Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima

                                                             Formas de Argumentos Básicos e Derivados

                 Nome                                 Sequência                                                       Descrição

Modus Ponens                            ((p → q) ∧ p) → q                       Se p então q; p; consequentemente q

Modus Tollens                           ((p → q) ∧ ¬q) → ¬p                     Se p então q; não q; consequentemente não p

Silogismo Hipotético                    ((p → q) ∧ (q → r)) → (p → r)           Se p então q; se q então r; consequentemente, se p então r

Silogismo Disjuntivo                    ((p ∨ q) ∧ ¬p) → q                      p ou q; não p; consequentemente, q

                                        ((p → q) ∧ (r → s) ∧ (p ∨ r)) →
Dilema Construtivo                                                              Se p então q; e se r então s; mas p ou r; consequentemente q ou s
                                        (q∨ s)

                                        ((p → q) ∧ (r → s) ∧ (¬q ∨ ¬s)) →
Dilema Destrutivo                                                               Se p então q; e se r então s; mas não q ou não s; consequentemente não p ou não r
                                        (¬p ∨ ¬r)

Simplificação
                                        (p ∧ q) → p                             p e q são verdadeiros; consequentemente p é verdadeiro.
ou eliminação do conjuntor

                                                                                p e q são verdadeiros separadamente; consequentemente eles são verdadeiros
Conjunção                               p, q → (p ∧ q)
                                                                                conjuntamente

Adição ou introdução do disjuntor       p → (p ∨ q)                             p é verdadeiro; consequentemente a disjunção (p or q) é verdadeira

                                                                                Se p então q; e se p então r; consequentemente se p é verdadeiro então q e r são
Composição                              ((p → q) ∧ (p → r)) → (p → (q ∧ r))
                                                                                verdadeiros

1ª Lei de Morgan                        ¬(p ∧ q) → (¬p ∨ ¬q)                    A negação de (p e q) tem como consequência (não p ou não q)

2ª lei de Morgan                        ¬(p ∨ q) → (¬p ∧ ¬q)                    A negação de (p ou q) tem como consequência (não p e não q)

Commutação da disjunção                 (p ∨ q) → (q ∨ p)                       (p ou q) tem como consequência (q ou p)

Commutação da conjunção                 (p ∧ q) → (q ∧ p)                       (p e q) tem como consequência (q e p)

Associatividade da disjunção            (p ∨ (q ∨ r)) → ((p ∨ q) ∨ r)           p ou (q ou r) tem como consequência (p ou q) ou r

Associatividade da disjunção            (p ∧ (q ∧ r)) → ((p ∧ q) ∧ r)           p e (q e r) tem como consequência (p e q) e r

Distributividade (1)                    (p ∧ (q ∨ r)) → ((p ∧ q) ∨ (p ∧ r))     p e (q ou r) tem como consequência (p e q) ou (p e r)

Distributividade (2)                    (p ∨ (q ∧ r)) → ((p ∨ q) ∧ (p ∨ r))     p ou (q e r) tem como consequência (p ou q) e (p ou r)

Dupla Negação                           p → ¬¬p                                 p tem como consequência a negação de não p

Transposição                            (p → q) → (¬q → ¬p)                     Se p então q tem como consequência se não q então não p

Implicação Material                     (p → q) → (¬p ∨ q)                      Se p então q tem como consequência não p ou q

                                                                                (p é equivalente a q) significa que, (se p é verdadeiro então q é verdadeiro) e (se q é
Equivalência Material (1)               (p ↔ q) → ((p → q) ∧ (q → p))
                                                                                verdadeiro então p é verdadeiro)

                                                                                (p é equivalente a q) significa que, (p e q são verdadeiros) ou (ambos p e q são
Equivalência Material (2)               (p ↔ q) → ((p ∧ q) ∨ (¬q ∧ ¬p))
                                                                                falsos)

                                                                                (p é equivalente a q) significa que ambos (p ou não q é verdadeiro) e (não p ou q é
Equivalência Material (3)               (p ↔ q) → ((p ∨ ¬q) ∧ (q ∨ ¬p))
                                                                                verdadeiro)

                                                                                De (se p e q são verdadeiros então r é verdadeiro) podemos demonstrar (se q é
Exportação                              ((p ∧ q) → r) → (p → (q → r))
                                                                                verdadeiro então r é verdadeiro, se p é verdadeiro)

                                                                                De (se p então (q então r) é verdadeiro) podemos demonstrar que ((p ∧ q) → r) é
Importação                              (p → (q → r)) → ((p ∧ q) → r)
                                                                                verdadeiro

Tautologia (1)                          p → (p ∨ p)                             p é verdadeiro tem como consequência p é verdadeiro ou p é verdadeiro

Tautologia (2)                          p → (p ∧ p)                             p é verdadeiro tem como consequência p é verdadeiro e p é verdadeiro

Lei do Terceiro Excluído                → (p ∨ ¬ p)                             p ou não p é verdadeiro




              Isaque Tomé – 2011/2012
Isaque Tomé

Regras de inferência

  • 1.
    Escola Secundária Dr.Jaime Magalhães Lima Formas de Argumentos Básicos e Derivados Nome Sequência Descrição Modus Ponens ((p → q) ∧ p) → q Se p então q; p; consequentemente q Modus Tollens ((p → q) ∧ ¬q) → ¬p Se p então q; não q; consequentemente não p Silogismo Hipotético ((p → q) ∧ (q → r)) → (p → r) Se p então q; se q então r; consequentemente, se p então r Silogismo Disjuntivo ((p ∨ q) ∧ ¬p) → q p ou q; não p; consequentemente, q ((p → q) ∧ (r → s) ∧ (p ∨ r)) → Dilema Construtivo Se p então q; e se r então s; mas p ou r; consequentemente q ou s (q∨ s) ((p → q) ∧ (r → s) ∧ (¬q ∨ ¬s)) → Dilema Destrutivo Se p então q; e se r então s; mas não q ou não s; consequentemente não p ou não r (¬p ∨ ¬r) Simplificação (p ∧ q) → p p e q são verdadeiros; consequentemente p é verdadeiro. ou eliminação do conjuntor p e q são verdadeiros separadamente; consequentemente eles são verdadeiros Conjunção p, q → (p ∧ q) conjuntamente Adição ou introdução do disjuntor p → (p ∨ q) p é verdadeiro; consequentemente a disjunção (p or q) é verdadeira Se p então q; e se p então r; consequentemente se p é verdadeiro então q e r são Composição ((p → q) ∧ (p → r)) → (p → (q ∧ r)) verdadeiros 1ª Lei de Morgan ¬(p ∧ q) → (¬p ∨ ¬q) A negação de (p e q) tem como consequência (não p ou não q) 2ª lei de Morgan ¬(p ∨ q) → (¬p ∧ ¬q) A negação de (p ou q) tem como consequência (não p e não q) Commutação da disjunção (p ∨ q) → (q ∨ p) (p ou q) tem como consequência (q ou p) Commutação da conjunção (p ∧ q) → (q ∧ p) (p e q) tem como consequência (q e p) Associatividade da disjunção (p ∨ (q ∨ r)) → ((p ∨ q) ∨ r) p ou (q ou r) tem como consequência (p ou q) ou r Associatividade da disjunção (p ∧ (q ∧ r)) → ((p ∧ q) ∧ r) p e (q e r) tem como consequência (p e q) e r Distributividade (1) (p ∧ (q ∨ r)) → ((p ∧ q) ∨ (p ∧ r)) p e (q ou r) tem como consequência (p e q) ou (p e r) Distributividade (2) (p ∨ (q ∧ r)) → ((p ∨ q) ∧ (p ∨ r)) p ou (q e r) tem como consequência (p ou q) e (p ou r) Dupla Negação p → ¬¬p p tem como consequência a negação de não p Transposição (p → q) → (¬q → ¬p) Se p então q tem como consequência se não q então não p Implicação Material (p → q) → (¬p ∨ q) Se p então q tem como consequência não p ou q (p é equivalente a q) significa que, (se p é verdadeiro então q é verdadeiro) e (se q é Equivalência Material (1) (p ↔ q) → ((p → q) ∧ (q → p)) verdadeiro então p é verdadeiro) (p é equivalente a q) significa que, (p e q são verdadeiros) ou (ambos p e q são Equivalência Material (2) (p ↔ q) → ((p ∧ q) ∨ (¬q ∧ ¬p)) falsos) (p é equivalente a q) significa que ambos (p ou não q é verdadeiro) e (não p ou q é Equivalência Material (3) (p ↔ q) → ((p ∨ ¬q) ∧ (q ∨ ¬p)) verdadeiro) De (se p e q são verdadeiros então r é verdadeiro) podemos demonstrar (se q é Exportação ((p ∧ q) → r) → (p → (q → r)) verdadeiro então r é verdadeiro, se p é verdadeiro) De (se p então (q então r) é verdadeiro) podemos demonstrar que ((p ∧ q) → r) é Importação (p → (q → r)) → ((p ∧ q) → r) verdadeiro Tautologia (1) p → (p ∨ p) p é verdadeiro tem como consequência p é verdadeiro ou p é verdadeiro Tautologia (2) p → (p ∧ p) p é verdadeiro tem como consequência p é verdadeiro e p é verdadeiro Lei do Terceiro Excluído → (p ∨ ¬ p) p ou não p é verdadeiro Isaque Tomé – 2011/2012 Isaque Tomé