Slides de Apoio para a
Unidade Curricular de
Neuropsicologia
Prof. Doutora Teresa Andrade
Escola Superior de Saúde Egas
Mo...
Primeiras Intervenções com
interesse para a Neuropsicologia
Deformações Intencionais
Primeiros estudos Anatómicos
Estudos de Vesálio
Contributos de Gall
Contributos de Broca
O Caso Phineas Gage
Contributos de Egas Moniz
Conceitos Base de Fisiologia Nervosa
 Embora o Sistema Nervoso seja uma
unidade funcional, o seu estudo é por uma
questão...
Células base
 Os neurónios são geralmente constituídos por
uma célula nucleada ou corpo celular, da qual
podem sair difer...
Micro estruturas do Sistema Nervoso
Micro estruturas do Sistema Nervoso
As sinapses:
 A corrente nervosa culmina geralmente nas sinapses
químicas, já que as sinapses eléctricas são mais raras
(...
Substâncias Psicoactivas vs Neurotransmissores:
 Muitas substâncias que consumimos diariamente como o
café ou o tabaco, i...
Locus das alterações neuropsicológicas
por substâncias psicoactivas
A Organização Macro do Sistema Nervoso:
 O Cérebro pode ser estudado de um modo major
olhando quer para as estruturas int...
Divisões Major
Os Dois Hemisférios:
 Hemisfério Direito : Controlo da parte
esquerda do corpo, percepção da música,
Reconhecimento de ro...
O Corpo Caloso
 Em 1950 as
experiências Split
Brain de Roger
Sperry, vieram
demonstrar a
importância de
uma outra
estrutu...
O Sistema Nervoso Autónomo
Nervos craneanos
Avaliação Neurológica
Exame Neurológico e Técnicas
Complementares
Primeiro Momento de Avaliação
Acesso à História Clínica do paciente, perspectiva do
próprio e das pessoas próximas (sinais...
Exame Breve do Estado Mental (Mini Mental State
Examination)
 Perguntar: Qual é a época e a data em que nos encontramos (...
Segundo Momento de Avaliação
 Segundo Momento:
Corresponde a uma avaliação
física utilizando:
Fita métrica Estetoscópio,
...
Terceiro Momento de Avaliação
 Avaliação cuidadosa
da integridade dos
nervos cranianos para
explorar áreas de
potencial l...
Técnicas auxiliares de Diagnóstico
 Electroencefalograma:
Permite obter
amostras da
actividade eléctrica
que decorre no c...
Padrões Dominantes de Ondas
Cerebrais
Onda Alfa: De 8 a 13 C/s. EmOnda Alfa: De 8 a 13 C/s. Em
situação de relaxamento com...
Outras ondas
Onda Gama: De 36 a 44 C/s.Onda Gama: De 36 a 44 C/s.
Elevados níveis deElevados níveis de
concentraçãoconcent...
Padrões de Sono e EEG
Angiografia
 Utilizada para ajudar a
diagnosticar doenças
como o enfarte do
miocárdio, placas
ateroescleróticas
calcifica...
Angiografia
 A angiografia das carótidas, às vezes, é levada a
cabo quando o paciente sofre de ataques de
isquémia passag...
Tomografia Axial Computorizada
 Tem por base a radiografia
tradicional e permite analisar
com grande detalhe várias
“fati...
Tomografia Axial Computorizada
Imagiologia por Ressonância Magnética
 Como grande vantagem
apresenta o facto de não
usar raios X e de ter uma
melhor res...
Imagiologia por Ressonância Magnética
 É a técnica mais
sensível para a
detecção de lesões
cerebrais
 Levanta alguns
pro...
Imagiologia por Ressonância magnética
 A duração de um
exame de MRI pode
demorar entre 1 a
várias horas tornando
o seu us...
Tomografia por Emissão de Positrões
 Nesta técnica, é injectada
uma forma de glucose
radioactiva que
posteriormente é
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Tomografia por Emissão de Positrões
 A TEP possui duas grandes
áreas de aplicação: 1) o
acesso às funções
metabólicas do ...
Tomografia Computorizada por
Emissão de Monofotões
 Tecnologia com
características
semelhantes à TAC e
à PET, que ao invé...
Magnetoencefalografia
 Esta Técnica resulta de um
aperfeiçoamento
significativo do EEG e gera
correntes magnéticas
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Tumores Cerebrais
A Memória
 A Memória é o aspecto
central na definição do
tempo humano e na
organização desse
mesmo tempo
 As queixas
eng...
Teorias em torno da memória
 Teoria da Reconstrução Activa:
A Memória não é o mero reviver de situações já
ocorridas, mas...
Teoria dos dois tipos de Memória
 Broadbent propôs a existência de uma
Memória a Curto Prazo e de uma Memória
a Longo Pra...
Teorias de Memória
 A Memória a curto –Prazo
para Hebb corresponde a
um processo activo de
duração limitada enquanto
que ...
Memória Declarativa e Procedimental
 Uma outra designação para os diferentes
tipos de memória surge do termos ou não
cons...
A Memória e o Cérebro
 Existem três termos para descrever diferentes
tipos de perdas de memória:
 1) Amnésia: perda tota...
 As doenças ou situações mais associadas a perda
de memória são: traumatismos cranianos, AVC,
infecções virais do cérebro...
Áreas Cerebrais e Perda de Memória
 Na memória a Curto
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sobretudo as
estruturas corticais a
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Áreas Cerebrais e Perda de Memória
Nas Memórias a longo
Prazo são sobretudo as
áreas do lobo temporal,
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Amnésia Diencefálica
 Acontece em duas
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O Caso H.M
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Caso H.M
Caso H.M
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Caso H.M
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Caso R.B
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Caso E. P
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Dia a Dia
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Estratégias
Aprendeu um caminho que passou a realizar
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Sindrome de Savant e Hipermnésia
 Sindrome de Savant
Os portadores de Síndrome de Savant possuem
uma memória extraordinár...
Caso S. e Caso Peek
Casos Savant
Keem Peek: o cientista de 53 anos de idade, que foi a base para o
personagem de Dustin Hoffman em "Rain Man",...
Hipermnésias
 Hipermnésia

Hipermnésia refere-se a uma capacidade excessiva de
memorizar. Existem vários casos de indiví...
Estudos Humanos das Emoções
 Grande parte dos estudos
realizados em seres
humanos têm por base o
estudo da expressão faci...
O Trabalho de Paul Ekman
 Este autor demonstrou a existência de
aspectos universais nas expressões faciais
espontâneas e ...
Os primeiros estudos
 Um estudo pioneiro nesta área foi o de
Duchenne, um anatomista francês que foi o
primeiro a postula...
As experiências de Duchenne
Estudo do Sorriso
 Embora o sorriso pareça
remeter apenas para a
expressão de uma das
emoções básicas , vários
estudos pa...
Estudos do Sorriso
 Ekman estudou e gravou os sorrisos de
enfermeiras quando mentiam ou diziam a
verdade acerca de um fil...
Expressão Emocional em situações de
deficiência
 Vários estudos muito interessantes
demonstraram que crianças cegas e
sur...
Os olhos
 Especificamente no
rosto têm sido muito
estudados os olhos,
sobretudo no que
concerne o contacto
visual e a dil...
Experiências realizadas
Invariantes
 Heckard Hess verificou
que o tamanho das
pupilas aumenta em
função do interesse
que os estímulos nos
suscita...
Reabilitação Neuropsicológica
 Processo de
avaliação e
intervenção que
pretende
recuperar,
maximizar ou
tornar viável alg...
Casos Estudados
 Caso Jack:
 Amnésia anterógrada
provocada por anóxia
devida a
envenenamento por
monóxido de carbono
 e...
Passos para a reabilitação
 Aceder aos níveis
base de Atenção,
Pensamento e
Concentração, de
forma a
diagnosticas as
suas...
Avaliação formal Neuropsicológica
 Avaliação Emocional,
Comportamental e
Neuropsicolológica
 Uso de Baterias
apropriadas...
Conclusões base para o início da
Reabilitação
 As principais
alterações para pior
constatadas depois da
anóxia são: 1)
Le...
Tratamento Prescrito
 Reabilitação
Mnésica 1h semana
individualmente e
2h semana em
grupo com várias
pessoas com lesões
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Em casa
 Reorganização de
espaço, limpar
gavetas e espaços
visíveis e etiquetá-los
para Jack se lembrar
que deve colocar ...
No parque de estacionamento
 Para resolver a
dificuldade em
lembrar-se de onde
estacionou o carro,
 Durante várias
seman...
Estrutura Final do Processo de
Reabilitação
 Jack usa pistas
visuais especificas
para se lembrar
das coisas que tem
para ...
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  • So we talked about HMs anterograde amnesia with temporally graded retrograde amnesia. In general, he can remember what he learned in the years prior to the surgey (with the exception of a few years immediately prior to the surgery), but he can no longer learn anything, or can he?
    Tests of working memory reveal that HM is normal, he can immediately reproduce a list of numbers as long as that of control subjects. the memory deficit becomes evident as soon as his immediate memory span is exceeded or after a delay with some distraction.
    As listed previously, early studies tried everything on HM and finally researchers stumbled on a form of learning that HM coud do: habit learning. This is tested using the mirror-star tracing task. Describe task here. This test seems quite simple, but in fact, normal subjects require some time to successfully do the task. HM showed strikingly increased performance on the task over training, in spite of the fact that he could not remember ever performing the task or seeing the apparatus.
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    1. 1. Slides de Apoio para a Unidade Curricular de Neuropsicologia Prof. Doutora Teresa Andrade Escola Superior de Saúde Egas Moniz
    2. 2. Primeiras Intervenções com interesse para a Neuropsicologia
    3. 3. Deformações Intencionais
    4. 4. Primeiros estudos Anatómicos
    5. 5. Estudos de Vesálio
    6. 6. Contributos de Gall
    7. 7. Contributos de Broca
    8. 8. O Caso Phineas Gage
    9. 9. Contributos de Egas Moniz
    10. 10. Conceitos Base de Fisiologia Nervosa  Embora o Sistema Nervoso seja uma unidade funcional, o seu estudo é por uma questão prática dividido em duas partes: 1) Sistema Nervoso Central ( cérebro e espinal medula) e  2) Sistema Nervoso Periférico (fibras nervosas não protegidas por massa óssea que fazem a ligação entre o S.N. Central e o resto do corpo.
    11. 11. Células base  Os neurónios são geralmente constituídos por uma célula nucleada ou corpo celular, da qual podem sair diferentes prolongamentos.  Entre estes prolongamentos encontramos as dendrites (gr dendros= ramos de árvore), que podem chegar a 200 por célula e os axónios (gr axon= cabo), e que terminam em botões sinápticos. Os axónios podem variar no seu comprimento de 1mm a 1 metro, conforme o local para onde transportam o seu estímulo.
    12. 12. Micro estruturas do Sistema Nervoso
    13. 13. Micro estruturas do Sistema Nervoso
    14. 14. As sinapses:  A corrente nervosa culmina geralmente nas sinapses químicas, já que as sinapses eléctricas são mais raras (músculo cardíaco, músculo intestinal e retina).  Nas sinapses químicas encontram-se envolvidos os neurotransmissores que são produzidos no botão terminal e armazenados em vesículas sinápticas que são, por acção da corrente eléctrica que flui no axónio, libertadas na fenda sináptica. Uma vez libertados são captados pela membrana pós-sináptica de um outro neurónio, órgão ou músculo.  Cada neurónio produz geralmente apenas um neurotransmissor específico.  O efeito do neurotransmissor libertado no terminal pré- sináptico é produzir na membrana pós-sináptica uma resposta excitatória ou inibitória do potencial de acção.
    15. 15. Substâncias Psicoactivas vs Neurotransmissores:  Muitas substâncias que consumimos diariamente como o café ou o tabaco, interferem na transmissão sináptica. Por esse motivo dizemos que são substâncias psicoactivas.  Estas substâncias são diferentes dos neurotransmissores endógenos porque estes devem, para serem como tal considerados, satisfazer pelo menos 3 critérios:  Têm de estar presentes no interior da célula nervosa, conjuntamente com as células responsáveis pela sua síntese;  Têm de se encontrar ao nível da sinapse enzimas capazes de provocar a sua inactivação ou degradação;  Têm de estar presentes na sinapse no momento da activação da célula seguinte.
    16. 16. Locus das alterações neuropsicológicas por substâncias psicoactivas
    17. 17. A Organização Macro do Sistema Nervoso:  O Cérebro pode ser estudado de um modo major olhando quer para as estruturas internas, quer para o seu aspecto exterior.  Internamente podemos considerar 4 grandes estruturas ou divisões:  Tronco Cerebral: constituído pela medula oblongata, pela ponte e pelo mesencéfalo.  Cerebelo  Cérebro ou Telencéfalo  Diencéfalo: constituído pelo tálamo, hipotálamo e epitálamo ou hipófise.
    18. 18. Divisões Major
    19. 19. Os Dois Hemisférios:  Hemisfério Direito : Controlo da parte esquerda do corpo, percepção da música, Reconhecimento de rostos e imagens 3D, Imaginação e criatividade, Capacidade Artística, globalidade  Hemisfério Esquerdo: Controlo da parte direita do corpo, Linguagem falada e escrita, Raciocínio Científico, Detalhes e partes.
    20. 20. O Corpo Caloso  Em 1950 as experiências Split Brain de Roger Sperry, vieram demonstrar a importância de uma outra estrutura: o corpo caloso
    21. 21. O Sistema Nervoso Autónomo
    22. 22. Nervos craneanos
    23. 23. Avaliação Neurológica Exame Neurológico e Técnicas Complementares
    24. 24. Primeiro Momento de Avaliação Acesso à História Clínica do paciente, perspectiva do próprio e das pessoas próximas (sinais, sintomas, acidentes, padrões e hábitos comportamentais) Observação de aspectos relevantes tais como simetria facial, lateralidade dominante, gestos dominantes, rigidez postural, expressão verbal e não verbal… Breve avaliação de aspectos da memória, orientação espácio-temporal, funcionamento motor, cognitivo e linguístico ( Provas de Testes Globais e MMS)
    25. 25. Exame Breve do Estado Mental (Mini Mental State Examination)  Perguntar: Qual é a época e a data em que nos encontramos (Ano, estação, data, dia da semana, mês)?  Perguntar: Onde é que nos encontramos agora (país, cidade, local especifico da cidade, nome do hospital , piso ou serviço)?  Pedir para nomear três objectos visualizados ( árvore, pente e mesa).  Pedir para soletrar a palavra Mundo ao contrário.  Pedir para dizer de novo os três objectos que nomeou há pouco  Mostrar ao paciente um lápis e um relógio e pedir-lhe para os nomear.  Pedir ao paciente para repetir esta frase: “Nem sins, nem nãos, nem ses”.  Pedir ao paciente para efectuar uma ordem em três fases: “ agarre nesta folha de papel com a sua mão direita, dobre-a ao meio e coloque-a no chão”  Mostrar ao paciente um cartão com a seguinte frase “feche os olhos” e pedir-lhe para efectuar o que lhe é pedido no cartão.  Pedir ao paciente para escrever uma frase qualquer em papel, depois de lhe fornecer lápis e caneta.  Mostrar ao paciente um cartão com uma figura geométrica e pedir-lhe que a copie em papel.
    26. 26. Segundo Momento de Avaliação  Segundo Momento: Corresponde a uma avaliação física utilizando: Fita métrica Estetoscópio, Otoscópio, Diapasão, Lanterna, Cotonetes, Espátulas de Madeira, Martelinho, Café, Sal e Açúcar, Tubos de plástico, Alfinetes, Moedas, Chaves e Esfignomanómetro.
    27. 27. Terceiro Momento de Avaliação  Avaliação cuidadosa da integridade dos nervos cranianos para explorar áreas de potencial lesão
    28. 28. Técnicas auxiliares de Diagnóstico  Electroencefalograma: Permite obter amostras da actividade eléctrica que decorre no córtex cerebral, através de eléctrodos colocados de forma standard no crânio. As flutuações eléctricas são amplificadas e transcritas em papel por um polígrafo
    29. 29. Padrões Dominantes de Ondas Cerebrais Onda Alfa: De 8 a 13 C/s. EmOnda Alfa: De 8 a 13 C/s. Em situação de relaxamento com olhossituação de relaxamento com olhos fechadosfechados Onda Beta: De 14 a 30 C/s. EmOnda Beta: De 14 a 30 C/s. Em Actividades Físicas e Mentais emActividades Físicas e Mentais em alertaalerta Onda Teta: De 5 a 7 C/s. EmOnda Teta: De 5 a 7 C/s. Em Crianças e Adolescentes e emCrianças e Adolescentes e em pessoas que fazem meditaçãopessoas que fazem meditação Onda Delta: De 0,5 a 4 C/s.Onda Delta: De 0,5 a 4 C/s. Sono ProfundoSono Profundo
    30. 30. Outras ondas Onda Gama: De 36 a 44 C/s.Onda Gama: De 36 a 44 C/s. Elevados níveis deElevados níveis de concentraçãoconcentração Onda Kapa: 10 C/s. Encontradas em algumas pessoas a pensarOnda Kapa: 10 C/s. Encontradas em algumas pessoas a pensar de olhos abertosde olhos abertos Onda Lambda: Ondas triangulares como resposta a estimulosOnda Lambda: Ondas triangulares como resposta a estimulos visuaisvisuais Onda Mi: Onda entre os 9 e os 11 C/s sobre o sulco de rolandoOnda Mi: Onda entre os 9 e os 11 C/s sobre o sulco de rolando Ondas fusiformes de Sono: com uma frequência de 12 a 14 C/sOndas fusiformes de Sono: com uma frequência de 12 a 14 C/s Complexos K: Ondas fusiformes provocadas pela audição deComplexos K: Ondas fusiformes provocadas pela audição de ruídos fortes durante o sonoruídos fortes durante o sono
    31. 31. Padrões de Sono e EEG
    32. 32. Angiografia  Utilizada para ajudar a diagnosticar doenças como o enfarte do miocárdio, placas ateroescleróticas calcificadas ou AVC  Uma tintura ou meio de contraste, pode ser injectada numa artéria ou veia introduzida num cateter inserido numa artéria periférica e empurrada através do vaso até ser colocada no local pretendido.
    33. 33. Angiografia  A angiografia das carótidas, às vezes, é levada a cabo quando o paciente sofre de ataques de isquémia passageiros para ver se há uma obstrução ou estreitamento substancial numa das artérias carótidas.  A angiografia cerebral é usada para a presença de um aneurisma no cérebro ou para ajudar a visualizar um tumor cerebral antes da cirurgia.  Uma angiografia das artérias coronárias, combinada frequentemente com a cateterização cardíaca, é usada para identificar os lugares estreitos ou obstruções nas artérias.
    34. 34. Tomografia Axial Computorizada  Tem por base a radiografia tradicional e permite analisar com grande detalhe várias “fatias” cerebrais.  Vários feixes de raios X são apontados circularmente e posteriormente fornecem uma imagem tridimensional do cérebro  Técnica rápida, segura e precisa (cerca de 25 minutos), sem contra indicações graves  Preciso na detecção de tumores, AVC, Traumas, atrofias e intrusões
    35. 35. Tomografia Axial Computorizada
    36. 36. Imagiologia por Ressonância Magnética  Como grande vantagem apresenta o facto de não usar raios X e de ter uma melhor resolução de imagem.  Utiliza átomos de hidrogénio que se comportam como magnetos que são atraídos por compostos semelhantes.  Permite para além do corte axial também o corte sagital e frontal
    37. 37. Imagiologia por Ressonância Magnética  É a técnica mais sensível para a detecção de lesões cerebrais  Levanta alguns problemas do ponto de vista da segurança devido à sua natureza magnética ( ex.: pacemakers, próteses metálicas, aparelhos dentários ou auditivos, piercings…)
    38. 38. Imagiologia por Ressonância magnética  A duração de um exame de MRI pode demorar entre 1 a várias horas tornando o seu uso difícil em determinados pacientes  A sua maior vantagem é permitir uma verdadeira análise química das funções cerebrais
    39. 39. Tomografia por Emissão de Positrões  Nesta técnica, é injectada uma forma de glucose radioactiva que posteriormente é metabolizada pelo cérebro, deixando o traço de radioactividade que é depois captado em imagem  Procura medir o grau de actividade metabólica em diferentes regiões cerebrais através do grau de consumo de glucose
    40. 40. Tomografia por Emissão de Positrões  A TEP possui duas grandes áreas de aplicação: 1) o acesso às funções metabólicas do cérebro e 2) a medição do grau de actividade neuronal.  Para medir o grau de actividade neuronal associa-se a glicose radioactiva a um psicofármaco conhecido e assim detectamos os centros onde actua (ex.: núcleos dopaminérgicos )
    41. 41. Tomografia Computorizada por Emissão de Monofotões  Tecnologia com características semelhantes à TAC e à PET, que ao invés de detectar radiação X detecta raios gama emitidos durante mais tempo e portanto mais fáceis de captar.  Permite gerar imagens tridimensionais do cérebro
    42. 42. Magnetoencefalografia  Esta Técnica resulta de um aperfeiçoamento significativo do EEG e gera correntes magnéticas exteriormente ao cérebro permitindo aceder a áreas específicas que o EEG não alcança.  Está associado a um programa informático que permite detectar com precisão alterações patológicas da corrente eléctrica cerebral e ser usada como meio complementar da RMI
    43. 43. Tumores Cerebrais
    44. 44. A Memória  A Memória é o aspecto central na definição do tempo humano e na organização desse mesmo tempo  As queixas englobando Memória e Atenção são as mais comuns no âmbito da Neurologia
    45. 45. Teorias em torno da memória  Teoria da Reconstrução Activa: A Memória não é o mero reviver de situações já ocorridas, mas um processo de reconstrução activa a partir de alguns elementos nucleares armazenados. À medida que o tempo passa vão-se perdendo detalhes e a reconstrução é feita tendo por base elementos compatíveis com a experiência mas errados
    46. 46. Teoria dos dois tipos de Memória  Broadbent propôs a existência de uma Memória a Curto Prazo e de uma Memória a Longo Prazo, Teoria que ganhou consistência após a descrição do caso H.M.  Uma experiência foi feita pedindo a estudantes que repetissem 24 sequências de 9 dígitos. De três em três sequências era repetida a mesma sequência. Demonstrou-se a aprendizagem por repetição
    47. 47. Teorias de Memória  A Memória a curto –Prazo para Hebb corresponde a um processo activo de duração limitada enquanto que a Memória a longo Prazo envolve uma real alteração de estruturas Quanto maior o número de repetições maior a probabilidade de uma memória ficar consolidada e tornar-se uma memória a longo prazo.
    48. 48. Memória Declarativa e Procedimental  Uma outra designação para os diferentes tipos de memória surge do termos ou não consciência da memória formada.  A memória declarativa deriva da formação de novas memórias às quais temos acesso consciente  Mas mesmo quando não nos lembramos podemos ter formado memórias que se revelam no nosso melhor ou pior desempenho, sem que para tal necessitemos de ter consciência
    49. 49. A Memória e o Cérebro  Existem três termos para descrever diferentes tipos de perdas de memória:  1) Amnésia: perda total ou parcial de memória,  2) Amnésia Retrógrada: dificuldade ou incapacidade para recordar eventos anteriores ao início da amnésia, e  3) Amnésia Anterógrada: dificuldade ou incapacidade em recordar ou formar novas memórias posteriormente ao início da amnésia
    50. 50.  As doenças ou situações mais associadas a perda de memória são: traumatismos cranianos, AVC, infecções virais do cérebro, , doenças degenerativas do tipo Alzheimer, demência de Korsakoff.  Os procedimentos envolvendo neurocirurgia, sobretudo para o controlo da epilepsia de grande mal, também acarretam muitas vezes perdas definitivas de memória, bem como a terapia electroconvulsiva.
    51. 51. Áreas Cerebrais e Perda de Memória  Na memória a Curto Prazo parecem ser sobretudo as estruturas corticais a desempenhar a maior parte das funções envolvidas no processamento e retenção
    52. 52. Áreas Cerebrais e Perda de Memória Nas Memórias a longo Prazo são sobretudo as áreas do lobo temporal, diencéfalo, amígdala e hipocampo as envolvidas Lesões no temporal dto diminuem a memória não verbal (rostos, melodias…) e no temporal esquerdo a memória de material verbal (histórias, palavras, números). Por vezes, lesões no lobo frontal afectam a organização mnésica do tempo
    53. 53. Amnésia Diencefálica  Acontece em duas situações específicas: pacientes com lesões focais na zona média do tálamo e  pacientes com demência ou síndrome de Korsakoff  Compreende seis sintomas base:  Amnésia Anterógrada  Amnésia retrógrada extensa  Confabulação  Conversação pobre  Ausência de consciência do problema  Apatia  Pode no caso da Dem Korsakoff ser revertida com vit B1 e acompanhada por atrofia dos lobos frontais em 80% dos casos
    54. 54. O Caso H.M  Em 1953 Scotville realizou uma cirurgia de hipocampectomia bilateral num paciente com um caso severo de epilepsia de grande mal  Apesar de ter melhorado das suas crises este paciente ficou com danos extensos e permanentes ao nível da sua memória  H.M, foi então estudado durante 3 décadas por Brenda Milner
    55. 55. Caso H.M
    56. 56. Caso H.M  A memória anterior à intervenção ficou bem preservada  Veste-se e cuida-se sem diferença visível  É educado e socialmente adaptado  A compreensão e produção da linguagem é normal  Compreende material verbal complexo e mesmo anedotas
    57. 57. Caso H.M  Incapacidade para lembrar qualquer informação ou evento ocorrido depois da cirurgia (ex: volta sempre à casa antiga mesmo decorridos 10 anos de mudança)  Não reage ao condicionamento clássico, nem a choques ministrados  Não reconhece estados internos (fome, fadiga, dor, frio)  Esquece tudo num período de dois minutos
    58. 58. A amnésia retrógrada de H.M. 0 10 20 30 40 50 60 70 1940s 1950s 1960s 1970s - %Correctas Reconhecimento de caras famosas por década H.M. Controlo
    59. 59. Domínios Intactos da Memória A memória a curto-prazo para dígitos é normal em H.M. A memória procedimental esté igualmente intacta
    60. 60. Caso R.B.
    61. 61. Caso R.B  Após um acidente isquémico decorrente de um bypass coronário, R.B. apresentou uma severa amnésia anterógrada e uma moderada amnésia retrógrada reportando- se aos dois anos anteriores ao bypass.  Após a sua morte a autópsia revelou uma lesão bilateral circunscrita à zona CA1 do hipocampo.
    62. 62. Caso E. P Infecção por Herpes Simplex com consequente destruição bilateral do hipocampo. Consequência mais grave: amnésia anterógrada e amnésia retrógrada Apresenta um QI normal, bom relacionamento interpessoal e boa capacidade de comunicação Mantém-se em apoio permanente e para ele existe apenas o momento em que está
    63. 63. Dia a Dia EP mantém rotinas muito controladas mas pode tomar 3 pequenos almoços sem noção de o ter feito Anda sempre com uma pulseira onde se explica a sua condição para o caso de se perder e para ele próprio se lembrar do que se passa com ele, uma vez que não tem consciência de ter perda de memória. Se não tiver relógio nunca sabe em que altura do dia se encontra. Não sabe a idade que tem. Apresenta indícios de memória procedimental (ex: para onde vira, num caminho que realizou várias vezes)
    64. 64. Estratégias Aprendeu um caminho que passou a realizar com regularidade Apanha e trás para casa muitos objectos que encontra por não saber se eram ou não seus (ex: carteiras, chaves, etc) e não sabe explicar como os encontrou ou onde. Também aprendeu intuitivamente a reconhecer as pessoas com quem fala todos os dias.
    65. 65. Sindrome de Savant e Hipermnésia  Sindrome de Savant Os portadores de Síndrome de Savant possuem uma memória extraordinária – são capazes de decorar livros inteiros depois de uma única leitura ou tocar uma música com perfeição após a primeira audição. No entanto eles possuem ao mesmo tempo sérios défices de desenvolvimento, como uma grande dificuldade para falar e se relacionar socialmente
    66. 66. Caso S. e Caso Peek
    67. 67. Casos Savant Keem Peek: o cientista de 53 anos de idade, que foi a base para o personagem de Dustin Hoffman em "Rain Man", diz ter memorizado cada página dos livros dos 9000 que já leu além de ler em média 8 a 12 segundos por página (com cada olho lendo uma página diferente de forma independente), mas essa reivindicação não foi testada com rigor científico. Outro cientista, Stephen Wiltshire, tem sido chamado de "câmara humana" por sua habilidade para criar desenhos de uma cena, depois de olhar para ela durante apenas alguns segundos.
    68. 68. Hipermnésias  Hipermnésia  Hipermnésia refere-se a uma capacidade excessiva de memorizar. Existem vários casos de indivíduos que conseguem recordar com exactidão o que almoçaram há muitos meses e a que horas, bem como decorar uma lista extensíssima de algarismos e depois ditá-la.  Na hipermnésia não existe um verdadeiro aumento da memória mas antes uma maior facilidade na evocação dos elementos mnésicos, normalmente limitados a períodos específicos ou a eventualidades específicas ou, ainda, a experiências revestidas de forte carga afectiva.
    69. 69. Estudos Humanos das Emoções  Grande parte dos estudos realizados em seres humanos têm por base o estudo da expressão facial.  A expressão facial é considerada um dos aspectos mais salientes para perceber as alterações emocionais nas pessoas  Os estudos mais abrangentes alguma vez conduzidos nesta área devem-se a Paul Ekman
    70. 70. O Trabalho de Paul Ekman  Este autor demonstrou a existência de aspectos universais nas expressões faciais espontâneas e representadas que eram extensíveis a culturas muito diferentes por todo o mundo.  As expressões universalmente reconhecidas são seis: medo, raiva, repulsa, tristeza, alegria e surpresa. Alguns estudos apontam para a existência de uma sétima expressão que seria o contentamento
    71. 71. Os primeiros estudos  Um estudo pioneiro nesta área foi o de Duchenne, um anatomista francês que foi o primeiro a postular que eram os movimentos dos músculos faciais os responsáveis pela produção de expressões emocionais especificas  Os seus métodos passavam pela estimulação eléctrica de vários grupos musculares seguidos de fotografia. O resultado desta investigação foi um mapeamento detalhado da musculatura facial e das diferentes expressões emocionais produzidas.
    72. 72. As experiências de Duchenne
    73. 73. Estudo do Sorriso  Embora o sorriso pareça remeter apenas para a expressão de uma das emoções básicas , vários estudos parecem demonstrar que o sorriso se liga a muitas outras variantes sinalizadoras de estados internos e que inclusive detemos marcadores específicos para identificar “sorrisos verdadeiros”
    74. 74. Estudos do Sorriso  Ekman estudou e gravou os sorrisos de enfermeiras quando mentiam ou diziam a verdade acerca de um filme que tinham visto.  Verificou que nos sorrisos que mentiam havia uma inclinação do arco zigmático mais próxima da que acompanha a manifestação de emoções negativas.  Verificou também diferenças significativas em sorrisos que ocorrem em situações embaraçosas, de compaixão, de ouvinte, de submissão social , entre outras.
    75. 75. Expressão Emocional em situações de deficiência  Vários estudos muito interessantes demonstraram que crianças cegas e surdas de nascença apresentam precisamente a mesma gama de variações nas suas expressões faciais que qualquer outra criança sem estas restrições. Salientam-se nesta área os estudos de Jane Thompson com crianças vítimas dos efeitos da Talidomida durante a gravidez.
    76. 76. Os olhos  Especificamente no rosto têm sido muito estudados os olhos, sobretudo no que concerne o contacto visual e a dilatação pupilar (pupilometria)  O tamanho da pupila pode ser afectado por múltiplos factores comportamentais e emocionais
    77. 77. Experiências realizadas
    78. 78. Invariantes  Heckard Hess verificou que o tamanho das pupilas aumenta em função do interesse que os estímulos nos suscitam  Demonstrou também que tendemos a considerar mais agradáveis as imagens de pessoas com pupilas mais dilatadas
    79. 79. Reabilitação Neuropsicológica  Processo de avaliação e intervenção que pretende recuperar, maximizar ou tornar viável algum grau de autonomia em meio controlado ( com apoio de terceiros)
    80. 80. Casos Estudados  Caso Jack:  Amnésia anterógrada provocada por anóxia devida a envenenamento por monóxido de carbono  e por crises epileptiformes graves na sequência de ressuscitação após 20 minutos inconsciente  Aparência cuidada e modos agradáveis  Queixas gerais: Nunca se lembra onde estaciona o carro, marca vários encontros com amigos ao mesmo tempo e em lugares diferentes, Nunca se lembra em que é que gastou o seu dinheiro
    81. 81. Passos para a reabilitação  Aceder aos níveis base de Atenção, Pensamento e Concentração, de forma a diagnosticas as suas forças e fraquezas e assim estruturar uma intervenção  Fazer com ajuda de terceiros um registo sistematizado das principais falhas em casa, de modo a identificar a gravidade da perda mnésica
    82. 82. Avaliação formal Neuropsicológica  Avaliação Emocional, Comportamental e Neuropsicolológica  Uso de Baterias apropriadas ( Rey,TAT; WAIS, Escala Rivermed de memória comportamental, Entrevista Autobiográfica (Infância, Adolescência e vida adulta, ano anterior, semana passada) Ratios de Memória Global (pág 30 do caso Jack) Diários semanais de memória (págs 31 a 34) Estratégias de Coping mnésicas utilizadas regularmente (pág 35) Escala comparativa de funcionamento (antes e após a anóxia) e das principais dificuldades apresentadas agora
    83. 83. Conclusões base para o início da Reabilitação  As principais alterações para pior constatadas depois da anóxia são: 1) Lembrar-se dos nomes de pessoas que só viu 1 ou 2 vezes, 2) Lembrar-se onde colocou uma coisa, 3) Lembrar-se de algo que lhe foi dito, lhe contaram ou do que leu  Ao longo da semana o mais identificado foi: 1)Esquecer-se do que é dito a meio de uma conversa telefónica, 2) Não saber nunca onde deixou o carro, 3)Marcar várias coisas ao mesmo tempo se não usar agenda,4) Esquecer-se de coisas combinadas e de onde gasta o dinheiro
    84. 84. Tratamento Prescrito  Reabilitação Mnésica 1h semana individualmente e 2h semana em grupo com várias pessoas com lesões afectando a memória de forma semelhante  Foco nas principais dificuldades identificadas e desenvolvimento de mneumónicas e placement  (ex moedas , locais e frases )  “ Penny Bookshelf”
    85. 85. Em casa  Reorganização de espaço, limpar gavetas e espaços visíveis e etiquetá-los para Jack se lembrar que deve colocar as suas coisas em locais específicos e sempre no mesmo local  Antes de pousar alguma coisa fazer pausa e olhar à volta tinha de fazer uma pausa, procurar as etiquetas e só depois arrumar (12 semanas de treino hospitalar e diário em casa e começou a melhorar) Agendas em casa e no bolso Quadro de Actividades Diárias
    86. 86. No parque de estacionamento  Para resolver a dificuldade em lembrar-se de onde estacionou o carro,  Durante várias semanas foram escolhidos carros aleatórios em 6 parques e Jack tinha de encontrar  3 pistas periféricas  Um bloco de notas acompanhava-o sempre  Como a memória visual estava mais preservada isto foi bastante útil
    87. 87. Estrutura Final do Processo de Reabilitação  Jack usa pistas visuais especificas para se lembrar das coisas que tem para fazer.  Anda sempre com agendas onde coloca antecipadamente um plano das suas acções  Usa filmes como meio de se recordar de aspectos específicos do passado, uma vez que a memória visual não está danificada

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