Alface
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI
ALINE AP. ANDRADE COSTA
1
FAMÍLIA: Asteraceae
GÊNERO: Lactuca
ESPÉCIE: Lactuca sativa
CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA
2
Região Asiática
CENTRO DE ORIGEM
3
EGITO
- Primeiros relatos do uso da alface
- Consumo de folhas e sementes (óleo)
GRÉCIA
- Seleção e início da domesticação do tipo aspargo
ROMA
- Domesticação e seleção das características
modernas
DOMESTICAÇÃO
4
Planta herbácea
Caule diminuto
Folhas amplas dispostas em roseta em
torno ao caule
Sistema radicular ramificado
- 25 a 60 cm
BOTÂNICA - ALFACE
5
Inflorescência tipo capítulo
Autógama
Polinização cruzada
- Pode ocorrer
Frutos
- Aquênios
BOTÂNICA - ALFACE
6
Textura das folhas
- Crespas
- Lisas
Coloração
- Verdes
- Roxas
Formato
- Formação de cabeça
- Sem cabeça
TIPOS DE ALFACE
7
Alface tipo lisa
Alface tipo crespa
Alface tipo americana
GRUPOS DE CULTIVARES
Alface tipo roxa
Alface tipo romana
Alface tipo mimosa
8
Cabeça pequena
Folhas lisas - macias
Suscetível ao dano mecânico
Coloração
- Verde claro
ALFACE TIPO LISA
9
Folhas crocantes
Folhas crespas
Facilidade de manuseio
Coloração
- Verde claro
ALFACE TIPO CRESPA
10
Forma cabeça
Folhas
- Textura crocante
Resistência ao dano mecânico
- Suporta a refrigeração – Facilidade
de transporte
Principal uso
- Preparação de sanduíches
quentes
- Salada de corte
ALFACE TIPO AMERICANA
11
Folhas Crocantes
Folhas crespas
Elevado teor de antocianina
Coloração
- Tons de roxo
ALFACE TIPO ROXA
12
Formato alongado
Folhas finas, rígidas e crocantes
Sabor suave – adocicado
Oficial da salada de Caesar
Coloração
- Verde claro a escuro – comum
- Tons de roxo – novas cultivares
ALFACE TIPO ROMANA
13
Grupo mais heterogêneo
Folhas soltas
Sabor mais picante
Acompanhamento para pratos quentes
Não forma cabeça
Coloração
- Verde
- Roxo
ALFACE TIPO MIMOSA
14
Parte comestível - caule
Grupo Chinês
- Folhas verdes claras
- Similar a alface romana
Segundo grupo
- Folhas lanceoladas mais escuras
- Verde claro a verde escuro
- Eretas
Presença principal na Ásia
ALFACE ASPARGO
15
Domesticação insipiente
Variedades tradicionais
- Gregos – Calmante
- Egípcios - Afrodisíaco
35% de óleo
Elevado teor de vitamina E
Folhas não comestíveis
- Adstringentes
ÓLEO DE ALFACE
16
Fase vegetativa
- Dias curtos
- Temperaturas amenas < 20ºC
Fase reprodutiva
- Dias longos
- Temperaturas elevadas > 20ºC
CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO
17
ETAPAS DE PRODUÇÃO
Semeadura
Florescimento e
produção de
sementes
Estádio
comercial
60 a 80 dias 120 a 150 dias
18
Hortaliça anual
Temperatura ideal
- 7 a 24ºC
Inverno
- Temperaturas favoráveis
- Dias curtos
- Maior número de folhas por planta
- Melhor desenvolvimento da cabeça
- Cultivo protegido – regiões propensas a geada
CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO
19
Cultivares de inverno
- Adaptadas ao frio
- Plantio – Fevereiro a Agosto
Cultivares de verão
- Adaptadas ao calor
- Menos propensas ao pendoamento
CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO
20
Via sementes
Sementes pequenas
- 950 sementes/g
Formato alongado
Coloração branca ou preta
FORMAS DE PROPAGAÇÃO
Germinação mínima 70%
1 ha – 300 a 500g de semente
21
Preferencialmente Peletizadas
- Tamanho uniforme
- Melhor manejo durante a semeadura
- Evita desbastes
- Melhor pegamento inicial
SEMENTES
22
Produção de mudas
Utilizar sementes de alta qualidade
Bandejas descontaminadas
- 200 a 288 células
Melhora o manejo das mudas
Redução do custo de produção
SEMENTEIRAS
23
Utilizar substrato de qualidade
- Esterelizado/solarizado
Semeadura manual
Auxilio semeador
Semeadora automatizada
Padronizar a profundidade
- 0.5 cm
- 1.0 cm
SEMENTEIRAS
24
Cultivo em ambiente aberto
- Orgânico
- Convencional
Cultivo protegido
- Orgânico
- Convencional
- Hidropônico
PRINCIPAIS FORMAS DE CULTIVO
25
Custo reduzido
Maior risco de perdas
Formas de cultivo
- Diretamente nos canteiros
- Mulching
CULTIVO EM AMBIENTE ABERTO
26
Condição climática de cultivo
Casa de vegetação
Telados
Túneis baixos
Possibilita o cultivo o ano todo
CULTIVO EM AMBIENTE PROTEGIDO
27
Sistema de cultivo fora do solo
Fornecimento da nutrição via solução nutritiva
Estrutura de maior custo
Elevado custo de manutenção e cultivo
Valor agregado no produto final
Maior rentabilidade e escalonamento da produção
CULTIVO HIDROPÔNICO
28
Solos leves e bem drenados
Férteis e com bom teor de MO
Manejo de preparo do solo
- Aração
- Gradagem
- Enxada rotativa
- Encanteiradeira
Canteiros
- 15 a 20 cm de altura
- 1 m de largura
PLANTIO
29
Turno de regas diárias
Evitar a aplicação em excesso de água
Sistema de drenagem em bom funcionamento
Rega pela manhã
- Evitar queimar as folhas
Maior demanda de água
- Formação da cabeça
IRRIGAÇÃO
30
Espaçamento
- 25 a 30cm entre linhas
- 25 a 30cm entre plantas
Recomendado
- Canteiro de 1 m – largura
- 4 a 5 fileiras de plantas
PLANTIO
31
Base
- Realizada de acordo com a análise de solo
Cobertura
- 60 a 120 kg ha-¹
- 250 a 400 kg ha-¹ P2O5
- 80 a 90 kg ha-¹ K2O – Parcelar na
fertirrigação
Alface americana
- Incremento de 20 a 40% do potássio
ADUBAÇÃO
32
Tipburn ou “Queima marginal”
Distúrbio fisiológico
Suprimento inadequado de Ca e N
Deficiência de água
Temperaturas elevadas
ANOMALIAS FISIOLÓGICAS
33
Queima da saia
- Rhizoctonia solani
Condições favoráveis
- Temperatura> 25-27ºC
- Umidade do solo elevada
- Matéria orgânica mal curtida
PRINCIPAIS DOENÇAS
34
Septoriose
- Septoria lactucae
Doença mais severa e de maior ocorrência no verão
Mancha com contornos irregulares
Rápida disseminação
Condição favorável
- Temperatura de 20 – 30ºC
- Alta UR
PRINCIPAIS DOENÇAS
35
Murcha-de-fusário
- Fusarium oxysporum f. sp. lactucae
Plantas apresentam desenvolvimento
reduzido
Amarelecimento e murcha das folhas
Mediante um corte longitudinal no
caule verifica-se o escurecimento do
xilema
PRINCIPAIS DOENÇAS
36
Pseudomonas
- Pseudomonas cichorii
- Manchas necróticas irregulares nos bordos das
folhas ou espalhadas pelo limbo foliar
Condição favorável
- Alta temperatura de 20 – 35ºC
- Alta UR
PRINCIPAIS DOENÇAS
37
Nematoide-das-galhas
- Meloidogyne spp.
- Raízes infectadas são geralmente mais
curtas e com menor número de raízes
laterais
Sintomas adicionais na parte aérea
- Nanismo
- Amarelecimento
- Cabeças de alface menores
- Mais leves
- Folhas mais soltas
PRINCIPAIS DOENÇAS
38
Vírus-do-mosaico-da-alface
- Lettuce Mosaic Vírus - LMV
Sintomas
- Quebra da coloração verde das
folhas
- Necrose
- Deformação foliar
- Redução de crescimento
Transmissão
- Sementes
- Pulgões
PRINCIPAIS DOENÇAS
Controle
- Sementes sadias
- Cultivares resistentes
- Eliminação de restos culturais
- Eliminação de plantas daninhas
hospedeiras de pulgões
39
Vírus-do-vira-cabeça-do-tomateiro
- Tomato spotted with vírus – TSWV
Sintomas
- Perda da coloração verde
- Necrose marginal
- Paralisação do crescimento
- Atrofiamento da cabeça
PRINCIPAIS DOENÇAS
40
Pulgões
Sucção de seiva e transmissão de Vírus
Manejo
- Eliminar hospedeiros
- Eliminar restos culturais
- Eliminar plantas atacadas
PRINCIPAIS PRAGAS
41
Lagarta do cartucho
- Spodoptera frugiperda
Alimentam-se das folhas internas
Formação de galerias
PRINCIPAIS PRAGAS
42
Trips
- Frankliniella sp., Trips tabaci
Sintomas
- Folhas raspadas
- Aspecto queimado ou prateado
Transmissão de vírus
Manejo
- Eliminar hospedeiros
- Eliminar restos culturais
PRINCIPAIS PRAGAS
43
Manual – Maioria
Máximo desenvolvimento vegetativo
Anterior aos sinais de pendoamento
35 a 70 dias após o transplantio –
dependendo da cultivar
Corte das plantas rente ao solo
Remoção de folhas velhas ou danificadas
COLHEITA
44
Classificação em lotes homogêneos
Plantas embaladas individuais – maior valor
agregado
Plantas embaladas em lote – atacadista
Transporte em caixas especiais (engradados)
- 12 a 16 pés de alface por engradado
PÓS – COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO
45
Ripas – madeira
- Menor custo
- Problemas com contaminação
- Difícil sanitização
- Se defeituosos causam danos mecânicos
Caixa plástica
- Maior custo
- Melhor higienização
- Fácil sanitização
- Melhor acomodação para transporte
PRINCIPAIS TIPOS DE ENGRADADOS
UTILIZADOS
46
O lote deve estar vendido antes da colheita
Período de vida pós-colheita muito curto
Atendimento a atacadistas e/ou varejistas locais
Escalonamento da produção para ter oferta
durante todo o ano
COMERCIALIZAÇÃO
aline.andrade@ufvjm.edu.br
OBRIGADA!

AULA ALFACE.pptx

  • 1.
    Alface UNIVERSIDADE FEDERAL DOSVALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI ALINE AP. ANDRADE COSTA
  • 2.
    1 FAMÍLIA: Asteraceae GÊNERO: Lactuca ESPÉCIE:Lactuca sativa CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA
  • 3.
  • 4.
    3 EGITO - Primeiros relatosdo uso da alface - Consumo de folhas e sementes (óleo) GRÉCIA - Seleção e início da domesticação do tipo aspargo ROMA - Domesticação e seleção das características modernas DOMESTICAÇÃO
  • 5.
    4 Planta herbácea Caule diminuto Folhasamplas dispostas em roseta em torno ao caule Sistema radicular ramificado - 25 a 60 cm BOTÂNICA - ALFACE
  • 6.
    5 Inflorescência tipo capítulo Autógama Polinizaçãocruzada - Pode ocorrer Frutos - Aquênios BOTÂNICA - ALFACE
  • 7.
    6 Textura das folhas -Crespas - Lisas Coloração - Verdes - Roxas Formato - Formação de cabeça - Sem cabeça TIPOS DE ALFACE
  • 8.
    7 Alface tipo lisa Alfacetipo crespa Alface tipo americana GRUPOS DE CULTIVARES Alface tipo roxa Alface tipo romana Alface tipo mimosa
  • 9.
    8 Cabeça pequena Folhas lisas- macias Suscetível ao dano mecânico Coloração - Verde claro ALFACE TIPO LISA
  • 10.
    9 Folhas crocantes Folhas crespas Facilidadede manuseio Coloração - Verde claro ALFACE TIPO CRESPA
  • 11.
    10 Forma cabeça Folhas - Texturacrocante Resistência ao dano mecânico - Suporta a refrigeração – Facilidade de transporte Principal uso - Preparação de sanduíches quentes - Salada de corte ALFACE TIPO AMERICANA
  • 12.
    11 Folhas Crocantes Folhas crespas Elevadoteor de antocianina Coloração - Tons de roxo ALFACE TIPO ROXA
  • 13.
    12 Formato alongado Folhas finas,rígidas e crocantes Sabor suave – adocicado Oficial da salada de Caesar Coloração - Verde claro a escuro – comum - Tons de roxo – novas cultivares ALFACE TIPO ROMANA
  • 14.
    13 Grupo mais heterogêneo Folhassoltas Sabor mais picante Acompanhamento para pratos quentes Não forma cabeça Coloração - Verde - Roxo ALFACE TIPO MIMOSA
  • 15.
    14 Parte comestível -caule Grupo Chinês - Folhas verdes claras - Similar a alface romana Segundo grupo - Folhas lanceoladas mais escuras - Verde claro a verde escuro - Eretas Presença principal na Ásia ALFACE ASPARGO
  • 16.
    15 Domesticação insipiente Variedades tradicionais -Gregos – Calmante - Egípcios - Afrodisíaco 35% de óleo Elevado teor de vitamina E Folhas não comestíveis - Adstringentes ÓLEO DE ALFACE
  • 17.
    16 Fase vegetativa - Diascurtos - Temperaturas amenas < 20ºC Fase reprodutiva - Dias longos - Temperaturas elevadas > 20ºC CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO
  • 18.
    17 ETAPAS DE PRODUÇÃO Semeadura Florescimentoe produção de sementes Estádio comercial 60 a 80 dias 120 a 150 dias
  • 19.
    18 Hortaliça anual Temperatura ideal -7 a 24ºC Inverno - Temperaturas favoráveis - Dias curtos - Maior número de folhas por planta - Melhor desenvolvimento da cabeça - Cultivo protegido – regiões propensas a geada CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO
  • 20.
    19 Cultivares de inverno -Adaptadas ao frio - Plantio – Fevereiro a Agosto Cultivares de verão - Adaptadas ao calor - Menos propensas ao pendoamento CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO
  • 21.
    20 Via sementes Sementes pequenas -950 sementes/g Formato alongado Coloração branca ou preta FORMAS DE PROPAGAÇÃO Germinação mínima 70% 1 ha – 300 a 500g de semente
  • 22.
    21 Preferencialmente Peletizadas - Tamanhouniforme - Melhor manejo durante a semeadura - Evita desbastes - Melhor pegamento inicial SEMENTES
  • 23.
    22 Produção de mudas Utilizarsementes de alta qualidade Bandejas descontaminadas - 200 a 288 células Melhora o manejo das mudas Redução do custo de produção SEMENTEIRAS
  • 24.
    23 Utilizar substrato dequalidade - Esterelizado/solarizado Semeadura manual Auxilio semeador Semeadora automatizada Padronizar a profundidade - 0.5 cm - 1.0 cm SEMENTEIRAS
  • 25.
    24 Cultivo em ambienteaberto - Orgânico - Convencional Cultivo protegido - Orgânico - Convencional - Hidropônico PRINCIPAIS FORMAS DE CULTIVO
  • 26.
    25 Custo reduzido Maior riscode perdas Formas de cultivo - Diretamente nos canteiros - Mulching CULTIVO EM AMBIENTE ABERTO
  • 27.
    26 Condição climática decultivo Casa de vegetação Telados Túneis baixos Possibilita o cultivo o ano todo CULTIVO EM AMBIENTE PROTEGIDO
  • 28.
    27 Sistema de cultivofora do solo Fornecimento da nutrição via solução nutritiva Estrutura de maior custo Elevado custo de manutenção e cultivo Valor agregado no produto final Maior rentabilidade e escalonamento da produção CULTIVO HIDROPÔNICO
  • 29.
    28 Solos leves ebem drenados Férteis e com bom teor de MO Manejo de preparo do solo - Aração - Gradagem - Enxada rotativa - Encanteiradeira Canteiros - 15 a 20 cm de altura - 1 m de largura PLANTIO
  • 30.
    29 Turno de regasdiárias Evitar a aplicação em excesso de água Sistema de drenagem em bom funcionamento Rega pela manhã - Evitar queimar as folhas Maior demanda de água - Formação da cabeça IRRIGAÇÃO
  • 31.
    30 Espaçamento - 25 a30cm entre linhas - 25 a 30cm entre plantas Recomendado - Canteiro de 1 m – largura - 4 a 5 fileiras de plantas PLANTIO
  • 32.
    31 Base - Realizada deacordo com a análise de solo Cobertura - 60 a 120 kg ha-¹ - 250 a 400 kg ha-¹ P2O5 - 80 a 90 kg ha-¹ K2O – Parcelar na fertirrigação Alface americana - Incremento de 20 a 40% do potássio ADUBAÇÃO
  • 33.
    32 Tipburn ou “Queimamarginal” Distúrbio fisiológico Suprimento inadequado de Ca e N Deficiência de água Temperaturas elevadas ANOMALIAS FISIOLÓGICAS
  • 34.
    33 Queima da saia -Rhizoctonia solani Condições favoráveis - Temperatura> 25-27ºC - Umidade do solo elevada - Matéria orgânica mal curtida PRINCIPAIS DOENÇAS
  • 35.
    34 Septoriose - Septoria lactucae Doençamais severa e de maior ocorrência no verão Mancha com contornos irregulares Rápida disseminação Condição favorável - Temperatura de 20 – 30ºC - Alta UR PRINCIPAIS DOENÇAS
  • 36.
    35 Murcha-de-fusário - Fusarium oxysporumf. sp. lactucae Plantas apresentam desenvolvimento reduzido Amarelecimento e murcha das folhas Mediante um corte longitudinal no caule verifica-se o escurecimento do xilema PRINCIPAIS DOENÇAS
  • 37.
    36 Pseudomonas - Pseudomonas cichorii -Manchas necróticas irregulares nos bordos das folhas ou espalhadas pelo limbo foliar Condição favorável - Alta temperatura de 20 – 35ºC - Alta UR PRINCIPAIS DOENÇAS
  • 38.
    37 Nematoide-das-galhas - Meloidogyne spp. -Raízes infectadas são geralmente mais curtas e com menor número de raízes laterais Sintomas adicionais na parte aérea - Nanismo - Amarelecimento - Cabeças de alface menores - Mais leves - Folhas mais soltas PRINCIPAIS DOENÇAS
  • 39.
    38 Vírus-do-mosaico-da-alface - Lettuce MosaicVírus - LMV Sintomas - Quebra da coloração verde das folhas - Necrose - Deformação foliar - Redução de crescimento Transmissão - Sementes - Pulgões PRINCIPAIS DOENÇAS Controle - Sementes sadias - Cultivares resistentes - Eliminação de restos culturais - Eliminação de plantas daninhas hospedeiras de pulgões
  • 40.
    39 Vírus-do-vira-cabeça-do-tomateiro - Tomato spottedwith vírus – TSWV Sintomas - Perda da coloração verde - Necrose marginal - Paralisação do crescimento - Atrofiamento da cabeça PRINCIPAIS DOENÇAS
  • 41.
    40 Pulgões Sucção de seivae transmissão de Vírus Manejo - Eliminar hospedeiros - Eliminar restos culturais - Eliminar plantas atacadas PRINCIPAIS PRAGAS
  • 42.
    41 Lagarta do cartucho -Spodoptera frugiperda Alimentam-se das folhas internas Formação de galerias PRINCIPAIS PRAGAS
  • 43.
    42 Trips - Frankliniella sp.,Trips tabaci Sintomas - Folhas raspadas - Aspecto queimado ou prateado Transmissão de vírus Manejo - Eliminar hospedeiros - Eliminar restos culturais PRINCIPAIS PRAGAS
  • 44.
    43 Manual – Maioria Máximodesenvolvimento vegetativo Anterior aos sinais de pendoamento 35 a 70 dias após o transplantio – dependendo da cultivar Corte das plantas rente ao solo Remoção de folhas velhas ou danificadas COLHEITA
  • 45.
    44 Classificação em loteshomogêneos Plantas embaladas individuais – maior valor agregado Plantas embaladas em lote – atacadista Transporte em caixas especiais (engradados) - 12 a 16 pés de alface por engradado PÓS – COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO
  • 46.
    45 Ripas – madeira -Menor custo - Problemas com contaminação - Difícil sanitização - Se defeituosos causam danos mecânicos Caixa plástica - Maior custo - Melhor higienização - Fácil sanitização - Melhor acomodação para transporte PRINCIPAIS TIPOS DE ENGRADADOS UTILIZADOS
  • 47.
    46 O lote deveestar vendido antes da colheita Período de vida pós-colheita muito curto Atendimento a atacadistas e/ou varejistas locais Escalonamento da produção para ter oferta durante todo o ano COMERCIALIZAÇÃO
  • 48.