SlideShare uma empresa Scribd logo
1



       ANÁLISE DAS ALTERNATIVAS DE
             INVESTIMENTOS



Deve selecionar um bom número de alternativas de soluções
que serão estudadas.

Para cada uma delas deverá ser elaborado um quadro que
mostre (em todos os períodos) o tempo de:

   duração do projeto;

   As Receitas e

   As Despesas.



O processo de elaboração de seleção dos projetos
normalmente é constituído de 3 fases:


a)Discussão dos objetivos do empreendimento e
levantamento dos dados necessários;
b)Processamento dos dados obtidos para o período de
tempo estimado; e
c)Análise dos resultados e tomada de decisão.

A fase c é o enfoque do nosso curso.


            ORÇAMENTO DE CAPITAL
2




Investimentos em projetos cujos benefícios estende-se por
determinado período de tempo.

Todo projeto deve ser avaliado em função do seu
RETORNO.

   Aquisições de equipamentos;
   Investimentos para lançamento de nossos produtos;

Diariamente muitos setores     da   empresa   demandam
investimento de capital.

Se o Retorno do Investimento for menor que o Custo do
Capital, a empresa estará reduzindo o seu valor, pois os
seus rendimentos estarão menores.




         CUSTOS DE OPORTUNIDADES
3




Imagine um empresário que possua um capital de
R$100.000,00, aplicados normalmente a uma taxa anual de
15% (a .a.).

Dispõe de um projeto para aplicação desse capital, que lhe
renderá 25% a.a. .

Caso decida manter o capital aplicado e não investir em
aplicação de risco, o seu custo de oportunidade, nesse caso
será de:

    25% a.a. - 15% a.a. = 10% a.a.
Não estará perdendo, mas deixando de ganhar.




         ENGENHARIA ECONÔMICA
4



   É importante para todos que precisam decidir sobre
    propostas tecnicamente corretas;

   Os fundamentos podem ser utilizados por qualquer tipo de
    empresa, inclusive privadas e estatais;

   Todo fundamento se baseia na Matemática Financeira, que
    se preocupa com o valor do dinheiro no tempo.


Exemplos:

   Efetuar o transporte de materiais manualmente ou comprar
    correia transportadora;

   Embalar o produto em sacos valvulados de 50Kg ou
    retilizar “bags” de 1.200 Kg;

   Substituição de equipamentos obsoletos;

   Adquirir um carro à vista ou à prazo.




                   PRINCÍPIOS BÁSICOS


   Devem haver alternativas de investimento;
5




   As alternativas devem ser expressas em dinheiro (valores
    monetários);

   Só as alternativas diferentes são relevantes;

   Sempre será considerado o valor do dinheiro no tempo;

   O passado geralmente não é considerado;

   A afirmação “não posso estimar este carro por menos
    de R$ 10.000,00 porque gastei isto com ele em oficina”
    não faz sentido;

   O que interessa é o valor de mercado.




    CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO DE UM PROJETO


1 - Critério Financeiro: disponibilidade de recursos;
6



2 - Critério Econômico: rentabilidade do investimento;
3 - Critérios Imponderáveis: fatores não mensuráveis em
dinheiro.




FERRAMENTA PRINCIPAL : MATEMÁTICA
          FINANCEIRA
7




      IMPORTANTE : “Não se soma ou subtrai
      quantias em dinheiro, que não estejam na mesma
      data”.




       FLUXO DE CAIXA (Representação Gráfica)

             Entradas (Receitas)             Valor Residual
                                             (+)


  0

                                              (-)




                                 SAÍDAS
INVESTIMENTO        (despesas operacionais, manutenção, etc...)




                      CUSTOS
                       NOÇÕES



CUSTO:
8



   Gasto incorrido na Fabricação do Produto.
   A Fabricação de um produto gera estoques reconhecidos
    no balanço.
   É um gasto estocável.


DESPESA:

   Gastos no período, não tendo participação na fabricação
    do produto.
   Não é estocável.


PERDAS:


   Constituem-se em reduções do valor patrimonial; neste
    caso incluem-se as destruições de bens ocorridos na
    empresa.




         CONTABILIDADE FINANCEIRA (Geral):


   Diário; razão.
   Balancetes; balanços e demonstração de resultados.
9



ENFOQUE: Apuração do resultado dos produtos.



          CONTABILIDADE GERENCIAL:

   Relatório de análise por produto
   Principal objetivo: tomada de decisões

ENFOQUE: Custos relacionados a desempenho.


    CONTABILIDADE POR RESPONSABILIDADE


   ÁREAS DE RESPONSABILIDADE.
   CENTROS DE RESPONSABILIDADE.

ENFOQUE : Custos relacionados a controle(Previsto   x Realizado)



                         CUSTOS:

1 - Classificação quanto ao produto:

         Direto
         Indireto


2 - Classificação quanto ao volume da produção:
10



        Variáveis
        Fixos
        Semi-variáveis
        Semi-fixo


3 - Classificação quanto a controlabilidade:

        Controláveis
        Não controláveis


Ex.: Mat. Prima = direto; variável; controlável
     MOD.   =    ?




4 - CUSTOS COMUNS
    CUSTOS CONJUNTOS

5 - Custos Irrelevantes (Sunk Cost)

6 - Custo Oportunidade (opportunity costs)




           COMPONENTES DE CUSTOS
11




         MATÉRIA PRIMA

         M.O D.

         C.I.F.




             SISTEMAS DE CUSTOS



1 - Custo por encomenda

2 - Custo por processo de produção

3 - Custeio Direto

4 - Custeio por Absorção
12



5 - Custo Padrão

6 – Custeio ABC




CUSTO VARIÁVEL:

É Fixo no unitário e Variável no Total.


CUSTO FIXO:

É Fixo no total e Variável no Unitário.

SEMI-VARIÁVEL: (Método do Ponto Maior Ponto Menor)
Exercício: Cia Serrana
13




EXERCÍCIO


             COMPANHIA SERRANA
 A Cia Serrana apurou os seguintes custos relativo a dois
meses em que a atividade apresentou o maior e o menor
volume de produção.

                      4.000 unid.            6.000 unid.
   Mat. Prima     R$ 12.000,00          R$ 18.000,00
   Seguros        R$ 1.500,00           R$ 1.500,00
   Manutenção     R$ 2.400,00           R$ 3.000,00
   M.O D.         R$ 14.000,00          R$ 21.000,00
   M. O Ind.      R$ 4.000,00           R$ 4.000,00
   Luz e Força    R$    800,00          R$ 1.000,00
   Depreciação    R$ 3.200,00           R$ 3.200,00
14



   Aluguel da Fáb.   R$    600,00                        R$    600,00
   Outros custos Ind R$ 1.200,00                         R$ 1.600,00
                      R$ 39.700,00                        R$ 53.900,00
   Pede-se:

   a)Classificar os custos em fixos, variáveis e semi-variáveis.
   b)Identificação da parcela de custos fixos e variáveis,
   utilizando-se do método do PONTO MAIOR PONTO
   MENOR.
   c)Cálculo do Ponto de Equilíbrio em Unidades,
   considerando-se o preço de venda unitário de R$ 12,00.
   d)Qual o preço a ser estipulado ao nível de 6.000 unid. para
   que a empresa atinja um lucro de R$ 4.300,00?
   e)Qual o lucro correspondente ao nível de 6.000 unid. ao
   preço de vendas de R$ 12,00?

                              CIA SERRANA
                                     (SOLUÇÃO)


   a)Identificação dos Custos.
   b)Distribuição dos Custos Fixos e Variáveis (Método do
   Ponto Maior Ponto Menor)

       DESCRIÇÃO                        4.000                      6.000
                                        unid                       unid
                             CV          CF        CT      CV       CF        CT
Mat. Prima                  12.000               12.000   18.000            18.000
Seguros                                 1.500     1.500            1.500     1.500
Manutenção                   1.200      1.200     2.400    1.800   1.200     3.000
M.O D.                      14.000               14.000   21.000            21.000
M.O I.                                  4.000     4.000             4.000    4.000
Luz e Força                   400         400       800     600       400    1.000
Depreciação                             3.200     3.200             3.200    3.200
Aluguel                                   600       600              600       600
Outros custos Ind.             800        400     1.200    1.200      400    1.600
TOTAL                       28.400     11.300    39.700   42.600   11.300   53.900
Custo Variável UNIT.(Cvu)
                             7.10                          7.10
15




Pe = CF    = 11.300 = 2.306
    PV-Cvu  12-7,10


N = CF + Q.Cv. + L = 11300+6000.7,10+4300 = R$ 9,70
          Q                 6.000

Lucro = Q.Pv - (CF + Q.Cvu) = 6000.12, - (11300+6000.7,10) =
= R$ 18.100,00




IDENTIFICAÇÃO DOS CUSTOS:

FIXOS: Seguros; M.O. ind.; Depreciação; Aluguel da Fábrica.

VARIÁVEIS: Mat. Prima; M. O. D.

SEMI-VARIÁVEIS: Manutenção; Luz e Força; Outros custos
Ind. .
16




          MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

CONCEITOS:
   Contribuição para o lucro.
   Contribuição para cobrir o Custo Fixo e proporcionar Lucro.
   Contribuição para Custo Fixo.
   Saldo Marginal
   Receita Marginal
   Lucro Marginal

Ex.: Preço de Venda (unit)          R$ 100,00
     (-) Custo Variável (unit)      R$ 40,00
     Margem de Contribuição         R$ 60,00

Cada R$ 1,00 de venda contribui com R$ 0,60, ou cada
unidade vendida contribui com R$ 60,00 para cobrir o total do
CUSTO FIXO DA EMPRESA; e, se possível, - conforme o
volume de unid. produzidas ou vendidas - Também
proporcionar Lucro.
17




 DEMONSTRAÇÃO MARGINAL DA CONTA DE
         LUCROS E PERDAS




Vendas: 600 unid. a R$ 100,00             R$ 60.000,00
(-)Custo Variável: 600 unid. a R$ 40,00   R$ 24.000,00
Margem de Contribuição                    R$ 36.000,00
(-)Custo Fixo                             R$ 30.000,00
Lucro Líquido (LAJIR)                     R$ 6.000,00
18




              INDICE DO CUSTO VARIÁVEL



É a porcentagem do Custo Variável Unitário em relação ao
Preço de Venda Unitário.

Cvu   = R$ 40     x 100 = 40%
Pvu     R$ 100

         ou


CVT = 24.000 x 100 = 40%
PVT   60.000

Subtraindo-se de 100% o índice do CV, que no caso é 40%,
obtêm-se 60% que é o ÍNDICE DA MARGEM DE
CONTRIBUIÇÃO.
19




INDICE DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO =
Mcu = Preço Venda - Cvu = 100 - 40 x 100 = 60%
Pvu         Pvu            100


        ou então


= RT - CVT = 60.000 - 24.000 x 100 = 60%
     RT           60.000
20




                PONTO DE EQUILÍBRIO
                            (em unid.)

    PE = CF = 30.000 = 500 unid.
         MCu   60

    Se multiplicarmos 500 unid. R$ 100  RT = 50.000, que é o
    Volume Monetário da Receita no Ponto de Equilíbrio.

    PE$ = CF       = 30.000 = 50.000,
         Índice MC    0.6
                                              RT   Margem de
                                                   Contribuição
y
                                                   CT
                                     Lucro

                                                          CV

                     PE




                                                            CF
21




                                                                       x

                     500       600              1000

                Unidades do Produto
              COMPANHIA PROGRESSO


É o seguinte o comportamento dos custos da Cia. Progresso,
com relação aos produtos x e y.


Produto x

Vendas ( 1.000 unid. a R$ 200,00)                 R$ 200.000,00
(-) Custos Variáveis ( 1.000 unid. a R$ 80,00 )   R$ 80.000,00
= Margem Contribuição ( 1.000 unid. a R$ 120,00 ) R$ 120.000,00


Produto y
Vendas ( 1.000 unid. a R$ 200,00 )               R$ 200.000,00
(-) Custos Variáveis ( 1.000 unid. a R$ 120,00 ) R$ 120.000,00
= Margem Contribuição ( 1.000 unid. a R$ 80,00 ) R$ 80.000,00

Pede-se:

a) Uma análise do efeito lucro para um crescimento de 20%
nas vendas de cada um dos produtos.
22



b) Explique os resultados encontrados com base no conceito
de Margem de Contribuição. O Custo Fixo do período é de
R$ 150.000,00.




            COMPANHIA PROGRESSO

SOLUÇÃO:
23




     ANÁLISE DA SENSIBILIDADE DO P.E.



   Aumento do Pvu       PE c a i 

   Diminuição do Pvu    PE sobe 

   Aumento do Cvu       PE sobe 

   Diminuição do Cvu    PE cai   

   Aumento do CFT       PE sobe 

   Redução do CFT       PE cai   



CONCLUSÃO: O PE varia da direção oposta das
Varianças do Preço de Venda e na mesma direção das
Varianças de Custo.
24




   MARGEM DE SEGURANÇA
           (MS)




MS = VENDAS PREVISTAS - VENDAS NO PE
         VENDAS PREVISTAS
25




        ALAVANCAGEM OPERACIONAL


Suponha que a CIA MULTINACIONAL DA SILVA vendeu no
ano 199x    1.000 unid. de seu produto, nas seguintes
condições:


   Preço de Venda Unitário          R$    10.00
   Custo Fixo Total                 R$ 2.500,00
   Custo Variável Unitário          R$     5,00


Calcular:       A receita total.
                O custo variável total.
                O Lajir



SOLUÇÃO:

RT = R$ 10.00 x 1.000 =        R$ 10.000,00
CVT = R$ 5.00 x 1.000 =        R$ 5.000,00
CFT =                          R$ 2.500,00
LAJIR                          R$ 2.500,00
26




Supondo um acréscimo de vendas de 100 unid., calcule o
LAJIR.

RT = R$ 10.00 x 1.100 =   R$ 11.000,00
CUT = R$ 5,00 x 1.100 =   R$ 5.500,00
CFT =                 =   R$ 2.500,00
LAJIR=               =    R$ 3.000,00




ACRÉSCIMO  DE  10%  NAS  VENDAS
CORRESPONDE 20% DE ACRÉSCIMO NO
LUCRO.
27




Supondo uma redução de vendas de 100 unid. calcule
novamente o LAJIR.


RT = R$ 10.00 x 900 =R$ 9.000,00
CVT = R$ 5.00 x 900 = R$ 4.500,00
CFT =               = R$ 2.500,00
LAJIR =             = R$ 2.000,00


   Redução de 10% nas vendas  Redução de 20% de Lucro



      ALAVANCAGEM OPERACIONAL

Pode ser definida como a variação percentual do LAJIR em
relação à variação percentual nas vendas.



GAO = Grau de Alavancagem Operacional



         GAO =     % LAJIR         = 20% = 2
                   % VENDAS          10%
28



Critérios de Escolha entre
ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS



Vamos considerar a situação abaixo, em que tivéssemos que
optar entre os seguintes projetos:


  PROJETO      INVESTIMENTOS Futuras Receitas      Líquidas Anuais
                                       ANO I             ANO II
      A        R$ 1.000.000,00   R$ 1.000.000,00           -
      B        R$ 1.000.000,00   R$ 1.000.000,00   R$ 110.000,00
      C        R$ 1.000.000,00   R$   400.000,00   R$ 800.000,00
      D        R$ 1.000.000,00   R$   600.000,00   R$ 600.000,00


Podemos notar que se trata de uma situação em que
projetos com os mesmos custos geram diferentes fluxos.

Mesmo não aplicando qualquer método de avaliação
podemos notar - examinando os Fluxos de Caixa - que como
todas as alternativas apresentam o mesmo investimento
inicial, certos projetos são preferíveis a outros.
Desta forma , o projeto B é mais atraente que o projeto A, e o
projeto D é - também - mais desejável que o projeto C.
29




Portanto, podemos afirmar que -De uma maneira
geral- a presença de Taxas de Juros Positivos
faz com que haja uma preferência generalizada
em recebermos uma mesma soma Nominal de
Capital em uma data mais próxima daquela em
que nos encontramos.




Os métodos mais utilizados nas análises são:
30




a) Períodos de PAY-BACK
b) VPL - Valor Presente Líquido
c) Valor Anual Uniforme - VA ou           Custo   Anual
   Equivalente - CAE
d) TIR - Taxa Interna de Retorno
e) Análise Incremental
f) Alternativas com Vidas Diferentes
g) Existência de Restrições Financeiras
h) Alternativas com Vidas Perpetuas
i ) Operações de Arrendamento.




           PERÍODOS DE PLAY-BACK

Muito utilizado, mas possuindo limitações, não
enfocando corretamente os conceitos mais relevantes.

Seu conceito estabelece o nº de períodos necessários
para recuperar o capital investido, ignorando o valor do
dinheiro no tempo e o que ocorre após.


                           VALOR INVESTIMENTOS
Períodos de PAY-BACK =
                           VALOR DA PARCELA
31



VPL - Valor Presente Líquido ou

VAL - Valor Atual Líquido


A Partir deste ponto, os critérios utilizados para analisar
e avaliar méritos e alternativas para investimento,
apresentam como principal característica a Variação do
Dinheiro no tempo.Isto evidencia a necessidade de
utilizar uma taxa de juros.

A questão é: qual taxa deveremos empregar


TMA - TAXA MÍNIMA DE ATRATIVIDADE

É a taxa a partir da qual o investidor considera que está
obtendo ganhos financeiros.

O método do VPL - caracteriza-se, essencialmente, pela
transferência para o instante presente de todas as
variações de caixa esperadas, descontadas à taxa
mínima de atratividade.

Em outras palavras, seria o transporte para a data
zero de um diagrama de Fluxo de Caixa, de todos os
recebimentos e desembolsos esperados, descontados à
taxa de juros considerado.
Se o valor presente for positivo, a proposta de
investimento é atrativa, e quanto maior o valor positivo,
mais atrativa é a proposta.

Se o Valor Presente for positivo a proposta de
investimentos, e, quanto maior o Valor positivo, mais
atrativa é a proposta.
32




                                Dado:

               1   2       3                    n

                                Fluxo Previsto




                            Obter:


          VPL

                1   2   3                 n



                    Fluxo Equivalente




Exercício:
33



Numa análise realizada em determinada empresa, foram
detectados custos operacionais excessivamente elevados
numa linha de produção, em decorrência de utilização de
equipamentos velhos e absolutos.

Os Engenheiros responsáveis pelo problema propuseram à
gerência duas soluções alternativas. A 1ª consistindo numa
reforma geral da linha, exigindo investimentos estimados em
R$ 10.000,00, cujo resultado será uma redução anual de
custos igual a R$ 2.000,00, durante 10 anos, após os quais
os equipamentos seriam sucateados sem valor residual. A 2ª
proposição foi a aquisição de uma nova linha de produção no
valor de R$ 35.000,00 para substituir os equipamentos
existentes, cujo valor líquido de revenda foi estimado em R$
5.000,00. Esta alternativa deverá proporcionar ganhos de R$
4.700,00 por ano, apresentando, ainda, um valor residual de
R$ 10.705,00, após 10 anos.

Sabendo-se que a TMA para a empresa é de 8% a.a. qual
das alternativas deve ser preferida pela gerência




SOLUÇÃO:

Projeto a:
34




                    2.000,00



           1   2   3            9       10


 10.000,00



VPL= - 10.000 + 2.000  FRP (8%; 10) = 3.420,00

Projeto b:


5.000                   4.700                 10.705

                                     9        10


   35.000


VPL = - 35.000 + 5.000 + 4700  FRP (8%; 10) + 10705  FSP(8%;10)

VPL = 6.495,56

Ambos os projetos possuem VPL positivos, concluindo-se
que são atrativos. Nesse caso a opção deverá ser pelo
projeto de maior VPC

Se VPL for = , a TIR será = TMA
Como VPL   … TIR será  TMA


MÉTODO DO VALOR ANUAL UNIFORME (VA)

Este método caracteriza-se pela transformação dos fluxos de
caixa dos projetos considerados, em uma série uniforme de
35



pagamentos, indicando desta forma o valor do benefício
líquido, por período, oferecido pelas alternativas de
investimentos.


                  Dado:

     1 2    3                    n-1      n

                 Fluxo Previsto




                  obter

                    


                                       n-1 n

                 Fluxo Equivalente

Resolver o exercício anterior pelo método VA

Projeto a:

VA = 10000  FPR ( 8%;10) + 2.000 =
   = - 1379,90 + 2.000 = 620,10


Projeto b:


VA = - 35000  FRP (8%; 10) + 5.000  FPR(8%;10) +
      + 4700 + 10705  FSR (8%;10)
36


= - 35000 x 0,14903 + 5000 x 0,14903 + 4700 + 10705 x 0,06903

= - 5216,05 + 745,15 + 4700 + 738,97 = 968,07




MÉTODO DA TIR - TAXA INTERNA DE RETORNO


Por conceito, a TIR é a taxa de juros para a qual o Valor
Presente das receitas tornam-se iguais aos desembolsos.
Simplificando, significa que é a taxa que torna nulo o VPL do
projeto.
37




A TIR deve ser comparada com a TMA para a conclusão a
respeito da aceitação ou não do projeto. Uma TIR maior que
a TMA indica projeto atrativo. Se TIR menor que TMA, o
projeto analisado passa a não ser interessante.

Resolva o exercício anterior pelo método da TIR.




SOLUÇÃO:

Projeto a:

= 10000 + 2000 x FRP (i;10) =   ver na tabela FRP
(10anos) = 5
38



TIR = 15,1% a.a.


Projeto b:

-35.000+5000+4700 x FRP(i;10)+10705 x FSP(i;10) = 

Como sabemos que Projeto b possui  TMA e que TMA =
8%
calcularemos, primeiramente com taxa = 8% a.a.


TIR = -35.000+5000+4700 FRP(8%;10) + 10705  FSP(8%;10) = 

   = -35.000+5000+4700 x 6,710 +10705 x 0,4632=

   = -30.000+31.537+4958,56=

     = -30.000+36495,56 = 6.495,56  logo TIR  8% a 10%  =
=3.003,58  logo TIR  10%
          TIR = 12%




Diante dos resultados é importante elaborarmos a sua
análise e refletirmos sobre os mesmos:



 Alternativas         VPL           VAE                   TIR
Reforma         3.420,00       620,10             15,1%
Compra          6.495,56       968,07             12,0%
39




As duas taxas de Retorno dos projetos são superiores à
Taxa Mínima de Atratividade, portanto, são propostas
atrativas. Como a TIR da Reforma é maior que a alternativa
de compra, deveria ser dada preferência à 1ª, contrariando
os resultados obtidos pelos 2 métodos anteriores.

Entretanto o procedimento correto da análise indica que
deve-se fazer uma análise da TIR calculada para o fluxo da
diferença entre os investimentos das propostas.

No caso do exemplo, será melhor aplicar R$ 30.000          na
alternativa de compra obtendo um retorno de 12% a.a.       ou
será mais interessante investir R$ 10.000 na alternativa   de
reforma com um retorno de 15,1% e os R$ 20.000             de
diferença, aplicá-los à taxa mínima de atratividade




A análise incremental é um complemento necessário ao
método da TIR, principalmente quando os projetos são
mutuamente exclusivos, como nesse caso, e que responde a
este tipo de dúvida.

ANÁLISE INCREMENTAL PARA MÉTODO DA TIR


No caso de alternativas de investimento mutuamente
exclusivas deve-se examinar a TIR obtida no acréscimo de
iInvestimento de uma em relação à outra.
40




Sempre que esta taxa for superior à TMA, o acréscimo é
vantajoso, isto faz com que a proposta escolhida não seja
necessariamente a de maior TIR.

Entretanto, para proceder a Análise Incremental deve-se
certificar que os projetos tenham TIR maior que TMA.

Ex.:
Aplicando ao exercício anterior:

                      Projeto A        Projeto B        Diferença
Investimentos         10.000,          35.000 - 5000    20.000
Receitas Líquidas      2.000,          10 x 4700 +      10 x 2700
                                        1 x 10.705       1 x 10.705

TIR = - 20.000+2700.FRP (i ;10) + 10.705 . FSP (i ;10) = 10,68%




MÉTODO TIR - TAXA INTERNA DE RETORNO COM
FLUXOS DE CAIXA QUE APRESENTAM MAIS DE UMA
INVERSÃO DE SINAL

Na maioria dos fluxos de caixa há apenas uma inversão de sinal; isto
é, o investimento inicial (sinal negativo) geralmente resulta numa
sequência de rendas líquidas ou economias de custo (sinais positivos).
Esta situação normalmente leva a uma única solução.

Entretanto se ocorrer mais que uma inversão no sinal, surgirão outras
taxas de retorno. Em álgebra, a regra de sinais de descortes afirma
que poderá haver tantas raízes positivas, quantas são as mudanças na
direção do sinal do Fluxo de Caixa.
41




Para melhor entendimento, consideremos o Fluxo de Caixa abaixo:


                          10.000
1.600

          1                2



           10.000

O equacionamento que permite o cálculo das taxas é =

 = 1600 - 10000 x FSP (i; 1) + 10.000x FSP (i ; 2)




Resolvendo esta equação chega-se a resultados diferentes,
e de solução complexa.

Nesse caso, a solução apropriada para este tipo de problema
requer a consideração de uma taxa de juros auxiliar. Por
exemplo, para o fluxo anterior considera-se que os 1600 do
período  sejam reinvestidos a uma taxa auxiliar de 20% por
um período. A taxa auxiliar pode ser a TMA. Desta forma o
fluxo de caixa passará a ter apenas uma inversão de sinal,
conforme pode-se observar a seguir:


                                   10.000
42




                         1            2




               -10.000 + 1600 . (1+0,2) = 8.080

O equacionamento que permite o cálculo da taxa é:

 = - 8080 + 10.000 . FSP ( i; 1)

Resolvendo-se chega-se ao resultado de 23,76%




ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO
COM VIDAS DIFERENTES

Existem casos em que se torna necessário decidir entre
propostas    de   investimentos   cujos    horizontes   de
planejamento são diferentes. Por exemplo, considere a
comparação entre duas propostas com duração estimadas
de 6 a 12 anos. Como será aplicado o capital disponível
depois do término do projeto mais curto, durante o período
compreendido entre os términos de ambos os projetos

A solução válida para este problema requer que todas as
consequências das alternativas sejam levadas para um
horizonte de planejamento comum. Supõe-se, por exemplo,
43



que se admita a alternativa mais curta poder ser substituída
ao fim de 6 anos por uma outra idêntica.

O procedimento comumente adotado para o caso de vidas
diferentes é o seguinte:

 calcula-se o mínimo múltiplo comum das vidas das
  alternativas propostas;
 repete-se os fluxos tantas vezes, até atingir este tempo.

Desta maneira compara-se alternativas         de    diferentes
durações numa base temporal uniforme.

O método do VALOR ANUAL UNIFORME implicitamente já
considera a repetição         do investimento,    tornando
desnecessária a utilização do procedimento mencionado.




EXEMPLO:

Uma certa operação pode ser executada satisfatoriamente,
tanto pela máquina x, como pela máquina y.
Os dados pertinentes às duas alternativas são as seguintes:

                           MÁQUINA x       MÁQUINA y
 Custo Inicial             R$ 6.000    R$ 14.000
 Valor Residual                       20% do custo inicial
 Vida de serviço em anos         12              18
 Receitas Anuais           R$ 4.000    R$ 2.400

Comparar as alternativas, pelo método do VALOR
PRESENTE LÍQUIDO - VPL, supondo-se uma TMA =
12%a.a.
44




SOLUÇÃO:
. Fluxo de Caixa - Máquina x

                                R$ 4.000

               1   2      3                     11    12



     R$ 6.000

. Fluxo de Caixa - Máquina Y

                                                       2.800
                               2.400

                1   2                             17        18



     14.000




VPL da Máquina x = - 6000 + 4000 . FRP(12%; 12) =
                        = - 6000 + 24.777,50 = 18.777,50


VPL da Máquina y = - 14000 + 2400 FRP(12%;18) + 2800 .
.FSP(12%;18) =
= - 14000 + 17.399,21 + 364,11 = 3.763,32
45




EXISTÊNCIA DE RESTRIÇÕES FINANCEIRAS
Pode-se lidar com alternativas que são mutuamente exclusivas no
sentido de que apenas uma, das várias alternativas disponíveis, é
necessária para preencher uma determinada função, tornando todas as
outras supérfluas.

Outro tipo de exclusividade mútua, refere-se ao caso em que uma ou
mais das alternativas podem ser aceitas, mas devido à limitação dos
recursos de capital, nem todas podem ser aceitas. Chama-se a este
segundo caso de exclusividade mútua “Financeira”.

Geralmente a cada ano, as empresas elaboram uma relação de futuros
investimentos, denominada “Orçamento de Capital”. Um fato que
frequentemente ocorre nestas ocasiões é a limitação de recursos para
financiar todas as solicitações provenientes das diversas gerências. A
existência de restrições financeiras coloca a alta administração diante
da necessidade de selecionar aquele conjunto de alternativas, o pacote
orçamentário, economicamente mais interessante, cuja demanda por
recursos não supera o volume disponível.
46


EXEMPLO: Suponha que uma ou mais das propostas apresentadas na
tabela a seguir podem ser aceitas porque não são tecnicamente
equivalentes, isto é, cada uma desempenha função diferente.

Alternativa   Investimento     Benefícios     Valor           TIR
              Inicial          Anuais         Presente
     A        10.000           1.628          1.928         10%
     B        20.000           3.116          2934           9%
     C        50.000           7.450          4832           8%


SUPOSIÇÕES: A vida esperada de cada proposta é de 10 anos. O
valor residual de cada proposta é zero. A TMA é de 6% a.a. . O Capital
total disponível é de R$ 75.000.



   ALTERNATIVAS COM VIDAS PERPÉTUAS

O  Valor Presente de uma série ANUAL UNIFORME
PERPÉTUA é conhecido como Custo Capitalizado.

Sabe-se que:


P=R       ( 1 + i )n - 1
          ( 1 + i )n . I



Para n tendendo ao infinito:


P = lim n   R        (1 + i )n - 1
                       (1 + i )n . I
47




P = R lim n   1 - 1
                 i (1 + i )n . i



P=R. 1
      i




Seja um projeto que possua as seguintes características:

      investimento inicial = R$ 100.000

      vida do projeto = infinita

      benefício anual = R$ 2.000

      TMA = 10% a.a.

Calcule o custo capitalizado do projeto.


P = 2000 . 1 = 20.000
           0,1
48




INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA NA
ANÁLISE DE INVESTIMENTO
O Imposto de Renda pode reduzir o retorno esperado de um
investimento, pois incide sobre o lucro tributável gerado pela
decisão de investir. Desta forma um investimento atrativo
antes do IR pode se tornar não atrativo após a consideração
do IR.

A contabilização da depreciação de ativos imobilizados
influencia diretamente o cálculo do IR, sendo, por este
motivo, objeto do nosso estudo, a seguir.


            CONCEITO DE DEPRECIAÇÃO

        MÉTODO LINEAR DE DEPRECIAÇÃO
49



É o método de depreciação mais utilizado no Brasil. A quota
periódica de depreciação pode ser calculada pela seguinte
fórmula:

      d = Co - R
            n

Onde:

d = quota de depreciação
Co = Custo Original do bem patrimonial
R = Valor Residual Contábil
n = Vida Contábil esperada

A taxa percentual de depreciação (T) pode ser calculado por:

          T = 100
               n

Atualmente, a receita federal permite as seguintes taxas
máximas anuais de depreciação:

   Móveis e Utensílios                  = 10%
   Máquinas e equipamentos em geral     = 10%
   Veículos em geral                    = 20%
   Construções Civis                    = 4%

Para turnos de 16hs e 24hs estas taxas podem ser
multiplicadas por 1,5 e 2,0 respectivamente.

Para ativos em condições ambientais agressivas e
desfavoráveis a legislação prevê a possibilidade de taxas
maiores desde que se obtenha laudo técnico emitodo pelo
Instituto Nacional de Tecnologia ou entidade equivalente.
50



EXEMPLO: Supondo um edifício com custo inicial de R$
3.000.000,00, cujo valor do terreno foi de R$ 2.000.000,00.
Determine:

a) A quota anual de depreciação;
b) a vida contábil;
c) a depreciação acumulada no décimo ano;
d) o valor contábil do edifício após 10 anos;
e) o lucro ou prejuízo se o edifício for vendido por R$
   1.900.000,00 ao final do 15º ano.
f) o lucro ou prejuízo, se o edifício for vendido por R$
   900.000,00 ao final do trigésimo ano.


     INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA
O Imposto de Renda incide sobre o lucro tributável da
empresa que, por sua vez, é influenciado por procedimentos
de contabilidade de depreciação.

Uma análise adequada dos investimentos deve ser realizada
com a consideração do Imposto de Renda, mesmo que as
propostas tenham apenas custos ou apresentem em
determinados períodos lucro tributável negativo. O que
importa na realidade, é a influência marginal da proposta, ou
seja, o fluxo diferencial entre as situações em que a proposta
é e não é implementada.

Em comparações como “leasing” versus financiamento, fica
clara a importância de se efetuar análise após impostos.

Conforme a legislação em vigor (altera-se com frequência) o
Imposto de Renda, em geral, é apurado pela aplicação de
uma alíquota de 15% sobre o lucro tributável. Para lucro
51



tributável superior ao equivalente      de   10%   sobre   a
importãncia que excede a este limite.

Além disso, deve-se considerar um encargo adicional, a
contribuição social, que para o caso de empresas industriais
é de 10% sobre o lucro tributável, já descontado o Imposto
de Renda.

Verifica-se, portanto, que quanto maior o lucro, maior será a
taxa correspondente ao Imposto de Renda e à contribuição
social, tendendo a atingir, para o caso de empresas
industriais a alíquota de 32%.


EXEMPLO:

Um investimento de R$ 4.200,00 em um equipamento
especial proporcionará redução nos desembolsos anuais de
R$ 1.700.000.

A vida econômica do equipamento é de 5 anos e o valor de
venda esperado no final de 5º ano é de R$ 500.000.
Considerando uma taxa de imposto de renda de 35%,
cálcule a TIR do investimento, se:

a) a taxa máxima de depreciação permitida para este
   equipamento for de 20%;
b) o equipamento opera em três turnos (taxa máxima de
   40%);
c) a taxa máxima permitida fosse de 10%.

Qual o comportamento da rentabilidade frente à aceleração
de depreciação

SOLUÇÃO: a) Vida Contábil = Vida Econômica = 5 anos
52




em R$ 1.000
ANO    Fluxo antes     Depreciação          Valor         Lucro            IR        Fluxo
          do IR           anual         contábil         contábil                  após o IR
               a               b                c         d=a-b        e=d  i       f= a-e
        - 4.200                                                                    - 4.200
  1        1.700             840                              860       301          1.399
  2        1.700             840                              860       301          1.399
  3        1.700             840                              860       301          1.399
  4        1.700             840                              860       301          1.399
  5        2.200             840                         1.360         476          1.724


b) Se a taxa de depreciação anual permitida é de 40%:

em R$ 1.000
ANO    Fluxo antes    Depreciação      Valor           Lucro           IR        Fluxo após
         do IR           anual        contábil      Tributável                      o IR
           a               b                c         d= a-b        e= d  i       f= a-e
 
  1
  2
  3
  4
  5



c) Se a taxa máxima fosse de 10%:


ANO   Fluxo antes    Depreciação      Valor           Lucro           IR         Fluxo após
         do IR          anual        Contábil       Tributável                      o IR
           a             b              c            d= a - b       e= d  i      f= a - e
53



 
 1
 2
 3
 4



Pode-se concluir, portanto, que quanto mais rápida for a
depreciação, maior será a TIR da proposta de
investimento,pois o IR, apesar de ser no mesmo montante
para todos os casos, tem o seu pagamento adiado.

             PROBLEMAS PROPOSTOS
Problema 1

Um grupo de capitalistas está em dúvida apenas quanto ao
local a escolher para montar uma fábrica. A decisão de levar
o empreendimento para diante já foi tomada.

Duas áreas estão em estudo: a primeira, Santos, reúne as
vantagens de estar perto das fontes de matéria-prima e do
mercado consumidor. A segunda Aratu, Bahia, apresenta a
perspectiva de incentivos fiscais.

Construindo a fábrica em Santos, o seu custo inicial será de
10.000 unidades monetárias, enquanto que em Aratu isto
custará 2.000 u.m. a menos, por causa da isenção sobre
imposto de importação de bens de ativo fixo.

Para o volume de produção pretendido (idêntico em ambos
os casos) espera-se um lucro líquido anual de 1.200 u.m.
antes do imposto de renda, caso a fábrica seja em Santos.
54



Se Aratu for escolhida os custos anuais serão maiores em
400 u.m. .

A fábrica tem vida útil estimada em 20 anos.

A taxa de imposto de renda atingirá 30% para Santos e zero
durante 10 anos para Aratu, subindo depois para os mesmos
30%. Considere uma vida contábil de 20 anos para efeito de
cálculo de depreciação.

A taxa mínima de atratividade é de 6% a.a. . Qual local
escolher
SOLUÇÃO:

Santos

ANO    Fluxo antes   Depreciação    Valor       Lucro        IR      Fluxo após
         do IR          anual      contábil   Tributável                o IR
           a             b            c        d= a - b    e=t  d    f=a-e
  0
  1
  2
 …
  9
 10
 11
 …
 19
 20
55




SOLUÇÃO:

ARATU


ANO   Fluxo do   Depreciação    Valor       Lucro        IR       Fluxo
        IR          anual      contábil   Tributável             após o IR
         a           b            c        d= a - b    e=t  d   f=a-e
 0
 1
 2
 …
 9
 10
 11
 …
 19
 20
56




Problema 2

Estuda-se a possibilidade de adquirir uma frota de 20
veículos para evitar o alto preço pelo arrendamento
mercantil. Cada veículo custa $ 13.000,00, e pode ser
vendido ao final de três anos por $ 8.000,00. As despesas de
manutenção, inexistentes no caso do arrendamento, são
estimadas em $ 1.500,00 por ano para cada veículo
comprado. As despesas de operação são as mesmas em
ambos os casos enquanto que as despesas com seguro são
de $ 1.200,00 por ano, com desembolso durante o ano.

O arrendamento, que inclui as despesas de manutenção e
seguro, custa para a empresa a quantia de $ 160.000,00
anuais pelos 20 carros, mas proporciona a possibilidade de
ser totalmente abatido para efeito de imposto de 42%.
Considere uma TMA de 15% a.a. .

É interessante a compra dos veículos Faça os cálculos pelo
método do valor anual.

Qual o valor de aluguel que igualaria as alternativas O que
você decidiria

SOLUÇÃO:
57




ANO   Fluxo antes    Depreciação    Valor        Lucro          IR       Fluxo após
         do IR          anual      Contábil    tributável                   o IR
           a             b            c        d=a-b         e= t  d     f=a-e
  0
  1
  2
  3

Problema 3

O investimento em uma máquina resulta:

Investimento :                $150.000
Despesas - 1º ano:            $ 25.000
            2º ano:           $ 20.000
            3º ano:           $ 10.000
  4º ano ao 9º ano:           $ 5.000
           10º ano:           $ 25.000
  Receitas por ano:           $ 30.000

A máquina será depreciada linearmente em 10 anos.

A empresa está na faixa dos 35% para fins de imposto de
renda. Calcular a taxa interna de retorno da aquisição da
máquina, após o imposto de renda.

SOLUÇÃO:

ANO    Fluxo antes   Depreciação    Valor      Lucro          IR        Fluxo após
         do IR          anual      contábil   tributável                   o IR
           a              b           c        d= a-b       e= t  d     f= a - e
  0
  1
58



  2
  3
  4
  9
  10




               ANÁLISE DE SENSIBILIDADE
Até o momento, as análises de investimento efetuadas partiram do
princípio que todas as previsões se efetivariam. Na realidade, os fluxos
de caixa foram elaborados a partir da projeção de valores mais
prováveis.

Sabe-se, entretanto, que por melhor que tenha sido elaborada a
previsão, o fluxo de caixa não será exatamente aquele imaginado
inicialmente. A incerteza sempre estará.

         CONCEITOS DE RISCO E INCERTEZA
Vários são os fatores que levam à incerteza, entre eles pode-se citar:

 Fatores Econômicos: super ou subdimensionamente de oferta e
  demanda, alterações de preços de produtos e matérias-primas,
  investimentos imprevistos, etc…
 Fatores Financeiros: falta de capacidade de pagamento,
  insuficiência de capital, etc…
 Fatores Técnicos: inadequabilidade de processo, matéria-prima,
  tecnologia empregada, etc…
 Outros: fatores políticos e institucionais, clima, problemas de
  gerenciamento de projetos, etc… .

Na literatura da área é comum a diferenciação entre risco e incerteza.
A condição de incerteza é caracterizada quando os fluxos de caixa
associados a uma alternativa não podem ser previstos com exatidão,
ou seja, não é possível quantificar em termos de probabilidade as
variações nos fluxos de caixa.
59




Quando é possível mensurar, através de distribuições de
probabilidade, as variáveis de entrada, considera-se que a situação é
de risco.




Existem várias técnicas para se avaliar investimentos em condições de
risco e, algumas destas técnicas possibilitam como importante
resultado a obtenção de distribuição de probabilidades de variáveis
como Valor Presente Líquido e Taxa Interna de Retorno. De posse de
tal distribuição pode-se calcular a probabilidade de inviabilidade de um
investimento no curso de Engenharia Econômica II.

Para se avaliar investimentos em condições de incerteza, o método
mais utilizado, e mais simples, é a análise de sensibilidade.


               ANÁLISE DE SENSIBILIDADE
O fato de se fazer a análise de sensibilidade não exclui a possibilidade
de aplicação de métodos de risco mais apurados, ao contrário,
complementa, pois auxilia na identificação das variáveis mais
importantes para se trabalhar.

A intenção é observar quão sensíveis são os valores como Valor
Presente, Taxa Interna de Retorno, Valor Anual, etc… , a partir da
variação de parâmetros de entrada como vida útil, custos, receitas,
quantidade vendida, preços, investimentos, taxas de descontos, etc… .

É interessante a elaboração de gráficos que demonstrem este
comportamento e a análise pode ser enriquecida se questões como as
seguintes forem avaliadas:

 Qual o menor preço do produto para que o projeto seja viável
 Qual a quantidade mínima que deve ser produzida para que o
  investimento ainda seja rentável
60


 Para os parâmetros de entrada “mais provável”, “otimista” e
  “pessimista” qual será o resultado econômico e financeiro da
  proposta em análise
 E muitas outras questões.


EXEMPLO

Suponha o lançamento de um calçado de inverno.

Os meses considerados são: maio, junho e julho.

Os seguintes dados foram levantados pela empresa:


Investimento em adequação de equipamento e treinamento        R$
100.000,00

Receita prevista(10.000 pares mês a R$ 10.00 par):     R$ 100.000,00

Custos variáveis(10.000 pares  mês a R$ 4.00  par):         R$
40.000,00

Custos fixos:                                            R$ 20.000,00

Valor residual:                                          R$ 30.000,00


A taxa mínima aceitável pela empresa é de 10% ao mês.

Analise a atratividade do investimento e analise a sensibilidade quanto
à variação na quantidade vendida  Qual a quantidade mínima
aceitável


SOLUÇÃO
61




EXEMPLO
Uma empresa está considerando a possibilidade de lançar um novo
produto no mercado. A instalação da nova linha requererá um gasto de
R$ 55.000,00 para investimentos fixos e R$ 5.000,00 para capital de
giro.

Estima-se uma vida econômica, para o projeto, de 10 anos, a empresa
espera vender uma produção anual de 5.000 toneladas a um preço
unitário de R$ 10,00. Os custos operacionais anuais foram estimados
em R$ 35.000,00, Se a firma pretende um retorno após os impostos de
no mínimo, 10% ao ano, pede-se:

1 - Verificar a atratividade do projeto.
2 - Analisar a sensibilidade do projeto para uma variação negativa de
15% no preço de venda.
3 -Calcular o preço de venda mínimo para obtenção de rentabilidade
requerida.
4 - Verificar a sensibilidade do projeto para um acréscimo de 20% no
valor do investimento fixo.

A taxa de imposto de renda é de 35% e a taxa máxima de depreciação
é de 10%.

SOLUÇÃO:
1 - Atratividade do projeto

 ANO     Fluxo antes   Depreciação    Lucro       IR    Fluxo depois
           do IR                     tributável            do IR
  o
  1
  …
62



 10
 10


2 - Sensibilidade para - 15% no preço de venda:


 ANO     Fluxo antes   Depreciação    Lucro       IR    Fluxo depois do
            do IR                    tributável               IR
   0
   1
  …
  10
  10



3 - Cálculo do preço de venda:




4 - Sensibilidade para mais 20% no investimento fixo:



 ANO     Fluxo antes   Depreciação    Lucro       IR    Fluxo depois do
            do IR                    tributável               IR
   0
   1
  …
  10
  10
63




EXEMPLO
Uma usina siderúrgica está considerando duas alternativas para
obtenção de 3800 m3 ano de oxigênio necessário ao refino do aço, até
o início de operação da nova fábrica daqui a três anos.

A primeira é comprar oxigênio ao preço de $ 0,90 m3 .
A segunda alternativa consiste numa reforma da fábrica existente,
orçada em $500,00, para produzir oxigênio a um custo de 0,71 m3 .
Em caso de se optar pela compra de oxigênio, a fábrica existente será
vendida hoje por $ 1500,00. Caso se decida pela reforma, o valor de
revenda da fábrica será de $ 500,00 ao final dos três anos.

Admitindo-se uma TMA para a empresa de 10% a.a. pede-se:


1 - Verificar a alternativa mais econômica.

2 - Testar a sensibilidade da decisão para uma variação de 20% a mais
no orçamento da reforma.

3 - Qual o preço de equilíbrio do m3 de oxigênio, para o caso do ítem 1.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

tmn - Introdução ao JavaScript
tmn - Introdução ao JavaScripttmn - Introdução ao JavaScript
tmn - Introdução ao JavaScript
Claudio Gamboa
 
Aula 00 mercado_v01
Aula 00 mercado_v01Aula 00 mercado_v01
Aula 00 mercado_v01
Andrei Lima
 
Administração financeira
Administração financeiraAdministração financeira
Administração financeira
Francine Manhabosco
 
Aula Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012
Aula   Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012Aula   Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012
Aula Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012
Rafael Gonçalves
 
Gestão financeira
Gestão financeiraGestão financeira
Gestão financeira
Studiesfree
 
Exercicios Empreendedorismo - Plano de Negócio
Exercicios Empreendedorismo - Plano de NegócioExercicios Empreendedorismo - Plano de Negócio
Exercicios Empreendedorismo - Plano de Negócio
Laisa Mariana
 
Banco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQLBanco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQL
Daniel Brandão
 
Comparação Sintaxe Portugol vs Java
Comparação Sintaxe Portugol vs JavaComparação Sintaxe Portugol vs Java
Comparação Sintaxe Portugol vs Java
Mario Sergio
 
Apresentação inflação
Apresentação inflaçãoApresentação inflação
Apresentação inflação
Ivanildo Moreira
 
Estrategias Empresariais
Estrategias EmpresariaisEstrategias Empresariais
Estrategias Empresariais
CarlaCurcio
 
Métodos de Análise de Investimento
Métodos de Análise de InvestimentoMétodos de Análise de Investimento
Métodos de Análise de Investimento
Kenneth Corrêa
 
Fluxo de Caixa: teoria e prática
Fluxo de Caixa: teoria e práticaFluxo de Caixa: teoria e prática
Fluxo de Caixa: teoria e prática
Elmano Cavalcanti
 
Entendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de Venda
Entendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de VendaEntendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de Venda
Entendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de Venda
Wandick Rocha de Aquino
 
Estratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operaçõesEstratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operações
dedefs
 
Formação de preço
Formação de preçoFormação de preço
Formação de preço
Carlos Rocha
 
Sql básico - Teoria e prática: Um grande resumo
Sql básico - Teoria e prática: Um grande resumoSql básico - Teoria e prática: Um grande resumo
Sql básico - Teoria e prática: Um grande resumo
Helder Lopes
 
Microempreendedor individual - MEI.pptx
Microempreendedor individual - MEI.pptxMicroempreendedor individual - MEI.pptx
Microempreendedor individual - MEI.pptx
Bruna Cardoso Xavier
 
Exercicios contabilidade gabarito resolucao
Exercicios contabilidade gabarito resolucaoExercicios contabilidade gabarito resolucao
Exercicios contabilidade gabarito resolucao
capitulocontabil
 
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
Alaxiel
 
Aula Instituições e mercados financeiros 04.04
Aula   Instituições e mercados financeiros 04.04Aula   Instituições e mercados financeiros 04.04
Aula Instituições e mercados financeiros 04.04
Rafael Gonçalves
 

Mais procurados (20)

tmn - Introdução ao JavaScript
tmn - Introdução ao JavaScripttmn - Introdução ao JavaScript
tmn - Introdução ao JavaScript
 
Aula 00 mercado_v01
Aula 00 mercado_v01Aula 00 mercado_v01
Aula 00 mercado_v01
 
Administração financeira
Administração financeiraAdministração financeira
Administração financeira
 
Aula Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012
Aula   Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012Aula   Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012
Aula Administração do capital de giro - adm caixa 07.05.2012
 
Gestão financeira
Gestão financeiraGestão financeira
Gestão financeira
 
Exercicios Empreendedorismo - Plano de Negócio
Exercicios Empreendedorismo - Plano de NegócioExercicios Empreendedorismo - Plano de Negócio
Exercicios Empreendedorismo - Plano de Negócio
 
Banco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQLBanco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQL
 
Comparação Sintaxe Portugol vs Java
Comparação Sintaxe Portugol vs JavaComparação Sintaxe Portugol vs Java
Comparação Sintaxe Portugol vs Java
 
Apresentação inflação
Apresentação inflaçãoApresentação inflação
Apresentação inflação
 
Estrategias Empresariais
Estrategias EmpresariaisEstrategias Empresariais
Estrategias Empresariais
 
Métodos de Análise de Investimento
Métodos de Análise de InvestimentoMétodos de Análise de Investimento
Métodos de Análise de Investimento
 
Fluxo de Caixa: teoria e prática
Fluxo de Caixa: teoria e práticaFluxo de Caixa: teoria e prática
Fluxo de Caixa: teoria e prática
 
Entendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de Venda
Entendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de VendaEntendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de Venda
Entendendo Custos, Despesas e Formação do Preço de Venda
 
Estratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operaçõesEstratégia de produção e operações
Estratégia de produção e operações
 
Formação de preço
Formação de preçoFormação de preço
Formação de preço
 
Sql básico - Teoria e prática: Um grande resumo
Sql básico - Teoria e prática: Um grande resumoSql básico - Teoria e prática: Um grande resumo
Sql básico - Teoria e prática: Um grande resumo
 
Microempreendedor individual - MEI.pptx
Microempreendedor individual - MEI.pptxMicroempreendedor individual - MEI.pptx
Microempreendedor individual - MEI.pptx
 
Exercicios contabilidade gabarito resolucao
Exercicios contabilidade gabarito resolucaoExercicios contabilidade gabarito resolucao
Exercicios contabilidade gabarito resolucao
 
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
PROCESSOS GERENCIAIS E TOMADA DE DECISÃO.
 
Aula Instituições e mercados financeiros 04.04
Aula   Instituições e mercados financeiros 04.04Aula   Instituições e mercados financeiros 04.04
Aula Instituições e mercados financeiros 04.04
 

Destaque

Exercícios+payback,tir,vpl+respostas
Exercícios+payback,tir,vpl+respostasExercícios+payback,tir,vpl+respostas
Exercícios+payback,tir,vpl+respostas
Carolina França
 
OnCity - A cidade virtual
OnCity - A cidade virtualOnCity - A cidade virtual
OnCity - A cidade virtual
Vinícius Luiz
 
Cálculo VPL, TIR e TIRM
Cálculo VPL, TIR e TIRMCálculo VPL, TIR e TIRM
Cálculo VPL, TIR e TIRM
Tailine Silva
 
Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...
Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...
Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...
Daniel Moura
 
TIR, VAL, PAYBACK
TIR, VAL, PAYBACKTIR, VAL, PAYBACK
TIR, VAL, PAYBACK
Universidade Pedagogica
 
Avaliação económica de projectos
Avaliação económica de projectosAvaliação económica de projectos
Avaliação económica de projectos
Pedro De Almeida
 
Gestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_doc
Gestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_docGestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_doc
Gestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_doc
neyfds
 
Aula payback simples e descontado
Aula   payback simples e descontadoAula   payback simples e descontado
Aula payback simples e descontado
Daniel Moura
 
Gerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoes
Gerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoesGerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoes
Gerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoes
Jucioliver
 
Aulas de Investimentos (VPL)
Aulas de Investimentos (VPL)Aulas de Investimentos (VPL)
Aulas de Investimentos (VPL)
Adriano Bruni
 
2. projetar o fluxo de caixa
2. projetar o fluxo de caixa2. projetar o fluxo de caixa
2. projetar o fluxo de caixa
Antonio Cesar Celente .`.
 
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 05 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral   aula 05 cathedraExercicios resolvidos contabilidade geral   aula 05 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 05 cathedra
contacontabil
 
Engenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveira
Engenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveiraEngenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveira
Engenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveira
David Vasconcelos
 
Investimentos
InvestimentosInvestimentos
Investimentos
simuladocontabil
 
TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?
TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?
TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?
Roberto Emery-Trindade
 
Aulas de Investimentos (payback)
Aulas de Investimentos (payback)Aulas de Investimentos (payback)
Aulas de Investimentos (payback)
Adriano Bruni
 
Aulas de Investimentos (TIR)
Aulas de Investimentos (TIR)Aulas de Investimentos (TIR)
Aulas de Investimentos (TIR)
Adriano Bruni
 
Gerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e Custo
Gerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e CustoGerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e Custo
Gerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e Custo
Claudio Barbosa
 
Gerenciamento de projetos aula 7 (custos)
Gerenciamento de projetos   aula 7 (custos)Gerenciamento de projetos   aula 7 (custos)
Gerenciamento de projetos aula 7 (custos)
Paulo Junior
 
Análise e Elaboração de Projetos - Visão Financeira
Análise e Elaboração de Projetos - Visão FinanceiraAnálise e Elaboração de Projetos - Visão Financeira
Análise e Elaboração de Projetos - Visão Financeira
João Afonso Germano Filho
 

Destaque (20)

Exercícios+payback,tir,vpl+respostas
Exercícios+payback,tir,vpl+respostasExercícios+payback,tir,vpl+respostas
Exercícios+payback,tir,vpl+respostas
 
OnCity - A cidade virtual
OnCity - A cidade virtualOnCity - A cidade virtual
OnCity - A cidade virtual
 
Cálculo VPL, TIR e TIRM
Cálculo VPL, TIR e TIRMCálculo VPL, TIR e TIRM
Cálculo VPL, TIR e TIRM
 
Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...
Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...
Métodos de análise de investimentos – valor presente líquido [modo de compati...
 
TIR, VAL, PAYBACK
TIR, VAL, PAYBACKTIR, VAL, PAYBACK
TIR, VAL, PAYBACK
 
Avaliação económica de projectos
Avaliação económica de projectosAvaliação económica de projectos
Avaliação económica de projectos
 
Gestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_doc
Gestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_docGestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_doc
Gestao de projetos_-_exercicio_1._com_gabarito_doc
 
Aula payback simples e descontado
Aula   payback simples e descontadoAula   payback simples e descontado
Aula payback simples e descontado
 
Gerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoes
Gerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoesGerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoes
Gerenciamento de-projetos-exercicios-resolvidos-estudo-de-casos-e-simulacoes
 
Aulas de Investimentos (VPL)
Aulas de Investimentos (VPL)Aulas de Investimentos (VPL)
Aulas de Investimentos (VPL)
 
2. projetar o fluxo de caixa
2. projetar o fluxo de caixa2. projetar o fluxo de caixa
2. projetar o fluxo de caixa
 
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 05 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral   aula 05 cathedraExercicios resolvidos contabilidade geral   aula 05 cathedra
Exercicios resolvidos contabilidade geral aula 05 cathedra
 
Engenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveira
Engenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveiraEngenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveira
Engenharia econômica por jose alberto nascimento de oliveira
 
Investimentos
InvestimentosInvestimentos
Investimentos
 
TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?
TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?
TIR - Taxa Interna de Retorno. O que é isso?
 
Aulas de Investimentos (payback)
Aulas de Investimentos (payback)Aulas de Investimentos (payback)
Aulas de Investimentos (payback)
 
Aulas de Investimentos (TIR)
Aulas de Investimentos (TIR)Aulas de Investimentos (TIR)
Aulas de Investimentos (TIR)
 
Gerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e Custo
Gerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e CustoGerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e Custo
Gerenciamento de projetos - Tempo, Recursos e Custo
 
Gerenciamento de projetos aula 7 (custos)
Gerenciamento de projetos   aula 7 (custos)Gerenciamento de projetos   aula 7 (custos)
Gerenciamento de projetos aula 7 (custos)
 
Análise e Elaboração de Projetos - Visão Financeira
Análise e Elaboração de Projetos - Visão FinanceiraAnálise e Elaboração de Projetos - Visão Financeira
Análise e Elaboração de Projetos - Visão Financeira
 

Semelhante a Viabilidade de Projetos

Adm custos 2ed_respostas
Adm custos 2ed_respostasAdm custos 2ed_respostas
Adm custos 2ed_respostas
Adriano Bruni
 
Contabilidade de custos exercicios gabarito
Contabilidade de custos exercicios gabaritoContabilidade de custos exercicios gabarito
Contabilidade de custos exercicios gabarito
custos contabil
 
Apostila etec pfo ii
Apostila etec   pfo iiApostila etec   pfo ii
Apostila etec pfo ii
simuladocontabil
 
Apostila etec pfo
Apostila etec   pfoApostila etec   pfo
Apostila etec pfo
simuladocontabil
 
Classifique os custos 11
Classifique os custos 11Classifique os custos 11
Classifique os custos 11
razonetecontabil
 
Decisao de investimento
Decisao de investimentoDecisao de investimento
Decisao de investimento
Adriele Lima
 
Contabilidade decifrada 17
Contabilidade decifrada 17Contabilidade decifrada 17
Contabilidade decifrada 17
simuladocontabil
 
Questões de contabilidade de custos
Questões de contabilidade de custosQuestões de contabilidade de custos
Questões de contabilidade de custos
zeramento contabil
 
Contabilidade de Custos ICMS-SP
Contabilidade de Custos ICMS-SPContabilidade de Custos ICMS-SP
Contabilidade de Custos ICMS-SP
Canal Dos Concursos
 
Custos logísticos
Custos logísticosCustos logísticos
Custos logísticos
Denis Carlos Sodré
 
Palestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de Venda
Palestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de VendaPalestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de Venda
Palestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de Venda
sebraeleste1
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
Adriano Bruni
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
Adriano Bruni
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
Adriano Bruni
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
Adriano Bruni
 
7 indices(ok)
7 indices(ok)7 indices(ok)
7 indices(ok)
Vagnão Rodrigues
 
Aula_fluxo de caixa 3.pdf
Aula_fluxo de caixa 3.pdfAula_fluxo de caixa 3.pdf
Aula_fluxo de caixa 3.pdf
ANDERSONANTNIODELIMA
 
Exercicios revisão para prova
Exercicios   revisão para provaExercicios   revisão para prova
Exercicios revisão para prova
Universal.org.mx
 
Apostila iv margem de contribuicao
Apostila iv   margem de contribuicaoApostila iv   margem de contribuicao
Apostila iv margem de contribuicao
zeramento contabil
 
Gestão financeira da pequena e média empresa
Gestão financeira da pequena e média empresaGestão financeira da pequena e média empresa
Gestão financeira da pequena e média empresa
Edno Santos
 

Semelhante a Viabilidade de Projetos (20)

Adm custos 2ed_respostas
Adm custos 2ed_respostasAdm custos 2ed_respostas
Adm custos 2ed_respostas
 
Contabilidade de custos exercicios gabarito
Contabilidade de custos exercicios gabaritoContabilidade de custos exercicios gabarito
Contabilidade de custos exercicios gabarito
 
Apostila etec pfo ii
Apostila etec   pfo iiApostila etec   pfo ii
Apostila etec pfo ii
 
Apostila etec pfo
Apostila etec   pfoApostila etec   pfo
Apostila etec pfo
 
Classifique os custos 11
Classifique os custos 11Classifique os custos 11
Classifique os custos 11
 
Decisao de investimento
Decisao de investimentoDecisao de investimento
Decisao de investimento
 
Contabilidade decifrada 17
Contabilidade decifrada 17Contabilidade decifrada 17
Contabilidade decifrada 17
 
Questões de contabilidade de custos
Questões de contabilidade de custosQuestões de contabilidade de custos
Questões de contabilidade de custos
 
Contabilidade de Custos ICMS-SP
Contabilidade de Custos ICMS-SPContabilidade de Custos ICMS-SP
Contabilidade de Custos ICMS-SP
 
Custos logísticos
Custos logísticosCustos logísticos
Custos logísticos
 
Palestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de Venda
Palestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de VendaPalestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de Venda
Palestra Entendendo Custos, Despesas e Preço de Venda
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
 
Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)Aulas de Custos (Decisao)
Aulas de Custos (Decisao)
 
7 indices(ok)
7 indices(ok)7 indices(ok)
7 indices(ok)
 
Aula_fluxo de caixa 3.pdf
Aula_fluxo de caixa 3.pdfAula_fluxo de caixa 3.pdf
Aula_fluxo de caixa 3.pdf
 
Exercicios revisão para prova
Exercicios   revisão para provaExercicios   revisão para prova
Exercicios revisão para prova
 
Apostila iv margem de contribuicao
Apostila iv   margem de contribuicaoApostila iv   margem de contribuicao
Apostila iv margem de contribuicao
 
Gestão financeira da pequena e média empresa
Gestão financeira da pequena e média empresaGestão financeira da pequena e média empresa
Gestão financeira da pequena e média empresa
 

Mais de Vinícius Luiz

Arquitetura Organizacional Iii
Arquitetura Organizacional IiiArquitetura Organizacional Iii
Arquitetura Organizacional Iii
Vinícius Luiz
 
Logística: Introdução ao PO
Logística: Introdução ao POLogística: Introdução ao PO
Logística: Introdução ao PO
Vinícius Luiz
 
Aula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEs
Aula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEsAula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEs
Aula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEs
Vinícius Luiz
 
Logística: Administração e Transporte
Logística: Administração e TransporteLogística: Administração e Transporte
Logística: Administração e Transporte
Vinícius Luiz
 
Supply Chain Management
Supply Chain ManagementSupply Chain Management
Supply Chain Management
Vinícius Luiz
 
Aula 1.5 Milk Run
Aula 1.5 Milk RunAula 1.5 Milk Run
Aula 1.5 Milk Run
Vinícius Luiz
 
Aula 1.6 Custos LogíSticos
Aula 1.6 Custos LogíSticosAula 1.6 Custos LogíSticos
Aula 1.6 Custos LogíSticos
Vinícius Luiz
 
Aula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De EstoquesAula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De Estoques
Vinícius Luiz
 
GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)
Vinícius Luiz
 
GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)
Vinícius Luiz
 
GP - Arquitetura Organizacional
GP - Arquitetura OrganizacionalGP - Arquitetura Organizacional
GP - Arquitetura Organizacional
Vinícius Luiz
 
GP - Comunicação Empresarial
GP - Comunicação EmpresarialGP - Comunicação Empresarial
GP - Comunicação Empresarial
Vinícius Luiz
 
GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1
GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1
GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1
Vinícius Luiz
 

Mais de Vinícius Luiz (13)

Arquitetura Organizacional Iii
Arquitetura Organizacional IiiArquitetura Organizacional Iii
Arquitetura Organizacional Iii
 
Logística: Introdução ao PO
Logística: Introdução ao POLogística: Introdução ao PO
Logística: Introdução ao PO
 
Aula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEs
Aula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEsAula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEs
Aula 1.3 Arm. & LocalizaçãO De InstalaçõEs
 
Logística: Administração e Transporte
Logística: Administração e TransporteLogística: Administração e Transporte
Logística: Administração e Transporte
 
Supply Chain Management
Supply Chain ManagementSupply Chain Management
Supply Chain Management
 
Aula 1.5 Milk Run
Aula 1.5 Milk RunAula 1.5 Milk Run
Aula 1.5 Milk Run
 
Aula 1.6 Custos LogíSticos
Aula 1.6 Custos LogíSticosAula 1.6 Custos LogíSticos
Aula 1.6 Custos LogíSticos
 
Aula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De EstoquesAula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De Estoques
 
GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 12 (aula 2)
 
GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)
GP - Comunicação Interpessoal Julho 08 (aula 1)
 
GP - Arquitetura Organizacional
GP - Arquitetura OrganizacionalGP - Arquitetura Organizacional
GP - Arquitetura Organizacional
 
GP - Comunicação Empresarial
GP - Comunicação EmpresarialGP - Comunicação Empresarial
GP - Comunicação Empresarial
 
GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1
GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1
GP - Gerenciamento De Projetos Unifoa Aula 1
 

Último

Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
vitorreissouzasilva
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
TathyLopes1
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
WELTONROBERTOFREITAS
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 

Viabilidade de Projetos

  • 1. 1 ANÁLISE DAS ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS Deve selecionar um bom número de alternativas de soluções que serão estudadas. Para cada uma delas deverá ser elaborado um quadro que mostre (em todos os períodos) o tempo de:  duração do projeto;  As Receitas e  As Despesas. O processo de elaboração de seleção dos projetos normalmente é constituído de 3 fases: a)Discussão dos objetivos do empreendimento e levantamento dos dados necessários; b)Processamento dos dados obtidos para o período de tempo estimado; e c)Análise dos resultados e tomada de decisão. A fase c é o enfoque do nosso curso. ORÇAMENTO DE CAPITAL
  • 2. 2 Investimentos em projetos cujos benefícios estende-se por determinado período de tempo. Todo projeto deve ser avaliado em função do seu RETORNO.  Aquisições de equipamentos;  Investimentos para lançamento de nossos produtos; Diariamente muitos setores da empresa demandam investimento de capital. Se o Retorno do Investimento for menor que o Custo do Capital, a empresa estará reduzindo o seu valor, pois os seus rendimentos estarão menores. CUSTOS DE OPORTUNIDADES
  • 3. 3 Imagine um empresário que possua um capital de R$100.000,00, aplicados normalmente a uma taxa anual de 15% (a .a.). Dispõe de um projeto para aplicação desse capital, que lhe renderá 25% a.a. . Caso decida manter o capital aplicado e não investir em aplicação de risco, o seu custo de oportunidade, nesse caso será de: 25% a.a. - 15% a.a. = 10% a.a. Não estará perdendo, mas deixando de ganhar. ENGENHARIA ECONÔMICA
  • 4. 4  É importante para todos que precisam decidir sobre propostas tecnicamente corretas;  Os fundamentos podem ser utilizados por qualquer tipo de empresa, inclusive privadas e estatais;  Todo fundamento se baseia na Matemática Financeira, que se preocupa com o valor do dinheiro no tempo. Exemplos:  Efetuar o transporte de materiais manualmente ou comprar correia transportadora;  Embalar o produto em sacos valvulados de 50Kg ou retilizar “bags” de 1.200 Kg;  Substituição de equipamentos obsoletos;  Adquirir um carro à vista ou à prazo. PRINCÍPIOS BÁSICOS  Devem haver alternativas de investimento;
  • 5. 5  As alternativas devem ser expressas em dinheiro (valores monetários);  Só as alternativas diferentes são relevantes;  Sempre será considerado o valor do dinheiro no tempo;  O passado geralmente não é considerado;  A afirmação “não posso estimar este carro por menos de R$ 10.000,00 porque gastei isto com ele em oficina” não faz sentido;  O que interessa é o valor de mercado. CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO DE UM PROJETO 1 - Critério Financeiro: disponibilidade de recursos;
  • 6. 6 2 - Critério Econômico: rentabilidade do investimento; 3 - Critérios Imponderáveis: fatores não mensuráveis em dinheiro. FERRAMENTA PRINCIPAL : MATEMÁTICA FINANCEIRA
  • 7. 7 IMPORTANTE : “Não se soma ou subtrai quantias em dinheiro, que não estejam na mesma data”. FLUXO DE CAIXA (Representação Gráfica) Entradas (Receitas) Valor Residual (+) 0 (-) SAÍDAS INVESTIMENTO (despesas operacionais, manutenção, etc...) CUSTOS NOÇÕES CUSTO:
  • 8. 8  Gasto incorrido na Fabricação do Produto.  A Fabricação de um produto gera estoques reconhecidos no balanço.  É um gasto estocável. DESPESA:  Gastos no período, não tendo participação na fabricação do produto.  Não é estocável. PERDAS:  Constituem-se em reduções do valor patrimonial; neste caso incluem-se as destruições de bens ocorridos na empresa. CONTABILIDADE FINANCEIRA (Geral):  Diário; razão.  Balancetes; balanços e demonstração de resultados.
  • 9. 9 ENFOQUE: Apuração do resultado dos produtos. CONTABILIDADE GERENCIAL:  Relatório de análise por produto  Principal objetivo: tomada de decisões ENFOQUE: Custos relacionados a desempenho. CONTABILIDADE POR RESPONSABILIDADE  ÁREAS DE RESPONSABILIDADE.  CENTROS DE RESPONSABILIDADE. ENFOQUE : Custos relacionados a controle(Previsto x Realizado) CUSTOS: 1 - Classificação quanto ao produto:  Direto  Indireto 2 - Classificação quanto ao volume da produção:
  • 10. 10  Variáveis  Fixos  Semi-variáveis  Semi-fixo 3 - Classificação quanto a controlabilidade:  Controláveis  Não controláveis Ex.: Mat. Prima = direto; variável; controlável MOD. = ? 4 - CUSTOS COMUNS CUSTOS CONJUNTOS 5 - Custos Irrelevantes (Sunk Cost) 6 - Custo Oportunidade (opportunity costs) COMPONENTES DE CUSTOS
  • 11. 11 MATÉRIA PRIMA M.O D. C.I.F. SISTEMAS DE CUSTOS 1 - Custo por encomenda 2 - Custo por processo de produção 3 - Custeio Direto 4 - Custeio por Absorção
  • 12. 12 5 - Custo Padrão 6 – Custeio ABC CUSTO VARIÁVEL: É Fixo no unitário e Variável no Total. CUSTO FIXO: É Fixo no total e Variável no Unitário. SEMI-VARIÁVEL: (Método do Ponto Maior Ponto Menor) Exercício: Cia Serrana
  • 13. 13 EXERCÍCIO COMPANHIA SERRANA A Cia Serrana apurou os seguintes custos relativo a dois meses em que a atividade apresentou o maior e o menor volume de produção. 4.000 unid. 6.000 unid.  Mat. Prima R$ 12.000,00 R$ 18.000,00  Seguros R$ 1.500,00 R$ 1.500,00  Manutenção R$ 2.400,00 R$ 3.000,00  M.O D. R$ 14.000,00 R$ 21.000,00  M. O Ind. R$ 4.000,00 R$ 4.000,00  Luz e Força R$ 800,00 R$ 1.000,00  Depreciação R$ 3.200,00 R$ 3.200,00
  • 14. 14 Aluguel da Fáb. R$ 600,00 R$ 600,00 Outros custos Ind R$ 1.200,00 R$ 1.600,00 R$ 39.700,00 R$ 53.900,00 Pede-se: a)Classificar os custos em fixos, variáveis e semi-variáveis. b)Identificação da parcela de custos fixos e variáveis, utilizando-se do método do PONTO MAIOR PONTO MENOR. c)Cálculo do Ponto de Equilíbrio em Unidades, considerando-se o preço de venda unitário de R$ 12,00. d)Qual o preço a ser estipulado ao nível de 6.000 unid. para que a empresa atinja um lucro de R$ 4.300,00? e)Qual o lucro correspondente ao nível de 6.000 unid. ao preço de vendas de R$ 12,00? CIA SERRANA (SOLUÇÃO) a)Identificação dos Custos. b)Distribuição dos Custos Fixos e Variáveis (Método do Ponto Maior Ponto Menor) DESCRIÇÃO 4.000 6.000 unid unid CV CF CT CV CF CT Mat. Prima 12.000 12.000 18.000 18.000 Seguros 1.500 1.500 1.500 1.500 Manutenção 1.200 1.200 2.400 1.800 1.200 3.000 M.O D. 14.000 14.000 21.000 21.000 M.O I. 4.000 4.000 4.000 4.000 Luz e Força 400 400 800 600 400 1.000 Depreciação 3.200 3.200 3.200 3.200 Aluguel 600 600 600 600 Outros custos Ind. 800 400 1.200 1.200 400 1.600 TOTAL 28.400 11.300 39.700 42.600 11.300 53.900 Custo Variável UNIT.(Cvu) 7.10 7.10
  • 15. 15 Pe = CF = 11.300 = 2.306 PV-Cvu 12-7,10 N = CF + Q.Cv. + L = 11300+6000.7,10+4300 = R$ 9,70 Q 6.000 Lucro = Q.Pv - (CF + Q.Cvu) = 6000.12, - (11300+6000.7,10) = = R$ 18.100,00 IDENTIFICAÇÃO DOS CUSTOS: FIXOS: Seguros; M.O. ind.; Depreciação; Aluguel da Fábrica. VARIÁVEIS: Mat. Prima; M. O. D. SEMI-VARIÁVEIS: Manutenção; Luz e Força; Outros custos Ind. .
  • 16. 16 MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO CONCEITOS:  Contribuição para o lucro.  Contribuição para cobrir o Custo Fixo e proporcionar Lucro.  Contribuição para Custo Fixo.  Saldo Marginal  Receita Marginal  Lucro Marginal Ex.: Preço de Venda (unit) R$ 100,00 (-) Custo Variável (unit) R$ 40,00 Margem de Contribuição R$ 60,00 Cada R$ 1,00 de venda contribui com R$ 0,60, ou cada unidade vendida contribui com R$ 60,00 para cobrir o total do CUSTO FIXO DA EMPRESA; e, se possível, - conforme o volume de unid. produzidas ou vendidas - Também proporcionar Lucro.
  • 17. 17 DEMONSTRAÇÃO MARGINAL DA CONTA DE LUCROS E PERDAS Vendas: 600 unid. a R$ 100,00 R$ 60.000,00 (-)Custo Variável: 600 unid. a R$ 40,00 R$ 24.000,00 Margem de Contribuição R$ 36.000,00 (-)Custo Fixo R$ 30.000,00 Lucro Líquido (LAJIR) R$ 6.000,00
  • 18. 18 INDICE DO CUSTO VARIÁVEL É a porcentagem do Custo Variável Unitário em relação ao Preço de Venda Unitário. Cvu = R$ 40 x 100 = 40% Pvu R$ 100 ou CVT = 24.000 x 100 = 40% PVT 60.000 Subtraindo-se de 100% o índice do CV, que no caso é 40%, obtêm-se 60% que é o ÍNDICE DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO.
  • 19. 19 INDICE DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO = Mcu = Preço Venda - Cvu = 100 - 40 x 100 = 60% Pvu Pvu 100 ou então = RT - CVT = 60.000 - 24.000 x 100 = 60% RT 60.000
  • 20. 20 PONTO DE EQUILÍBRIO (em unid.) PE = CF = 30.000 = 500 unid. MCu 60 Se multiplicarmos 500 unid. R$ 100  RT = 50.000, que é o Volume Monetário da Receita no Ponto de Equilíbrio. PE$ = CF = 30.000 = 50.000, Índice MC 0.6 RT Margem de Contribuição y CT Lucro CV PE CF
  • 21. 21 x 500 600 1000 Unidades do Produto COMPANHIA PROGRESSO É o seguinte o comportamento dos custos da Cia. Progresso, com relação aos produtos x e y. Produto x Vendas ( 1.000 unid. a R$ 200,00) R$ 200.000,00 (-) Custos Variáveis ( 1.000 unid. a R$ 80,00 ) R$ 80.000,00 = Margem Contribuição ( 1.000 unid. a R$ 120,00 ) R$ 120.000,00 Produto y Vendas ( 1.000 unid. a R$ 200,00 ) R$ 200.000,00 (-) Custos Variáveis ( 1.000 unid. a R$ 120,00 ) R$ 120.000,00 = Margem Contribuição ( 1.000 unid. a R$ 80,00 ) R$ 80.000,00 Pede-se: a) Uma análise do efeito lucro para um crescimento de 20% nas vendas de cada um dos produtos.
  • 22. 22 b) Explique os resultados encontrados com base no conceito de Margem de Contribuição. O Custo Fixo do período é de R$ 150.000,00. COMPANHIA PROGRESSO SOLUÇÃO:
  • 23. 23 ANÁLISE DA SENSIBILIDADE DO P.E.  Aumento do Pvu  PE c a i   Diminuição do Pvu  PE sobe   Aumento do Cvu  PE sobe   Diminuição do Cvu  PE cai   Aumento do CFT  PE sobe   Redução do CFT  PE cai  CONCLUSÃO: O PE varia da direção oposta das Varianças do Preço de Venda e na mesma direção das Varianças de Custo.
  • 24. 24 MARGEM DE SEGURANÇA (MS) MS = VENDAS PREVISTAS - VENDAS NO PE VENDAS PREVISTAS
  • 25. 25 ALAVANCAGEM OPERACIONAL Suponha que a CIA MULTINACIONAL DA SILVA vendeu no ano 199x 1.000 unid. de seu produto, nas seguintes condições:  Preço de Venda Unitário R$ 10.00  Custo Fixo Total R$ 2.500,00  Custo Variável Unitário R$ 5,00 Calcular: A receita total. O custo variável total. O Lajir SOLUÇÃO: RT = R$ 10.00 x 1.000 = R$ 10.000,00 CVT = R$ 5.00 x 1.000 = R$ 5.000,00 CFT = R$ 2.500,00 LAJIR R$ 2.500,00
  • 26. 26 Supondo um acréscimo de vendas de 100 unid., calcule o LAJIR. RT = R$ 10.00 x 1.100 = R$ 11.000,00 CUT = R$ 5,00 x 1.100 = R$ 5.500,00 CFT = = R$ 2.500,00 LAJIR= = R$ 3.000,00 ACRÉSCIMO DE 10% NAS VENDAS CORRESPONDE 20% DE ACRÉSCIMO NO LUCRO.
  • 27. 27 Supondo uma redução de vendas de 100 unid. calcule novamente o LAJIR. RT = R$ 10.00 x 900 =R$ 9.000,00 CVT = R$ 5.00 x 900 = R$ 4.500,00 CFT = = R$ 2.500,00 LAJIR = = R$ 2.000,00 Redução de 10% nas vendas  Redução de 20% de Lucro ALAVANCAGEM OPERACIONAL Pode ser definida como a variação percentual do LAJIR em relação à variação percentual nas vendas. GAO = Grau de Alavancagem Operacional GAO = % LAJIR = 20% = 2 % VENDAS 10%
  • 28. 28 Critérios de Escolha entre ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS Vamos considerar a situação abaixo, em que tivéssemos que optar entre os seguintes projetos: PROJETO INVESTIMENTOS Futuras Receitas Líquidas Anuais ANO I ANO II A R$ 1.000.000,00 R$ 1.000.000,00 - B R$ 1.000.000,00 R$ 1.000.000,00 R$ 110.000,00 C R$ 1.000.000,00 R$ 400.000,00 R$ 800.000,00 D R$ 1.000.000,00 R$ 600.000,00 R$ 600.000,00 Podemos notar que se trata de uma situação em que projetos com os mesmos custos geram diferentes fluxos. Mesmo não aplicando qualquer método de avaliação podemos notar - examinando os Fluxos de Caixa - que como todas as alternativas apresentam o mesmo investimento inicial, certos projetos são preferíveis a outros. Desta forma , o projeto B é mais atraente que o projeto A, e o projeto D é - também - mais desejável que o projeto C.
  • 29. 29 Portanto, podemos afirmar que -De uma maneira geral- a presença de Taxas de Juros Positivos faz com que haja uma preferência generalizada em recebermos uma mesma soma Nominal de Capital em uma data mais próxima daquela em que nos encontramos. Os métodos mais utilizados nas análises são:
  • 30. 30 a) Períodos de PAY-BACK b) VPL - Valor Presente Líquido c) Valor Anual Uniforme - VA ou Custo Anual Equivalente - CAE d) TIR - Taxa Interna de Retorno e) Análise Incremental f) Alternativas com Vidas Diferentes g) Existência de Restrições Financeiras h) Alternativas com Vidas Perpetuas i ) Operações de Arrendamento. PERÍODOS DE PLAY-BACK Muito utilizado, mas possuindo limitações, não enfocando corretamente os conceitos mais relevantes. Seu conceito estabelece o nº de períodos necessários para recuperar o capital investido, ignorando o valor do dinheiro no tempo e o que ocorre após. VALOR INVESTIMENTOS Períodos de PAY-BACK = VALOR DA PARCELA
  • 31. 31 VPL - Valor Presente Líquido ou VAL - Valor Atual Líquido A Partir deste ponto, os critérios utilizados para analisar e avaliar méritos e alternativas para investimento, apresentam como principal característica a Variação do Dinheiro no tempo.Isto evidencia a necessidade de utilizar uma taxa de juros. A questão é: qual taxa deveremos empregar TMA - TAXA MÍNIMA DE ATRATIVIDADE É a taxa a partir da qual o investidor considera que está obtendo ganhos financeiros. O método do VPL - caracteriza-se, essencialmente, pela transferência para o instante presente de todas as variações de caixa esperadas, descontadas à taxa mínima de atratividade. Em outras palavras, seria o transporte para a data zero de um diagrama de Fluxo de Caixa, de todos os recebimentos e desembolsos esperados, descontados à taxa de juros considerado. Se o valor presente for positivo, a proposta de investimento é atrativa, e quanto maior o valor positivo, mais atrativa é a proposta. Se o Valor Presente for positivo a proposta de investimentos, e, quanto maior o Valor positivo, mais atrativa é a proposta.
  • 32. 32 Dado:  1 2 3 n Fluxo Previsto Obter: VPL 1 2 3 n Fluxo Equivalente Exercício:
  • 33. 33 Numa análise realizada em determinada empresa, foram detectados custos operacionais excessivamente elevados numa linha de produção, em decorrência de utilização de equipamentos velhos e absolutos. Os Engenheiros responsáveis pelo problema propuseram à gerência duas soluções alternativas. A 1ª consistindo numa reforma geral da linha, exigindo investimentos estimados em R$ 10.000,00, cujo resultado será uma redução anual de custos igual a R$ 2.000,00, durante 10 anos, após os quais os equipamentos seriam sucateados sem valor residual. A 2ª proposição foi a aquisição de uma nova linha de produção no valor de R$ 35.000,00 para substituir os equipamentos existentes, cujo valor líquido de revenda foi estimado em R$ 5.000,00. Esta alternativa deverá proporcionar ganhos de R$ 4.700,00 por ano, apresentando, ainda, um valor residual de R$ 10.705,00, após 10 anos. Sabendo-se que a TMA para a empresa é de 8% a.a. qual das alternativas deve ser preferida pela gerência SOLUÇÃO: Projeto a:
  • 34. 34 2.000,00  1 2 3 9 10 10.000,00 VPL= - 10.000 + 2.000  FRP (8%; 10) = 3.420,00 Projeto b: 5.000 4.700 10.705 9 10 35.000 VPL = - 35.000 + 5.000 + 4700  FRP (8%; 10) + 10705  FSP(8%;10) VPL = 6.495,56 Ambos os projetos possuem VPL positivos, concluindo-se que são atrativos. Nesse caso a opção deverá ser pelo projeto de maior VPC Se VPL for = , a TIR será = TMA Como VPL   … TIR será  TMA MÉTODO DO VALOR ANUAL UNIFORME (VA) Este método caracteriza-se pela transformação dos fluxos de caixa dos projetos considerados, em uma série uniforme de
  • 35. 35 pagamentos, indicando desta forma o valor do benefício líquido, por período, oferecido pelas alternativas de investimentos. Dado:  1 2 3 n-1 n Fluxo Previsto obter   n-1 n Fluxo Equivalente Resolver o exercício anterior pelo método VA Projeto a: VA = 10000  FPR ( 8%;10) + 2.000 = = - 1379,90 + 2.000 = 620,10 Projeto b: VA = - 35000  FRP (8%; 10) + 5.000  FPR(8%;10) + + 4700 + 10705  FSR (8%;10)
  • 36. 36 = - 35000 x 0,14903 + 5000 x 0,14903 + 4700 + 10705 x 0,06903 = - 5216,05 + 745,15 + 4700 + 738,97 = 968,07 MÉTODO DA TIR - TAXA INTERNA DE RETORNO Por conceito, a TIR é a taxa de juros para a qual o Valor Presente das receitas tornam-se iguais aos desembolsos. Simplificando, significa que é a taxa que torna nulo o VPL do projeto.
  • 37. 37 A TIR deve ser comparada com a TMA para a conclusão a respeito da aceitação ou não do projeto. Uma TIR maior que a TMA indica projeto atrativo. Se TIR menor que TMA, o projeto analisado passa a não ser interessante. Resolva o exercício anterior pelo método da TIR. SOLUÇÃO: Projeto a: = 10000 + 2000 x FRP (i;10) =   ver na tabela FRP (10anos) = 5
  • 38. 38 TIR = 15,1% a.a. Projeto b: -35.000+5000+4700 x FRP(i;10)+10705 x FSP(i;10) =  Como sabemos que Projeto b possui  TMA e que TMA = 8% calcularemos, primeiramente com taxa = 8% a.a. TIR = -35.000+5000+4700 FRP(8%;10) + 10705  FSP(8%;10) =  = -35.000+5000+4700 x 6,710 +10705 x 0,4632= = -30.000+31.537+4958,56= = -30.000+36495,56 = 6.495,56  logo TIR  8% a 10%  = =3.003,58  logo TIR  10% TIR = 12% Diante dos resultados é importante elaborarmos a sua análise e refletirmos sobre os mesmos: Alternativas VPL VAE TIR Reforma 3.420,00 620,10 15,1% Compra 6.495,56 968,07 12,0%
  • 39. 39 As duas taxas de Retorno dos projetos são superiores à Taxa Mínima de Atratividade, portanto, são propostas atrativas. Como a TIR da Reforma é maior que a alternativa de compra, deveria ser dada preferência à 1ª, contrariando os resultados obtidos pelos 2 métodos anteriores. Entretanto o procedimento correto da análise indica que deve-se fazer uma análise da TIR calculada para o fluxo da diferença entre os investimentos das propostas. No caso do exemplo, será melhor aplicar R$ 30.000 na alternativa de compra obtendo um retorno de 12% a.a. ou será mais interessante investir R$ 10.000 na alternativa de reforma com um retorno de 15,1% e os R$ 20.000 de diferença, aplicá-los à taxa mínima de atratividade A análise incremental é um complemento necessário ao método da TIR, principalmente quando os projetos são mutuamente exclusivos, como nesse caso, e que responde a este tipo de dúvida. ANÁLISE INCREMENTAL PARA MÉTODO DA TIR No caso de alternativas de investimento mutuamente exclusivas deve-se examinar a TIR obtida no acréscimo de iInvestimento de uma em relação à outra.
  • 40. 40 Sempre que esta taxa for superior à TMA, o acréscimo é vantajoso, isto faz com que a proposta escolhida não seja necessariamente a de maior TIR. Entretanto, para proceder a Análise Incremental deve-se certificar que os projetos tenham TIR maior que TMA. Ex.: Aplicando ao exercício anterior: Projeto A Projeto B Diferença Investimentos 10.000, 35.000 - 5000 20.000 Receitas Líquidas 2.000, 10 x 4700 + 10 x 2700 1 x 10.705 1 x 10.705 TIR = - 20.000+2700.FRP (i ;10) + 10.705 . FSP (i ;10) = 10,68% MÉTODO TIR - TAXA INTERNA DE RETORNO COM FLUXOS DE CAIXA QUE APRESENTAM MAIS DE UMA INVERSÃO DE SINAL Na maioria dos fluxos de caixa há apenas uma inversão de sinal; isto é, o investimento inicial (sinal negativo) geralmente resulta numa sequência de rendas líquidas ou economias de custo (sinais positivos). Esta situação normalmente leva a uma única solução. Entretanto se ocorrer mais que uma inversão no sinal, surgirão outras taxas de retorno. Em álgebra, a regra de sinais de descortes afirma que poderá haver tantas raízes positivas, quantas são as mudanças na direção do sinal do Fluxo de Caixa.
  • 41. 41 Para melhor entendimento, consideremos o Fluxo de Caixa abaixo: 10.000 1.600  1 2 10.000 O equacionamento que permite o cálculo das taxas é =  = 1600 - 10000 x FSP (i; 1) + 10.000x FSP (i ; 2) Resolvendo esta equação chega-se a resultados diferentes, e de solução complexa. Nesse caso, a solução apropriada para este tipo de problema requer a consideração de uma taxa de juros auxiliar. Por exemplo, para o fluxo anterior considera-se que os 1600 do período  sejam reinvestidos a uma taxa auxiliar de 20% por um período. A taxa auxiliar pode ser a TMA. Desta forma o fluxo de caixa passará a ter apenas uma inversão de sinal, conforme pode-se observar a seguir: 10.000
  • 42. 42  1 2 -10.000 + 1600 . (1+0,2) = 8.080 O equacionamento que permite o cálculo da taxa é:  = - 8080 + 10.000 . FSP ( i; 1) Resolvendo-se chega-se ao resultado de 23,76% ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO COM VIDAS DIFERENTES Existem casos em que se torna necessário decidir entre propostas de investimentos cujos horizontes de planejamento são diferentes. Por exemplo, considere a comparação entre duas propostas com duração estimadas de 6 a 12 anos. Como será aplicado o capital disponível depois do término do projeto mais curto, durante o período compreendido entre os términos de ambos os projetos A solução válida para este problema requer que todas as consequências das alternativas sejam levadas para um horizonte de planejamento comum. Supõe-se, por exemplo,
  • 43. 43 que se admita a alternativa mais curta poder ser substituída ao fim de 6 anos por uma outra idêntica. O procedimento comumente adotado para o caso de vidas diferentes é o seguinte:  calcula-se o mínimo múltiplo comum das vidas das alternativas propostas;  repete-se os fluxos tantas vezes, até atingir este tempo. Desta maneira compara-se alternativas de diferentes durações numa base temporal uniforme. O método do VALOR ANUAL UNIFORME implicitamente já considera a repetição do investimento, tornando desnecessária a utilização do procedimento mencionado. EXEMPLO: Uma certa operação pode ser executada satisfatoriamente, tanto pela máquina x, como pela máquina y. Os dados pertinentes às duas alternativas são as seguintes: MÁQUINA x MÁQUINA y Custo Inicial R$ 6.000 R$ 14.000 Valor Residual  20% do custo inicial Vida de serviço em anos 12 18 Receitas Anuais R$ 4.000 R$ 2.400 Comparar as alternativas, pelo método do VALOR PRESENTE LÍQUIDO - VPL, supondo-se uma TMA = 12%a.a.
  • 44. 44 SOLUÇÃO: . Fluxo de Caixa - Máquina x R$ 4.000  1 2 3 11 12 R$ 6.000 . Fluxo de Caixa - Máquina Y 2.800 2.400 1 2 17 18 14.000 VPL da Máquina x = - 6000 + 4000 . FRP(12%; 12) = = - 6000 + 24.777,50 = 18.777,50 VPL da Máquina y = - 14000 + 2400 FRP(12%;18) + 2800 . .FSP(12%;18) = = - 14000 + 17.399,21 + 364,11 = 3.763,32
  • 45. 45 EXISTÊNCIA DE RESTRIÇÕES FINANCEIRAS Pode-se lidar com alternativas que são mutuamente exclusivas no sentido de que apenas uma, das várias alternativas disponíveis, é necessária para preencher uma determinada função, tornando todas as outras supérfluas. Outro tipo de exclusividade mútua, refere-se ao caso em que uma ou mais das alternativas podem ser aceitas, mas devido à limitação dos recursos de capital, nem todas podem ser aceitas. Chama-se a este segundo caso de exclusividade mútua “Financeira”. Geralmente a cada ano, as empresas elaboram uma relação de futuros investimentos, denominada “Orçamento de Capital”. Um fato que frequentemente ocorre nestas ocasiões é a limitação de recursos para financiar todas as solicitações provenientes das diversas gerências. A existência de restrições financeiras coloca a alta administração diante da necessidade de selecionar aquele conjunto de alternativas, o pacote orçamentário, economicamente mais interessante, cuja demanda por recursos não supera o volume disponível.
  • 46. 46 EXEMPLO: Suponha que uma ou mais das propostas apresentadas na tabela a seguir podem ser aceitas porque não são tecnicamente equivalentes, isto é, cada uma desempenha função diferente. Alternativa Investimento Benefícios Valor TIR Inicial Anuais Presente A 10.000 1.628 1.928 10% B 20.000 3.116 2934 9% C 50.000 7.450 4832 8% SUPOSIÇÕES: A vida esperada de cada proposta é de 10 anos. O valor residual de cada proposta é zero. A TMA é de 6% a.a. . O Capital total disponível é de R$ 75.000. ALTERNATIVAS COM VIDAS PERPÉTUAS O Valor Presente de uma série ANUAL UNIFORME PERPÉTUA é conhecido como Custo Capitalizado. Sabe-se que: P=R ( 1 + i )n - 1 ( 1 + i )n . I Para n tendendo ao infinito: P = lim n   R (1 + i )n - 1 (1 + i )n . I
  • 47. 47 P = R lim n   1 - 1 i (1 + i )n . i P=R. 1 i Seja um projeto que possua as seguintes características:  investimento inicial = R$ 100.000  vida do projeto = infinita  benefício anual = R$ 2.000  TMA = 10% a.a. Calcule o custo capitalizado do projeto. P = 2000 . 1 = 20.000 0,1
  • 48. 48 INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA NA ANÁLISE DE INVESTIMENTO O Imposto de Renda pode reduzir o retorno esperado de um investimento, pois incide sobre o lucro tributável gerado pela decisão de investir. Desta forma um investimento atrativo antes do IR pode se tornar não atrativo após a consideração do IR. A contabilização da depreciação de ativos imobilizados influencia diretamente o cálculo do IR, sendo, por este motivo, objeto do nosso estudo, a seguir. CONCEITO DE DEPRECIAÇÃO MÉTODO LINEAR DE DEPRECIAÇÃO
  • 49. 49 É o método de depreciação mais utilizado no Brasil. A quota periódica de depreciação pode ser calculada pela seguinte fórmula: d = Co - R n Onde: d = quota de depreciação Co = Custo Original do bem patrimonial R = Valor Residual Contábil n = Vida Contábil esperada A taxa percentual de depreciação (T) pode ser calculado por: T = 100 n Atualmente, a receita federal permite as seguintes taxas máximas anuais de depreciação:  Móveis e Utensílios = 10%  Máquinas e equipamentos em geral = 10%  Veículos em geral = 20%  Construções Civis = 4% Para turnos de 16hs e 24hs estas taxas podem ser multiplicadas por 1,5 e 2,0 respectivamente. Para ativos em condições ambientais agressivas e desfavoráveis a legislação prevê a possibilidade de taxas maiores desde que se obtenha laudo técnico emitodo pelo Instituto Nacional de Tecnologia ou entidade equivalente.
  • 50. 50 EXEMPLO: Supondo um edifício com custo inicial de R$ 3.000.000,00, cujo valor do terreno foi de R$ 2.000.000,00. Determine: a) A quota anual de depreciação; b) a vida contábil; c) a depreciação acumulada no décimo ano; d) o valor contábil do edifício após 10 anos; e) o lucro ou prejuízo se o edifício for vendido por R$ 1.900.000,00 ao final do 15º ano. f) o lucro ou prejuízo, se o edifício for vendido por R$ 900.000,00 ao final do trigésimo ano. INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA O Imposto de Renda incide sobre o lucro tributável da empresa que, por sua vez, é influenciado por procedimentos de contabilidade de depreciação. Uma análise adequada dos investimentos deve ser realizada com a consideração do Imposto de Renda, mesmo que as propostas tenham apenas custos ou apresentem em determinados períodos lucro tributável negativo. O que importa na realidade, é a influência marginal da proposta, ou seja, o fluxo diferencial entre as situações em que a proposta é e não é implementada. Em comparações como “leasing” versus financiamento, fica clara a importância de se efetuar análise após impostos. Conforme a legislação em vigor (altera-se com frequência) o Imposto de Renda, em geral, é apurado pela aplicação de uma alíquota de 15% sobre o lucro tributável. Para lucro
  • 51. 51 tributável superior ao equivalente de 10% sobre a importãncia que excede a este limite. Além disso, deve-se considerar um encargo adicional, a contribuição social, que para o caso de empresas industriais é de 10% sobre o lucro tributável, já descontado o Imposto de Renda. Verifica-se, portanto, que quanto maior o lucro, maior será a taxa correspondente ao Imposto de Renda e à contribuição social, tendendo a atingir, para o caso de empresas industriais a alíquota de 32%. EXEMPLO: Um investimento de R$ 4.200,00 em um equipamento especial proporcionará redução nos desembolsos anuais de R$ 1.700.000. A vida econômica do equipamento é de 5 anos e o valor de venda esperado no final de 5º ano é de R$ 500.000. Considerando uma taxa de imposto de renda de 35%, cálcule a TIR do investimento, se: a) a taxa máxima de depreciação permitida para este equipamento for de 20%; b) o equipamento opera em três turnos (taxa máxima de 40%); c) a taxa máxima permitida fosse de 10%. Qual o comportamento da rentabilidade frente à aceleração de depreciação SOLUÇÃO: a) Vida Contábil = Vida Econômica = 5 anos
  • 52. 52 em R$ 1.000 ANO Fluxo antes Depreciação Valor Lucro IR Fluxo do IR anual contábil contábil após o IR a b c d=a-b e=d  i f= a-e  - 4.200 - 4.200 1 1.700 840 860 301 1.399 2 1.700 840 860 301 1.399 3 1.700 840 860 301 1.399 4 1.700 840 860 301 1.399 5 2.200 840  1.360 476 1.724 b) Se a taxa de depreciação anual permitida é de 40%: em R$ 1.000 ANO Fluxo antes Depreciação Valor Lucro IR Fluxo após do IR anual contábil Tributável o IR a b c d= a-b e= d  i f= a-e  1 2 3 4 5 c) Se a taxa máxima fosse de 10%: ANO Fluxo antes Depreciação Valor Lucro IR Fluxo após do IR anual Contábil Tributável o IR a b c d= a - b e= d  i f= a - e
  • 53. 53  1 2 3 4 Pode-se concluir, portanto, que quanto mais rápida for a depreciação, maior será a TIR da proposta de investimento,pois o IR, apesar de ser no mesmo montante para todos os casos, tem o seu pagamento adiado. PROBLEMAS PROPOSTOS Problema 1 Um grupo de capitalistas está em dúvida apenas quanto ao local a escolher para montar uma fábrica. A decisão de levar o empreendimento para diante já foi tomada. Duas áreas estão em estudo: a primeira, Santos, reúne as vantagens de estar perto das fontes de matéria-prima e do mercado consumidor. A segunda Aratu, Bahia, apresenta a perspectiva de incentivos fiscais. Construindo a fábrica em Santos, o seu custo inicial será de 10.000 unidades monetárias, enquanto que em Aratu isto custará 2.000 u.m. a menos, por causa da isenção sobre imposto de importação de bens de ativo fixo. Para o volume de produção pretendido (idêntico em ambos os casos) espera-se um lucro líquido anual de 1.200 u.m. antes do imposto de renda, caso a fábrica seja em Santos.
  • 54. 54 Se Aratu for escolhida os custos anuais serão maiores em 400 u.m. . A fábrica tem vida útil estimada em 20 anos. A taxa de imposto de renda atingirá 30% para Santos e zero durante 10 anos para Aratu, subindo depois para os mesmos 30%. Considere uma vida contábil de 20 anos para efeito de cálculo de depreciação. A taxa mínima de atratividade é de 6% a.a. . Qual local escolher SOLUÇÃO: Santos ANO Fluxo antes Depreciação Valor Lucro IR Fluxo após do IR anual contábil Tributável o IR a b c d= a - b e=t  d f=a-e 0 1 2 … 9 10 11 … 19 20
  • 55. 55 SOLUÇÃO: ARATU ANO Fluxo do Depreciação Valor Lucro IR Fluxo IR anual contábil Tributável após o IR a b c d= a - b e=t  d f=a-e 0 1 2 … 9 10 11 … 19 20
  • 56. 56 Problema 2 Estuda-se a possibilidade de adquirir uma frota de 20 veículos para evitar o alto preço pelo arrendamento mercantil. Cada veículo custa $ 13.000,00, e pode ser vendido ao final de três anos por $ 8.000,00. As despesas de manutenção, inexistentes no caso do arrendamento, são estimadas em $ 1.500,00 por ano para cada veículo comprado. As despesas de operação são as mesmas em ambos os casos enquanto que as despesas com seguro são de $ 1.200,00 por ano, com desembolso durante o ano. O arrendamento, que inclui as despesas de manutenção e seguro, custa para a empresa a quantia de $ 160.000,00 anuais pelos 20 carros, mas proporciona a possibilidade de ser totalmente abatido para efeito de imposto de 42%. Considere uma TMA de 15% a.a. . É interessante a compra dos veículos Faça os cálculos pelo método do valor anual. Qual o valor de aluguel que igualaria as alternativas O que você decidiria SOLUÇÃO:
  • 57. 57 ANO Fluxo antes Depreciação Valor Lucro IR Fluxo após do IR anual Contábil tributável o IR a b c d=a-b e= t  d f=a-e 0 1 2 3 Problema 3 O investimento em uma máquina resulta: Investimento : $150.000 Despesas - 1º ano: $ 25.000 2º ano: $ 20.000 3º ano: $ 10.000 4º ano ao 9º ano: $ 5.000 10º ano: $ 25.000 Receitas por ano: $ 30.000 A máquina será depreciada linearmente em 10 anos. A empresa está na faixa dos 35% para fins de imposto de renda. Calcular a taxa interna de retorno da aquisição da máquina, após o imposto de renda. SOLUÇÃO: ANO Fluxo antes Depreciação Valor Lucro IR Fluxo após do IR anual contábil tributável o IR a b c d= a-b e= t  d f= a - e 0 1
  • 58. 58 2 3 4 9 10 ANÁLISE DE SENSIBILIDADE Até o momento, as análises de investimento efetuadas partiram do princípio que todas as previsões se efetivariam. Na realidade, os fluxos de caixa foram elaborados a partir da projeção de valores mais prováveis. Sabe-se, entretanto, que por melhor que tenha sido elaborada a previsão, o fluxo de caixa não será exatamente aquele imaginado inicialmente. A incerteza sempre estará. CONCEITOS DE RISCO E INCERTEZA Vários são os fatores que levam à incerteza, entre eles pode-se citar:  Fatores Econômicos: super ou subdimensionamente de oferta e demanda, alterações de preços de produtos e matérias-primas, investimentos imprevistos, etc…  Fatores Financeiros: falta de capacidade de pagamento, insuficiência de capital, etc…  Fatores Técnicos: inadequabilidade de processo, matéria-prima, tecnologia empregada, etc…  Outros: fatores políticos e institucionais, clima, problemas de gerenciamento de projetos, etc… . Na literatura da área é comum a diferenciação entre risco e incerteza. A condição de incerteza é caracterizada quando os fluxos de caixa associados a uma alternativa não podem ser previstos com exatidão, ou seja, não é possível quantificar em termos de probabilidade as variações nos fluxos de caixa.
  • 59. 59 Quando é possível mensurar, através de distribuições de probabilidade, as variáveis de entrada, considera-se que a situação é de risco. Existem várias técnicas para se avaliar investimentos em condições de risco e, algumas destas técnicas possibilitam como importante resultado a obtenção de distribuição de probabilidades de variáveis como Valor Presente Líquido e Taxa Interna de Retorno. De posse de tal distribuição pode-se calcular a probabilidade de inviabilidade de um investimento no curso de Engenharia Econômica II. Para se avaliar investimentos em condições de incerteza, o método mais utilizado, e mais simples, é a análise de sensibilidade. ANÁLISE DE SENSIBILIDADE O fato de se fazer a análise de sensibilidade não exclui a possibilidade de aplicação de métodos de risco mais apurados, ao contrário, complementa, pois auxilia na identificação das variáveis mais importantes para se trabalhar. A intenção é observar quão sensíveis são os valores como Valor Presente, Taxa Interna de Retorno, Valor Anual, etc… , a partir da variação de parâmetros de entrada como vida útil, custos, receitas, quantidade vendida, preços, investimentos, taxas de descontos, etc… . É interessante a elaboração de gráficos que demonstrem este comportamento e a análise pode ser enriquecida se questões como as seguintes forem avaliadas:  Qual o menor preço do produto para que o projeto seja viável  Qual a quantidade mínima que deve ser produzida para que o investimento ainda seja rentável
  • 60. 60  Para os parâmetros de entrada “mais provável”, “otimista” e “pessimista” qual será o resultado econômico e financeiro da proposta em análise  E muitas outras questões. EXEMPLO Suponha o lançamento de um calçado de inverno. Os meses considerados são: maio, junho e julho. Os seguintes dados foram levantados pela empresa: Investimento em adequação de equipamento e treinamento R$ 100.000,00 Receita prevista(10.000 pares mês a R$ 10.00 par): R$ 100.000,00 Custos variáveis(10.000 pares  mês a R$ 4.00  par): R$ 40.000,00 Custos fixos: R$ 20.000,00 Valor residual: R$ 30.000,00 A taxa mínima aceitável pela empresa é de 10% ao mês. Analise a atratividade do investimento e analise a sensibilidade quanto à variação na quantidade vendida  Qual a quantidade mínima aceitável SOLUÇÃO
  • 61. 61 EXEMPLO Uma empresa está considerando a possibilidade de lançar um novo produto no mercado. A instalação da nova linha requererá um gasto de R$ 55.000,00 para investimentos fixos e R$ 5.000,00 para capital de giro. Estima-se uma vida econômica, para o projeto, de 10 anos, a empresa espera vender uma produção anual de 5.000 toneladas a um preço unitário de R$ 10,00. Os custos operacionais anuais foram estimados em R$ 35.000,00, Se a firma pretende um retorno após os impostos de no mínimo, 10% ao ano, pede-se: 1 - Verificar a atratividade do projeto. 2 - Analisar a sensibilidade do projeto para uma variação negativa de 15% no preço de venda. 3 -Calcular o preço de venda mínimo para obtenção de rentabilidade requerida. 4 - Verificar a sensibilidade do projeto para um acréscimo de 20% no valor do investimento fixo. A taxa de imposto de renda é de 35% e a taxa máxima de depreciação é de 10%. SOLUÇÃO: 1 - Atratividade do projeto ANO Fluxo antes Depreciação Lucro IR Fluxo depois do IR tributável do IR o 1 …
  • 62. 62 10 10 2 - Sensibilidade para - 15% no preço de venda: ANO Fluxo antes Depreciação Lucro IR Fluxo depois do do IR tributável IR 0 1 … 10 10 3 - Cálculo do preço de venda: 4 - Sensibilidade para mais 20% no investimento fixo: ANO Fluxo antes Depreciação Lucro IR Fluxo depois do do IR tributável IR 0 1 … 10 10
  • 63. 63 EXEMPLO Uma usina siderúrgica está considerando duas alternativas para obtenção de 3800 m3 ano de oxigênio necessário ao refino do aço, até o início de operação da nova fábrica daqui a três anos. A primeira é comprar oxigênio ao preço de $ 0,90 m3 . A segunda alternativa consiste numa reforma da fábrica existente, orçada em $500,00, para produzir oxigênio a um custo de 0,71 m3 . Em caso de se optar pela compra de oxigênio, a fábrica existente será vendida hoje por $ 1500,00. Caso se decida pela reforma, o valor de revenda da fábrica será de $ 500,00 ao final dos três anos. Admitindo-se uma TMA para a empresa de 10% a.a. pede-se: 1 - Verificar a alternativa mais econômica. 2 - Testar a sensibilidade da decisão para uma variação de 20% a mais no orçamento da reforma. 3 - Qual o preço de equilíbrio do m3 de oxigênio, para o caso do ítem 1.