O documento aborda a relação entre religião e africanidade, destacando práticas de religiões de matriz africana como o candomblé e a umbanda. O candomblé se baseia no culto a deidades ancestrais e enfatiza a união familiar, enquanto a umbanda combina elementos do cristianismo e espiritismo, promovendo caridade e fraternidade. Também menciona a importância de legislações que garantem a liberdade religiosa e a inclusão da história afro-brasileira na educação.