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Prova de INTERDISCIPLINAR de Português - 1° Simulado outubro/2017
Prof. Me. Val Valença Fone: 79 996002872
Texto 01
Falando das diferenças
Quando chamamos a população do país por brasileiros e brasileiras, o elo da
identidade nacional ou do sentimento de unidade é evocado e reconhecido por
todos. Mas, quando falamos de uma “nação mestiça”, despertamos o problema da
mestiçagem, e a identidade nacional ou o sentimento de unidade é quebrado e
somos obrigados a olhar mais demoradamente para todos os tipos brasileiros da
nação e verificar que há diferenças.
Então, pela lembrança da mistura, identificamos no corpo e na alma de cada
brasileiro ou brasileira sua descendência de portugueses, indígenas, africanos,
alemães, espanhóis, italianos, japoneses, judeus, coreanos, sírio-libaneses e
tantos outros. Todos os tipos são originários das três etnias básicas: o branco, o
negro e o amarelo.
Assim, saímos do reino da unidade e entramos no reino da diferença.
[Texto adaptado. Fonte: Kupstas, Márcia (Org.). Identidade nacional em debate. São Paulo: Moderna, 1997]
1. De acordo com as ideias expressas no texto “Falando das diferenças”, é correto afirmar que:
a) Para o autor, referir-se à população do Brasil pelo termo de “nação mestiça” possibilita a
construção do elo da identidade nacional.
b) No último parágrafo, o autor contrapõe “unidade” em relação à “diferença” de modo irônico e
sarcástico, pois afirma que somos uma “nação mestiça”.
c) Segundo o autor, entender a descendência do povo brasileiro “pela lembrança da mistura”
permite o fortalecimento do elo de identidade nacional ou do sentimento de unidade.
d) No início do segundo parágrafo, a conjunção “Então” apresenta uma ideia de adversidade
entre o “elo de identidade nacional” e “nação mestiça”.
e) A palavra “Assim”, no último parágrafo, prepara o leitor para o início de uma conclusão sobre
a identificação “no corpo e na alma de cada brasileiro” da sua histórica descendência étnica.
2. Sobre o texto “Falando as diferenças”, podemos inferir que:
a) Chamar a população do país por brasileiros e brasileiras tornou-se suficiente para a
compreensão cultural de uma “nação mestiça”.
b) A descendência da população brasileira é menor do que aquela lista de povos citada pelo
autor que foi apresentada apenas metaforicamente.
c) As três etnias básicas que compõe “o corpo e a alma” do brasileiro é definida pela
miscigenação apenas de povos e/ou nações que habitam no lado ocidental do planeta.
d) Embora com um teor dissertativo, o texto apresenta, em certos momentos, sentidos figurados,
identificados, por exemplo, nas palavras “chamamos”, “despertamos”, “reino”.
e) Na expressão “identificamos no corpo e na alma de cada brasileiro ou brasileira sua
descendência”, metaforicamente, houve menção apenas às características físicas da população.
3. TEXTO 02
Juego
El hecho de identificar al juego deportivo como una manifestación
cultural, que se ha dado a lo largo de la historia de la humanidad como algo
imprescindible y necesario, nos ha obligado a señalar con claridad cuáles han
sido sus características y sobre todo los objetivos que han prevalecido en las
distintas épocas históricas analizadas.
Sobre la base de que la cultura identifica claramente a los miembros de una
sociedad y que la misma razón los lleva a actuar de forma colectiva en todos
sus planteamientos sociales y culturales de forma que todo el complejo de
conocimientos, creencias, arte, moral derecho, costumbres y por supuesto el
juego deportivo tiende a ser el mismo dentro de la cultura de cada pueblo. La
cultura se refiere siempre al estilo de vida total, socialmente adquirido de un
grupo de personas y que incluye los modos de pensar, sentir y actuar.
Sencillamente la cultura es lo que nos distingue a los humanos del resto de los
animales y en un mínimo de palabras la cultura son comportamientos que se
adquieren dentro del grupo social en que nos ha tocado vivir.
El juego deportivo por tanto es también una manifestación cultural que
adquirimos a través de la relación que mantenemos con nuestra cultura de
origen y que reúne por ello todas las características de la propia cultura,
incidiendo en una más que en otras, dependiendo de los intereses y gustos de
cada época histórica.
Fonte: Disponível em: http://museodeljuego.org/wp-content/uploads/menus_0000000039_docu1.pdf . Acesso: 17/10/2017.
De acordo com a leitura do texto, podemos interpretar o seguinte:
a) O esporte é uma manifestação cultural que ocorreu ao longo da história, entretanto nunca foi
compreendido como algo “imprescindível” ou “necessário” às pessoas.
b) A cultura difere sempre do estilo de vida total, já que ela é socialmente adquirida de um grupo
de pessoas e inclui os modos de pensar, sentir e atuar.
c) Ao construirmos relações com a nossa cultura de origem que, por extensão, reúne
características da cultura própria da população, é possível haver manifestações de jogos
esportivos.
d) Em poucas palavras, mesmo que a cultura seja incapaz de nos distinguir dos restos dos
animais, ela é projetada por comportamentos que se adquirem dentro de um grupo social.
e) Independente de cada época histórica, a cultura e, por extensão, os jogos esportivos, afetam
igualmente todos os povos e/ou nações.
4. (CHARGE DA MAFALDA) A charge de Mafalda apresenta um diálogo entre duas crianças:
Mafalda e Manolito. Sobre essa charge, criada pelo ilustrador argentino Quino, é correto afirmar:
a) No primeiro quadrado ou cena, ao dizer “Os Beatles”, nome musical de uma banda de rock
inglesa, a fala do menino Manolito provoca um sentimento de ofensa cultural em Mafalda.
b) É possível concluir que o silêncio de Manolito, na última cena da charge, é provocado pela
argumentação humorística de Mafalda que atribui como um ato cultural e/ou linguístico o latido
do cachorro.
c) O personagem Manolito apresenta-se com um ser humano capaz de compreender as
diferenças linguísticas e culturais entre os povos.
d) Entre outras questões, a charge tematiza o choque cultural, acompanhado de aversão à
pluralidade cultural, defendido tanto por Mafalda, quanto por Manolito.
e) Na frase de Malfada, “Meio mundo gosta de cachorro e até hoje ninguém sabe o que quer
dizer AU AU”, o uso da onomatopeia confirma a existência de um choque linguístico e cultural
entre seres humanos e cachorros.
5. (CHARGE DA MAFALDA) A Charge de Mafalda apresenta um diálogo entre ela e seu amigo
Manolito. Sobre essa charge, criada pelo ilustrador argentino Quino, pode-se inferir o seguinte:
a) Nessa frase de Mafalda, “Meio mundo gosta de cachorro e até hoje ninguém sabe o que quer
dizer AU AU”, a função hiperbólica e/ou hipérbole pretende, erroneamente, por meio do sentido
figurado, reforçar a argumentação de Mafalda através do recurso do exagero.
b) Os dois interlocutores utilizam sempre linguagem com sentido figurado, o que torna difícil a
interpretação da charge.
c) Além dos interlocutores, Mafalda e Manolito, encontra-se um aparelho de rádio a transmitir
indiscutivelmente uma locução de jogos esportivos.
d) É correto gramaticalmente, se substituirmos as palavras “Como” e “Daí”, na mesma ordem
sintática da charge, pelas palavras “Porque” (junta/sem acento) e “Por que” (separada/sem
acento), respectivamente.
e) De acordo com o parâmetro da aceitação das diferenças resultantes da pluralidade cultural,
Manolito apresenta-se como um ser humano crítico e totalmente tolerante frente às diferenças
linguísticas e culturais que há entre povos e/ou nações.
Todas as questões foram elaboradas pelo professor e mestre Val Valença.
Prof. Me. Val Valença 2017
GABARITO
1 – E 2-D 3- C 4- B 5 - A

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Prova de português interdisciplinar

  • 1. Prova de INTERDISCIPLINAR de Português - 1° Simulado outubro/2017 Prof. Me. Val Valença Fone: 79 996002872 Texto 01 Falando das diferenças Quando chamamos a população do país por brasileiros e brasileiras, o elo da identidade nacional ou do sentimento de unidade é evocado e reconhecido por todos. Mas, quando falamos de uma “nação mestiça”, despertamos o problema da mestiçagem, e a identidade nacional ou o sentimento de unidade é quebrado e somos obrigados a olhar mais demoradamente para todos os tipos brasileiros da nação e verificar que há diferenças. Então, pela lembrança da mistura, identificamos no corpo e na alma de cada brasileiro ou brasileira sua descendência de portugueses, indígenas, africanos, alemães, espanhóis, italianos, japoneses, judeus, coreanos, sírio-libaneses e tantos outros. Todos os tipos são originários das três etnias básicas: o branco, o negro e o amarelo. Assim, saímos do reino da unidade e entramos no reino da diferença. [Texto adaptado. Fonte: Kupstas, Márcia (Org.). Identidade nacional em debate. São Paulo: Moderna, 1997] 1. De acordo com as ideias expressas no texto “Falando das diferenças”, é correto afirmar que: a) Para o autor, referir-se à população do Brasil pelo termo de “nação mestiça” possibilita a construção do elo da identidade nacional. b) No último parágrafo, o autor contrapõe “unidade” em relação à “diferença” de modo irônico e sarcástico, pois afirma que somos uma “nação mestiça”. c) Segundo o autor, entender a descendência do povo brasileiro “pela lembrança da mistura” permite o fortalecimento do elo de identidade nacional ou do sentimento de unidade. d) No início do segundo parágrafo, a conjunção “Então” apresenta uma ideia de adversidade entre o “elo de identidade nacional” e “nação mestiça”. e) A palavra “Assim”, no último parágrafo, prepara o leitor para o início de uma conclusão sobre a identificação “no corpo e na alma de cada brasileiro” da sua histórica descendência étnica. 2. Sobre o texto “Falando as diferenças”, podemos inferir que: a) Chamar a população do país por brasileiros e brasileiras tornou-se suficiente para a compreensão cultural de uma “nação mestiça”. b) A descendência da população brasileira é menor do que aquela lista de povos citada pelo autor que foi apresentada apenas metaforicamente. c) As três etnias básicas que compõe “o corpo e a alma” do brasileiro é definida pela miscigenação apenas de povos e/ou nações que habitam no lado ocidental do planeta.
  • 2. d) Embora com um teor dissertativo, o texto apresenta, em certos momentos, sentidos figurados, identificados, por exemplo, nas palavras “chamamos”, “despertamos”, “reino”. e) Na expressão “identificamos no corpo e na alma de cada brasileiro ou brasileira sua descendência”, metaforicamente, houve menção apenas às características físicas da população. 3. TEXTO 02 Juego El hecho de identificar al juego deportivo como una manifestación cultural, que se ha dado a lo largo de la historia de la humanidad como algo imprescindible y necesario, nos ha obligado a señalar con claridad cuáles han sido sus características y sobre todo los objetivos que han prevalecido en las distintas épocas históricas analizadas. Sobre la base de que la cultura identifica claramente a los miembros de una sociedad y que la misma razón los lleva a actuar de forma colectiva en todos sus planteamientos sociales y culturales de forma que todo el complejo de conocimientos, creencias, arte, moral derecho, costumbres y por supuesto el juego deportivo tiende a ser el mismo dentro de la cultura de cada pueblo. La cultura se refiere siempre al estilo de vida total, socialmente adquirido de un grupo de personas y que incluye los modos de pensar, sentir y actuar. Sencillamente la cultura es lo que nos distingue a los humanos del resto de los animales y en un mínimo de palabras la cultura son comportamientos que se adquieren dentro del grupo social en que nos ha tocado vivir. El juego deportivo por tanto es también una manifestación cultural que adquirimos a través de la relación que mantenemos con nuestra cultura de origen y que reúne por ello todas las características de la propia cultura, incidiendo en una más que en otras, dependiendo de los intereses y gustos de cada época histórica. Fonte: Disponível em: http://museodeljuego.org/wp-content/uploads/menus_0000000039_docu1.pdf . Acesso: 17/10/2017. De acordo com a leitura do texto, podemos interpretar o seguinte: a) O esporte é uma manifestação cultural que ocorreu ao longo da história, entretanto nunca foi compreendido como algo “imprescindível” ou “necessário” às pessoas. b) A cultura difere sempre do estilo de vida total, já que ela é socialmente adquirida de um grupo de pessoas e inclui os modos de pensar, sentir e atuar. c) Ao construirmos relações com a nossa cultura de origem que, por extensão, reúne características da cultura própria da população, é possível haver manifestações de jogos esportivos.
  • 3. d) Em poucas palavras, mesmo que a cultura seja incapaz de nos distinguir dos restos dos animais, ela é projetada por comportamentos que se adquirem dentro de um grupo social. e) Independente de cada época histórica, a cultura e, por extensão, os jogos esportivos, afetam igualmente todos os povos e/ou nações. 4. (CHARGE DA MAFALDA) A charge de Mafalda apresenta um diálogo entre duas crianças: Mafalda e Manolito. Sobre essa charge, criada pelo ilustrador argentino Quino, é correto afirmar: a) No primeiro quadrado ou cena, ao dizer “Os Beatles”, nome musical de uma banda de rock inglesa, a fala do menino Manolito provoca um sentimento de ofensa cultural em Mafalda. b) É possível concluir que o silêncio de Manolito, na última cena da charge, é provocado pela argumentação humorística de Mafalda que atribui como um ato cultural e/ou linguístico o latido do cachorro. c) O personagem Manolito apresenta-se com um ser humano capaz de compreender as diferenças linguísticas e culturais entre os povos. d) Entre outras questões, a charge tematiza o choque cultural, acompanhado de aversão à pluralidade cultural, defendido tanto por Mafalda, quanto por Manolito. e) Na frase de Malfada, “Meio mundo gosta de cachorro e até hoje ninguém sabe o que quer dizer AU AU”, o uso da onomatopeia confirma a existência de um choque linguístico e cultural entre seres humanos e cachorros. 5. (CHARGE DA MAFALDA) A Charge de Mafalda apresenta um diálogo entre ela e seu amigo Manolito. Sobre essa charge, criada pelo ilustrador argentino Quino, pode-se inferir o seguinte:
  • 4. a) Nessa frase de Mafalda, “Meio mundo gosta de cachorro e até hoje ninguém sabe o que quer dizer AU AU”, a função hiperbólica e/ou hipérbole pretende, erroneamente, por meio do sentido figurado, reforçar a argumentação de Mafalda através do recurso do exagero. b) Os dois interlocutores utilizam sempre linguagem com sentido figurado, o que torna difícil a interpretação da charge. c) Além dos interlocutores, Mafalda e Manolito, encontra-se um aparelho de rádio a transmitir indiscutivelmente uma locução de jogos esportivos. d) É correto gramaticalmente, se substituirmos as palavras “Como” e “Daí”, na mesma ordem sintática da charge, pelas palavras “Porque” (junta/sem acento) e “Por que” (separada/sem acento), respectivamente. e) De acordo com o parâmetro da aceitação das diferenças resultantes da pluralidade cultural, Manolito apresenta-se como um ser humano crítico e totalmente tolerante frente às diferenças linguísticas e culturais que há entre povos e/ou nações. Todas as questões foram elaboradas pelo professor e mestre Val Valença. Prof. Me. Val Valença 2017 GABARITO 1 – E 2-D 3- C 4- B 5 - A