O Dia da Expiação escatológico_Resumo_1042013

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O Objetivo do resumo da lição não é substituí-la, pelo contrário e dar mais amplitude ao estudo do tema.

A ideia e colocar os textos bíblicos diretos que respondam as questões da lição, somados aos escritos de Ellen White que dão luz sobre o assunto, eu procuro comentar o mínimo possível, só detalhes referentes as questões e algumas definições todas neste tom de azul, pois se os textos forem realmente claros, que é intenção, não há necessidade de ficar comentando, e a aplicação, como e mais extensa, procuro fazer na nossa classe.

“Sempre darei a fonte, para que o conteúdo não seja anônimo, e todos tenham a oportunidade de achar, pesquisar e questionar”.

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2. 

Bom Estudo!

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O Dia da Expiação escatológico_Resumo_1042013

  1. 1. Lições Adultos O Santuário Lição 10 - O Dia da Expiação escatológico 30 de novembro a 7 de dezembro ❉ Sábado à tarde - "Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado." Dn 8:14. A pergunta - Que é o santuário? - é claramente respondida nas Escrituras. O termo "santuário", conforme é empregado na Bíblia, refere-se primeiramente, ao tabernáculo construído por Moisés, como figura das coisas celestiais; e, em segundo lugar, ao "verdadeiro tabernáculo", no Céu, para o qual o santuário terrestre apontava. À morte de Cristo, terminou o serviço típico. O "verdadeiro tabernáculo", no Céu, é o santuário do novo concerto. E como a profecia de Daniel 8:14 se cumpre nesta dispensação, o santuário a que ela se refere deve ser o santuário do novo concert o. Ao terminarem os 2.300 dias, em 1844, já por muitos séculos não havia santuário sobre a Terra. Destarte, a profecia - "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado", aponta inquestionavelmente para o santuário do Céu. Objetivo: Entender quem é o chifre pequeno, e sua intenção ao rebelar-se contra Deus; e a solução divina ao purificar o santuário celeste. ❉ Domingo - O ataque do chifre pequeno 1. Leia Daniel 8, focalizando principalmente os versos 9-14 e 23-25. Qual é o alvo do ataque do poder representado pelo chifre pequeno? Quem é o poder representado pelo chifre pequeno? O chifre pequeno surge logo após o carneiro (Média-Pérsia) e o bode (Grécia). Portanto, deve ser identificado historicamente com Roma, que sucedeu os reinos da Média-Pérsia (Dn 8:20) e Grécia (Dn 8:21). Embora o chifre pequeno tenha começado como Roma imperial, a maior ênfase está em Roma papal, o foco principal da visão. LES A História confirma com exatidão a profecia bíblica de Dn 7, 8 e 9 de que o sistema papal, ou Igreja de Roma, é simbolizada pelo chifre pequeno. “Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. E, quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros e abaterá a três reis. E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues nas suas mãos por um tempo, e tempos, e metade de um tempo. Dn 7:25. A revelação foi dada inicialmente ao profeta Daniel em Dn 7:8, 19-21, 24-26; Dn 8:9-12, 23-25; Dn 9:27, e em continuidade a João na ilha de patmos. Ap 13:110. O apóstolo Paulo entendeu e aconselhou sobre este assunto em 2Ts. 2:1-17. A cadeia de profecias na qual se encontram estes símbolos, começa no capítulo 12 de Apocalipse, com o dragão que procurava destruir Cristo em Seu nascimento. Declara-se que o dragão é Satanás (Apoc. 12:9); foi ele que atuou sobre Herodes a fim de matar o Salvador. Mas o principal agente de Satanás, ao fazer guerra contra Cristo e Seu povo, durante os primeiros séculos da era cristã, foi o Império Romano, no qual o paganismo era a religião dominante. Assim, conquanto o dragão represente primeiramente Satanás, é, em sentido secundário, símbolo de Roma pagã. No capítulo 13:1-10, descreve-se a besta "semelhante ao leopardo", à qual o dragão deu "o seu poder, o seu trono, e grande poderio". Este símbolo, como a maioria dos protestantes tem crido, representa o papado, que se sucedeu no poder, trono e poderio uma vez mantidos pelo antigo Império Romano. Declara-se quanto à besta semelhante ao leopardo: "Foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias. ... E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do Seu nome, e do Seu tabernáculo, e dos que habitam no Céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação." Esta profecia, que é quase idêntica à descrição da ponta pequena de Daniel 7, refere-se inquestionavelmente ao papado. "Deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses." E, diz o profeta, "vi uma de suas cabeças como ferida de morte". E, mais, "se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto". Os quarenta e dois meses são o mesmo que "tempo, tempos, e metade de um tempo", três anos e meio, ou 1.260 dias, de Daniel 7, tempo durante o qual o poder papal deveria oprimir o povo de Deus. Este período, conforme se declara nos capítulos precedentes, começou com a supremacia do papado, no ano 538 de nossa era, e terminou em 1798. O Grande Conflito, 438-439. O profeta Daniel declarou que a Igreja de Roma, simbolizada pela ponta pequena, pensaria em mudar os tempos e a lei (Dan. 7:25), enquanto Paulo a intitulou de homem do pecado (II Tess. 2:3 e 4), que se exaltaria acima de Deus. Unicamente mudando a lei de Deus poderia o papado exaltar-se acima dEle; todo aquele que, com conhecimento, observasse a lei assim mudada, estaria tributando suprema honra ao poder, mediante o qual esta mudança foi realizada. A História da Redenção, 382. ramos@advir.com
  2. 2. 1. Leia Daniel 8, focalizando principalmente os versos 9-14 e 23-25. Qual é o alvo do ataque do poder representado pelo chifre pequeno? E de uma delas saiu uma ponta mui pequena, a qual cresceu muito para o meio-dia, e para o oriente, e para a terra formosa. 10 E se engrandeceu até ao exército dos céus; e a alguns do exército e das estrelas deitou por terra e os pisou. 11 E se engrandeceu até ao príncipe do exército; e por ele foi tirado o contínuo sacrifício, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. 12 E o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra; fez isso e prosperou. 13 Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do contínuo sacrifício e da transgressão assoladora, para que seja entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? 14 E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. Dn 8:9-14 RC Mas, no fim do reinado deles, quando os transgressores tiverem chegado ao cúmulo, levantar-se-á um rei, feroz de semblante e que entende enigmas. 24 Grande será o seu poder, mas não de si mesmo; e destruirá terrivelmente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo. 25 Pela sua sutileza fará prosperar o engano na sua mão; no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o príncipe dos príncipes; mas será quebrado sem intervir mão de homem. Dn 8:23-25 RA O alvo do ataque do chifre pequeno (do sistema papal, ou Igreja de Roma) é a adoração oferecida ao “príncipe do exército” cf. Js 5:13-15; Ex 3:3-6, o “príncipe dos príncipes” cf. Is 9:6 versão ARC; ele proibiu o estudo da Bíblia, tirando-a do alcance do povo, que perdeu a referência, tirou o sacrifício diário, substituindo a verdade da salvação em Jesus como sacrifício, e sumo sacerdote; por invenções e ensinos humanos, tomou ele mesmo a posição de sumo sacerdote, oferecendo outras formas de adoração e expiação pelos pecados, exemplificadas pela missa, confissão e pedidos de perdão à homens pecadores “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Rm 3:23, penitencias, pagamento de indulgencias, a adoração de Maria, e a intercessão desta, como a dos “santos” mortos em nosso favor, entre muitas outras, a bíblia define estas práticas como a “transgressão ou abominação assoladora”, que se apodera do santuário e do exército, e pisa sobre eles. “Até quando durará a visão do contínuo sacrifício e da transgressão assoladora, para que seja entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?” Dn 8:13, e assim o lugar do santuário celestial, o qual Jesus é o nosso sumo sacerdote “... ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem”. Hb 8:1-2, e intercessor “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles.” Hb 7:25. cf. 1Tm 2:5; 1Jo 2:1; Rm 3:28; 8:34, na mente de muitos este ministério foi obscurecido e lançado por terra. “... E se engrandeceu até ao príncipe do exército; e por ele foi tirado o contínuo sacrifício, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. E o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra; fez isso e prosperou.” Dn 8:9-12. Este poder sutil e enganador trará muito transtorno, mas por fim será quebrado, sem a intervenção humana. “Pela sua sutileza fará prosperar o engano na sua mão; no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o príncipe dos príncipes; mas será quebrado sem intervir mão de homem. Dn 8:23-25. cf. Dn 7:7-27. O acesso da Igreja de Roma ao poder assinalou o início da escura Idade Média. Aumentando o seu poderio, mais se adensavam as trevas. De Cristo, o verdadeiro fundamento, transferiu-se a fé para o papa de Roma. Em vez de confiar no Filho de Deus para o perdão dos pecados e para a salvação eterna, o povo olhava para o papa e para os sacerdotes e prelados a quem delegava autoridade. Ensinava-se-lhe ser o papa seu mediador terrestre, e que ninguém poderia aproximar-se de Deus senão por seu intermédio; e mais ainda, que ele ficava para eles em lugar de Deus e deveria, portanto, ser implicitamente obedecido. Esquivar-se de suas disposições era motivo suficiente para se infligir a mais severa punição ao corpo e alma dos delinquentes. Assim, a mente do povo desviava-se de Deus para homens falíveis e cruéis, e mais ainda, para o próprio príncipe das trevas que por meio deles exercia o seu poder. O pecado se disfarçava sob o manto de santidade. Quando as Escrituras são suprimidas e o homem vem a considerar-se supremo, só podemos esperar fraudes, engano e aviltante iniquidade. Com a elevação das leis e tradições humanas, tornou-se manifesta a corrupção que sempre resulta de se pôr de lado a lei de Deus. O Grande Conflito, 55. ❉ Segunda - "Até quando?" 2. Quais questões específicas motivam a pergunta de Daniel 8:13 ? Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do contínuo sacrifício e da transgressão assoladora, para que seja entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Dn 8:13 RC O Ser celeste por conhecer o caráter divino "justiça e juízo são a base do Seu trono." Sal. 97:2, sabendo que o mal não pode prevalecer por muito tempo sem ser julgado e eliminado. Semelhante ao carneiro e o bode que foram destruídos Dn 8:4, 7, 8, o chifre pequeno se engrandeceu “E se engrandeceu até ao exército dos céus; e a alguns do exército e das estrelas deitou por terra e os pisou. E se engrandeceu até ao príncipe do exército; e por ele foi tirado o contínuo sacrifício, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. E o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra; fez isso e prosperou.” Dn 8:9-12. Então com fome e sede de justiça perguntou ao outro “Até quando durará a visão do contínuo sacrifício (o contínuo ministério de mediação de Cristo) e da transgressão assoladora (a corrupção religiosa, implantada pelo poder romano), para que seja entregue o santuário (a habitação de Deus ramos@advir.com
  3. 3. aqui é a igreja, onde Cristo efetua seu ministério de intercessão e salvação). cf. 2Ts 2:1-10) e o exército (o povo de Deus), a fim de serem pisados?” (perseguidos e mortos). Dn 8:13. A pergunta “Até quando” Dn 8:13, reflete o lamento pela presente situação, e uma súplica pela intervenção da justiça divina, através do juízo sobre o opressor Dn 7:7-10; 21-22; 25-26; Ap 20:11-15, e em favor da verdade e dos santos do altíssimo. “Até que veio o ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.” Dn 7:22, 18, 27. "E Deus não fará justiça aos Seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça." Luc. 18:7 e 8. A longanimidade de Deus é maravilhosa. Longamente espera a justiça enquanto a graça intercede com o pecador. Mas "justiça e juízo são a base do Seu trono". Sal. 97:2. ... O mundo tornou-se ousado na transgressão da lei de Deus. Por causa de Sua longa clemência os homens Lhe espezinharam a autoridade. ... Há, porém, um limite além do qual não podem passar. Próximo está o tempo em que atingirão o limite prescrito. Mesmo agora quase excederam os termos da longanimidade de Deus, e a medida de Sua graça e misericórdia. O Senhor Se interporá para vindicar Sua própria honra, para livrar Seu povo e reprimir os excessos da injustiça. Parábolas de Jesus, 177. Tal foi o fim daqueles que imaginaram malefício contra o povo de Deus. Diz o salmista: "As gentes precipitaram-se na cova que abriram; na rede que ocultaram ficou preso o seu pé." Sal. 9:15. "Pois o Senhor não rejeitará o Seu povo, nem desamparará a Sua herança. Mas o juízo voltará a ser justiça." Quando os homens "acorrem em tropel contra a vida do justo", o Senhor "fará recair sobre eles a sua própria iniquidade; e os destruirá na sua própria malícia". Sal. 94:14, 15, 21 e 23. Patriarcas e Profetas, 456. ❉ Terça - Restauração do santuário 3. Leia Daniel 8:14. O que acontece no fim das "duas mil e trezentas tardes e manhãs"? Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. Dn 8:14 RC O “santuário será purificado.” Dn 8:14. No domingo vimos em Dn 8:9-12; que na mente de muitos o ministério sacerdotal de cristo no santuário celestial foi obscurecido e lançado por terra. “... E se engrandeceu até ao príncipe do exército; e por ele foi tirado o contínuo sacrifício, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. E o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra; fez isso e prosperou. ” Dn 8:9-12. Agora com a promessa “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Dn 8:14. Se da então inicio ao juízo. Dn 7:7-10; 21-22; 25-26; Ap 20:11-15, a verdade sobre o santuário e a salvação somente em cristo é restaurada no coração das pessoas. Hb 8:1-2; 3:1; 4:14; 6:20; 9:11; Ef 1:20; Cl 3:1; Hb 12:2; Por isso a verdade presente a ser proclamada é “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Ap 14:6-7. A Purificação do Santuário Celestial Durante dezoito séculos este ministério continuou no primeiro compartimento do santuário. O sangue de Cristo, oferecido em favor dos crentes arrependidos, assegurava-lhes perdão e aceitação perante o Pai; contudo, ainda permaneciam seus pecados nos livros de registro. Como no serviço típico havia uma expiação ao fim do ano, semelhantemente, antes que se complete a obra de Cristo para redenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra - purificar o santuário. Como antigamente eram os pecados do povo colocados, pela fé, sobre a oferta pelo pecado, e, mediante o sangue desta, transferidos simbolicamente para o santuário terrestre, assim em o novo concerto, os pecados dos que se arrependem são, pela fé, colocados sobre Cristo e transferidos, de fato, para o santuário celeste. E como a purificação típica do santuário terrestre se efetuava mediante a remoção dos pecados pelos quais se poluíra, igualmente a purificação real do santuário celeste deve efetuar-se pela remoção, ou apagamento, dos pecados que ali estão registrados. Mas antes que isto se possa cumprir, deve haver um exame dos livros de registro para determinar quem, pelo arrependimento dos pecados e fé em Cristo, tem direito aos benefícios de Sua expiação. A purificação do santuário, portanto, envolve uma investigação - um julgamento. Isto deve efetuar-se antes da vinda de Cristo para resgatar Seu povo, pois que, quando vier, Sua recompensa estará com Ele para dar a cada um segundo as suas obras (Apoc. 22:12). Destarte, os que seguiram a luz da palavra profética viram que, em vez de vir Cristo à Terra, ao terminarem em 1844 os 2.300 dias, entrou Ele então no lugar santíssimo do santuário celeste, a fim de levar a efeito a obra final da expiação, preparatória à Sua vinda. Verificou-se também que, ao passo que a oferta pelo pecado apontava para Cristo como um sacrifício, e o sumo sacerdote representava a Cristo como mediador, o bode emissário tipificava Satanás, autor do pecado, sobre quem os pecados dos verdadeiros penitentes serão finalmente colocados. Quando o sumo sacerdote, por virtude do sangue da oferta pela transgressão, removia do santuário os pecados, colocava-os sobre o bode emissário. Quando Cristo, pelo mérito de Seu próprio sangue, remover do santuário celestial os pecados de Seu povo, ao encerrar-se o Seu ministério, Ele os colocará sobre Satanás, que, na execução do juízo, deverá encarar a pena final. O bode emissário era enviado para uma terra não habitada, para nunca mais voltar à congregação de Israel. Assim será Satanás para sempre banido da presença de Deus e de Seu povo, e eliminado da existência na destruição final do pecado e dos pecadores. O Grande Conflito, págs. 409-422. ramos@advir.com
  4. 4. ❉ Quarta - Dia da Expiação em Daniel 8 4. Como resultado do Dia da Expiação, o que ocorrerá com o povo de Deus e com o chifre pequeno? O Dia tipico da Expiação era um dia de juízo para a nação, encontramos o seu antítipo em Dn 7. Em resumo: 1- O Filho do Homem recebe o reino por direito no juízo. “E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino, o único que não será destruído.” Dn 7:14. 2- O chifre pequeno se levanta contra Deus e seus santos. “E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues nas suas mãos por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.” Dn 7:25. “Eu olhava, e eis que essa ponta fazia guerra contra os santos e os vencia.” Dn 7:21. cf. Ap 11:7; 13:7. 3- O chifre pequeno é julgado, retirado de seu domínio e destruído para sempre “Mas o juízo estabelecer-se-á, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim.” Dn 7:25-26; 8:25; 9:27. 4O juízo foi feito aos santos, e agora recebem o reino eterno. “Até que veio o ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.” Dn 7:22. “E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.” Dn 7:27. “Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e possuirão o reino para todo o sempre e de eternidade em eternidade.” Dn 7:18. 5- Deus é justificado diante de todo universo. “Sempre seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso, como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras e venças quando fores julgado.” Rm 3:4. “E ouvi o anjo das águas que dizia: Justo és tu, ó Senhor, que és, e que eras, e santo és, porque julgaste estas coisas. Visto como derramaram o sangue dos santos e dos profetas, também tu lhes deste sangue a beber; porque disto são merecedores. E ouvi outro do altar, que dizia: Na verdade, ó Senhor, Deus Todo-poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.” Ap 16:5-7. cf. Ap 19:1-3; 18:20; Dt 32:43. “Porque está escrito: Pela minha vida, diz o Senhor, todo joelho se dobrará diante de mim, e toda língua confessará a Deus.” Rm 14:11. cf. Is 45:23; Fp 2:10. “Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que a teus olhos é mal, para que sejas justificado quando falares e puro quando julgares.” Sl 51:4. O ministério sacerdotal de purificação em Daniel 8 é o mesmo que o juízo divino em Daniel 7. ❉ Quinta - Daniel 8 e 9 5. Leia Daniel 9:24-27. O que acontece nesses versos? Qual é a relação entre esses eventos e Daniel 8:14? A profecia das 70 semanas ou 490 anos, é o inicio de tempo profético das 2.300 tardes e manhãs de Daniel 8:14. As 70 semanas ou 490 anos foi profeticamente determinada em 3 partes: 7 semanas (49 anos); 62 semanas (434 anos) 1 semana (7 anos). Dn 9:24-27. Esse período foi separado ou cortado dos 2.300; exclusivamente para o povo judeu, cessar com a rebelião, se arrepender e dar fim ao pecado, e receber o perdão divino; Sua graça e misericórdia, confirmando sobre a nação a benção desta profecia ao aceitar a unção dos santos dos santos, que era receber à Jesus como salvador; o messias prometido, "Ungido", e "Príncipe" Dn 9:25, e continuassem como representantes de Deus na Terra. “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o Santo dos santos.” Dn 9:24. Sem o cumprimento dos critérios estabelecidos pela divindade, como nação perderiam está representação, o que acabou por acontecer no ano 34 d.C com o cruel apedrejamento de Estevão, rejeitando assim a graça divina. At 7:54-60, este acontecimento deu fim ao período das setenta semanas. ramos@advir.com
  5. 5. Deus ordenou, contudo, a Seu mensageiro: "Dá a entender a este a visão." Dan. 8:16. A incumbência devia ser satisfeita. Em obediência a ela, o anjo, algum tempo depois, voltou a Daniel, dizendo: "Agora, saí para fazer-te entender o sentido; ... toma, pois, bem sentido na palavra, e entende a visão." Dan. 9:22 e 23. Havia, na visão do capítulo 8, um ponto importante que tinha sido deixado sem explicação, a saber, o que se refere ao tempo, ou seja, ao período dos 2.300 dias; portanto o anjo, retomando a explicação, ocupa-se principalmente do assunto do tempo: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade. ... Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos. E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias e não será mais. ... E Ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares." Dan. 9:24-27. O anjo fora enviado a Daniel com o expresso fim de lhe explicar o ponto que tinha deixado de compreender na visão do capítulo 8, a saber, a declaração relativa ao tempo: "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado." Dan. 8:14. Depois de mandar Daniel tomar bem sentido na palavra e entender a visão, as primeiras declarações do anjo foram: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade." Dan. 9:24. A palavra aqui traduzida "determinadas" significa literalmente "separadas". Setenta semanas, representando 490 anos, declara o anjo estarem separadas, referindo-se especialmente aos judeus. Mas, separadas de quê? Como os 2.300 dias foram o único período de tempo mencionado no capítulo 8, devem ser o período de que as setenta semanas se separaram; estas devem ser, portanto, uma parte dos 2.300 dias, e os dois períodos devem começar juntamente. Declara o anjo datarem as setenta semanas da saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém. Se se pudesse encontrar a data desta ordem, estaria estabelecido o ponto de partida do grande período dos 2.300 dias. No capítulo 7 de Esdras acha-se o decreto (Esd. 7:12-26). Em sua forma completa foi promulgado por Artaxerxes, rei da Pérsia, em 457 antes de Cristo. Mas em Esdras 6:14 se diz ter sido a casa do Senhor em Jerusalém edificada "conforme o mandado [ou decreto, como se poderia traduzir] de Ciro, e de Dario, e de Artaxerxes, rei da Pérsia". Estes três reis, originando, confirmando e completando o decreto, deram-lhe a perfeição exigida pela profecia para assinalar o início dos 2.300 anos. Tomando-se o ano 457 antes de Cristo, tempo em que se completou o decreto, como data da ordem, viu-se ter-se cumprido toda a especificação da profecia relativa às setenta semanas. "Desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas" (Dan. 9:25) - a saber, sessenta e nove semanas ou 483 anos. O decreto de Artaxerxes entrou em vigor no outono de 457 antes de Cristo. A partir desta data, 483 anos estendem-se até o outono do ano 27 de nossa era. Naquele tempo esta profecia se cumpriu. A palavra "Messias" significa o "Ungido". No outono do ano 27 de nossa era, Cristo foi batizado por João, e recebeu a unção do Espírito. O apóstolo Pedro testifica que "Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude". Atos 10:38. E o próprio Salvador declarou: "O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres." Luc. 4:18. Depois de Seu batismo Ele foi para a Galiléia, "pregando o evangelho do reino de Deus e dizendo: O tempo está cumprido". Mar. 1:14 e 15. De acordo com o sistema judaico de contagem, o quinto mês (Ab) do sétimo ano do reinado de Artaxerxes foi de 23 de julho a 21 de agosto de 457 a.C. Depois da chegada de Esdras a Jerusalém no outono do ano, o decreto do rei entrou em vigor. Para a certeza da data 457 a.C. como sendo o sétimo ano de Artaxerxes. Ver S. H. Horn e L. H. Wood, The Chronology of Ezra 7 (Review and Herald, 1953 e 1969; E. G. Kraeling, The Brooklyn Museum Aramaic Papyri, págs. 191-193; Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 3, págs. 97-100. "E Ele firmará um concerto com muitos por uma semana." Dan. 9:27. A "semana", a que há referência aqui, é a última das setenta, são os últimos sete anos do período concedido especialmente aos judeus . Durante este tempo, que se estende do ano 27 ao ano 34 de nossa era, Cristo, a princípio em pessoa e depois pelos Seus discípulos, dirigiu o convite do evangelho especialmente aos judeus. Ao saírem os apóstolos com as boas novas do reino, a recomendação do Salvador era: "Não ireis pelo caminho das gentes, nem entrareis em cidades de samaritanos; mas ide, às ovelhas perdidas da casa de Israel." Mat. 10:5 e 6. "Na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares." Dan. 9:27. No ano 31 de nossa era, três anos e meio depois de Seu batismo, nosso Senhor foi crucificado. Com o grande sacrifício oferecido sobre o Calvário, terminou aquele sistema cerimonial de ofertas, que durante quatro mil anos haviam apontado para o Cordeiro de Deus. O tipo alcançou o antítipo, e todos os sacrifícios e ofertas daquele sistema cerimonial deveriam cessar. As setenta semanas, ou 490 anos, especialmente conferidas aos judeus, terminaram, como vimos, no ano 34. Naquele tempo, pelo ato do sinédrio judaico, a nação selou sua recusa do evangelho, pelo martírio de Estêvão e perseguição aos seguidores de Cristo. Assim, a mensagem da salvação, não mais restrita ao povo escolhido, foi dada ao mundo. Os discípulos, forçados pela perseguição a fugir de Jerusalém, "iam por toda parte, anunciando a Palavra". Atos 8:4. Filipe desceu à cidade de Samaria e pregou a Cristo. (Atos 8:5.) Pedro, divinamente guiado, revelou o evangelho ao centurião de Cesaréia, Cornélio, que era temente a Deus; e o ardoroso Paulo, ganho à fé cristã, foi incumbido de levar as alegres novas "aos gentios de longe". Atos 22:21. Até aqui, cumpriram-se de maneira surpreendente todas as especificações das profecias e fixa-se o início das setenta semanas, inquestionavelmente, no ano 457 antes de Cristo, e seu termo no ano 34 de nossa era. Por estes dados não há dificuldade em achar-se o final dos 2.300 dias. Tendo sido as setenta semanas - 490 dias - separadas dos 2.300 dias, ficaram restando 1.810 dias. Depois do fim dos 490 dias os 1.810 dias deveriam ainda cumprir-se. Contando do ano 34 de nossa era, 1.810 anos se estendem a 1844. Consequentemente, os 2.300 dias de Daniel 8:14 terminam em 1844. Ao expirar este grande período profético, "o santuário será purificado", segundo o testemunho do anjo de Deus. Cristo em Seu santuário, 54-56. ramos@advir.com
  6. 6. ❉ Sexta - Conclusão: Em O Dia da Expiação escatológico aprendi que … ✰ Domingo - O ataque do chifre pequeno: O alvo do ataque do chifre pequeno (do sistema papal, ou Igreja de Roma) é a adoração oferecida ao “príncipe do exército” cf. Js 5:13-15; Ex 3:3-6, o “príncipe dos príncipes” cf. Is 9:6 versão ARC; ele proibiu o estudo da Bíblia, tirando-a do alcance do povo, que perdeu a referência, tirou o sacrifício diário, substituindo a verdade da salvação em Jesus como sacrifício, e sumo sacerdote; por invenções e ensinos humanos, tomou ele mesmo a posição de sumo sacerdote, oferecendo outras formas de adoração e expiação pelos pecados, exemplificadas pela missa, confissão e pedidos de perdão à homens pecadores “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Rm 3:23, penitencias, pagamento de indulgencias, a adoração de Maria, e a intercessão desta, como a dos “santos” mortos em nosso favor, entre muitas outras, a bíblia define estas práticas como a “transgressão ou abominação assoladora”, que se apodera do santuário e do exército, e pisa sobre eles. “Até quando durará a visão do contínuo sacrifício e da transgressão assoladora, para que seja entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?” Dn 8:13, e assim o lugar do santuário celestial, o qual Jesus é o nosso sumo sacerdote “... ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem”. Hb 8:1-2, e intercessor “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles.” Hb 7:25. cf. 1Tm 2:5; 1Jo 2:1; Rm 3:28; 8:34, na mente de muitos este ministério foi obscurecido e lançado por terra. “... E se engrandeceu até ao príncipe do exército; e por ele foi tirado o contínuo sacrifício, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. E o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra; fez isso e prosperou.” Dn 8:9-12. Este poder sutil e enganador trará muito transtorno, mas por fim será quebrado, sem a intervenção humana. “Pela sua sutileza fará prosperar o engano na sua mão; no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o príncipe dos príncipes; mas será quebrado sem intervir mão de homem. Dn 8:23-25. cf. Dn 7:7-27. ✰ Segunda - "Até quando?" : O Ser celeste por conhecer o caráter divino "justiça e juízo são a base do Seu trono." Sal. 97:2, sabendo que o mal não pode prevalecer por muito tempo sem ser julgado e eliminado. Semelhante ao carneiro e o bode que foram destruídos Dn 8:4, 7, 8, o chifre pequeno se engrandeceu. Dn 8:9-12. Então com fome e sede de justiça perguntou ao outro “Até quando durará a visão do contínuo sacrifício (o contínuo ministério de mediação de Cristo) e da transgressão assoladora (a corrupção religiosa, implantada pelo poder romano), para que seja entregue o santuário (a habitação de Deus aqui é a igreja, onde Cristo efetua seu ministério de intercessão e salvação). cf. 2Ts 2:1-10) e o exército (o povo de Deus), a fim de serem pisados?” (perseguidos e mortos). Dn 8:13. A pergunta “Até quando” Dn 8:13, reflete o lamento pela presente situação, e uma súplica pela intervenção da justiça divina, através do juízo sobre o opressor Dn 7:710; 21-22; 25-26; Ap 20:11-15, e em favor da verdade e dos santos do altíssimo. “Até que veio o ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.” Dn 7:22, 18, 27. "E Deus não fará justiça aos Seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça." Luc. 18:7 e 8. ✰ Terça - Restauração do santuário: O “santuário será purificado.” Dn 8:14. No domingo vimos em Dn 8:9-12; que na mente de muitos o ministério sacerdotal de cristo no santuário celestial foi obscurecido e lançado por terra. “... E se engrandeceu até ao príncipe do exército; e por ele foi tirado o contínuo sacrifício, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. E o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra; fez isso e prosperou.” Dn 8:9-12. Agora com a promessa “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Dn 8:14. Se da então inicio ao juízo. Dn 7:7-10; 21-22; 25-26; Ap 20:11-15, a verdade sobre o santuário e a salvação somente em cristo é restaurada no coração das pessoas. Hb 8:1-2; 3:1; 4:14; 6:20; 9:11; Ef 1:20; Cl 3:1; Hb 12:2; Por isso a verdade presente a ser proclamada é “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Ap 14:6-7. ✰ Quarta - Dia da Expiação em Daniel 8: O Dia tipico da Expiação era um dia de juízo para a nação, encontramos o seu antítipo em Dn 7. Em resumo: 1- O Filho do Homem recebe o reino por direito no juízo. Dn 7:14. 2- O chifre pequeno se levanta contra Deus e seus santos. Dn 7:25, 21. cf. Ap 11:7; 13:7. 3- O chifre pequeno é julgado, retirado de seu domínio e destruído para sempre. Dn 7:25-26; 8:25; 9:27. 4- O juízo foi feito aos santos e agora recebem o reino eterno. Dn 7:22, 27, 18. 5- Deus é justificado diante de todo universo. Rm 3:4; Ap 16:5-7. (cf. Ap 19:1-3; 18:20; Dt 32:43.) Rm 14:11. (cf. Is 45:23; Fp 2:10.) Sl 51:4. ✰ Quinta - Daniel 8 e 9: A profecia das 70 semanas ou 490 anos, é o inicio de tempo profético das 2.300 tardes e manhãs de Daniel 8:14. As 70 semanas ou 490 anos foi profeticamente determinada em 3 partes: 7 semanas (49 anos); 62 semanas (434 anos) 1 semana (7 anos). Dn 9:24-27. Esse período foi separado ou cortado dos 2.300; exclusivamente para o povo judeu, cessar com a rebelião, se arrepender e dar fim ao pecado, e receber o perdão divino; Sua graça e misericórdia, confirmando sobre a nação a benção desta profecia ao aceitar a unção dos santos dos santos, que era receber à Jesus como salvador; o messias prometido, "Ungido", e "Príncipe" Dn 9:25, e continuassem como representantes de Deus na Terra. “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o Santo dos santos.” Dn 9:24. Sem o cumprimento dos critérios estabelecidos pela divindade, como nação perderiam está representação, o que acabou por acontecer no ano 34 d.C com o cruel apedrejamento de Estevão, rejeitando assim a graça divina. At 7:54-60, este acontecimento deu fim ao período das setenta semanas. ramos@advir.com

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