificultando sensivelmente a adaptação metabólica do paciente frente ao aumento progressivo do aporte nutricional. As bombas infusoras, disponíveis em várias modalidades, constituem opção bastante recomendável para o controle seguro e eficaz da infusão contínua e regular das soluções nutritivas.
  • 28.
  • 29. Complicações ⚫ Como todo método terapêutico, a nutrição parenteral não é isenta de riscos e complicações. Na verdade, algumas complicações podem assumir proporções desastrosas, e até mesmo fatais, sobretudo se o método foraplicadode maneira inescrupulosa. ⚫ O doente que recebe a nutrição parenteral deve merecer rigorosos cuidados higiênicos, incluindo higiene corporal, pronta remoção da sondas e curativos contaminados, manutenção de vestimentas limpas e adequadas paraoexame médico periódico. ⚫ O máximo rigor deve ser observado para com as técnicas de assepsia e antissepsia, no manuseio do instrumental e frascaria quando do preparo das soluções nutritivas finais. A pessoa responsável por essa tarefa deve estar inteiramente conscientizada quanto à gravidade dos riscos de contaminação dessas soluções. As soluções nutritivas usadas no aporte nutricional podem constituir um excelente meio de cultura de bactériase fungos
  • 31. Cuidados de Enfermagem ⚫ Verificarrótuloobservando: nome do paciente, composiçãoda soluçãoe gotejamento; ⚫ Orientaro paciente; ⚫ Lavaras mãosantese depois daadministraçãodadieta; ⚫ O doente que recebe a nutrição parenteral deve merecer rigorosos cuidados higiênico; ⚫ O máximo rigor deve ser observado para com as técnicas de assepsia e antissepsia, no manuseio do instrumental e frascaria quando do preparo das soluções nutritivas finais; ⚫ Manter a via venosa central exclusiva para a infusão de NPT, mantendo a permeabilidade; ⚫ Realizar curativo com técnica asséptica a cada 24 horas ou de acordo a necessidade utilizando solução estabelecida pelo protocolo da unidade no acessocentral; ⚫ Observaro local da inserçãoquantoà fixação do cateter, edema, dor, rubor, hiperemiae presençade secreção; ⚫ A localizaçãocentral docateterdeve serconfirmada (RX) antesde iniciara NP