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Ondas Sísmicas
Teoria do Ressalto Elástico A teoria do ressalto elástico baseia-se na movimentação brusca devido a tensões acumuladas, as rochas ressaltam elasticamente, libertando energia sob a forma de calor de ondas elásticas, isto é, produz-se um sismo. A única região da Terra onde se verificam estas condições é na litosfera e por isso só nela ocorrem os sismos de terra, particularmente onde as tensões estão concentradas junto das fronteiras das placas. As tensões que se acumulam, na sequência dos movimentos tectónicos, deformam os materiais rochosos no interior de Terra, enquanto a sua elasticidade o permitir. Quando as rochas atingem o seu limite de acumulação de energia, atingem , também, o seu limite de deformação elástica. Quando o material terrestre é sujeito a um nível de tensão que ultrapassa o seu limite elástico, verifica-se deformação permanente desse material. A cedência pode ocorrer de um modo dúctil (induzindo dobramento do material) ou por fractura frágil (provocando movimentação em falhas). (A segunda destas situações produz um sismo.)
Ondas P Ondas Primárias, Longitudinais  ou de Compressão Direcção do movimento das partículas  paralela  à direcção de propagação da onda Rápida (em média 6,1km/s, mas num granito é de 5,5 km/s e na água 1,5 km/s Provocam alterações de volume no material, pois comprimem e distendem a matéria. Propagam-se em meios Sólidos, Líquidos e Gasosos. A velocidade de propagação é inversamente proporcional à densidade e compressibilidade e directamente proporcional à rigidez.
Ondas S Ondas Secundárias ou Transversais Direcção do movimento das partículas  perpendicular  à direcção de propagação da onda Média (em média 4,1km/s) Provocam alterações na forma do material, mas sem alterar o seu volume. Propagam-se  apenas em meios Sólidos. A velocidade de propagação é inversamente proporcional à densidade e directamente proporcional à rigidez.
Ondas L Ondas de Love Direcção do movimento das partículas horizontal, mas perpendicular à direcção de propagação da onda Lenta, mas mais rápida que a velocidade das ondas R Propagam-se  apenas em meios Sólidos. A velocidade de propagação é constante, uma vez que se propagam à superfície e os materiais da crusta são quase homogéneos.
Ondas R Ondas de Rayleigh Direcção do movimento das partículas circular e vertical, perpendicular à direcção de propagação da onda Lenta. Propagam-se em meios Sólidos e Líquidos. A velocidade de propagação é constante, uma vez que se propagam à superfície e os materiais da crusta são quase homogéneos.
 
Sismógrafo Instrumento que permite o registo dos sismos.  Em cada estação sismográfica existe um  sismógrafo vertical  e dois  horizontais  (orientados segundo os eixos N-S e E-W) que registam diferentes direcções tal como o nome indica.
Sismograma Registo do sismo elaborado por um sismógrafo. Contém as seguintes informações: Desfasamento S-P Amplitude Período Frequência
Como avaliar um sismo? Intensidade Escala de Mercalli modificada Magnitude Escala de Richter
Intensidade Sísmica A  intensidade  de um sismo varia com a distancia epicentral, e baseia-se no grau de destruição que o sismo provoca nas construções antrópicas. É avaliada utilizando a Escala de Mercalli modificada, através de inquéritos realizados às populações e avaliações dos estragos.
Intensidade Sísmica
Carta de Isossistas Isossistas:  linhas traçadas num mapa que unem locais onde o sismo foi sentido com a mesma  intensidade .
Magnitude Sísmica A Magnitude sísmica é um parâmetro que se baseia na quantificação de energia libertada no foco sísmico ou hipocentro. Para um sismo existe um único valor de magnitude. É avaliada pela escala aberta de Richter  (embora o valor máximo registado tenha sido 9). A escala de Richter é uma escala logarítmica.
Magnitude Sísmica
Sismos e Tectónica de Placas Sismos intraplacas –  sismos que ocorrem em falhas activas localizadas no interior das placas litosféricas. Sismos interplacas   – sismos que ocorrem em falhas localizadas nas fronteiras das placas litosféricas. São os mais abundantes.  
Sismos e Tectónica de Placas
Sismos e Tectónica de Placas 95% dos Sismos que ocorrem a nível Mundial são sismos interplaca – ocorrem nos limites das placas litosféricas. Apenas 5% são sismos intraplaca.
Sismos e Tectónica de Placas Cintura mediterrânico-asiática Zonas de dorsais oceânicas   Cintura circumpacífica   - “Anel de Fogo”- faixa onde ocorrem os sismos mais violentos (registam-se sismos de magnitude igual e superior a 8) e com consequências mais devastadoras em virtude da elevada energia libertada (registam-se sismos de magnitude igual e superior a 8).
Sismicidade em Portugal Portugal situa-se perto de 2 sistemas sismogénicos: Falha Açores-Gibraltar Rifte da dorsal Médio-Atlântica
Sismicidade em Portugal
Sismicidade nos Açores É uma zona sísmica de risco elevado, pois está rodeada de estruturas sismogénicas Microplaca dos Açores – rodeada pelas placas Euro-Asiática, Africana e Norte-Americana Página 218
Sismicidade na Madeira Arquipélago situado na placa Africana Risco sísmico reduzido
Sismicidade em Portugal Continental Risco maior em Lisboa e Algarve, devido à falha Açores-Gibraltar Risco menor: norte do país Página 219
Protecção das populações É impossível prever a ocorrência de sismos. Construções parassísmicas. Regras internacionais a cumprir antes, durante e depois do sismo – diminuição dos efeitos devastadores. Páginas 222 e 223
Antes de um sismo Provisões Água engarrafada Lanterna Rádio
Durante o sismo…  dentro de um edifício… Se estiveres num dos andares superiores, não te precipites para as escadas e nunca utilizes os elevadores. Abriga-te no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou cama.  Mantém-te afastado de janelas e espelhos e tem muito cuidado com a queda de candeeiros, móveis ou outros objectos.
Dentro de um edifício
Depois do sismo… Dominar o pânico Rádio Réplicas Desligar gás e água A água pode estar poluída - só se pode beber água engarrafada. Proteger a cabeça

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Sismologia

  • 2. Teoria do Ressalto Elástico A teoria do ressalto elástico baseia-se na movimentação brusca devido a tensões acumuladas, as rochas ressaltam elasticamente, libertando energia sob a forma de calor de ondas elásticas, isto é, produz-se um sismo. A única região da Terra onde se verificam estas condições é na litosfera e por isso só nela ocorrem os sismos de terra, particularmente onde as tensões estão concentradas junto das fronteiras das placas. As tensões que se acumulam, na sequência dos movimentos tectónicos, deformam os materiais rochosos no interior de Terra, enquanto a sua elasticidade o permitir. Quando as rochas atingem o seu limite de acumulação de energia, atingem , também, o seu limite de deformação elástica. Quando o material terrestre é sujeito a um nível de tensão que ultrapassa o seu limite elástico, verifica-se deformação permanente desse material. A cedência pode ocorrer de um modo dúctil (induzindo dobramento do material) ou por fractura frágil (provocando movimentação em falhas). (A segunda destas situações produz um sismo.)
  • 3. Ondas P Ondas Primárias, Longitudinais ou de Compressão Direcção do movimento das partículas paralela à direcção de propagação da onda Rápida (em média 6,1km/s, mas num granito é de 5,5 km/s e na água 1,5 km/s Provocam alterações de volume no material, pois comprimem e distendem a matéria. Propagam-se em meios Sólidos, Líquidos e Gasosos. A velocidade de propagação é inversamente proporcional à densidade e compressibilidade e directamente proporcional à rigidez.
  • 4. Ondas S Ondas Secundárias ou Transversais Direcção do movimento das partículas perpendicular à direcção de propagação da onda Média (em média 4,1km/s) Provocam alterações na forma do material, mas sem alterar o seu volume. Propagam-se apenas em meios Sólidos. A velocidade de propagação é inversamente proporcional à densidade e directamente proporcional à rigidez.
  • 5. Ondas L Ondas de Love Direcção do movimento das partículas horizontal, mas perpendicular à direcção de propagação da onda Lenta, mas mais rápida que a velocidade das ondas R Propagam-se apenas em meios Sólidos. A velocidade de propagação é constante, uma vez que se propagam à superfície e os materiais da crusta são quase homogéneos.
  • 6. Ondas R Ondas de Rayleigh Direcção do movimento das partículas circular e vertical, perpendicular à direcção de propagação da onda Lenta. Propagam-se em meios Sólidos e Líquidos. A velocidade de propagação é constante, uma vez que se propagam à superfície e os materiais da crusta são quase homogéneos.
  • 7.  
  • 8. Sismógrafo Instrumento que permite o registo dos sismos. Em cada estação sismográfica existe um sismógrafo vertical e dois horizontais (orientados segundo os eixos N-S e E-W) que registam diferentes direcções tal como o nome indica.
  • 9. Sismograma Registo do sismo elaborado por um sismógrafo. Contém as seguintes informações: Desfasamento S-P Amplitude Período Frequência
  • 10. Como avaliar um sismo? Intensidade Escala de Mercalli modificada Magnitude Escala de Richter
  • 11. Intensidade Sísmica A intensidade de um sismo varia com a distancia epicentral, e baseia-se no grau de destruição que o sismo provoca nas construções antrópicas. É avaliada utilizando a Escala de Mercalli modificada, através de inquéritos realizados às populações e avaliações dos estragos.
  • 13. Carta de Isossistas Isossistas: linhas traçadas num mapa que unem locais onde o sismo foi sentido com a mesma intensidade .
  • 14. Magnitude Sísmica A Magnitude sísmica é um parâmetro que se baseia na quantificação de energia libertada no foco sísmico ou hipocentro. Para um sismo existe um único valor de magnitude. É avaliada pela escala aberta de Richter (embora o valor máximo registado tenha sido 9). A escala de Richter é uma escala logarítmica.
  • 16. Sismos e Tectónica de Placas Sismos intraplacas – sismos que ocorrem em falhas activas localizadas no interior das placas litosféricas. Sismos interplacas – sismos que ocorrem em falhas localizadas nas fronteiras das placas litosféricas. São os mais abundantes.  
  • 17. Sismos e Tectónica de Placas
  • 18. Sismos e Tectónica de Placas 95% dos Sismos que ocorrem a nível Mundial são sismos interplaca – ocorrem nos limites das placas litosféricas. Apenas 5% são sismos intraplaca.
  • 19. Sismos e Tectónica de Placas Cintura mediterrânico-asiática Zonas de dorsais oceânicas Cintura circumpacífica - “Anel de Fogo”- faixa onde ocorrem os sismos mais violentos (registam-se sismos de magnitude igual e superior a 8) e com consequências mais devastadoras em virtude da elevada energia libertada (registam-se sismos de magnitude igual e superior a 8).
  • 20. Sismicidade em Portugal Portugal situa-se perto de 2 sistemas sismogénicos: Falha Açores-Gibraltar Rifte da dorsal Médio-Atlântica
  • 22. Sismicidade nos Açores É uma zona sísmica de risco elevado, pois está rodeada de estruturas sismogénicas Microplaca dos Açores – rodeada pelas placas Euro-Asiática, Africana e Norte-Americana Página 218
  • 23. Sismicidade na Madeira Arquipélago situado na placa Africana Risco sísmico reduzido
  • 24. Sismicidade em Portugal Continental Risco maior em Lisboa e Algarve, devido à falha Açores-Gibraltar Risco menor: norte do país Página 219
  • 25. Protecção das populações É impossível prever a ocorrência de sismos. Construções parassísmicas. Regras internacionais a cumprir antes, durante e depois do sismo – diminuição dos efeitos devastadores. Páginas 222 e 223
  • 26. Antes de um sismo Provisões Água engarrafada Lanterna Rádio
  • 27. Durante o sismo… dentro de um edifício… Se estiveres num dos andares superiores, não te precipites para as escadas e nunca utilizes os elevadores. Abriga-te no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou cama. Mantém-te afastado de janelas e espelhos e tem muito cuidado com a queda de candeeiros, móveis ou outros objectos.
  • 28. Dentro de um edifício
  • 29. Depois do sismo… Dominar o pânico Rádio Réplicas Desligar gás e água A água pode estar poluída - só se pode beber água engarrafada. Proteger a cabeça