AS VIRTUDES E OS VICIOS
Toda virtude tem seu mérito próprio, porque indica progresso na senda do bem. Há virtude sempre que há resistência voluntária ao arrastamento dos maus pendores. A mais meritória de todas é a que se assenta na prática da caridade desinteressada. Para se atingir essa virtude, todos têm que lutar.  Os que aparentemente fazem o bem sem nenhum esforço é porque já lutaram e triunfaram outrora. O bem se lhes tornou um hábito, por isso que nenhum esforço hoje lhes custam os bons sentimentos.
É o que ocorre nos mundos superiores à Terra, onde somente bons espíritos os habitam. Nesses mundos, o sentimento do bem é espontâneo e constitui a regra. O mesmo se dará com a  Terra, quando a sua humanidade se houver transformado moralmente.  O interesse pessoal é o sinal mais característico da imperfeição. Muitos possuem qualidades reais, mas não suportam quando vêm seus interesses pessoais feridos. O verdadeiro desinteresse ainda é coisa rara na Terra. O apego às coisas materiais é um sinal notório de inferioridade, porque, quanto mais se apega aos bens deste mundo, o homem demonstra menos compreender o seu destino..
A prodigalidade irrefletida não constitui virtude. Os que assim procedem demonstram desinteresse pelos bens materiais mas não fazem todo o bem que podiam fazer. Todos terão que prestar contas da riqueza que receberam e responderão pelo bem que deixaram de fazer. O bem deve ser feito com desinteresse, sem se esperar compensação na Terra ou em outra vida. Aquele que faz o bem apenas pelo desejo de agradar a Deus e ao próximo demonstra que já adquiriu um certo grau de progresso e alcançará a felicidade mais depressa do que o que faz o bem calculadamente, sem estar impelido pelo ardor natural de seu coração.
Não constitui indício de inferioridade querermos nos corrigir, vencer nossas paixões, com o propósito de nos elevarmos. Nenhum egoísmo há em querer o homem melhorar-se para se aproximar de Deus. Procede como egoísta, porém, aquele que calcula o que lhe possa cada uma de suas boas ações render na vida futura, tanto quanto na vida terrena.  Mesmo sendo a vida corpórea um estado temporário, será sempre útil ao espírito a aquisição de conhecimentos científicos relativos à matéria. Tendo que progredir em tudo para atingir a perfeição, o progresso intelectual ajuda no desenvolvimento do espírito, que subirá mais depressa, se já houver progredido em inteligência.
Devemos sempre que possível, minorar o sofrimento de nossos semelhantes. Acumular riquezas somente para satisfação pessoal, não nos trará a felicidade espiritual e estaremos deixando de cumprir um ato de solidariedade que nos traria a verdadeira alegria. Precisamos vigiar para não sermos avarentos, gastando muito conosco e esquecendo que o egoísmo para com o nosso próximo é um grande defeito. Aquele que é avarento com os outros e consigo mesmo, este está acumulando tesouros na Terra, e por essa razão sofre já a sua pena, pois é infeliz e vive com receio de ser roubado ou extorquido e não convive, não tem amigos, se isola e é infeliz.
É preciso que haja sim a pregação da moral, mas ela deve vir acompanhada de exemplos, para que tenha algum efeito.  Ao vencer seus vícios e fazer o bem o homem não pode se vangloriar disso, pois então estaria jogando por terra todas as suas conquistas visto que estaria se envaidecendo de seus atos e então estaria cometendo outra falta.
 
O princípio das paixões foram dados ao homem para o bem e podem conduzí-lo a grandes coisas. O abuso a que ele se entrega é que causa o mal. Uma paixão torna-se perniciosa no momento em que se a deixa de governar, quando resulta num prejuízo para nós ou para outro. As paixões ajudam o homem a cumprir os desígnios da Providência. Se o homem, ao invés de as dirigir , se deixa ser dirigido por elas, cai no excesso e ao invés de fazer o bem acaba sendo esmagado.
Todas as paixões têm seu princípio num sentimento ou numa necessidade da Natureza. O princípio não é portanto um mal, mas tem condições providenciais. A paixão propriamente dita é o exagero de uma necessidade ou de um sentimento, está no excesso e não na causa. Toda paixão que aproxima o homem da natureza animal distancia-o da natureza espiritual.  Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal anuncia o predomínio do Espírito sobre a matéria e o aproxima da perfeição.
O esforço próprio e a vontade são elementos para se vencer as más tendências e as paixões. A oração é meio importante para o recebimento de ajuda , de auxílio para superar as paixões. A Abnegação é o meio mais eficaz para se combater a predominância da natureza corpórea.
 
O egoísmo está no fundo de todos os vícios. Daí deriva todo o mal. O egoísmo é a verdadeira chaga da sociedade. O egoísmo se funda no sentimento do interesse pessoal. À medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor dão às coisas materiais. Os Espíritos se despojam do egoísmo, assim como dos outros vício, depurando-se através de reencarnações sucessivas.
Se existe na Terra um homem despojado de egoísmo, com certeza outras existirão. "O choque que o homem experimenta, do egoísmo dos outros é o que muitas vezes o faz egoísta, por sentir a necessidade de colocar-se na defensiva." Fénelon. A educação convenientemente entendida, constitui a chave do progresso moral. O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes.
 
O espírito prova a sua elevação quando todos os atos de sua vida corporal representam a prática da lei de Deus e quando, antecipadamente, compreende a vida espiritual.  Segundo Kardec, o verdadeiro homem de bem é o que pratica a lei de justiça, amor e caridade, na sua maior pureza. Interrogando sua consciência, perguntará se praticou algum ato que transgrediu essa lei.  Se não fez o mal, se fez todo o bem que podia e se ninguém tem motivos para dele se queixar. Enfim, se fez aos outros o que desejara que lhe fizessem.
O homem de bem é bondoso, humanitário e benevolente para com todos, sem distinguir raças nem crenças e faz o bem pelo bem, sem contar com qualquer retribuição. Sacrifica seus interesses pelos da justiça. Se possuidor de poder e riqueza, considera essas coisas como um depósito que Deus lhe confiou e que lhe cumpre usar para o bem. Não se envaidece do poder e da riqueza pois sabe que, tendo Deus lhes dado, pode dele lhes retirar.
Usa da autoridade que venha a ter sobre os outros para elevá-los moralmente e não para esmagá-los com seu orgulho, tratando-os com bondade e complacência. É indulgente para com as fraquezas alheias, porque sabe que também precisa da indulgência dos outros para com as suas fraquezas; não é vingativo, pois não ignora que, como houver perdoado, assim também o será e respeita em seus semelhantes todos os direitos que as Leis Naturais lhes concedem.
 
Auto-conhecimento É a chave para o progresso  individual Quem somos, afinal? Somos uma alma, um espírito que evolui ao longo dos processos reencarnatórios. “ Conhece-te a ti mesmo.”
Precisamos conhecer a origem, a natureza do que somos como Espíritos. É universal o conhecimento de que o Espírito engloba qualidades e potenciais que necessitam ser conhecidos e, obviamente, despertados, a fim de se tornarem úteis na caminhada.
Possuo: virtudes, potencialidades, vícios … Mas como se julgar? Não se tem a ilusão do amor-próprio que ameniza as faltas e as desculpa?
Como julgar, se… O avarento se vê simplesmente econômico O orgulhoso crê não haver senão dignidade
Benjamin Franklin- estadista, escritor e inventor norte-americano  (do pára-raios, Boston 17.jan.1706-Filadélfia 17.04.1779   Imaginou um método simples, porém tão prático, que qualquer pessoa poderia empregá-lo. Franklin escolheu treze princípios que julgava ser necessário ou desejável aprender e procurar praticar. Escreveu-os em pequenos pedaços de cartolina, com breve resumo do assunto, e dedicou uma semana da mais rigorosa atenção a cada um desses princípios separadamente. Desse modo, pode percorrer a lista toda em treze semanas, e repetir o processo quatro vezes por ano. Escreveu em sua auto-biografia como  conseguiu superar muitas de suas imperfeições morais.
1. Temperança -   Não coma até o embotamento; não beba até a exaltação; 2. Silêncio -  Não fale sem proveito para os outros ou para si mesmo; evite a conversação fútil 3. Ordem-   Tenha um lugar para cada coisa; que cada parte do trabalho tenha seu tempo certo; 4.  Resolução -   Resolva executar aquilo que deve; execute sem falta o que resolve. 5.  Frugalidade-   Não faça despesa sem proveito para os outros ou para si mesmo;   ou seja, nada desperdice 6.  Diligência-   Não perca tempo; esteja sempre ocupado em algo útil;  dispense toda atividade desnecessária.
7 .  Sinceridade - Não use de artifícios enganosos; pense de maneira reta e  justa e, quando falar, fale de  acordo. 8.  Justiça-  A ninguém prejudique por mau juízo, ou pela omissão de benefícios que são dever. 9. Moderação -  Evite extremos; não nutra ressentimentos por injúrias recebidas tanto quanto julga que o merecem 10. Asseio  –  Não tolere falta de asseio no corpo, no vesturário, ou na  habitação. 11.  Tranqüilidade-  Não se perturbe por coisas triviais, acidentes comuns ou inevitáveis 12.  Castidade - Evite a prática sexual sem ser para a saúde, ou para a  procriação; nunca chegue ao abuso que o enfraqueça, nem prejudique a reputação de outrem. 13.  Humildade-  Imite a Jesus e a Sócrates.
O auto-conhecimento seja por esse ou outro método qualquer  n ão é um caminho fácil. Não existe caminho fácil. Mas é um caminho seguro. Lembremos: “  Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que emprega para domar as suas más inclinações”.
 
“ Sede Perfeitos como vosso Pai Celestial é perfeito”.  “ Amai aos vossos inimigos; fazei o bem àqueles que vos odeiam e orai por aqueles que vos perseguem e que vos caluniam; porque se não amais senão aqueles que vos amam que recompensa tereis? Os publicanos não o fazem também? E se vós não saudardes senão vossos irmãos, que fazei nisso mais que os outros? Os Pagãos não o fazem também? Sede pois, vós outros, perfeitos como Vosso Pai Celestial é perfeito.” (São Mateus, cap. V, v.44,46,47 e 48 ” Jesus.
AMOR caridade Alegria sã piedade mansidão perdão Caridade desinteressada fé paciência indulgência bondade
 
BIBLIOGRAFIA Livro dos Espiritos Evangelho Segundo Espiritismo. Texto da Internet.

Segundo Módulo - Aula 13 - Perfição moral as virtudes e os vicios

  • 1.
    AS VIRTUDES EOS VICIOS
  • 2.
    Toda virtude temseu mérito próprio, porque indica progresso na senda do bem. Há virtude sempre que há resistência voluntária ao arrastamento dos maus pendores. A mais meritória de todas é a que se assenta na prática da caridade desinteressada. Para se atingir essa virtude, todos têm que lutar. Os que aparentemente fazem o bem sem nenhum esforço é porque já lutaram e triunfaram outrora. O bem se lhes tornou um hábito, por isso que nenhum esforço hoje lhes custam os bons sentimentos.
  • 3.
    É o queocorre nos mundos superiores à Terra, onde somente bons espíritos os habitam. Nesses mundos, o sentimento do bem é espontâneo e constitui a regra. O mesmo se dará com a Terra, quando a sua humanidade se houver transformado moralmente. O interesse pessoal é o sinal mais característico da imperfeição. Muitos possuem qualidades reais, mas não suportam quando vêm seus interesses pessoais feridos. O verdadeiro desinteresse ainda é coisa rara na Terra. O apego às coisas materiais é um sinal notório de inferioridade, porque, quanto mais se apega aos bens deste mundo, o homem demonstra menos compreender o seu destino..
  • 4.
    A prodigalidade irrefletidanão constitui virtude. Os que assim procedem demonstram desinteresse pelos bens materiais mas não fazem todo o bem que podiam fazer. Todos terão que prestar contas da riqueza que receberam e responderão pelo bem que deixaram de fazer. O bem deve ser feito com desinteresse, sem se esperar compensação na Terra ou em outra vida. Aquele que faz o bem apenas pelo desejo de agradar a Deus e ao próximo demonstra que já adquiriu um certo grau de progresso e alcançará a felicidade mais depressa do que o que faz o bem calculadamente, sem estar impelido pelo ardor natural de seu coração.
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    Não constitui indíciode inferioridade querermos nos corrigir, vencer nossas paixões, com o propósito de nos elevarmos. Nenhum egoísmo há em querer o homem melhorar-se para se aproximar de Deus. Procede como egoísta, porém, aquele que calcula o que lhe possa cada uma de suas boas ações render na vida futura, tanto quanto na vida terrena. Mesmo sendo a vida corpórea um estado temporário, será sempre útil ao espírito a aquisição de conhecimentos científicos relativos à matéria. Tendo que progredir em tudo para atingir a perfeição, o progresso intelectual ajuda no desenvolvimento do espírito, que subirá mais depressa, se já houver progredido em inteligência.
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    Devemos sempre quepossível, minorar o sofrimento de nossos semelhantes. Acumular riquezas somente para satisfação pessoal, não nos trará a felicidade espiritual e estaremos deixando de cumprir um ato de solidariedade que nos traria a verdadeira alegria. Precisamos vigiar para não sermos avarentos, gastando muito conosco e esquecendo que o egoísmo para com o nosso próximo é um grande defeito. Aquele que é avarento com os outros e consigo mesmo, este está acumulando tesouros na Terra, e por essa razão sofre já a sua pena, pois é infeliz e vive com receio de ser roubado ou extorquido e não convive, não tem amigos, se isola e é infeliz.
  • 7.
    É preciso quehaja sim a pregação da moral, mas ela deve vir acompanhada de exemplos, para que tenha algum efeito. Ao vencer seus vícios e fazer o bem o homem não pode se vangloriar disso, pois então estaria jogando por terra todas as suas conquistas visto que estaria se envaidecendo de seus atos e então estaria cometendo outra falta.
  • 8.
  • 9.
    O princípio daspaixões foram dados ao homem para o bem e podem conduzí-lo a grandes coisas. O abuso a que ele se entrega é que causa o mal. Uma paixão torna-se perniciosa no momento em que se a deixa de governar, quando resulta num prejuízo para nós ou para outro. As paixões ajudam o homem a cumprir os desígnios da Providência. Se o homem, ao invés de as dirigir , se deixa ser dirigido por elas, cai no excesso e ao invés de fazer o bem acaba sendo esmagado.
  • 10.
    Todas as paixõestêm seu princípio num sentimento ou numa necessidade da Natureza. O princípio não é portanto um mal, mas tem condições providenciais. A paixão propriamente dita é o exagero de uma necessidade ou de um sentimento, está no excesso e não na causa. Toda paixão que aproxima o homem da natureza animal distancia-o da natureza espiritual. Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal anuncia o predomínio do Espírito sobre a matéria e o aproxima da perfeição.
  • 11.
    O esforço próprioe a vontade são elementos para se vencer as más tendências e as paixões. A oração é meio importante para o recebimento de ajuda , de auxílio para superar as paixões. A Abnegação é o meio mais eficaz para se combater a predominância da natureza corpórea.
  • 12.
  • 13.
    O egoísmo estáno fundo de todos os vícios. Daí deriva todo o mal. O egoísmo é a verdadeira chaga da sociedade. O egoísmo se funda no sentimento do interesse pessoal. À medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor dão às coisas materiais. Os Espíritos se despojam do egoísmo, assim como dos outros vício, depurando-se através de reencarnações sucessivas.
  • 14.
    Se existe naTerra um homem despojado de egoísmo, com certeza outras existirão. "O choque que o homem experimenta, do egoísmo dos outros é o que muitas vezes o faz egoísta, por sentir a necessidade de colocar-se na defensiva." Fénelon. A educação convenientemente entendida, constitui a chave do progresso moral. O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes.
  • 15.
  • 16.
    O espírito provaa sua elevação quando todos os atos de sua vida corporal representam a prática da lei de Deus e quando, antecipadamente, compreende a vida espiritual. Segundo Kardec, o verdadeiro homem de bem é o que pratica a lei de justiça, amor e caridade, na sua maior pureza. Interrogando sua consciência, perguntará se praticou algum ato que transgrediu essa lei. Se não fez o mal, se fez todo o bem que podia e se ninguém tem motivos para dele se queixar. Enfim, se fez aos outros o que desejara que lhe fizessem.
  • 17.
    O homem debem é bondoso, humanitário e benevolente para com todos, sem distinguir raças nem crenças e faz o bem pelo bem, sem contar com qualquer retribuição. Sacrifica seus interesses pelos da justiça. Se possuidor de poder e riqueza, considera essas coisas como um depósito que Deus lhe confiou e que lhe cumpre usar para o bem. Não se envaidece do poder e da riqueza pois sabe que, tendo Deus lhes dado, pode dele lhes retirar.
  • 18.
    Usa da autoridadeque venha a ter sobre os outros para elevá-los moralmente e não para esmagá-los com seu orgulho, tratando-os com bondade e complacência. É indulgente para com as fraquezas alheias, porque sabe que também precisa da indulgência dos outros para com as suas fraquezas; não é vingativo, pois não ignora que, como houver perdoado, assim também o será e respeita em seus semelhantes todos os direitos que as Leis Naturais lhes concedem.
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    Auto-conhecimento É achave para o progresso individual Quem somos, afinal? Somos uma alma, um espírito que evolui ao longo dos processos reencarnatórios. “ Conhece-te a ti mesmo.”
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    Precisamos conhecer aorigem, a natureza do que somos como Espíritos. É universal o conhecimento de que o Espírito engloba qualidades e potenciais que necessitam ser conhecidos e, obviamente, despertados, a fim de se tornarem úteis na caminhada.
  • 22.
    Possuo: virtudes, potencialidades,vícios … Mas como se julgar? Não se tem a ilusão do amor-próprio que ameniza as faltas e as desculpa?
  • 23.
    Como julgar, se…O avarento se vê simplesmente econômico O orgulhoso crê não haver senão dignidade
  • 24.
    Benjamin Franklin- estadista,escritor e inventor norte-americano (do pára-raios, Boston 17.jan.1706-Filadélfia 17.04.1779 Imaginou um método simples, porém tão prático, que qualquer pessoa poderia empregá-lo. Franklin escolheu treze princípios que julgava ser necessário ou desejável aprender e procurar praticar. Escreveu-os em pequenos pedaços de cartolina, com breve resumo do assunto, e dedicou uma semana da mais rigorosa atenção a cada um desses princípios separadamente. Desse modo, pode percorrer a lista toda em treze semanas, e repetir o processo quatro vezes por ano. Escreveu em sua auto-biografia como conseguiu superar muitas de suas imperfeições morais.
  • 25.
    1. Temperança - Não coma até o embotamento; não beba até a exaltação; 2. Silêncio - Não fale sem proveito para os outros ou para si mesmo; evite a conversação fútil 3. Ordem- Tenha um lugar para cada coisa; que cada parte do trabalho tenha seu tempo certo; 4. Resolução - Resolva executar aquilo que deve; execute sem falta o que resolve. 5. Frugalidade- Não faça despesa sem proveito para os outros ou para si mesmo; ou seja, nada desperdice 6. Diligência- Não perca tempo; esteja sempre ocupado em algo útil; dispense toda atividade desnecessária.
  • 26.
    7 . Sinceridade - Não use de artifícios enganosos; pense de maneira reta e justa e, quando falar, fale de acordo. 8. Justiça- A ninguém prejudique por mau juízo, ou pela omissão de benefícios que são dever. 9. Moderação - Evite extremos; não nutra ressentimentos por injúrias recebidas tanto quanto julga que o merecem 10. Asseio – Não tolere falta de asseio no corpo, no vesturário, ou na habitação. 11. Tranqüilidade- Não se perturbe por coisas triviais, acidentes comuns ou inevitáveis 12. Castidade - Evite a prática sexual sem ser para a saúde, ou para a procriação; nunca chegue ao abuso que o enfraqueça, nem prejudique a reputação de outrem. 13. Humildade- Imite a Jesus e a Sócrates.
  • 27.
    O auto-conhecimento sejapor esse ou outro método qualquer n ão é um caminho fácil. Não existe caminho fácil. Mas é um caminho seguro. Lembremos: “ Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que emprega para domar as suas más inclinações”.
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    “ Sede Perfeitoscomo vosso Pai Celestial é perfeito”. “ Amai aos vossos inimigos; fazei o bem àqueles que vos odeiam e orai por aqueles que vos perseguem e que vos caluniam; porque se não amais senão aqueles que vos amam que recompensa tereis? Os publicanos não o fazem também? E se vós não saudardes senão vossos irmãos, que fazei nisso mais que os outros? Os Pagãos não o fazem também? Sede pois, vós outros, perfeitos como Vosso Pai Celestial é perfeito.” (São Mateus, cap. V, v.44,46,47 e 48 ” Jesus.
  • 30.
    AMOR caridade Alegriasã piedade mansidão perdão Caridade desinteressada fé paciência indulgência bondade
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    BIBLIOGRAFIA Livro dosEspiritos Evangelho Segundo Espiritismo. Texto da Internet.