Daniel 11

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Daniel 11

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Daniel 11

  1. 1. Uma abordagem didático-teológicaPr Jônatas LealSALT,BA
  2. 2. A grande guerra
  3. 3. Uma nova resposta à oração (Dn 10)Dias de oração e jejumO sacerdote vestido de linhoO poderoso guerreiro Miguel (v.13)
  4. 4. A guerra em detalhe A visão parte do início das setenta semana Pérsia (v.2) O quarto rei: Artarxerxes Grécia v.3 Roma pagã (militar) v.4
  5. 5. O norte contra o sul (v.5-39) O reino do norte e o chifre pequeno Desafia a Deus e procura usurpá-lo (v.36,37) Profana o santuário e retira o sacrifício contínuo(v.31) Se estabelece na terra gloriosa (v.16,41,45) e ataca opovo santo (v.28,29) Ele sai do norte (v.9) Ambos morrem da mesma forma (v.45)
  6. 6. Assim...Capítulo 8 Capítulo 11Pérsia (v.3,4) Pérsia (v.2)Grécia (v.5-8) Grécia (v.3,4)Roma (v.8,9) Roma (v.4)Chifre pequeno (v.9-12) Chifre pequeno (v.5-39)Tempo do fim(v.13,14,17,25)Tempo do fim (v.40-45)
  7. 7. O simbolismo norte-sul A simetria e estrutura dessas passagens nosadvertem contra uma interpretaçãoestritamente literal e histórica. As referências tornam-se abstratas emetafóricas.
  8. 8.  A unidade norte-sul como totalidade eespaço terreno Norte O norte é o representante bíblico do mal,que usurpa a Deus (Ez 21:3,4; Is 14:31; Jr1:14) Babilônia e o norte
  9. 9.  O Sul Na tradição bíblica representa o poderhumano sem Deus O sul e o Egito (11:43 cf.5:2) Na tradição profética confiar no Egito éconfiar no “braço” humano (Is 31:1,3)
  10. 10. Entre o Egito e Babilônia, Israelchegou a entender e a imaginar seudestino estritamente em relaçãocom essas duas forças dominantes.
  11. 11. O significado histórico A princípio é impossível e até certo pontodesnecessário determinar os detalheshistóricos da batalha entre o Sul e o Norte. Mas é possível discernir três temasprincipais.
  12. 12. O conflito entre o norte e o sul Norte: o poder eclesiástico religioso quedesempenha o papel de Deus na terra, atua como oúnico intercessor entre a humanidade e Deus. Sul: os movimentos filosóficos e políticos quelutam contra a religião com a arma da razão. Elesse evidenciam nas ideologias atuais e formas degoverno seculares e materialistas.
  13. 13. A aliança entre o norte e sulA aliança (v.6,17,22,23)As intenções de acordo entre a Igreja eo Estado
  14. 14. O conflito entre o norte e o povode DeusO conflito (v.16,28,30,31,35)A perseguição e a intolerância temmarcado a história da igreja ao longo dahistória
  15. 15. A última batalha: duas ofensivasA derrota do sul (v.40-42)Historicamente, significa que o poderpolítico-religioso triunfará sobre osmovimentos ateus e políticos.
  16. 16.  A última aliança entre o sul e o norte (v.43,44) O ataque contra o monte santo Monte santo como morada de Deus (Sl48:1,2;Is 14:13) Aqui encontramos os mesmos elementosencontrados na batalha do Armagedom emAp 16
  17. 17. Um batalha espiritual A batalha do Armagedom é o auge e o desfechofinal de uma guerra que está acontecendo hoje. O campo de batalha é a nossa mente.
  18. 18. Quando os homens estão contentes de vivermeramente para este mundo, a inclinação naturalune-se às sugestões do inimigo, e fazem-lhe avontade. Quando, porém, procuram deixar abandeira negra do poder das trevas, e se enfileiramsob o ensangüentado estandarte do PríncipeEmanuel, começa a luta, e a guerra é levada avanteaos olhos do Universo celeste.Todo aquele que combate ao lado do direito, devecombater corpo a corpo com o inimigo. Precisa pôrtoda a armadura de Deus, a fim de poder enfrentaros ardis do diabo.
  19. 19. O livro da guerra Capítulo 1: Babilônia x Jerusalém Capítulo 2: os metais x a rocha Capítulo 3: os jovens hebreus x a estátua Capítulo 4: Nabucodonosor x Deus Capítulo 5: Medo-Pérsia x Babilônia Capítulo 6: os magos x Daniel Capítulo 7: os animais x o Filho do Homem Capítulo 8: carneiro x bode x chifre pequeno
  20. 20.  Capítulo 10: príncipe Miguel x príncipe da Pérsia Capítulo 11: reino do sul x reino do norte Capítulo 12: Miguel (Jerusalém) x sul-norte(Babilônia/Egito)
  21. 21. O desfecho da guerra Daniel 12: 1-2 Historicamente, aponta para a volta de Cristo. O momento em que Miguel se levantará(‘amad) de uma vez por todas.
  22. 22. As hostes de Satanás e homens ímpios os rodearão, eexultarão sobre eles, pois parecerá não haver escape paraeles. Em meio, porém, de sua orgia e triunfo, ouve-seribombo após ribombo dos mais estrondosos trovões. Oscéus se enegreceram, sendo iluminados apenas pelabrilhante luz e a terrível glória do céu ao fazer Deus soarSua voz desde Sua santa habitação.Abalam-se os fundamentos da Terra; os edifícios vacilam ecaem com terrível fragor. O mar ferve como uma caldeira, ea Terra toda se acha em horrível comoção. Vira-se ocativeiro dos justos e, em suaves e solenes murmúrios,dizem uns aos outros: "Somos libertados. É a voz de Deus."
  23. 23. Quando a proteção das leis humanas for retirada dos quehonram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, ummovimento simultâneo com o fim de destruí-los.Aproximando-se o tempo indicado no decreto, o povoconspirará para desarraigar a odiada seita. Resolver-se-á dar emuma noite um golpe decisivo, que faça silenciar por completo avoz de dissentimento e reprovação.O povo de Deus - alguns nas celas das prisões, outrosescondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas -pleiteia ainda a proteção divina, enquanto por toda partegrupos de homens armados, instigados pelas hostes de anjosmaus, se estão preparando para a obra de morte. ... Com bradosde triunfo, zombaria e imprecação, multidões de homens mausestão prestes a cair sobre a presa, quando, eis, um denso negror,mais intenso do que as trevas da noite, cai sobre a Terra. ...
  24. 24. É à meia-noite que Deus manifesta o Seu poder para olivramento de Seu povo. ... Em meio dos céus agitados,acha-se um espaço claro de glória indescritível, donde vema voz de Deus como o som de muitas águas, dizendo: "Estáfeito." Apoc. 16:17. Essa voz abala os céus e a Terra. ...As mais orgulhosas cidades da Terra são derribadas. Ossuntuosos palácios em que os grandes homens do mundodissiparam suas riquezas com a glorificação própria,desmoronam-se diante de seus olhos. As paredes dasprisões fendem-se, e o povo de Deus, que estivera retidoem cativeiro por causa de sua fé, é libertado. (EF, 269,270)
  25. 25. O seu envolvimento nesta guerra A realidade da guerra O preparo adequado A tomada de posição

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