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PREFEITURA MUNICIPAL DE PORANGA
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA
E.E.F. SINHÁ MAGALHÃES E ANEXOS
INEP:23264381
CNPJ: 17.001.062/0001-101
BURITI DOS CARREIROS
PROJETO POLITICO PEDAGOGICO
BURITI DOS CARREIROS
PORANGA-CE
2015
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
1.1. ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL SINHÁ MAGALHÃES
1.2. ENTIDADE MANTENEDORA: Prefeitura municipal de Poranga.
1.3. GRAU DE ENSINO: Ensino Infantil, Fundamental e EJA
1.4. ENDEREÇO: Buriti dos Carreiros.
1.5. BAIRRO: Zona rural.
1.6. MUNICIPIO: Poranga-Ce
1.7. ANEXOS
1.7.1. Creche Comunitária Itelvina Silvina de Pinho e Escola Reunida 12 de Outubro,
ambas localizadas na comunidade de Buriti dos Carreiros.
1.7.2. E.E.F. Claúdio Aguiar, localizada na Comunidade de Vereda
1.7.3. E.E.F. Geraldo Gomes da Silva, localizada na Comunidade de Sítio Onça.
1.7.4. E.E.F. São José, localizada na Comunidade de Chapada.
2. MISSÃO
É missão da E.E.F. Sinhá Magalhães e seus anexos desenvolver seus
trabalhos baseados na função principal que é: valorizar, respeitar e incluir
educandos e comunidade escolar em geral bem como as experiências de vida
observadas durante toda a trajetória da escola na comunidade que se dedica
principalmente em ensinar os valores que envolvem criticidade, sensibilidade,
criatividade e a preparação como ser participante e ativo para enfrentar as situações
da realidade atual.
3. JUSTIFICATIVA.
A elaboração do projeto político pedagógico se deu de forma coletiva
envolvendo toda a comunidade escolar, com intuito de aprimorar as praticas
educativas, colocando em pratica os trabalhos que surgirão no decorrer do projeto
expressando assim a identidade desta escola.
Este projeto tem na sua grande importância a realidade da escola, bem como
sua elaboração partiu de um referencial teórico que revela a função da escola, sua
filosofia e didática pedagógica de conduta dos conteúdos ministrados, partindo da
realidade escolar vivida cabendo assim ao corpo docente realizar as alterações que
se fizerem necessária.
Revelam-se também as concepções metodológicas de avaliação da
aprendizagem que a escola irá adotar, transformando os métodos que até então
eram aplicados, visando um processo avaliativo contínuo do aluno como individuo
único e construtor de seus conhecimentos.
Queremos transformar a comunidade escolar a partir da vida social de cada
aluno, por isso esta ferramenta de trabalho constituiu-se através da participação
efetiva de todo o grupo de educadores, funcionários, pais e alunos visando formar
cidadãos livres e conscientes de seus direitos e deveres.
Este projeto político pedagógico entrará em vigor em 2014, terá validade de 2
(dois) anos, servindo assim como um referencial elaborado apartir de encontros
entre: Gestão Escolar, professores, representantes de alunos, pais e ainda de todos
os segmentos que compõem a escola, devendo assim ser seguido em toda sua
transitoriedade.
4. VISÃO DE EDUCAÇÃO, ESCOLA E SOCIEDADE.
4.1. Visão de educação.
É processo continuo que requer responsabilidade no seu fazer, pautando-se,
portanto no exercício de comportamentos éticos nas dimensões social, cultural,
econômica, política, e histórica.
4.2. Visão de escola.
Ambiente formado por um conjunto de membros onde se ministra um sistema
educacional e instrucional visando uma melhor qualidade de vida.
4.3. Visão de sociedade.
É uma parceria entre um grupo de pessoas, onde existem diferenças que
devem ser respeitadas, exercendo assim o que podemos chamar de cidadania, onde
o defender os interesses de todos deve ser prioridade.
4.4 Visão de criança
Indivíduo em fase de desenvolvimento, capaz de interagir com seus
familiares, colegas e demais pessoas com quem convive, o que o torna capaz de
expressar seus sentimentos e suas condições de adaptar-se ao ambiente escolar.
4.5 Visão de juventude
Indivíduo em constante transformação, tanto nos aspectos físicos como nos
aspectos psíquicos, que busca conhecer-se como sujeito ativo na sociedade,
buscando assim sua autoafirmação.
5. NIVEIS DE ENSINO.
5.1. Ensino infantil.
5.1.1. Creche: Atende crianças de 02 (dois) e 03 (três) anos.
5.1.2. Pré-escola: Atende crianças de 04 (quatro) e 05 (cinco) anos.
5.2. Ensino Fundamental I. ( 1° ao 5° ano)
5.2.1 Ensino Fundamental II. (6° ao 9° ano)
5.2.1.1. 1º Ano: Atende crianças regularmente matriculadas e que completem 06
(seis) anos ate 31 de dezembro do decorrente ano de acordo com AÇÃO CIVIL
PUBLICA-PROCESSO Nº 0011280-82.3013.4.05.8100 DE 19/09/2013.
NOTA: Nesta serie/ano as crianças não podem ser retidas (reprovadas) de
acordo com as normas estabelecidas pelo MEC e CEC.
5.2.1.2. 2º, 3º, 4º e 5º anos.
NOTA: Nestes anos/series os alunos tem seu rendimento avaliado de acordo
com desenvolvimento dos estudos de avaliação.
5.3. Ensino Fundamental II
5.3.1. 6º ao 9º anos.
5.4. Educação de Jovens e Adultos.
5.4.1. EJA 1° segmento. ( 1°ao 5° ano)
5.4.2. EJA 2° segmento. ( 6° ao 9° ano)
6. DIAGNÓSTICO DA REALIDADE.
Na comunidade em que a escola esta inserida não se difere das demais num
pensamento global, no que diz respeito às questões da busca insensata de
conhecimento com um único objetivo, o retorno financeiro, uma vez que toda a
sociedade é marcada pelo capitalismo.
Nossa comunidade é afetada diretamente por fatores que tem prejudicado
negativamente no crescimento da comunidade bem como, o desenvolvimento das
atividades desenvolvidas na escola. Fatores que são: menores abandonados, pais
desempregados, comunidade carente, famílias desestruturadas, agricultura que
quase não existe mais e o mau uso das tecnologias.
Nossa comunidade passa ainda por dificuldades de infraestrutura e
principalmente sem motivação no campo financeiro para as famílias. Quanto a
educação nossa escola trabalha de forma a estimular o jovem a permanecer a busca
do conhecimento, estimulando e desenvolvendo sua consciência critica, de forma
que ele seja capaz de analisar as realidades rurais e urbanas, afim de procurar
novas técnicas de produção e de respeito ao meio ambiente.
Também almejamos que a clientela atendida pela escola participe na tomada
de decisões frente a comunidade, na busca de soluções, mantendo a boa
convivência, tendo em vista os valores morais e éticos.
7. OBJETIVO GERAL.
Ofertar espaço físico adequado, para todos os seus educandos e oferecer
formação critica com capacidade de produzir e compartilhar conhecimentos que
possam gerar resultados de crescimento da própria comunidade em geral.
7.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS.
7.1.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO ENSINO INFANTIL.
 Promover a socialização das crianças com o ambiente escolar.
 Construir vínculos de amizade entre as crianças e funcionários da escola.
 Promover o ensinamento partindo do lúdico.
 Construir um ambiente educativo que ensine as crianças o respeito e a
solidariedade.
 Desenvolver os conceitos de lateralidade.
 Desenvolver o hábito de falar e ouvir na hora certa.
 Conhecer as letras que formam nosso alfabeto.
 Identificar e escrever o próprio nome.
 Conhecer as cores, identificando-as em situações do cotidiano.
 Reconhecer e identificar os órgãos dos sentidos.
 Identificar os números e noções de quantidade.
 Adaptar-se a rotina proposta no ensino da educação infantil.
 Despertar a consciência pela preservação do meio ambiente.
7.1.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL.
 Desenvolver a capacidade de compreensão do educando no que diz respeito
a conservação do ambiente escolar.
 Resgatar os valores familiares e sociais como o respeito, a solidariedade, a
religiosidade, humildade e a dignidade humana.
 construir uma sociedade mais justa.
 formar cidadãos críticos e participativos.
 Buscar o resgate dos movimentos culturais de nosso município.
 Ler compreender textos de diferentes gêneros.
 Produzir textos com organização e coerência.
 Identificar o significado de palavras e expressões usadas em um texto.
 Valorizar a disciplina e buscar meios para compreendê-la.
 Compreender a Língua Inglesa para uma melhor compreensão de mundo.
 Compreender a dependência dos primeiros seres humanos em relação a
natureza.
 Observar e explorar o ambiente de forma positiva sem agressão a natureza.
 Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo.
 Desenvolver a capacidade de traduzir situações problemas para a linguagem
matemática e consequentimente saber os significados dos símbolos matemáticos.
 Operar com frações e números de modo articulado, usando estratégias
variadas de cálculos.
 Priorizar a escola como caminho fundamental para o nosso crescimento e
desenvolvimento rumo a um futuro promissor.
8. METAS E AÇÕES.
8.1. METAS.
 Cumprir e fazer cumprir o calendário escolar vigente, bem como garantir a
frequência dos alunos e funcionários nos 200 (duzentos) dias letivos previstos
na LDB 9394/96.
 Melhorar significativamente em 02 (dois) anos os resultados de aprovação,
reprovação, desistência e elevar os resultados das provas externas e IDEB.
 Desenvolver a rotina pedagógica dos programas e projetos aderidos pela
secretaria de educação do município, bem como da própria escola.
 Implantar um acompanhamento sistemático de todo o funcionamento da
escola e principalmente no que diz respeito aos programas, projetos, controle
da tarefa de casa e frequência dos alunos.
 Trabalhar a elaboração de provas de acordo com os descritores apresentados
nas provas externas.
 Integrar as famílias na rotina diária e no funcionamento de toda a escola.
 Responsabilizar as famílias ou responsáveis quanto a conservação do livro
didático, tarefas escolares, frequência, reuniões de pais e mestres, pela
conservação dos boletins escolares bem como pelo cumprimento dos
horários estabelecidos pela escola.
 Apresentar ao final de cada período letivo os resultados do período como:
frequência, tarefa de casa, notas e rendimento em geral.
 Apresentação do regimento escolar e do projeto político pedagógico para a
comunidade escolar.
 Incentivar funcionários e comunidade em geral da importância do zelo e
conservação do prédio escolar.
 Organização dos arquivos:
Dinâmico onde serão arquivados todos os documentos do decorrente
ano;
Estático onde serão arquivados todos os documentos dos anos
anteriores.
8.2. AÇÕES
 Realização de reuniões com todos os segmentos da comunidade escolar no
inicio de cada ano, a fim de organizar todos os segmentos da escola e
sempre que se fizer necessário.
 Realização de reuniões pedagógicas com o corpo docente no inicio do ano
letivo para elaboração do plano anual de trabalho.
 Desenvolver o acompanhamento da hora atividade dos professores dando
suporte ao planejamento, com atividades complementares dentro das
condições propostas pela escola.
 Desenvolver atividades que priorizem o desenvolvimento de leitura e escrita
de acordo com os programas e projetos.
 Produção de atividades extras e interventoras como incentivo, a partir de
diagnostico realizado em cada turma.
 Visitas pelo Núcleo Gestor frequentemente em todas as salas de aulas, com o
intuito de conhecer mais de perto a realidade de cada turma.
 Promover encontros bimestrais com as famílias e extras sempre que se fizer
necessário.
 Promover eventos em datas comemorativas.
 Apresentar em reuniões com comunidade escolar a prestação de contas do
decorrente ano de todos os recursos recebidos e gastos pela escola.
 Disponibilização do prédio escolar para a realização de outros eventos da
comunidade, como: reuniões, palestras, consultas e de outros eventos que
não venham a deteriorar o prédio escolar.
9. PROPOSTA METODOLÓGICA.
Estamos aqui diante de um grande desafio, que é reformular todo o processo
metodológico da escola. Visando esta mudança estamos partindo do princípio de
que o educando é o sujeito da aprendizagem e que ele é capaz de transmitir ideias
e opiniões que constituem seu pensamento.
O aprendizado só acontece quando o educando é valorizado dentro de sua
realidade, dando ênfase nos conhecimentos acumulados durante toda sua vida, os
chamados conhecimentos prévios. Quando o educando se sente valorizado na
escola ele tende a dar mais importância aos estudos e a relação com seus
professores.
Nas aulas de educação física e de arte os alunos serão envolvidos em
momentos voltados para jogos, músicas, danças, artes plásticas e práticas
esportivas em que terão a oportunidade de praticarem exercícios físicos e mentais
com prazer e satisfação. Durante os intervalos a escola disponibilizará diversos
jogos como; dama, baralho, dominó e jogos de raciocínio lógico para que o aluno
relaxe um pouco, porém sem perder o foco do aprendizado.
Iremos construir uma escola mais justa e que realmente trabalhe a inclusão
social, dando uma resposta concreta e positiva à sociedade. Vamos aperfeiçoar os
procedimentos de ensino aprendizagem com aulas voltadas para a prática. Iremos
reformular nossos métodos de avaliação, bem como os estudos de recuperação
visando sempre à condição do aluno como sujeito da aprendizagem.
10. PERFIL DO EDUCADOR QUE PRETENDE FORMAR.
* Queremos que nosso educador possa desenvolver habilidades como:
 Sentir indignação diante de injustiças e de perda da dignidade humana e
reivindicar dentro das suas necessidades o que é garantido por lei.
 Apresentar qualidades de companheirismo e solidariedade pra buscar e
ajudar dentro da necessidade de si próprio e da escola;
 Respeitar as diferenças culturais, bem como as raciais e as diferenças entre
as pessoas;
 Fazer valer o exercício da auto critica e da critica em si e para seus
educandos, nas aulas ministradas;
 Seja capaz de desenvolver seu planejamento, tendo em vista disciplina no
trabalho e no estudo;
 Que o nosso Educador possa ter assiduidade cumprindo com as normas
estabelecidas pela escola e secretaria municipal de educação.
11. AVALIAÇÃO.
PROCESSO AVALIATIVO ADOTADO PELA ESCOLA
A E.E.F Sinhá Magalhães e Anexos procurando tornar justo o processo de
avaliação da aprendizagem dos seus alunos, adotará uma avaliação que irá priorizar
o que o aluno aprendeu. Não iremos abandonar as notas conceituais e as médias
bimestrais, iremos aperfeiçoar os meios pelos quais se chegam a essas notas e
médias. Se antes nosso processo avaliativo baseava-se somente na prova mensal e
em trabalhos definido pelo professor na sua disciplina separado do contexto escolar,
iremos colocar em prática essa proposta de avaliação contínua que busca valorizar
a aprendizagem daqueles alunos que realmente desenvolveram seus
conhecimentos neste ou naquele conteúdo.
Entendemos que o conhecimento não deve ser medido por este ou aquele
método de avaliação e sim observado e aprimorado no espaço de sala de aula e na
convivência escolar do aluno. A prova mensal é importante, mas não deve ser o
único método adotado pela escola, porque não mostra o verdadeiro desempenho do
aluno nesta ou naquela disciplina.
Visando a construção do conhecimento do educando, devemos adequar
nosso método avaliativo as reais dificuldades de nossos alunos. Para que isso
aconteça é necessário desmistificar a ideia de que a avaliação só acontece quando
o aluno é submetido a um teste classificatório e eliminatório, levando-o a alcançar
um conceito igual ou superior a seis ( 06 ). Reiteramos: não queremos aqui invalidar
ou abolir as notas e médias e sim fazer com que a escola adote outros meios de
verificação da aprendizagem do aluno buscando sempre a qualidade do que se
ensina e do que se aprende.
Sabemos que nossos alunos não são máquinas para darem respostas
rápidas e precisas sobre determinados conteúdos durante as aulas, isso acontece
porque eles necessitam de tempo para construir seus conhecimentos, formular
hipóteses para transmitir as ideais que conseguiram compreender sobre os temas
estudados.
Com base em estudos e na visão de nosso corpo docente adotaremos o
seguinte processo de análise do conhecimento do aluno:
FREQUENCIA PARTICIPAÇÃO ATIVIDADES CRIATIVIDADE COMPREENSÃO
0 a 02 0 a 02 0 a 02 0 a 02 0 a 02
OBS: Será bonificado bimestralmente com 01 (um) ponto na média o aluno em que
os pais participarem da reunião de pais e mestres e quando for chamado
individualmente caso seja necessário. O descumprimento desta norma acarretará na
perda de 01 (um) ponto da média do aluno.
A partir desses resultados o professor faz a somatória e junta ao resultado da
prova escrita assim definirá os conceitos de cada aluno. Então iremos trabalhar com
avaliações individuais onde cada professor terá suas fichas de acompanhamento
bimestral de rendimento de cada aluno do fundamental I, II e EJA, com exceção do
1º e 2º ano.
11.1.APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS.
A avaliação será realizada de forma constante e contínua durante todo o ano
letivo, através de verificações dos conteúdos que estão sendo estudados.
11.2. Recuperação.
11.3. Retenção.
11.4. Frequência.
11.5. Classificação e Reclassificação.
11.6. matrículas.
11.7.
OBS: OS ITENS 11.2, 11.3, 11.4 E 11.5 ESTAO PREVISTOS NO
REGIMENTO ESCOLAR EM SEUS ARTIGOS: Art. 18º, Art. 75º, Art. 76º E Art.84º.
12. CONCLUSÃO.
Ao concluir este trabalho, afirmamos que nossa escola precisa ser um espaço
aberto onde todos os sujeitos sejam estimulados ao exercício da dignidade e
principalmente da igualdade no atendimento e no repasse dos conteúdos. De modo
que assim nossa comunidade possa crescer de conhecimentos gerados num futuro
próximo proveniente de nossa escola, dessa maneira é que seremos a escola que
almejamos.

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Projeto politico pedagogico

  • 1. PREFEITURA MUNICIPAL DE PORANGA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA E.E.F. SINHÁ MAGALHÃES E ANEXOS INEP:23264381 CNPJ: 17.001.062/0001-101 BURITI DOS CARREIROS PROJETO POLITICO PEDAGOGICO BURITI DOS CARREIROS PORANGA-CE 2015
  • 2. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: 1.1. ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL SINHÁ MAGALHÃES 1.2. ENTIDADE MANTENEDORA: Prefeitura municipal de Poranga. 1.3. GRAU DE ENSINO: Ensino Infantil, Fundamental e EJA 1.4. ENDEREÇO: Buriti dos Carreiros. 1.5. BAIRRO: Zona rural. 1.6. MUNICIPIO: Poranga-Ce 1.7. ANEXOS 1.7.1. Creche Comunitária Itelvina Silvina de Pinho e Escola Reunida 12 de Outubro, ambas localizadas na comunidade de Buriti dos Carreiros. 1.7.2. E.E.F. Claúdio Aguiar, localizada na Comunidade de Vereda 1.7.3. E.E.F. Geraldo Gomes da Silva, localizada na Comunidade de Sítio Onça. 1.7.4. E.E.F. São José, localizada na Comunidade de Chapada.
  • 3. 2. MISSÃO É missão da E.E.F. Sinhá Magalhães e seus anexos desenvolver seus trabalhos baseados na função principal que é: valorizar, respeitar e incluir educandos e comunidade escolar em geral bem como as experiências de vida observadas durante toda a trajetória da escola na comunidade que se dedica principalmente em ensinar os valores que envolvem criticidade, sensibilidade, criatividade e a preparação como ser participante e ativo para enfrentar as situações da realidade atual.
  • 4. 3. JUSTIFICATIVA. A elaboração do projeto político pedagógico se deu de forma coletiva envolvendo toda a comunidade escolar, com intuito de aprimorar as praticas educativas, colocando em pratica os trabalhos que surgirão no decorrer do projeto expressando assim a identidade desta escola. Este projeto tem na sua grande importância a realidade da escola, bem como sua elaboração partiu de um referencial teórico que revela a função da escola, sua filosofia e didática pedagógica de conduta dos conteúdos ministrados, partindo da realidade escolar vivida cabendo assim ao corpo docente realizar as alterações que se fizerem necessária. Revelam-se também as concepções metodológicas de avaliação da aprendizagem que a escola irá adotar, transformando os métodos que até então eram aplicados, visando um processo avaliativo contínuo do aluno como individuo único e construtor de seus conhecimentos. Queremos transformar a comunidade escolar a partir da vida social de cada aluno, por isso esta ferramenta de trabalho constituiu-se através da participação efetiva de todo o grupo de educadores, funcionários, pais e alunos visando formar cidadãos livres e conscientes de seus direitos e deveres. Este projeto político pedagógico entrará em vigor em 2014, terá validade de 2 (dois) anos, servindo assim como um referencial elaborado apartir de encontros entre: Gestão Escolar, professores, representantes de alunos, pais e ainda de todos os segmentos que compõem a escola, devendo assim ser seguido em toda sua transitoriedade.
  • 5. 4. VISÃO DE EDUCAÇÃO, ESCOLA E SOCIEDADE. 4.1. Visão de educação. É processo continuo que requer responsabilidade no seu fazer, pautando-se, portanto no exercício de comportamentos éticos nas dimensões social, cultural, econômica, política, e histórica. 4.2. Visão de escola. Ambiente formado por um conjunto de membros onde se ministra um sistema educacional e instrucional visando uma melhor qualidade de vida. 4.3. Visão de sociedade. É uma parceria entre um grupo de pessoas, onde existem diferenças que devem ser respeitadas, exercendo assim o que podemos chamar de cidadania, onde o defender os interesses de todos deve ser prioridade. 4.4 Visão de criança Indivíduo em fase de desenvolvimento, capaz de interagir com seus familiares, colegas e demais pessoas com quem convive, o que o torna capaz de expressar seus sentimentos e suas condições de adaptar-se ao ambiente escolar. 4.5 Visão de juventude Indivíduo em constante transformação, tanto nos aspectos físicos como nos aspectos psíquicos, que busca conhecer-se como sujeito ativo na sociedade, buscando assim sua autoafirmação.
  • 6. 5. NIVEIS DE ENSINO. 5.1. Ensino infantil. 5.1.1. Creche: Atende crianças de 02 (dois) e 03 (três) anos. 5.1.2. Pré-escola: Atende crianças de 04 (quatro) e 05 (cinco) anos. 5.2. Ensino Fundamental I. ( 1° ao 5° ano) 5.2.1 Ensino Fundamental II. (6° ao 9° ano) 5.2.1.1. 1º Ano: Atende crianças regularmente matriculadas e que completem 06 (seis) anos ate 31 de dezembro do decorrente ano de acordo com AÇÃO CIVIL PUBLICA-PROCESSO Nº 0011280-82.3013.4.05.8100 DE 19/09/2013. NOTA: Nesta serie/ano as crianças não podem ser retidas (reprovadas) de acordo com as normas estabelecidas pelo MEC e CEC. 5.2.1.2. 2º, 3º, 4º e 5º anos. NOTA: Nestes anos/series os alunos tem seu rendimento avaliado de acordo com desenvolvimento dos estudos de avaliação. 5.3. Ensino Fundamental II 5.3.1. 6º ao 9º anos. 5.4. Educação de Jovens e Adultos. 5.4.1. EJA 1° segmento. ( 1°ao 5° ano) 5.4.2. EJA 2° segmento. ( 6° ao 9° ano)
  • 7. 6. DIAGNÓSTICO DA REALIDADE. Na comunidade em que a escola esta inserida não se difere das demais num pensamento global, no que diz respeito às questões da busca insensata de conhecimento com um único objetivo, o retorno financeiro, uma vez que toda a sociedade é marcada pelo capitalismo. Nossa comunidade é afetada diretamente por fatores que tem prejudicado negativamente no crescimento da comunidade bem como, o desenvolvimento das atividades desenvolvidas na escola. Fatores que são: menores abandonados, pais desempregados, comunidade carente, famílias desestruturadas, agricultura que quase não existe mais e o mau uso das tecnologias. Nossa comunidade passa ainda por dificuldades de infraestrutura e principalmente sem motivação no campo financeiro para as famílias. Quanto a educação nossa escola trabalha de forma a estimular o jovem a permanecer a busca do conhecimento, estimulando e desenvolvendo sua consciência critica, de forma que ele seja capaz de analisar as realidades rurais e urbanas, afim de procurar novas técnicas de produção e de respeito ao meio ambiente. Também almejamos que a clientela atendida pela escola participe na tomada de decisões frente a comunidade, na busca de soluções, mantendo a boa convivência, tendo em vista os valores morais e éticos.
  • 8. 7. OBJETIVO GERAL. Ofertar espaço físico adequado, para todos os seus educandos e oferecer formação critica com capacidade de produzir e compartilhar conhecimentos que possam gerar resultados de crescimento da própria comunidade em geral. 7.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS. 7.1.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO ENSINO INFANTIL.  Promover a socialização das crianças com o ambiente escolar.  Construir vínculos de amizade entre as crianças e funcionários da escola.  Promover o ensinamento partindo do lúdico.  Construir um ambiente educativo que ensine as crianças o respeito e a solidariedade.  Desenvolver os conceitos de lateralidade.  Desenvolver o hábito de falar e ouvir na hora certa.  Conhecer as letras que formam nosso alfabeto.  Identificar e escrever o próprio nome.  Conhecer as cores, identificando-as em situações do cotidiano.  Reconhecer e identificar os órgãos dos sentidos.  Identificar os números e noções de quantidade.  Adaptar-se a rotina proposta no ensino da educação infantil.  Despertar a consciência pela preservação do meio ambiente.
  • 9. 7.1.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO ENSINO FUNDAMENTAL.  Desenvolver a capacidade de compreensão do educando no que diz respeito a conservação do ambiente escolar.  Resgatar os valores familiares e sociais como o respeito, a solidariedade, a religiosidade, humildade e a dignidade humana.  construir uma sociedade mais justa.  formar cidadãos críticos e participativos.  Buscar o resgate dos movimentos culturais de nosso município.  Ler compreender textos de diferentes gêneros.  Produzir textos com organização e coerência.  Identificar o significado de palavras e expressões usadas em um texto.  Valorizar a disciplina e buscar meios para compreendê-la.  Compreender a Língua Inglesa para uma melhor compreensão de mundo.  Compreender a dependência dos primeiros seres humanos em relação a natureza.  Observar e explorar o ambiente de forma positiva sem agressão a natureza.  Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo.  Desenvolver a capacidade de traduzir situações problemas para a linguagem matemática e consequentimente saber os significados dos símbolos matemáticos.  Operar com frações e números de modo articulado, usando estratégias variadas de cálculos.  Priorizar a escola como caminho fundamental para o nosso crescimento e desenvolvimento rumo a um futuro promissor.
  • 10. 8. METAS E AÇÕES. 8.1. METAS.  Cumprir e fazer cumprir o calendário escolar vigente, bem como garantir a frequência dos alunos e funcionários nos 200 (duzentos) dias letivos previstos na LDB 9394/96.  Melhorar significativamente em 02 (dois) anos os resultados de aprovação, reprovação, desistência e elevar os resultados das provas externas e IDEB.  Desenvolver a rotina pedagógica dos programas e projetos aderidos pela secretaria de educação do município, bem como da própria escola.  Implantar um acompanhamento sistemático de todo o funcionamento da escola e principalmente no que diz respeito aos programas, projetos, controle da tarefa de casa e frequência dos alunos.  Trabalhar a elaboração de provas de acordo com os descritores apresentados nas provas externas.  Integrar as famílias na rotina diária e no funcionamento de toda a escola.  Responsabilizar as famílias ou responsáveis quanto a conservação do livro didático, tarefas escolares, frequência, reuniões de pais e mestres, pela conservação dos boletins escolares bem como pelo cumprimento dos horários estabelecidos pela escola.  Apresentar ao final de cada período letivo os resultados do período como: frequência, tarefa de casa, notas e rendimento em geral.  Apresentação do regimento escolar e do projeto político pedagógico para a comunidade escolar.  Incentivar funcionários e comunidade em geral da importância do zelo e conservação do prédio escolar.  Organização dos arquivos: Dinâmico onde serão arquivados todos os documentos do decorrente ano; Estático onde serão arquivados todos os documentos dos anos anteriores.
  • 11. 8.2. AÇÕES  Realização de reuniões com todos os segmentos da comunidade escolar no inicio de cada ano, a fim de organizar todos os segmentos da escola e sempre que se fizer necessário.  Realização de reuniões pedagógicas com o corpo docente no inicio do ano letivo para elaboração do plano anual de trabalho.  Desenvolver o acompanhamento da hora atividade dos professores dando suporte ao planejamento, com atividades complementares dentro das condições propostas pela escola.  Desenvolver atividades que priorizem o desenvolvimento de leitura e escrita de acordo com os programas e projetos.  Produção de atividades extras e interventoras como incentivo, a partir de diagnostico realizado em cada turma.  Visitas pelo Núcleo Gestor frequentemente em todas as salas de aulas, com o intuito de conhecer mais de perto a realidade de cada turma.  Promover encontros bimestrais com as famílias e extras sempre que se fizer necessário.  Promover eventos em datas comemorativas.  Apresentar em reuniões com comunidade escolar a prestação de contas do decorrente ano de todos os recursos recebidos e gastos pela escola.  Disponibilização do prédio escolar para a realização de outros eventos da comunidade, como: reuniões, palestras, consultas e de outros eventos que não venham a deteriorar o prédio escolar.
  • 12. 9. PROPOSTA METODOLÓGICA. Estamos aqui diante de um grande desafio, que é reformular todo o processo metodológico da escola. Visando esta mudança estamos partindo do princípio de que o educando é o sujeito da aprendizagem e que ele é capaz de transmitir ideias e opiniões que constituem seu pensamento. O aprendizado só acontece quando o educando é valorizado dentro de sua realidade, dando ênfase nos conhecimentos acumulados durante toda sua vida, os chamados conhecimentos prévios. Quando o educando se sente valorizado na escola ele tende a dar mais importância aos estudos e a relação com seus professores. Nas aulas de educação física e de arte os alunos serão envolvidos em momentos voltados para jogos, músicas, danças, artes plásticas e práticas esportivas em que terão a oportunidade de praticarem exercícios físicos e mentais com prazer e satisfação. Durante os intervalos a escola disponibilizará diversos jogos como; dama, baralho, dominó e jogos de raciocínio lógico para que o aluno relaxe um pouco, porém sem perder o foco do aprendizado. Iremos construir uma escola mais justa e que realmente trabalhe a inclusão social, dando uma resposta concreta e positiva à sociedade. Vamos aperfeiçoar os procedimentos de ensino aprendizagem com aulas voltadas para a prática. Iremos reformular nossos métodos de avaliação, bem como os estudos de recuperação visando sempre à condição do aluno como sujeito da aprendizagem.
  • 13. 10. PERFIL DO EDUCADOR QUE PRETENDE FORMAR. * Queremos que nosso educador possa desenvolver habilidades como:  Sentir indignação diante de injustiças e de perda da dignidade humana e reivindicar dentro das suas necessidades o que é garantido por lei.  Apresentar qualidades de companheirismo e solidariedade pra buscar e ajudar dentro da necessidade de si próprio e da escola;  Respeitar as diferenças culturais, bem como as raciais e as diferenças entre as pessoas;  Fazer valer o exercício da auto critica e da critica em si e para seus educandos, nas aulas ministradas;  Seja capaz de desenvolver seu planejamento, tendo em vista disciplina no trabalho e no estudo;  Que o nosso Educador possa ter assiduidade cumprindo com as normas estabelecidas pela escola e secretaria municipal de educação.
  • 14. 11. AVALIAÇÃO. PROCESSO AVALIATIVO ADOTADO PELA ESCOLA A E.E.F Sinhá Magalhães e Anexos procurando tornar justo o processo de avaliação da aprendizagem dos seus alunos, adotará uma avaliação que irá priorizar o que o aluno aprendeu. Não iremos abandonar as notas conceituais e as médias bimestrais, iremos aperfeiçoar os meios pelos quais se chegam a essas notas e médias. Se antes nosso processo avaliativo baseava-se somente na prova mensal e em trabalhos definido pelo professor na sua disciplina separado do contexto escolar, iremos colocar em prática essa proposta de avaliação contínua que busca valorizar a aprendizagem daqueles alunos que realmente desenvolveram seus conhecimentos neste ou naquele conteúdo. Entendemos que o conhecimento não deve ser medido por este ou aquele método de avaliação e sim observado e aprimorado no espaço de sala de aula e na convivência escolar do aluno. A prova mensal é importante, mas não deve ser o único método adotado pela escola, porque não mostra o verdadeiro desempenho do aluno nesta ou naquela disciplina. Visando a construção do conhecimento do educando, devemos adequar nosso método avaliativo as reais dificuldades de nossos alunos. Para que isso aconteça é necessário desmistificar a ideia de que a avaliação só acontece quando o aluno é submetido a um teste classificatório e eliminatório, levando-o a alcançar um conceito igual ou superior a seis ( 06 ). Reiteramos: não queremos aqui invalidar ou abolir as notas e médias e sim fazer com que a escola adote outros meios de verificação da aprendizagem do aluno buscando sempre a qualidade do que se ensina e do que se aprende. Sabemos que nossos alunos não são máquinas para darem respostas rápidas e precisas sobre determinados conteúdos durante as aulas, isso acontece porque eles necessitam de tempo para construir seus conhecimentos, formular
  • 15. hipóteses para transmitir as ideais que conseguiram compreender sobre os temas estudados. Com base em estudos e na visão de nosso corpo docente adotaremos o seguinte processo de análise do conhecimento do aluno: FREQUENCIA PARTICIPAÇÃO ATIVIDADES CRIATIVIDADE COMPREENSÃO 0 a 02 0 a 02 0 a 02 0 a 02 0 a 02 OBS: Será bonificado bimestralmente com 01 (um) ponto na média o aluno em que os pais participarem da reunião de pais e mestres e quando for chamado individualmente caso seja necessário. O descumprimento desta norma acarretará na perda de 01 (um) ponto da média do aluno. A partir desses resultados o professor faz a somatória e junta ao resultado da prova escrita assim definirá os conceitos de cada aluno. Então iremos trabalhar com avaliações individuais onde cada professor terá suas fichas de acompanhamento bimestral de rendimento de cada aluno do fundamental I, II e EJA, com exceção do 1º e 2º ano. 11.1.APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS. A avaliação será realizada de forma constante e contínua durante todo o ano letivo, através de verificações dos conteúdos que estão sendo estudados. 11.2. Recuperação. 11.3. Retenção. 11.4. Frequência. 11.5. Classificação e Reclassificação. 11.6. matrículas. 11.7. OBS: OS ITENS 11.2, 11.3, 11.4 E 11.5 ESTAO PREVISTOS NO REGIMENTO ESCOLAR EM SEUS ARTIGOS: Art. 18º, Art. 75º, Art. 76º E Art.84º. 12. CONCLUSÃO. Ao concluir este trabalho, afirmamos que nossa escola precisa ser um espaço aberto onde todos os sujeitos sejam estimulados ao exercício da dignidade e principalmente da igualdade no atendimento e no repasse dos conteúdos. De modo
  • 16. que assim nossa comunidade possa crescer de conhecimentos gerados num futuro próximo proveniente de nossa escola, dessa maneira é que seremos a escola que almejamos.