Apresentacao auditoria em destaque

875 visualizações

Publicada em

Apresentação aos alunos da Faculdade Estácio

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
875
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
18
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentacao auditoria em destaque

  1. 1. Coordenação de Ciências Contábeis AUDITORIA EM DESTAQUE Antonio Carlos Pedroso de Siqueira
  2. 2. “Desde que o homem se preocupou com o amanhã, preocupou-se também em ‘fazer as contas’, mas, em verdade, nem sempre soube, racionalmente, o que fazer com as informações que guardou”. (Melis apud Sá, 1997, p.15).
  3. 3. SUMÉRIA – 4500 a.C - A ORIGEM DA ESCRITA Tábuas de Uruk – O primeiro “livro contábil”
  4. 4. Assertivas sobre a Contabilidade “A Contabilidade é a única Ciência que faz fronteira com todas as demais áreas do Saber Humano” – frase de um Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais Na primeira Feira da Ciência ocorrida em Paris em meados do Século XIX, a Contabilidade foi definida como: “A Ciência da Riqueza e da Prosperidade”
  5. 5. OBJETO DE ESTUDO DA CONTABILIDADE BENS + DIREITOS + - OBRIGAÇÕES = PATRIMÔNIO ATIVOS PASSIVOS PATRIMÔNIO LÍQUIDO
  6. 6. O quê as DC’s revelam? O conjunto que forma a demonstração contábil oferece: • Estrutura financeira de curto e longo prazo • Estrutura patrimonial pelos bens aplicados na produção de bens e/ou serviços • Estrutura de capital (próprio e de terceiros) • Resultado econômico de um determinado período • Fluxos de caixa • Valor adicionado pelas operações
  7. 7. A LÓGICA CONTÁBIL É FUNDAMENTADA NO RECONHECIMENTO DA ORIGEM E DA APLICAÇÃO DOS RECURSOS UTILIZADOS PELAS ORGANIZAÇÕES
  8. 8. Aplicações de recursos Origens de recursos ATIVO Bens + Direitos PASSIVO Obrigações com terceiros PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital de terceiros Capital próprio DESPESAS RECEITAS Resultado
  9. 9. FUNÇÃO FUNDAMENTAL DA CONTABILIDADE GERAR INFORMAÇÕES PARA TOMADA DE DECISÃO
  10. 10. FUNÇÃO INFORMATIVA DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ou FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Cias. Fechadas com PL inferior a R$ 2 milhões não estão obrigadas) NOTAS EXPLICATIVAS DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (Cias. Abertas)
  11. 11. ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DCs Dados Análise Informações Orientar decisões
  12. 12. REQUISITOS CONHECER PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS CONHECER O MERCADO (AVALIAÇÕES COMPARATIVAS) CONHECER A DINÂMICA ECONÔMICA E FINANCEIRA DAS ORGANIZAÇÕES
  13. 13. USUÁRIOS DAS ANÁLISE SÓCIOS FORNE CEDORES INVESTI DORES BAN COS OUTROS ONGs COMUNI DADE CLIEN TES GOVERNO FUNCIO NÁRIOS stakeholders
  14. 14. ANÁLISES ATRAVÉS DE ÍNDICES, INDICADORES E COEFICIENTES Medem a saúde financeira Avaliam a lucratividade Indicam níveis de alavancagem Demonstram a composição de endividamento Auxiliam na avaliação de riscos
  15. 15. ANÁLISE DE CICLO OPERACIONAL CICLO OPERACIONAL Período necessário para a empresa executar todas as etapas da sua atividade operacional Comprar materiais Estocar materiais Pagar compras Produ-zir Vender Receber $ venda Estocar Produto acabado
  16. 16. Sociedades afetadas pela Lei 11.638/2007 SOCIEDADES ANÔNIMAS (Todas) OUTRAS SOCIEDADES DE GRANDE PORTE ou GRUPO DE SOCIEDADES Ativos R$ 240 milhões Receita bruta R$ 300 milhões Art. 3o Aplicam-se às sociedades de grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, as disposições da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários. Parágrafo único. Considera-se de grande porte, para os fins exclusivos desta Lei, a sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).
  17. 17. Consequências da Nova Contabilidade • As demonstrações contábeis passam a avaliar Ativos e Passivos pelo Valor Justo • O Patrimônio Líquido tende a representar com maior propriedade o Valor da Empresa • Aquisições, fusões e incorporações são realizadas em maior quantidade e de forma bem mais transparente
  18. 18. 2007 2010 • Lei 11.638/07 – Modificação das práticas contábeis estabelecidas pela 6.404/76 • Aplicação obrigatória do IFRS na elaboração das DC’s 2014 • Lei 12.973/14 – Alterações da legislação tributária para adequar ao IFRS EVOLUÇÃO
  19. 19. AUDITORIA Como consequência da Adoção das normas contábeis (IFRS) na elaboração das Demonstrações Financeiras houve a Adoção das normas internacionais de auditoria (ISA’s) para os trabalhos de auditoria Aplicação obrigatória a partir das Demonstrações Financeiras de períodos iniciados em ou a partir de 1° de janeiro de 2010 , com exceção da postergação específica para pequenas e médias firmas de auditoria
  20. 20. Processo de Convergência Auditoria Grupos de Trabalho Contabilidade Societária Contabilidade Pública Grupo de Trabalho de Educação e Treinamento Assuntos de Natureza Regulatória
  21. 21. Entidade, seu ambiente e o controle interno Complexidade da sua estrutura Estrutura Societária Fontes de Receita Natureza da entidade Dispersão das Operações Estrutura de Financiamento
  22. 22. Auditoria Baseada em Riscos
  23. 23. Fontes de Risco de distorção relevante
  24. 24. Tipos de Riscos de Auditoria Risco Inerente: é a suscetibilidade da informação sobre o objeto a uma distorção relevante; Risco de Controle: é o risco de que uma distorção relevante possa ocorrer e não ser evitada, ou detectada e corrigida, em tempo hábil, por controles internos relacionados; Risco de Detecção: é o risco de que o auditor independente não detecte uma distorção relevante existente.
  25. 25. Quadro Resumo das Normas Profissionais e Técnicas Código de Ética Normas Brasileiras de Contabilidade Contabilidade Auditoria e Asseguração Auditoria Interna Perícia NBC PG Normas Profissionais do Auditor Independente – NBC PA Normas profissionais do Auditor Interno NBC PI Normas Profissionais do perito NBC PP NBC TG NBC TSP NBC TA NBC TR NBC TO NBC TSC NBC TI NBC TP Técnicas Profissionais
  26. 26. Estrutura Lógica das Normas Código de Ética do Contabilista, Norma de Controle de Qualidade e Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração
  27. 27. Estrutura das Normas de Asseguração Estrutura Internacional – IFAC, ISA e ISAE IFAC - International Federation of Accountants IAASB - International Auditing and Assurance Standards Board ISASs 100-999 ISAEs 3000-3699 International Standards International Standards on on Auditing Assurance Engagements IAPSs 1000-1999 IAEPs 3700-3999 International Auditing International Assurance Practice Statements Engagement Practice Statemens
  28. 28. Estrutura das Normas de Asseguração Estrutura Nacional – CFC, NBC PA e NBC TA CFC - Conselho Federal de Contabilidade Lei 12.249/10 NBC - Normas Brasileiras de Contabilidade Res. CFC 1.328/11 NBC PA NBC TA Profissionais Auditoria Técnicas Auditoria CEPC - Código de Ética Profissional do Contador Res. CFC 1.307/10
  29. 29. Controle de Qualidade NBC PA 01 e NBC TA 220 Que a Firma estabeleça e mantenha um Sistema de Controle de Qualidade Segurança razoável do cumprimento de normas técnicas e profissionais e das exigências regulatórias e legais aplicáveis Que os relatórios sejam apropriados nas circunstâncias A firma deve cumprir os requisitos definidos NBC PA 01 Objetivo
  30. 30. Objetivos Para a Firma de Auditoria (ou o Auditor Pessoa Física) alcançar seus objetivos
  31. 31. Elementos da Infraestrutura Responsabilidade da liderança pela qualidade da firma Exigências éticas relevantes Aceitação e continuidade do relacionamento com o cliente Recursos humanos Monitoramento Execução do trabalho
  32. 32. É necessário que as Políticas e Procedimentos sejam documentados... ...e comunicados ao pessoal Responsabilidade individual pelo cumprimento das Políticas e Procedimentos Estímulo à participação do pessoal Retorno que permita o contínuo aprimoramento do Sistema de Controle de Qualidade
  33. 33. Exigências Éticas Relevantes (a) Integridade; (b) Objetividade; (c) Competência profissional e zelo; (d) Confidencialidade; e, (e) Comportamento profissional.
  34. 34. Evidência de Auditoria - Suficiência e Adequação A suficiência e adequação de evidência de auditoria estão inter-relacionadas Suficiência Medida da quantidade de evidência de auditoria • Afetada pela avaliação do auditor dos riscos de distorção • Afetada pela qualidade de tal evidência Obter mais evidência de auditoria não compensa a sua má qualidade
  35. 35. Evidência de Auditoria - Suficiência e Adequação Adequação Medida da qualidade de evidência de auditoria A sua relevância e confiabilidade para fornecer suporte às conclusões em que se fundamenta a opinião do auditor Influenciada pela sua fonte e pela sua natureza Depende das circunstâncias individuais em que é obtida
  36. 36. Responsabilidades da Administração e do Auditor A responsabilidade primária pela identificação das partes relacionadas, das transações realizadas e dos saldos existentes entre elas, incluindo a sua adequada divulgação nas demonstrações financeiras é da Administração da entidade. Por sua vez, o auditor tem a responsabilidade de aplicar procedimentos de auditoria direcionados para identificar, avaliar e responder aos riscos de distorção relevante decorrentes da não contabilização ou da não divulgação apropriada dessas partes relacionadas e das transações realizadas ou dos saldos entre elas.
  37. 37. Responsabilidades Análise e julgamento sobre a continuidade para elaboração das DFs é da administração, enquanto que cabe ao auditor: • Obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre o uso do pressuposto da continuidade na elaboração das DFs • Concluir se existe incerteza significativa sobre a continuidade • Determinar as implicações desse assunto no relatório de auditoria sobre as DFs
  38. 38. Visão geral
  39. 39. Visão geral- Fase final de auditoria.
  40. 40. Novo Formato do Relatório de Auditoria sobre Demonstrações financeiras RELATÓRIO SEM MODIFICAÇÃO Título Destinatário Seções do relatório (parágrafos) Parágrafo Introdutório Responsabilidade da Administração Responsabilidade do Auditor Opinião Outras Responsabilidades de relatório Data Assinatura Identificação
  41. 41. NBC TA 705 - RELATÓRIOS DE AUDITORIA COM MODIFICAÇÃO Entre as seções de Responsabilidade do Auditor e da Opinião é incluída uma seção adicional para informar a Base para emissão da opinião adversa ou com ressalva A seção de responsabilidade do auditor faz menção à fundamentação da opinião, inclusive no caso de ressalva, adverso ou abstenção de opinião A Seção da opinião é claramente denominada Opinião com Ressalva ou Opinião Adversa.
  42. 42. Limitação no alcance da auditoria A impossibilidade de obtenção de evidência apropriada e suficiente pode ocorrer em decorrência: • circunstâncias que estão fora de controle da entidade (destruição dos registros em função de intempérie, por exemplo) • circunstâncias relacionadas com a natureza do procedimento de auditoria (por exemplo, testes substantivos não são suficientes e o controle interno não é eficaz) ou a época (contratação do auditor após a realização do inventário físico e ele não consegue concluir sobre a existência por outros meios, por exemplo) • limitações impostas pela administração
  43. 43. NBC TA 705 – Modificações na opinião do auditor Emissão de relatório diferente do padrão, incluindo modificações, seja por meio de ressalvas ou outras modificações. Natureza do assunto que gerou a modificação Julgamento do auditor sobre a disseminação de forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos sobre as demonstrações Relevante mas não generalizado Relevante e generalizado Demonstrações apresentam distorções relevantes Ressalva Adversa Impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente Ressalva Abstenção de opinião
  44. 44. • O Contador é o profissional habilitado a prestar serviços de Auditoria Independente e emitir relatório com Fé Pública • É uma atividade nobre no campo da contabilidade, pois reúne um grande conjunto de conhecimento • O mercado é carente de profissionais habilitados Categoria 1 Categoria 2 Categoria 3 Categoria 4 Série 1 Série 2 Série 3 2014 RESULTADOS
  45. 45. A carreira profissional 2014 Requisitos essenciais: • Ser Contador e conhecer muito bem Contabilidade, além de outras áreas de conhecimento como: Administração, Economia, Direito • Ter espírito investigativo, analítico e dedutivo • Capacidade de análise e independência
  46. 46. VITÓRIA de 2014 TODOS A linguagem universal no mundo dos negócios é a Contabilidade. As empresas se comunicam e fazem negócios com base em Demonstrações Contábeis, elaboradas com base nas novas normas de contabilidade, devidamente certificadas pelo Relatório dos Auditores Independentes
  47. 47. 2014 BENEFÍCIOS • Transparência • Adoção de Boas Práticas Gestoriais • Garantia de continuidade operacional • Definição dos níveis de riscos
  48. 48. NOVAS METAS 2015 • Necessidade de profissionais habilitados • Permanentemente atualizados • Valorização do profissional contábil • Busca maior de profissionais para Auditoria • Todas as empresas passam a adotar o IFRS • Exigência de certificação de Auditor Independente • Estudos continuados para apresentação da real situação de cada Empresa • Criatividade e personalização
  49. 49. 2015 O NOVO ANO da CONQUISTA Oportunidades
  50. 50. 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 4.3 2.5 3.5 4.5 2.4 4.4 1.8 2.8 2 2 3 5 2015 ESTRATÉGIA Contínua aquisição de conhecimentos na área contábil
  51. 51. 2015 CRONOGRAMA • Auto análise das aptidões pessoais para a área contábil e de auditoria. • Estudos mais aprofundados na atividade contábil, especialmente por meio de cursos de curta ou média duração. • Avaliação sobre os recursos necessários para aprimoramento da atividade. • Escolha de empresa de auditoria para início de carreira.
  52. 52. BENEFÍCIOS • Oportunidades de aprendizagem acelerada • Conhecimento de áreas variadas de atividade empresarial • Maior troca de experiências com outros profissionais • Viagens a trabalho e para aprimoramento profissional 2015 Ganhos financeiros e pessoais
  53. 53. Muito obrigado! Antonio Carlos Pedroso de Siqueira Sócio da: SIQUEIRA & ASSOCIADOS Auditores Independentes Auditor Independente e Membro da Academia de Ciências Contábeis do Paraná Para contato estarei ao dispor pelo e-mail: siqueira@siqueiraeassociados.net.br

×