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FORMAÇÃO INICIAL DAS METODOLOGIAS DO PROGRAMA
ENSINO INTEGRAL – PEI
23 janeiro a 25 de janeiro de 2019
ABERTURA DA
REUNIÃO
Mudança: Comece Algo Novo
ACOLHIMENTO
SENSIBILIZAÇÃO COM O POEMA
“SE AME E SEJA AMOR. SE PERMITA ERRAR”
BRAÚLIO BESSA
Objetivos da formação
APRESENTAR O MODELO PEDAGÓGICO E O MODELO
DE GESTÃO DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL,
OPORTUNIZANDO REFLEXÕES SOBRE SUAS
CONCEPÇÕES E FUNDAMENTOS;
FORTALECER E SUBSIDIAR AS EQUIPES ESCOLARES
PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO
INTEGRAL.
Plano
Econômico:
globalização
dos mercados
Exige a
elevação dos
níveis e da
qualidade da
produtividade.
Mundo do trabalho,
mais complexo e
marcado pelas
múltiplas
tecnologias.
Plano
Tecnológico: era
pós-industrial
O saber está marcado
pela dúvida,
desconstrução,
perspectiva,
desconfiança,
interpretação, não-
existência de verdades,
suspeitas, construção do
conhecimento a partir da
problemática ...
Plano
Sociocultural:
a pós-
modernidade
O Contexto das Mudanças do Século XXI
"A autonomia para gerenciar a própria
aprendizagem (aprender a aprender) e
para a transposição dessa aprendizagem
em intervenções solidárias (aprender a
fazer e a conviver) deve ser a base da
educação das crianças, dos jovens e dos
adultos, que têm em suas mãos a
continuidade da produção cultural e das
práticas sociais." p.12
Ganha também importância a
ampliação e a significação do tempo de
permanência na escola, tornando-a um
lugar privilegiado para o
desenvolvimento do pensamento
autônomo, tão necessário ao exercício
de uma cidadania responsável. p. 11
"Construir identidade, agir com autonomia
e em relação com o outro, bem como
incorporar a diversidade, são as bases
para a construção de valores de
pertencimento e de responsabilidade,
essenciais para a inserção cidadã nas
dimensões sociais e produtivas.“ p. 12
O desenvolvimento pessoal é um
processo de aprimoramento das
capacidades de agir, pensar, atuar sobre
o mundo e lidar com a influência do
mundo sobre cada um, bem como
atribuir significados e ser percebido e
significado pelos outros, apreender
a diversidade e ser compreendido por
ela, situar-se e pertencer. p. 11.
Formação para a vida
Tempo ampliado
4 Pilares
Excelência acadêmica,
mundo do trabalho
Currículo Oficial do Estado de São Paulo
23 janeiro a 25 de janeiro de 2019
ENSINO INTEGRAL – PEI
PROGRAM
A
FORMAÇÃO INICIAL DAS METODOLOGIAS
Lei Federal nº 13.005, de 25 de junho de 2014.
LEI Nº 16.279, DE 08 DE JULHO DE 2016
oferecer educação em tempo integral em, no
mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de
forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento)
dos(as) alunos(as) da educação básica.
Meta 6:
PEI
EMTI
PEI
Ser um núcleo formador de jovens, primando a excelência na
formação acadêmica, pelo apoio integral aos seus Projetos de
Vida, pelo aprimoramento do aluno como pessoa, pela formação
ética e pelo desenvolvimento da autonomia intelectual e
pensamento crítico.
Razão pela qual o Programa existe:
Missão
Alinhada aos objetivos do Programa Educação – Compromisso de
São Paulo: ser, em 2030, reconhecida internacionalmente como uma
Rede pública de ensino integral de excelência, posicionada entre as
25 primeiras do mundo.
Onde o Programa quer chegar:
Visão
• Valorização da educação pela oferta de um ensino de qualidade;
• Valorização dos educadores;
• Gestão Escolar democrática e responsável;
• Espírito de equipe e cooperação;
• Mobilizar, engajar e responsabilizar a rede, alunos e sociedade em
• torno do processo ensino-aprendizagem: espírito público e
cidadania;
• Escola como centro irradiador da inovação: Mobilidade.
O que orienta o “comportamento” do Programa, a maneira
como pretende ser reconhecido.
Valores
Missão / Visão / Valores
Aluno
Planejamento
Estratégico
Solidário Autônomo Competente
Protagonista
Qual é o principal objetivo do Programa Ensino Integral na escola?
Ator principal na condução de ações nas
quais ele é sujeito e simultaneamente
objeto das suas várias aprendizagens.
Diante da possibilidade de envolver-se como parte da
solução e não do problema em si.
Compreender gradualmente as exigências do
novo mundo do trabalho e preparado para a
aquisição de habilidades específicasrequeridas
para o desenvolvimento do seu Projeto de Vida .
Modelo Gestão Modelo Pedagógico
Modelo Gestão Modelo Pedagógico
Guardam uma relação de interdependência e se alimentam mutuamente por
meio dos suas, premissas, princípios e mecanismos operacionais.
São estruturas indissociáveis e tornam possível transformar
o plano estratégico da escola em efetiva e cotidiana ação.
Os dois Modelos dão sustentação
para a Escola de Ensino Integral.
Modelo Pedagógico Modelo de Gestão
Princípios Pedagógicos
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF –
Ensino Integral
Quatro Pilares da Educação - Aprender a Conviver, a Fazer, a Ser e a Conhecer.
Pedagogia da Presença - Está presente no contexto escolar por meio de
atitudes participativas e afirmativas e do estabelecimento de vínculos de
consideração, afeto, respeito e reciprocidade entre os educandos e
educadores.
Educação Interdimensional - Visa atender a necessidade de tratar a educação
em sua concepção mais ampla.
Protagonismo Juvenil - Criação de espaço e condições capazes de possibilitar
aos jovens envolver-se em atividades relacionadas à solução de problemas reais,
atuando como fonte de Iniciativa, de Liberdade e de Compromisso.
Modelo Pedagógico
Modelo
Pedagógico
constitui-se
por meio da:
PARTE
DIVERSIFICADA Eletivas e LEM
BASE
NACIONAL
OMUM
Língua Portuguesa,
Matemática, Biologia, Química,
Física, Geografia, História,
Ciências, Arte, Filosofia,
Sociologia e Ed. Física.
Práticas Experimentais (EF) Práticas de
Ciências (EM) Orientação de estudo,
Protagonismo Juvenil (EF)
Projeto de Vida: Valores para vida (EF)
Projeto de Vida (EM) Preparação
Acadêmica, Mundo do Trabalho e PV(EM)
Atividades
Complementares
Premissas
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF –
Ensino Integral
Excelência
Gestão
Protagonismo
Juvenil
Formação
Continuada
Corresponsabilidade
Replicabilidade
Aluno
Professor
Pais
E. Gestora
SEE
Modelo de Gestão
 Protagonismo
 Formação Continuada
 Excelência em Gestão
 Corresponsabilidade
 Replicabilidade
 Quatro Pilares da Educação
 Educação Interdimensional
 Pedagogia da Presença
 Protagonismo Juvenil
Fundamentam e
atribuem
significado ao...
PRINCÍPIOS
PREMISSAS
Modelo
Pedagógico
Modelo de
Gestão
MODELO
DE GESTÃO
MODELO
PEDAGÓGICO
Premissas
(Proposições sobre as quais os
resultados são baseados).
e
Princípios
educativos
(Origem, maneira de ver que
rege um conjunto de ações).
As Inovações do Programa Ensino Integral
EXCELÊNCIA
ACADÊMICA
PROJETO
DE VIDA
BASE
NACIONAL
COMUM
Os Quatro Pilares do
Conhecimento
Pedagogia da Presença
Educação Interdimensional
P. Juvenil
PRINCÍPIOS
BASE DO PROGRAMA
Formação
Continuada
Corresponsabilidade
Excelência em
Gestão
Protagonismo
Replicabilidade
PREMISSAS Valorização da educação pela oferta de um ensino de qualidade
Valorização dos educadores
Gestão Escolar democrática e responsável
Espírito de equipe e cooperação
Mobilizar, engajar e responsabilizar a rede, alunos e sociedade em
torno do processo ensino-aprendizagem: espírito público e cidadania
Escola como centro irradiador da inovação: Mobilidade
VALORES
BASE NACIONAL
COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
EXCELÊNCIA
ACADÊMICA
PROJETO DE VIDA
AUTÔNOMO SOLIDÁRIO COMPETENT
E
FORMAR JOVEM PROTAGONISTA
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF –
Ensino Integral
Projeto de Vida
“ser”
“querer
ser”
SEE
DE
DIRETOR
PCG VICE
DIRETOR
PCA
PROFESSORES
ASSEGURAR / GARANTIR
COORDENAR / ADMINISTRAR
ADMINISTRAR /
COORDENAR
EXECUTAR /
REALIZAR
PROFESSORES PROFESSORES
A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA
DIRETOR
PCG VICE
DIRETOR
PROFESSORES
Disciplinas Base
Nacional Comum da
Área
PROFESSORES
Disciplinas Base
Nacional Comum da
Área
PROFESSORES
Disciplinas Base
Nacional Comum da
Área
PROFESSORES
Projeto de Vida
PROFESSORES
Parte diversificada e
Atividades
Complementares
PCA
Disciplinas Base
Nacional Comum
Alinhamentos/Funções
GESTÃO
CONTEÚDO
MÉTODO
Para garantir as inovações é preciso
PLANEJAR
• Analisar dados, indicadores e
informações
•Definir prioridades, objetivos
metas e ações
 FAZER
• Executar o que foi
planejado
Monitorar
• Verificar se as ações estão
sendo executadas
AJUSTE
• Identificar boas práticas e
replicá-las
•Identificar desvios e corrigi-
los
33
P D
C
A
1
“PLAN”- PLANEJAR 2
“DO” - FAZER
4
“ACT” – AGIR / REVISAR
3
“CHECK” - MONITORAR
Metodologia de Gestão – Ciclo PDCA
A centralidade de todas as ações do Programa Ensino
Integral é o Projeto de Vida
PROJETO
DE
VIDA
BASE
NACIONAL COMUM
Café
Projeto de vida
Sessão de Estudos
“Adolescente como protagonista”, de Antonio Carlos Gomes da
Costas
De posse da leitura realizada, socializar à luz do
texto como as práticas e intervenções que
ocorrem nos diferentes espaços da escola, podem
contribuir para alcançar o protagonismo autônomo
dos alunos.
Atividade – Grupo Escola
Encaminhamento do texto
É mais que reflexão sobre sonhos e planos. É sobre descobertas de potencialidades, de
limites, de desejos que possibilitarão escolhas mais conscientes e consistentes ao
longo da sua vida.
Nasce nas Oficinas do Acolhimento a primeira “matéria prima” – varal dos
sonhos;
Apropriação da equipe gestora e docente das primeiras evidências para a
elaboração das eletivas;
Ação da tutoria: Pedagogia da presença e apoio ao desenvolvimento do Projeto
de Vida;
Aulas Projeto de Vida - consta da matriz (Resolução SE 52/2014) - Vice – Diretor :
acompanha e sistematiza o desenvolvimento dos projetos de vida (LC 1164/2012).
AUTOCONHECIMENTO
Identidad
Plenitud
Humana
COMPREENDER-
SE
E ACEITAR-SE
ENCONTRO DO “SER” COM O
“QUERER SER”
PROJETO DE VIDA
• Construir e incorporar VALORES permite a tomada de decisões de
maneira consciente e consequente;
• Ser responsável pelas ESCOLHAS que faz;
•Poder transformar sonho em realidade é QUERER SER e QUERER
ESTAR;
• É necessário SONHAR com o amanhã e CUIDAR desse sonho;
• Projetar é TRAÇAR CAMINHOS na vida entre o hoje e o amanhã.
Premissas para a construção do Projeto de Vida
Identidade Ponto de Partida
Expectativas Futuro
Empenho Pessoal Apoio de Outras Pessoas
Formação Humana do Estudante Análise consciente e Individual
Responsabilidade Pessoal Escolha e Decisão
Pontos de atenção para a construção do Projeto de
Vida
AUTÔNOMO SOLIDÁRIO COMPETENTE
Base Nacional Comum
PARTE DIVERSIFICADA
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
• Os Quatro Pilares do Conhecimento
• Protagonismo Juvenil
• Pedagogia da Presença
• Educação Interdimensional
• Formação Continuada
• Corresponsabilidade
• Protagonismo
• Excelência em Gestão
• Replicabilidade
MODELO DE
GESTÃO
Excelência Acadêmica Projeto de Vida
PROJETO DE VIDA
É o traçado entre o “ser” e o “querer ser”.
“ A cada instantes há na vida um novo
conhecimento a encontrar, uma nova
lição despertando, uma situação nova
que se deve resolver.”
Raquel de Queiroz
Dinâmica: Bexiga dos Sonhos
Protagonismo Juvenil e Projeto de Vida: qual a relação?
Adolesce
nte/
Jovem
AUTÔNOM
O
SOLIDÁRI
O
COMPETEN
TE
Porque será capaz de avaliar
e decidir baseado nas suas
crenças, valores e interesses.
Porque será capaz de envolver-
se como parte da solução, e não
do problema.
Porque estará preparado para
compreender as exigências do
novo mundo do trabalho e estará
apto para a aquisição de
habilidades específicas
requeridas para o seu Projeto de
Vida.
Adolesce
nte
Jovem
Fonte de
iniciativa
Fonte de
liberdade
Fonte de
Compromi
sso
Porque será capaz de
agir, não sendo apenas
um expectador do
processo pedagógico.
Parte do seu processo de
crescimento como pessoa e
como cidadão.
Porque responderá pelos
seus atos, sendo
consequente nas suas
ações, assumindo a
responsabilidade tanto
pelo que faz quanto pelo
que deixa de fazer.
Almoço
Protagonismo
EXCELÊNCI
A
ACADÊMICA
PROJETO
DE VIDA
BASE
NACIONAL
COMUM
Qual é o principal objetivo do
Programa Ensino Integral na escola?
Os Quatro Pilares do
Conhecimento
Pedagogia da Presença
Educação Interdimensional
P. Juvenil
PRINCÍPIOS
BASE DO PROGRAMA
Formação
Continuada
Corresponsabilidade
Excelência em
Gestão
Protagonismo
Replicabilidade
PREMISSAS Valorização da educação pela oferta de um ensino de qualidade
Valorização dos educadores
Gestão Escolar democrática e responsável
Espírito de equipe e cooperação
Mobilizar, engajar e responsabilizar a rede, alunos e sociedade em
torno do processo ensino-aprendizagem: espírito público e
cidadania
Escola como centro irradiador da inovação: Mobilidade
VALORES
BASE NACIONAL
COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
EXCELÊNCIA
ACADÊMICA
PROJETO DE VIDA
AUTÔNOMO SOLIDÁRI
O
COMPETENT
E
FORMAR JOVEM PROTAGONISTA
Sessão de Estudos
“Adolescência, educação e participação democrática”, de Antonio Carlos
Gomes da Costas
De posse da leitura realizada, socializar à luz do
texto sobre suas práticas e percepções de sua
trajetória docente em relação à construção da
participação democrática dos alunos.
ATIVIDADE 1 – GRUPO ESCOLA
ENCAMINHAMENTO DO TEXTO
Socialização
ADOLESCENTE/
JOVEM
AJUDAR
ZELAR
EMPENHAR-SE
COLABORAR
FAVORECER
O papel do educador frente ao jovem protagonista
Conceber os jovens como fontes de participação e não
simplesmente como receptores ou porta-vozes daquilo que
os adultos dizem ou fazem com relação a eles;
Assegurar a criação de espaços e de mecanismos de escuta
e participação;
 Não conceber PJ enquanto projetos ou ações isoladas, mas
como participação autêntica dos jovens.
 Criar espaços para que o jovem possa desenvolver suas
potencialidades pessoais e sociais.
Na escola é preciso
Princípios Norteadores
 Pedagogia da Presença
 4 Pilares da Educação
 Educação Interdimensional
 Protagonismo Juvenil
1. Acolhimento dos novos estudantes
AÇÕES PROTAGONISTAS IMPRESCINDÍVEIS NA ESCOLA DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO TEMPO
INTEGRAL
2. Eleição dos Líderes de Turma
3. Organização dos Clubes Juvenis
4. Atuação do Grêmio Estudantil
Sessão de Estudos
“Educação Interdimensional”, de Antonio Carlos Gomes da Costas
De posse da leitura realizada, socializar à luz do texto sobre suas
práticas e percepções em específico ao excerto:
“A educação interdimensional, portanto, é a educação necessária.
Parece que estamos diante de uma ideia cujo tempo chegou.
Um tempo de construção de uma educação integradora das diversas
dimensões do humano.”
Atividade 2 – Grupo Escola
Encaminhamento do texto
Socialização
 Nos dois primeiros dias de aula, os jovens das escolas de Ensino Integral recebem os
novos estudantes e trabalham as bases do Programa e de que maneira a nova estrutura
se colocará à disposição da construção do seu Projeto de Vida.
O Acolhimento é o marco zero do PV, pois leva os estudantes a refletir sobre os seus
sonhos, seus objetivos e a sistematização de suas metas com o apoio de estratégias
utilizadas pelos alunos e educadores.
 Serão desenvolvidas atividades que buscam despertar nos novos estudantes os
valores e as bases essenciais para a sua integração junto à comunidade escolar.
Acolhimento nas Escolas do Programa Ensino Integral
Liderança
Convivência
com as
diferenças
Responsabilidade
Gestão
Trabalho em
equipe
Líderes de Turma: Eleitos pelos pares
LEI COMPLEMENTAR 1.164, DE 4 DE JANEIRO DE 2012
Artigo 2º IX - clubes juvenis - grupos temáticos, criados e organizados pelos alunos da
Escola Estadual de Ensino Médio de Período Integral, incluindo-se entre as atividades de
protagonismo e empreendedorismo juvenis.
Clubes Juvenis
Protagonis
mo Juvenil
Ética e
cidada
nia
Representa
o interesse
dos
estudantes
Grêmio Estudantil
Lei nº 7.398, de novembro de 1985.
Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.
Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
AUTODETERMINAÇÃO
CAPACIDADE DE INICIATIVA
PERSEVERANÇA
CAPACIDADE DE PLANEJAMENTO
ALTRUÍSMO
… num período de sua vida em
que ele “se procura” e “se
experimenta” na construção
de sua identidade
pessoal e social - PV
O que ganha o Adolescente e o Jovem?
AUTOCONFIANÇA
AUTONOMIA
Alternativas para enfrentar e resolver problemas que a desafiam
permanentemente;
 Descoberta e valorização do perfil generoso, enérgico,
empreendedor e criativo da sua JUVENTUDE.
O que ganha a sociedade?
SOCIALIZAÇÃO
Café
MODELO PEDAGÓGICO
EMTI - 2018
OBJETIVOS
 Apresentar o Modelo Pedagógico do Programa Ensino Integral e
sua organização curricular.
MODELO
GESTÃO
MODELO
PEDAGÓGICO
Método é o caminho para se
atingir um objetivo.
(Libâneo, 1990)
MUNDOS INTERRELACIONADOS
ARTICULAÇÃO: BASE NACIONAL COMUM E
PARTE DIVERSIFICADA
Base Nacional
Comum
- Linguagens,
- Matemática,
- Ciências da Natureza,
- Ciências Humanas
Parte Diversificada
- Língua Estrangeira Moderna,
- Disciplinas Eletivas,
- Atividades Complementares
Atividades
Complementares
- Orientação de Estudos,
- Projeto de Vida,
- Preparação Acadêmica,
- Introdução ao Mundo do
Trabalho
- Práticas de Ciências
ATIVIDADES EXPERIMENTAIS INVESTIGATIVAS
 Favorece o estudante na elaboração de seu próprio
conhecimento, a partir de fatos, observações e análises.
Essencial para o desenvolvimento do hábito de investigar;
 Devem responder às necessidades e expectativas dos
estudantes e, ao mesmo tempo, atender às demandas
formativas que a sociedade contemporânea vem
impondo.
 Saber planejar as atividades para que superem a simples
ilustração de conteúdos dados em sala de aula que
proporcionem a apropriação dos conceitos de química,
física, biologia e matemática.
 As atividades experimentais, devem-se constituir-se em
instrumento de desenvolvimento de habilidades, do
pensamento crítico e de um processo coletivo na
construção de conhecimentos.
PLANEJAMENTO
 É uma iniciativa que possibilita despertar e incentivar o
interesse dos alunos durante o desenvolvimento da
pesquisa, na convivência com os procedimentos e as
metodologias adotadas nas pesquisas científicas.
 Oferece oportunidades de complemento da formação
pessoal, aprimoramento de conhecimentos e preparo
para a vida profissional e/ou continuidade de estudos
em nível superior aos alunos participantes.
PRÉ - INICIAÇÃO CIENTÍFICA
 Desenvolver procedimentos que possam elevar o nível
de protagonismo dos estudantes, para consolidar
uma mudança significativa de postura investigativa;
 Desenvolver amplamente habilidades e competências
típicas da área cientifica;
 Desenvolver responsabilidade, sustentabilidade,
resolução de problemas complexos, argumentação
cientifica e por fim a preocupação na qualidade de
vida.
 Incentivar os estudantes a participarem de Feiras
regionais, estaduais, nacionais e internacionais.
OBJETIVOS
Um CIENTISTA deve ser :
curioso, observador e ter uma postura honesta, crítica
e objetiva sobre o que irá pesquisar;
agir com imparcialidade e credibilidade; desenvolvendo
pesquisas precisas e comprováveis, de maneira a
produzir conhecimento confiável; ampliando e
contribuindo para o saber científico;
atitude autocorretiva, perseverança e paciência;
estar contemporâneo aos trabalhos recentes.
DESENVOLVIMENTO DE ATITUDES E VALORES
3. Atividades
experimentais
investigativas e pré-
iniciação científica
4. O ensino por
investigação
5. O papel do aluno -
protagonista
1. O papel do
professor -
mediador
2. Como fazer para
que os alunos
aprendam Ciências?
ENSINO MÉDIO 1ª SÉRIE 2ª SÉRIE 3ª SÉRIE
PARTE DIVERSIFICADA DISCIPLINAS ELETIVAS 2 2 2
MATRIZ CURRICULAR: DISCIPLINAS ELETIVAS
Como
Foco
Principal
Desenvolvimento e consolidação
das áreas do conhecimento
COMO TRABALHAR COM AS DISCIPLINAS ELETIVAS NO
PROGRAMA ENSINO INTEGRAL
De forma contextualizada
Atividades de práticas sociais e produtivas
Situações didáticas diversificadas
NECESSIDADES INEGOCIÁVEIS NO TRABALHO COM AS DISCIPLINAS
ELETIVAS
 Liberdade metodológica do professor.
 Clareza para os alunos do que é e de como é o
funcionamento das Disciplinas Eletivas.
 Estudantes com liberdade de agregarem-se por área de
interesse, independentemente de suas turmas de
origem.
 Organização temática de modo a contemplar todas as
áreas do conhecimento definidas no Currículo Oficial do
Estado de São Paulo (todas as disciplinas).
Disciplinas
Eletivas
Organização
Semestral
Elaboradas por
grupo de
professores das
disciplinas distintas
Temas livres
de escolha
dos
Professores
Assuntos
relevantes
Atreladas à
Base
Nacional
Comum
Interesse dos
estudantes
PARTICIPAÇÃO OBRIGATÓRIA DOS ESTUDANTES.
DOCENTES
Ofertar conjunto
de opções de
eletivas
Construir Plano
e explicitar por
meio de
ementa
Publicar as
ementas
Divulgar as
eletivas
Preparar a
culminância
RESPONSABILIDADES DOS DOCENTES
MATEMÁTICA SUSTENTÁVEL
Socialização
• Reconhecer a necessidade e importância da aquisição de hábitos e rotinas de
estudo.
• Reconhecer os elementos essenciais para o ato de estudar.
• Compreender a diferença entre intensidade e qualidade de estudo.
•Apropriar-se dos procedimentos de estudo para desenvolver a capacidade
de se organizar para estudar.
• Compreender e aplicar técnicas de estudo na rotina diária.
• Consolidar hábitos e rotinas de estudos.
ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS
EXEMPLOS.....
COLOCANDO A PROVA O BRIQUETE (CARVÃO ECOLÓGICO)
https://www.youtube.com/watch?v=L_Iw8T_TPtI
Socialização
Introdução
As bases do
conhecimento
Construção e
Vivências
Revisão
• A integração das
competências na vida pessoal,
social e produtiva;
• Introdução ao planejamento
do Projeto de Vida;
• A criação: da visão e das
premissas;
• A definição: das metas e das
ações;
• A elaboração: do cronograma
e do acompanhamento e
revisão.
-
•Autoconheci-
mento;
•Reconhecer,
construir e
incorporar
valores;
•Relacionar
valores às
atitudes e
decisões de sua
vida.
•As
competências
dos 4 Pilares;
•A presença das
competências
na vida
pessoal, social
e produtiva.
1ª, 2ª e 3ª série do Ensino Médio
PROJETO DE VIDA: ETAPAS DE ELABORAÇÃO
Ensino Médio 1ª série 2ª série 3ª série
Atividades
Complementares
Preparação
Acadêmica
0 2 4
PREPARAÇÃO ACADÊMICA
 Objetiva a reflexão do jovem para a continuidade dos
estudos estimulando seu pensamento critico para a
escolha consciente de uma profissão.
 Objetiva apoiar o estudante a concretizar sonhos,
participar mais ativamente da vida social na busca da
conquista da autonomia financeira e pessoal.
 Destina-se aos estudantes da 3ª Série do Ensino Médio
visando preparar o jovem para uma inserção
profissional qualificada, estimulando o interesse pelo
estudo e pela escola.
Ensino Médio 1ª série 2ª série 3ª série
Atividades
Complementares
Mundo do Trabalho 0 0 2
MUNDO DO TRABALHO
A preparação para o trabalho é uma das finalidades da Educação
Básica, definida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (art. 22, lei
no 9.394/96), é uma das missões da escola.
Competências e habilidades:
Desenvolver a iniciativa, comprometimento, responsabilidade,
ética, relacionamento e comunicação interpessoal.
Desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe, a criatividade
e a resiliência.
Papel do Professor: Liderança e presença afirmativa do docente é
fundamental para a aprendizagem dos estudantes nesta disciplina.
ARTICULAÇÃO : MUNDO DO TRABALHO X PROJETO DE VIDA
ESCOLA
BOM DESCANSO A TODOS E ATÉ AMANHÃ!
INSTRUMENTOS DE GESTÃO
MISSÃO
PRIORIDADE
S
OBJETIVO
S
INDICADORES
DE RESULTADO E
METAS
ESTRATÉGI
AS
VISÃO
PREMISSAS
VALORE
S
A BASE DA NOVA CULTURA
“A CAUSA” / “A RAZÃO”
DO NOVO MODELO
“O QUE FAZER”
PARA ATINGIR AS METAS
“O QUE FAZER”
PRIORITARIAMENTE
“OS CAMINHOS”
PARA ATINGIR A VISÃO
O QUE QUEREMOS SER E
ONDE QUEREMOS CHEGAR
(EM 2030)
“O QUE ATINGIR”
“OS ALVOS”
ESTRUTURA DO MODELO DE GESTÃO
LONGO
PRAZO
MÉDIO PRAZO
OS
PILARES
DO
MODELO
PLANO
DE
AÇÃO
O DIA A DIA DA ESCOLA
PROGRAMA
DE
AÇÃO
O QUE (ATRIBUIÇÕES, FOCO E AÇÕES DOS FOCOS)
CADA UM NA ESCOLA DEVE FAZER PARA ATINGIR
AS METAS DO:
• PLANO DE AÇÃO
• GUIAS DE APRENDIZAGEM
• AGENDA BIMESTRAL
CURTO
PRAZO
ATRIBUIÇÕES E AÇÕES DOS FOCOS
DEVEM SER:
ESPECÍFICO, MENSURÁVEL,
ATINGÍVEL, REAL E A TEMPO (PRAZO)
GUIAS DE
APRENDIZAGE
M
AGENDA
BIMESTRAL
BASE NACIONAL
COMUM
PARTE
DIVERSIFICADA
CURTO PRAZO
O PRIMEIRO PASSO NA
ESCOLA
(“somente o primeiro passo...”)
Alice perguntou para o Gato:
– Pode me dizer que caminho devo seguir?
O Gato falou:
– Isso depende muito de onde você quer chegar.
Alice disse:
– Oh, qualquer lugar serve.
E o Gato respondeu:
– Então, qualquer caminho serve.
E sumiu.
O DIÁLOGO ENTRE ALICE E O GATO DE CHESHIRE
A IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO DA FERRAMENTA DE GESTÃO
QUADRO REFERENCIAL DO PLANO DE AÇÃO DO
PROGRAMA ENSINO INTEGRAL
Missão
Ser um núcleo formador de jovens primando pela excelência na formação acadêmica; no apoio integral aos seus projetos de vida; seu
aprimoramento como pessoa humana; formação ética; o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico.
Visão
Ser, em 2030, reconhecida internacionalmente como uma rede de ensino médio de período integral pública de excelência, posicionada entre as
25 primeiras do mundo.
PREMISSAS: Protagonismo Formação Continuada Corresponsabilidade Excelência em Gestão Replicabilidade
Objetivo Geral Melhorar a qualidade de ensino e o aproveitamento escolar dos estudantes
Objetivo Específico 1
Promover a participação dos Estudantes como protagonistas de sua aprendizagem e de seu Projeto de Vida com vistas a garantir em todos as
séries o desenvolvimento das habilidades e competências previstas no Currículo.
RE 1.1 Estudantes com Projetos de Vida elaborados.
Indicadores Projetos de Vida elaborados
RE 1.2 Estudantes dando continuidade na sua formação acadêmica com vistas ao desenvolvimento do seu Projeto de Vida na terceira série do EM
Indicadores
Projetos de Vida que pressupõe continuidade acadêmica
Taxa de estudantes que realizaram o ENEM
RE 1.3 Estudante compreendendo seu processo de aprendizagem e o percurso educativo necessário para atingir sua meta de proficiência.
 O Plano de Ação é a bússola que norteará a
equipe escolar na busca dos resultados
educacionais esperados.
 Será sempre referência para construção de
todos os outros instrumentos de gestão.
QUAL O PAPEL DO PLANO DE AÇÃO?
COMO O PLANO DE AÇÃO SE ESTRUTURA?
1. Introdução (Valores, Visão de Futuro e Missão)
2. Premissas
3. Objetivos
4. Prioridades
5. Metas
6. Resultados Esperados
7. Indicadores de resultados e metas
8. Indicadores de processo
9. Periodicidade ou data de apuração
10. Estratégias
11. Ações
SOCIALIZAÇÃO
Café
ATIVIDADE 1 : VIVENCIAR A FERRAMENTA DE GESTÃO
•Em duplas e de posse do tutorial da Ferramenta de
Gestão percorrer as etapas (PDCA) que compõem a
Ferramenta.
Almoço
104
PROGRAMA DE AÇÃO
 O Programa de Ação faz parte do conjunto de
conjunta das atribuições de cada profissional,
com atividades detalhadas a partir das
estratégias e ações do Plano de Ação e
relacionadas à sua atuação.
 Assim, um dos objetivos da construção do
Programa de Ação é alinhar a atuação do
profissional às diretrizes do Programa Ensino
Integral.
SIGNIFICADOS E SENTIDOS DO PROGRAMA DE AÇÃO
FLUXOGRAMA DO PROGRAMA DE AÇÃO
PROGRAMA DE AÇÃO (PA)
Orientação
(para
elaboração)
Elaboração
Acompanhamento
/Monitoramento
Diretor
PCG
PCA
Professores
ATIVIDADE 2: VIVENCIANDO OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO
PROGRAMA DE AÇÃO
Cada grupo deverá:
Analisar o Programa de Ação e refletir sobre:
a) O conceito e a finalidade do documento para o Programa
Ensino Integral;
b) A estrutura do documento;
c) Quem deve elaborar esse documento;
D) A articulação com o Plano de Ação ( Ferramenta de Gestão).
SOCIALIZAÇÃO
Café
 O Guia de Aprendizagem é um instrumento elaborado
pelos professores.
 O objetivo é a autorregulação do aluno para o seu
estudo, o conhecimento dos pais e responsáveis sobre
os conteúdos trabalhados e a organização da disciplina
pelo professor.
 O aluno e a família terão acesso direto a cada bimestre
em local público e conhecido.
COMO O PROGRAMA DE AÇÃO SE ARTICULA COM O GUIA DE
APRENDIZAGEM?
QUAL O SIGNIFICADO DA AGENDA NO COTIDIANO ESCOLAR?
Trata-se de um instrumento de gestão no qual o
integrante da equipe organiza suas ações
discriminadas no Programa e nos Guias de
Aprendizagem (dia, horário e o tempo de duração).
É articulada à agenda da escola que, por sua vez, se
alinha à da SEE e permite a socialização entre a equipe
e os alunos.
ATIVIDADE 3: VIVENCIANDO OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO
GUIA DE APRENDIZAGEM E AGENDA
Cada grupo deverá:
Analisar os documentos - Guia de Aprendizagem e
Agenda.
Refletir :
a) O conceito e a finalidade do documento para o PEI - EMTI;
b) A estrutura dos documentos;
c) Se sua construção é coletiva ou individual;
d) A articulação do Guia de Aprendizagem ao Programa de Ação.
Socialização
BASE NACIONAL COMUM PARTE DIVERSIFICADA
APRENDIZAGEM
MATRIZ CURRICULAR
CURRÍCULO
Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam
barreiras, outras constroem moinhos de vento.
Érico Veríssimo
INSTRUMENTOS DE GESTÃO
TUTORIA
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF –
Ensino Integral
TUTORIA
METODOLOGIA
ATENDIMENTO E
ACOMPANHAMENTO DOS
ALUNOS
PRINCÍPIOS:
 QUATRO PILARES
 PROTAGONISMOS JUVENIL
 ED. INTERDIMENCIONAL
 PEDAGOGIA DA PRESENÇA
DIRETRIZES: “SER UM NÚCLEO FORMADOR DE JOVENS, PRIMANDO PELA
EXCELÊNCIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA, PELO APOIO INTEGRAL AOS SEUS
PROJETOS DE VIDA, PELO APRIMORAMENTO COMO PESSOA, PELA FORMAÇÃO
ÉTICA E PELO DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA INTELECTUAL E DO
PENSAMENTO CRÍTICO”.
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF –
Ensino Integral
A TUTORIA...
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF –
Ensino Integral
A TUTORIA...
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF –
Ensino Integral
A TUTORIA...
“Pedagogia da Presença”, de Antonio
Carlos gomes da Costa.
“Os Quatro Pilares da Educação”,
Jacques Delours.
SESSÃO DE ESTUDOS
O TUTOR É ...
...o responsável pelo acompanhamento
pedagógico do aluno. Aquele que deve
considerar a trajetória escolar e potencializar a
formação acadêmica para a realização do seu
Projeto de Vida.
CARACTERÍSTICAS DO TUTOR
CAMPO DE ATUAÇÃO
AMPLO E DIVERSIFICADO
CONJUNTO DE AÇÕES
 Acadêmica
Profissional (E.M.)
PROJETO DE VIDA
A ESCOLHA DO TUTOR
CONFIANÇA
RESPEITO
VÍNCULO
AMIZADE
EMPATIA
ADMIRAÇÃO
SEGURANÇA
INTERESSE
ACOLHIMENTO 2018
OBJETIVOS
O Acolhimento é uma atividade pedagógica da escola de Ensino Integral que
acontece nos primeiros dias de aula e é destinado a equipe escolar e aos
estudantes que estão ingressando .
As atividades são planejadas e executadas por alunos dessas escolas e/ou
egressos, que experimentaram as práticas e vivências do protagonismo juvenil.
O Acolhimento tem por objetivo introduzir alguns dos conceitos e metodologias
que formam a base desse modelo de escola e inspiram novos alunos a
assumirem que seus sonhos ganharão vida. As atividades e dinâmicas
apresentadas objetivam despertar nos estudantes valores essenciais para sua
formação e desenvolvimento de seus Projetos de Vida.
IMPORTÂNCIA DO ACOLHIMENTO
O Acolhimento objetiva também dar as boas-vindas aos novos
estudantes e, por meio do diálogo estabelecido de jovem para jovem,
efetuar a troca de experiências garantindo, assim, a integração de todos.
O Acolhimento além de garantir a troca entre os jovens e estabelecer
uma integração entre as várias gerações da escola, também garante que
os estudantes novatos tirem suas dúvidas e possam, desde o primeiro
contato com a escola, perceber as diferenças e as oportunidades que
esse modelo oferece, permitindo que cada um trace o seu Projeto de
Vida e exerça o seu Protagonismo Juvenil.
O QUE FAZER EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS DURANTE O
ACOLHIMENTO
O acolhimento é uma atividade muito intensa que causa muito prazer,
mas que também é trabalhosa e em algumas situações muito difícil, isso
porque o nível de dificuldade ou facilidade do trabalho irá ser definido
pelos estudantes acolhidos. Desse modo, não há como prever o
resultado do trabalho e o sentimento que despertará em quem está
executando.
Em casos de dificuldade, é sempre recomendável manter a calma, buscar
ajuda para resolver a questão com alguém experiente no assunto e na
falta desse, tentar discutir o tema com a equipe, para encontrar a melhor
solução.
O PAPEL DA EQUIPE ESCOLAR DURANTE O ACOLHIMENTO
A equipe escolar tem uma função muito importante no
processo de preparação do Acolhimento, pois é ela quem
apoia e garante as condições favoráveis para o
acontecimento do mesmo, porém, sem interferir, a não ser
que solicitado. Lembramos que o Acolhimento é um
momento dos jovens para jovens.
A equipe escolar será responsável pela continuidade do
trabalho após o Acolhimento, trabalhando de forma prática
os conceitos passados para os novos estudantes.
CONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA CULMINÂNCIA
A culminância é uma parte muito importante do Acolhimento pois
sistematiza, por meio de apresentações lúdicas, os conceitos e
experiências adquiridos durante o trabalho.
As apresentações são construídas durante o Acolhimento, deste modo
é necessário destinar tempo para sua elaboração.
ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA PARA O ACOLHIMENTO / 2018
• Data: De 05 a 09 de fevereiro de 2018.
• Horários: Respeitar o mesmo horário de início e termino
de cada escola.
• Avisar, com antecedência, os alunos da agenda do
Acolhimento.
• Checar se todos os materiais necessários para as
atividades estão nas salas e se os equipamentos estão
funcionando.
Avaliação do
encontro.
RESPIRE. TOME UMA DOSE DE PAZ. ESCUTE O
BATER MANSO DO CORAÇÃO. SILENCIE A
MENTE. RELAXE O CORPO. DESCANSE...PORQUE
AMANHÃ ....TEM MAIS!!!

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  • 1. FORMAÇÃO INICIAL DAS METODOLOGIAS DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL – PEI 23 janeiro a 25 de janeiro de 2019
  • 4. ACOLHIMENTO SENSIBILIZAÇÃO COM O POEMA “SE AME E SEJA AMOR. SE PERMITA ERRAR” BRAÚLIO BESSA
  • 5. Objetivos da formação APRESENTAR O MODELO PEDAGÓGICO E O MODELO DE GESTÃO DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL, OPORTUNIZANDO REFLEXÕES SOBRE SUAS CONCEPÇÕES E FUNDAMENTOS; FORTALECER E SUBSIDIAR AS EQUIPES ESCOLARES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL.
  • 6. Plano Econômico: globalização dos mercados Exige a elevação dos níveis e da qualidade da produtividade. Mundo do trabalho, mais complexo e marcado pelas múltiplas tecnologias. Plano Tecnológico: era pós-industrial O saber está marcado pela dúvida, desconstrução, perspectiva, desconfiança, interpretação, não- existência de verdades, suspeitas, construção do conhecimento a partir da problemática ... Plano Sociocultural: a pós- modernidade O Contexto das Mudanças do Século XXI
  • 7. "A autonomia para gerenciar a própria aprendizagem (aprender a aprender) e para a transposição dessa aprendizagem em intervenções solidárias (aprender a fazer e a conviver) deve ser a base da educação das crianças, dos jovens e dos adultos, que têm em suas mãos a continuidade da produção cultural e das práticas sociais." p.12 Ganha também importância a ampliação e a significação do tempo de permanência na escola, tornando-a um lugar privilegiado para o desenvolvimento do pensamento autônomo, tão necessário ao exercício de uma cidadania responsável. p. 11 "Construir identidade, agir com autonomia e em relação com o outro, bem como incorporar a diversidade, são as bases para a construção de valores de pertencimento e de responsabilidade, essenciais para a inserção cidadã nas dimensões sociais e produtivas.“ p. 12 O desenvolvimento pessoal é um processo de aprimoramento das capacidades de agir, pensar, atuar sobre o mundo e lidar com a influência do mundo sobre cada um, bem como atribuir significados e ser percebido e significado pelos outros, apreender a diversidade e ser compreendido por ela, situar-se e pertencer. p. 11. Formação para a vida Tempo ampliado 4 Pilares Excelência acadêmica, mundo do trabalho Currículo Oficial do Estado de São Paulo
  • 8. 23 janeiro a 25 de janeiro de 2019 ENSINO INTEGRAL – PEI PROGRAM A FORMAÇÃO INICIAL DAS METODOLOGIAS
  • 9. Lei Federal nº 13.005, de 25 de junho de 2014.
  • 10. LEI Nº 16.279, DE 08 DE JULHO DE 2016
  • 11. oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos(as) alunos(as) da educação básica. Meta 6:
  • 12.
  • 14. PEI
  • 15. Ser um núcleo formador de jovens, primando a excelência na formação acadêmica, pelo apoio integral aos seus Projetos de Vida, pelo aprimoramento do aluno como pessoa, pela formação ética e pelo desenvolvimento da autonomia intelectual e pensamento crítico. Razão pela qual o Programa existe: Missão
  • 16. Alinhada aos objetivos do Programa Educação – Compromisso de São Paulo: ser, em 2030, reconhecida internacionalmente como uma Rede pública de ensino integral de excelência, posicionada entre as 25 primeiras do mundo. Onde o Programa quer chegar: Visão
  • 17. • Valorização da educação pela oferta de um ensino de qualidade; • Valorização dos educadores; • Gestão Escolar democrática e responsável; • Espírito de equipe e cooperação; • Mobilizar, engajar e responsabilizar a rede, alunos e sociedade em • torno do processo ensino-aprendizagem: espírito público e cidadania; • Escola como centro irradiador da inovação: Mobilidade. O que orienta o “comportamento” do Programa, a maneira como pretende ser reconhecido. Valores
  • 18. Missão / Visão / Valores Aluno Planejamento Estratégico Solidário Autônomo Competente Protagonista
  • 19. Qual é o principal objetivo do Programa Ensino Integral na escola? Ator principal na condução de ações nas quais ele é sujeito e simultaneamente objeto das suas várias aprendizagens. Diante da possibilidade de envolver-se como parte da solução e não do problema em si. Compreender gradualmente as exigências do novo mundo do trabalho e preparado para a aquisição de habilidades específicasrequeridas para o desenvolvimento do seu Projeto de Vida .
  • 20. Modelo Gestão Modelo Pedagógico
  • 21. Modelo Gestão Modelo Pedagógico Guardam uma relação de interdependência e se alimentam mutuamente por meio dos suas, premissas, princípios e mecanismos operacionais. São estruturas indissociáveis e tornam possível transformar o plano estratégico da escola em efetiva e cotidiana ação. Os dois Modelos dão sustentação para a Escola de Ensino Integral.
  • 23. Princípios Pedagógicos Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF – Ensino Integral Quatro Pilares da Educação - Aprender a Conviver, a Fazer, a Ser e a Conhecer. Pedagogia da Presença - Está presente no contexto escolar por meio de atitudes participativas e afirmativas e do estabelecimento de vínculos de consideração, afeto, respeito e reciprocidade entre os educandos e educadores. Educação Interdimensional - Visa atender a necessidade de tratar a educação em sua concepção mais ampla. Protagonismo Juvenil - Criação de espaço e condições capazes de possibilitar aos jovens envolver-se em atividades relacionadas à solução de problemas reais, atuando como fonte de Iniciativa, de Liberdade e de Compromisso. Modelo Pedagógico
  • 24. Modelo Pedagógico constitui-se por meio da: PARTE DIVERSIFICADA Eletivas e LEM BASE NACIONAL OMUM Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, Química, Física, Geografia, História, Ciências, Arte, Filosofia, Sociologia e Ed. Física. Práticas Experimentais (EF) Práticas de Ciências (EM) Orientação de estudo, Protagonismo Juvenil (EF) Projeto de Vida: Valores para vida (EF) Projeto de Vida (EM) Preparação Acadêmica, Mundo do Trabalho e PV(EM) Atividades Complementares
  • 25. Premissas Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF – Ensino Integral Excelência Gestão Protagonismo Juvenil Formação Continuada Corresponsabilidade Replicabilidade Aluno Professor Pais E. Gestora SEE Modelo de Gestão
  • 26.  Protagonismo  Formação Continuada  Excelência em Gestão  Corresponsabilidade  Replicabilidade  Quatro Pilares da Educação  Educação Interdimensional  Pedagogia da Presença  Protagonismo Juvenil Fundamentam e atribuem significado ao... PRINCÍPIOS PREMISSAS Modelo Pedagógico Modelo de Gestão MODELO DE GESTÃO MODELO PEDAGÓGICO
  • 27. Premissas (Proposições sobre as quais os resultados são baseados). e Princípios educativos (Origem, maneira de ver que rege um conjunto de ações). As Inovações do Programa Ensino Integral
  • 28. EXCELÊNCIA ACADÊMICA PROJETO DE VIDA BASE NACIONAL COMUM Os Quatro Pilares do Conhecimento Pedagogia da Presença Educação Interdimensional P. Juvenil PRINCÍPIOS BASE DO PROGRAMA Formação Continuada Corresponsabilidade Excelência em Gestão Protagonismo Replicabilidade PREMISSAS Valorização da educação pela oferta de um ensino de qualidade Valorização dos educadores Gestão Escolar democrática e responsável Espírito de equipe e cooperação Mobilizar, engajar e responsabilizar a rede, alunos e sociedade em torno do processo ensino-aprendizagem: espírito público e cidadania Escola como centro irradiador da inovação: Mobilidade VALORES BASE NACIONAL COMUM PARTE DIVERSIFICADA EXCELÊNCIA ACADÊMICA PROJETO DE VIDA AUTÔNOMO SOLIDÁRIO COMPETENT E FORMAR JOVEM PROTAGONISTA
  • 29. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF – Ensino Integral Projeto de Vida “ser” “querer ser”
  • 30. SEE DE DIRETOR PCG VICE DIRETOR PCA PROFESSORES ASSEGURAR / GARANTIR COORDENAR / ADMINISTRAR ADMINISTRAR / COORDENAR EXECUTAR / REALIZAR PROFESSORES PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA
  • 31. DIRETOR PCG VICE DIRETOR PROFESSORES Disciplinas Base Nacional Comum da Área PROFESSORES Disciplinas Base Nacional Comum da Área PROFESSORES Disciplinas Base Nacional Comum da Área PROFESSORES Projeto de Vida PROFESSORES Parte diversificada e Atividades Complementares PCA Disciplinas Base Nacional Comum Alinhamentos/Funções
  • 33. PLANEJAR • Analisar dados, indicadores e informações •Definir prioridades, objetivos metas e ações  FAZER • Executar o que foi planejado Monitorar • Verificar se as ações estão sendo executadas AJUSTE • Identificar boas práticas e replicá-las •Identificar desvios e corrigi- los 33 P D C A 1 “PLAN”- PLANEJAR 2 “DO” - FAZER 4 “ACT” – AGIR / REVISAR 3 “CHECK” - MONITORAR Metodologia de Gestão – Ciclo PDCA
  • 34. A centralidade de todas as ações do Programa Ensino Integral é o Projeto de Vida PROJETO DE VIDA BASE NACIONAL COMUM
  • 35. Café
  • 37. Sessão de Estudos “Adolescente como protagonista”, de Antonio Carlos Gomes da Costas
  • 38. De posse da leitura realizada, socializar à luz do texto como as práticas e intervenções que ocorrem nos diferentes espaços da escola, podem contribuir para alcançar o protagonismo autônomo dos alunos. Atividade – Grupo Escola Encaminhamento do texto
  • 39. É mais que reflexão sobre sonhos e planos. É sobre descobertas de potencialidades, de limites, de desejos que possibilitarão escolhas mais conscientes e consistentes ao longo da sua vida. Nasce nas Oficinas do Acolhimento a primeira “matéria prima” – varal dos sonhos; Apropriação da equipe gestora e docente das primeiras evidências para a elaboração das eletivas; Ação da tutoria: Pedagogia da presença e apoio ao desenvolvimento do Projeto de Vida; Aulas Projeto de Vida - consta da matriz (Resolução SE 52/2014) - Vice – Diretor : acompanha e sistematiza o desenvolvimento dos projetos de vida (LC 1164/2012).
  • 41. • Construir e incorporar VALORES permite a tomada de decisões de maneira consciente e consequente; • Ser responsável pelas ESCOLHAS que faz; •Poder transformar sonho em realidade é QUERER SER e QUERER ESTAR; • É necessário SONHAR com o amanhã e CUIDAR desse sonho; • Projetar é TRAÇAR CAMINHOS na vida entre o hoje e o amanhã. Premissas para a construção do Projeto de Vida
  • 42. Identidade Ponto de Partida Expectativas Futuro Empenho Pessoal Apoio de Outras Pessoas Formação Humana do Estudante Análise consciente e Individual Responsabilidade Pessoal Escolha e Decisão Pontos de atenção para a construção do Projeto de Vida
  • 43. AUTÔNOMO SOLIDÁRIO COMPETENTE Base Nacional Comum PARTE DIVERSIFICADA ATIVIDADES COMPLEMENTARES • Os Quatro Pilares do Conhecimento • Protagonismo Juvenil • Pedagogia da Presença • Educação Interdimensional • Formação Continuada • Corresponsabilidade • Protagonismo • Excelência em Gestão • Replicabilidade MODELO DE GESTÃO Excelência Acadêmica Projeto de Vida
  • 44. PROJETO DE VIDA É o traçado entre o “ser” e o “querer ser”. “ A cada instantes há na vida um novo conhecimento a encontrar, uma nova lição despertando, uma situação nova que se deve resolver.” Raquel de Queiroz
  • 46. Protagonismo Juvenil e Projeto de Vida: qual a relação?
  • 47. Adolesce nte/ Jovem AUTÔNOM O SOLIDÁRI O COMPETEN TE Porque será capaz de avaliar e decidir baseado nas suas crenças, valores e interesses. Porque será capaz de envolver- se como parte da solução, e não do problema. Porque estará preparado para compreender as exigências do novo mundo do trabalho e estará apto para a aquisição de habilidades específicas requeridas para o seu Projeto de Vida.
  • 48. Adolesce nte Jovem Fonte de iniciativa Fonte de liberdade Fonte de Compromi sso Porque será capaz de agir, não sendo apenas um expectador do processo pedagógico. Parte do seu processo de crescimento como pessoa e como cidadão. Porque responderá pelos seus atos, sendo consequente nas suas ações, assumindo a responsabilidade tanto pelo que faz quanto pelo que deixa de fazer.
  • 51. EXCELÊNCI A ACADÊMICA PROJETO DE VIDA BASE NACIONAL COMUM Qual é o principal objetivo do Programa Ensino Integral na escola? Os Quatro Pilares do Conhecimento Pedagogia da Presença Educação Interdimensional P. Juvenil PRINCÍPIOS BASE DO PROGRAMA Formação Continuada Corresponsabilidade Excelência em Gestão Protagonismo Replicabilidade PREMISSAS Valorização da educação pela oferta de um ensino de qualidade Valorização dos educadores Gestão Escolar democrática e responsável Espírito de equipe e cooperação Mobilizar, engajar e responsabilizar a rede, alunos e sociedade em torno do processo ensino-aprendizagem: espírito público e cidadania Escola como centro irradiador da inovação: Mobilidade VALORES BASE NACIONAL COMUM PARTE DIVERSIFICADA EXCELÊNCIA ACADÊMICA PROJETO DE VIDA AUTÔNOMO SOLIDÁRI O COMPETENT E FORMAR JOVEM PROTAGONISTA
  • 52. Sessão de Estudos “Adolescência, educação e participação democrática”, de Antonio Carlos Gomes da Costas
  • 53. De posse da leitura realizada, socializar à luz do texto sobre suas práticas e percepções de sua trajetória docente em relação à construção da participação democrática dos alunos. ATIVIDADE 1 – GRUPO ESCOLA ENCAMINHAMENTO DO TEXTO
  • 56. Conceber os jovens como fontes de participação e não simplesmente como receptores ou porta-vozes daquilo que os adultos dizem ou fazem com relação a eles; Assegurar a criação de espaços e de mecanismos de escuta e participação;  Não conceber PJ enquanto projetos ou ações isoladas, mas como participação autêntica dos jovens.  Criar espaços para que o jovem possa desenvolver suas potencialidades pessoais e sociais. Na escola é preciso
  • 57. Princípios Norteadores  Pedagogia da Presença  4 Pilares da Educação  Educação Interdimensional  Protagonismo Juvenil 1. Acolhimento dos novos estudantes AÇÕES PROTAGONISTAS IMPRESCINDÍVEIS NA ESCOLA DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO TEMPO INTEGRAL 2. Eleição dos Líderes de Turma 3. Organização dos Clubes Juvenis 4. Atuação do Grêmio Estudantil
  • 58. Sessão de Estudos “Educação Interdimensional”, de Antonio Carlos Gomes da Costas
  • 59. De posse da leitura realizada, socializar à luz do texto sobre suas práticas e percepções em específico ao excerto: “A educação interdimensional, portanto, é a educação necessária. Parece que estamos diante de uma ideia cujo tempo chegou. Um tempo de construção de uma educação integradora das diversas dimensões do humano.” Atividade 2 – Grupo Escola Encaminhamento do texto
  • 61.  Nos dois primeiros dias de aula, os jovens das escolas de Ensino Integral recebem os novos estudantes e trabalham as bases do Programa e de que maneira a nova estrutura se colocará à disposição da construção do seu Projeto de Vida. O Acolhimento é o marco zero do PV, pois leva os estudantes a refletir sobre os seus sonhos, seus objetivos e a sistematização de suas metas com o apoio de estratégias utilizadas pelos alunos e educadores.  Serão desenvolvidas atividades que buscam despertar nos novos estudantes os valores e as bases essenciais para a sua integração junto à comunidade escolar. Acolhimento nas Escolas do Programa Ensino Integral
  • 63. LEI COMPLEMENTAR 1.164, DE 4 DE JANEIRO DE 2012 Artigo 2º IX - clubes juvenis - grupos temáticos, criados e organizados pelos alunos da Escola Estadual de Ensino Médio de Período Integral, incluindo-se entre as atividades de protagonismo e empreendedorismo juvenis. Clubes Juvenis
  • 64. Protagonis mo Juvenil Ética e cidada nia Representa o interesse dos estudantes Grêmio Estudantil Lei nº 7.398, de novembro de 1985. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
  • 65. AUTODETERMINAÇÃO CAPACIDADE DE INICIATIVA PERSEVERANÇA CAPACIDADE DE PLANEJAMENTO ALTRUÍSMO … num período de sua vida em que ele “se procura” e “se experimenta” na construção de sua identidade pessoal e social - PV O que ganha o Adolescente e o Jovem? AUTOCONFIANÇA AUTONOMIA
  • 66. Alternativas para enfrentar e resolver problemas que a desafiam permanentemente;  Descoberta e valorização do perfil generoso, enérgico, empreendedor e criativo da sua JUVENTUDE. O que ganha a sociedade?
  • 69. OBJETIVOS  Apresentar o Modelo Pedagógico do Programa Ensino Integral e sua organização curricular. MODELO GESTÃO MODELO PEDAGÓGICO Método é o caminho para se atingir um objetivo. (Libâneo, 1990)
  • 71. ARTICULAÇÃO: BASE NACIONAL COMUM E PARTE DIVERSIFICADA Base Nacional Comum - Linguagens, - Matemática, - Ciências da Natureza, - Ciências Humanas Parte Diversificada - Língua Estrangeira Moderna, - Disciplinas Eletivas, - Atividades Complementares Atividades Complementares - Orientação de Estudos, - Projeto de Vida, - Preparação Acadêmica, - Introdução ao Mundo do Trabalho - Práticas de Ciências
  • 72. ATIVIDADES EXPERIMENTAIS INVESTIGATIVAS  Favorece o estudante na elaboração de seu próprio conhecimento, a partir de fatos, observações e análises. Essencial para o desenvolvimento do hábito de investigar;  Devem responder às necessidades e expectativas dos estudantes e, ao mesmo tempo, atender às demandas formativas que a sociedade contemporânea vem impondo.
  • 73.  Saber planejar as atividades para que superem a simples ilustração de conteúdos dados em sala de aula que proporcionem a apropriação dos conceitos de química, física, biologia e matemática.  As atividades experimentais, devem-se constituir-se em instrumento de desenvolvimento de habilidades, do pensamento crítico e de um processo coletivo na construção de conhecimentos. PLANEJAMENTO
  • 74.  É uma iniciativa que possibilita despertar e incentivar o interesse dos alunos durante o desenvolvimento da pesquisa, na convivência com os procedimentos e as metodologias adotadas nas pesquisas científicas.  Oferece oportunidades de complemento da formação pessoal, aprimoramento de conhecimentos e preparo para a vida profissional e/ou continuidade de estudos em nível superior aos alunos participantes. PRÉ - INICIAÇÃO CIENTÍFICA
  • 75.  Desenvolver procedimentos que possam elevar o nível de protagonismo dos estudantes, para consolidar uma mudança significativa de postura investigativa;  Desenvolver amplamente habilidades e competências típicas da área cientifica;  Desenvolver responsabilidade, sustentabilidade, resolução de problemas complexos, argumentação cientifica e por fim a preocupação na qualidade de vida.  Incentivar os estudantes a participarem de Feiras regionais, estaduais, nacionais e internacionais. OBJETIVOS
  • 76. Um CIENTISTA deve ser : curioso, observador e ter uma postura honesta, crítica e objetiva sobre o que irá pesquisar; agir com imparcialidade e credibilidade; desenvolvendo pesquisas precisas e comprováveis, de maneira a produzir conhecimento confiável; ampliando e contribuindo para o saber científico; atitude autocorretiva, perseverança e paciência; estar contemporâneo aos trabalhos recentes. DESENVOLVIMENTO DE ATITUDES E VALORES
  • 77. 3. Atividades experimentais investigativas e pré- iniciação científica 4. O ensino por investigação 5. O papel do aluno - protagonista 1. O papel do professor - mediador 2. Como fazer para que os alunos aprendam Ciências?
  • 78. ENSINO MÉDIO 1ª SÉRIE 2ª SÉRIE 3ª SÉRIE PARTE DIVERSIFICADA DISCIPLINAS ELETIVAS 2 2 2 MATRIZ CURRICULAR: DISCIPLINAS ELETIVAS
  • 79. Como Foco Principal Desenvolvimento e consolidação das áreas do conhecimento COMO TRABALHAR COM AS DISCIPLINAS ELETIVAS NO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL De forma contextualizada Atividades de práticas sociais e produtivas Situações didáticas diversificadas
  • 80. NECESSIDADES INEGOCIÁVEIS NO TRABALHO COM AS DISCIPLINAS ELETIVAS  Liberdade metodológica do professor.  Clareza para os alunos do que é e de como é o funcionamento das Disciplinas Eletivas.  Estudantes com liberdade de agregarem-se por área de interesse, independentemente de suas turmas de origem.  Organização temática de modo a contemplar todas as áreas do conhecimento definidas no Currículo Oficial do Estado de São Paulo (todas as disciplinas).
  • 81. Disciplinas Eletivas Organização Semestral Elaboradas por grupo de professores das disciplinas distintas Temas livres de escolha dos Professores Assuntos relevantes Atreladas à Base Nacional Comum Interesse dos estudantes PARTICIPAÇÃO OBRIGATÓRIA DOS ESTUDANTES.
  • 82. DOCENTES Ofertar conjunto de opções de eletivas Construir Plano e explicitar por meio de ementa Publicar as ementas Divulgar as eletivas Preparar a culminância RESPONSABILIDADES DOS DOCENTES
  • 85. • Reconhecer a necessidade e importância da aquisição de hábitos e rotinas de estudo. • Reconhecer os elementos essenciais para o ato de estudar. • Compreender a diferença entre intensidade e qualidade de estudo. •Apropriar-se dos procedimentos de estudo para desenvolver a capacidade de se organizar para estudar. • Compreender e aplicar técnicas de estudo na rotina diária. • Consolidar hábitos e rotinas de estudos. ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS
  • 87. COLOCANDO A PROVA O BRIQUETE (CARVÃO ECOLÓGICO) https://www.youtube.com/watch?v=L_Iw8T_TPtI
  • 89. Introdução As bases do conhecimento Construção e Vivências Revisão • A integração das competências na vida pessoal, social e produtiva; • Introdução ao planejamento do Projeto de Vida; • A criação: da visão e das premissas; • A definição: das metas e das ações; • A elaboração: do cronograma e do acompanhamento e revisão. - •Autoconheci- mento; •Reconhecer, construir e incorporar valores; •Relacionar valores às atitudes e decisões de sua vida. •As competências dos 4 Pilares; •A presença das competências na vida pessoal, social e produtiva. 1ª, 2ª e 3ª série do Ensino Médio PROJETO DE VIDA: ETAPAS DE ELABORAÇÃO
  • 90. Ensino Médio 1ª série 2ª série 3ª série Atividades Complementares Preparação Acadêmica 0 2 4 PREPARAÇÃO ACADÊMICA  Objetiva a reflexão do jovem para a continuidade dos estudos estimulando seu pensamento critico para a escolha consciente de uma profissão.
  • 91.  Objetiva apoiar o estudante a concretizar sonhos, participar mais ativamente da vida social na busca da conquista da autonomia financeira e pessoal.  Destina-se aos estudantes da 3ª Série do Ensino Médio visando preparar o jovem para uma inserção profissional qualificada, estimulando o interesse pelo estudo e pela escola. Ensino Médio 1ª série 2ª série 3ª série Atividades Complementares Mundo do Trabalho 0 0 2 MUNDO DO TRABALHO
  • 92. A preparação para o trabalho é uma das finalidades da Educação Básica, definida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (art. 22, lei no 9.394/96), é uma das missões da escola. Competências e habilidades: Desenvolver a iniciativa, comprometimento, responsabilidade, ética, relacionamento e comunicação interpessoal. Desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe, a criatividade e a resiliência. Papel do Professor: Liderança e presença afirmativa do docente é fundamental para a aprendizagem dos estudantes nesta disciplina. ARTICULAÇÃO : MUNDO DO TRABALHO X PROJETO DE VIDA
  • 93. ESCOLA BOM DESCANSO A TODOS E ATÉ AMANHÃ!
  • 95. MISSÃO PRIORIDADE S OBJETIVO S INDICADORES DE RESULTADO E METAS ESTRATÉGI AS VISÃO PREMISSAS VALORE S A BASE DA NOVA CULTURA “A CAUSA” / “A RAZÃO” DO NOVO MODELO “O QUE FAZER” PARA ATINGIR AS METAS “O QUE FAZER” PRIORITARIAMENTE “OS CAMINHOS” PARA ATINGIR A VISÃO O QUE QUEREMOS SER E ONDE QUEREMOS CHEGAR (EM 2030) “O QUE ATINGIR” “OS ALVOS” ESTRUTURA DO MODELO DE GESTÃO LONGO PRAZO MÉDIO PRAZO OS PILARES DO MODELO PLANO DE AÇÃO O DIA A DIA DA ESCOLA PROGRAMA DE AÇÃO O QUE (ATRIBUIÇÕES, FOCO E AÇÕES DOS FOCOS) CADA UM NA ESCOLA DEVE FAZER PARA ATINGIR AS METAS DO: • PLANO DE AÇÃO • GUIAS DE APRENDIZAGEM • AGENDA BIMESTRAL CURTO PRAZO ATRIBUIÇÕES E AÇÕES DOS FOCOS DEVEM SER: ESPECÍFICO, MENSURÁVEL, ATINGÍVEL, REAL E A TEMPO (PRAZO) GUIAS DE APRENDIZAGE M AGENDA BIMESTRAL BASE NACIONAL COMUM PARTE DIVERSIFICADA CURTO PRAZO O PRIMEIRO PASSO NA ESCOLA (“somente o primeiro passo...”)
  • 96. Alice perguntou para o Gato: – Pode me dizer que caminho devo seguir? O Gato falou: – Isso depende muito de onde você quer chegar. Alice disse: – Oh, qualquer lugar serve. E o Gato respondeu: – Então, qualquer caminho serve. E sumiu. O DIÁLOGO ENTRE ALICE E O GATO DE CHESHIRE
  • 97. A IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO DA FERRAMENTA DE GESTÃO
  • 98. QUADRO REFERENCIAL DO PLANO DE AÇÃO DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL Missão Ser um núcleo formador de jovens primando pela excelência na formação acadêmica; no apoio integral aos seus projetos de vida; seu aprimoramento como pessoa humana; formação ética; o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. Visão Ser, em 2030, reconhecida internacionalmente como uma rede de ensino médio de período integral pública de excelência, posicionada entre as 25 primeiras do mundo. PREMISSAS: Protagonismo Formação Continuada Corresponsabilidade Excelência em Gestão Replicabilidade Objetivo Geral Melhorar a qualidade de ensino e o aproveitamento escolar dos estudantes Objetivo Específico 1 Promover a participação dos Estudantes como protagonistas de sua aprendizagem e de seu Projeto de Vida com vistas a garantir em todos as séries o desenvolvimento das habilidades e competências previstas no Currículo. RE 1.1 Estudantes com Projetos de Vida elaborados. Indicadores Projetos de Vida elaborados RE 1.2 Estudantes dando continuidade na sua formação acadêmica com vistas ao desenvolvimento do seu Projeto de Vida na terceira série do EM Indicadores Projetos de Vida que pressupõe continuidade acadêmica Taxa de estudantes que realizaram o ENEM RE 1.3 Estudante compreendendo seu processo de aprendizagem e o percurso educativo necessário para atingir sua meta de proficiência.
  • 99.  O Plano de Ação é a bússola que norteará a equipe escolar na busca dos resultados educacionais esperados.  Será sempre referência para construção de todos os outros instrumentos de gestão. QUAL O PAPEL DO PLANO DE AÇÃO?
  • 100. COMO O PLANO DE AÇÃO SE ESTRUTURA? 1. Introdução (Valores, Visão de Futuro e Missão) 2. Premissas 3. Objetivos 4. Prioridades 5. Metas 6. Resultados Esperados 7. Indicadores de resultados e metas 8. Indicadores de processo 9. Periodicidade ou data de apuração 10. Estratégias 11. Ações
  • 102. ATIVIDADE 1 : VIVENCIAR A FERRAMENTA DE GESTÃO •Em duplas e de posse do tutorial da Ferramenta de Gestão percorrer as etapas (PDCA) que compõem a Ferramenta.
  • 105.  O Programa de Ação faz parte do conjunto de conjunta das atribuições de cada profissional, com atividades detalhadas a partir das estratégias e ações do Plano de Ação e relacionadas à sua atuação.  Assim, um dos objetivos da construção do Programa de Ação é alinhar a atuação do profissional às diretrizes do Programa Ensino Integral. SIGNIFICADOS E SENTIDOS DO PROGRAMA DE AÇÃO
  • 106. FLUXOGRAMA DO PROGRAMA DE AÇÃO PROGRAMA DE AÇÃO (PA) Orientação (para elaboração) Elaboração Acompanhamento /Monitoramento Diretor PCG PCA Professores
  • 107. ATIVIDADE 2: VIVENCIANDO OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO PROGRAMA DE AÇÃO Cada grupo deverá: Analisar o Programa de Ação e refletir sobre: a) O conceito e a finalidade do documento para o Programa Ensino Integral; b) A estrutura do documento; c) Quem deve elaborar esse documento; D) A articulação com o Plano de Ação ( Ferramenta de Gestão).
  • 109.  O Guia de Aprendizagem é um instrumento elaborado pelos professores.  O objetivo é a autorregulação do aluno para o seu estudo, o conhecimento dos pais e responsáveis sobre os conteúdos trabalhados e a organização da disciplina pelo professor.  O aluno e a família terão acesso direto a cada bimestre em local público e conhecido. COMO O PROGRAMA DE AÇÃO SE ARTICULA COM O GUIA DE APRENDIZAGEM?
  • 110. QUAL O SIGNIFICADO DA AGENDA NO COTIDIANO ESCOLAR? Trata-se de um instrumento de gestão no qual o integrante da equipe organiza suas ações discriminadas no Programa e nos Guias de Aprendizagem (dia, horário e o tempo de duração). É articulada à agenda da escola que, por sua vez, se alinha à da SEE e permite a socialização entre a equipe e os alunos.
  • 111. ATIVIDADE 3: VIVENCIANDO OS INSTRUMENTOS DE GESTÃO GUIA DE APRENDIZAGEM E AGENDA Cada grupo deverá: Analisar os documentos - Guia de Aprendizagem e Agenda. Refletir : a) O conceito e a finalidade do documento para o PEI - EMTI; b) A estrutura dos documentos; c) Se sua construção é coletiva ou individual; d) A articulação do Guia de Aprendizagem ao Programa de Ação.
  • 113. BASE NACIONAL COMUM PARTE DIVERSIFICADA APRENDIZAGEM MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO
  • 114. Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento. Érico Veríssimo INSTRUMENTOS DE GESTÃO
  • 116. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF – Ensino Integral TUTORIA METODOLOGIA ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO DOS ALUNOS PRINCÍPIOS:  QUATRO PILARES  PROTAGONISMOS JUVENIL  ED. INTERDIMENCIONAL  PEDAGOGIA DA PRESENÇA DIRETRIZES: “SER UM NÚCLEO FORMADOR DE JOVENS, PRIMANDO PELA EXCELÊNCIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA, PELO APOIO INTEGRAL AOS SEUS PROJETOS DE VIDA, PELO APRIMORAMENTO COMO PESSOA, PELA FORMAÇÃO ÉTICA E PELO DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA INTELECTUAL E DO PENSAMENTO CRÍTICO”.
  • 117. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF – Ensino Integral A TUTORIA...
  • 118. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF – Ensino Integral A TUTORIA...
  • 119. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB/CEFAF – Ensino Integral A TUTORIA...
  • 120. “Pedagogia da Presença”, de Antonio Carlos gomes da Costa. “Os Quatro Pilares da Educação”, Jacques Delours. SESSÃO DE ESTUDOS
  • 121.
  • 122.
  • 123. O TUTOR É ... ...o responsável pelo acompanhamento pedagógico do aluno. Aquele que deve considerar a trajetória escolar e potencializar a formação acadêmica para a realização do seu Projeto de Vida.
  • 125.
  • 126. CAMPO DE ATUAÇÃO AMPLO E DIVERSIFICADO CONJUNTO DE AÇÕES  Acadêmica Profissional (E.M.) PROJETO DE VIDA
  • 127. A ESCOLHA DO TUTOR CONFIANÇA RESPEITO VÍNCULO AMIZADE EMPATIA ADMIRAÇÃO SEGURANÇA INTERESSE
  • 129. OBJETIVOS O Acolhimento é uma atividade pedagógica da escola de Ensino Integral que acontece nos primeiros dias de aula e é destinado a equipe escolar e aos estudantes que estão ingressando . As atividades são planejadas e executadas por alunos dessas escolas e/ou egressos, que experimentaram as práticas e vivências do protagonismo juvenil. O Acolhimento tem por objetivo introduzir alguns dos conceitos e metodologias que formam a base desse modelo de escola e inspiram novos alunos a assumirem que seus sonhos ganharão vida. As atividades e dinâmicas apresentadas objetivam despertar nos estudantes valores essenciais para sua formação e desenvolvimento de seus Projetos de Vida.
  • 130. IMPORTÂNCIA DO ACOLHIMENTO O Acolhimento objetiva também dar as boas-vindas aos novos estudantes e, por meio do diálogo estabelecido de jovem para jovem, efetuar a troca de experiências garantindo, assim, a integração de todos. O Acolhimento além de garantir a troca entre os jovens e estabelecer uma integração entre as várias gerações da escola, também garante que os estudantes novatos tirem suas dúvidas e possam, desde o primeiro contato com a escola, perceber as diferenças e as oportunidades que esse modelo oferece, permitindo que cada um trace o seu Projeto de Vida e exerça o seu Protagonismo Juvenil.
  • 131. O QUE FAZER EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS DURANTE O ACOLHIMENTO O acolhimento é uma atividade muito intensa que causa muito prazer, mas que também é trabalhosa e em algumas situações muito difícil, isso porque o nível de dificuldade ou facilidade do trabalho irá ser definido pelos estudantes acolhidos. Desse modo, não há como prever o resultado do trabalho e o sentimento que despertará em quem está executando. Em casos de dificuldade, é sempre recomendável manter a calma, buscar ajuda para resolver a questão com alguém experiente no assunto e na falta desse, tentar discutir o tema com a equipe, para encontrar a melhor solução.
  • 132. O PAPEL DA EQUIPE ESCOLAR DURANTE O ACOLHIMENTO A equipe escolar tem uma função muito importante no processo de preparação do Acolhimento, pois é ela quem apoia e garante as condições favoráveis para o acontecimento do mesmo, porém, sem interferir, a não ser que solicitado. Lembramos que o Acolhimento é um momento dos jovens para jovens. A equipe escolar será responsável pela continuidade do trabalho após o Acolhimento, trabalhando de forma prática os conceitos passados para os novos estudantes.
  • 133. CONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA CULMINÂNCIA A culminância é uma parte muito importante do Acolhimento pois sistematiza, por meio de apresentações lúdicas, os conceitos e experiências adquiridos durante o trabalho. As apresentações são construídas durante o Acolhimento, deste modo é necessário destinar tempo para sua elaboração.
  • 134. ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA PARA O ACOLHIMENTO / 2018 • Data: De 05 a 09 de fevereiro de 2018. • Horários: Respeitar o mesmo horário de início e termino de cada escola. • Avisar, com antecedência, os alunos da agenda do Acolhimento. • Checar se todos os materiais necessários para as atividades estão nas salas e se os equipamentos estão funcionando.
  • 136. RESPIRE. TOME UMA DOSE DE PAZ. ESCUTE O BATER MANSO DO CORAÇÃO. SILENCIE A MENTE. RELAXE O CORPO. DESCANSE...PORQUE AMANHÃ ....TEM MAIS!!!