APRESENTAÇÃO O QUE É ECONOMIA SOLIDÁRIA

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APRESENTAÇÃO O QUE É ECONOMIA SOLIDÁRIA

  1. 1. ECONOMIA SOLIDÁRIA? REALIZAÇÃO: APOIO:
  2. 2. Simboliza a união de todas e todos sem distinção, por um mundo melhor. Símbolo da ECOSOL
  3. 3. Competição * Ações Isoladas * Objetivos Individuais * Benefícios para alguns REALIDADE
  4. 4. Cooperação * Objetivos Comuns * Ações Compartilhadas * Benefícios Distribuídos ALTERNATIVA
  5. 5. DIFERENÇA ENTRE ECOSOL E ECONOMIA CAPITALISTA
  6. 6. Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem. Fonte: SENAES-MTE
  7. 7. Nesse sentido, compreende-se por economia solidária o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas sob a forma de autogestão. Considerando essa concepção, a Economia Solidária possui as seguintes características: Fonte: SENAES-MTE
  8. 8. COOPERAÇÃO: existência de interesses e objetivos comuns, a união dos esforços e capacidades, a propriedade coletiva de bens, a partilha dos resultados e a responsabilidade solidária. Envolve diversos tipos de organização coletiva: empresas autogestionárias ou recuperadas (assumida por trabalhadores); associações comunitárias de produção; redes de produção, comercialização e consumo; grupos informais produtivos de segmentos específicos (mulheres, jovens etc.); clubes de trocas etc. Na maioria dos casos, essas organizações coletivas agregam um conjunto grande de atividades individuais e familiares. CARACTERÍSTICAS Fonte: SENAES-MTE
  9. 9. AUTOGESTÃO: os/as participantes das organizações exercitam as práticas participativas de autogestão dos processos de trabalho, das definições estratégicas e cotidianas dos empreendimentos, da direção e coordenação das ações nos seus diversos graus e interesses, etc. Os apoios externos, de assistência técnica e gerencial, de capacitação e assessoria, não devem substituir nem impedir o protagonismo dos verdadeiros sujeitos da ação. CARACTERÍSTICAS Fonte: SENAES-MTE
  10. 10. DIMENSÃO ECONÔMICA: é uma das bases de motivação da agregação de esforços e recursos pessoais e de outras organizações para produção, beneficiamento, crédito, comercialização e consumo. Envolve o conjunto de elementos de viabilidade econômica, permeados por critérios de eficácia e efetividade, ao lado dos aspectos culturais, ambientais e sociais. CARACTERÍSTICAS Fonte: SENAES-MTE
  11. 11. SOLIDARIEDADE: O caráter de solidariedade nos empreendimentos é expresso em diferentes dimensões: na justa distribuição dos resultados alcançados; nas oportunidades que levam ao desenvolvimento de capacidades e da melhoria das condições de vida dos participantes; no compromisso com um meio ambiente saudável; nas relações que se estabelecem com a comunidade local; na participação ativa nos processos de desenvolvimento sustentável de base territorial, regional e nacional; nas relações com os outros movimentos sociais e populares de caráter emancipatório; na preocupação com o bem estar dos trabalhadores e consumidores; e no respeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. CARACTERÍSTICAS Fonte: SENAES-MTE
  12. 12. Livro “Introdução à Economia Solidária” O professor e economista Paul Singer descreve as origens históricas e os princípios da economia solidária em que a solidariedade se sobrepõe à competição e defende a ideia de que ela poderá ser uma alternativa superior ao capitalismo. Apresentação de Luiz Inácio Lula da Silva. a partir daí o movimento se fortalece com base teórica e passa a se ampliar Brasil a fora. SURGIMENTO
  13. 13. A economia solidária resgata as lutas históricas dos trabalhadores que tiveram origem no início do século XIX, sob a forma de cooperativismo, como uma das formas de resistência contra o avanço avassalador do capitalismo industrial. No Brasil, ela ressurge no final do Século XX como resposta dos trabalhadores às novas formas de exclusão e exploração no mundo do trabalho. SURGIMENTO Fonte: SENAES-MTE
  14. 14. Os Empreendimentos Econômicos Solidários são aquelas organizações: COLETIVAS E SUPRAFAMILIARES (associações, cooperativas, empresas autogestionárias, grupos de produção, clubes de trocas etc.), cujos participantes são trabalhadores dos meios urbano e rural que exercem a autogestão das atividades e da alocação dos seus resultados. EES Fonte: SENAES-MTE
  15. 15. PERMANENTES (não são práticas eventuais). Além dos empreendimentos que já se encontram implantados, em operação, devem-se incluir aqueles em processo de implantação quando o grupo de participantes já estiver constituído definido sua atividade econômica. EES Fonte: SENAES-MTE
  16. 16. Que podem dispor ou não de REGISTRO LEGAL, prevalecendo a existência real ou a vida regular da organização. EES Fonte: SENAES-MTE
  17. 17. Que realizam atividades econômicas de produção de bens, de prestação de serviços, de fundos de crédito (cooperativas de crédito e os fundos rotativos populares), de comercialização (compra, venda e troca de insumos, produtos e serviços) e de consumo solidário. As atividades econômicas devem ser permanentes ou principais, ou seja, a razão de ser da organização. EES Fonte: SENAES-MTE
  18. 18. São SINGULARES ou COMPLEXAS. Ou seja, deverão ser consideradas as organizações de diferentes graus ou níveis, desde que cumpridas as características acima identificadas. As organizações econômicas complexas são as centrais de associação ou de cooperativas, complexos cooperativos, redes de empreendimentos e similares. EES Fonte: SENAES-MTE
  19. 19. Consideram-se Entidades de Apoio, Assessoria e Fomento à Economia Solidária as organizações públicas e privadas sem fins lucrativos que desenvolvem ações nas várias modalidades de apoio direto, capacitação, assessoria, incubação, assistência técnica e de gestão e acompanhamento junto aos Empreendimentos de Economia Solidária. ENTIDADES DE APOIO Fonte: SENAES-MTE
  20. 20. CÁRITAS INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS SENAES-MTE SECRETÁRIAS ESTADUAIS SECRETÁRIAS MUNICIPAIS FÓRUNS DE ECOSOL ONG’s ENTIDADES DE APOIO Fonte: SENAES-MTE
  21. 21. • Ajuda Mútua • Responsabilidade • Democracia • Igualdade • Equidade • Solidariedade • Compromisso com a comunidade • Transparência • Honestidade • Respeito ao Meio Ambiente • Valorização da Mulher PRINCÍPIOS DA ECOSOL Fonte: SENAES-MTE
  22. 22. • Gera democratização da gestão do trabalho • Valorização das pessoas e das relações de cooperação • Melhora a distribuição de renda • Gera Desenvolvimento local • Melhora a qualidade de vida BENEFÍCIOS DA ECOSOL Fonte: SENAES-MTE
  23. 23. • Economicamente, é um jeito de fazer a atividade econômica de produção, oferta de serviços, comercialização, finanças ou consumo baseado na democracia e na cooperação, o que chamamos de autogestão: ou seja, na Economia Solidária não existe patrão nem empregados, pois todos os/as integrantes do empreendimento (associação, cooperativa ou grupo) são ao mesmo tempo trabalhadores e donos A ECOSOL E SUAS TRÊS DIMENSÕES: Fonte: SENAES-MTE
  24. 24. • Culturalmente, é também um jeito de estar no mundo e de consumir (em casa, em eventos ou no trabalho) produtos locais, saudáveis, da Economia Solidária, que não afetem o meio-ambiente, que não tenham transgênicos e nem beneficiem grandes empresas. Neste aspecto, também simbólico e de valores, estamos falando de mudar o paradigma da competição para o da cooperação de da inteligência coletiva, livre e partilhada. A ECOSOL E SUAS TRÊS DIMENSÕES: Fonte: SENAES-MTE
  25. 25. • Politicamente, é um movimento social, que luta pela mudança da sociedade, por uma forma diferente de desenvolvimento, que não seja baseado nas grandes empresas nem nos latifúndios com seus proprietários e acionistas, mas sim um desenvolvimento para as pessoas e construída pela população a partir dos valores da solidariedade, da democracia, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos. A ECOSOL E SUAS TRÊS DIMENSÕES: Fonte: SENAES-MTE
  26. 26. A ECOSOL NO BRASIL
  27. 27. A ECOSOL NO BRASIL
  28. 28. EXPANSÃO DA ECOSOL NO BRASIL, 2014
  29. 29. REALIZAÇÃO: APOIO: OBRIGADO! “Ninguém supera a pobreza sozinho” Prof. Paul Singer
  30. 30. REFERÊNCIAS BORINELLI, Benilson, LUZIO DO SANTOS, Luis Miguel, PITAGUARI, Sinival Osório (Organizadores). ECONOMIA SOLIDÁRIA EM LONDRINA ASPECTOS CONCEITUAIS E A EXPERIÊNCIA INSTITUCIONAL. Universidade Estadual de Londrina Londrina. 2010. SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2002. pg 127. SITE do CPCC. Disponível em: <http://cpcc.webnode.com.br/bcd-jardim- bot%C3%A2nico/bcd-jardim- bot%C3%A2nico/>. Acesso em: 22-06-2014. SITE do MTE. Disponível em: <http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/a- economia-solidaria/>. Acesso em: 22-06-2014. SITE do CIRANDAS. Disponível em: <http://cirandas.net/>. Acesso em: 22-06-2014. SITE do FBES. Disponível em: <http://www.fbes.org.br/>. Acesso em: 22-06- 2014.

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