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Legislação Decreto 5626/2005 CAPÍTULO IV DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O  ACESSO DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO          Art. 14.  As instituições federais de ensino devem  garantir, obrigatoriamente ,  às pessoas surdas acesso à comunicação, à informação e à educação  nos processos seletivos, nas atividades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos em todos os níveis, etapas e modalidades de educação, desde a educação infantil até à superior.          § 1 o   Para garantir o atendimento educacional especializado e o acesso previsto no  caput , as instituições federais de ensino devem:          I -  promover cursos de formação de professores para:          a) o ensino e uso da Libras;          b) a tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa; e          c) o ensino da Língua Portuguesa, como segunda língua para pessoas surdas;
II - ofertar, obrigatoriamente, desde a educação infantil, o ensino da Libras e também da Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos;          III - prover as escolas com:          a) professor de Libras ou instrutor de Libras;          b) tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa;          c) professor para o ensino de Língua Portuguesa como segunda língua para pessoas surdas; e          d)  professor regente de classe com conhecimento acerca da singularidade linguística manifestada pelos alunos surdos;
IV - garantir o atendimento às  necessidades educacionais especiais de alunos surdos,  desde a educação infantil, nas salas de aula e, também, em salas de recursos, em turno contrário ao da escolarização; VI - adotar mecanismos de avaliação coerentes com aprendizado de segunda língua, na correção das provas escritas, valorizando o aspecto semântico e reconhecendo a singularidade lingüística manifestada no aspecto formal da Língua Portuguesa;          VII - desenvolver e adotar mecanismos alternativos para a avaliação de conhecimentos expressos em Libras, desde que devidamente registrados em vídeo ou em outros meios eletrônicos e tecnológicos;          VIII - disponibilizar equipamentos, acesso às novas tecnologias de informação e comunicação, bem como recursos didáticos para apoiar a educação de alunos surdos ou com deficiência auditiva.
§ 2 o    O professor da educação básica, bilíngüe, aprovado em exame de proficiência em tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa, pode exercer a função de tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, cuja função é distinta da função de professor docente.          § 3 o   As instituições privadas e as públicas dos sistemas de ensino federal, estadual, municipal e do Distrito Federal buscarão implementar as medidas referidas neste artigo como meio de assegurar atendimento educacional especializado aos alunos surdos ou com deficiência auditiva.           Art. 15.  Para complementar o currículo da base nacional comum, o ensino de Libras e o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos, devem ser ministrados em uma perspectiva dialógica, funcional e instrumental, como:          I - atividades ou complementação curricular específica na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental; e          II - áreas de conhecimento, como disciplinas curriculares, nos anos finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior.
Art. 16.  A modalidade oral da Língua Portuguesa, na educação básica, deve ser ofertada aos alunos surdos ou com deficiência auditiva, preferencialmente em turno distinto ao da escolarização, por meio de ações integradas entre as áreas da saúde e da educação,  resguardado o direito de opção da família ou do próprio aluno por essa modalidade.          Parágrafo único.  A definição de espaço para o desenvolvimento da modalidade oral da Língua Portuguesa e a definição dos profissionais de Fonoaudiologia para atuação com alunos da educação básica são de competência dos órgãos que possuam estas atribuições nas unidades federadas.
CAPÍTULO VI DA GARANTIA DO DIREITO À EDUCAÇÃO DAS PESSOAS SURDAS OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA          Art. 22.  As  instituições federais de ensino responsáveis pela educação básica devem garantir a inclusão de alunos surdos ou com deficiência auditiva, por meio da organização de:          I - escolas e classes de educação bilíngüe, abertas a alunos surdos e ouvintes, com professores bilíngües, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental;
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Art. 23.  As instituições federais de ensino, de  educação básica  e superior, devem proporcionar aos alunos surdos os serviços de tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa em sala de aula e em outros espaços educacionais, bem como  equipamentos e tecnologias que viabilizem o acesso à comunicação, à informação e à educação.          § 1 o   Deve ser proporcionado aos professores acesso à literatura e informações sobre a especificidade lingüística do aluno surdo.          § 2 o   As instituições privadas e as públicas dos sistemas de ensino federal, estadual, municipal e do Distrito Federal buscarão implementar as medidas referidas neste artigo como meio de assegurar aos alunos surdos ou com deficiência auditiva o acesso à comunicação, à informação e à educação.           Art. 24.  A programação visual dos cursos de nível médio e superior, preferencialmente os de formação de professores, na modalidade de educação a distância, deve dispor de sistemas de acesso à informação como janela com tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa e subtitulação por meio do sistema de legenda oculta, de modo a reproduzir as mensagens veiculadas às pessoas surdas, conforme prevê o Decreto n o  5.296, de 2 de dezembro de 2004.
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"O Grito da Gaivota" Emmanuelle Laborrit - Atriz surda “ Recuso-me a ser considerada excepcional, deficiente. Não sou. Sou surda. Para mim, a língua de sinais corresponde à minha voz, meus olhos são meus ouvidos. Sinceramente nada me falta. É a sociedade que me torna excepcional..."  "A gaivota cresceu e voa com suas próprias asas. Olho do mesmo modo com que poderia escutar. Meus olhos são meus ouvidos. Escrevo do mesmo modo que me exprimo por sinais. Minhas mãos são bilíngües. Ofereço-lhes minha diferença. Meu coração não é surdo a nada neste duplo mundo..."
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  • 1. 1º Congresso Regional Educacional Bilíngue de Surdos e Ouvintes – Tatuí 2011 “ Os Desafios Educacionais de Alunos Surdos no Ensino Infantil e Fundamental l” Professora Camila Nunes Pedagoga Especialista em Educação de Surdos
  • 2. Reflexão... “ A rua de acesso à inclusão não tem um fim porque ela é, na sua essência, mais um processo que um destino, porque subjacente à sua filosofia está aquele aluno ao qual se oferece o que necessário.” Peter Mittler, Educação Inclusiva. Contextos Sociais, 2003.
  • 3. Breve Histórico da Educação de Surdos no Brasil Oralismo - Língua Portuguesa Oral (LiPO) Comunicação Total - Sinais na estrutura da Língua Portuguesa Bilinguismo LIBRAS – Língua Portuguesa Bimodalismo
  • 4. Modelos Educacionais Inclusão Escola Especial Educação Bilíngue – Proposta Atual
  • 5. Quem é o aluno surdo? Aluno surdo filho de pais surdos Alunos surdo filho de pais ouvintes
  • 6. Legislação Decreto 5626/2005 CAPÍTULO IV DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O ACESSO DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO         Art. 14.  As instituições federais de ensino devem garantir, obrigatoriamente , às pessoas surdas acesso à comunicação, à informação e à educação nos processos seletivos, nas atividades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos em todos os níveis, etapas e modalidades de educação, desde a educação infantil até à superior.         § 1 o   Para garantir o atendimento educacional especializado e o acesso previsto no caput , as instituições federais de ensino devem:         I -  promover cursos de formação de professores para:         a) o ensino e uso da Libras;         b) a tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa; e         c) o ensino da Língua Portuguesa, como segunda língua para pessoas surdas;
  • 7. II - ofertar, obrigatoriamente, desde a educação infantil, o ensino da Libras e também da Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos;         III - prover as escolas com:         a) professor de Libras ou instrutor de Libras;         b) tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa;         c) professor para o ensino de Língua Portuguesa como segunda língua para pessoas surdas; e         d)  professor regente de classe com conhecimento acerca da singularidade linguística manifestada pelos alunos surdos;
  • 8. IV - garantir o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos surdos, desde a educação infantil, nas salas de aula e, também, em salas de recursos, em turno contrário ao da escolarização; VI - adotar mecanismos de avaliação coerentes com aprendizado de segunda língua, na correção das provas escritas, valorizando o aspecto semântico e reconhecendo a singularidade lingüística manifestada no aspecto formal da Língua Portuguesa;         VII - desenvolver e adotar mecanismos alternativos para a avaliação de conhecimentos expressos em Libras, desde que devidamente registrados em vídeo ou em outros meios eletrônicos e tecnológicos;         VIII - disponibilizar equipamentos, acesso às novas tecnologias de informação e comunicação, bem como recursos didáticos para apoiar a educação de alunos surdos ou com deficiência auditiva.
  • 9. § 2 o    O professor da educação básica, bilíngüe, aprovado em exame de proficiência em tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa, pode exercer a função de tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, cuja função é distinta da função de professor docente.         § 3 o   As instituições privadas e as públicas dos sistemas de ensino federal, estadual, municipal e do Distrito Federal buscarão implementar as medidas referidas neste artigo como meio de assegurar atendimento educacional especializado aos alunos surdos ou com deficiência auditiva.         Art. 15.  Para complementar o currículo da base nacional comum, o ensino de Libras e o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos, devem ser ministrados em uma perspectiva dialógica, funcional e instrumental, como:         I - atividades ou complementação curricular específica na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental; e         II - áreas de conhecimento, como disciplinas curriculares, nos anos finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior.
  • 10. Art. 16.  A modalidade oral da Língua Portuguesa, na educação básica, deve ser ofertada aos alunos surdos ou com deficiência auditiva, preferencialmente em turno distinto ao da escolarização, por meio de ações integradas entre as áreas da saúde e da educação, resguardado o direito de opção da família ou do próprio aluno por essa modalidade.         Parágrafo único.  A definição de espaço para o desenvolvimento da modalidade oral da Língua Portuguesa e a definição dos profissionais de Fonoaudiologia para atuação com alunos da educação básica são de competência dos órgãos que possuam estas atribuições nas unidades federadas.
  • 11. CAPÍTULO VI DA GARANTIA DO DIREITO À EDUCAÇÃO DAS PESSOAS SURDAS OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA         Art. 22.  As  instituições federais de ensino responsáveis pela educação básica devem garantir a inclusão de alunos surdos ou com deficiência auditiva, por meio da organização de:         I - escolas e classes de educação bilíngüe, abertas a alunos surdos e ouvintes, com professores bilíngües, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental;
  • 12. II - escolas bilíngües ou escolas comuns da rede regular de ensino, abertas a alunos surdos e ouvintes, para os anos finais do ensino fundamental, ensino médio ou educação profissional, com docentes das diferentes áreas do conhecimento, cientes da singularidade lingüística dos alunos surdos, bem como com a presença de tradutores e intérpretes de Libras - Língua Portuguesa.         § 1 o   São denominadas escolas ou classes de educação bilíngüe aquelas em que a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa sejam línguas de instrução utilizadas no desenvolvimento de todo o processo educativo.         § 2 o   Os alunos têm o direito à escolarização em um turno diferenciado ao do atendimento educacional especializado para o desenvolvimento de complementação curricular, com utilização de equipamentos e tecnologias de informação.         § 3 o   As mudanças decorrentes da implementação dos incisos I e II implicam a formalização, pelos pais e pelos próprios alunos, de sua opção ou preferência pela educação sem o uso de Libras.         § 4 o   O disposto no § 2 o deste artigo deve ser garantido também para os alunos não usuários da Libras.
  • 13. Art. 23.  As instituições federais de ensino, de educação básica e superior, devem proporcionar aos alunos surdos os serviços de tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa em sala de aula e em outros espaços educacionais, bem como equipamentos e tecnologias que viabilizem o acesso à comunicação, à informação e à educação.         § 1 o   Deve ser proporcionado aos professores acesso à literatura e informações sobre a especificidade lingüística do aluno surdo.         § 2 o   As instituições privadas e as públicas dos sistemas de ensino federal, estadual, municipal e do Distrito Federal buscarão implementar as medidas referidas neste artigo como meio de assegurar aos alunos surdos ou com deficiência auditiva o acesso à comunicação, à informação e à educação.         Art. 24.  A programação visual dos cursos de nível médio e superior, preferencialmente os de formação de professores, na modalidade de educação a distância, deve dispor de sistemas de acesso à informação como janela com tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa e subtitulação por meio do sistema de legenda oculta, de modo a reproduzir as mensagens veiculadas às pessoas surdas, conforme prevê o Decreto n o 5.296, de 2 de dezembro de 2004.
  • 14. A Língua na Escola Aquisição e/ou desenvolvimento da Língua – a questão do input linguístico Construção da narrativa – instrumento organizador do pensamento Via de acesso à escrita – L1/L2 LIBRAS – Família – Escola
  • 15. "O Grito da Gaivota" Emmanuelle Laborrit - Atriz surda “ Recuso-me a ser considerada excepcional, deficiente. Não sou. Sou surda. Para mim, a língua de sinais corresponde à minha voz, meus olhos são meus ouvidos. Sinceramente nada me falta. É a sociedade que me torna excepcional..." "A gaivota cresceu e voa com suas próprias asas. Olho do mesmo modo com que poderia escutar. Meus olhos são meus ouvidos. Escrevo do mesmo modo que me exprimo por sinais. Minhas mãos são bilíngües. Ofereço-lhes minha diferença. Meu coração não é surdo a nada neste duplo mundo..."
  • 16. “ Partilhar é criar novas possibilidades.” Obrigada! [email_address]