Este relatório descreve o caso de um paciente de 26 anos que sofreu um traumatismo cranioencefálico e desenvolveu a síndrome do imobilismo. O objetivo foi avaliar a atuação da fisioterapia respiratória. Após dois meses de tratamento uma vez por semana, observou-se melhora na eliminação de secreções e expansão pulmonar de acordo com radiografias. Conclui-se que as técnicas fisioterápicas respiratórias foram eficazes mesmo sem a cooperação do paciente.