1) O documento discute o instinto de conservação como lei natural dada por Deus para a sobrevivência dos seres vivos.
2) Argumenta que a Terra fornece o necessário para a manutenção de todos e que o homem deve se contentar com o necessário em vez do supérfluo.
3) Defende que privações voluntárias só trazem benefícios quando úteis para o próximo, e não quando feitas por egoísmo ou falsa superioridade.