SlideShare uma empresa Scribd logo
Auditoria
financeira no
contexto dos
padrões
internacionais
P a l e s t r a
AGENDA
A importância
da auditoria
1
Responsabilidade
em relação a fraudes
2
Governança
da entidade auditada
3
Evolução
da auditoria
4
A IMPORTÂNCIA
DA AUDITORIA
Profissionais de contabilidade
USA
1.850 mil profissionais
de contabilidade
Habitantes por
auditor
2.327
BRASIL
529 mil profissionais
de contabilidade
Habitantes por
auditor
24.615
Habitantes
por auditor
Argentina – 13.205
Chile – 8.711
África do Sul – 4.501
França – 4.310
Outros
países
Maior grau de confiança
ao mercado na informação
produzida por uma entidade
- tomada de decisões.
1
Avaliação independente
sobre julgamentos e premissas
adotadas para demonstrar a
realidade econômica e
financeira da entidade.
2
3
Fator relevante
na precificação de
negócios (M&A).
4
Requisito para atuação
em mercados regulados:
CVM, BCB, SUSEP,
PREVIC, etc.
A IMPORTÂNCIA
DA AUDITORIA
Como a entidade determina as unidades
geradoras de caixa?
Razoabilidade das premissas-chave: taxas de
crescimento de vendas, taxas de desconto
Revisão retrospectiva das projeções
1
2
3
O QUE O
AUDITOR FAZ?
Ajuste a Valor Recuperável
de Ativo - Impairment
Testes das bases de dados de participantes
ativos e assistidos dos planos de pensão e
assistência médica.
Avaliação das premissas: projeções de
crescimento salarial, tábuas de mortalidade e
invalidez, custos médicos e estimativa da taxa
de desconto.
Avaliação da competência técnica do atuário
externo independente responsável por
preparar o cálculo.
1
2
3
O QUE O
AUDITOR FAZ?
Passivo Atuarial
Confirmação da existência e valorização
dos ativos do plano.
4
Avaliação da metodologia, índices e premissas
utilizados no cálculo da atualização dos
orçamentos de custos.
Existência e adequação dos custos incorridos.
Avaliação do estágio de execução das obras.
1
2
3
O QUE O
AUDITOR FAZ?
Receita de Projetos
Progresso da Obra
RESPONSABILIDADE DA AUDITORIA
EM RELAÇÃO A FRAUDE
Obter segurança razoável
de que as demonstrações
contábeis não contém
distorções relevantes
derivada de erro ou fraude.
O risco de não ser detectada
uma distorção relevante
decorrente de fraude é mais
alto do que o risco de não se
detectar um de erro.
TRIÂNGULO
DA FRAUDE
RISCO DE
FRAUDE
INCENTIVO
PRESSÃO
OPORTUNIDADE RACIONALIZAÇÃO
ATITUDE
RESPONSABILIDADE
DA AUDITORIA EM
RELAÇÃO A FRAUDE
1
2
3
A fraude pode envolver esquemas
sofisticados como falsificação, omissão
de registro de operações, falsa
representações, conluio.
A capacidade do auditor de detectar uma
fraude depende da habilidade do
perpetrador, frequência, extensão da
manipulação, grau de conluio, valores e
posição dos indivíduos envolvidos.
A principal responsabilidade pela
prevenção e detecção da fraude é dos
responsáveis pela governança da entidade
e da sua administração.
QUEM É RESPONSÁVEL
PELA PREVENÇÃO E DETECÇÃO?
TONE AT THE TOP
Código de ética.
Políticas de
prevenção de
fraudes.
Comunicação e
treinamento.
PROATIVIDADE
Avaliação de riscos
de fraude.
Controles de
monitoramento.
REATIVIDADE
Plano de resposta
a fraudes.
Comitê de Auditoria/Conselhos
Auditoria Interna
Depto.
Jurídico
Recursos
Humanos
Executivos
Depto.
Compliance
Tecnologia
da Informação
Depto. De Controladoria
COMUNICAÇÃO
RESPONSABILIDADE
GOVERNANÇA
AMBIENTE DE ATUAÇÃO DOS AUDITORES
Provedores
de Capital:
Investidores
Credores
Capital Público
Preparadores
Comitê de
Auditoria
Normas Contábeis
Controles internos
Reguladores
Administração
Gestores
IMPACTO DAS HOTLINES
NOS CASOS DE FRAUDE
Fonte: Association of Certified Fraud Examiners – 2016 Report to the nations on occupational fraud and abuse
28%
13%
15%
8%
8%
9%
5%
2%
1%
6%
3%
2%
47%
18%
12%
4%
4%
3%
3%
2%
2%
2%
2%
1%
0% 10% 20% 30% 40% 50%
Denúncia
Auditoria Interna
Revisão da Administração
Reconciliação de Contas
Por acidente
Outros
Exame de Documentos
Vigilância / Monitoramento
Controle de TI
Auditoria Externa
Notificação por aplicação da lei
Confissão
% dos Casos
Método
de
Detecção
Entidades sem Hotlines Entidades com Hotlines
RESPONSABILIDADE DA AUDITORIA
EM RELAÇÃO A FRAUDE
A
Obter segurança
razoável de que DCs
não contém distorções
relevantes derivada de
erro ou fraude.
B
Identificar e
avaliar os riscos de
distorção relevante
decorrente de
fraude.
C
Obter evidências de auditoria
sobre os riscos identificados,
por meio da definição e
implantação de respostas
apropriadas (testes).
D
Responder
adequadamente face
à suspeita de ou à
fraude identificada
durante a auditoria.
Leis e Regulamentos
Código Civil e
Lei Anticorrupção:
tratam de responsabilidade civil
e administrativa das pessoas
jurídicas em caso de fraude e
corrupção pública.
2
RESPONSABILIDADE DA AUDITORIA
EM RELAÇÃO A FRAUDE
Código penal:
prevê sanções para
fraudes patrimoniais.
1
Lei de Prevenção de
Lavagem de Dinheiro:
requerimento de
denúncia ao COAF de
certas transações.
3
NOCLAR: resposta a
descumprimento de leis
e regulamentos.
4
AUDITORIA-FINANCEIRA-NO-CONTEXTO-DOS-PADRÕES-INTERNACIONAIS (1).pptx
QUESTÕES COMUNICADAS PARA
RESPONSÁVEIS PELA GOVERNANÇA
EVOLUÇÃO DA AUDITORIA
Sempre considerar:
• Áreas de maior risco de distorções relevantes
ou riscos significativos
• Áreas de julgamento significativo do auditor
relacionadas a áreas que envolveram
julgamento significativo da administração,
incluindo estimativas de alta incerteza
• Transações ou eventos significativos
Cada PAAs no relatório dos auditores
necessita conter:
• O motivo de sua extrema importância para a
auditoria
• Como o assunto foi abordado na auditoria
• Referência à(s) divulgação(ões) relacionada(s)
APLICÁVEL ÀS ENTIDADES LISTADAS – NÃO SE APLICA A REVISÕES TRIMESTRAIS
NÃO HÁ UMA POSIÇÃO FORMAL DOS REGULADORES A RESPEITO
DE OUTRAS ENTIDADES (BANCOS, SEGURADORAS, ETC.).
QUESTÕES QUE REQUEIRAM
ATENÇÃO SIGNIFICATIVA
DO AUDITOR
Principais Assuntos de
Auditoria:
ASSUNTOS DE EXTREMA
IMPORTÂNCIA PARA A
AUDITORIA CORRENTE
EXEMPLO
PRINCIPAL ASSUNTO DE AUDITORIA
A mensuração do ativo intangível de concessão é
afetada por elementos subjetivos, devido às
naturezas diversas dos gastos capitalizados
como parte da infraestrutura da concessão, bem
como devido ao grau de julgamento para a
determinação do ativo intangível. Desta forma,
identificamos a capitalização de despesas no ativo
intangível de concessões como área significativa de
auditoria. As divulgações deste item estão incluídas
na nota explicativa nº 16 das demonstrações
financeiras.
COMO O ASSUNTO FOI TRATADO
Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre
outros:
(i) a avaliação das políticas de capitalização de ativo
intangível das concessões, incluindo aquelas
relacionadas ao método de percentual de
conclusão das obra, conforme descrito no item
anterior;
(ii) testes sobre as adições ao ativo intangível de
concessões individualmente significativas, incluindo
análises com a área de engenharia;
(iii) avaliação da natureza dos gastos capitalizados
como ativo intangível de concessões e sua
aplicabilidade aos critérios estabelecidos pelo
contrato de concessão; e
(iv) inspeção física, em base amostral, das obras
realizadas.
POR QUE? COMO?
PRINCIPAIS ASSUNTOS
DE AUDITORIA
Quantidade de
PAAs e Percentual
sobre o Total de
Companhias
32%
29%
26%
21%
21%
18%
13%
12%
9%
7%
7%
6%
5%
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35%
Valor recuperável de ativos não-financeiros
Receita
Contigências
Instrumentos Financeiros
Realização do Imposto de Renda Diferido
Pressuposto de Continuidade Operacional
Ativos e Passivos de Concessão e Setoriais
Sem Título
Gestão de Liquidez
Outros
Investimentos
Benefícios Pós-emprego
Impostos
% em relação ao total
de companhias
CIAS ABERTAS BRASIL
DESCRIÇÃO 2016
Número de relatórios
analisados
546
Números médio de PAAs 2,4
REINO UNIDO
2015 2014
278 153
4,0 4,3
ESTATÍSTICA
EVOLUÇÃO DA PROFISSÃO
Tecnologia
Um dos maiores desafios para o nosso segmento.
Ambiente do cliente cada vez mais “virtual”.
Desafio da integridade das transações.
Big Data/Data Analytics.
Mudança radical na forma de auditar – Inteligência cognitiva.
Especialista em TI e extração de dados.
Mudança no perfil do auditor.
TRANSFORMAÇÃO
DE TAREFAS
AGORA
Processos muito
manuais.
Alta confiança em
amostras.
Uso limitado de data
and analytics.
Automação limitada.
3 ANOS
Adoção progressiva de
automação.
Menor foco em
amostras.
Maior foco em
procedimentos sobre
áreas de alto risco.
Maior foco em
sistemas de clientes.
Uso limitado de
tecnologias cognitivas.
5 ANOS
Procedimentos e testes
de controle rotineiros
são automatizados.
Uso mínimo de
amostras.
Foco primário em
sistemas e fontes de
informação.
Implementação de
tecnologias cognitivas.
OBRIGADO!
Diretoria Nacional
Maestro Cardim, 1170 - 9º andar – São Paulo (SP)
(11) 3372-1223
ibracon@ibracon.com.br
www.ibracon.com.br
Acesse, curta e compartilhe

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a AUDITORIA-FINANCEIRA-NO-CONTEXTO-DOS-PADRÕES-INTERNACIONAIS (1).pptx

Fife 2014 - natal-mateus ferreira
Fife   2014 - natal-mateus ferreiraFife   2014 - natal-mateus ferreira
Fife 2014 - natal-mateus ferreira
FIFE2014
 
Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46
Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46
Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46
Thiago Chaim
 
Fraudes e erros mba trevisan - marcos assi
Fraudes e erros   mba trevisan - marcos assiFraudes e erros   mba trevisan - marcos assi
Fraudes e erros mba trevisan - marcos assi
MASSI Consultoria e Treinamento
 
Festival 2019 - Compliance e Governança
Festival 2019 - Compliance e GovernançaFestival 2019 - Compliance e Governança
Festival 2019 - Compliance e Governança
ABCR
 
Herman tolosso power point
Herman tolosso power pointHerman tolosso power point
Herman tolosso power point
Mateus Pinto
 
1 introducao auditoria
1 introducao auditoria1 introducao auditoria
1 introducao auditoria
Boechat79
 
Ciclo int banca_3a_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_3a_edicao_cabo_verdeCiclo int banca_3a_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_3a_edicao_cabo_verde
Miguel Bacelar
 
18 - NBC TA 240 – Fraudes
18 - NBC TA 240 – Fraudes18 - NBC TA 240 – Fraudes
18 - NBC TA 240 – Fraudes
Moore Stephens Brasil
 
Apresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, Lda
Apresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, LdaApresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, Lda
Apresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, Lda
Luís Abreu
 
Maturidade do Compliance no Brasil
Maturidade do Compliance no BrasilMaturidade do Compliance no Brasil
Maturidade do Compliance no Brasil
Edgar Gonçalves
 
01 fundamentos de auditoria - 1
01   fundamentos de auditoria - 101   fundamentos de auditoria - 1
01 fundamentos de auditoria - 1
jsrodolfo
 
Monitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILA
Monitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILAMonitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILA
Monitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILA
Gilberto C Porto
 
2 Auditoria - Noções Gerais
2   Auditoria - Noções Gerais2   Auditoria - Noções Gerais
2 Auditoria - Noções Gerais
Bolivar Motta
 
Comissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentral
Comissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentralComissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentral
Comissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentral
Daniel Reis Duarte Pousa
 
12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...
12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...
12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...
CNseg
 
Bidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de Riscos
Bidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de RiscosBidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de Riscos
Bidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de Riscos
Andre Medeiros
 
191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense
191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense
191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense
Gilberto C Porto
 
Ciclo int banca_nova_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_nova_edicao_cabo_verdeCiclo int banca_nova_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_nova_edicao_cabo_verde
Miguel Bacelar
 
Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...
Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...
Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...
Leonardo Couto
 
Slides auditoria crepaldi
Slides auditoria   crepaldiSlides auditoria   crepaldi
Slides auditoria crepaldi
Percione B V Soares
 

Semelhante a AUDITORIA-FINANCEIRA-NO-CONTEXTO-DOS-PADRÕES-INTERNACIONAIS (1).pptx (20)

Fife 2014 - natal-mateus ferreira
Fife   2014 - natal-mateus ferreiraFife   2014 - natal-mateus ferreira
Fife 2014 - natal-mateus ferreira
 
Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46
Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46
Exame Suficiência CFC 2017 Questão 46
 
Fraudes e erros mba trevisan - marcos assi
Fraudes e erros   mba trevisan - marcos assiFraudes e erros   mba trevisan - marcos assi
Fraudes e erros mba trevisan - marcos assi
 
Festival 2019 - Compliance e Governança
Festival 2019 - Compliance e GovernançaFestival 2019 - Compliance e Governança
Festival 2019 - Compliance e Governança
 
Herman tolosso power point
Herman tolosso power pointHerman tolosso power point
Herman tolosso power point
 
1 introducao auditoria
1 introducao auditoria1 introducao auditoria
1 introducao auditoria
 
Ciclo int banca_3a_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_3a_edicao_cabo_verdeCiclo int banca_3a_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_3a_edicao_cabo_verde
 
18 - NBC TA 240 – Fraudes
18 - NBC TA 240 – Fraudes18 - NBC TA 240 – Fraudes
18 - NBC TA 240 – Fraudes
 
Apresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, Lda
Apresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, LdaApresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, Lda
Apresentação - Carmo & Cerqueira, SROC, Lda
 
Maturidade do Compliance no Brasil
Maturidade do Compliance no BrasilMaturidade do Compliance no Brasil
Maturidade do Compliance no Brasil
 
01 fundamentos de auditoria - 1
01   fundamentos de auditoria - 101   fundamentos de auditoria - 1
01 fundamentos de auditoria - 1
 
Monitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILA
Monitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILAMonitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILA
Monitoramento e Avaliacao de Programas de Conformidade APOSTILA
 
2 Auditoria - Noções Gerais
2   Auditoria - Noções Gerais2   Auditoria - Noções Gerais
2 Auditoria - Noções Gerais
 
Comissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentral
Comissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentralComissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentral
Comissaocpihsbc-20150401reu004-apresentacaobancocentral
 
12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...
12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...
12º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos -...
 
Bidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de Riscos
Bidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de RiscosBidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de Riscos
Bidoia Mello Advogados - Compliance e Gestão de Riscos
 
191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense
191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense
191114 palestra Protocolos para Investigacao Forense
 
Ciclo int banca_nova_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_nova_edicao_cabo_verdeCiclo int banca_nova_edicao_cabo_verde
Ciclo int banca_nova_edicao_cabo_verde
 
Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...
Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...
Sistema de inteligência de dados para automação de processos de auditoria e c...
 
Slides auditoria crepaldi
Slides auditoria   crepaldiSlides auditoria   crepaldi
Slides auditoria crepaldi
 

Mais de thiago barbosa da silva

687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx
687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx
687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx
thiago barbosa da silva
 
Parasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptx
Parasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptxParasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptx
Parasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptx
thiago barbosa da silva
 
Giardiase e parasitozes em forma geraler
Giardiase e parasitozes em forma geralerGiardiase e parasitozes em forma geraler
Giardiase e parasitozes em forma geraler
thiago barbosa da silva
 
Introdução a Custos_Desempenho e departamento
Introdução a Custos_Desempenho e departamentoIntrodução a Custos_Desempenho e departamento
Introdução a Custos_Desempenho e departamento
thiago barbosa da silva
 
Projetos_e_Relatorios passo inicial de elaboração
Projetos_e_Relatorios passo inicial de elaboraçãoProjetos_e_Relatorios passo inicial de elaboração
Projetos_e_Relatorios passo inicial de elaboração
thiago barbosa da silva
 
Modulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptx
Modulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptxModulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptx
Modulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptx
thiago barbosa da silva
 
Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2
Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2
Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2
thiago barbosa da silva
 
Modulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptx
Modulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptxModulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptx
Modulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptx
thiago barbosa da silva
 
03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx
03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx
03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx
thiago barbosa da silva
 
MARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimento
MARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimentoMARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimento
MARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimento
thiago barbosa da silva
 
manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...
manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...
manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...
thiago barbosa da silva
 
Apresentação aticocepcional menor com sua utilização
Apresentação aticocepcional menor com sua utilizaçãoApresentação aticocepcional menor com sua utilização
Apresentação aticocepcional menor com sua utilização
thiago barbosa da silva
 
Asma.P2.Maira (1).pptx
Asma.P2.Maira (1).pptxAsma.P2.Maira (1).pptx
Asma.P2.Maira (1).pptx
thiago barbosa da silva
 
P-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdf
P-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdfP-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdf
P-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdf
thiago barbosa da silva
 
curso festa3(1).ppt
curso festa3(1).pptcurso festa3(1).ppt
curso festa3(1).ppt
thiago barbosa da silva
 
15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx
15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx
15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx
thiago barbosa da silva
 
3291788.ppt
3291788.ppt3291788.ppt
Aula_2_ALESP.ppt
Aula_2_ALESP.pptAula_2_ALESP.ppt
Aula_2_ALESP.ppt
thiago barbosa da silva
 
MOdulo IVSistema de Amortização.pptx
MOdulo IVSistema de Amortização.pptxMOdulo IVSistema de Amortização.pptx
MOdulo IVSistema de Amortização.pptx
thiago barbosa da silva
 
Aula_02(1).ppt
Aula_02(1).pptAula_02(1).ppt
Aula_02(1).ppt
thiago barbosa da silva
 

Mais de thiago barbosa da silva (20)

687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx
687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx
687314145-slides-curcumaacaofarmacol.pptx
 
Parasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptx
Parasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptxParasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptx
Parasitic Diseases_ Toxoplasmosis by Slidesgo.pptx
 
Giardiase e parasitozes em forma geraler
Giardiase e parasitozes em forma geralerGiardiase e parasitozes em forma geraler
Giardiase e parasitozes em forma geraler
 
Introdução a Custos_Desempenho e departamento
Introdução a Custos_Desempenho e departamentoIntrodução a Custos_Desempenho e departamento
Introdução a Custos_Desempenho e departamento
 
Projetos_e_Relatorios passo inicial de elaboração
Projetos_e_Relatorios passo inicial de elaboraçãoProjetos_e_Relatorios passo inicial de elaboração
Projetos_e_Relatorios passo inicial de elaboração
 
Modulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptx
Modulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptxModulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptx
Modulo II Parte 5 Plano de Negócio2.pptx
 
Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2
Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2
Modulo II Parte 4 Plano de Negócio.pptx2
 
Modulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptx
Modulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptxModulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptx
Modulo II Parte 3 Plano de Negócio Parte 3 de seu passo passo .pptx
 
03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx
03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx
03-identificaoeavaliaotradicionaldeoportunidades-120212235758-phpapp02.pptx
 
MARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimento
MARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimentoMARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimento
MARGEM e coleta de custo empresarial e empreendedimento
 
manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...
manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...
manual_sei_ufop_solicitacao_de_alteracao_projeto_convenio_acordo_e_similar_-_...
 
Apresentação aticocepcional menor com sua utilização
Apresentação aticocepcional menor com sua utilizaçãoApresentação aticocepcional menor com sua utilização
Apresentação aticocepcional menor com sua utilização
 
Asma.P2.Maira (1).pptx
Asma.P2.Maira (1).pptxAsma.P2.Maira (1).pptx
Asma.P2.Maira (1).pptx
 
P-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdf
P-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdfP-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdf
P-09-MOACIR-A.-MARAFON.pdf
 
curso festa3(1).ppt
curso festa3(1).pptcurso festa3(1).ppt
curso festa3(1).ppt
 
15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx
15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx
15_09_2016_14.32.13.8b9720a2815689bf83f87cfcb0fea06e.pptx
 
3291788.ppt
3291788.ppt3291788.ppt
3291788.ppt
 
Aula_2_ALESP.ppt
Aula_2_ALESP.pptAula_2_ALESP.ppt
Aula_2_ALESP.ppt
 
MOdulo IVSistema de Amortização.pptx
MOdulo IVSistema de Amortização.pptxMOdulo IVSistema de Amortização.pptx
MOdulo IVSistema de Amortização.pptx
 
Aula_02(1).ppt
Aula_02(1).pptAula_02(1).ppt
Aula_02(1).ppt
 

AUDITORIA-FINANCEIRA-NO-CONTEXTO-DOS-PADRÕES-INTERNACIONAIS (1).pptx

  • 2. AGENDA A importância da auditoria 1 Responsabilidade em relação a fraudes 2 Governança da entidade auditada 3 Evolução da auditoria 4
  • 3. A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA Profissionais de contabilidade USA 1.850 mil profissionais de contabilidade Habitantes por auditor 2.327 BRASIL 529 mil profissionais de contabilidade Habitantes por auditor 24.615 Habitantes por auditor Argentina – 13.205 Chile – 8.711 África do Sul – 4.501 França – 4.310 Outros países
  • 4. Maior grau de confiança ao mercado na informação produzida por uma entidade - tomada de decisões. 1 Avaliação independente sobre julgamentos e premissas adotadas para demonstrar a realidade econômica e financeira da entidade. 2 3 Fator relevante na precificação de negócios (M&A). 4 Requisito para atuação em mercados regulados: CVM, BCB, SUSEP, PREVIC, etc. A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA
  • 5. Como a entidade determina as unidades geradoras de caixa? Razoabilidade das premissas-chave: taxas de crescimento de vendas, taxas de desconto Revisão retrospectiva das projeções 1 2 3 O QUE O AUDITOR FAZ? Ajuste a Valor Recuperável de Ativo - Impairment
  • 6. Testes das bases de dados de participantes ativos e assistidos dos planos de pensão e assistência médica. Avaliação das premissas: projeções de crescimento salarial, tábuas de mortalidade e invalidez, custos médicos e estimativa da taxa de desconto. Avaliação da competência técnica do atuário externo independente responsável por preparar o cálculo. 1 2 3 O QUE O AUDITOR FAZ? Passivo Atuarial Confirmação da existência e valorização dos ativos do plano. 4
  • 7. Avaliação da metodologia, índices e premissas utilizados no cálculo da atualização dos orçamentos de custos. Existência e adequação dos custos incorridos. Avaliação do estágio de execução das obras. 1 2 3 O QUE O AUDITOR FAZ? Receita de Projetos Progresso da Obra
  • 8. RESPONSABILIDADE DA AUDITORIA EM RELAÇÃO A FRAUDE Obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis não contém distorções relevantes derivada de erro ou fraude. O risco de não ser detectada uma distorção relevante decorrente de fraude é mais alto do que o risco de não se detectar um de erro.
  • 10. RESPONSABILIDADE DA AUDITORIA EM RELAÇÃO A FRAUDE 1 2 3 A fraude pode envolver esquemas sofisticados como falsificação, omissão de registro de operações, falsa representações, conluio. A capacidade do auditor de detectar uma fraude depende da habilidade do perpetrador, frequência, extensão da manipulação, grau de conluio, valores e posição dos indivíduos envolvidos. A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da entidade e da sua administração.
  • 11. QUEM É RESPONSÁVEL PELA PREVENÇÃO E DETECÇÃO? TONE AT THE TOP Código de ética. Políticas de prevenção de fraudes. Comunicação e treinamento. PROATIVIDADE Avaliação de riscos de fraude. Controles de monitoramento. REATIVIDADE Plano de resposta a fraudes. Comitê de Auditoria/Conselhos Auditoria Interna Depto. Jurídico Recursos Humanos Executivos Depto. Compliance Tecnologia da Informação Depto. De Controladoria COMUNICAÇÃO RESPONSABILIDADE
  • 12. GOVERNANÇA AMBIENTE DE ATUAÇÃO DOS AUDITORES Provedores de Capital: Investidores Credores Capital Público Preparadores Comitê de Auditoria Normas Contábeis Controles internos Reguladores Administração Gestores
  • 13. IMPACTO DAS HOTLINES NOS CASOS DE FRAUDE Fonte: Association of Certified Fraud Examiners – 2016 Report to the nations on occupational fraud and abuse 28% 13% 15% 8% 8% 9% 5% 2% 1% 6% 3% 2% 47% 18% 12% 4% 4% 3% 3% 2% 2% 2% 2% 1% 0% 10% 20% 30% 40% 50% Denúncia Auditoria Interna Revisão da Administração Reconciliação de Contas Por acidente Outros Exame de Documentos Vigilância / Monitoramento Controle de TI Auditoria Externa Notificação por aplicação da lei Confissão % dos Casos Método de Detecção Entidades sem Hotlines Entidades com Hotlines
  • 14. RESPONSABILIDADE DA AUDITORIA EM RELAÇÃO A FRAUDE A Obter segurança razoável de que DCs não contém distorções relevantes derivada de erro ou fraude. B Identificar e avaliar os riscos de distorção relevante decorrente de fraude. C Obter evidências de auditoria sobre os riscos identificados, por meio da definição e implantação de respostas apropriadas (testes). D Responder adequadamente face à suspeita de ou à fraude identificada durante a auditoria.
  • 15. Leis e Regulamentos Código Civil e Lei Anticorrupção: tratam de responsabilidade civil e administrativa das pessoas jurídicas em caso de fraude e corrupção pública. 2 RESPONSABILIDADE DA AUDITORIA EM RELAÇÃO A FRAUDE Código penal: prevê sanções para fraudes patrimoniais. 1 Lei de Prevenção de Lavagem de Dinheiro: requerimento de denúncia ao COAF de certas transações. 3 NOCLAR: resposta a descumprimento de leis e regulamentos. 4
  • 17. QUESTÕES COMUNICADAS PARA RESPONSÁVEIS PELA GOVERNANÇA EVOLUÇÃO DA AUDITORIA Sempre considerar: • Áreas de maior risco de distorções relevantes ou riscos significativos • Áreas de julgamento significativo do auditor relacionadas a áreas que envolveram julgamento significativo da administração, incluindo estimativas de alta incerteza • Transações ou eventos significativos Cada PAAs no relatório dos auditores necessita conter: • O motivo de sua extrema importância para a auditoria • Como o assunto foi abordado na auditoria • Referência à(s) divulgação(ões) relacionada(s) APLICÁVEL ÀS ENTIDADES LISTADAS – NÃO SE APLICA A REVISÕES TRIMESTRAIS NÃO HÁ UMA POSIÇÃO FORMAL DOS REGULADORES A RESPEITO DE OUTRAS ENTIDADES (BANCOS, SEGURADORAS, ETC.). QUESTÕES QUE REQUEIRAM ATENÇÃO SIGNIFICATIVA DO AUDITOR Principais Assuntos de Auditoria: ASSUNTOS DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA A AUDITORIA CORRENTE
  • 18. EXEMPLO PRINCIPAL ASSUNTO DE AUDITORIA A mensuração do ativo intangível de concessão é afetada por elementos subjetivos, devido às naturezas diversas dos gastos capitalizados como parte da infraestrutura da concessão, bem como devido ao grau de julgamento para a determinação do ativo intangível. Desta forma, identificamos a capitalização de despesas no ativo intangível de concessões como área significativa de auditoria. As divulgações deste item estão incluídas na nota explicativa nº 16 das demonstrações financeiras. COMO O ASSUNTO FOI TRATADO Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação das políticas de capitalização de ativo intangível das concessões, incluindo aquelas relacionadas ao método de percentual de conclusão das obra, conforme descrito no item anterior; (ii) testes sobre as adições ao ativo intangível de concessões individualmente significativas, incluindo análises com a área de engenharia; (iii) avaliação da natureza dos gastos capitalizados como ativo intangível de concessões e sua aplicabilidade aos critérios estabelecidos pelo contrato de concessão; e (iv) inspeção física, em base amostral, das obras realizadas. POR QUE? COMO?
  • 19. PRINCIPAIS ASSUNTOS DE AUDITORIA Quantidade de PAAs e Percentual sobre o Total de Companhias 32% 29% 26% 21% 21% 18% 13% 12% 9% 7% 7% 6% 5% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Valor recuperável de ativos não-financeiros Receita Contigências Instrumentos Financeiros Realização do Imposto de Renda Diferido Pressuposto de Continuidade Operacional Ativos e Passivos de Concessão e Setoriais Sem Título Gestão de Liquidez Outros Investimentos Benefícios Pós-emprego Impostos % em relação ao total de companhias
  • 20. CIAS ABERTAS BRASIL DESCRIÇÃO 2016 Número de relatórios analisados 546 Números médio de PAAs 2,4 REINO UNIDO 2015 2014 278 153 4,0 4,3 ESTATÍSTICA
  • 21. EVOLUÇÃO DA PROFISSÃO Tecnologia Um dos maiores desafios para o nosso segmento. Ambiente do cliente cada vez mais “virtual”. Desafio da integridade das transações. Big Data/Data Analytics. Mudança radical na forma de auditar – Inteligência cognitiva. Especialista em TI e extração de dados. Mudança no perfil do auditor.
  • 22. TRANSFORMAÇÃO DE TAREFAS AGORA Processos muito manuais. Alta confiança em amostras. Uso limitado de data and analytics. Automação limitada. 3 ANOS Adoção progressiva de automação. Menor foco em amostras. Maior foco em procedimentos sobre áreas de alto risco. Maior foco em sistemas de clientes. Uso limitado de tecnologias cognitivas. 5 ANOS Procedimentos e testes de controle rotineiros são automatizados. Uso mínimo de amostras. Foco primário em sistemas e fontes de informação. Implementação de tecnologias cognitivas.
  • 23. OBRIGADO! Diretoria Nacional Maestro Cardim, 1170 - 9º andar – São Paulo (SP) (11) 3372-1223 ibracon@ibracon.com.br www.ibracon.com.br Acesse, curta e compartilhe