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dá a progressão dos Espíritos.dá a progressão dos Espíritos.
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Progressão dos Espíritos Plenitude Humana
1.1. ProgressãoProgressão
dosdos
EspíritosEspíritos
115 – Uns Espíritos foram criados bons e
outros maus?
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Deu a cada um deles uma missão, com o
fim de os esclarecer e progressivamente conduzir
à perfeição, pelo conhecimento da verdade
e para os aproximar dele.
A felicidade eterna e sem perturbações, eles
a encontrarão nessa perfeição.
Os Espíritos adquirem, o conhecimento
passando pelas provas que Deus lhes impõe.
Uns aceitam essas provas com submissão e
chegam mais prontamente ao seu destino;
Outros não conseguem sofrê-las sem
lamentação, e assim permanecem, por sua culpa,
distanciados da perfeição e da felicidade
prometida (14).
25 – A  materialização  é  uma  punição,  e 
somente  os  Espíritos  culpados  é  que  lhe  estão 
sujeitos?
A passagem dos Espíritos pela vida
corpórea é necessária, para que eles possam
realizar, com a ajuda do elemento material, os
propósitos cuja execução Deus lhes confiou.
É ainda necessária por eles mesmos, pois a
atividade que então se veem obrigados a
desempenhar ajuda-os a desenvolver a
inteligência.
Deus, sendo soberanamente justo, deve
aquinhoar (distribuir)  equitativamente a todos os
seus filhos.
É por isso que Ele concede a todos o
mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as
mesmas obrigações a cumprir e a mesma
liberdade de ação.
Todo privilégio seria uma preferência, e toda
preferência uma injustiça.
Mas a materialização, para todos os
Espíritos, é apenas um estado transitório.
É uma tarefa que Deus lhes impõe, no
princípio da existência, como primeira prova do
uso que farão do seu livre arbítrio.
Os que executam essa tarefa com zelo,
sobem rapidamente, e de maneira menos
penosa, os primeiros degraus da iniciação, e
gozam mais cedo o resultado do seu trabalho.
Os que, ao contrário, fazem mau uso da
liberdade que Deus lhes concede, retardam o seu
progresso.
E é assim que por sua obstinação, podem
prolongar indefinidamente a necessidade da sua
rematerialização.
E é então que a materialização se torna um
castigo (1)     
Decorre desses ensinamentos a importância 
do livre-arbítrio para a progressão dos Espíritos.
122 – Como  podem  os  Espíritos,  em  sua 
origem, quando ainda não têm a consciência de si 
mesmos, ter a liberdade de escolher entre o bem 
e o mal? Há  neles um princípio, uma tendência 
qualquer que os leve mais para um lado que para 
outro? 
O livre-arbítrio se desenvolveu à medida que
o Espírito adquiri consciência de si mesmo.
Não haveria liberdade, se a escolha fosse
provocada (determinada) por uma causa estranha
à vontade do Espírito.
A causa não está nele, mas no exterior (fora
dele), nas influências a que ele cede em virtude
de sua espontânea vontade.
Esta é a grande figura da queda do homem
e do pecado original.
Uns cederam à tentação e outros
resistiram(15).     
122-b – Esta influência só se exerce sobre o 
Espírito na sua origem?
-  Segue-o na vida de Espírito, até que ele
tenha de tal maneira adquirido o domínio de si
mesmo que os maus desistam de obsediá-lo (1).     
☼ Kardec assinala:
  100 - Observações preliminares.
–  A  classificação  dos  Espíritos  funda-se  no 
seu grau de desenvolvimento, nas qualidades por 
eles adquiridas e nas imperfeições de que ainda 
terão de despojar (despir-se – desembaraçar-se).
Esta classificação nada tem de absoluta.
Nenhuma  categoria  apresenta  caráter  bem 
definido, a não ser no conjunto.
De um grau a outro, a transição é insensível, 
pois, nos limites, as diferenças se apagam, como 
nos reinos da natureza, nas cores do arco-íris, ou 
ainda nos diferentes períodos da vida humana.
Pode-se,  portanto,  formar  um    número 
maior  ou  menor  de  classes,  de  acordo  com  a 
maneira  porque  se  considerar  o  assunto  (a 
questão).
Acontece,  nisto,  como  em  todos  os 
sistemas  de  classificação  científica,  que  podem 
ser  mais  ou  menos  completos,  mais  ou  menos 
racionais,  mais  ou  menos  cômodos  para  a 
inteligência;  mas,  seja  como  for,  nada  alteram 
quanto as bases da ciência (2).
[...] Os Espíritos admitem, geralmente, três 
categorias  (ordens)  principais  ou  três  grandes 
divisões.
EspíritosEspíritos
ImperfeitosImperfeitos  
3ª ordem3ª ordem
EspíritosEspíritos
BonsBons
2ª ordem2ª ordem  
EspíritosEspíritos
PurosPuros
1ª1ª
ordemordem
● Terceira Ordem – Espíritos Imperfeitos.
Caracterizados pela predominância da
matéria sobre o espírito e pela propensão ao mal.
● Segunda Ordem – Bons Espíritos.
Caracterizados pela predominância do
Espírito sobre a matéria e pelo desejo de praticar
o bem.
● Primeira Ordem – Espíritos Puros.
São os que atingiram o supremo grau da
perfeição – nenhuma influência da matéria (3).
☼ Essas três categorias principais ou
ordens podem ser subdivididas em classes, como
veremos a seguir:
 10ª - Impuros;
 9ª - Levianos;
 8ª - Pseudossábios;
 7ª - Neutros;
 6ª - Batedores e perturbadores
 10ª - Impuros;
 9ª - Levianos;
 8ª - Pseudossábios;
 7ª - Neutros;
 6ª - Batedores e perturbadores
102 - Décima Classe - Espíritos impuros:
● São inclinados para ao mal e o fazem objeto
de suas preocupações.
Como Espíritos, dão conselhos pérfidos
(falsos), insuflam (instigam, despertam) a discórdia
e a desconfiança, e usam todos os disfarces, para
melhor enganar.
Apegam-se às pessoas de caráter bastante
fraco para cederem às sus sugestões, a fim de as
levar à perda, satisfeitos de poderem retardar o seu
adiantamento, ao fazê-las sucumbir ante as provas
que sofrem.
[...] Alguns povos os transformaram em
divindades malfazejas (Fazedoras do mal –
destruidoras), outros os designam como demônios,
gênios maus, Espíritos do mal (4).
103 - Nona Classe - Espíritos levianos:
● São ignorantes, malignos, inconsequentes e
zombeteiros.
Metem-se em tudo e a tudo respondem sem
se importarem com a verdade.
Gostam de causar pequenas contrariedades e
pequenas alegrias, de fazer intrigas, de induzir
maliciosamente ao erro, por meio e mistificações e
de espertezas.
A esta classe pertencem os Espíritos
vulgarmente designados pelos nomes de
duendes, diabretes, gnomos, trasgos (5).
104 - Oitava Classe - Pseudossábios:
● Seus conhecimento são bastante amplos,
mas julgam saber mais do que realmente sabem.
Tendo realizado alguns progressos em
diversos sentidos, sua linguagem tem um caráter
sério, que pode iludir quanto à sua capacidade e
às suas luzes (6).
105 - Sétima Classe – Espíritos Neutros:
● Nem são bastante bons para fazerem o
bem, nem bastante maus para fazerem o mal;
Tendem tanto para um como para outro, e não
se elevam sobre condição vulgar da humanidade,
quer pela moral ou pela inteligência.
Apegam-se às coisas deste mundo, saudosos
de suas grosseiras alegrias (7)
106 - Sexta Classe - Batedores e Perturbadores:
● Estes Espíritos não formam, propriamente
falando, uma classe distinta, quanto às suas
qualidades pessoais, e podem pertencer a todas as
classes da terceira ordem.
Manifestam frequentemente sua presença por
efeitos sensíveis e físicos, como golpes (pancadas),
movimento e deslocamento anormal de corpos
sólidos, agitação do ar, etc.
 5ª - Espíritos Benévolos;5ª - Espíritos Benévolos;
 4ª - Espíritos Sábios;4ª - Espíritos Sábios;
 3ª - Espíritos Prudentes;3ª - Espíritos Prudentes;
 2ª - Espíritos Superiores.2ª - Espíritos Superiores.
 5ª - Espíritos Benévolos;5ª - Espíritos Benévolos;
 4ª - Espíritos Sábios;4ª - Espíritos Sábios;
 3ª - Espíritos Prudentes;3ª - Espíritos Prudentes;
 2ª - Espíritos Superiores.2ª - Espíritos Superiores.
108 – Quinta Classe – Espíritos Benévolos:
● Sua qualidade dominante é a bondade.
Gostam de prestar serviços aos homens e
de os proteger.
Porém, seu saber é limitado: seu progresso
realizou-se mais no sentido moral que no
intelectual (9).
109 - Quarta Classe – Espíritos Sábios:
● O que especialmente os distingue é a
amplitude dos conhecimentos.
Preocupam-se menos com as questões
morais do que as científicas, para as quais têm
mais aptidão;
Mas só encaram a ciência pela sua utilidade,
livres das paixões que são próprias dos Espíritos
imperfeitos (10).
110 - Terceira Classe – Espíritos Prudentes:
● Caracterizam-se pelas qualidades morais
da ordem mais elevada.
Sem possuir conhecimentos ilimitados, são
dotados de uma capacidade intelectual que lhes
permite julgar com (analisar) com precisão os
homens e as coisas (11).
111 - Segunda Classe - Espíritos Superiores:
● Reúnem a ciência, a sabedoria e a
bondade.
Sua linguagem, que só transpira benevolência, é
sempre digna, e frequentemente sublime.
Sua Superioridade os torna, mais que os outros,
aptos a nos proporcionar as mais justas noções
sobre as coisas do mundo incorpóreo dentro dos
limites do que nos é dado a conhecer.
Materializam-se na Terra apenas em missão de
progresso e caracterizam o tipo de perfeição a que
podemos aspirar neste mundo.
Comunicam-se voluntariamente com os que
procuram de boa-fé a verdade, e cujas almas
estejam bastantes libertas dos liames terrenos, para
compreender.
Afastam-se dos que são movidos apenas pela
curiosidade, ou que, pela influência da matéria,
desviam-se da prática do bem.
Quando, por exceção, se materializam na
Terra, é para cumprir uma missão de progresso, e
então nos oferecem o tipo de perfeição que a
humanidade pode aspirar neste mundo (12).
113. Primeira Classe. Classe Única:
● Percorreram todos os graus da escala e se
despojaram de todas as impurezas da matéria.
Havendo alcançado a soma de perfeições de é
suscetível a criatura, não têm provas nem expiações
a sofrer.
Não estando mais sujeitos à
rematerialização em corpos perecíveis, vivem a
vida eterna, que desfrutam no seio de Deus.
Gozam de uma felicidade inalterável,
porque não estão sujeitos nem às necessidade
nem às vicissitudes da vida material, mas essa
felicidade não é a de uma ociosidade monótona,
vivida em contemplação perpétua.
São mensageiros e os ministros de Deus,
cujas ordens executam, para a manutenção da
harmonia universal.
[...] São às vezes designados pelos nomes
de anjos, arcanjos ou serafins.
O cultivo de bons
pensamentos
enobrece o ser e
saneia a mente.
"Há corpos de
agora com almas de
outrora.
Corpo é vestido.
Alma é pessoa”.
Eça de Queirós.
ReferênciaReferência
BibliográficaBibliográfica
1. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo Espiritismo.
Tradução de Guillon Ribeiro. 124ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2005 –
Cap. IV – NINGUÉM PODE VER O REIONO DE DEUS, SE NÃO
NASCER DE NOVO – Item: A Necessidade da Materialização –
Questão 25 - Págs. 94-95.
2. KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos. Tradução de J.
Herculano Pires. 68ª ed. São Paulo: LAKE, 2009. Livro Segundo
– MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS - Cap. I – DOS
ESPÍRITOS – Item VI – Escala Espírita – Questão 100 - Pág. 82.
3. ______. Pág. 83.
4. ______. Questão 102 – Págs. 84-85.
5. ______. Questão 103 - Pág. 85.
6. ______. Questões 104 – Pág. 85.
7. ______. Questões 105 – Págs. 85-86.
8. ______. Questões 106 – Pág. 86.
9. :______.Item: Segunda Ordem: Bons Espíritos - Quinta
Classe: Espíritos Benévolos - Questão 108 – Pág. 87.
10.______.Quarta Classe: Espíritos Sábios - Questão 109
– Pág. 87.
11.______.Terceira Classe: Espíritos Prudentes - Questão
110 – Pág. 87.
12.______.Segunda Classe: Espíritos Superiores -
Questão 111 – Pág. 87.
13.______.Item: Primeira Ordem: Espíritos Puros –
Primeira Classe: Classe Única - Questão 113 – Págs. 87-88.
14.______.Item VII – Progressão dos Espíritos - Questão
115 – Pág. 88.
15.______. Questão 122 – Pág. 89.
16.______. Questão 122-b. - Pág. 89.

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Roteiro 4 progressão dos espíritos

  • 1. CENTRO DECENTRO DE TRABALHOS ESPÍRITATRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZANA LUZ PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS
  • 4. 1. Perispírito: Conceito 2. Origem e Natureza do2. Origem e Natureza do EspíritoEspírito 3. Provas da Existência do Espírito 4. Progressão dos Espíritos4. Progressão dos Espíritos
  • 5.  Progressão dosProgressão dos EspíritosEspíritos Objetivos EspecíficosObjetivos Específicos  Explicar, em linhas gerais, como seExplicar, em linhas gerais, como se dá a progressão dos Espíritos.dá a progressão dos Espíritos.  Identificar a hierarquia dosIdentificar a hierarquia dos Espíritos, segundo a escala espírita.Espíritos, segundo a escala espírita.
  • 7. Progressão dos Espíritos Plenitude Humana
  • 9. 115 – Uns Espíritos foram criados bons e outros maus? — Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, ou seja, sem conhecimento. Deu a cada um deles uma missão, com o fim de os esclarecer e progressivamente conduzir à perfeição, pelo conhecimento da verdade e para os aproximar dele. A felicidade eterna e sem perturbações, eles a encontrarão nessa perfeição. Os Espíritos adquirem, o conhecimento passando pelas provas que Deus lhes impõe.
  • 10. Uns aceitam essas provas com submissão e chegam mais prontamente ao seu destino; Outros não conseguem sofrê-las sem lamentação, e assim permanecem, por sua culpa, distanciados da perfeição e da felicidade prometida (14). 25 – A  materialização  é  uma  punição,  e  somente  os  Espíritos  culpados  é  que  lhe  estão  sujeitos? A passagem dos Espíritos pela vida corpórea é necessária, para que eles possam realizar, com a ajuda do elemento material, os propósitos cuja execução Deus lhes confiou.
  • 11. É ainda necessária por eles mesmos, pois a atividade que então se veem obrigados a desempenhar ajuda-os a desenvolver a inteligência. Deus, sendo soberanamente justo, deve aquinhoar (distribuir)  equitativamente a todos os seus filhos. É por isso que Ele concede a todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de ação. Todo privilégio seria uma preferência, e toda preferência uma injustiça.
  • 12. Mas a materialização, para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe, no princípio da existência, como primeira prova do uso que farão do seu livre arbítrio. Os que executam essa tarefa com zelo, sobem rapidamente, e de maneira menos penosa, os primeiros degraus da iniciação, e gozam mais cedo o resultado do seu trabalho. Os que, ao contrário, fazem mau uso da liberdade que Deus lhes concede, retardam o seu progresso.
  • 13. E é assim que por sua obstinação, podem prolongar indefinidamente a necessidade da sua rematerialização. E é então que a materialização se torna um castigo (1)      Decorre desses ensinamentos a importância  do livre-arbítrio para a progressão dos Espíritos. 122 – Como  podem  os  Espíritos,  em  sua  origem, quando ainda não têm a consciência de si  mesmos, ter a liberdade de escolher entre o bem  e o mal? Há  neles um princípio, uma tendência  qualquer que os leve mais para um lado que para  outro? 
  • 14. O livre-arbítrio se desenvolveu à medida que o Espírito adquiri consciência de si mesmo. Não haveria liberdade, se a escolha fosse provocada (determinada) por uma causa estranha à vontade do Espírito. A causa não está nele, mas no exterior (fora dele), nas influências a que ele cede em virtude de sua espontânea vontade. Esta é a grande figura da queda do homem e do pecado original. Uns cederam à tentação e outros resistiram(15).     
  • 15. 122-b – Esta influência só se exerce sobre o  Espírito na sua origem? -  Segue-o na vida de Espírito, até que ele tenha de tal maneira adquirido o domínio de si mesmo que os maus desistam de obsediá-lo (1).     
  • 16. ☼ Kardec assinala:   100 - Observações preliminares. –  A  classificação  dos  Espíritos  funda-se  no  seu grau de desenvolvimento, nas qualidades por  eles adquiridas e nas imperfeições de que ainda  terão de despojar (despir-se – desembaraçar-se). Esta classificação nada tem de absoluta. Nenhuma  categoria  apresenta  caráter  bem  definido, a não ser no conjunto. De um grau a outro, a transição é insensível,  pois, nos limites, as diferenças se apagam, como  nos reinos da natureza, nas cores do arco-íris, ou  ainda nos diferentes períodos da vida humana.
  • 17. Pode-se,  portanto,  formar  um    número  maior  ou  menor  de  classes,  de  acordo  com  a  maneira  porque  se  considerar  o  assunto  (a  questão). Acontece,  nisto,  como  em  todos  os  sistemas  de  classificação  científica,  que  podem  ser  mais  ou  menos  completos,  mais  ou  menos  racionais,  mais  ou  menos  cômodos  para  a  inteligência;  mas,  seja  como  for,  nada  alteram  quanto as bases da ciência (2). [...] Os Espíritos admitem, geralmente, três  categorias  (ordens)  principais  ou  três  grandes  divisões.
  • 18. EspíritosEspíritos ImperfeitosImperfeitos   3ª ordem3ª ordem EspíritosEspíritos BonsBons 2ª ordem2ª ordem   EspíritosEspíritos PurosPuros 1ª1ª ordemordem
  • 19. ● Terceira Ordem – Espíritos Imperfeitos. Caracterizados pela predominância da matéria sobre o espírito e pela propensão ao mal. ● Segunda Ordem – Bons Espíritos. Caracterizados pela predominância do Espírito sobre a matéria e pelo desejo de praticar o bem. ● Primeira Ordem – Espíritos Puros. São os que atingiram o supremo grau da perfeição – nenhuma influência da matéria (3). ☼ Essas três categorias principais ou ordens podem ser subdivididas em classes, como veremos a seguir:
  • 20.  10ª - Impuros;  9ª - Levianos;  8ª - Pseudossábios;  7ª - Neutros;  6ª - Batedores e perturbadores  10ª - Impuros;  9ª - Levianos;  8ª - Pseudossábios;  7ª - Neutros;  6ª - Batedores e perturbadores
  • 21. 102 - Décima Classe - Espíritos impuros: ● São inclinados para ao mal e o fazem objeto de suas preocupações. Como Espíritos, dão conselhos pérfidos (falsos), insuflam (instigam, despertam) a discórdia e a desconfiança, e usam todos os disfarces, para melhor enganar. Apegam-se às pessoas de caráter bastante fraco para cederem às sus sugestões, a fim de as levar à perda, satisfeitos de poderem retardar o seu adiantamento, ao fazê-las sucumbir ante as provas que sofrem.
  • 22. [...] Alguns povos os transformaram em divindades malfazejas (Fazedoras do mal – destruidoras), outros os designam como demônios, gênios maus, Espíritos do mal (4). 103 - Nona Classe - Espíritos levianos: ● São ignorantes, malignos, inconsequentes e zombeteiros. Metem-se em tudo e a tudo respondem sem se importarem com a verdade. Gostam de causar pequenas contrariedades e pequenas alegrias, de fazer intrigas, de induzir maliciosamente ao erro, por meio e mistificações e de espertezas.
  • 23. A esta classe pertencem os Espíritos vulgarmente designados pelos nomes de duendes, diabretes, gnomos, trasgos (5). 104 - Oitava Classe - Pseudossábios: ● Seus conhecimento são bastante amplos, mas julgam saber mais do que realmente sabem. Tendo realizado alguns progressos em diversos sentidos, sua linguagem tem um caráter sério, que pode iludir quanto à sua capacidade e às suas luzes (6). 105 - Sétima Classe – Espíritos Neutros: ● Nem são bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal;
  • 24. Tendem tanto para um como para outro, e não se elevam sobre condição vulgar da humanidade, quer pela moral ou pela inteligência. Apegam-se às coisas deste mundo, saudosos de suas grosseiras alegrias (7) 106 - Sexta Classe - Batedores e Perturbadores: ● Estes Espíritos não formam, propriamente falando, uma classe distinta, quanto às suas qualidades pessoais, e podem pertencer a todas as classes da terceira ordem. Manifestam frequentemente sua presença por efeitos sensíveis e físicos, como golpes (pancadas), movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do ar, etc.
  • 25.  5ª - Espíritos Benévolos;5ª - Espíritos Benévolos;  4ª - Espíritos Sábios;4ª - Espíritos Sábios;  3ª - Espíritos Prudentes;3ª - Espíritos Prudentes;  2ª - Espíritos Superiores.2ª - Espíritos Superiores.  5ª - Espíritos Benévolos;5ª - Espíritos Benévolos;  4ª - Espíritos Sábios;4ª - Espíritos Sábios;  3ª - Espíritos Prudentes;3ª - Espíritos Prudentes;  2ª - Espíritos Superiores.2ª - Espíritos Superiores.
  • 26. 108 – Quinta Classe – Espíritos Benévolos: ● Sua qualidade dominante é a bondade. Gostam de prestar serviços aos homens e de os proteger. Porém, seu saber é limitado: seu progresso realizou-se mais no sentido moral que no intelectual (9). 109 - Quarta Classe – Espíritos Sábios: ● O que especialmente os distingue é a amplitude dos conhecimentos. Preocupam-se menos com as questões morais do que as científicas, para as quais têm mais aptidão;
  • 27. Mas só encaram a ciência pela sua utilidade, livres das paixões que são próprias dos Espíritos imperfeitos (10). 110 - Terceira Classe – Espíritos Prudentes: ● Caracterizam-se pelas qualidades morais da ordem mais elevada. Sem possuir conhecimentos ilimitados, são dotados de uma capacidade intelectual que lhes permite julgar com (analisar) com precisão os homens e as coisas (11). 111 - Segunda Classe - Espíritos Superiores: ● Reúnem a ciência, a sabedoria e a bondade.
  • 28. Sua linguagem, que só transpira benevolência, é sempre digna, e frequentemente sublime. Sua Superioridade os torna, mais que os outros, aptos a nos proporcionar as mais justas noções sobre as coisas do mundo incorpóreo dentro dos limites do que nos é dado a conhecer. Materializam-se na Terra apenas em missão de progresso e caracterizam o tipo de perfeição a que podemos aspirar neste mundo. Comunicam-se voluntariamente com os que procuram de boa-fé a verdade, e cujas almas estejam bastantes libertas dos liames terrenos, para compreender.
  • 29. Afastam-se dos que são movidos apenas pela curiosidade, ou que, pela influência da matéria, desviam-se da prática do bem. Quando, por exceção, se materializam na Terra, é para cumprir uma missão de progresso, e então nos oferecem o tipo de perfeição que a humanidade pode aspirar neste mundo (12). 113. Primeira Classe. Classe Única: ● Percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria. Havendo alcançado a soma de perfeições de é suscetível a criatura, não têm provas nem expiações a sofrer.
  • 30. Não estando mais sujeitos à rematerialização em corpos perecíveis, vivem a vida eterna, que desfrutam no seio de Deus. Gozam de uma felicidade inalterável, porque não estão sujeitos nem às necessidade nem às vicissitudes da vida material, mas essa felicidade não é a de uma ociosidade monótona, vivida em contemplação perpétua. São mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens executam, para a manutenção da harmonia universal. [...] São às vezes designados pelos nomes de anjos, arcanjos ou serafins.
  • 31. O cultivo de bons pensamentos enobrece o ser e saneia a mente. "Há corpos de agora com almas de outrora. Corpo é vestido. Alma é pessoa”. Eça de Queirós.
  • 33. 1. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2005 – Cap. IV – NINGUÉM PODE VER O REIONO DE DEUS, SE NÃO NASCER DE NOVO – Item: A Necessidade da Materialização – Questão 25 - Págs. 94-95. 2. KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos. Tradução de J. Herculano Pires. 68ª ed. São Paulo: LAKE, 2009. Livro Segundo – MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS - Cap. I – DOS ESPÍRITOS – Item VI – Escala Espírita – Questão 100 - Pág. 82. 3. ______. Pág. 83. 4. ______. Questão 102 – Págs. 84-85. 5. ______. Questão 103 - Pág. 85. 6. ______. Questões 104 – Pág. 85. 7. ______. Questões 105 – Págs. 85-86.
  • 34. 8. ______. Questões 106 – Pág. 86. 9. :______.Item: Segunda Ordem: Bons Espíritos - Quinta Classe: Espíritos Benévolos - Questão 108 – Pág. 87. 10.______.Quarta Classe: Espíritos Sábios - Questão 109 – Pág. 87. 11.______.Terceira Classe: Espíritos Prudentes - Questão 110 – Pág. 87. 12.______.Segunda Classe: Espíritos Superiores - Questão 111 – Pág. 87. 13.______.Item: Primeira Ordem: Espíritos Puros – Primeira Classe: Classe Única - Questão 113 – Págs. 87-88. 14.______.Item VII – Progressão dos Espíritos - Questão 115 – Pág. 88.
  • 35. 15.______. Questão 122 – Pág. 89. 16.______. Questão 122-b. - Pág. 89.