O livro explora a concepção de liberdade moral, afirmando que a liberdade absoluta não existe entre os homens devido à interdependência e à necessidade de respeitar os direitos alheios. Discute a escravidão como um abuso inaceitável e antinatural, além de abordar a liberdade de consciência e a responsabilidade do homem por seus pensamentos e ações. O texto conclui que, embora haja limitações, o livre-arbítrio é uma característica essencial do ser humano, influenciada pela sociedade e pela moralidade.