O documento discute a mediunidade, afirmando que ela é uma faculdade inerente a todos os seres humanos, e não uma doença. A mediunidade pode ser aprimorada através de estudo e prática para ser usada em benefício dos outros. O texto também explica que todos recebem influências espirituais, mas os médiuns sentem de forma mais intensa e podem se comunicar com espíritos.