UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS
     FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
          DISCIPLINA BIOQUÍMICA
                 TURMA 2



VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS

                          Paula Andressa Oliveira
Conceitos Básicos
 Vitaminas: nutrientes essenciais

   Não possuem funções estruturais nem

   energéticas

   Pequena concentração no corpo

   Ação como hormônios, catalizadores e outros

   reguladores metabólicos

 Compostos orgânicos com estrutura química

 variada
Conceitos Básicos

 Dois tipos de acordo com a solubilidade:

   Hidrossolúveis

   Lipossolúveis

 Provitaminas

   Precursores de vitaminas

 Antivitaminas

   Antagonistas metabólicos
Vitaminas lipossolúveis
 São dissolvidas e armazenadas no tecido

 adiposo;

 O fígado armazena as vitaminas A, D e K.


 A vitamina E se distribui por todo o tecido

 adiposo;

 Em caso de hipervitaminose, são mais tóxicas;
Vitaminas
                                          lipossolúveis




       http://www.camep.com.br/images/vitaminas_3.jpg

Fig. 1 Formas de aquisição de vitaminas.
Vitamina A
 1. Estrutura
 Representada por
  três moléculas            Fig. 3. Trans-retinal
  biologicamente
  ativas, retinol, retina
  l e ácido retinóico;

                            Fig. 4. Retinol




   Fig. 2. Ác. retinóico                http://static.infoescola.co
                                        m
Vitamina A
 Carotenos


 Metabolismo dos
 carotenos
  Conversão           de
   cada molécula de
   beta-caroteno em
                              http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/vita
   2 moléculas de             minas/images/vitaminas_retinol.jpg

   retinol de retinol.      Fig. 5 Conversão de β-caroteno em reti
Vitamina A




http://www.scielo.br/img/revistas/rn/v19n2/a10fig03.gif

Fig.6. Clivagem simétrica e assimétrica do β
–caroteno.
Vitamina A
2. Função

 Retinol

   Atua como hormônio;

   Antioxidante;

   É uma pró-vitamina: precursora do retinal e

   ác. retinóico;
Vitamina A
 Ácido retinóico
  Ativação de genes envolvidos em processos
   iniciais da embriogênese
    Diferenciação das tres camadas
     germinativas,
    Organogenia
    Desenvolvimento dos membros.


 Retinal
  Grupamento sensível à luz na rodopsina
   responsável pela visão
Vitamina A




http://3.bp.blogspot.com/-iXrZh-
cY_WM/TccroOAKpnI/AAAAAAAAANY/XIu7NnB3VUU/s1600/vit
amin-a-benefit-picture.jpg
Fig.7. Funções da vitamina A
Vitamina A

3. Avitaminoses

 Cegueira noturna;

 Queratinização dos tecidos epiteliais dos

 olhos (xeroftalmia), pulmões, trato
 gastrointestinal, etc;

 Redução da secreção mucosa;

 Há aumento na susceptibilidade a infecções.
Vitamina A




http://www.noticiasmedicas.es/medicina/content_ima
ges/1/cataratas%20en%20paciente%20mauritano.jp
g




                                                     http://3.bp.blogspot.com/_DDCIeKjLjYI/TDz1gyplUPI/AAAAAAA
                                                     ACLs/zgRYZIDfo78/s1600/tema_7_clip_image002_0000.jpg

                      Fig. 8 e 9. Pacientes apresentando
                      xeroftalmia
Vitamina A




http://bob.usuhs.mil/biochem/nutrition/images/follicular-
hyperkeratosis-1.jpg


Fig. 10. Queratinização da pele
devido à deficiência de vitamina A
Vitamina A

4. Hipervitaminose

 Dor de cabeça;

 Ressecamento da pele;

 Perda de cabelos;

 Aumento do baço e
                             http://www.mindovermenopause.co
                             m/wp-
 fígado;                     content/uploads/2010/03/headache
                             .jpg
                          Fig. 11. Cefaléia
 Dor nas juntas.
Vitamina A




Fig.12. Relação entre a hipervitaminose A infantil e inibição do
crescimento de células da medula óssea
Vitamina A




                                      http://download.imaging.consult.co
                                      m/ic/images/S1933033207760238
http://download.imaging.consult.co    /gr14-midi.jpg
m                                    Fig. 14 : Hipervitaminose
Fig. 13. Vista                       A: alterações da metáfise
posterior de um                      e da epífise.
joelho normal em
criança de 12 anos
Vitamina A

5. Fontes
 Alimentos de origem
  animal
  (leite, ovos, fígado).
 Os vegetais folhosos
  verde-escuros
  , vegetais e frutas
  amarelo-alaranjados.     http://grupiv.files.wordpress.com/2009/11/vita
                           mina_a-1interna1.jpg
                             Fig. 15. Fontes de vitamina A
Vitamina D
1. Estrutura
 Derivam do
    ciclopentano-
    perhidrofenantreno
 Tecidos vegetais : D2
    (ergocalciferol)
 Tecidos animais :D3
    (colecalciferol)
                                        http://static.infoescola.com
                   Fig. 16. Fórmula estrutural das vitaminas D2 e
Vitamina D

 Precursores dessas vitaminas:

   Provitamina D2: ergosterol

   Provitamina D3: 7- deshidrocolesterol

 Conversão em vitamina D após radiação solar

 Compostos formados são denominados
 secoesteróides
 As vitaminas D2 e D3 são hidroxilados no fígado
 em 1,25-dihidroxivitamina D (calcitriol) – forma
 ativa.
Vitamina D




                                     http://medlibes.com

Fig.17. Metabolismo da vitamina D2 e D3 em
sua forma ativa
Vitamina D

2. Função
 Hormônio esteróide
   expressão de genes específicos após
    interação com seu receptor intracelular

 Homeostasia do cálcio e fosfato.
Vitamina D




         http://medlibes.com/uploads/Screen%20shot%202010-07-
         31%20at%208.26.05%20PM.png

Fig. 18. Metabolismo das vitaminas D2 e vitamina D3 e as funções
da forma ativa no organismo humano.
Vitamina D

3. Avitaminose

 Nível de cálcio e fósforo no sangue

 decresce, causando problemas nos ossos
   raquitismo nas crianças

   osteomalácia (mineralização deficiente dos

   ossos) nos adultos.
Vitamina D




http://www.ferato.com/wi
ki/images/2/2b/2008121
2_mgb_Raquitismo_.jpg
Fig. 19. Criança
com
raquitismo                 http://www.moondragon.org/health/graphics/ricketsosteomalacia.j
                           pg
                                       Fig. 20. Raquitismo e
                                       osteomalácia
Vitamina D




Fig. 21. Pesquisas recentes relacionam a deficiência em vitamina
D com o risco de diabetes em crianças obesas
Vitamina D

4. Hipervitaminose

 Excesso de cálcio no sangue (hipercalcemia)

 Excesso de cálcio na urina (hipercalciuria)

 Sede excessiva (polidipsia)

 Aumento da pressão sanguínea

 Perda de grande quantidade de urina (poliuria)
Vitamina D




 http://www.kosvi.com/courses/vpat5200/injury/pigments/images/f
 10424a.jpg
Fig. 22. Lâmina histológica de rim de
cachorro com hipervitaminose D.
Vitamina D

5. Fontes

 A vitamina D é estocada no fígado, o que faz com

 que este órgão seja boa fonte.

 É encontrada em pequenas quantidades na

 manteiga, gema de ovo e fígado e em grande
 quantidade no óleo de fígado de peixes como
 bacalhau e atum.
Vitamina D




http://runnersworld.abril.com.br/materias/vitamina/box.jpg

                 Fig.23. Fontes de vitamina D
Vitamina D




http://www.ideiasvip.com/wp-
content/uploads/2011/06/vitamina-d-1.jpg




    Fig.24 e 25. Fontes de                 http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9G
                                           cQxaVSpkqtf3t3vxrTxGhzoa9e9eftDQc3p
    vitamina D2 e D3                       OdojDbr47ivh56KIL9ZOLURiXg
Vitamina E
1. Estrutura
 Compostos
  assemelhados entre si
  conhecidos      como
  tocoferóis;
                               http://static.infoescola.com/vitamina-E-alfa-
                               tocoferol
 Variam   somente no     Fig.26. Alfa-tocoferol
 número e posições de
 radicais metila;

 Foram  nomeados em
 ordem de sua atividade
Vitamina E




  http://dlgazzoni.sites.uol.com.br/alimen7.gif
Fig. 27. Fórmula estrutural dos tocoferóis
Vitamina E

2. Função
 Principal função:antioxidante;
 As     vitaminas    E     e    C agem
  sinergisticamente em suas funções
  antioxidantes;




             http://www-users.york.ac.uk/~chem77/graph/vitce.gif
               Fig. 28. Vitamina C e E na remoção de radicais livre
Vitamina E




http://www.doctortipster.com/wp-
content/uploads/2011/09/Beneficial-Effects-Of-Vitamin-E1.jpg
Fig. 29. Funções da vitamina E no organismo humano
Vitamina E

Outras funções:




Fig. 30.Vitamina E protege células neuronais do processo degenerativo
Vitamina E




Fig. 31. Suplementos de vitamina E diminuem a neurotoxicidade
do tratamento quimioterápico
Vitamina E

3. Avitaminose

 Ruptura das células vermelhas do sangue.

 Ataxia;

 Deficiências neuromiopáticas;

 Em bebês prematuros, pode causar retinopatia.
Vitamina E




Fig. 32. Deficiência crônica de vitamina E
Vitamina E

4. Hipervitaminose
 Interfere no efeito da
 vitamina K;
 Fadiga

 Dor de cabeça

 Náusea

 Visão borrada            http://www.nutritionist-world.com/blog/
                           Fig. 33. Fadiga

 Diarréia
Vitamina E

5. Fontes
 Germe de trigo, óleo de
  soja, arroz, algodão, milho, girassol, gema de
  ovo, vegetais folhosos, legumes, nozes.




    http://t1.gstatic.com/images
                                                   http://www.informacaonutricional.n
                                                   et

                         Fig. 34 e 35. Fontes de vitamina E
Vitamina K
1. Estrutura
 As vitaminas K que
  ocorrem
  naturalmente são:
   K1 (filoquinona)
    nas verduras
   K2 (menaquinona)
    produzida pela
    flora intestinal. http://1.bp.blogspot.com
                              Fig. 36. Fórmulas estruturas das formas
                              mais abundantes de vitamina K
Vitamina K

2. Função

 Manutenção de

 algumas proteínas da
 cascata da
 coagulação;

 Síntese de proteínas   http://www.ehu.es/biomoleculas/lipidos/jpg/vitaK2.gif
                           Fig. 37. Vitamina K na
 ósseas, plasmáticas e     coagulação

 renais.
Vitamina K
Outras funções:




     Fig. 38. Vitamina K1 no retardo da osteoporose
Vitamina K




Fig. 39. Vitamina K na prevenção de fraturas
Vitamina K




  http://www.online.unisanta.br/2005/08-13/saude-2.htm
Fig. 40. Vitamina K na prevenção de hemorragia em neonatos
Vitamina K




   http://menaq7.com/images/f/subpages/chart_rotterdam_study.jpg
Fig. 41. Diminuição do risco de doenças
cardiovasculares pelo acréscimo de vitamina K2 na
dieta
Vitamina K

3. Avitaminose

 Deficiência na

 coagulação
 sanguínea
   Hemorragias
                    http://www.italiagigliotti.com/med/Golja
   subcutâneas      n%20Review/Goljan%20Pathology%2
                    0Slides/9/nutrition%201_files/Nut009.j
                    pg
                      Fig.42. Hemorragia
   Síndrome
                      cutânea por deficiência
                      de vitamina K
   hemorrágica do
   neonato;
Vitamina K


                            Fig. 43. Criança com
                            deficiência em
 http://www.pediatriconca
 ll.com/cgi_bin/Vitamin%    vitamina K
 20K%20deficiency.jpg




Fig. 44. Cérebro de neonato comhttp://www.italiagigliotti.com/med
Síndrome Hemorrágica do Neonato.
Vitamina K
4. Hipervitaminose
 Dispnéia, rubor, dore
  s no tórax (na injeção
  intravenosa de
  vitamina K1).
                           https://lh5.googleusercontent.com/-
                           vGobAgoHMy8/TW6cjmZs3fI/AAAAAAA
 Hiperbilirrubinemia      AA9A/LTX454LmJaE/s400/ictericia+neon
                           atal.jpg
 em recém-nascidos         Fig. 45. Neonato
                           apresentando
 (cujas mães foram         hiperbilirrubinemia
 tratadas com
 vitamina K3).
Vitamina K
5. Fontes
 Em grandes proporções
  no fígado de
  porco, alface, couve-
  flor, espinafre, repolho

 Em menor proporção
 nos cereais, como o          http://www.buzzle.com/img/articleImages/2741
                              48-924-59.jpg
 trigo e a aveia.            Fig. 46. Fontes de vitamina
                             K
Vitamina K




http://4.bp.blogspot.com/_JRXcPp-
7ts4/TMccpK8YosI/AAAAAAAAAAU/SEOGihioKYc/s1600/K.jpg


        Fig. 47.Fontes de vitamina K
Relembrando
!




    http://www.camep.com.br/images/vitaminas_3.jpg
http://www.camep.com.br/images/vitaminas_3.jpg
Referências Bibliográficas
 BAYNES, J. W. & DOMINICZAK, M. H.
 Bioquímica Médica. 2º Ed. Rio de Janeiro:
 Elsevier, 2007.

 Geleijnse JM, Vermeer C, Grobbee
 DE, Schurgers LJ, Knapen MH, van der Meer
 IM, Hofman A, Witteman JC. Dietary intake of
 menaquinone is associated with a reduced risk of
 coronary heart disease: the Rotterdam Study. J
 Nutr. 2004;134(11):3100-5.

 NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger
 Princípios de Bioquímica. 4º Ed. São Paulo:
 Sarvier, 2007.
Referências Bibliográficas
 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC190
  8403/?tool=pubmed. Acessado em 01/11/2011
 http://archinte.ama-
  assn.org/cgi/content/abstract/166/12/1256.
  Acessado em 01/11/2011
 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22019791.
  Acessado em 01/11/2011
 http://www.jcojournal.org/content/21/5/927.short.
  Acessado em 02/11/2011
Obrigada!

Vitaminas lipossoluveis

  • 1.
    UNIVERSIDADE DO ESTADODO AMAZONAS FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DISCIPLINA BIOQUÍMICA TURMA 2 VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS Paula Andressa Oliveira
  • 2.
    Conceitos Básicos  Vitaminas:nutrientes essenciais  Não possuem funções estruturais nem energéticas  Pequena concentração no corpo  Ação como hormônios, catalizadores e outros reguladores metabólicos  Compostos orgânicos com estrutura química variada
  • 3.
    Conceitos Básicos  Doistipos de acordo com a solubilidade:  Hidrossolúveis  Lipossolúveis  Provitaminas  Precursores de vitaminas  Antivitaminas  Antagonistas metabólicos
  • 4.
    Vitaminas lipossolúveis  Sãodissolvidas e armazenadas no tecido adiposo;  O fígado armazena as vitaminas A, D e K.  A vitamina E se distribui por todo o tecido adiposo;  Em caso de hipervitaminose, são mais tóxicas;
  • 5.
    Vitaminas lipossolúveis http://www.camep.com.br/images/vitaminas_3.jpg Fig. 1 Formas de aquisição de vitaminas.
  • 6.
    Vitamina A 1.Estrutura  Representada por três moléculas Fig. 3. Trans-retinal biologicamente ativas, retinol, retina l e ácido retinóico; Fig. 4. Retinol Fig. 2. Ác. retinóico http://static.infoescola.co m
  • 7.
    Vitamina A  Carotenos Metabolismo dos carotenos  Conversão de cada molécula de beta-caroteno em http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/vita 2 moléculas de minas/images/vitaminas_retinol.jpg retinol de retinol. Fig. 5 Conversão de β-caroteno em reti
  • 8.
  • 9.
    Vitamina A 2. Função Retinol  Atua como hormônio;  Antioxidante;  É uma pró-vitamina: precursora do retinal e ác. retinóico;
  • 10.
    Vitamina A  Ácidoretinóico  Ativação de genes envolvidos em processos iniciais da embriogênese  Diferenciação das tres camadas germinativas,  Organogenia  Desenvolvimento dos membros.  Retinal  Grupamento sensível à luz na rodopsina responsável pela visão
  • 11.
  • 12.
    Vitamina A 3. Avitaminoses Cegueira noturna;  Queratinização dos tecidos epiteliais dos olhos (xeroftalmia), pulmões, trato gastrointestinal, etc;  Redução da secreção mucosa;  Há aumento na susceptibilidade a infecções.
  • 13.
    Vitamina A http://www.noticiasmedicas.es/medicina/content_ima ges/1/cataratas%20en%20paciente%20mauritano.jp g http://3.bp.blogspot.com/_DDCIeKjLjYI/TDz1gyplUPI/AAAAAAA ACLs/zgRYZIDfo78/s1600/tema_7_clip_image002_0000.jpg Fig. 8 e 9. Pacientes apresentando xeroftalmia
  • 14.
  • 15.
    Vitamina A 4. Hipervitaminose Dor de cabeça;  Ressecamento da pele;  Perda de cabelos;  Aumento do baço e http://www.mindovermenopause.co m/wp- fígado; content/uploads/2010/03/headache .jpg Fig. 11. Cefaléia  Dor nas juntas.
  • 16.
    Vitamina A Fig.12. Relaçãoentre a hipervitaminose A infantil e inibição do crescimento de células da medula óssea
  • 17.
    Vitamina A http://download.imaging.consult.co m/ic/images/S1933033207760238 http://download.imaging.consult.co /gr14-midi.jpg m Fig. 14 : Hipervitaminose Fig. 13. Vista A: alterações da metáfise posterior de um e da epífise. joelho normal em criança de 12 anos
  • 18.
    Vitamina A 5. Fontes Alimentos de origem animal (leite, ovos, fígado).  Os vegetais folhosos verde-escuros , vegetais e frutas amarelo-alaranjados. http://grupiv.files.wordpress.com/2009/11/vita mina_a-1interna1.jpg Fig. 15. Fontes de vitamina A
  • 19.
    Vitamina D 1. Estrutura Derivam do ciclopentano- perhidrofenantreno  Tecidos vegetais : D2 (ergocalciferol)  Tecidos animais :D3 (colecalciferol) http://static.infoescola.com Fig. 16. Fórmula estrutural das vitaminas D2 e
  • 20.
    Vitamina D  Precursoresdessas vitaminas:  Provitamina D2: ergosterol  Provitamina D3: 7- deshidrocolesterol  Conversão em vitamina D após radiação solar  Compostos formados são denominados secoesteróides  As vitaminas D2 e D3 são hidroxilados no fígado em 1,25-dihidroxivitamina D (calcitriol) – forma ativa.
  • 21.
    Vitamina D http://medlibes.com Fig.17. Metabolismo da vitamina D2 e D3 em sua forma ativa
  • 22.
    Vitamina D 2. Função Hormônio esteróide  expressão de genes específicos após interação com seu receptor intracelular  Homeostasia do cálcio e fosfato.
  • 23.
    Vitamina D http://medlibes.com/uploads/Screen%20shot%202010-07- 31%20at%208.26.05%20PM.png Fig. 18. Metabolismo das vitaminas D2 e vitamina D3 e as funções da forma ativa no organismo humano.
  • 24.
    Vitamina D 3. Avitaminose Nível de cálcio e fósforo no sangue decresce, causando problemas nos ossos  raquitismo nas crianças  osteomalácia (mineralização deficiente dos ossos) nos adultos.
  • 25.
    Vitamina D http://www.ferato.com/wi ki/images/2/2b/2008121 2_mgb_Raquitismo_.jpg Fig. 19.Criança com raquitismo http://www.moondragon.org/health/graphics/ricketsosteomalacia.j pg Fig. 20. Raquitismo e osteomalácia
  • 26.
    Vitamina D Fig. 21.Pesquisas recentes relacionam a deficiência em vitamina D com o risco de diabetes em crianças obesas
  • 27.
    Vitamina D 4. Hipervitaminose Excesso de cálcio no sangue (hipercalcemia)  Excesso de cálcio na urina (hipercalciuria)  Sede excessiva (polidipsia)  Aumento da pressão sanguínea  Perda de grande quantidade de urina (poliuria)
  • 28.
    Vitamina D http://www.kosvi.com/courses/vpat5200/injury/pigments/images/f 10424a.jpg Fig. 22. Lâmina histológica de rim de cachorro com hipervitaminose D.
  • 29.
    Vitamina D 5. Fontes A vitamina D é estocada no fígado, o que faz com que este órgão seja boa fonte.  É encontrada em pequenas quantidades na manteiga, gema de ovo e fígado e em grande quantidade no óleo de fígado de peixes como bacalhau e atum.
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  • 31.
    Vitamina D http://www.ideiasvip.com/wp- content/uploads/2011/06/vitamina-d-1.jpg Fig.24 e 25. Fontes de http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9G cQxaVSpkqtf3t3vxrTxGhzoa9e9eftDQc3p vitamina D2 e D3 OdojDbr47ivh56KIL9ZOLURiXg
  • 32.
    Vitamina E 1. Estrutura Compostos assemelhados entre si conhecidos como tocoferóis; http://static.infoescola.com/vitamina-E-alfa- tocoferol  Variam somente no Fig.26. Alfa-tocoferol número e posições de radicais metila;  Foram nomeados em ordem de sua atividade
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    Vitamina E http://dlgazzoni.sites.uol.com.br/alimen7.gif Fig. 27. Fórmula estrutural dos tocoferóis
  • 34.
    Vitamina E 2. Função Principal função:antioxidante;  As vitaminas E e C agem sinergisticamente em suas funções antioxidantes; http://www-users.york.ac.uk/~chem77/graph/vitce.gif Fig. 28. Vitamina C e E na remoção de radicais livre
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  • 36.
    Vitamina E Outras funções: Fig.30.Vitamina E protege células neuronais do processo degenerativo
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    Vitamina E Fig. 31.Suplementos de vitamina E diminuem a neurotoxicidade do tratamento quimioterápico
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    Vitamina E 3. Avitaminose Ruptura das células vermelhas do sangue.  Ataxia;  Deficiências neuromiopáticas;  Em bebês prematuros, pode causar retinopatia.
  • 39.
    Vitamina E Fig. 32.Deficiência crônica de vitamina E
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    Vitamina E 4. Hipervitaminose Interfere no efeito da vitamina K;  Fadiga  Dor de cabeça  Náusea  Visão borrada http://www.nutritionist-world.com/blog/ Fig. 33. Fadiga  Diarréia
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    Vitamina E 5. Fontes Germe de trigo, óleo de soja, arroz, algodão, milho, girassol, gema de ovo, vegetais folhosos, legumes, nozes. http://t1.gstatic.com/images http://www.informacaonutricional.n et Fig. 34 e 35. Fontes de vitamina E
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    Vitamina K 1. Estrutura As vitaminas K que ocorrem naturalmente são:  K1 (filoquinona) nas verduras  K2 (menaquinona) produzida pela flora intestinal. http://1.bp.blogspot.com Fig. 36. Fórmulas estruturas das formas mais abundantes de vitamina K
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    Vitamina K 2. Função Manutenção de algumas proteínas da cascata da coagulação;  Síntese de proteínas http://www.ehu.es/biomoleculas/lipidos/jpg/vitaK2.gif Fig. 37. Vitamina K na ósseas, plasmáticas e coagulação renais.
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    Vitamina K Outras funções: Fig. 38. Vitamina K1 no retardo da osteoporose
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    Vitamina K Fig. 39.Vitamina K na prevenção de fraturas
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    Vitamina K http://www.online.unisanta.br/2005/08-13/saude-2.htm Fig. 40. Vitamina K na prevenção de hemorragia em neonatos
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    Vitamina K http://menaq7.com/images/f/subpages/chart_rotterdam_study.jpg Fig. 41. Diminuição do risco de doenças cardiovasculares pelo acréscimo de vitamina K2 na dieta
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    Vitamina K 3. Avitaminose Deficiência na coagulação sanguínea  Hemorragias http://www.italiagigliotti.com/med/Golja subcutâneas n%20Review/Goljan%20Pathology%2 0Slides/9/nutrition%201_files/Nut009.j pg Fig.42. Hemorragia  Síndrome cutânea por deficiência de vitamina K hemorrágica do neonato;
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    Vitamina K Fig. 43. Criança com deficiência em http://www.pediatriconca ll.com/cgi_bin/Vitamin% vitamina K 20K%20deficiency.jpg Fig. 44. Cérebro de neonato comhttp://www.italiagigliotti.com/med Síndrome Hemorrágica do Neonato.
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    Vitamina K 4. Hipervitaminose Dispnéia, rubor, dore s no tórax (na injeção intravenosa de vitamina K1). https://lh5.googleusercontent.com/- vGobAgoHMy8/TW6cjmZs3fI/AAAAAAA  Hiperbilirrubinemia AA9A/LTX454LmJaE/s400/ictericia+neon atal.jpg em recém-nascidos Fig. 45. Neonato apresentando (cujas mães foram hiperbilirrubinemia tratadas com vitamina K3).
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    Vitamina K 5. Fontes Em grandes proporções no fígado de porco, alface, couve- flor, espinafre, repolho  Em menor proporção nos cereais, como o http://www.buzzle.com/img/articleImages/2741 48-924-59.jpg trigo e a aveia. Fig. 46. Fontes de vitamina K
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    Relembrando ! http://www.camep.com.br/images/vitaminas_3.jpg
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    Referências Bibliográficas  BAYNES,J. W. & DOMINICZAK, M. H. Bioquímica Médica. 2º Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.  Geleijnse JM, Vermeer C, Grobbee DE, Schurgers LJ, Knapen MH, van der Meer IM, Hofman A, Witteman JC. Dietary intake of menaquinone is associated with a reduced risk of coronary heart disease: the Rotterdam Study. J Nutr. 2004;134(11):3100-5.  NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger Princípios de Bioquímica. 4º Ed. São Paulo: Sarvier, 2007.
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    Referências Bibliográficas  http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC190 8403/?tool=pubmed. Acessado em 01/11/2011  http://archinte.ama- assn.org/cgi/content/abstract/166/12/1256. Acessado em 01/11/2011  http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22019791. Acessado em 01/11/2011  http://www.jcojournal.org/content/21/5/927.short. Acessado em 02/11/2011
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