O documento discute a crise da representação política nas democracias modernas, apontando três evidências: 1) declínio da participação eleitoral; 2) ampliação da desconfiança nas instituições; 3) esvaziamento dos partidos políticos. O autor defende que uma teoria ampliada da representação política deve considerar questões como formação da agenda, acesso à mídia e produção de interesses coletivos.