LEI DE CONSERVAÇÃO
INSTINTO DE CONSERVAÇÃO O instinto de conservação, por ser uma das manifestações da lei natural, é inerente a todos os seres vivos.   Conforme o grau de inteligência, nuns é um instinto maquinal; noutros, raciocinado. Deus outorgou o instinto de conservação para que todos os seres vivos concorram para cumprimento dos desígnios da Providência.
INSTINTO DE CONSERVAÇÃO Sendo a vida necessária ao aperfeiçoamento dos seres, Deus lhes deu a necessidade de viver, que eles sentem instintivamente, sem disso se aperceberem. Sendo a vida orgânica absolutamente necessária ao aperfeiçoamento dos seres, Deus sempre lhes facultou os meios de conservá-la, fazendo que a terra produzisse quanto fosse suficiente à mantença de todos os que a habitam.
INSTINTO DE CONSERVAÇÃO Um dos mais perfeitos atos instintivos é o de viver. O instinto de conservação, ou seja a busca pela sobrevivência é, por isto mesmo, uma lei da Natureza. Todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o grau de sua inteligência. O despertar da necessidade de viver tem por finalidade a manutenção da vida orgânica, necessária ao desenvolvimento físico e moral das criaturas.
GOZO DOS BENS TERRENOS   O instinto de conservação é, portanto, um dos instrumentos naturais que cooperam na evolução dos seres. Os bens da Terra devem ser entendidos como tudo o que o homem pode gozar neste mundo, e quando o homem não alcança este gozo não pode, nem deve, acusar a natureza como imprevidente, senão reconhecer que é dele a responsabilidade pelo seu sofrimento, por não saber regrar o seu viver.
GOZO DOS BENS TERRENOS Se cada um aprender a ocupar o seu lugar, não ocupando o espaço do semelhante, a organização social tende a apresentar-se de forma equilibrada e estável. Os esforços dos vários povos que se utilizam de técnicas científicas para o aperfeiçoamento moral provam que o homem, utilizando a inteligência, pode melhorar o seu padrão de vida, desde que não caia em círculos egoístas e de opressão a terceiros.
GOZO DOS BENS TERRENOS O gozo dos bens terrenos é um direito conseqüente à necessidade de viver e serve para experimentar o homem, desenvolvendo-lhe a razão, preservando-o dos excessos e abusos, educando-o, desta forma.  Todas as vezes que o homem ultrapassa o limite do necessário incide no excesso, amargando o gosto da saciedade e perdendo o estímulo do prazer, punindo-se, desta forma, automaticamente
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO   Tendo dado ao homem a necessidade de viver, Deus lhe deu também os meios de consegui-lo e, se ele não os encontra, é porque não os compreende.  A Terra produz o necessário aos que a habitam, visto que só o necessário é útil; o supérfluo nunca o é. O homem, porém, não se contenta com o necessário, empregando no supérfluo o que a Terra produz.
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO Desperdiçando o produto da Terra para satisfazer fantasias, não tem o homem por que se queixar de nada encontrar no dia seguinte ou de estar desprovido nos dias de penúria.
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO Dizem os Espíritos que: "imprevidente não é a Natureza, é o homem, que  não sabe regrar o seu viver". Tudo o que o homem pode gozar nesse mundo deve ser entendido como bens da Terra.  O solo é fonte de onde provêm os recursos que se transformarão nesses bens.
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO A falta dos meios de subsistência que atinge certos indivíduos deve ser atribuída ao egoísmo dos homens, que nem sempre fazem o que lhes cumpre. Para obtê-los, é preciso buscá-los com ardor e perseverança, sem desânimo ante os obstáculos, que, muitas das vezes, são opostos pela Providência para nos provar a constância, a paciência e a firmeza.
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO Comentários de Kardec:  “ à medida que a Civilização avança, aumentam as necessidades mas, também, as fontes de trabalho e os meios de viver”.  Para todos há lugar ao sol, desde que cada um ocupe o seu lugar e não o dos outros .
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO Não se pode responsabilizar a Natureza pela desorganização social nem pelas conseqüências da ambição e do amor-próprio.  Embora não se tenha ainda chegado à perfeição, a Ciência e a Filantropia têm contribuído para melhorar a condição material do homem, atenuando, em grande parte, a insuficiência da produção.
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO O homem pode ser privado dos meios de subsistência independentemente de sua vontade, o que constitui uma prova que lhe compete sofrer e a que deve se submeter, ainda que, em conseqüência, a morte venha a colhê-lo.  Nesse caso, deve compreender que lhe soou a hora derradeira da libertação e que o desespero pode ocasionar a perda do benefício que a resignação nesse último momento lhe traria.
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO A necessidade de viver não atenua o crime dos que, para saciar a fome, sacrificam a vida de seus semelhantes.  Há mais merecimento em sofrer todas as provações da vida com coragem e abnegação. Nos mundos mais evoluídos, os seres vivos também têm necessidade de alimentação .
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO Os alimentos nesses mundos guardam relação com a sua natureza, sendo menos grosseiros que os existentes na Terra. Desse modo, não satisfariam nosso organismo, assim como os nossos alimentos não poderiam ser ingeridos pelos seres daqueles mundos
PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES   Todo e qualquer esforço que se faça para a privação dos gozos inúteis desprende o homem das suas paixões materiais, elevando a sua alma, que se dignifica ainda mais quando o homem abdica dos seus prazeres para fazer a felicidade do semelhante, através do auxílio fraternal.
PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES A utilização de medidas simuladas, com a finalidade de apenas crescer perante os olhos humanos, além de não trazer nenhum auxílio espiritual para o homem ainda o coloca como ser hipócrita que, com máscaras, procura impressionar o seu semelhante
PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES Privação, por exemplo, de certos alimentos, é tomada como prova de superioridade, embora a constituição do homem exija, para a manutenção das suas forças e da sua saúde, a ingestão de proteínas animais, somente sendo coerente esta privação se for séria e útil, isto é, se não for apenas para sobressair, com o uso de sentimentos de falsa superioridade .
PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES Todo e qualquer sofrimento que não seja natural, portanto criado pelo próprio homem com a finalidade de agradar a Deus, não leva a nada, porque, no fundo, está apenas a atender ao seu egoísmo; mortifica-se inutilmente.
PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS - MORTIFICAÇÕES Melhor faria se usasse as suas energias para atender ao semelhante que sofre dificuldades, exercitando o seu desprendimento em ações que resultassem em algo útil para alguém, e não apenas fustigando o seu corpo, de maneira egoísta.
 
BIBLIOGRAFIA LIVRO DOS ESPIRITOS. EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO

Segundo Módulo - Aula 05 - Lei de conservação

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    INSTINTO DE CONSERVAÇÃOO instinto de conservação, por ser uma das manifestações da lei natural, é inerente a todos os seres vivos. Conforme o grau de inteligência, nuns é um instinto maquinal; noutros, raciocinado. Deus outorgou o instinto de conservação para que todos os seres vivos concorram para cumprimento dos desígnios da Providência.
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    INSTINTO DE CONSERVAÇÃOSendo a vida necessária ao aperfeiçoamento dos seres, Deus lhes deu a necessidade de viver, que eles sentem instintivamente, sem disso se aperceberem. Sendo a vida orgânica absolutamente necessária ao aperfeiçoamento dos seres, Deus sempre lhes facultou os meios de conservá-la, fazendo que a terra produzisse quanto fosse suficiente à mantença de todos os que a habitam.
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    INSTINTO DE CONSERVAÇÃOUm dos mais perfeitos atos instintivos é o de viver. O instinto de conservação, ou seja a busca pela sobrevivência é, por isto mesmo, uma lei da Natureza. Todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o grau de sua inteligência. O despertar da necessidade de viver tem por finalidade a manutenção da vida orgânica, necessária ao desenvolvimento físico e moral das criaturas.
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    GOZO DOS BENSTERRENOS O instinto de conservação é, portanto, um dos instrumentos naturais que cooperam na evolução dos seres. Os bens da Terra devem ser entendidos como tudo o que o homem pode gozar neste mundo, e quando o homem não alcança este gozo não pode, nem deve, acusar a natureza como imprevidente, senão reconhecer que é dele a responsabilidade pelo seu sofrimento, por não saber regrar o seu viver.
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    GOZO DOS BENSTERRENOS Se cada um aprender a ocupar o seu lugar, não ocupando o espaço do semelhante, a organização social tende a apresentar-se de forma equilibrada e estável. Os esforços dos vários povos que se utilizam de técnicas científicas para o aperfeiçoamento moral provam que o homem, utilizando a inteligência, pode melhorar o seu padrão de vida, desde que não caia em círculos egoístas e de opressão a terceiros.
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    GOZO DOS BENSTERRENOS O gozo dos bens terrenos é um direito conseqüente à necessidade de viver e serve para experimentar o homem, desenvolvendo-lhe a razão, preservando-o dos excessos e abusos, educando-o, desta forma. Todas as vezes que o homem ultrapassa o limite do necessário incide no excesso, amargando o gosto da saciedade e perdendo o estímulo do prazer, punindo-se, desta forma, automaticamente
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO Tendo dado ao homem a necessidade de viver, Deus lhe deu também os meios de consegui-lo e, se ele não os encontra, é porque não os compreende. A Terra produz o necessário aos que a habitam, visto que só o necessário é útil; o supérfluo nunca o é. O homem, porém, não se contenta com o necessário, empregando no supérfluo o que a Terra produz.
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUODesperdiçando o produto da Terra para satisfazer fantasias, não tem o homem por que se queixar de nada encontrar no dia seguinte ou de estar desprovido nos dias de penúria.
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUODizem os Espíritos que: "imprevidente não é a Natureza, é o homem, que não sabe regrar o seu viver". Tudo o que o homem pode gozar nesse mundo deve ser entendido como bens da Terra. O solo é fonte de onde provêm os recursos que se transformarão nesses bens.
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUOA falta dos meios de subsistência que atinge certos indivíduos deve ser atribuída ao egoísmo dos homens, que nem sempre fazem o que lhes cumpre. Para obtê-los, é preciso buscá-los com ardor e perseverança, sem desânimo ante os obstáculos, que, muitas das vezes, são opostos pela Providência para nos provar a constância, a paciência e a firmeza.
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUOComentários de Kardec: “ à medida que a Civilização avança, aumentam as necessidades mas, também, as fontes de trabalho e os meios de viver”. Para todos há lugar ao sol, desde que cada um ocupe o seu lugar e não o dos outros .
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUONão se pode responsabilizar a Natureza pela desorganização social nem pelas conseqüências da ambição e do amor-próprio. Embora não se tenha ainda chegado à perfeição, a Ciência e a Filantropia têm contribuído para melhorar a condição material do homem, atenuando, em grande parte, a insuficiência da produção.
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUOO homem pode ser privado dos meios de subsistência independentemente de sua vontade, o que constitui uma prova que lhe compete sofrer e a que deve se submeter, ainda que, em conseqüência, a morte venha a colhê-lo. Nesse caso, deve compreender que lhe soou a hora derradeira da libertação e que o desespero pode ocasionar a perda do benefício que a resignação nesse último momento lhe traria.
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUOA necessidade de viver não atenua o crime dos que, para saciar a fome, sacrificam a vida de seus semelhantes. Há mais merecimento em sofrer todas as provações da vida com coragem e abnegação. Nos mundos mais evoluídos, os seres vivos também têm necessidade de alimentação .
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    NECESSÁRIO E SUPÉRFLUOOs alimentos nesses mundos guardam relação com a sua natureza, sendo menos grosseiros que os existentes na Terra. Desse modo, não satisfariam nosso organismo, assim como os nossos alimentos não poderiam ser ingeridos pelos seres daqueles mundos
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    PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS -MORTIFICAÇÕES Todo e qualquer esforço que se faça para a privação dos gozos inúteis desprende o homem das suas paixões materiais, elevando a sua alma, que se dignifica ainda mais quando o homem abdica dos seus prazeres para fazer a felicidade do semelhante, através do auxílio fraternal.
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    PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS -MORTIFICAÇÕES A utilização de medidas simuladas, com a finalidade de apenas crescer perante os olhos humanos, além de não trazer nenhum auxílio espiritual para o homem ainda o coloca como ser hipócrita que, com máscaras, procura impressionar o seu semelhante
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    PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS -MORTIFICAÇÕES Privação, por exemplo, de certos alimentos, é tomada como prova de superioridade, embora a constituição do homem exija, para a manutenção das suas forças e da sua saúde, a ingestão de proteínas animais, somente sendo coerente esta privação se for séria e útil, isto é, se não for apenas para sobressair, com o uso de sentimentos de falsa superioridade .
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    PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS -MORTIFICAÇÕES Todo e qualquer sofrimento que não seja natural, portanto criado pelo próprio homem com a finalidade de agradar a Deus, não leva a nada, porque, no fundo, está apenas a atender ao seu egoísmo; mortifica-se inutilmente.
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    PRIVAÇÕES VOLUNTÁRIAS -MORTIFICAÇÕES Melhor faria se usasse as suas energias para atender ao semelhante que sofre dificuldades, exercitando o seu desprendimento em ações que resultassem em algo útil para alguém, e não apenas fustigando o seu corpo, de maneira egoísta.
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    BIBLIOGRAFIA LIVRO DOSESPIRITOS. EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO