A sociedade colonial brasileira era agrária e baseada na escravidão. No nordeste, era centrada na produção de açúcar em grandes propriedades com trabalho escravo. Nas minas de ouro, emergiu uma sociedade mais urbana e diversificada, com diferentes classes sociais, porém ainda dependente da escravidão. Ambas as sociedades eram patriarcais e hierárquicas, com desigualdades entre senhores brancos, trabalhadores livres e escravos.