É A ESPECIALIDADE MÉDICA QUE SE OCUPA DO
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CLÍNICO DAS
DOENÇAS DO SISTEMA URINÁRIO.
Cirurgias nefrológicas
Profª Eveline Machado.
Tto cirúrgico II.
Mód. III
●
É UMA MASSA DURA
FORMADA POR CRISTAIS
QUE SE SEPARAM DA
URINA E SE UNEM
PARA FORMAR PEDRAS.
CÁLCULO RENAL
MEDINDO 1CM
Profª Eveline Machado.
Tto cirírgico II.
Mód. III
Abertura da parede abdominal ou lombar
Cirurgia aberta (tradicional)
Aplicação de ondas de choque
geradas em meio líquido e
transmitidas para dentro do
Litotripsia extracorpórea (LECO)
organismo sem invadi-lo.
Utilizada na retirada de cálculos em
ureter
Caminho direto
ao rim
Ureterolitotripsia
transureteroscópica
Nefrolitotomia
percutânea
( Nefrolitotripsia)
Cirurgia percutânea para
retirada de cálculo renal
Nefroscópio
ENDOSCÓPIO
HIPERNEFROMA/ADENOCARCIONOMA
O TIPO MAIS COMUM É O DA CELULA RENAL OU
ADENOCARCIONOMA QUE REPRESENTA 3% NA POPULAÇÃO
ADULTA.
É DESCOBERTO ATRAVES DO EXAME FISICO,PELA PALPAÇÃO
DE UMA MASSA ABDOMINAL,POIS A MAIRIA DOS TUMORES
NÃO APRESENTAM SINAIS E SINTOMAS.
A DETECTAÇÃO TARDIA NO CURSO DA DOENÇA É
COMPOSTA:
-HEMATÚRIA;
-ALGIA EM FLANCOS.
HIPERNEFROMA / ADENOCARCIONOMA
ACOMETE INDIVIDUOS ENTRE 50 E 70 ANOS DE IDADE.
NA POPULAÇÃO AMERICANA OCORRE 51 MIL NOVOS
CASOS.
13 MIL MORTES A CADA ANO.
TABACO
OBESIDADE
HIPERTENSÃO
DIÁLISE
*HISTÓRIA FAMILIAR DA DOENÇA
* EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL À SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS INDUSTRIAIS.
ULTRASSONOGRAFIA
TOMOGRAFIA
COMPUTADORIZADA
RX RENAL
BIOPSIA RENAL
CIRURGIA: É O TRATAMENTO MAIS DEFINITIVO PARA O
TUMOR RENAL
*NEFRECTOMIA PARCIAL;
*NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCOPIA;
CRIOTERAPIA E RADIOFREQUENCIA
PALIATIVOS
*INTERFORON;
*EMBOLIZAÇÃO DA ARTERIA RENAL;
QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA
O transplante renal é
uma das opções de
tratamento para o
renal crônico e é
considerada a mais
completa alternativa
de substituição da
função renal.
* Melhor qualidade de vida;
* Independência da máquina de diálise;
* Não limitação hídrica e alimentar;
*Não ocorrência de complicações ligadas
a IRC
* Sucesso do Tx renal não pode ser previsto com
absoluta segurança
* Risco operatório
* Possíveis complicações
*Principalmente através do tratamento imunossupressor
* Perda do órgão por rejeição
O transplante de rim
pode ser recomendado
para pacientes com
insuficiência renal
causada por:
* Pressão arterial alta, grave e incontrolável (hipertensão);
* Infecções;
* Diabetes mellitus;
* Anormalidades congênitas dos rins;
* Doenças que causam insuficiência renal, tais como doença auto-
imune.
Os rins para transplantes são obtidos de doadores com morte
cerebral, ou de familiares ou amigos do receptor que ainda estejam
vivos.
Enquanto o paciente está sob
anestesia geral, é feita uma
incisão no quadrante inferior
direito do abdome. O rim do
doador é transplantado para
a pélvis inferior direita do
receptor.
O novo rim é
suturado no
lugar. Os vasos
do novo rim
são ligados aos
vasos que vão
para a perna
direita (os vasos
ilíacos), e o
ureter é suturado
na bexiga.
Na maioria dos casos,
os rins do receptor são
deixados no lugar, e o
rim transplantado
realiza todas as
funções que ambos os
rins realizam em
pessoas sadias. Os
receptores de rins
transplantados devem
tomar medicamentos
imunodepressores por
toda a vida, a fim de
prevenir rejeição do
sistema imune ao
órgão transplantado.
Sangramento;
Pneumonia;
Infecção;
Distúrbios hídricos (déficit ou excesso);
Trombose venosa profunda (TVP).
*EXAMES SÉRICOS;
*EXAME DE URINA;
*RADIOGRAFIA;
*ULTRASSONOGRAFIA;
*ECOGRAFIA ABDOMINAL.
É essencial a preparação do paciente;
Estimular os liquidos para promover a excreção;
Antibióticos de largo espectro,quando infecção renal
esta presente;
Solicitar exames de coagulação;
Promover a interação “paciente e enfermeiro” para
estabelecer a confiança;
Orientação para paciente e familia sobre o
Procedimento.
Reposição de líquidos e hemoderivados;
Observar distensão abdominal e o íleo paralitico;
Sonda nasogástrica;
Observar efeitos dos antibióticos;
Terapia com heparina em dose baixa.
Cuidados pós operatórios
Eliminação traqueobronquica ineficaz das vias aéreas
relacionada com a localização da incisão cirúrgica;;
Padrão respiratorio ineficaz relacionado com a incisão
cirurgica,anestesia e desconforto
Dor aguda relacionada com a localização cirurgica,posição
do paciente e distensão adominal
Retensão da urina relacionada com dor,imobilidade e
anestesia
RISCO DE INFECÇÃO;
RISCO DE TROCA GASOSA
PREJUDICADA.
ESTIMULAR MUDANÇA DE DECUBITO;
MONITORAR SSVV;
OFERTAR APOIO PSICOLOGICO;
OBSERVAR SINAIS FLOGISTICOS;
REALIZAR BALANÇO HIDRICO;
ORIENTAR A REALIZAR EXAME FISICO ANUAL E RX
TORAX
*UTILIZAR ANALGESICOS PARA ALÍVIO DA DOR;
*Aplicar calor úmido e massagem nas áreas com dores
muscular e desconforto;
*Imobilizar a incisão com as mãos durante o movimento ou
exercício de respiração profunda e tosse;
*Assistir e incentivar a deambulação precoce.
- Tratado de Enfermagem Médico -Cirúrgica Volume 3- Brunner & Suddarth,8ª edição
- Enfermagem Médico-cirúrgica volume1 – Reichman e Affonso, 3ª edição
- Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica volume 3- Brunner e Suddarth, 11ªedição
- Diagnóstico de Enfermagem – Carpenito – 11ª Edição
-http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/2628
- http://www.calculosrenais.com.br/
- http://www.sidneyabreu.com.br/tumor.html

Cirurgias nefrológicas.pdf

  • 1.
    É A ESPECIALIDADEMÉDICA QUE SE OCUPA DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CLÍNICO DAS DOENÇAS DO SISTEMA URINÁRIO. Cirurgias nefrológicas Profª Eveline Machado. Tto cirúrgico II. Mód. III
  • 3.
    ● É UMA MASSADURA FORMADA POR CRISTAIS QUE SE SEPARAM DA URINA E SE UNEM PARA FORMAR PEDRAS. CÁLCULO RENAL MEDINDO 1CM Profª Eveline Machado. Tto cirírgico II. Mód. III
  • 4.
    Abertura da paredeabdominal ou lombar Cirurgia aberta (tradicional) Aplicação de ondas de choque geradas em meio líquido e transmitidas para dentro do Litotripsia extracorpórea (LECO) organismo sem invadi-lo.
  • 5.
    Utilizada na retiradade cálculos em ureter Caminho direto ao rim Ureterolitotripsia transureteroscópica Nefrolitotomia percutânea ( Nefrolitotripsia)
  • 6.
    Cirurgia percutânea para retiradade cálculo renal Nefroscópio
  • 7.
  • 10.
    HIPERNEFROMA/ADENOCARCIONOMA O TIPO MAISCOMUM É O DA CELULA RENAL OU ADENOCARCIONOMA QUE REPRESENTA 3% NA POPULAÇÃO ADULTA. É DESCOBERTO ATRAVES DO EXAME FISICO,PELA PALPAÇÃO DE UMA MASSA ABDOMINAL,POIS A MAIRIA DOS TUMORES NÃO APRESENTAM SINAIS E SINTOMAS. A DETECTAÇÃO TARDIA NO CURSO DA DOENÇA É COMPOSTA: -HEMATÚRIA; -ALGIA EM FLANCOS.
  • 11.
    HIPERNEFROMA / ADENOCARCIONOMA ACOMETEINDIVIDUOS ENTRE 50 E 70 ANOS DE IDADE. NA POPULAÇÃO AMERICANA OCORRE 51 MIL NOVOS CASOS. 13 MIL MORTES A CADA ANO.
  • 12.
    TABACO OBESIDADE HIPERTENSÃO DIÁLISE *HISTÓRIA FAMILIAR DADOENÇA * EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL À SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS INDUSTRIAIS.
  • 13.
  • 14.
    CIRURGIA: É OTRATAMENTO MAIS DEFINITIVO PARA O TUMOR RENAL *NEFRECTOMIA PARCIAL; *NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCOPIA; CRIOTERAPIA E RADIOFREQUENCIA PALIATIVOS *INTERFORON; *EMBOLIZAÇÃO DA ARTERIA RENAL; QUIMIOTERAPIA E RADIOTERAPIA
  • 15.
    O transplante renalé uma das opções de tratamento para o renal crônico e é considerada a mais completa alternativa de substituição da função renal.
  • 16.
    * Melhor qualidadede vida; * Independência da máquina de diálise; * Não limitação hídrica e alimentar; *Não ocorrência de complicações ligadas a IRC
  • 17.
    * Sucesso doTx renal não pode ser previsto com absoluta segurança * Risco operatório * Possíveis complicações *Principalmente através do tratamento imunossupressor * Perda do órgão por rejeição
  • 18.
    O transplante derim pode ser recomendado para pacientes com insuficiência renal causada por: * Pressão arterial alta, grave e incontrolável (hipertensão); * Infecções; * Diabetes mellitus; * Anormalidades congênitas dos rins; * Doenças que causam insuficiência renal, tais como doença auto- imune. Os rins para transplantes são obtidos de doadores com morte cerebral, ou de familiares ou amigos do receptor que ainda estejam vivos.
  • 19.
    Enquanto o pacienteestá sob anestesia geral, é feita uma incisão no quadrante inferior direito do abdome. O rim do doador é transplantado para a pélvis inferior direita do receptor.
  • 20.
    O novo rimé suturado no lugar. Os vasos do novo rim são ligados aos vasos que vão para a perna direita (os vasos ilíacos), e o ureter é suturado na bexiga.
  • 21.
    Na maioria doscasos, os rins do receptor são deixados no lugar, e o rim transplantado realiza todas as funções que ambos os rins realizam em pessoas sadias. Os receptores de rins transplantados devem tomar medicamentos imunodepressores por toda a vida, a fim de prevenir rejeição do sistema imune ao órgão transplantado.
  • 22.
    Sangramento; Pneumonia; Infecção; Distúrbios hídricos (déficitou excesso); Trombose venosa profunda (TVP).
  • 23.
    *EXAMES SÉRICOS; *EXAME DEURINA; *RADIOGRAFIA; *ULTRASSONOGRAFIA; *ECOGRAFIA ABDOMINAL.
  • 24.
    É essencial apreparação do paciente; Estimular os liquidos para promover a excreção; Antibióticos de largo espectro,quando infecção renal esta presente; Solicitar exames de coagulação; Promover a interação “paciente e enfermeiro” para estabelecer a confiança; Orientação para paciente e familia sobre o Procedimento.
  • 25.
    Reposição de líquidose hemoderivados; Observar distensão abdominal e o íleo paralitico; Sonda nasogástrica; Observar efeitos dos antibióticos; Terapia com heparina em dose baixa. Cuidados pós operatórios
  • 26.
    Eliminação traqueobronquica ineficazdas vias aéreas relacionada com a localização da incisão cirúrgica;; Padrão respiratorio ineficaz relacionado com a incisão cirurgica,anestesia e desconforto Dor aguda relacionada com a localização cirurgica,posição do paciente e distensão adominal Retensão da urina relacionada com dor,imobilidade e anestesia
  • 27.
    RISCO DE INFECÇÃO; RISCODE TROCA GASOSA PREJUDICADA.
  • 28.
    ESTIMULAR MUDANÇA DEDECUBITO; MONITORAR SSVV; OFERTAR APOIO PSICOLOGICO; OBSERVAR SINAIS FLOGISTICOS; REALIZAR BALANÇO HIDRICO; ORIENTAR A REALIZAR EXAME FISICO ANUAL E RX TORAX
  • 29.
    *UTILIZAR ANALGESICOS PARAALÍVIO DA DOR; *Aplicar calor úmido e massagem nas áreas com dores muscular e desconforto; *Imobilizar a incisão com as mãos durante o movimento ou exercício de respiração profunda e tosse; *Assistir e incentivar a deambulação precoce.
  • 30.
    - Tratado deEnfermagem Médico -Cirúrgica Volume 3- Brunner & Suddarth,8ª edição - Enfermagem Médico-cirúrgica volume1 – Reichman e Affonso, 3ª edição - Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica volume 3- Brunner e Suddarth, 11ªedição - Diagnóstico de Enfermagem – Carpenito – 11ª Edição -http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/2628 - http://www.calculosrenais.com.br/ - http://www.sidneyabreu.com.br/tumor.html