O documento descreve a introdução da produção de cana-de-açúcar no Brasil Colonial pelos portugueses em 1533 e sua expansão, principalmente no Nordeste. Também explica que a mão de obra escrava africana tornou-se dominante devido a fatores como doenças que dizimaram os indígenas, vantagens culturais dos africanos para o trabalho agrícola e lucros do comércio de escravos.