Manejo e Conservação do Solo

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Manejo e Conservação do Solo

  1. 1. Dr. Carlos Germano F. Costa Doutor em Desenvolvimento e Meio Ambiente – Especialista em Gestão de Riscos de Desastres The Inter-American Institute for Cooperation on Agriculture (IICA) – Brazil UEMS Dourados, MS. Brasil UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL ÁREA DE CONHECIMENTO: GESTÃO AMBIENTAL / ENGENHARIA AMBIENTAL / ENGENHARIA SANITÁRIA / ENGENHARIA AGRONÔMICA / QUÍMICA / ENGENHARIA QUÍMICA MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
  2. 2. Introdução Objetivos de aprendizagem: Ao final deste módulo, você terá: • Conhecimento sobre conceitos e ações voltadas para o uso racional e manejo dos recursos naturais, principalmente do solo: • Compreensão dos conceitos básicos de Práticas de Manejo do Solo. • Compreensão dos conceitos básicos de Conservação do Solo. • Breve comentários sobre Formação, Perda e Uso do Solo. Roteiro da apresentação
  3. 3. I - Introdução • As terras agrícolas, em geral, estão compartimentadas de formas diferentes, com vários tipos de solos e cada tipo apresentando características e vocações próprias, necessitando, para serem utilizados, de um estudo ou levantamento sobre a capacidade potencial e de uso dos mesmos, adequando os modelos de explorações às suas exigências naturais e adotando medidas de manejo, conforme o tipo de solo, para dar sustentabilidade a essas explorações sem causar nenhum prejuízo aos recursos naturais. • Na atualidade, observa-se, frequentemente, a presença de solos com alto grau de erosão, perdendo seu potencial produtivo devido, em especial, ao uso de práticas agrícolas inadequadas ou de implementos agrícolas pouco apropriados ao tipo de solo que, aos poucos, acelera o processo de degradação, facilmente identificada, quando se verifica a redução dos índices de produtividade das lavouras, especialmente aquelas cultivadas em regime de sequeiro no âmbito da agricultura familiar. • Essa aula vislumbra a apresentação conceitos sobre práticas de natureza conservacionistas, com a finalidade de fornecer alternativas para o controle dos processos erosivos e promover a conservação do solo e da água. são abordadas, de forma sucinta, as principais características dos solos e suas relações com as propriedades e limitações de uso, e que conduzem à conceituação das categorias de capacidade de uso das terras. O uso adequado das terras é o primeiro passo para uma agricultura sustentável
  4. 4. Conservação do Solo e Água • Ações voltadas para o uso racional e manejo dos recursos naturais, principalmente do solo, da água e da biodiversidade visam a promover agricultura sustentável, aumentar a oferta de alimentos e melhorar os níveis de emprego e renda no meio rural. • A adoção das microbacias hidrográficas para o planejamento, monitoramento e avaliação do uso dos recursos naturais é o primeiro passo para projetos de conservação do solo e da água. A adoção das microbacias são unidades geográficas naturais, em que fatores ambientais, econômicos e sociais se encontram assemelhados ou em condições homogêneas e, por isso, mais apropriadas para o estabelecimento de um plano unificado para o controle das interferências das atividades agropecuárias no meio ambiente. • O segundo passo é a organização dos produtores como estratégia para promover a melhoria da produtividade agrícola e o uso de tecnologias adequadas sob o ponto de vista ambiental, econômico e social. • O Ministério da Agricultura atua como indutor e catalisador das práticas de uso dos recursos naturais, auxiliando na definição de diretrizes, objetivos e metas. Os programas oficiais, conduzidos pela Coordenação de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos (CMSP), da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), contribuem para o controle da erosão, recomposição das matas ciliares e proteção de encostas e nascentes.
  5. 5. Marco Legal •Capacitação de pessoal técnico e agricultores em Planejamento de Bacias Hidrográficas e Conservação de Solo e Água; •Validação e difusão de tecnologias apropriadas em manejo e conservação de solo; •Introdução de práticas de cobertura de solo; •Práticas de agricultura orgânica e agroflorestais; •Implantação de viveiros de plantas; •Recomposição de matas ciliares e proteção de áreas frágeis; •Práticas de preservação e uso sustentável dos recursos hídricos; •Adequação de estradas vicinais de terra; •Calagem e gessagem do solo agrícola; •Práticas de contenção e controle de voçorocas; •Demarcação de curvas de nível e construção de sistemas de terraceamento; •Implantação de projetos demonstrativos de manejo integrado de pragas (MIP); •Produção e difusão de material técnico/educativo; Apoio e realização de eventos técnicos (dias-de-campo, seminários, reuniões de trabalho); •Recuperação de áreas degradadas; Introdução do Sistema Plantio Direto. O Programa Nacional de Microbacias Hidrográficas e Conservação de Solos na Agricultura – Decreto N° 94.076, de 05 de Março de 1987 - busca promover o desenvolvimento de forma integrada e sustentável. Com o uso racional dos recursos naturais, aumenta-se a produção de alimentos e a geração de emprego e renda no meio rural. Desenvolvido pelo Ministério da Agricultura em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), prefeituras municipais, instituições de pesquisa agrícola, serviços de assistência técnica e extensão rural e organizações não governamentais (ONGs). O programa tem como ações prioritárias:
  6. 6. Bacia sem Planejamento
  7. 7. Bacia com Planejamento
  8. 8. Levantamento de Solos • Inventário de informações ambientais que estabelecem uma base científica para o planejamento do uso da terra • Visa à subdivisão de áreas heterogêneas em parcelas com solos mais homogêneos, que apresentem a menor variabilidade possível • = mapa de solos + texto explicativo. • Mapa de solos: localização da área, identificação do solo. • Texto explicativo: caracterização dos solos, associações com a paisagem; potenciais e limitações. • Publicação: relatório técnico, boletim, etc. • Unidade de mapeamento:: grupamento de área de solos, estabelecido para possibilitar a representação em bases cartográficas e mostrar a distribuição espacial, extensão e limites dos solos. • Informam, entre outros aspectos:Permeabilidade do solo; Espessura Até a rocha; Substrato; Consistência; Presença de materiais expansíveis ou corrosivos, etc. • Aplicações: agropecuária, engenharia (civil, sanitária, ambiental), urbanismo, manejo florestal, etc.
  9. 9. São reconhecidos 5 tipos principais de levantamentos: • Exploratório • Reconhecimento • Semidetalhado • Detalhado • Ultradetalhado Outros mapas são denominados : • Esquemáticos ou genéricos (base em compilação de dados): interesse político- administrativos. Levantamento e Classificação de Solos O manejo inadequado do solo tende a alterar as características químicas,físicas e biológicas, e acelerar o processo de degradação deste e do meio ambiente. Para que o solo seja usado de forma adequada é importante caracterizá-lo quanto às suas propriedades morfológicas, físicas e químicas, que normalmente é feito através dos levantamentos pedológicos. Estes levantamentos têm por objetivo sistematizar o conhecimento dos solos, possibilitando a sua identificação, mapeamento e recomendação de uso As informações sobre classificação dos solos geralmente disponíveis, com exceção de algumas áreas restritas onde foram feitos levantamentos mais detalhados, restringem-se a relatórios de levantamentos feitos ao nível de reconhecimento. Nestes, o mapeamento é pouco preciso e inadequado para o planejamento conservacionista em propriedades agrícolas ou em microbacias hidrográficas. Esta forma de planejamento requer levantamentos detalhados dos tipos de solos e das características do meio físico, como profundidade, fases de declive, pedregosidade, grau de erosão e condições de drenagem. O levantamento de solos é importante para a realização de zoneamentos agroecológicos e previsões quanto a utilização e produtividade das terras de uma região, sob determinadas condições de manejo. Para isso, é essencial dispor-se de conhecimentos sobre a formação do solo, ambiente onde ele se desenvolve e sobre as alterações que,eventualmente, venham ocorrer em consequência do uso.
  10. 10. Capacidade e Uso do Solo
  11. 11. Fatores Associados à Formação do Solo A erosão hídrica é, em grande parte do nosso planeta, a mais importante forma de erosão e é causada pela chuva e pelo escoamento superficial , sendo afetada por um grande número de agentes naturais e antropogênicos Pode ser expressa como a relação existente entre a erosividade da chuva (fator ativo) e a erodibilidade do solo (fator passivo). Clima: chuvas, ventos – distribuição, quantidade e intensidade Topografia: declividade do terreno, comprimento de rampa. Cobertura vegetal. Microrganismos. Solo: natureza (textura, permeabilidade e profundidade) e manejo Tempo. Terras férteis em Madagascar: ecossistemas saudáveis são a base da segurança alimentar.
  12. 12. Formas de Manejo e Perda de Solos Para cada quilo de grãos produzido, perdem- se de 6 a 10 quilos de solo por erosão. O país como um todo desperdiça cerca de 1 bilhão de toneladas de solo fértil por ano. A perda da fertilidade causada por esse processo aumenta a demanda por produtos químicos, não somente por fertilizantes, mas também por herbicidas e pesticidas, uma vez que plantas malnutridas são mais vulneráveis às doenças. Essa erosão não para por aí tem os cursos de água como seu destino final, assoreando os leitos dos rios. Almanaque Brasil socioambiental. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2004. p. 106 e 275.
  13. 13. Erosão do Solo Solo: um dos recursos naturais mais Instáveis quando modificado. Erosão é o processo de desprendimento e arraste acelerado das partículas do solo causado pela água e pelo vento Principal causa do depauperamento acelerado das terras: queda quantitativa e qualitativa na produção . Efeitos na paisagem. Desenvolvimento (agrícola) sustentável. Agentes Causadores: • Retirada da cobertura florestal. • Manejo intensivo e/ou inadequado do solo. • Cultivo “morro abaixo”. • Queimadas intensas. • Superpastejo. Etc Formas de Erosão: • Erosão geológica: tão antiga quanto a Terra; Formação de solos. • Erosão eólica: Regiões planas, pouca chuva, vegetação natural escassa,ventos fortes- mais séria em regiões áridas e semiáridas. Movimentação de partículas de solo mais erodíveis (0,1mm diâmetro): ventos de 15 km/h a 30 cm da superfície.
  14. 14. Artigo 3° da Lei 12305/2010 • Erosão hídrica: Três tipos principais: Laminar(ou lavagem superficial ou entre sulcos): remoção uniforme de uma camada superior de todo o terreno. Classes: Ligeira (< 25% hor. A); Moderada (25 a 75%); Severa (> 75% A; ap. B); Muito severa (25 a 75% B); Extremamente severa (ap. C). Difícil identificação • Em sulcos: resulta de irregularidades na superfície do solo devido à concentração da enxurrada em determinados locais. Frequência: ocasionais; frequentes;muito frequentes. Profundidade: superficiais; rasos; profundos; muito profundos (voçorocas). • Voçorocas (boçorocas ou ravinas) = terra rasgada: “forma espetacular da erosão”: Vales de erosão onde a remoção é rápida a ponto de não permitir o desenvolvimento da vegetação. Ravina: processos erosivos de origem geomorfológica, constituindo a rede natural de drenagem das águas Voçoroca:processos erosivos acelerados. Sulcos e voçorocas dificultam ou impedem o trabalho das máquinas agrícolas.
  15. 15. Relatório da FAO (agência da ONU responsável pela agricultura e segurança alimentar no mundo) divulgado em 28/nov/2011 aponta um cenário pessimista para a SAN mundial. Segundo ele, 25% dos solos do planeta estão degradados. Isso representa um maior desafio para alimentar a população mundial no futuro. A FAO estima que, até 2050, a agricultura precisará produzir 70% a mais de alimentos do que produz hoje. Atualmente a produção agrícola cresce num ritmo cada vez menor e, em algumas áreas, o ritmo de crescimento é apenas metade do que era na época da Revolução Verde, há mais de cinquenta anos atrás. Assim como os solos, os recursos hídricos mundiais também estão em processo de esgotamento. A poluição dos lençóis subterrâneos aumentou, enquanto que em regiões de produção intensiva de cereais as reservas subterrâneas estão secando. A FAO alerta que a competição por recursos hídricos entre cidades, indústrias e agricultura tende a aumentar no futuro. A FAO indica que a solução pode estar numa melhor gestão da água e numa agricultura sustentável. De qualquer modo, ajustes deverão ser feitos no percentual de consumo mundial.
  16. 16. Práticas Conservacionistas Técnicas utilizadas para aumentar a resistência do solo ou diminuir as forças do processo erosivo. Podem ser vegetativas, edáficas ou mecânicas - associação das práticas. Conservação do solo: é todo sistema de manejo - Conhecer o solo para poder conservá-lo. Planejamento conservacionista: Estabelecimento de um esquema de trabalhos para a propriedade agrícola que assegure a conservação do solo junto à sua exploração lucrativa, renovando os sistemas de trabalho, as práticas agrícolas e a organização da propriedade. F {condições físicas, econômicas e sociais}. Capacidade de uso do solo, Aptidão agrícola. Manejo Ecológico do Solo O porquê do Manejo Ecológico do Solo? É essencial para a obtenção de produtividade sustentável, permitindo rendimento econômico satisfatório e manutenção do potencial produtivo do solo.
  17. 17. Práticas de Manejo e Conservação de Solo
  18. 18. Práticas de caráter vegetativo Visam controlar a erosão pelo aumento da cobertura vegetal do solo e incorporação de resíduos. Proteção contra as gotas de chuva; Diminuição da velocidade de escoamento das enxurradas. Florestamento e Reflorestamento: • Topos de morros • Margens de rios e lagos • Terrenos acidentados • Recuperação de áreas degradadas Pastagens Áreas de risco: onde as culturas não são indicadas – livres de ervas daninhas; mistura de leguminosas e gramíneas; correção da acidez e da fertilidade do solo; tempo para estabelecimento da vegetação; árvores e abrigos nas partes altas; atentar para superpastejo ; construção de sulcos e camalhões, se necessário. -RAD Plantas de cobertura(↓erosão, melhora solo) Cultura em faixas- Retenção (cordões de vegetação permanente) – Rotação. Alternância de capinas Cobertura morta Faixas de bordadura: Faixa estreita (3 a 5 m), vegetação porte baixo (capim gordura, crotalárias etc.) Quebra-ventos Consórcio de Lavouras/Criação/Florestas: A integração Lavorua-Pecuária-Floresta (ILPF) promove a recuperação de áreas de pastagens degradadas e busca melhorar a fertilidade do solo com a aplicação de técnicas e sistemas de plantio adequados para a otimização e a intensificação de seu uso. Permite a diversificação de atividades econômicas na propriedade e minimiza os riscos de frustração de renda por eventos climáticos ou por condições desfavoráveis de mercado. Vantagens: Reduz o uso de agroquímicos; Evita desmatamento; Permite aumento de biodiversidade e do controle de processos erosivos com a manutenção da cobertura do solo;
  19. 19. Práticas de Caráter Edáfico Manutenção e melhoria do solo, principalmente quanto à disponibilidade de nutrientes. • Eliminação ou controle das queimadas. • Calagem. • Adubação química, orgânica, verde. • Rotação de culturas. • Quebra-ventos. (criam um microclima favorável). Rotação de Culturas: Consistem em alternar ciclos, espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, própósito comercial e de recuperação/proteção do solo. Vantagens: Proporciona a produção diversificada de alimentos e outros produtos agrícolas; Melhora as características físicas, químicas e biológicas do solo; Auxilia no controle de plantas daninhas, doenças e pragas; Repõem matéria orgânica e protege o solo de agentes climáticos. Plantio Direto.
  20. 20. Práticas de Caráter Mecânico Geralmente, requerem maior dispêndio de recursos financeiros. • Distribuição racional dos caminhos • Conservação de estradas rurais • Plantio em nível • Bacias de captação • Controle de voçorocas Terraceamento: • cordões em nível • terraços em nível • terraços em gradiente • canais divergentes • canais escoadouros • terraços tipo patamar • banquetas individuais • banquetas contínuas
  21. 21. Sistema de Plantio Direto na Palha em em Curvas Sistema de plantio direto na palha: Semeadura ou plantio de mudas sem realizar o preparo do solo com aração e gradagem, mantendo a palha da cultura anterior. . A presença da palha protege a terra contra o impacto da gota da chuva ou da irrigação por aspersão, favorece o controle de plantas daninhas e cria um ambiente favorável ao bom desenvolvimento do sistema radicular. Sistema de plantio em Curvas de Nível: Realizar cultivos em Curva de Nível, significa executar operações de preparo do solo, plantio e todas as operações de cultivo no sentido transversal e pendente, cortando o declive no sentido do nível do terreno, linhas em contorno (todos os pontos da linha na mesma altura do terreno). Objetivo: Reduzir a erosão; Facilitar os tratos na lavoura; Em uma área cultivada em nível: As operações são feitas respeitando a altura do terreno; Fileiras de plantas, pequenos sulcos e leiras e restos culturais: Formam uma barreira contra a enxurrada diminuindo a sua velocidade e energia, aumentando a infiltração da água.
  22. 22. Considerações Finais
  23. 23. BIBLIOGRAFIA: FISCHMANN, A. A.; ALMEIDA, M. I. R. de. Planejamento estratégico na prática. 2.ed. 20ª reimpressão. São Paulo: Atlas, 2011.JACOBI, P. (org.) Gestão compartilhada dos resíduos no Brasil: inovação com inclusão social. São Paulo:Annablume, 2006. MANO, E. B. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2.ed. São Paulo: Blucher, 2010. MAY, P. H. (org.) Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2. ed. 4ª reimpressão. Rio de Janeiro:Elsevier, 2010. MOURA, L. A. A. Economia ambiental: gestão de custos e investimentos. 2. ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2003. PRIMAVESI. A. Manejo ecológico do solo. São Paulo: Nobel, 2004. PRIMAVESI. A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 2004. ROBLES JR., A.; BONELLI, V. V. Gestão da qualidade e do meio ambiente: enfoque financeiro e patrimonial.6ª reimpressão. São Paulo: Atlas, 2011. ROCHA, J. C. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. SANTOS, R. F. dos. Planejamento ambiental. Oficina de Textos, 2004. ZYLBERSZTAJN, D. (org.) Sustentabilidade e geração de valor: a transição para o século XXI. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

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