Executive Education Program in Project Management
The George Washington University – August 2015
GESTÃO DE PORTFÓLIO ALINHADO AO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA IMPLANTAÇÃO
DE SMART CITIES.
Mateus Rossato Postal
Patrícia de Macedo Anjos
Rafael Brenner e Silva
Curitiba – 04 Dez 2015
1. Introdução
2. Metodologia
3. Desenvolvimento
4. Conclusão
5. Perguntas
Sumário
A escolha deste tema veio da vivencia durante o VII Módulo Internacional em
Gerenciamento de Projetos – ISAE/FGV em uma cidade planejada - DC.
Pode-se perceber e vivenciar inúmeras iniciativas em prol do bem-estar e bem
viver dos moradores de Washington D.C.
Percepção essa amplificada pela visita técnica realizada ao Dulles Corridor
Metrorail, onde foi possível visualizar o desenvolvimento da região de Tysons
Corner decorrente da expansão da linha laranja do metro de Washington D.C.
As aulas ministradas pelos professores da The George Washington University, em
especial os Drs. Kwak e Sanjay sobre gerenciamento de projetos de infraestrutura
sustentáveis, nos despertou para a necessidade de pensar a cidade de forma
sustentável e inteligente.
A motivação
1. Introdução
2. Metodologia
3. Desenvolvimento
4. Conclusão
Cidades e pessoas
Ordos - China
Ordos - China
Ordos - China
Não faltam pessoas
Acréscimo 1 bilhão de pessoas
1804 – 1927
Hoje
Onde estão as pessoas?
>50% em cidades
80% do Produto Mundial Bruto
20% em 600 cidades
50% do Produto Mundial Bruto
McKinsey Global Institute
Infraestrutura
Transito
Transito
Brasil – R$ 62 Bi/ano
R$ 111 Bi/ano
Ásia – 5% do PIB
• Soluções, inovação, invenção, desenvolvimento, conhecimento, descobertas...
 O desafio é tornar as cidades mais amigáveis das pessoas;
 A solução deste desafio permitirá um aumento da qualidade de vida;
 A qualidade de vida no dia a dia do cidadão contribui para aumentar sua
produtividade;
 É importante pensar nas cidades como instrumento de desenvolvimento
humano;
 Uma cidade funcionando em rede, com todos os sistemas e processos da
cidade pensados para funcionar dentro de uma visão completa de todo o
seu funcionamento;
 Aumentar a eficiência da cidade.
1. Introdução
Smart Cities ou Cidades Inteligentes transmitem o significado de um
funcionamento mais estratégico e sistêmico, tornando as cidades mais eficientes
na sua dinâmica, enquanto atendem demandas públicas, pois cidades existem para
atender ao público, ao coletivo.
A maneira como está arranjada ou organizada, permite que a utilidade da cidade
para o cidadão seja satisfatória. Quanto melhor planejada, melhor a qualidade de
vida para o cidadão.
Esta visão permite compreender que uma cidade inteligente, certamente
incentivará outros projetos que ocorrem no âmbito urbano, realizado por
empresas e empreendedores de maneira geral.
Ponto de Partida
Ponto de Partida
• As cidades que possuem uma gestão estratégica bem estruturada dão espaço
para o uso de instrumentos tecnológicos para uma melhor qualidade de vida
para sua população.
• É fundamental definir o entendimento, identificar os objetos e declaração dos
objetivos.
O Planejamento Estratégico
• A missão de uma cidade deve incluir, por exemplo, o compromisso com a busca
da maior escala do Índice de Prosperidade da Cidade (CPI), proposto pela
Organização das Nações Unidas (ONU)/Habitat: infraestrutura, produtividade
econômica, qualidade de vida, inclusão social e sustentabilidade ambiental.
• A visão traça o cenário futuro da cidade, vislumbrado por seus habitantes;
sintetiza os interesses coletivos, sociais e políticos dos cidadãos, em
convergência com os interesses da cidade e seus principais potenciais. Não
deve estar associada a mandatos, mas a uma perspectiva de longo prazo.
• Os valores devem balizar o comportamento dos agentes públicos e dos
habitantes. A proposta de valores para uma cidade inteligente deve estar
alinhada ao conceito adotado que orientará sua transformação.
• Tripé composto pela infraestrutura, operações e pessoas que devem ser
trabalhados para uma evolução dinâmica.
Princípios Essencias
Objetivos, metas e indicadores
Projetos são formas de se alcançar objetivos e metas organizacionais, em geral
no contexto de um Planejamento Estratégico.
Indicadores Programas:
infraestrutura,
operações e pessoas
Metas
Valores Objetivos
VisãoMissão
Portfólio
Projetos
Impulsionar o crescimento econômico e
melhorar a qualidade de vida das pessoas,
permitindo o desenvolvimento local e uso
de tecnologia, especialmente a tecnologia
que leva a resultados inteligentes.
1. Introdução
2. Metodologia
3. Desenvolvimento
4. Conclusão
Estrutura e tratamento das informações
• Pesquisa documental e de campo com o objetivo de responder:
 "Quais os projetos que geram maior percepção na sociedade em um
menor tempo?”
 “Quais os projetos que geram maior impacto em um menor tempo ?”
• O universo de pesquisa deste estudo compreendeu uma amostra de indivíduos
que foi escolhida aleatoriamente, entre algumas cidades brasileiras.
1. Metodologia
• O modelo proposto tem como premissa a característica de processo presente
no gerenciamento de portfólios (PMI 2006).
• O framework foi dividido em três grupos:
 Planejamento estratégico;
 Revisão portfólio;
 Controle projetos.
• O objetivo é a divisão das responsabilidades dentro do gerenciamento de
portfólio, assim como a escolha mais assertiva das ferramentas a serem
utilizadas em cada processo.
1. Metodologia
1. Metodologia
SMART CITY
RISCO KNOWHOW
PERCEPÇÃO
POPULAR
AREAS
VERDES
EFIC LUMIN.
RECICLAGEM
LIXO
METRO
CAPT. AGUA
CHUVA
EFIC TERMC.
UTILIZAÇÃO
AGUA
REVITALIZAÇ
ÃO
ACESSO A
NATUREZA
Figura 13: Hierarquia lógica AHP para Smart City.
• No processo de seleção e classificação utilizou-se da AHP - Analytic Hierarchy
Process para comparar os projetos entre si;
• Os projetos concorrentes ao portfólio são analisados sobre três critérios:
 Percepção popular;
 Risco;
 Know How.
• Vetor de Eigen para matriz comparativa do grupo de critérios Smart City indica
que o fator de risco associado ao projeto em maior impacto na escolha final do
projeto concorrente segundo a análise feita.
1. Metodologia
PERCEPÇÃO
POPULAR
RISCO KNOWHOW
PERCEPÇÃO POPULAR 1 1/3 5
RISCO 3 1 7
KNOWHOW 1/5 1/7 1
Tabela 15: Matriz Comparativa do grupo de critérios smart city
0.2828
0.6434
0.0738
PERCEPÇÃO POPULAR
RISCO
KNOWHOW
Figura 14: Vetor de Eigen Para matriz comparativa do grupo de critérios Smart City
1. Introdução
2. Metodologia
3. Desenvolvimento
4. Conclusão
Pesquisa e dados
Diferentes modelos de gerenciamento de portfólio, alguns focados na
minimização da incerteza, outros focados no gerenciamento do conhecimento
adquirido. Destacam-se:
• Modelo de Cooper, Edgett e Kleinsshimdt:
O foco é a estratégia organizacional regulando os limites do gerenciamento
de portfólio, definindo qual o caminho a seguir e qual a ênfase a ser dada em
cada momento.
• Modelo de Archer e Ghasemzadeh:
Utilização de informações prévias de outros projetos como entrada da fase de
análise individual dos projetos.
• Modelo de Rabechini, Maximiliano e Martins:
A evolução dos modelos de gerenciamento de projetos via gerenciamento de
portfólio, principalmente com o advento do OPM3 – Organizational Project
Management Maturity Model.
As ferramentas devem se adequar ao portfólio (suficientemente flexível) e não
o portfólio se adequar as ferramentas.
3. Desenvolvimento
95.1%
95.1%
94.2%
93.2%
91.3%
88.3%
87.4%
85.4%
84.5%
75.0% 80.0% 85.0% 90.0% 95.0% 100.0%
Acesso a Natureza:
Revitalização de áreas depreciadas
Utilização correta da Água
Programas de reciclagem do lixo
Eficiência luminosa em construções
Criação de áreas Verdes
Eficiência térmica em construções
Metro / trem
Captação da água da chuva
Figura 1: Percepção de valor dos projetos para Cidades Inteligentes
De acordo com a IBM (2012), cidades inteligentes se baseiam em um tripé que
é composto pela infraestrutura, operações e pessoas que devem ser
trabalhados para uma evolução dinâmica.
3. Desenvolvimento
1. Introdução
2. Metodologia
3. Desenvolvimento
4. Conclusão
REVISÃO PORTFÓLIO CONTROLE PROJETOS
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
PRÉ-SELEÇÃO
ANALISE
INDIVIDUAL
DE PROJETOS
SELEÇÃO/
CLASSIFICAÇÃO
AJUSTE DO PORTFÓLIO
DESENVOLVIMEN
TO
DOS PROJETOS
PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DE PORTFÓLIO
BASE DE DADOS
DO PROJETO
BASE DE
PROJETOS
REJEITADOS
Figura 11: Framework para o gerenciamento de portfólios em Smart City
4. Conclusão
Com base nos resultados obtidos, foi sugerido o framework abaixo:
DESENVOLVIMENTO
DE
PROJETOS
4. Conclusão
Levando em consideração o resultado da AHP percebe-se que os projetos que
teriam maior ganho na relação tempo de execução por percepção popular, são
aqueles que representam esforços do âmbito de incentivos dos órgãos
públicos, tais como:
 Eficiência luminosa em edificações;
 Revitalizações de áreas abandonadas;
 Acesso a natureza;
 Programas de utilização correta da água da chuva.
Projetos de maiores portes tais como, implantação de BRTs, VLTs e utilização de
energia eólica, apresentaram uma rejeição elevada, provavelmente pela
questão do alto tempo de execução e retorno dos mesmos.
4. Conclusão
A perspectiva da crescente importância da gestão de projetos, seja em esfera pública ou
privada, deve estar apoiada na utilização e integração de técnicas de planejamento e
gestão de portfólio com objetivos estratégicos definidos de forma a medir resultados,
controlar e orientar as decisões. Com o crescimento das cidades - smart ou não, e seus
projetos, não podemos aceitar soluções improvisadas, em que os objetivos traduzidos
em projetos sejam mera formalidade.
Já é sabido que a prática de gerenciar projetos gera maior competitividade, redução de
custos e efetividade na implantação dos objetivos estratégicos. Gera também a
necessidade de maior transparência nas decisões, gestão e uso dos recursos
financeiros, exigindo de futuros gestores um foco maior na eficiência dos projetos e na
responsabilidade pelos resultados sustentáveis e inteligentes.
As pessoas anseiam por uma cidade melhor, iniciando um projeto de Smart City com
projetos com alto impacto, alta percepção popular e curto tempo de implantação é o
caminho para captação de pessoas com capacidade de gerar riqueza e valor.
Esta diversidade e qualidade de vida contribuem para geração de um ambiente
inovador e geram negócios, ideias e projetos para executar novas ideias, motivando
outros projetos gerados no espaço planejado da cidade inteligente.
Cidade do Rio é eleita a mais inteligente e conectada do país - Premiação da Urban Systems levou
em conta projetos como o Centro de Operações Rio (COR) e a Central de Atendimento ao Cidadão
1746 . Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/cidade-do-rio-eleita-mais-inteligente-conectada-do-pais-17067390#ixzz3t6AJc6dp
Fonte:http://www.solapursmartcity.com/smart-solutions/
Perguntas
Obrigada
Painel de informações na Depto de Engenharia da GWU (Ago/2015).

Tcci 2015 presentation_smartcity03dez2 - mpr

  • 1.
    Executive Education Programin Project Management The George Washington University – August 2015
  • 2.
    GESTÃO DE PORTFÓLIOALINHADO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA IMPLANTAÇÃO DE SMART CITIES. Mateus Rossato Postal Patrícia de Macedo Anjos Rafael Brenner e Silva Curitiba – 04 Dez 2015
  • 3.
    1. Introdução 2. Metodologia 3.Desenvolvimento 4. Conclusão 5. Perguntas Sumário
  • 4.
    A escolha destetema veio da vivencia durante o VII Módulo Internacional em Gerenciamento de Projetos – ISAE/FGV em uma cidade planejada - DC. Pode-se perceber e vivenciar inúmeras iniciativas em prol do bem-estar e bem viver dos moradores de Washington D.C. Percepção essa amplificada pela visita técnica realizada ao Dulles Corridor Metrorail, onde foi possível visualizar o desenvolvimento da região de Tysons Corner decorrente da expansão da linha laranja do metro de Washington D.C. As aulas ministradas pelos professores da The George Washington University, em especial os Drs. Kwak e Sanjay sobre gerenciamento de projetos de infraestrutura sustentáveis, nos despertou para a necessidade de pensar a cidade de forma sustentável e inteligente. A motivação
  • 10.
    1. Introdução 2. Metodologia 3.Desenvolvimento 4. Conclusão
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    Acréscimo 1 bilhãode pessoas 1804 – 1927 Hoje
  • 17.
    Onde estão aspessoas? >50% em cidades 80% do Produto Mundial Bruto 20% em 600 cidades 50% do Produto Mundial Bruto McKinsey Global Institute
  • 18.
  • 19.
  • 20.
    Transito Brasil – R$62 Bi/ano R$ 111 Bi/ano Ásia – 5% do PIB
  • 21.
    • Soluções, inovação,invenção, desenvolvimento, conhecimento, descobertas...  O desafio é tornar as cidades mais amigáveis das pessoas;  A solução deste desafio permitirá um aumento da qualidade de vida;  A qualidade de vida no dia a dia do cidadão contribui para aumentar sua produtividade;  É importante pensar nas cidades como instrumento de desenvolvimento humano;  Uma cidade funcionando em rede, com todos os sistemas e processos da cidade pensados para funcionar dentro de uma visão completa de todo o seu funcionamento;  Aumentar a eficiência da cidade. 1. Introdução
  • 22.
    Smart Cities ouCidades Inteligentes transmitem o significado de um funcionamento mais estratégico e sistêmico, tornando as cidades mais eficientes na sua dinâmica, enquanto atendem demandas públicas, pois cidades existem para atender ao público, ao coletivo. A maneira como está arranjada ou organizada, permite que a utilidade da cidade para o cidadão seja satisfatória. Quanto melhor planejada, melhor a qualidade de vida para o cidadão.
  • 23.
    Esta visão permitecompreender que uma cidade inteligente, certamente incentivará outros projetos que ocorrem no âmbito urbano, realizado por empresas e empreendedores de maneira geral.
  • 24.
  • 25.
    • As cidadesque possuem uma gestão estratégica bem estruturada dão espaço para o uso de instrumentos tecnológicos para uma melhor qualidade de vida para sua população. • É fundamental definir o entendimento, identificar os objetos e declaração dos objetivos. O Planejamento Estratégico
  • 26.
    • A missãode uma cidade deve incluir, por exemplo, o compromisso com a busca da maior escala do Índice de Prosperidade da Cidade (CPI), proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU)/Habitat: infraestrutura, produtividade econômica, qualidade de vida, inclusão social e sustentabilidade ambiental. • A visão traça o cenário futuro da cidade, vislumbrado por seus habitantes; sintetiza os interesses coletivos, sociais e políticos dos cidadãos, em convergência com os interesses da cidade e seus principais potenciais. Não deve estar associada a mandatos, mas a uma perspectiva de longo prazo. • Os valores devem balizar o comportamento dos agentes públicos e dos habitantes. A proposta de valores para uma cidade inteligente deve estar alinhada ao conceito adotado que orientará sua transformação. • Tripé composto pela infraestrutura, operações e pessoas que devem ser trabalhados para uma evolução dinâmica. Princípios Essencias
  • 27.
    Objetivos, metas eindicadores Projetos são formas de se alcançar objetivos e metas organizacionais, em geral no contexto de um Planejamento Estratégico. Indicadores Programas: infraestrutura, operações e pessoas Metas Valores Objetivos VisãoMissão Portfólio Projetos Impulsionar o crescimento econômico e melhorar a qualidade de vida das pessoas, permitindo o desenvolvimento local e uso de tecnologia, especialmente a tecnologia que leva a resultados inteligentes.
  • 28.
    1. Introdução 2. Metodologia 3.Desenvolvimento 4. Conclusão
  • 29.
    Estrutura e tratamentodas informações
  • 30.
    • Pesquisa documentale de campo com o objetivo de responder:  "Quais os projetos que geram maior percepção na sociedade em um menor tempo?”  “Quais os projetos que geram maior impacto em um menor tempo ?” • O universo de pesquisa deste estudo compreendeu uma amostra de indivíduos que foi escolhida aleatoriamente, entre algumas cidades brasileiras. 1. Metodologia
  • 31.
    • O modeloproposto tem como premissa a característica de processo presente no gerenciamento de portfólios (PMI 2006). • O framework foi dividido em três grupos:  Planejamento estratégico;  Revisão portfólio;  Controle projetos. • O objetivo é a divisão das responsabilidades dentro do gerenciamento de portfólio, assim como a escolha mais assertiva das ferramentas a serem utilizadas em cada processo. 1. Metodologia
  • 32.
    1. Metodologia SMART CITY RISCOKNOWHOW PERCEPÇÃO POPULAR AREAS VERDES EFIC LUMIN. RECICLAGEM LIXO METRO CAPT. AGUA CHUVA EFIC TERMC. UTILIZAÇÃO AGUA REVITALIZAÇ ÃO ACESSO A NATUREZA Figura 13: Hierarquia lógica AHP para Smart City. • No processo de seleção e classificação utilizou-se da AHP - Analytic Hierarchy Process para comparar os projetos entre si; • Os projetos concorrentes ao portfólio são analisados sobre três critérios:  Percepção popular;  Risco;  Know How.
  • 33.
    • Vetor deEigen para matriz comparativa do grupo de critérios Smart City indica que o fator de risco associado ao projeto em maior impacto na escolha final do projeto concorrente segundo a análise feita. 1. Metodologia PERCEPÇÃO POPULAR RISCO KNOWHOW PERCEPÇÃO POPULAR 1 1/3 5 RISCO 3 1 7 KNOWHOW 1/5 1/7 1 Tabela 15: Matriz Comparativa do grupo de critérios smart city 0.2828 0.6434 0.0738 PERCEPÇÃO POPULAR RISCO KNOWHOW Figura 14: Vetor de Eigen Para matriz comparativa do grupo de critérios Smart City
  • 34.
    1. Introdução 2. Metodologia 3.Desenvolvimento 4. Conclusão
  • 35.
  • 36.
    Diferentes modelos degerenciamento de portfólio, alguns focados na minimização da incerteza, outros focados no gerenciamento do conhecimento adquirido. Destacam-se: • Modelo de Cooper, Edgett e Kleinsshimdt: O foco é a estratégia organizacional regulando os limites do gerenciamento de portfólio, definindo qual o caminho a seguir e qual a ênfase a ser dada em cada momento. • Modelo de Archer e Ghasemzadeh: Utilização de informações prévias de outros projetos como entrada da fase de análise individual dos projetos. • Modelo de Rabechini, Maximiliano e Martins: A evolução dos modelos de gerenciamento de projetos via gerenciamento de portfólio, principalmente com o advento do OPM3 – Organizational Project Management Maturity Model. As ferramentas devem se adequar ao portfólio (suficientemente flexível) e não o portfólio se adequar as ferramentas. 3. Desenvolvimento
  • 37.
    95.1% 95.1% 94.2% 93.2% 91.3% 88.3% 87.4% 85.4% 84.5% 75.0% 80.0% 85.0%90.0% 95.0% 100.0% Acesso a Natureza: Revitalização de áreas depreciadas Utilização correta da Água Programas de reciclagem do lixo Eficiência luminosa em construções Criação de áreas Verdes Eficiência térmica em construções Metro / trem Captação da água da chuva Figura 1: Percepção de valor dos projetos para Cidades Inteligentes De acordo com a IBM (2012), cidades inteligentes se baseiam em um tripé que é composto pela infraestrutura, operações e pessoas que devem ser trabalhados para uma evolução dinâmica. 3. Desenvolvimento
  • 38.
    1. Introdução 2. Metodologia 3.Desenvolvimento 4. Conclusão
  • 39.
    REVISÃO PORTFÓLIO CONTROLEPROJETOS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PRÉ-SELEÇÃO ANALISE INDIVIDUAL DE PROJETOS SELEÇÃO/ CLASSIFICAÇÃO AJUSTE DO PORTFÓLIO DESENVOLVIMEN TO DOS PROJETOS PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DE PORTFÓLIO BASE DE DADOS DO PROJETO BASE DE PROJETOS REJEITADOS Figura 11: Framework para o gerenciamento de portfólios em Smart City 4. Conclusão Com base nos resultados obtidos, foi sugerido o framework abaixo: DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS
  • 40.
    4. Conclusão Levando emconsideração o resultado da AHP percebe-se que os projetos que teriam maior ganho na relação tempo de execução por percepção popular, são aqueles que representam esforços do âmbito de incentivos dos órgãos públicos, tais como:  Eficiência luminosa em edificações;  Revitalizações de áreas abandonadas;  Acesso a natureza;  Programas de utilização correta da água da chuva. Projetos de maiores portes tais como, implantação de BRTs, VLTs e utilização de energia eólica, apresentaram uma rejeição elevada, provavelmente pela questão do alto tempo de execução e retorno dos mesmos.
  • 41.
    4. Conclusão A perspectivada crescente importância da gestão de projetos, seja em esfera pública ou privada, deve estar apoiada na utilização e integração de técnicas de planejamento e gestão de portfólio com objetivos estratégicos definidos de forma a medir resultados, controlar e orientar as decisões. Com o crescimento das cidades - smart ou não, e seus projetos, não podemos aceitar soluções improvisadas, em que os objetivos traduzidos em projetos sejam mera formalidade. Já é sabido que a prática de gerenciar projetos gera maior competitividade, redução de custos e efetividade na implantação dos objetivos estratégicos. Gera também a necessidade de maior transparência nas decisões, gestão e uso dos recursos financeiros, exigindo de futuros gestores um foco maior na eficiência dos projetos e na responsabilidade pelos resultados sustentáveis e inteligentes. As pessoas anseiam por uma cidade melhor, iniciando um projeto de Smart City com projetos com alto impacto, alta percepção popular e curto tempo de implantação é o caminho para captação de pessoas com capacidade de gerar riqueza e valor. Esta diversidade e qualidade de vida contribuem para geração de um ambiente inovador e geram negócios, ideias e projetos para executar novas ideias, motivando outros projetos gerados no espaço planejado da cidade inteligente.
  • 42.
    Cidade do Rioé eleita a mais inteligente e conectada do país - Premiação da Urban Systems levou em conta projetos como o Centro de Operações Rio (COR) e a Central de Atendimento ao Cidadão 1746 . Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/cidade-do-rio-eleita-mais-inteligente-conectada-do-pais-17067390#ixzz3t6AJc6dp
  • 43.
  • 44.
  • 45.
    Obrigada Painel de informaçõesna Depto de Engenharia da GWU (Ago/2015).